Encontrada por um vendedor negro ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️ Isso é uma fantasia que eu tenho, nada disso que tá escrito aconteceu comigo, são das minhas fantasias pessoais. Então, vou deixar o relato ❤️🍑❤️🍑❤️🍑❤️🍑❤️🍑❤️🍑❤️🍑❤️
Um dia como tantos outros em que ninguém da minha família tava em casa — o que acontece direto 😍😉 — decidi passar o dia como sissy, já que como slut girl eu não tinha amigos e muito menos namorada. Então tomei um banho, depilei meu clitóris sissy e minha buceta, assim como minhas pernas. No meu clitóris, cortei pouco, mas fiz um desenho de coração. Limpei bem meu cuzinho e coloquei um plug anal que tinha comprado online. Saí do banho obviamente sem roupa.
Fui até o quarto dos meus pais rebolando a bunda, morrendo de vontade de ser penetrada, e peguei uma fio-dental rosa com preto da minha mãe, que pelo visto é tão piranha quanto eu. Depois, comecei a procurar um vestido preto com estampa de florzinha rosa — ficou muito lindo em mim. Arrumei o cabelo, coloquei um prendedor, procurei uns saltos, mas nenhum serviu, então fiquei descalça mesmo. Passei um batom, corri pro meu quarto pra pegar minha gaiola de castidade do tamanho de um botão pro meu clitóris, que é bem pequeno. Me olhei no espelho e comecei a vazar um pouco de líquido pré-seminal, e minha bunda já estava bem dilatada.
Fui pra minha sala de estar, conectei meu laptop na TV, abri uns hypnos de sissy e uns captions, e comecei a enfiar os dedos. Comecei com um, depois outro, até chegar em quatro dedos. Aí fui pegar um pepino na cozinha, lavei ele, e quando vi, nem lubrifiquei — tava tão excitada que coloquei ele no chão e sentei com tudo em cima. Mas doeu pra caralho, então decidi cuspir nele e voltei pra sala. Fui enfiando ele devagar, até que entrou um pouco mais da metade, e comecei a me mexer. De repente, nem percebi, mas tava gemendo. Quando me toquei, tentei disfarçar um pouco. Fiquei uns 5 minutos nessa até que, de repente, ouço a campainha da minha casa tocar.
Não dei importância, porque tinha certeza de que tinha fechado todas as janelas e cortinas, mas quando virei por curiosidade, vi que esqueci da cozinha e me assustei, já que tão gemendo. Então fui fechar a janela bem silencioso e cuidadoso, mas queria ver quem era. Dei uma espiada e vi um homem alto, negro e meio gordo.
Ela estava usando jeans meio apertados, então dava pra ver o pauzão dela. De repente, vejo que ele me cumprimenta e eu me assusto, já que ele tinha me visto, e me perguntei se ele tinha me ouvido quando a campainha tocou de novo. Então abri a porta só pra mostrar minha cabeça, conversei um pouco sobre algo que ele queria vender até que ele fala: "Vejo que você está meio ocupada". E notei que ao fundo dava pra ver as legendas na TV, o pepino caído no chão e meu vestido aparecendo um pouco. Fiquei com medo e falei que não queria o produto e tentei fechar a porta, mas ele colocou o pé e impediu. Pediu pra usar o banheiro e eu falei: "Não, desculpa, mas não pode entrar". Ao ouvir isso e ver que eu estava sozinha, ele empurrou a porta com força, me fazendo cair no chão, entrou e fechou a porta atrás dele. Eu estava assustada, e ele disse que não era um pedido. Me levantou do chão pelos braços e meu vestido subiu, deixando ver minha calcinha fio dental e minha gaiola, então ele fala: "Nossa, que putinha eu encontrei hoje". Me jogou com força no sofá e ordenou que eu dissesse onde era o banheiro, falando: "E onde é a porra do banheiro, hein, putinha?" Então eu falei que era no fundo, na... Ele não me deixou terminar e disse: "Bom, não sei se você conhece sua própria casa, putinha, mas eu vejo ele bem na minha frente, só que tá trancado com um batom. Então abre pra mim, e rápido!" Ele puxou o pau dele, meio fedido, com um cheiro forte de peixe, e colocou na minha cara. Senti nojo e empurrei. Ele ficou bravo, cuspiu na minha cara e me deu tapas fortes com o pau, e colocou de novo na minha cara, falando: "Mexe de novo e ninguém vai saber mais de você." Fiquei com muito medo, como a putinha que sou, então abri minha boca.
ele começou a mijar em mim, me dava muito nojo porque eu tava com a cara cheia da baba dele e do cheiro de pica, e ainda a urina na minha boca não ajudava, dava ânsia. Ele terminou e me disse: —Bebe e agradece, mostrando sua bunda e implorando pela minha pica—. Eu bebi, tinha um gosto nojento, mostrei minha bunda levantando ela e implorei: —Por favor, dá pra essa puta a sua pica de macho—.
Me beijou o cu, que por sinal já tava fechado de medo, e babou toda a minha bunda. Ele se despiu e começou enfiando só a pontinha, mas meteu tudo de uma vez e eu gritei, mas ele me sufocou pra me calar, o que funcionou. Começou com um vai e vem enquanto eu só chorava, e ele me dizia:
— É isso que você queria, não é, puta?
— RESPONDE, PUTA!!!
Eu, com a voz trêmula, só consegui dizer:
— Sim, eu queria isso.
— Agora começa a gemer e me chama de papai.
— Ah, ah, ah, papai, sim, papai.
Obviamente, eu tava fazendo com muita dificuldade. Ele decidiu mudar de lugar e me carregou até o quarto dos meus pais, e se deitou na cama.
— Agora monta nessa pica.
Eu subi e mal descia um pouco. Ele se encheu e me puxou pra baixo com força, fazendo entrar tudo.
— Ahhh, tá doendo, me deixa ir, me solta.
Ele me deu um tapa bem forte.
— Cala a boca e chupa ela toda, com essa bunda de viado guloso.
Eu só tinha uma expressão muito estranha, com a boca aberta e os olhos virados pra cima.
— Assim que eu gosto, apertadinho e obediente.
Ele começou a meter com muita força até gozar dentro de mim.
Eu fiquei exausto e fiquei deitado na cama sem conseguir me mexer. Ele se levantou e foi buscar alguma coisa, voltou com meu celular e tirou várias fotos minhas. Eu nem conseguia me cobrir. Ele saiu de novo, passaram uns dez minutos e eu já conseguia me levantar. Fui até a sala e vi meu celular na mesa de jantar. Ia pegar quando, de repente, fui agarrado por trás de novo — era ele. Supliquei pra ele me soltar, mas em vez disso, ele enfiou o pau inteiro de novo. Me senti tão indefeso que, num momento, comecei a gostar, e ele percebeu.
— Já começou a gostar, sua putinha?
— Sim, um pouco.
— REPETE COM FORÇA, putinha.
— Sim, pai, adoro seu pau no meu cu.
— Muito bem, assim que eu gosto.
Ele me carregou e colocou as mãos atrás da minha nuca.
metendo bem rápido até que gozou e me deixou largada no chão, só consegui ouvir — que delícia hein, adoraria te dar mais tempo mas já tá ficando tarde. Fiquei meio apagada por um bom tempo até ouvir sons de fotos e uma risada meio conhecida, não consegui ver quem era, então dormi. Acordei umas 1 hora depois, arrumei tudo no lugar, as roupas, mas não achei a calcinha fio dental, não liguei. Limpei tudo e fui tomar banho pensando em tudo. Comecei a notar todo o saindo de mim misturado com um pouco de sangue, minha boca tava com um gosto horrível e só fiquei chorando até minha família chegar...
🍑🔥❤️🍑🔥❤️🍑🔥❤️🍑🔥❤️🍑🔥❤️🍑🔥❤️Bom, valeu por ter chegado até aqui. Vocês podem me apoiar comentando o que acharam ou o que quiserem ou pensarem de mim. Desculpa se a escrita não tá muito boa, é minha primeira história e vou postar outra como continuação.
Um dia como tantos outros em que ninguém da minha família tava em casa — o que acontece direto 😍😉 — decidi passar o dia como sissy, já que como slut girl eu não tinha amigos e muito menos namorada. Então tomei um banho, depilei meu clitóris sissy e minha buceta, assim como minhas pernas. No meu clitóris, cortei pouco, mas fiz um desenho de coração. Limpei bem meu cuzinho e coloquei um plug anal que tinha comprado online. Saí do banho obviamente sem roupa.
Fui até o quarto dos meus pais rebolando a bunda, morrendo de vontade de ser penetrada, e peguei uma fio-dental rosa com preto da minha mãe, que pelo visto é tão piranha quanto eu. Depois, comecei a procurar um vestido preto com estampa de florzinha rosa — ficou muito lindo em mim. Arrumei o cabelo, coloquei um prendedor, procurei uns saltos, mas nenhum serviu, então fiquei descalça mesmo. Passei um batom, corri pro meu quarto pra pegar minha gaiola de castidade do tamanho de um botão pro meu clitóris, que é bem pequeno. Me olhei no espelho e comecei a vazar um pouco de líquido pré-seminal, e minha bunda já estava bem dilatada.
Fui pra minha sala de estar, conectei meu laptop na TV, abri uns hypnos de sissy e uns captions, e comecei a enfiar os dedos. Comecei com um, depois outro, até chegar em quatro dedos. Aí fui pegar um pepino na cozinha, lavei ele, e quando vi, nem lubrifiquei — tava tão excitada que coloquei ele no chão e sentei com tudo em cima. Mas doeu pra caralho, então decidi cuspir nele e voltei pra sala. Fui enfiando ele devagar, até que entrou um pouco mais da metade, e comecei a me mexer. De repente, nem percebi, mas tava gemendo. Quando me toquei, tentei disfarçar um pouco. Fiquei uns 5 minutos nessa até que, de repente, ouço a campainha da minha casa tocar.
Não dei importância, porque tinha certeza de que tinha fechado todas as janelas e cortinas, mas quando virei por curiosidade, vi que esqueci da cozinha e me assustei, já que tão gemendo. Então fui fechar a janela bem silencioso e cuidadoso, mas queria ver quem era. Dei uma espiada e vi um homem alto, negro e meio gordo.
Ela estava usando jeans meio apertados, então dava pra ver o pauzão dela. De repente, vejo que ele me cumprimenta e eu me assusto, já que ele tinha me visto, e me perguntei se ele tinha me ouvido quando a campainha tocou de novo. Então abri a porta só pra mostrar minha cabeça, conversei um pouco sobre algo que ele queria vender até que ele fala: "Vejo que você está meio ocupada". E notei que ao fundo dava pra ver as legendas na TV, o pepino caído no chão e meu vestido aparecendo um pouco. Fiquei com medo e falei que não queria o produto e tentei fechar a porta, mas ele colocou o pé e impediu. Pediu pra usar o banheiro e eu falei: "Não, desculpa, mas não pode entrar". Ao ouvir isso e ver que eu estava sozinha, ele empurrou a porta com força, me fazendo cair no chão, entrou e fechou a porta atrás dele. Eu estava assustada, e ele disse que não era um pedido. Me levantou do chão pelos braços e meu vestido subiu, deixando ver minha calcinha fio dental e minha gaiola, então ele fala: "Nossa, que putinha eu encontrei hoje". Me jogou com força no sofá e ordenou que eu dissesse onde era o banheiro, falando: "E onde é a porra do banheiro, hein, putinha?" Então eu falei que era no fundo, na... Ele não me deixou terminar e disse: "Bom, não sei se você conhece sua própria casa, putinha, mas eu vejo ele bem na minha frente, só que tá trancado com um batom. Então abre pra mim, e rápido!" Ele puxou o pau dele, meio fedido, com um cheiro forte de peixe, e colocou na minha cara. Senti nojo e empurrei. Ele ficou bravo, cuspiu na minha cara e me deu tapas fortes com o pau, e colocou de novo na minha cara, falando: "Mexe de novo e ninguém vai saber mais de você." Fiquei com muito medo, como a putinha que sou, então abri minha boca.
ele começou a mijar em mim, me dava muito nojo porque eu tava com a cara cheia da baba dele e do cheiro de pica, e ainda a urina na minha boca não ajudava, dava ânsia. Ele terminou e me disse: —Bebe e agradece, mostrando sua bunda e implorando pela minha pica—. Eu bebi, tinha um gosto nojento, mostrei minha bunda levantando ela e implorei: —Por favor, dá pra essa puta a sua pica de macho—.
Me beijou o cu, que por sinal já tava fechado de medo, e babou toda a minha bunda. Ele se despiu e começou enfiando só a pontinha, mas meteu tudo de uma vez e eu gritei, mas ele me sufocou pra me calar, o que funcionou. Começou com um vai e vem enquanto eu só chorava, e ele me dizia: — É isso que você queria, não é, puta?
— RESPONDE, PUTA!!!
Eu, com a voz trêmula, só consegui dizer:
— Sim, eu queria isso.
— Agora começa a gemer e me chama de papai.
— Ah, ah, ah, papai, sim, papai.
Obviamente, eu tava fazendo com muita dificuldade. Ele decidiu mudar de lugar e me carregou até o quarto dos meus pais, e se deitou na cama.
— Agora monta nessa pica.
Eu subi e mal descia um pouco. Ele se encheu e me puxou pra baixo com força, fazendo entrar tudo.
— Ahhh, tá doendo, me deixa ir, me solta.
Ele me deu um tapa bem forte.
— Cala a boca e chupa ela toda, com essa bunda de viado guloso.
Eu só tinha uma expressão muito estranha, com a boca aberta e os olhos virados pra cima.
— Assim que eu gosto, apertadinho e obediente.
Ele começou a meter com muita força até gozar dentro de mim.

Eu fiquei exausto e fiquei deitado na cama sem conseguir me mexer. Ele se levantou e foi buscar alguma coisa, voltou com meu celular e tirou várias fotos minhas. Eu nem conseguia me cobrir. Ele saiu de novo, passaram uns dez minutos e eu já conseguia me levantar. Fui até a sala e vi meu celular na mesa de jantar. Ia pegar quando, de repente, fui agarrado por trás de novo — era ele. Supliquei pra ele me soltar, mas em vez disso, ele enfiou o pau inteiro de novo. Me senti tão indefeso que, num momento, comecei a gostar, e ele percebeu. — Já começou a gostar, sua putinha?
— Sim, um pouco.
— REPETE COM FORÇA, putinha.
— Sim, pai, adoro seu pau no meu cu.
— Muito bem, assim que eu gosto.
Ele me carregou e colocou as mãos atrás da minha nuca.
metendo bem rápido até que gozou e me deixou largada no chão, só consegui ouvir — que delícia hein, adoraria te dar mais tempo mas já tá ficando tarde. Fiquei meio apagada por um bom tempo até ouvir sons de fotos e uma risada meio conhecida, não consegui ver quem era, então dormi. Acordei umas 1 hora depois, arrumei tudo no lugar, as roupas, mas não achei a calcinha fio dental, não liguei. Limpei tudo e fui tomar banho pensando em tudo. Comecei a notar todo o saindo de mim misturado com um pouco de sangue, minha boca tava com um gosto horrível e só fiquei chorando até minha família chegar...
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1 comentários - Sissy gostosa e um negão