Minha tia gostosa e eu

Isso aconteceu comigo há um tempo, eu era bem novinho. Hoje tenho 32 e adoro lembrar dessa experiência. Naquela época, eu tinha que ir aos sábados para as aulas de inglês. As aulas eram de manhã, das 8 ao meio-dia. Eu tinha aulas às quintas à tarde e aos sábados de manhã. A gente tinha um sítio na região de Pilar, na verdade num condomínio chamado Miraflores. Meus pais iam embora às sextas à tarde, então eu tinha que ficar nas sextas à noite com minha tia, irmã do meu pai, e no sábado, depois do inglês, eu pegava um ônibus que me deixava na porta do condomínio. Minha tia, naquela época, tinha uns 37 ou 38 anos. Era muito gostosa, 1,60m, cabelo castanho claro liso, e naquela época tinha um corpo lindo. Muito boa situação financeira e muito fina. Separada e sem filhos, então eu não atrapalhava em nada ficando na casa dela. A gente sempre teve uma relação muito boa. Toda vez que eu ficava na casa dela na sexta, ela, por ser separada, saía com as amigas e de vez em quando com algum namorado. Voltava lá pelas 2 ou 3 da manhã, então eu tinha a noite toda, a casa só pra mim. Na casa da minha tia, eu ficava bem entediado, então comecei a fuçar tudo, adorava, e principalmente mexia no guarda-roupa dela pra ver o que tinha e o que encontrava. Comecei como uma brincadeira e, aproveitando a solidão, a vestir as roupas dela, que me serviam bem porque a gente tinha a mesma altura e um corpo bem parecido em estrutura. O que começou como uma brincadeira, nas sextas seguintes virou rotina. Toda vez que eu ouvia ela saindo, corria pro guarda-roupa dela pra usar as roupas. Adorava usar, me sentia muito à vontade. As roupas dela eram bem jovens e também muito sexys. Tinha de tudo. Vestidos, jeans, camisas, camisetas, botas, sapatos, etc. Entre as coisas que eu costumava e mais gostava de vestir, estava a lingerie dela. Tinha de tudo um pouco. Mas o que eu mais gostava eram os conjuntos sexys que ela guardava nuns saquinhos bem no fundo das gavetas. Tinha conjuntos pretos, brancos, com calcinhas Booty less, comuns, mas os que mais me impactavam e agradavam eram dois. Um era um espartilho com ligas preto, que vinha com sua calcinha Booty less preta e as respectivas meias, e o outro branco de sutiã, calcinha e meias, mas sem ligas. Assim se passaram várias sextas-feiras em que eu brincava de ser uma garota gostosa. Adorava me ver num espelho de pé que tinha no quarto. Fazia poses, me acariciava, etc. E lá pelas 12 da noite, tirava tudo porque sabia que ela nunca chegava antes da 1 da manhã. Na noite que vou contar, e onde tudo começou, vesti o conjunto preto. Como todas as sextas, coloquei o conjunto e por cima um roupão de seda preta que também acho que era do conjunto porque era meio transparente. Naquela época, eu usava cabelo comprido até os ombros, então fiz também um rabinho tipo Booty de cavalo. Verdade, tava muito gata. Fiquei assim aquela noite. Como sempre, sabia que minha tia não voltava nunca antes da 1 da manhã. Mas naquela noite, não sei por que, me deitei na cama dela assim vestidinha pra ver TV e APAGUEI!!!. De repente, sinto alguém falar meu nome? Damião? Damião? Acorda?- Quando consigo abrir os olhos, não podia acreditar que via minha tia do meu lado. Na hora percebi que tava usando a roupa íntima dela, então pulei da cama, corri pro banheiro e comecei a chorar. Minha tia batia na porta do banheiro e pedia pra eu sair pra gente conversar. Dizia pra eu não me preocupar e que a gente ia falar sobre isso. Depois de um tempo, saí do banheiro pedindo desculpa pelo que ela tinha visto. Eu já tinha tirado a roupa e só tava com o roupão preto. Ela me abraçou, me beijou na testa, secou minhas lágrimas com a mão e me sentou na cama dela. Começamos a conversar sobre o assunto. Ela perguntou há quanto tempo eu fazia isso e se eu gostava. Eu dizia que sim, que gostava, mas que não ia fazer mais. Ela continuava me perguntando se eu gostava de me vestir de mulher e O que eu sentia sexualmente. Se eu era atraído por homens ou mulheres. Eu disse a ela que gostava de mulheres, que era o que sentia naquele momento, mas que também tinha muita curiosidade de sentir o que uma mulher sente ao estar com um homem. Isso com base nas revistas e filmes condicionados que pude ver naquela idade. Ela me perguntou se eu já tinha tido relações sexuais e eu disse que não. Então ela me disse para não me preocupar, que aquilo ficaria entre nós e que não contaria nada aos meus pais. Naquela noite, não consegui dormir nada de tanto nervoso. Na sexta seguinte, tive que voltar para a casa da minha tia, coisa que eu não queria porque não sabia como encará-la. Ao chegar no apartamento dela, ela me recebeu como se nada tivesse acontecido. Comemos, sem falar do assunto, depois fiquei vendo TV na sala enquanto ela arrumava tudo na cozinha e depois cada um foi para o seu quarto dormir. Pouco tempo depois, ouço ela me chamar e já no quarto dela ela retomou o assunto. Ela me perguntou de novo se eu gostava de usar roupa de mulher e eu disse que sim, que tinha começado como uma brincadeira, mas que me sentia muito confortável com as roupas dela. Então, grande foi minha surpresa ao ouvir dos lábios dela se eu queria vestir de novo a lingerie que eu tinha usado na sexta anterior, que ela tinha gostado de me ver dormindo com aquela lingerie e que queria me ver bem para ver como ficava em mim. Eu, sinceramente, não entendia nada. Pensei que a conversa ia virar uma baita bronca, mas não. Ela me ajudou e eu vesti tudo de novo, ela prendeu meu cabelo e fez um rabo de cavalo bem fininho. Ela dizia que ficava muito lindo em mim e perguntava se eu me sentia confortável vestida assim. Eu dizia que sim e que estava com muita vergonha naquele momento. Ela também me perguntou se eu tinha algum nome de garota quando usava aquelas roupas. Eu disse que sim, que imaginava uma garota chamada Laura. Então ela disse que eu ia me chamar Laura. Pegou e me emprestou uma regata tubinho cinza e uma camisa branca dela e me vestiu bem de mulher. Me maquiou, pintou meus lábios e me levou Vou pra cozinha, preparo uns cafés e a gente conversa por um bom tempo. Não lembro direito, mas o que eu lembro é que ela me disse que não se importava com como eu era e que com ela eu podia me sentir livre e ser quem eu quisesse, e que esse jogo ficaria entre nós duas. O que eu mais gostava era que ela falava comigo como se eu fosse uma mulher, uma amiga, já que tudo terminava com "a". Tipo: "se sente confortável", "não fique envergonhada", etc. Tudo terminava com "a". Comecei a relaxar, a me sentir realmente à vontade. Ela me perguntou há quanto tempo eu sentia esses gostos, se em casa eu também fazia isso, etc., etc. A gente teve uma conversa de amigas mesmo. Naquela noite, depois da conversa e de eu devolver a roupa, ela me emprestou uma calcinha e uma camisola e disse pra eu me sentir livre pra pedir quanta roupa eu quisesse vestir, e que aquela camisola e aquela calcinha eram minhas pra dormir. Na semana seguinte àquela sexta-feira, fiquei contando as horas pra voltar pra casa da minha tia, porque desde aquele dia eu me sentia melhor do que nunca. Passaram algumas sextas em que ela saiu com as amigas e eu ficava usando as roupas dela. A condição era que eu deixasse tudo como tinha encontrado e que sempre que quisesse, eu vestisse pra dormir a camisola e a calcinha que ela tinha me dado. Embora aquela sexta tenha sido espetacular, o que aconteceu na sexta seguinte foi o que realmente mudou minha vida. Naquela sexta, como nas anteriores, quando cheguei no apartamento dela, ela me recebeu com um "Oi, Laura" e me emprestou roupa dela. Acho que era uma saia jeans e uma camiseta branca. Fiz a trouxa e a gente começou a conversar. Dessa vez, a conversa foi mais direta pro lado sexual. Ela me perguntava se eu me masturbava, se via filmes ou revistas pornôs. Eu respondi tudo com a verdade. E na conversa, ela me perguntou se eu já tinha visto uma mulher nua ao vivo e a cores, e eu respondi que não. Ela disse que esse dia chegaria uma hora. No jantar, fui eu quem fez as perguntas. Perguntei sobre relações sexuais, se ela... Doeu na primeira vez, como é a sensação de ser penetrada, etc. Ela respondeu tudo sem deixar nada de fora. Terminamos de comer tarde. Tomei banho, coloquei minha camisola e fui pro meu quarto pensando em toda a conversa que tivemos. Pouco depois, ela me chamou no quarto dela. Me recebeu com o roupão preto dela e pediu que eu vestisse o conjunto preto de lingerie com ligas do outro dia, que ela tinha deixado preparado em cima da cama. Aceitei o pedido, fui ao banheiro e coloquei tudo. Ela pediu que eu passasse batom nos lábios, e eu fiz isso. Ao sair do banheiro, encontrei minha tia deitada na cama dela com um lindo conjunto de lingerie branco. Ela disse que eu estava muito gostosa e pediu que eu me deitasse ao lado dela, e perguntou se eu queria que ela me beijasse. As luzes estavam baixas e havia uma vela acesa no criado-mudo. Ela começou a me beijar devagar e a acariciar meu cabelo, meu rosto, meu pescoço, minhas costas, tudo bem suave. Eu fazia o mesmo, mas era ela quem tomava a iniciativa de tudo. Eu estava nervoso, tenso, até que os minutos passaram e consegui relaxar. Ficamos de pé ao lado da cama e continuamos nos beijando. As carícias dela começaram a descer até minha bunda. Os beijos dela eram molhados, deliciosos, suaves. A língua dela brincava com a minha, e eu comecei a gemer de prazer. Ela pediu que eu tirasse o sutiã dela, e foi a primeira vez que tive seios de mulher na minha frente. Ela pediu que eu tocasse neles, que não tivesse medo, que tocasse devagar, que sentisse, que notasse como os mamilos dela ficavam duros. Ela perguntou se eu gostava de tocá-los, eu disse que sim. Pediu que eu beijasse eles, e eu respondi com muitos beijos nos peitos dela. Ela pediu e me ensinou a chupar os mamilos dela, que eu devia fazer devagar e sugando como se fosse um bebê. Eu não podia acreditar. O que estava acontecendo era um sonho, algo único. Eu estava extremamente excitado. Nos ajoelhamos na cama, um de frente para o outro. Ela perguntou se estava tudo bem, se eu me sentia confortável. Eu respondia que sim. Estando frente a frente, ela me pegou uma mão e começou a acariciar os peitos dela. Eu sentia entre meus dedos os mamilos bem eretos, duros, a suavidade e a redondeza dos peitos dela. Ela continuou e levou minha mão até a calcinha dela e me fez acariciar por cima. Notei como estava molhada de tesão. Ela tirou meu sutiã e começou a beijar meus peitos como se fossem duas tetas de mulher, brincava com a língua nos meus bicos como se fossem lindos mamilos, e eu continuava acariciando a calcinha dela. Ela se levantou, ficou na minha frente e pediu pra eu abaixar e tirar a calcinha dela. Segurei com as duas mãos e devagar fui descendo e já tirei. Tive na minha frente uma mulher nua com a buceta bem na minha cara. Ela pegou minha mão e levou direto pra buceta dela. Pediu pra eu acariciar devagar, sem pressa. Era bem depilada, só com uma tirinha de pelo sobre os lábios. Notei como aquela buceta começava a inchar e os lábios cada vez mais aparecendo. Tava bem molhada e enquanto eu acariciava a buceta dela, ela se acariciava os peitos, o corpo, a raba dela. Pediu pra eu beijar a buceta dela e brincar com a língua. Eu topei e fiz o que dava, enquanto ela me indicava o que fazer: como beijar a buceta dela, como brincar com a língua. Passar a língua de um lado pro outro da buceta, devagar separar os lábios e passar a língua por dentro da buceta. Eu ouvia os gemidos dela e as coisas lindas que falava, tipo: — Isso, meu amor, assim gostosa? Assim, Laurita, que delícia? Como você brinca com minha buceta, isso, meu amor, assim. Eu tava completamente pirado. Depois ela se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e pediu pra eu continuar brincando com a língua na buceta dela. Me indicou o lugar exato onde eu tinha que focar com a língua (o clitóris dela). Comecei a brincar com a língua no clitóris dela e ela pediu pra eu enfiar um dedo. Fiz isso. Sempre pedia pra fazer tudo com suavidade. Beijava, chupava, brincava com o clitóris dela enquanto a masturbava com o dedo até que notei que ela teve o primeiro orgasmo. Aí ela pediu pra eu deitar do lado dela e começou a me beijar de novo, desceu pelo meu peito e quando chegou na minha calcinha, começou a beijar a calcinha. Enquanto me beijava, começou a soltar os botõezinhos do portaligas que seguravam as meias. Depois que soltou os quatro, começou a puxar minha calcinha pra baixo e tirou ela completamente, e prendeu de novo os botões do portaligas nas meias. Começou a beijar meus genitais. Meu pau tava duro. Ela começou a acariciar ele suavemente e levou pra boca. Começou a fazer sexo oral em mim e em segundos não tava só chupando meu pau, mas também descia com a língua até minha bunda e brincava com a língua no meu cu. Isso me deixou louco. Depois que conseguiu lubrificar bem minha bunda com a língua, continuou chupando meu pau e brincando com um dos dedos no meu cu, até que aos poucos foi introduzindo até conseguir, suave e gostoso, enfiar o dedo inteiro. Foi assim que, enquanto chupava meu pau (que naquela idade não era lá muito grande), ela enfiava e tirava o dedo devagar do meu cu. Ficou assim por um tempo, e eu já não sabia quem era, o que tava fazendo nem quem tava comigo. A loucura era tanta e o prazer era tanto que eu já não lembrava meu nome. Aí ela pediu pra eu virar e ficar de joelhos (de quatro), e foi aí que continuou mais um pouco brincando com a língua no meu cu e me masturbando com a mão. Depois se ajeitou atrás de mim e começou a encostar a buceta dela no meu cu e fazer movimentos que esfregavam a buceta dela na minha bunda. Foi então que, depois de um tempo, notei que ela teve o segundo orgasmo. Nossos gemidos se misturavam. Os dois tavam gozando. Mas ela mais, eu acho, porque eu tava realmente chocado com um momento daqueles. Assim que ela gozou, deitou de barriga pra cima e pediu pra eu penetrar ela. Falei que não tinha um pau grande como o de um homem mais velho, mas ela disse que não importava, que ela queria que eu sentisse o que é penetrar uma mulher. Então fiz isso, me preparei. Em cima dela, ela abriu as pernas e guiou com a mão meu pau pra dentro da buceta dela. Pediu pra eu ficar parado uns segundos e depois começar a me mexer. Como eu disse, meu pau não era muito grande, mas conseguiu entrar um pouco mais do que eu achava que dava. Assim que comecei a me mover, ela fechou os olhos e começou a gemer de prazer. Ela falava umas coisas lindas. — É assim, Laura, que você me ama? — Sim, minha vida, me penetra assim? — Eu amava tudo aquilo e, enquanto metia, comecei a beijar e chupar os peitos e os bicos dela, e ela respondia com gemidos de puro tesão. Depois de um tempo metendo, consegui fazer ela ter o terceiro orgasmo dela. Quando acabou o terceiro orgasmo, ela me deitou de novo de barriga pra cima e começou a chupar meu pau, tentando me fazer gozar, mas infelizmente, não sei se por nervoso ou o que, não consegui gozar naquela noite. Ao ver que eu não terminava, ela se deitou do meu lado e começou a me beijar, me acariciar e perguntar se eu tinha gostado da experiência. Eu não tinha palavras pra agradecer ou explicar o que sentia. Fomos juntos pro banheiro, tomamos banho juntos, o que também me fascinou. Sentir ela ensaboando meu corpo, minha bunda, meu pau, tudo. Eu sentir o corpo dela nas minhas mãos cheias de sabão. Foi espetacular. Vestimos nossos camisões (sem calcinha dessa vez) e depois trocamos agradecimentos pelo que fizemos naquela noite, demos boa noite com beijo incluído, e dormimos juntos na cama dela. Na manhã seguinte, me levei até o inglês e ela se despediu até a próxima sexta. Aquela semana eu fiquei em outro planeta. Ligava pra minha tia pra agradecer pelo que tinha acontecido. Ela dizia que aquilo ficava entre nós e que ninguém podia saber. Que era nosso segredo e que na próxima sexta ela me esperava pra repetir. Passaram várias sextas em que repetimos nossos encontros sexuais, acho que umas 3 ou 4, até que chegou a melhor sexta da minha vida. Naquela sexta, quando cheguei no apê dela, ela me recebeu com um Beijo lindo. Ela me emprestou roupa como sempre, mas naquela noite me fez vestir um vestidinho preto curto e lindo, e por baixo, um conjunto de lingerie preta. Me emprestou uns saltos altos, me ensinou como pôde a andar de salto e me mostrou como eles levantavam minha bunda. Ela também vestiu um vestidinho lindo cor cru e me maquiou inteira. Lábios, olhos, bochechas... Tudo. Eu estava realmente gostosa, e ela também. Parecia que íamos para uma festa. Perguntei qual era a ocasião, e ela disse para eu esperar até depois do jantar. Preparou uma refeição bem leve, com sobremesa incluída. Assim que terminamos de comer, me levou para a sala e, sobre a mesinha de centro, havia um pacote. Um presente para mim, ela disse. Estava muito bem embalado. Disse para eu não abrir até que ela estivesse comigo. Preparou um par de cafés e sentou ao meu lado. Mandou eu abrir o pacote. Quando abri, minha cara se transformou. Era como quem ganha uma bicicleta pela primeira vez, só que dentro do pacote tinha um consolo em forma de pênis de tamanho médio, um consolo de duas pontas e um lubrificante. Meu sorriso era de orelha a orelha. Minha felicidade transbordava. Ela disse: "Isso é para a gente usar juntas, e não se preocupa que eu sei como fazer." Nos perdemos num beijo, ela me pegou pela mão e me levou para o quarto dela. Tiramos os vestidos, os sapatos e ficamos as duas de lingerie. Começamos a nos beijar e acariciar. Deitamos, nos beijamos e, aos poucos, fomos tirando os sutiãs e as calcinhas. Ficamos as duas peladas. Ela pediu para eu ficar por cima dela, mas ao contrário. Tipo, fazendo um 69. Pediu para eu beijar e chupar a buceta dela enquanto ela fazia o mesmo com a minha bunda e o meu cu. Eu chupava a buceta dela que, naquela noite, também de presente, estava toda depilada. O clitóris dela estava bem durinho. Eu sentia a língua dela roçando meu cu e os dedos dela também brincando. Com a saliva dela, lubrificava minha bunda e então começou a introduzir um dedo que, depois de um tempo e sem sentir nenhuma dor... Foram dois e logo depois três. Ela sabia bem o que estava fazendo, porque a única coisa que eu sentia era prazer absoluto. Daí a pouco ela disse que aquela noite era pra mim e que eu ia saber o que uma mulher sente ao ser penetrada. Me deitou de barriga pra cima, abriu bem minhas pernas e pediu pra eu segurá-las pra cima com as mãos. Eu via que estava aberta pra receber algo lindo no meu Booty. Pegou o lubrificante, passou uma boa quantidade na mão, espalhou bem no meu Booty enquanto falava umas coisas muito gostosas. Pegou o consolador em forma de pinto, colocou no meu ânus e começou a brincar com ele. Mexia devagar pra ir penetrando meu Booty virgem. Eu via que enquanto ela mexia o consolador tentando me penetrar, começava a se tocar com a outra mão e a se masturbar. A toda hora me perguntava se eu sentia alguma dor e, se sim, pra avisar. Eu só queria ter aquele pinto artificial dentro de mim. Aos poucos foi conseguindo enfiar o consolador no meu Booty, e eu ficava tão excitado com aquela sensação no ânus quanto com os gemidos de prazer dela enquanto se masturbava. Não vou mentir, sentia um pouco, mas bem pouquinho de dor de vez em quando enquanto o consolador me penetrava, mas era mais prazer do que qualquer outra coisa. E sem perceber, ouvi minha tia dizer que já tinha enfiado o consolador todo. Graças ao lubrificante, ela começou a meter e tirar. Sempre devagar e com carinho. Eu gemia de prazer, e ela adorava me ver e me ouvir. Perguntava se eu tava gostando e se queria que continuasse. Eu pedia pelo amor de Deus pra ela não parar. Até que ela, enquanto me penetrava com o consolador e se masturbava, teve o primeiro orgasmo. Sem parar, continuou me penetrando. Pegou mais um pouco de lubrificante, passou na mão e começou a me masturbar. A sensação era muito gostosa. De um lado, sentia prazer no ânus com aquele pinto me penetrando; do outro, sentia prazer no meu pinto enquanto ela me masturbava. Sem tirar o consolador do ânus, me Ela me fez virar e ficar de quatro. Continuou os movimentos de penetração na minha bunda e de masturbação no meu pau. Ela tirou o consolo devagar, mandou eu não me mexer e vi por cima do meu ombro ela passando lubrificante no consolo de duas pontas pra gente usar juntas. Primeiro ela enfiou em si mesma, ajoelhou atrás de mim e depois enfiou em mim bem devagar, aos poucos, até eu ter um pau de novo no meu cu. Aí sim, acho que foi o momento mais gostoso da noite. Ver ela me comendo por trás enquanto também era penetrada. Ela gozou pela segunda vez ali. Eu, até então, nunca tinha gozado na vida, mas não tava nem aí, porque o que eu tava sentindo era algo que não dá pra explicar com palavras. Ela mudou de posição e, igual a mim, ficou de quatro, com as bundas uma de frente pra outra. Enfiou a ponta do consolo e começou a se mexer sozinha, fazendo a gente se penetrar mutuamente só com os corpos. Aí eu ouvi o terceiro orgasmo dela. Ela tirou o consolo das duas, deitou de barriga pra cima, enfiou uma das pontas do consolo duplo e pediu pra eu enfiar a outra ponta na boca e fazer de conta que tava chupando o pau de um homem. Eu fiz sem pensar, enfiei aquela ponta, já limpa, na boca e comecei a chupar igual tinha visto em algum filme. Minha tia falou: "É, meu amor, como você sabe chupar, hein?" Depois de um tempo chupando aquele consolo, ela pediu pra eu sentar em cima dele. Lubrifiquei bem meu cu e a ponta do consolo, me posicionei sobre minha tia e, enquanto ela segurava o consolo com uma ponta dentro dela, eu encaixei meu cu na outra ponta e comecei a enfiar devagar. Por sorte e pela excitação que eu tava, não passou nem dez segundos e eu já tinha o outro lado todo dentro de mim. Comecei a subir e descer, sentindo aquele consolo entrando e saindo da minha bunda. Minha tia, com uma mão segurando o consolo e com a outra, acariciava meus peitos e enfiava os dedos minha boca. Consegui lá o quarto orgasmo dela. E eu, nada?. Então minha tia me perguntou se eu queria penetrar ela pelo cu com meu pau. Falei que SIIIIM !!!!!. Ela ficou de quatro, lubrificou o cu dela e com a mão dela apoiou meu pau na bunda dela. Me falou pra ir devagar conseguindo penetrar ela até que finalmente eu penetrei. Ela me dizia pra foder ela ? assim Laura, me fode-, - assim? faz minha bunda ?Depois de um tempo fodendo ela pelo cu, pedi por favor pra ela me fazer gozar. Que queria sentir aquilo que tanto ouvia falar que era como tocar o céu com as mãos. Então ela me deitou de barriga pra cima, me penetrou com o outro consolo e começou a me masturbar mais rápido que de costume. Comecei a sentir coisas que nunca tinha sentido. Minha tia me dizia, - assim Laura, goza, tem teu primeiro orgasmo- - vai minha vida, goza comigo, vamos gozar juntas-, - vai meu amor goza ? e eu falava - sim, sim, me fode mais por favor que eu vou gozar- e por sorte e graças à minha tia, tive meu primeiro orgasmo. Aquela noite a gente passou quase quatro horas transando. Quando terminamos e descansamos um pouco, fomos tomar banho e minha tia confessou que ela nunca tinha ficado com uma mulher mas depois daquilo pensaria seriamente, mas que nunca antes tinha ficado tão excitada e gozado tanto quanto comigo. Eu não tinha palavras pra agradecer ela por aquela noite. O vestido, o jantar, o presente, a paixão?. Depois daquela noite se repetiram várias, muitas, muitíssimas vezes. Quase 3 anos. No último ano talvez não tão seguido porque minha tia começou a sair com quem é hoje o marido dela. Mas compartilhamos muitas coisas com minha tia. Até saímos juntas no carro eu vestida com roupa dela e o pessoal nos elogiava AS DUAS !!!!!.. Já faz muito tempo disso. Adorei compartilhar com vocês. Tem muitos detalhes e histórias mais pra contar mas acho que isso já foi o suficiente. Hoje moro em Santa Fe capital e de vez em quando visto uma lingerie e brinco com meu consolo. Com minha tia a gente se vê toda vez que vou pra Buenos Aires e sempre lembramos nossa aventura. Com muito amor. Depois de tanto tempo e das experiências ruins que tive, tô procurando uma mulher que curta troca de papéis e que simplesmente queira brincar comigo. Sexualmente, tudo que sei devo à minha tia.

2 comentários - Minha tia gostosa e eu