Infiel consentida ou violação final

começamos a juntar as coisas e ela foi pro banheiro.
o cuck me pergunta: brunette, e pra quando?
brunette – não se apressa, olha a cara dos dois pedreiros e os dois wachiturros, tão com sangue nos olhos. agora vai começar a ação, fica tranquilo.
quando a porta do banheiro abre, a gente tava os seis.
quando olhamos pra ela, sabíamos que vinha coisa.
ela tava esplêndida, muito, muito bronzeada, sem sutiã, com os bicos dos peitos durinhos, uma saia branca que dava pra ver a tanguinha preta de tirinha que ela tava usando.
todo mundo ficou de boca aberta.
a gente tava todo suado do trampo, mas ao ver aquela gostosa, suávamos de tanta beleza.
ela diz: bom, vamos, PAPI.
ele diz: bom, brunette, vamos.
eu pergunto pra onde e, automaticamente, meus pedreiros pegam ele (ele não resistiu nada, o plano dele já tava rolando). eu digo: amarrem ele e sentem numa cadeira. nessa hora, ela me olha e diz: bem de putinha, o que cê tá fazendo, brunette? nada, agora você vai ver como você esquentou a rola de todo mundo a tarde inteira. ela tenta sair correndo, eu abraço ela, ela quer gritar, eu tampo a boca dela e seguro.
me solta, BESTA, o que vocês vão fazer?
você não imagina, me solta, e ela forcejava, mas era em vão, já tinha abraçado ela, todo suado e sedento de sexo. os wachiturros não entendiam nada, os pedreiros de confiança sabiam porque eu tinha comentado algo. terminaram de amarrar o cuck.
nessa hora, ela, vendo que não conseguia escapar, levanta a cabeça e me diz: não seja tão besta, solta.
eu digo: solto, mas cuidado com o que você faz. ela diz: não, não, fica tranquilo, brunette.
eu pego ela e pergunto: que perfume é esse? você me deixou louco a tarde inteira. agora a gente vai finalizar o trampo.
ela olha pro cuck e diz: papi. ele abaixa a cabeça e brunette, com um puxão só, com aquelas mãos ásperas, tira a camisa dela e chupa os peitos dela na frente de todo mundo (e o corno já tinha comentado que ela gostava de rudeza, que na intimidade era uma puta infernal). AUTOMATICAMENTE, os Os peões e os wachiturros se aproximaram e ficaram ao redor dela, ela olha pro cuck e com um olhar cúmplice se deixa levar, o que tinham sonhado estava prestes a se realizar.
Ela se ajoelha e abre a braguilha do Brunette, puxa a pica e dá um beijo com tanta vontade que os outros,
já tiram as calças na hora. Ela, como uma boa puta, puxa a pica do Brunette e com um puxão deixa a calça dele no chão. Pega a pica e enfia tudo, de um jeito que só os ovos ficaram pra fora.
Os outros automaticamente começam a bater punheta, todos suados, transpirados, em pé ao redor dela, todas as picas esperando pra ficar duras e comer a bucetinha de puta dela.
ELA nunca levantou a cabeça, estava muito entretida com o Brunette até que ele toca nela e fala: "olha o que tá te esperando, sua putinha, agora quem manda somos nós".
Ela só responde: "mmmmmm, todas pra mim, siiiiiiiim".
E começa a pegar de pouco em pouco todas as picas. Os wachiturros não acreditavam que uma buceta daquelas ia ser comida.
Naquele momento, ela entrou no modo Puta e começou a agarrar cada pica e beijar desesperadamente,
só se ouvia "mmmmmm, mmmmmm, vão me comer, seus filhos da puta".
E passava a mão pelo corpo todo de cada um de nós: "mmmm, tão todos suados, mmmmmm, transpirados, mmmmmmm".
Só falava isso e beijava cada pica como se fosse a última vez.
De repente, ela se levanta
e abaixa a saia bem devagar, e o Brunette com um puxão tira ela. Aí sim, ficou toda aquela bunda linda no ar, com uma calcinha fio-dental minúscula. O Brunette agarra ela por trás e, seco, bem seco, começa a penetrar com aquela cabeça enorme e vermelha de tão tesuda que tava, mas ela nunca soltou as picas que tinha na mão. Ele começou a comer ela com a calcinha ainda no lugar, enquanto os outros chupavam cada buraco que encontravam. Estávamos todos muito tesudos, até o cuck tava batendo punheta no sofá.
O Brunette, um cara grandão, penetrou ela no seco, ela só conseguiu falar: "vai, filho da puta, me come essa buceta". com rabo com gosto, a morena se jogou pra trás e eu agarrei ela com essas mãozona na cintura e comecei a meter tão forte que o tapa-tapa dos ovos batendo na buceta era a única coisa que se ouvia naquela sala.
ela, enquanto via todos os paus e passavam eles como podiam pelo corpo todo, começou a gemer, gritar, a falar "porra, vocês vão me comer todos", os outros só queriam aquilo mesmo, comer ela um pouco cada um, e a morena continuava comendo aquela bunda linda, "mmmm, dói, gosto, vai filho da puta, não amolece", e a morena a cada segundo metia mais e mais forte.
a gostosa a cada segundo olhava ao redor e tinha todos aqueles paus pra ela, até o do corno tava duro batendo punheta.
a gostosa pegava uma rola, beijava, largava e pegava outra, passava no rosto, nos peitos, esfregava a rola onde você imaginar, e conforme os segundos passavam, a gostosa ia se transformando mais em puta.
a morena amoleceu e mandou ela ficar de quatro, naquele momento um moleque se jogou no chão e ela, com um movimento só, encaixou a rola e começou a cavalgar, um pedreiro aproveitou que a morena gozou e enfiou na bunda, era algo tão quente que ela chupava e batia punheta como podia pros outros, enquanto o corno não aguentava mais de tanto bater punheta. ela suava como há tempos não suava, e a cada movimento dizia "não gozem, filho da puta".
ela mexia a bunda e a buceta como uma puta profissional, enquanto não largava os paus da mão e trocava a toda hora uma rola da boca, parecia um filme pornô onde todo mundo comia a gostosa.
ela tava louca, gemia como uma puta alucinada, gritava, mas nunca parava de comer e falar "não gozem", e assim fomos passando um por um até que não aguentávamos mais, já tinha passado mais de umas horas, a gente se revezava pra comer ela e ela tava como nunca, a gostosa continuava comendo, mas cada rola ela pegava, beijava, comia como uma profissional,
a cada segundo dizia "não gozem, filho da puta", ninguém sabia por quê, até que Num instante, ela se ajoelhou, a gente tudo ficou de pé e ela chupou cada um, beijou, acariciou o corpo, passou a mão, pegava nos nossos ovos e metia na boca dela, assim até que todo mundo sentiu que o esperma começava a querer jorrar com toda a fúria que merecia. Até o corno tava a fim de arrebentar ela, mas ela não queria que ele chegasse perto. Nessa hora, ouviu-se um grito: "Tô gozando!" e todo mundo começou a gritar: "Chetita, vou te banhar de porra, sua puta!" E o primeiro jato descarregou na testa dela. Aí todo mundo se aproximou e só se ouvia: "Toma, chetita, sua puta!" E os jatos de porra não demoraram a chegar, tudo na boca, cara, testa, peitos. Ela só ria e dizia: "Sou a chetita, sua puta!" A gente foi descarregando um por um a porra na humanidade da chetita.

Fomos descarregando e ela tava arrebentada e feliz pela quantidade de sêmen que recebeu. A gente saiu correndo, mas os wachiturros jovens e vigorosos tinham outra ideia na cabeça, e o corno queria ajudar, mas isso fica... para a continuação...

1 comentários - Infiel consentida ou violação final

Uff, muy buen relato. Espero que continue
seeeee los pendejos wachiturros se quedaron con ganas