Siempre quise ser una chica mala

Fala, galera! Essa é a minha primeira história aqui no site e também a primeira depois de muito tempo. Tô voltando aos poucos com a prática, qualquer dica ou ajuda é bem-vinda!

_________________

Não me surpreendeu nada quando a Lourdes falou que tava afim daquele cara. Ele era o mais gato da sala; simpático, educado, muito na dele com a atitude e tinha uns olhos que despiam a alma só com um olhar. Se eu fosse supersticiosa, até acreditaria se me dissessem que ele era um bruxo, porque a magia dos olhos verdes dele hipnotizava na hora. Por outro lado, me dava curiosidade saber por que ela tava interessada nele, se sentia a mesma magia, ou se era outra coisa que tava causando essa atração nela.Não se iluda, ela tá em outra liga.— eu falei, tentando baixar um pouco as expectativas dela —Além disso, falam muita coisa sobre ele. Por que você ia querer ficar com um cara desse jeito?E era verdade. Na universidade, os boatos rolavam toda hora, e ele não escapava. O mais forte deles era que ele era um mulherengo, que sempre tava com uma mina diferente e que era uma pessoa extremamente superficial. Não me surpreendia nada, com certeza ele devia ter facilidade com as pessoas; carisma não faltava.

Por outro lado, tinha quem comentasse que o Diego não sentia atração por mulheres, afinal, nunca tínhamos visto ele com uma namorada e nunca soubemos de nenhuma mina que tivesse ficado com ele. Fosse verdade ou não, eu gostava que ele sabia manter a vida privada dele como tal.

Tinha sido uma aula chata, a professora falou por horas sobre um assunto irrelevante e que muita gente já conhecia. Quase tinha dormido, mas o barulho da sala esvaziando me acordou. Eu e a Lou saímos juntas, mas ela parecia decidida. Ela se separou de mim com um sorriso e foi direto encarar o Diego. Olhei pra ela da minha posição, ainda tentando acordar, meio incrédula com a confiança que ela tinha naquele momento e com ciúmes de que ela tinha dado o primeiro passo.

Pra minha surpresa, ele respondeu com um sorriso. Não dava pra ouvir o que eles diziam, mas parecia bem animado. Ela se virou e levantou a mão pra me acenar, claramente indo embora com ele.

__

Não sei o que rolou entre eles naquele dia, mas foi quase uma semana depois que fiquei sabendo que tinham começado a sair. Ela me contou com um sorriso, toda feliz e esperançosa. Da minha parte, senti uma sensação bem agridoce, embora não pudesse me sentir traída porque nunca confessei pra ela minha atração pelo Diego.

A aula passou sem graça nem glória. Não teve muita comunicação entre a gente naquele dia e não nos falamos de novo até o sábado, quando fiz uma videochamada pra Lou.Shh, não fala nada.— eu disse, enfatizando com um dedo sobre meus lábios —Fica quieta, sua puta.Silenciei a videochamada e coloquei o celular no criado-mudo, apontando a câmera pra minha cama. Sentei na cama, pisquei um olho e parei de prestar atenção no celular por um tempo.

Diego abriu a porta do meu quarto e entrou com dois copos. Tava lindo, como sempre, os olhos verdes dele pareciam lanternas brilhando na luz fraca do abajur do meu criado-mudo. Levantei e fui até ele, mas antes virei pra dar uma olhada no celular com um sorriso bem safado. Mordi o lábio e olhei diretamente pra ele.Você está muito gostoso hoje.— paquerei sem medo algum —, você sempre é lindo, mas sei lá, hoje você tá mais gostosoEla riu do que eu disse. Com certeza recebia cantada direto, e o que eu tinha falado não era lá essas coisas. Mesmo assim, ela retribuiu com um sorriso. Deixou os copos em cima da cômoda e, sem dar tempo pra mais nada, coloquei minhas mãos no peito dela e avancei pra dar um beijo na boca dela.

Senti os braços dela me envolverem e deslizarem pelas minhas costas. Cheguei mais um passo perto e apertei o corpo contra o dela. Ela tava tão gostosa e era tão bom sentir ela em mim que não consegui evitar apressar um pouco as coisas. Aprofundei o beijo, enfiando minha língua na boca dela, ela aceitou e acompanhou, as mãos dela percorreram minhas costas e se aventuraram a pousar na minha bunda. Comecei a desabotoar a camisa dela, deixando ver uns peitorais bem definidos que apareciam a cada botão que eu soltava.Ah, mano, não sei o que tá rolando comigo, nunca tinha acontecido uma parada assim.— menti —é que você pode me aguentar.Me separei dele e levantei minha camiseta pra mostrar meus peitos duros e a pele arrepiada em volta deles. Totalmente excitada. Ele deu um sorrisinho, mas as mãos safadas dele traíram aquele comportamento estoico que ele vinha mantendo até então, e se jogaram nas minhas tetas, começando a massagear enquanto os dedos indicadores brincavam com meus bicos.

Minhas mãos desceram enquanto ele se distraía. Eu tinha prática em desabotoar cintos, e fiz isso sem olhar, sem tirar os olhos dos dele enquanto via ele se perder nas minhas curvas. A calça dele caiu e minhas mãos tocaram um tecido bem macio que escondia um pauzão duro que pulsava pedindo pra sair.Que bom que não sou a única que tá assim.Dessa vez fui eu quem fez o sorriso safado que ele já tinha repetido duas vezes. Dei um beijinho nos lábios dele, bem suave, e me ajoelhei na frente dele. Olhei bem nos olhos dele enquanto meus dedos pegavam na borda da cueca dele e baixei o olhar pra ver como ela ia aparecendo aos poucos conforme eu ia puxando pra baixo.
Na minha frente, pulou feito uma fera à espreita e ficou dura, esperando. Não esperei muito, peguei a rola dele com as duas mãos e passei a língua nos lábios enquanto dava um último olhar nos olhos dele antes de meter na minha boca. Ele terminou de tirar a camisa e eu comecei a chupar, de mais devagar pra mais rápido. Eu tinha me agarrado com força nas nádegas dele pra ter estabilidade, ele colocou uma das mãos na minha nuca e acompanhava meus movimentos, embora às vezes apertasse pra eu meter mais fundo na boca. Cada vez que eu soltava, dava pra ver como ela tava cada vez mais melada da minha saliva, e isso parecia excitar ele pra caralho.

Desci uma das mãos e enfiei por baixo da minha saia pra começar a me masturbar enquanto chupava ele. Ele colocou a outra mão na minha nuca e começou a comer minha boca sem piedade. Metia até o fundo e tirava por uns segundinhos pra me dar um respiro. Ela tava dura que nem pedra, e eu sentia essa dureza ainda mais evidente cada vez que ele tirava e batia no meu rosto com ela.

Não aguentei mais, me levantei e minha camiseta caiu no chão quando finalmente tirei. Arranhei o peito dele com minhas unhas e me virei pra me ajoelhar na cama, ficando de cara pro celular, mas evitei olhar. A ligação não tinha caído.

Rebolava o rabo de um lado pro outro pra provocar o Diego e convidar ele a vir. Ele se aproximou, apalpou minhas nádegas por um momento, mas as mãos dele me agarraram e me empurraram pra me virar. Fiquei com as costas apoiadas no colchão, e as mãos dele começaram a me masturbar por cima da calcinha fio dental. Ele me olhou fixo, eu mordi meus lábios pra mostrar que tava gostando do que ele fazia.

Meu primeiro gemido da noite escapou quando senti aquele formigamento Os dedos dele acariciando devagar. Ele comentou como eu tava molhada, mas tão distraída pelo prazer que nem lembro direito o que disse. Me virou de novo, de quatro outra vez. Escondi o rosto entre os braços e empinei a bunda, pronta pra ele, que não demorou pra baixar minha calcinha fio dental e começar a me provocar encostando aquela rola tão dura na minha buceta encharcada.

Um gemido profundo saiu junto com o momento em que ele me penetrou. Senti ele me preencher por completo até a barriga dele bater nas minhas nádegas. Ele tava tão melado pela minha saliva e eu tão lubrificada que entrou como uma luva. Começou a me comer de pouquinho. Os olhos dele estavam perdidos na minha bunda, e então levantei o olhar pro celular. A Lourdes estava chocada, mas dava pra ver que ela olhava com atenção demais. Não sei dizer o que sentia, porque não sei mesmo, mas também não tava muito preocupada naquele momento.

Diego tinha me agarrado pela cintura e começado a me comer mais forte. Sentia nossos corpos batendo um no outro e cada tentativa minha de respirar era acompanhada por um gemido de prazer, e é que mesmo não sendo tão grande, ele tava tão duro que eu sentia em cada terminação nervosa do meu corpo.

Ele me puxou pelos cabelos e me levantou contra ele. Minhas costas bateram no peito nu dele enquanto ele continuava em pé ao lado da cama, empurrando e tirando sem parar. Respirava no meu ouvido, me esquentando ainda mais.

Levei minhas mãos até as dele e fiz ele agarrar meus peitos, me incomodava como eles balançavam a cada estocada, e ao mesmo tempo senti o prazer dos dedos dele quando imediatamente beliscou meus mamilos e mordeu minha orelha. Levantei minha saia e comecei a masturbar meu clitóris enquanto ele continuava me comendo sem descanso. Comecei a ouvir os gemidos dele cada vez mais fortes, resultado do cansaço e da excitação que ele sentia.

Me virou de novo, olhei na cara dele e mordi um dedo enquanto esperava, mas ele teve a mesma intenção. porque ele tirou meu dedo da minha boca e colocou o dele, que eu mordi na hora e enchi de saliva.
As mãos dele abriram minhas pernas, minha buceta odiava a brisa da janela na sua superfície molhada a cada segundo que ele a deixava de fora. Mas o sofrimento dela acabou quando o pau dele voltou a percorrê-la por completo pra enchê-la. Abri bem minhas pernas e deixei ele continuar me comendo do jeito que quisesse. Eu tava me tornando completamente dele na minha cama, e não dava pra aproveitar mais a maneira como ele me comia.Como é que tá se sentindo? Melhor que a da Lourdes?— perguntei provocando ele, e sabendo que ela estava me ouvindo —Você fica molhadinha igual eu?Minha surpresa foi quando a resposta dela foi um«não», mas não pelo simples fato da palavra, mas pela explicação que veio depois: Ele ainda não tinha comido ela. Foi um baque de adrenalina muito forte que senti, mas aquilo me encheu de prazer.
Levantei o olhar pra ver o celular e zoar um pouco ela, mas a surpresa voltou quando vi a imagem na tela. Ela tava se masturbando, e dava pra ver a cara de prazer dela, corada e ofegante enquanto os ombros mostravam o movimento das mãos. Foi uma acumulação de sensações que finalmente me levaram ao orgasmo. Meu corpo tremeu, minhas pernas tremeram mais ainda, e eu acompanhei com um gemido intenso que Diego recompensou com estocadas mais rápidas e profundas.

Ele parou por um momento, me deu um respiro e um tempo pra me recuperar, mas logo depois eu fiquei de joelhos no chão, juntando meus peitos com as duas mãos enquanto ele se masturbava na minha frente. Até que finalmente todo o leite branco e quente dele caiu na minha pele.
Respirei fundo pra acalmar a putaria, e me sentei encostando as costas na cama. Me virei mais uma vez pra olhar o celular, a chamada tinha terminado. Diego sentou do meu lado, falou alguma coisa, mas meus ouvidos não escutaram nada do que ele dizia, minha mente tinha um monte de coisa pra processar.

Foi aí que eu entendi. Longe de incomodar ela, percebi que minha amiga era uma corna, daquelas que ficam excitadas sendo corna e vendo o parceiro com outras pessoas; e eu, era a que tava comendo o namorado dela e satisfazendo essa tara específica. Com certeza ia render uma longa conversa entre nós duas...

___

Esse conto foi sob encomenda, é uma fantasia na qual eu sou meio de fora e novata, mas tentei cumprir tudo que a garota (Lourdes) que tinha essa fantasia foi me ensinando... O que acharam?
Tenho um canal no telegram onde vou postando contos aos poucos, se quiserem dar uma olhadinha, é cam_snow

2 comentários - Siempre quise ser una chica mala

Me imaginé todo mientras lo leía, está muy bien hecho, y el final no me lo esperaba. Seguí escribiendo más, por favor! 🔥🔥