No dia seguinte, na praia, o Germán grudou em mim e a gente ficou batendo papo a tarde toda. Naquela noite, todo mundo dormiu tarde, então eu virei e capotei antes de todos.
Faltavam só dois dias de férias, e a verdade é que eu tava muito afim do Germán, e ele percebia, acho, porque não perdia chance de me tocar e me provocar. Naquela tarde na praia, quando ele viu que meu namorado foi jogar bola na areia com os outros e uns caras que tinham chegado junto, e me deixou sozinha cuidando das coisas, ele chegou mais perto de mim quando voltou de comprar umas cervejas. Eu tava deitada de bruços na areia, mas tampava a raba com a toalha.
O Germán sentou atrás de mim, meio afastado, e enfiou o pé entre minhas pernas. Eu abri devagar. Ele me acariciava com os dedos do pé bem perto da minha pussy, e isso fazia meu corpo todo tremer. A gente começou a falar um monte de besteira enquanto o pé dele já tava tocando literalmente minha pussy, que já tava molhada de tesão.
A parte de baixo do meu biquíni tava atrapalhando a situação, mas de tanto ele mexer o dedão, foi empurrando até ficar bem no meio e apertava bastante. Eu abri mais ainda as pernas e puxei a calcinha toda pro lado. Ele logo colocou o pé debaixo da minha vulva e, com o dedão, começou a estimular meu clitóris. Mmmmm… que tesão, que putaria, foi tanta excitação que eu não conseguia parar de rebolar. Eu não tirava o olho de onde meu namorado tava, só por precaução. Sem perceber, com nossos movimentos, o dedão do pé dele foi entrando na minha vagina, e eu não conseguia disfarçar o tesão que tava, me mexendo bem safada, sem me importar com o povo ao redor.
Quando um dos caras veio na nossa direção, o Germán tirou o pé e a gente fingiu demência. Ele sentou do meu lado, eu fiquei conversando um pouco e depois fui no banheiro arrumar o biquíni. Tava tão excitada que só queria ir pra casa e… Fazer uma punheta pra mim.
Antes de irmos pra casa pra tomar banho e trocar de roupa pra ir comer no centro, eu entrei no mar pensando que o Germán viria comigo, mas parece que não podia, já que tava cercado pelo meu namorado e pelos caras.
Aquela noite eu não parava de pensar no Germán e no tesão que ele me deixou, então, me fazendo de sonsa que tava bebendo bastante, incentivei meu namorado e o resto a encher a cara igual uns loucos, queria que eles chegassem bêbados e dormissem. Então a noite inteira eu pedia mais cerveja, mas não bebia tanto, eles tavam muito alegres e já tavam fechando o bar. Como já tavam muito doidões, quiseram ir pra uma balada, eu não queria, o Germán também não, mas meu namorado insistiu e os outros caras também, um me abraçou pela cintura e me levou. Todo mundo ria, eu mal entrei pra passar o tempo e comprei um drink.
Na balada era uma bagunça de álcool, que uma hora eu falei brava pro meu namorado que a gente fosse embora ou eu ia sozinha, ele, que tava super bêbado igual os amigos, pegou, falou com eles e a gente foi embora, atrás da gente vinha o Germán, que não quis ficar mais porque tava com dor de cabeça.
No táxi, meu parceiro já tava dormindo de tão bêbado. Mal chegamos, o idiota vomitou no banheiro e se jogou pra dormir na hora.
A gente se olhou com o Germán, tipo entendendo que era agora ou nunca. Ele chegou perto do meu colchão e a gente começou a se beijar, ele foi beijando meu pescoço até chegar nos peitos, tirou meu sutiã e mordia minhas tetas. Eu tava tocando a pica dele por cima do short, que já tava dura. Ele tirou minha calcinha fio dental e começou a chupar minha buceta. Mmm… que delícia, ele sugava meu clitóris e eu ficava louca. Daqui a pouco ele levanta, chega perto de mim e fica na minha frente, eu baixo o short dele e começo a chupar a pica dele enquanto ele procurava uma camisinha na carteira.
Ele coloca enquanto eu chupava os ovos dele, senta numa das camas e me chama, eu vou toda pelada e subo em cima dele enfiando a pica dele na minha buceta. palavra: buceta fervendo.
– uff aa hh siiii…finalmente!! Comecei a montar nele devagar enquanto beijava a boca dele e o abraçava. Sabia que não tínhamos muito tempo, mas aproveitei pra curtir e não gozar rápido, então saí de cima e sozinha fiquei de quatro, ele se levantou e começou a meter enquanto tocava meus peitos e beliscava eles. Ele transava bem. Alternava ritmos e de vez em quando enfiava a língua na minha use a palavra: buceta.
Ele me comeu por uns minutos assim, disse que não aguentava mais e eu deitei de barriga pra cima e ele por cima de mim, então ele me penetrou, eu segurava ele pela cintura e puxava ele pra minha use a palavra: buceta, começou a me comer bem forte até gozar e eu continuei puxando ele pra mim e finalmente consegui gozar, mmmm…siim, que gozo ele tinha, ficamos um tempo abraçados nos beijando e, só por precaução dos outros voltarem, cada um foi pro seu colchão.
Eu tinha gostado muito de transar com ele, apesar de terem passado 30 minutos já queria repetir. Já era dia há um tempo, os outros bêbados ainda não tinham voltado. Levantei pra beber água e quando voltei a deitar, toquei no Germano pra ver se ele dormia e ele tava como morto, igual meu namorado, então me virei de bruços pra dormir, mas quando tava quase pegando no sono, ouvi a porta, eram os outros caras, que mal entraram foram pro banheiro e depois pro quarto, dava pra ouvir eles murmurando, e que estavam muito bêbados, tanto que um deles começou a acariciar minha cabeça e falar baixinho:
– Você se salvou que seu namorado tá aqui, senão a gente te dava uma fodida impressionante!!
O outro ria, eu imóvel como se estivesse no maior sono. Pensei que ia parar por aí, mas eles começaram a falar entre si da minha raba e dos meus peitos, e tudo que fariam comigo. Eu tranquila porque não tava sozinha, mas um pouco intrigada e surpresa, já que conhecia eles há tempo e sempre foram muito respeitosos comigo.
Ouvi um silêncio por um tempo e não lembro de mais nada, dormi completamente até 2 da tarde..
Já no último dia a gente tentou ver como dava pra fazer pra transar em algum lugar, mas foi impossível, então essas foram minhas férias. Espero que vocês tenham gostado.
Faltavam só dois dias de férias, e a verdade é que eu tava muito afim do Germán, e ele percebia, acho, porque não perdia chance de me tocar e me provocar. Naquela tarde na praia, quando ele viu que meu namorado foi jogar bola na areia com os outros e uns caras que tinham chegado junto, e me deixou sozinha cuidando das coisas, ele chegou mais perto de mim quando voltou de comprar umas cervejas. Eu tava deitada de bruços na areia, mas tampava a raba com a toalha.
O Germán sentou atrás de mim, meio afastado, e enfiou o pé entre minhas pernas. Eu abri devagar. Ele me acariciava com os dedos do pé bem perto da minha pussy, e isso fazia meu corpo todo tremer. A gente começou a falar um monte de besteira enquanto o pé dele já tava tocando literalmente minha pussy, que já tava molhada de tesão.
A parte de baixo do meu biquíni tava atrapalhando a situação, mas de tanto ele mexer o dedão, foi empurrando até ficar bem no meio e apertava bastante. Eu abri mais ainda as pernas e puxei a calcinha toda pro lado. Ele logo colocou o pé debaixo da minha vulva e, com o dedão, começou a estimular meu clitóris. Mmmmm… que tesão, que putaria, foi tanta excitação que eu não conseguia parar de rebolar. Eu não tirava o olho de onde meu namorado tava, só por precaução. Sem perceber, com nossos movimentos, o dedão do pé dele foi entrando na minha vagina, e eu não conseguia disfarçar o tesão que tava, me mexendo bem safada, sem me importar com o povo ao redor.
Quando um dos caras veio na nossa direção, o Germán tirou o pé e a gente fingiu demência. Ele sentou do meu lado, eu fiquei conversando um pouco e depois fui no banheiro arrumar o biquíni. Tava tão excitada que só queria ir pra casa e… Fazer uma punheta pra mim.
Antes de irmos pra casa pra tomar banho e trocar de roupa pra ir comer no centro, eu entrei no mar pensando que o Germán viria comigo, mas parece que não podia, já que tava cercado pelo meu namorado e pelos caras.
Aquela noite eu não parava de pensar no Germán e no tesão que ele me deixou, então, me fazendo de sonsa que tava bebendo bastante, incentivei meu namorado e o resto a encher a cara igual uns loucos, queria que eles chegassem bêbados e dormissem. Então a noite inteira eu pedia mais cerveja, mas não bebia tanto, eles tavam muito alegres e já tavam fechando o bar. Como já tavam muito doidões, quiseram ir pra uma balada, eu não queria, o Germán também não, mas meu namorado insistiu e os outros caras também, um me abraçou pela cintura e me levou. Todo mundo ria, eu mal entrei pra passar o tempo e comprei um drink.
Na balada era uma bagunça de álcool, que uma hora eu falei brava pro meu namorado que a gente fosse embora ou eu ia sozinha, ele, que tava super bêbado igual os amigos, pegou, falou com eles e a gente foi embora, atrás da gente vinha o Germán, que não quis ficar mais porque tava com dor de cabeça.
No táxi, meu parceiro já tava dormindo de tão bêbado. Mal chegamos, o idiota vomitou no banheiro e se jogou pra dormir na hora.
A gente se olhou com o Germán, tipo entendendo que era agora ou nunca. Ele chegou perto do meu colchão e a gente começou a se beijar, ele foi beijando meu pescoço até chegar nos peitos, tirou meu sutiã e mordia minhas tetas. Eu tava tocando a pica dele por cima do short, que já tava dura. Ele tirou minha calcinha fio dental e começou a chupar minha buceta. Mmm… que delícia, ele sugava meu clitóris e eu ficava louca. Daqui a pouco ele levanta, chega perto de mim e fica na minha frente, eu baixo o short dele e começo a chupar a pica dele enquanto ele procurava uma camisinha na carteira.
Ele coloca enquanto eu chupava os ovos dele, senta numa das camas e me chama, eu vou toda pelada e subo em cima dele enfiando a pica dele na minha buceta. palavra: buceta fervendo.
– uff aa hh siiii…finalmente!! Comecei a montar nele devagar enquanto beijava a boca dele e o abraçava. Sabia que não tínhamos muito tempo, mas aproveitei pra curtir e não gozar rápido, então saí de cima e sozinha fiquei de quatro, ele se levantou e começou a meter enquanto tocava meus peitos e beliscava eles. Ele transava bem. Alternava ritmos e de vez em quando enfiava a língua na minha use a palavra: buceta.
Ele me comeu por uns minutos assim, disse que não aguentava mais e eu deitei de barriga pra cima e ele por cima de mim, então ele me penetrou, eu segurava ele pela cintura e puxava ele pra minha use a palavra: buceta, começou a me comer bem forte até gozar e eu continuei puxando ele pra mim e finalmente consegui gozar, mmmm…siim, que gozo ele tinha, ficamos um tempo abraçados nos beijando e, só por precaução dos outros voltarem, cada um foi pro seu colchão.
Eu tinha gostado muito de transar com ele, apesar de terem passado 30 minutos já queria repetir. Já era dia há um tempo, os outros bêbados ainda não tinham voltado. Levantei pra beber água e quando voltei a deitar, toquei no Germano pra ver se ele dormia e ele tava como morto, igual meu namorado, então me virei de bruços pra dormir, mas quando tava quase pegando no sono, ouvi a porta, eram os outros caras, que mal entraram foram pro banheiro e depois pro quarto, dava pra ouvir eles murmurando, e que estavam muito bêbados, tanto que um deles começou a acariciar minha cabeça e falar baixinho:
– Você se salvou que seu namorado tá aqui, senão a gente te dava uma fodida impressionante!!
O outro ria, eu imóvel como se estivesse no maior sono. Pensei que ia parar por aí, mas eles começaram a falar entre si da minha raba e dos meus peitos, e tudo que fariam comigo. Eu tranquila porque não tava sozinha, mas um pouco intrigada e surpresa, já que conhecia eles há tempo e sempre foram muito respeitosos comigo.
Ouvi um silêncio por um tempo e não lembro de mais nada, dormi completamente até 2 da tarde..
Já no último dia a gente tentou ver como dava pra fazer pra transar em algum lugar, mas foi impossível, então essas foram minhas férias. Espero que vocês tenham gostado.
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