O modelo suíço— Lu. Filha, acorda. Lu, já é meio-dia, o café da manhã está pronto. Luuuuuu!
Meu pai sempre cuidava de me acordar todas as manhãs, desde que eu era criança. Ele era a primeira pessoa que eu ouvia e via. Naquele dia, a voz dele surgiu entre meus sonhos. Queria abrir os olhos, mas sentia o corpo pesado, totalmente exausta e a cabeça rodando. Não lembrava o que tinha acontecido na noite anterior, e também não queria saber, só queria levantar e ir comer com ele. A voz dele foi ficando mais nítida pra mim, como os raios de sol que entravam pelas janelas.
Meus olhos foram se abrindo devagar, tudo que eu via era embaçado. Levei quase um minuto pra enxergar direito. Quando consegui, levei um susto — um que me deixou gelada e sem palavras, um que congelou meu grito, um que fez eu lembrar de quase tudo que tinha rolado na noite anterior de uma vez só. Eu tinha comemorado meu aniversário: minhas amigas, alguns conhecidos e meu namorado estavam lá, além do meu pai, da Cristina, que era amiga e colega de trabalho dele, e de um tal de Timeo.
Esse último convidado inesperado era um modelo suíço que ia trabalhar com meu pai. Ele seria o rosto de um dos nossos produtos. Como ele chegou naquela mesma noite e, por causa do meu aniversário, meu pai não teve tempo de reservar um hotel, decidiu convidá-lo pra ficar em casa e passar a noite. No começo, a ideia de ter um estranho na minha festa de aniversário me irritava, porque eu achava ele deslocado e desconfortável.
Mas, quando vi ele chegar, mudei de ideia. Minha cara fechada sumiu do rosto, porque ele ia dar um glamour e um toque especial à minha festa. Minhas amigas iam morrer de inveja, enquanto molhavam a calcinha por aquele modelo suíço. Tenho que admitir que fui a primeira a encharcar a minha calcinha quando fiquei perto dele. Mesmo estando com um cara, não conseguia tirar os olhos dele e mandar meu corpo não reagir. Diante de um homem tão atraente, que tinha um rosto muito másculo para a idade dele e perfeito.
Seus olhos cor de avelã me lembravam os de um felino e transmitiam maturidade, seu corpo bem trabalhado me fazia tremer, dava para ver os abdominais bem definidos através da camisa fina, assim como os peitorais duros e firmes. Ele fazia a figura do meu namorado naquele instante parecer totalmente sem graça. Não tinha nada contra o Emílio, mas se eu fosse comparar com o Timeo, obviamente no físico, por mais que eu amasse meu namorado, o suíço ganhava dele, além de me excitar muito mais com aquela boca.
Apesar da pose de metido que ele exalava, o Timeo era muito gentil e simples, acho que aquela atitude arrogante e madura era só parte do trabalho dele. Ao ter ele na minha frente, não soube o que dizer, só balbuciei palavras sem sentido, ele por sua vez sorriu e me deu um beijo na bochecha, me parabenizando pelo meu aniversário. Nunca nos meus 22 anos tinha sentido meu corpo queimar do jeito que queimou com aquele suíço, aliás, notei que minha buceta tinha virado um riacho.
O Timeo continuou me surpreendendo, porque depois de me cumprimentar, perguntou ao meu pai no que podia ajudar. Meu pai disse que ele não devia se preocupar com nada e fosse relaxar, mas ele insistiu em querer ajudar, se justificando que com certeza por terem ido buscá-lo, tinham se atrasado com algumas tarefas. Ele não estava errado e era exatamente isso que estava me deixando de mau humor quando ele chegou, porque tínhamos perdido tempo valioso para terminar a decoração, já que tiveram que ir buscá-lo.
Não era só no físico que ele era superior ao Emílio, mas também no lado humano e prestativo, já que não hesitava em ajudar no que fosse preciso e sempre dava um sorriso, meu namorado, por outro lado, eu tinha que implorar para ele me ajudar e ele até se recusou a me dar uma mão na decoração, dizendo que estava muito cansado. Naquele minuto, ele estava Deitada na minha cama, dormindo, enquanto Timeo, que era um completo estranho, corria pra lá e pra cá, deixando tudo perfeito.
Me sentia estranha perto do suíço, meu coração disparava, minhas mãos suavam mais que o normal e meu corpo inteiro parecia tremer só com a presença dele. Será que existia um cara tão gostoso assim?, eu me perguntava enquanto os convidados iam chegando na festa e ele ajudava na cozinha.—"Lu. Lu, tô falando com você. ¡Lucrécia!minha amiga Amber gritou, me tirando do meu mundo interno e me fazendo perceber que todas as minhas amigas já estavam na minha casa.
Selena, Fátima, Devora e Rut, elas eram as amigas que eu fiz na faculdade. Já a Amber, era minha melhor amiga, conhecia ela desde criança, até podia considerar ela como a irmã que nunca tive.—"Finalmente acordou, Lu. Parecia que tava nas nuvens, será que cê tá pensando em dar sua flor pro Emílio?Fátima interpelou com certa malícia.—"Não fala besteira, Fátimainterrompeu Amber, irritada.—"Tranquila, Amber. Não se exalta, não.Ruth disse com um sorriso, tentando segurar o riso.—É que me irrita ter pressionado a Lu sobre a virgindade dela.disse Amber, já não em um tom sério, mas mais relaxado.–“Virgindade?”–De repente, ouvi aquela voz atrás de mim. Meus pelos se arrepiaram e um frio desceu pela minha espinha. Meu coração voltou a bater forte e comecei a respirar acelerado. Devagar, fui me virando, enquanto minhas amigas abriam a boca e as pupilas delas se dilatavam.
Quando meus olhos encontraram Timeo, tremi de novo. Fiquei vermelha, queria que a terra me engolisse, não aguentava a vergonha de ele ter ouvido que eu era virgem. Minhas amigas, por outro lado, ficaram babando e molhadinhas igual eu quando vi aquele suíço pela primeira vez. Todas tentavam falar alguma coisa, mas não conseguiam, a língua travou. Baixando o olhar, criei coragem e falei pra ele não acreditar nas besteiras que minhas amigas estavam dizendo.
Claro que as meninas não demoraram pra pular igual gata no cio em cima dele. Cada uma tentou seduzi-lo e, estranhamente, aquilo me irritava. Não fazia sentido eu ficar com ciúmes, já que mal conhecia aquele cara que não passava dos 25 anos, sem contar que eu já tinha namorado, que estava a metros dali, conversando com os amigos. Tentei ignorar minhas amigas, que eram solteiras, algumas até estavam saindo com alguém, mas nada sério.
Me aproximei do Emilio pra esquecer o Timeo, mas meu namorado foi meio hostil e distante comigo. Achei que ele estava com ciúmes por me ver derretendo por aquele modelo suíço, mas parecia preocupado com outra coisa. Teve uma hora que ele me deixou sozinha conversando com os caras, e quando tentei ir atrás dele, Israel, Mateo, Giovanni e Eric me cercaram pra me manter longe do Emilio. Algo que, de certa forma, até me ajudou, porque primeiro eu precisava parar de pensar no Timeo.
Comecei a beber que nem uma louca, não minto quando digo que em só 10 minutos já tava completamente bêbada. Chegou a hora do bolo e lembro que naquele exato momento, procurei Procurei desesperadamente pelo Emilio, mas não o vi. Até comentei com o pai, perguntando onde ele estava, mas meu pai não fazia ideia e ficou puto, porque não acreditava que aquele filho da puta, que não tinha contribuído em nada pro meu aniversário, não estivesse presente naquele momento.
Eu, por minha vez, continuava achando que meu namorado tinha ficado bravo comigo por eu ter desejado o Timeo. Apaguei as velas, pedindo como desejo que o Emilio me perdoasse. Depois disso, tem um apagão na minha mente. A única coisa que vem na minha cabeça são alguns gritos, choros, mas nenhuma imagem ou palavra concreta que me faça entender o que aconteceu antes de eu cometer aquela loucura.—"Lu, vamos tomar café da manhã. As torradas estão prontas, também fiz o smoothie e o suco favorito da minha princesa.disse meu pai, abrindo a porta.
Mais uma vez o pânico tomou conta de mim e me deixou paralisada, não sabia como ia explicar pro meu pai, com a cena que ele ia encontrar. Sem olhar na cara dele, porque não conseguia me virar de medo e vergonha, senti meu pai bater a porta de uma vez e me pedir desculpas por ter entrado sem bater. Papai não ter ficado bravo devia ter me aliviado, mas ao fechar a porta, ele tinha acordado o Timeo. Ver aquele modelo abrir seus olhões e me olhar com inocência fez meu coração disparar.
Era a primeira vez que o primeiro rosto que eu via ao acordar não era o do meu pai, mas o de um cara um ano mais velho que eu, que estava deitado na mesma cama que eu, completamente pelado. Não soube o que dizer, a culpa de ter traído o Emílio estava me sufocando, não aguentava a ideia de ter dado minha virgindade pra um estranho, que depois de ficar me encarando sorriu e aproximou timidamente os lábios dos meus, tocando-os com ternura.
Ele era tão gentil até na hora de beijar, embora claro, a noite passada não foi nada amigável, nós dois entramos no meu quarto presos pela luxúria. A luz fraca da lua e das estrelas entrava pela janela, enquanto ele me mantinha no colo e com suas mãos grandes rodeava minha bunda empinada, ao mesmo tempo que sua língua lutava com a minha. Nunca tinha sido beijada com tanto fervor como naquele instante, fazia minha buceta sofrer espasmos e ansiar ser penetrada.
Mesmo quando minha boca cheirava a álcool, o gosto fresco de baunilha dele predominava e fazia nossa luta lasciva ser mais gostosa e viciante. Cravava minhas unhas na cabeça dele, com meus dedos puxava seu cabelo sedoso e macio, ao mesmo tempo que com minhas pernas apertava cada vez mais forte seus quadris. Tinha naquele instante, toda minha calcinha encharcada pelos sucos que tinha soltado por aquele cara majestoso e mais ainda ao sentir que entre suas pernas, ele escondia um pau enorme. ferramenta.
Nossos lábios se separaram, para que nós dois pudéssemos respirar um pouco, naqueles três ou cinco segundos, percebi como ele me despia com os olhos e maquinava na cabeça dele cada uma das coisas que ia me fazer na minha cama. A ideia de entregar minha virgindade para aquele semideus me encantava, não me arrependia nada naquele momento, não pensava no Emílio nem nas consequências futuras, só queria que o Timeo me abraçasse forte com aqueles braços robustos dele.
Ele carinhosamente me deitou na minha cama, e então, atrapalhado, tentou desabotoar a camisa e tirar a calça. Percebi o nervosismo dele, o que achei bonitinho, mas, dominada pelos meus impulsos mais safados, não esperei ele se despir, não, fui eu que rasguei a camisa dele de uma puxada, ficando toda boba com aquele corpo fibroso. Safadamente, me joguei em cima dele, beijando o pescoço, os peitorais, os abdominais, percorri cada canto do torso dele.
Nunca tinha me sentido tão atraída por um homem, ele me fazia delirar de tesão, provar coisas proibidas e fazer outras que eu tinha me negado a fazer por anos, até com o Emílio, com quem eu estava até aquele dia, há 2 anos de namoro. De novo, nos olhamos fixamente, ele parecia ter se acalmado, e os olhos penetrantes dele se voltaram para meus peitos. Não gosto de me gabar, mas fui abençoada com uma anatomia maravilhosa que causava furor nos homens.
Dá para dizer que herdei alguns encantos da minha mãe, que Deus a tenha. Ela morreu pouco depois de me dar à luz, uma coisa que destruiu meu pai e que, desde então, ele ficou solteiro e me criou sozinho. Mas, bem, isso agora não é tão importante, e sim o que a mamãe me passou com a genética dela: meu lindo rostinho de anjo, meus olhos castanhos escuros, meus lábios carnudos e minha cabeleira castanho-claro com mechas loiras como mel.
Sim, de rosto saí muito parecida com a mamãe, mas, quanto ao meu corpo, isso veio mais do lado do Família do meu pai. Já com a minha cara bonita, eu era o centro das atenções pros caras, fisicamente sou a obsessão deles. Tenho umas curvas de matar, ou pelo menos é o que ouço de alguns caras, umas pernas meio grossas, longas e sexys, uma bunda bem proporcionada, nem grande demais nem pequena. Mas sem dúvida, o que mais se destaca no meu corpo são meus peitões grandes e gordos.
Com a família do meu pai, tenho pouquíssima conexão, pra não dizer nenhuma, mas pelo que sei, todas as mulheres da família costumam ter esses peitos monumentais. Muitas vezes a Cristina tentou me convencer a seguir carreira de modelo, pelo meu rosto e silhueta, mas pra mim ter peitões grandes era um verdadeiro problema: primeiro porque não me deixavam fazer exercícios com a normalidade que eu queria, já que pesam muito, e segundo porque chamava muita atenção, além de ter dificuldade em encontrar roupas adequadas pra mim.
Timidamente, o Timeo tentava tirar minha blusa. Ele não deixava de ser um cavalheiro mesmo na hora de intimidade, e apesar de agir assim, me olhava e beijava de um jeito tão selvagem que eu adorava essa contradição nele. Eu mantive a calma e deixei que aquele suíço gostoso me livrasse da roupa, fazendo meus peitos balançarem quando ficaram livres, sem nenhum pano sobre eles. O olhar penetrante do Timeo tinha se transformado no de um leão prestes a atacar sua presa.
Eu tava com um tesão danado, queria e ansiava que ele tomasse conta do meu corpo, que deixasse a marca dele em cada canto e me impregnasse com o cheiro dele.—"O que você está esperando, meu bem? Vem e toma meu corpo, que é todo seuSussurrei no ouvido dele, enquanto a mão esquerda dele chegava na minha teta. Sentir ele apertar meus peitos com aquelas mãos fortes foi sensacional, e não consegui segurar nenhum gemido de prazer. A respiração abafada dele umedecia meus seios e deixava meus mamilos mais duros.
Feito um bebê faminto, ele se agarrou nos meus peitos e chupou com força, como se realmente quisesse tirar leite de mim. Os dentes dele, a língua, os lábios, faziam meu corpo inteiro queimar e arrancavam de mim os gemidos mais doces e obscenos. Enquanto ele se afogava nos meus seios, eu tentava tirar a calça dele e me apossar do mastro dele. Não sei quanto tempo levei, mas no final consegui meu objetivo e fiquei agradavelmente surpresa, porque o pau dele era maior e mais grosso do que eu imaginava.
Durante os dois anos de namoro com o Emílio, nunca tinha visto o pau dele, mas em algumas ocasiões ele me abraçava por trás e eu sentia a masculinidade dele. Talvez ele fizesse isso de propósito pra me provocar. O que eu percebia naqueles abraços é que meu namorado tinha um pinto decente. Na real, o tamanho nunca foi algo que me interessasse, tudo relacionado a sexo pra mim era tabu e eu tinha vergonha de falar sobre isso.
Se eu tivesse que dizer o motivo de ser virgem aos 22 anos, acho que a palavra certa era medo. Sim, eu tinha medo de entregar minha pureza pra qualquer um, pra um cara que eu não fosse amar de verdade e nem fosse lembrar. Tinha medo de estarem brincando com meus sentimentos e só me quererem pelo meu corpo. Pra algumas mulheres isso não era problema, mas pra mim era, porque desde pequena eu acreditei no amor dos contos de fada e no amor eterno, igual ao dos meus pais.
Era um pensamento ridículo, eu sei, era bem infantil, mas era minha crença e eu me agarrava a ela a todo custo. Esperava que o Emílio fosse aquele príncipe encantado, pra quem eu fosse entregar minha flor e ele fosse ser eternamente fiel. Mas naquele momento, embriagada pela luxúria, Eu estava a centímetros de dar minha virgindade pra um desconhecido, um cara que eu tinha acabado de ver naquela noite e, com sorte, sabia o nome. Timeo, mesmo focado nas minhas tetas, foi puxando minha calça pra baixo.
Nós dois nos ajeitamos até ficarmos pelados um na frente do outro, sem nenhum pano entre nossos corpos, cada carícia ia ficar marcada na nossa pele. Beijei ele de novo com muito tesão, enquanto minha buceta babada se esfregava no pau colossal dele. Só o roçar daquela rola veiuda e dura na minha rachinha fez minhas pernas tremerem e eu tive que abraçar ele pra não cair desmaiada.
As mãos grandes dele passeavam pelas minhas costas e minha bunda, eram carícias suaves, mas os dedos deixavam um rastro ardente. Quando parei de beijar ele, um fio grosso e sedoso de saliva mantinha nossas bocas ligadas. O gosto dele era tão único que eu achava que nunca ia provar nada igual. Sorri como uma puta vulgar, uma que já transava há anos sem discriminação, uma que não ligava de dar chifre no namorado. Peguei a estaca enorme dele com as mãos e fui me ajoelhando devagar.
Era a primeira vez que eu tinha um pau tão perto de mim, não conseguia acreditar que os caras tinham armas tão letais no meio das pernas. Definitivamente aquilo não ia caber em nenhum dos meus buracos, pensei, mas isso não me parou e, enquanto arranhava as duas bolas gordas dele com minhas unhas, abri a boca. Meu hálito umedeceu aquela vara e eu soube que ele adorou, porque ela pulsou entre meus dedos. O cheiro dele era irresistível pra mim, mesmo sendo muito forte e meio desagradável.
Timidamente, minha língua foi aparecendo entre meus dentes e lábios. Só precisei encostar a ponta da língua na rola dele pra minha boca encher d'água. Enfeitiçada, comecei a lamber toda aquela pirulita que tinha na minha frente, saboreava minha boca, mordia meus lábios de prazer, porque aquela rola era deliciosa pra caralho. Deixei ela completamente Encharcada pela minha saliva, ela estava pronta pra entrar dentro de mim, mas antes de fazer isso, eu quis ter ela na boca.
Eu sabia que aquele monstro não caberia inteiro na minha boca, que talvez eu fosse deslocar minha mandíbula, mas as consequências naquele momento não eram algo que me preocupasse. Engoli sem medo aquela pica, que mal consegui colocar metade dela pra dentro, mesmo sendo inexperiente, eu ouvia ele uivando de prazer. Ficava me perguntando se existiam mulheres capazes de chupar paus daquele tamanho e se um dia eu conseguiria.
Depois de deixar o gosto do pau dele impregnado no meu paladar, sentei no colo dele, olhando bem na cara dele. Tinha chegado a hora da verdade, o instante em que eu ia cruzar uma linha e deixaria de ser virgem, pra me transformar em mulher. Guiei ele sem pensar pra dentro da minha pureza, a glande dele tava pronta pra se enfiar na minha buceta, que não hesitou em se abrir pra receber e acolher com gosto. Só tinha a cabeça e um pouco mais daquela estaca dentro de mim e já me sentia cheia e arrebentada.
Não consegui evitar soltar um grito de dor misturado com prazer, meu corpo inteiro se regozijava em sensações que eu nunca tinha sentido antes. Todo o desconforto foi se transformando em gozo conforme os minutos passavam e minha vagina se acostumava com o membro do Timeo. Ele me segurava pela cintura, enquanto devorava minha garganta, deixava os dentes marcados na minha pele, pra depois se apossar dos meus peitos. O pau dele cada vez ia mais fundo e as dobras da minha buceta se agarravam nele.
Cada músculo da minha vagina se contraía pra não deixar sair tão fácil aquele pauzão que tava me atravessando a cada estocada que ele me dava. Meu corpo inteiro fazia um esforço danado pra não cair rendido tão cedo, queria continuar aproveitando mais e mais daquele prazer que o Timeo tava me dando. Arqueei minhas costas e devagar fui movendo meus quadris, tentando rebolar em cima dele. Já tinha chegado ao orgasmo. umas duas ou três vezes, sem exagero.
Eu estava completamente perdida naquele prazer que sentia, eufórica, e gritei pra ele meter com mais força, que me destruísse por completo, que não tivesse medo de rasgar minha buceta, porque ela pertencia a ele. Ele simplesmente me atendeu e começou a me empalar com mais força, sentia toda a masculinidade dele dentro de mim e adorava. Amava que ele rasgasse minha buceta, enquanto a boca dele dominava a minha e me envolvia com seus braços fibrosos e fortes.
Nossas línguas se entrelaçavam, calando os gemidos e ofegos. Éramos dois animais se acasalando, não havia amor, não havia carinho, não havia nada entre nós. Tudo que um dia desejei que tivesse na minha primeira vez, não estava ali naquele momento, mas não me importava, porque eu estava presa na libido. Mesmo não querendo transar, às vezes eu me tocava na minha rachinha com os dedos, mas era só um leve roçar, que me fazia me contorcer de tesão; naquela hora, a sensação que eu sentia ao me tocar era multiplicada por dez ou mais.
Eu me sentia no céu, nunca pensei que a ferramenta de um cara pudesse ir tão fundo. Já não tinha mais voz pra expressar como adorava ser empalada por aquele cara. Timeo se aproximou do meu ouvido,Que buceta apertadinha você temdisse com a voz ofegante,–“Já… Já não aguento mais”–acrescentou, apertando minhas nádegas com força.–"Hhhhmmm…. Uuuufffff… Go-go… Goza… Faz dentro da minha buceta… Aaaaggghh… Quero que você me encharespondi, soltando meu último gemido ao sentir ele enchendo meu útero com o gozo dele.
Foi assim que terminei com ele na cama e pelada. Depois de sentir os lábios dele encostando nos meus, rapidamente dei um empurrão nele e, pegando o lençol, me levantei, cobrindo meu corpo. Timeo me olhou estranho, não entendia o que estava rolando, eu só me senti enojada naquele momento.–“Eee… I-isso foi um erro… Isso não deveria ter acontecido!”gritei com lágrimas nos olhos ao pensar no Emílio.–“O quê?”–disse ingenuamente o suíço.
Eu: Que você e eu não devíamos ter transado, porra!… Snif… Snif… A… A… A-agora, o q-q-que eu f-f-falo pro Emílio?
Timeo: Calma, relaxa, eu explico pra você.
Eu: Snif… Você não tem nada pra explicar… Tirou vantagem de mim enquanto eu tava bêbada, você é o pior tipo de pessoa…
Timeo: Nãão. Você tá enganada, Lu…
Eu: Não me chama de Lu! Você é um estranho e isso não devia ter acontecido!
Timeo: Ma-ma-ma… s…
Eu: Nada de más! Some do meu quarto antes que alguém te veja! Vou tomar banho e quando descer pra tomar café com meu pai, não quero te ver, ok?
Não esperei a resposta dele, não quis ouvir nada do que ele dissesse, me sentia suja e imoral. Não acreditava que tinha traído o Emílio, que tinha me entregado a outro homem, que tinha fodido com um desconhecido. Depois de me lavar e chorar, desci pra comer com meu pai, que me encarou e eu, envergonhada, não sabia o que dizer.–“Pa-papai, eu…”–tentava encontrar as palavras certas,—"Você não precisa me explicar nada, minha princesa. A menos que tenham te forçado a fazer algo que você não queria.manifestou.
Não podia culpar o Timeo por ter abusado de mim, porque mesmo estando sob efeito do álcool, eu me entreguei pra ele.—"Nunca gostei desse garoto Emilio, se me permite ser sincero. Mesmo assim, acho que ele merece que você conte a verdade e enfrente as consequências de cabeça erguida, como te ensinei, Lu.disse meu pai, levantando-se do assento e me abraçando. Não consegui evitar que as lágrimas escorressem dos meus olhos, papai sempre encontrava as palavras que eu precisava ouvir.
Depois de comer com ele, falei com o Emílio, pedindo pra gente se encontrar em algum lugar pra poder conversar. Decidimos nos ver na praça, eu estava muito nervosa, praticava uma e outra vez as palavras que queria dizer e me desculpar da melhor maneira. Todos os momentos vividos com ele vinham na minha cabeça enquanto eu ia pro ponto de encontro, e quanto mais eu lembrava, mais percebia que não eram tão memoráveis assim. Será que o Emílio tinha sido um bom parceiro? Não consegui evitar me perguntar por um segundo.
Mas todo questionamento foi pro lixo, quando vi ele chegar. O coração tremeu, assim como as mãos e as pernas. Sentia que o ar tinha ficado pesado e que eu era incapaz de respirar direito. Meu namorado me deu um beijo na bochecha e sentou num dos bancos. Ao mesmo tempo que acendia um cigarro, me perguntou pra que eu tinha pedido pra gente se encontrar. Fiquei em branco, não conseguia contar de forma tão descarada o que tinha feito, então tomei meu tempo, mas ele disse que tava com pressa.
Respirei fundo, fechando minhas mãos e meus olhos, soltei o que tava me sufocando num suspiro. Pensei que tinha sussurrado, porque os segundos passavam e eu não tinha resposta nenhuma. Abri meus olhos, pra encarar o rosto malicioso e psicopata do meu namorado. Ele não gritou comigo, nem derramou uma lágrima, só se aproximou de mim, eu pensei ingenuamente que ele ia me abraçar e dizer que tava tudo bem, que a gente ia fazer aquilo nunca ter acontecido, mas então sinto a mão direita dele tatuada na minha cara.
Emílio: Não enche o saco, Lucrecia. Você não pode ser tão filha da puta!
Ele gritou, enquanto eu tocava minha bochecha com lágrimas nos olhos. Nunca ninguém tinha me dado um tapa, meu pai nunca levantou a mão pra mim, mas aquele garoto que eu amava tinha me dado um soco tão forte que eu nem sabia como Isso explodiu minha cabeça.
Emilio: Dois anos da porra eu aguentei você me negar sexo, mas agora chega um modelo suíço e você abre as pernas pra ele?
As palavras dele doíam, mas eu, idiota, achava que merecia aquilo, assim como aquele tapa.
Emilio: Você é uma puta, isso sim. E já que não é mais virgem, vamos pra minha casa e vamos foder até eu me cansar, e depois você pode vazar, entendeu?
O homem que eu via com meus olhos não era o Emilio que eu conhecia, não era o cara por quem eu me apaixonei, era um estranho, um doente, que só queria satisfazer os desejos carnais dele a qualquer custo. Com medo, pensava em como recusar, quando ele me puxou pelo cabelo e me arrastou pelo chão uns centímetros, até que ouvi meu pai. Papai tinha ido me salvar, mas Emilio, dominado pela raiva, em vez de fugir, enfrentou ele e até bateu nele.
Por sorte, Timeo tinha ido com papai e nos defendeu, até a polícia chegar. Tudo aconteceu muito rápido, eu não conseguia processar as coisas, me sentia confusa, até pensei que fosse um pesadelo. Até que ouvi meu pai dar um grito, ele estava segurando o peito, bem onde fica o coração, e parecia muito ofegante. Preocupada e com os olhos cheios de lágrimas, corri pro lado dele, mas papai, em vez de se preocupar consigo, me abraçou e pediu desculpas por não ter chegado antes.
Foi um dia corrido pra caralho, tanto que quando voltamos pra casa, só queria ir dormir. Na manhã seguinte, me olhei no espelho, vendo no meu rosto as marcas do soco que o Emilio tinha me dado. Podia me maquiar pra esconder, mas não quis, mesmo sendo segunda-feira e tendo aula na faculdade. Sabia que quando chegasse, todo mundo ia ficar me encarando e não iam perder tempo em me encher o saco, pra saber o que tinha acontecido e o que significavam aqueles hematomas na minha cara.
Mesmo assim, fui pra aula, porque não tinha medo de admitir o que tinha rolado, não ia proteger a imagem daquele filho da puta. Emilio, depois da atitude agressiva dele. Para minha surpresa, todo mundo já sabia do que tinha acontecido, mas claro, a versão que contaram fez questão de colocar o Emilio como vítima. Como vocês sabem, o ser humano sempre busca acreditar no que é conveniente pra ele, e as pessoas que tinham inveja de mim, seja por eu ser gostosa ou pelo dinheiro do meu pai, escolheram claramente acreditar nessa versão e justificar ainda mais o ódio delas.
Minhas amigas, claro, ficaram do meu lado, mas o verdadeiro objetivo delas não era me apoiar, e sim querer todos os detalhes da minha noite de fogo com o Timeo. Eu não queria falar sobre isso, muito menos lembrar daquela noite, então pedi pra elas me darem um espaço. Naquela tarde, quando voltei pra casa, meu pai já tinha a mesa pronta pra gente comer, mas tinha três pratos, porque o modelo suíço ainda estava hospedado aqui e, principalmente, porque depois daquela noite ele ia voltar pro país dele.
Meu pai parecia muito cansado e abatido, mas quando me viu, fingiu que estava tudo bem. Eu não tava a fim de discutir com ele e mandar ele ir no médico, porque com a teimosia que ele tinha, com certeza ia recusar e jurar que tava bem, sendo que visualmente não tava. A gente comeu e teve aquela conversa típica de pai e filha, mas claro, com a presença do Timeo, que meu pai incluía na conversa quase que forçadamente.
Quando terminamos de comer e conversar, pedi pro meu pai ir deitar, porque eu ia lavar a louça. Ele aceitou, mas com uma condição: eu tinha que deixar o Timeo me ajudar. Aceitei, mesmo não querendo, porque era difícil olhar nos olhos daquele cara, me sentia desconfortável perto dele e o pior é que meu corpo ainda lembrava dos carinhos dele, dos beijos e do jeito que ele me fez gozar na noite do meu aniversário.
Um silêncio chato tomou conta, nenhum dos dois conseguia quebrar o gelo e falar alguma coisa pra aquilo não ser tão estranho. Tão tortuoso. A gente tava tão focado em nós mesmos que nem percebia que tava se aproximando cada vez mais um do outro. Só fomos notar quando nossas mãos se tocaram sem querer. Nós dois demos um pulo pra trás, ficamos nos encarando até quebrar aquele silêncio que nos torturava com uma gargalhada.
Talvez fosse por causa do nervosismo, mas depois, sei lá o que deu em mim. Me deixei levar pelos impulsos e me aproximei dele. Apoiei minhas mãos no peito do Timeo, sem ele falar nada, comecei a diminuir a distância entre nossas bocas. O cheiro do perfume dele e o aroma natural me seduziam, assim como o olhar inocente mas predador que ele fixava em mim. Era o único homem que despertava essa minha faceta pervertida, essa vontade de agir feito uma promíscua.
Mordi os lábios dele, de brincadeira. Queria zoar ele um pouco, fazer ele achar que ia ficar na vontade de me ter de novo. Timeo, ao ver que nossas línguas não se enganchavam, começou a se desesperar. Ver ele assim me excitou mais do que eu imaginava, mas por mais que eu quisesse brincar, não sabia quanto tempo ia aguentar, porque também tava morrendo de vontade de devorar aquela boca tão perfeita e gostosa que ele tinha. Queria que ele me abraçasse com força e me fizesse gemer igual a uma puta no cio.–“Aguenta, Lu, aguenta”–Eu disse pra mim mesma, enquanto nossos lábios se roçavam e minhas mãos desciam por aquele torso tão bem trabalhado e maravilhoso.—"Não brinca comigo"—suplicou, de repente. Ouvir ele falar aquelas palavras fez minha calcinha ficar ainda mais molhada. Que garoto mais gostoso e fofo, a combinação perfeita que qualquer mulher desejaria, pelo menos para passar uma noite, já que quando se soltava, tirava a pele de cordeiro e devorava como um lobo mau.—"Vamos pro meu quartoSussurrei no ouvido dele, mordendo a orelha e desenhando com meu dedo anelar na virilha dele. Ele já tava com o pau duro e pronto pra me meter, então me seguiu cegamente. No escuro, igual naquela noite em que a gente se amou pela primeira vez, começamos a tirar a roupa. Uma por uma, caíam no chão e não demoramos pra estar nos rolando na cama. A gente se beijava com gosto, provando o doce néctar um do outro.
Levei minha mão até o pauzão dele e comecei a bater uma, adorava sentir aquela vara dura entre meus dedos. Ele, por sua vez, começou a passar os lábios na minha orelha, mordiscando e beijando, me fazendo ronronar. Devagar foi descendo até chegar no meu pescoço, me dava umas lambidas longas, junto com uns chupões. Timeo sabia exatamente o que queria, sem precisar perguntar, porque me surpreendeu ao tocar minha bucetinha com os dedos grossos dele.
Meu corpo inteiro tremeu quando senti aqueles dedos cutucando minha xereca. Não dava pra fazer outra coisa senão gemer e reclamar de prazer.–“Deus! Deus! Deus!”–exclamava, mordendo meus lábios e sentindo que uma cachoeira se aproximava. O prazer se multiplicou quando ele começou a brincar com meus peitos, com a mão livre apertava uma das minhas mamas e a outra, ele chupava. A língua dele deslizava pela minha auréola e com os dentes raspava meu mamilo.
Eu: Uuuuffff… Não para, Tim…
Timeo: Relaxa, não vou parar, porque adoro essas suas tetonas.
Ele afirmou, enquanto mordia e beliscava meus mamilos. Os dedos dele pareciam cada vez mais fundo na minha buceta, era porra de bom usando os dedos, não tinha dúvida que ele era um amante extraordinário. Suspirando e arqueando meu corpo, cheguei ao orgasmo, um tão intenso que me deixou exausta. Mas eu me recusava a fechar os olhos e dormir, sem ter aquela pica monstruosa dentro de mim, queria sentir ela mais uma vez abrindo minhas dobras e batendo fundo na minha xota.
Beijei ele de um jeito meigo, mas aos poucos foi ficando longo e intenso, nossas línguas não paravam de se enroscar. Tava tão vidrada naquela boca que soltei a trava dele e com as duas mãos tocava sua nuca. Ele não perdeu tempo e percebi que aproximava o pau dele do meu sexo, que tava pronto e preparado pra ser penetrado. Timeo, primeiro só fez um leve contato, esfregando a glande dele na minha rachinha que não parava de se molhar e ter espasmos.—"Você quer ela?perguntou, de forma safada,–"Sim, Tim... Eu quero ela, eu preciso dela dentro de mim"–confessei sem vergonha nenhuma. Ele sorriu e, enquanto mordia minha boca, foi enfiando devagar o pau dele. Minha buceta apertada foi tremendo mais e mais, sentindo cada polegada dele entrando.Ooooohhh Meu Deeeusss… Tiiim!Gritei eufórica, com o pauzão todo dentro de mim. Era irônico que uns dias atrás eu era uma virgem medrosa e agora uma foxy que só queria ter a buceta arrebentada.
Comecei a questionar minhas crenças, minha inocência e por ter me privado de aproveitar o sexo. Enquanto pensava nisso, Tim foi tirando o pênis com a mesma lentidão com que tinha me penetrado. Minha xereca estava tão à vontade com o membro dele que minhas dobras se enroscavam nele, impedindo que ele conseguisse tirar completamente de mim. Ficando só a pontinha enfiada, fui me preparando pra investida, não demorou nem um segundo pra ele empurrar a pélvis contra mim e me empurrar de novo.Porra, tu não tem ideia do quanto eu amo essa sua bucetinha apertada, LuEle repetiu uma e outra vez, enquanto bombeava dentro de mim. Me enlouquecia quando me metia com toda força, como se quisesse me partir ao meio, adorava sentir o pau dele chegar até o fundo do meu útero. Tim bufava bem forte, eu, por minha vez, tinha os olhos fechados, minhas mãos apoiadas nas costas e na cabeça dele, minhas pernas abraçavam a cintura dele e eu soltava gemidos longos.
Nossos lábios se encontraram e não hesitamos em nos devorar mais uma vez. Tim estava solto, eu percebia que ele ficava mais excitado a cada segundo e sentia que ele me comia com toda a energia que tinha. Até que de repente ele parou, deixando o pau enorme dele dentro de mim.–“Não aguento mais”–Ele(a) sussurrou no meu ouvido.Faz isso. Banha minhas entranhas com teu sêmen, Tim. Sou sua putinha pessoal.Respondi, encarando aqueles olhos cor de avelã que tanto me encantavam e me excitavam.
Timeo deu umas estocadas, até soltar um gemido forte e finalmente gozar dentro de mim. Devo admitir que adorei me sentir preenchida de novo com toda aquela pica dele dentro de mim, tava ficando viciada naqueles jatos que banhavam minha buceta mornamente e deixavam a semente dele. Tinha sido tanta porra que escorria pelo meu sexo, mas isso não nos impediu e continuamos a noite inteira transando, como se fôssemos um casal.
Na manhã seguinte, a primeira coisa que vi ao acordar foram aqueles olhões dele. Meu coração disparou, dessa vez sem sentimentos de culpa ou arrependimento, eu tinha curtido a noite como uma verdadeira safada. Ter os braços dele em volta da minha cintura e aquele pauzão dele reagindo nas minhas coxas me arrepiou toda. Queria que aquele momento fosse eterno, mas aí caía na cruel realidade: ele tinha que voltar pro país dele e muito provavelmente a gente nunca mais ia se ver.
Meu semblante mudou pra um sério, o que deixou ele confuso. Frieza pura, me separei do Timeo e fiquei de pé. Sem falar uma palavra, fui pro banheiro e tomei um banho. Me sentia ferrada e usada, não parava de pensar que pra ele eu era só mais uma na lista dele, que ele tava acostumado a foder com várias mulheres, iludir elas e depois sumir. Não podia culpar ele totalmente, porque ele era lindo pra caralho e dono de uma piroca maravilhosa, qualquer homem que não usasse essas bênçãos a seu favor era um idiota.
Quando saí do banheiro, ele ainda tava no meu quarto, parecia que tava me esperando. Eu, ao ver ele, sorri com sarcasmo.—"O que você ainda tá fazendo aqui? Não tem um voo pra Suíça?interroguei, fingindo indiferença.–"Sim… Hoje eu vou embora, mas…Ele parecia nervioso e incrédulo com a minha atitude tão cheia de si. Não sei o motivo exato, mas não deixei ele falar, interrompi ele pra dizer que o sexo foi maravilhoso, mas que tinha sido só aquilo, sexo, não tinha nada e não ia ter nada entre a gente.
Talvez eu tenha dito aquilo pra não sair machucada, pra que meu orgulho idiota não fosse humilhado, queria fingir que aquele modelo não tinha despertado sentimento nenhum em mim. Senti uma certa pena quando vi que nos olhos confusos dele brotaram umas lágrimas. Burra e cega, decidi virar as costas e ir pra faculdade, sem ouvir ele. Quando cheguei na sala de aula, não consegui evitar de desabar no choro, meu coração tava ferido, tanta coisa tinha acontecido em tão poucos dias que nem eu mesma me entendia.
Foi uma manhã bem amarga pra mim, já que nem me despedi do meu pai quando saí. Quando minhas aulas terminaram, decidi fazer borracha e começar de novo. Ia recomeçar minha vida do zero e a primeira coisa que faria seria preparar o jantar pro meu pai, precisava comer e conversar com ele, curtir a companhia dele e ouvir os conselhos que ele sempre dava. Precisava daquilo urgentemente, mas as horas passaram e meu pai nunca chegou em casa.
Quando recebi a ligação da Cristina, avisando que meu pai tinha tido um ataque cardíaco e não tinha sobrevivido, foi como se uma avalanche tivesse caído em cima de mim. Me recusei a aceitar, não quis acreditar nem quando vi o corpo dele duro e sem vida dentro de uma urna, me recusei até quando me entregaram as cinzas dele. Minha vida tinha ido pro caralho, parei de ir pra faculdade, perdi toda motivação e esperança, me afundando na minha dor.
A Cristina vinha me ver todo dia, com o único objetivo de me ajudar a sair daquele isolamento que eu mesma tinha me imposto. Minhas amigas, acho que nunca foram minhas amigas de verdade, porque depois da morte do meu pai, não vi mais nenhuma e não recebi ligação delas, nem da Amber. Assim se passou um mês, onde fiquei presa pela Melancolia. A Cristi me pediu pra eu sair de casa, pelo menos ir pro escritório do meu pai, e se eu quisesse chorar, podia chorar no ombro dela.
Ela era a figura mais próxima que eu tinha de uma mãe, nunca teve intenção de virar uma, nem de ser namorada do meu pai, mas tava sempre do lado dele e ele confiava cegamente nela. Talvez por isso eu também comecei a ver ela como a única amiga que eu tinha. Ela me convenceu e eu fui pro escritório do meu pai. Ver que lá só tinha fotos minhas, desde bebê até uma recente, partiu meu coração.
Achei que não fui digna de ser filha dele, já que ele me deu tanto amor, mas eu não retribuí nada, só fui uma menina mimada e malcriada nos meus 22 anos. Mas de que adiantava chorar e me arrepender agora? Enxugando as lágrimas, ergui a cabeça e olhei pra frente. Foi então que, da porta, uma silhueta começou a aparecer. Meus olhos arregalaram ao ver que era uma gostosa loira, de olhos azuis, lábios finos, magrinha, com um par de peitões igual ao meu e uma bunda bem durinha.
Apesar das pequenas diferenças físicas entre nós duas, parecia que eu tava me vendo num espelho.–"Oi, sou a Vanessa"–exclamou com um sorriso estampado naquele rostinho lindo.–"Rá-rá… OiRespondi a ele, absorta na beleza dele.Desculpa por entrar sem bater. Mas me falaram que você estava aqui e não consegui evitar querer dar meus pêsamesafirmou com sinceridade. Eu fui incapaz de continuar falando com ele, estava totalmente hipnotizada pela presença dele.—Você deve estar se perguntando quem sou eu e por que mando minhas condolências pra merda. Pra ser sincera, nem eu mesma sei por que faço isso. É estranho, só conversei uma vez com o senhor Brown, quando vim gravar um comercial. Mas ele foi tão gente boa e educado, que me dá uma tristeza saber que ele já não está mais aqui.expressou apagando do rosto o sorriso brilhante que trazia e baixando o olhar.Desculpa, tô me empolgando demais. Talvez você queira ficar sozinha e eu aqui enchendo o saco. A real é que a notícia da morte dela me afetou mais do que eu imaginava, talvez porque me lembrasse um pouco da minha mãe.expressou.—"Não quero nem imaginar a dor que você deve estar sentindo, porque sou muito apegada aos meus pais. Se um dia eu perdesse um deles, sentiria que uma parte de mim foi embora. Mas minha mãe sempre me diz que o pior seria a gente ficar estagnada na tristeza… Desculpa.disse, deixando cair algumas lágrimas dos seus lindos olhos, virou-se, se despediu de mim e saiu do escritório. Eu não sabia se Vanessa era real ou não, ou se tinha sido um anjo enviado pelo meu pai.
A única coisa que eu tinha certeza era que papai não iria querer que eu ficasse parada e me deixasse consumir pela tristeza. Eu precisava ser corajosa como ele me ensinou e saber me levantar desse momento difícil. Com energias renovadas, saí do escritório do meu pai e fui para o da Cristina, queria dizer a ela que ia retomar minhas atividades e ajudá-la na empresa no que pudesse. No entanto, ao abrir a porta, fiquei em branco, porque a Cristina estava conversando com Timeo e uma garota.
Ver ele depois de um mês e com tudo o que tinha acontecido foi como uma bomba. Uma parte de mim queria ir abraçá-lo, pedir perdão pelas minhas palavras e confessar o quanto eu estava confusa. Por outro lado, uma voz me segurava, pedia para eu agir com prudência e não me deixar levar pelos meus impulsos idiotas. Tim evitou me olhar, o que me machucou, mas era natural que ele não quisesse me ver, depois de eu ter sido tão convencida, além de que ele com certeza não saberia o que me dizer por causa da morte do meu pai.
No fim, me desculpei e fiz um sinal para a Cristina, indicando que ligaria para ela mais tarde. Voltei para casa, tomei um banho, preparei o jantar, liguei para a Cristi para avisar que retomaria todas as minhas atividades e que ia ajudá-la no que estivesse ao meu alcance, e depois fui dormir. O silêncio que havia em casa era aterrorizante, mas antes que a angústia tomasse conta de mim de novo, a imagem do Timeo surgiu na minha mente e um sorriso se formou no meu rosto.
No dia seguinte, acordei mais motivada do que nunca, fui para as aulas depois de um longo tempo e, mesmo não tendo amigas, me senti feliz de rever os rostos de todo mundo, até mesmo de quem me odiava, como o Emílio. Depois que as aulas terminaram, fui para a empresa, sabia que mesmo se ajudasse no mínimo, Ela ficaria contente e com vontade de continuar. Quando cheguei e perguntei pela Cristi, me disseram que ela estava no escritório dela com um dos modelos. Imaginei que fosse o Tim e meus olhos brilharam de felicidade.
Queria vê-lo de novo, conversar com ele e tentar convidá-lo pra casa. Sabia que isso ia ser difícil, mas não ia aceitar um não como resposta. No entanto, meu sorriso sumiu quando comecei a ouvir uns gemidos e bufadas de uma mulher.–“Aaaaiii, siiiimmm…”-dava pra ouvir claramente, conforme eu me aproximava do escritório da Cristina. Meu corpo inteiro ficou dormente e a imagem dela com o Tim, foi impossível não visualizar na minha mente.
Ela reclinada na escrivaninha e o Timeo metendo nela com aquela pica do demônio, enquanto os dois devoravam as bocas um do outro apaixonadamente. Aquilo não me parecia loucura nenhuma, afinal a Cristina era uma mulher madura muito disputada. Vários caras tentavam pegar ela, mas todos fracassavam, nunca entendi por que ela rejeitava todos os pretendentes. Aos 40 anos, era dona de um corpo maravilhoso, embora já não fosse tão magra, as carnes dela eram muito bem distribuídas, fazendo qualquer um delirar com aqueles peitos e aquele rabão que ela tinha.
Engoli seco e criei coragem pra encarar o que ia encontrar, mesmo que quem estivesse fazendo a Cristina gemer fosse o meu querido suíço. Os gemidos pareciam ficar mais intensos enquanto eu girava devagar a maçaneta e abria a porta do jeito mais cauteloso. Minhas pupilas se dilataram ao contemplar a cena excitante e obscena. A Cristina estava sentada na escrivaninha, com o cabelo solto, os olhos fechados de prazer, as duas tetonas pra fora da blusa e balançando, por causa dos pulinhos que ela dava.
Sempre gostou de usar calça, pra exibir aquele rabão, mas naquele momento tava usando uma saia que ia até a coxa. A calcinha dela tava jogada no chão, junto com o paletó, e a buceta dela tava sendo devorada por uma boca. Não qualquer boca, mas a de uma garota, a modelo que acompanhava o Timeo no dia anterior, aí eu entendi por que ela rejeitava os homens. O jeito que ela uivava me arrepiou toda e fez minha buceta ficar toda molhada.
A garota parou de comer, pra lamber a boca e dizer:–“Uuuff… Que gostosa que você tá, mamacita”–Cristi riu, puxou ela pelo rabo de cavalo e mandou ela voltar a devorar a boceta dela. Nem precisava pedir, porque a garota já tava fazendo com gosto, mas antes de voltar com aquele oral espetacular, ela falou uma coisa que me chamou a atenção. Ela sentia pena do Tim, porque ele se recusava a aproveitar uma buceta depois que uma mina partiu o coração dele.
A ideia de ser a responsável por isso fez meu coração disparar, mas a resposta da Cristina me fez me arrepender daquele dia em que fui tão grosso com ele, já que ela mencionou que, pra esquecer aquela metida a besta que só brincou com ele, ele tava tentando paquerar a Vanessa.–“Tá falando sério?”–perguntou a garota,Sim. E acho que é o melhor. A Vanessa e ele formariam um casal perfeito, não só visualmente, mas também na mídia, seria muito positivo para os dois.Concluiu Cristi.
Essas palavras ecoaram na minha cabeça, me perguntando se fui eu mesma quem partiu o coração dele e ele tentava me esquecer, recorrendo a tal de Vanessa. Não sei por que, mas não me sentia capaz de competir com ela, a simples presença dela fazia ela brilhar, o sorriso dela era hipnotizante e os olhos sedutores como nenhum outro par.–"O que você tá fazendo?De repente, ouço algo atrás de mim, me assusto e bato a porta com força, sem controlar minha força.
Quem tinha falado comigo era o Tim, que reagiu rápido ao ouvir a Cristina se aproximando, me pegou pela mão e nos escondemos atrás de uma parede. Fazia tanto tempo desde a última vez que estive tão perto dele, sentir o cheiro dele fez florescer em mim as lembranças dos nossos encontros. Os olhos dele se fixaram nos meus e eu não queria que ele parasse de me olhar, ansiava por experimentar aquele desejo descontrolado que ele transmitia.
Eu: Tim…
Tim: Não te disseram que espionar é falta de educação?
Ele perguntou, mas eu não dei importância às palavras dele, me perdi nos lábios dele e estava com uma vontade louca de tocá-los de novo. Fechando os olhos devagar, fui me aproximando da boca dele, não me importava se nos vissem, eu precisava provar mais uma vez aquela boca, tão gostosa e perfeita.
Tim: O que você tá fazendo?
Ele disse, me parando.
Eu: Só quero te dar uma pequena recompensa por me ajudar.
Respondi com um tom provocante. Não conseguia me controlar com ele tão perto, isso nublava minha mente e despertava meu lado safado.
Tim: Uma pequena recompensa? Tipo quando eu te consolei porque o idiota do seu ex tava se beijando com sua amiga? Porque se for assim, não quero suas recompensas. Não quero que você me iluda pra depois dizer que foi tudo um erro ou uma brincadeira de uma noite.
Eu: O quê?
Falei confusa com as declarações dele.
Tim: É verdade, você nunca me deixou falar e explicar as coisas, só usou de mim pra satisfazer seus desejos, Lucrecia. Eu não deveria te contar a verdade, porque você é uma pessoa ruim, mas seu pai foi muito bom comigo e só por causa dele vou esclarecer as coisas pra você.
Eu fiquei incrédula com as palavras do Tim, não processava direito o que ele tinha dito, ou melhor, não queria acreditar no que ele estava me falando.
Tim: Primeiro, queria deixar claro que assim que te vi, me senti atraído por você, você despertou Algo em mim que ninguém tinha feito. Nunca tinha ficado com uma garota, mas seus beijos me enfeitiçaram, e a raiva de te ver chorando por um idiota fez com que eu me entregasse a você.
Enquanto ela falava, aquele branco na minha mente sobre a noite do meu aniversário começava a clarear. Depois de ter bebido como uma louca e apagado as velas do meu bolo, comecei a procurar o Emilio. Queria vê-lo, abraçá-lo e dizer que queria compartilhar aquela noite com ele, mas por mais que procurasse, não o encontrava. Estava tão escuro lá fora que nem percebi onde pisava, acabei caindo e quebrando um dos meus saltos.
Tentei me levantar, mas não demorou pra eu estar no chão de novo. Já estava ficando frustrada, quando o Timeo se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Eu sorri pra ele e falei sem rodeios que estava afim dele e por isso estava fugindo. Ele ficou chocado e não sabia como reagir ao meu comentário, se levava como brincadeira ou uma declaração séria. Foi nesse tempo que ele levou pra pensar que testemunhamos a traição que desencadeou a noite de putaria entre nós dois.
O Emilio estava discutindo com a Amber, ele recriminava minha amiga de infância por estar de olho no Tim. Parecia uma cena de ciúmes, que no começo até achei engraçada, até que a Amber disse que ela tinha que aguentar ver ele comigo e saber que, mais cedo ou mais tarde, a gente ia transar. A Amber não parou de jogar na cara dele a dor que sentia por ter que esconder o relacionamento que os dois tinham. Na minha ingenuidade, pensei que fosse brincadeira, até ver o Emilio beijando ela.
Quis gritar, mas minhas cordas vocais pareciam ter quebrado, e só lágrimas escorriam dos meus olhos. Eles se reconciliaram e, entre beijos e carícias, combinaram de ir embora juntos pra transar. O Emilio prometia que ia terminar comigo, que não valia mais a pena ser meu namorado, porque eu era uma careta e santinha. Chorei, chorei pra caralho, tanto que molhei a camisa do Timeo com minhas lágrimas. Lágrimas. No meio do meu choro, comecei a gritar que não valia nada, que era uma corna estúpida e que merecia aquilo.
Tim enxugou minhas lágrimas e disse que eu valia muito, que era uma garota muito gostosa e que o Emilio era um idiota por não me valorizar. Seduzida pela vingança, beijei ele e foi assim que acabamos indo pro meu quarto. Agora que tinha lembrado de tudo, me sentia ainda mais estúpida por ter negado as oportunidades pro Timeo esclarecer as coisas. Envergonhada, baixei o olhar, não conseguia encará-lo, tinha motivos de sobra pra me odiar.
Timeo: Sabe, tentei te odiar, mas não consigo. Tentei te esquecer, e você aparece a cada minuto nas minhas lembranças. Mas mesmo que eu quisesse te dar uma chance, sei que a gente não vai dar certo.
Eu: É, você tem razão…
Ele se afastou de mim, dizendo que seria a última vez que a gente se veria pelo bem dos dois. Eu só concordei.
Timeo: Ah, e seu pai me pediu pra te entregar isso no dia que voltei pra Suíça.
Do bolso dele, ele tirou uma carta. Atordoada, peguei e, sem perder tempo, abri pra ler.Oi, filha, sei que você deve estar se perguntando por que deixei esta carta com o Timeo. Acho que entreguei a ele porque me passa segurança e confiança, já que o assunto que vou te contar não é fácil de processar nem de acreditar. É que tem tanta coisa que eu queria poder te falar cara a cara, mas tenho medo de que você me odeie.
Pra você, eu sempre fui o pai perfeito, o homem que daria tudo pela felicidade da sua princesinha e que só amou uma vez uma mulher, que é a sua mãe. Embora isso seja verdade, também tem uma fase que você não conhece de mim, uma parte da minha história que me envergonha.
Faz muito tempo, lá na minha juventude, eu era um infeliz, um cara que só enxergava as mulheres como objetos sexuais. Como tudo era fácil pra mim, nunca dei valor às coisas e também não achava que brincar com os sentimentos dos outros fosse algo errado. Fiz muitas mulheres sofrerem, enganei, machuquei e zoei várias, tudo por pura imaturidade.
Mas um dia, encontrei uma mina que pela primeira vez despertou algo em mim, com quem por um segundo pensei que ia formar uma família, e não, não era sua mãe. Essa mina e eu, compartilhamos uma noite mágica, mas nós dois, talvez acostumados a brincar com os sentimentos um do outro, decidimos nos recusar a enxergar o que sentíamos um pelo outro.
O nome daquela garota era Violet, nunca esqueci dela, mesmo quando conheci sua mãe, mas não é isso que me envergonha de verdade, Lu. É que depois daquela noite que passei com a Violet, ela engravidou e eu fugi da minha responsabilidade, mesmo sabendo que seria pai porque ela mesma me contou.
Abandonei aquela garota por ser um covarde, e não passou um dia sem que eu me arrependesse, mas não podia simplesmente ir atrás dela e aparecer do nada depois de tantos anos, pedindo perdão e que me chamasse de pai. No entanto, pelos caprichos da vida, há pouco tempo conheci a filha daquele ser que eu abandonei.
Poder compartilhar com ela, mesmo que por poucos minutos, me deixou muito feliz, porque pude saber que aquela filha que abandonei foi criada com amor e seguiu em frente, formou uma família maravilhosa e da qual espero que você não se prive de aproveitar, pelos meus pecados do passado.
Sei que me restam poucas horas de vida, filha. Algo dentro de mim me avisa. Eu deveria ir pro hospital, mas já não sinto a mesma força de antes pra continuar vivendo. Vou ser egoísta até no meu último minuto — vou te deixar também, talvez por medo de não conseguir olhar na sua cara e confessar a verdade. Pode me odiar, mas por favor, conhece e aproveita sua irmã mais velha, que se chama April Harper.Bom, depois de tanto tempo, volto pra finalizar o que um dia comecei. Espero que vocês tenham gostado dessa história.
Se tiverem interesse em saber como essa longa história começou, deixo o link aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/3705801/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-I-El-sueno.html
Meu pai sempre cuidava de me acordar todas as manhãs, desde que eu era criança. Ele era a primeira pessoa que eu ouvia e via. Naquele dia, a voz dele surgiu entre meus sonhos. Queria abrir os olhos, mas sentia o corpo pesado, totalmente exausta e a cabeça rodando. Não lembrava o que tinha acontecido na noite anterior, e também não queria saber, só queria levantar e ir comer com ele. A voz dele foi ficando mais nítida pra mim, como os raios de sol que entravam pelas janelas.
Meus olhos foram se abrindo devagar, tudo que eu via era embaçado. Levei quase um minuto pra enxergar direito. Quando consegui, levei um susto — um que me deixou gelada e sem palavras, um que congelou meu grito, um que fez eu lembrar de quase tudo que tinha rolado na noite anterior de uma vez só. Eu tinha comemorado meu aniversário: minhas amigas, alguns conhecidos e meu namorado estavam lá, além do meu pai, da Cristina, que era amiga e colega de trabalho dele, e de um tal de Timeo.
Esse último convidado inesperado era um modelo suíço que ia trabalhar com meu pai. Ele seria o rosto de um dos nossos produtos. Como ele chegou naquela mesma noite e, por causa do meu aniversário, meu pai não teve tempo de reservar um hotel, decidiu convidá-lo pra ficar em casa e passar a noite. No começo, a ideia de ter um estranho na minha festa de aniversário me irritava, porque eu achava ele deslocado e desconfortável.
Mas, quando vi ele chegar, mudei de ideia. Minha cara fechada sumiu do rosto, porque ele ia dar um glamour e um toque especial à minha festa. Minhas amigas iam morrer de inveja, enquanto molhavam a calcinha por aquele modelo suíço. Tenho que admitir que fui a primeira a encharcar a minha calcinha quando fiquei perto dele. Mesmo estando com um cara, não conseguia tirar os olhos dele e mandar meu corpo não reagir. Diante de um homem tão atraente, que tinha um rosto muito másculo para a idade dele e perfeito.
Seus olhos cor de avelã me lembravam os de um felino e transmitiam maturidade, seu corpo bem trabalhado me fazia tremer, dava para ver os abdominais bem definidos através da camisa fina, assim como os peitorais duros e firmes. Ele fazia a figura do meu namorado naquele instante parecer totalmente sem graça. Não tinha nada contra o Emílio, mas se eu fosse comparar com o Timeo, obviamente no físico, por mais que eu amasse meu namorado, o suíço ganhava dele, além de me excitar muito mais com aquela boca.
Apesar da pose de metido que ele exalava, o Timeo era muito gentil e simples, acho que aquela atitude arrogante e madura era só parte do trabalho dele. Ao ter ele na minha frente, não soube o que dizer, só balbuciei palavras sem sentido, ele por sua vez sorriu e me deu um beijo na bochecha, me parabenizando pelo meu aniversário. Nunca nos meus 22 anos tinha sentido meu corpo queimar do jeito que queimou com aquele suíço, aliás, notei que minha buceta tinha virado um riacho.
O Timeo continuou me surpreendendo, porque depois de me cumprimentar, perguntou ao meu pai no que podia ajudar. Meu pai disse que ele não devia se preocupar com nada e fosse relaxar, mas ele insistiu em querer ajudar, se justificando que com certeza por terem ido buscá-lo, tinham se atrasado com algumas tarefas. Ele não estava errado e era exatamente isso que estava me deixando de mau humor quando ele chegou, porque tínhamos perdido tempo valioso para terminar a decoração, já que tiveram que ir buscá-lo.
Não era só no físico que ele era superior ao Emílio, mas também no lado humano e prestativo, já que não hesitava em ajudar no que fosse preciso e sempre dava um sorriso, meu namorado, por outro lado, eu tinha que implorar para ele me ajudar e ele até se recusou a me dar uma mão na decoração, dizendo que estava muito cansado. Naquele minuto, ele estava Deitada na minha cama, dormindo, enquanto Timeo, que era um completo estranho, corria pra lá e pra cá, deixando tudo perfeito.
Me sentia estranha perto do suíço, meu coração disparava, minhas mãos suavam mais que o normal e meu corpo inteiro parecia tremer só com a presença dele. Será que existia um cara tão gostoso assim?, eu me perguntava enquanto os convidados iam chegando na festa e ele ajudava na cozinha.—"Lu. Lu, tô falando com você. ¡Lucrécia!minha amiga Amber gritou, me tirando do meu mundo interno e me fazendo perceber que todas as minhas amigas já estavam na minha casa.
Selena, Fátima, Devora e Rut, elas eram as amigas que eu fiz na faculdade. Já a Amber, era minha melhor amiga, conhecia ela desde criança, até podia considerar ela como a irmã que nunca tive.—"Finalmente acordou, Lu. Parecia que tava nas nuvens, será que cê tá pensando em dar sua flor pro Emílio?Fátima interpelou com certa malícia.—"Não fala besteira, Fátimainterrompeu Amber, irritada.—"Tranquila, Amber. Não se exalta, não.Ruth disse com um sorriso, tentando segurar o riso.—É que me irrita ter pressionado a Lu sobre a virgindade dela.disse Amber, já não em um tom sério, mas mais relaxado.–“Virgindade?”–De repente, ouvi aquela voz atrás de mim. Meus pelos se arrepiaram e um frio desceu pela minha espinha. Meu coração voltou a bater forte e comecei a respirar acelerado. Devagar, fui me virando, enquanto minhas amigas abriam a boca e as pupilas delas se dilatavam.
Quando meus olhos encontraram Timeo, tremi de novo. Fiquei vermelha, queria que a terra me engolisse, não aguentava a vergonha de ele ter ouvido que eu era virgem. Minhas amigas, por outro lado, ficaram babando e molhadinhas igual eu quando vi aquele suíço pela primeira vez. Todas tentavam falar alguma coisa, mas não conseguiam, a língua travou. Baixando o olhar, criei coragem e falei pra ele não acreditar nas besteiras que minhas amigas estavam dizendo.
Claro que as meninas não demoraram pra pular igual gata no cio em cima dele. Cada uma tentou seduzi-lo e, estranhamente, aquilo me irritava. Não fazia sentido eu ficar com ciúmes, já que mal conhecia aquele cara que não passava dos 25 anos, sem contar que eu já tinha namorado, que estava a metros dali, conversando com os amigos. Tentei ignorar minhas amigas, que eram solteiras, algumas até estavam saindo com alguém, mas nada sério.
Me aproximei do Emilio pra esquecer o Timeo, mas meu namorado foi meio hostil e distante comigo. Achei que ele estava com ciúmes por me ver derretendo por aquele modelo suíço, mas parecia preocupado com outra coisa. Teve uma hora que ele me deixou sozinha conversando com os caras, e quando tentei ir atrás dele, Israel, Mateo, Giovanni e Eric me cercaram pra me manter longe do Emilio. Algo que, de certa forma, até me ajudou, porque primeiro eu precisava parar de pensar no Timeo.
Comecei a beber que nem uma louca, não minto quando digo que em só 10 minutos já tava completamente bêbada. Chegou a hora do bolo e lembro que naquele exato momento, procurei Procurei desesperadamente pelo Emilio, mas não o vi. Até comentei com o pai, perguntando onde ele estava, mas meu pai não fazia ideia e ficou puto, porque não acreditava que aquele filho da puta, que não tinha contribuído em nada pro meu aniversário, não estivesse presente naquele momento.
Eu, por minha vez, continuava achando que meu namorado tinha ficado bravo comigo por eu ter desejado o Timeo. Apaguei as velas, pedindo como desejo que o Emilio me perdoasse. Depois disso, tem um apagão na minha mente. A única coisa que vem na minha cabeça são alguns gritos, choros, mas nenhuma imagem ou palavra concreta que me faça entender o que aconteceu antes de eu cometer aquela loucura.—"Lu, vamos tomar café da manhã. As torradas estão prontas, também fiz o smoothie e o suco favorito da minha princesa.disse meu pai, abrindo a porta.
Mais uma vez o pânico tomou conta de mim e me deixou paralisada, não sabia como ia explicar pro meu pai, com a cena que ele ia encontrar. Sem olhar na cara dele, porque não conseguia me virar de medo e vergonha, senti meu pai bater a porta de uma vez e me pedir desculpas por ter entrado sem bater. Papai não ter ficado bravo devia ter me aliviado, mas ao fechar a porta, ele tinha acordado o Timeo. Ver aquele modelo abrir seus olhões e me olhar com inocência fez meu coração disparar.
Era a primeira vez que o primeiro rosto que eu via ao acordar não era o do meu pai, mas o de um cara um ano mais velho que eu, que estava deitado na mesma cama que eu, completamente pelado. Não soube o que dizer, a culpa de ter traído o Emílio estava me sufocando, não aguentava a ideia de ter dado minha virgindade pra um estranho, que depois de ficar me encarando sorriu e aproximou timidamente os lábios dos meus, tocando-os com ternura.
Ele era tão gentil até na hora de beijar, embora claro, a noite passada não foi nada amigável, nós dois entramos no meu quarto presos pela luxúria. A luz fraca da lua e das estrelas entrava pela janela, enquanto ele me mantinha no colo e com suas mãos grandes rodeava minha bunda empinada, ao mesmo tempo que sua língua lutava com a minha. Nunca tinha sido beijada com tanto fervor como naquele instante, fazia minha buceta sofrer espasmos e ansiar ser penetrada.
Mesmo quando minha boca cheirava a álcool, o gosto fresco de baunilha dele predominava e fazia nossa luta lasciva ser mais gostosa e viciante. Cravava minhas unhas na cabeça dele, com meus dedos puxava seu cabelo sedoso e macio, ao mesmo tempo que com minhas pernas apertava cada vez mais forte seus quadris. Tinha naquele instante, toda minha calcinha encharcada pelos sucos que tinha soltado por aquele cara majestoso e mais ainda ao sentir que entre suas pernas, ele escondia um pau enorme. ferramenta.
Nossos lábios se separaram, para que nós dois pudéssemos respirar um pouco, naqueles três ou cinco segundos, percebi como ele me despia com os olhos e maquinava na cabeça dele cada uma das coisas que ia me fazer na minha cama. A ideia de entregar minha virgindade para aquele semideus me encantava, não me arrependia nada naquele momento, não pensava no Emílio nem nas consequências futuras, só queria que o Timeo me abraçasse forte com aqueles braços robustos dele.
Ele carinhosamente me deitou na minha cama, e então, atrapalhado, tentou desabotoar a camisa e tirar a calça. Percebi o nervosismo dele, o que achei bonitinho, mas, dominada pelos meus impulsos mais safados, não esperei ele se despir, não, fui eu que rasguei a camisa dele de uma puxada, ficando toda boba com aquele corpo fibroso. Safadamente, me joguei em cima dele, beijando o pescoço, os peitorais, os abdominais, percorri cada canto do torso dele.
Nunca tinha me sentido tão atraída por um homem, ele me fazia delirar de tesão, provar coisas proibidas e fazer outras que eu tinha me negado a fazer por anos, até com o Emílio, com quem eu estava até aquele dia, há 2 anos de namoro. De novo, nos olhamos fixamente, ele parecia ter se acalmado, e os olhos penetrantes dele se voltaram para meus peitos. Não gosto de me gabar, mas fui abençoada com uma anatomia maravilhosa que causava furor nos homens.
Dá para dizer que herdei alguns encantos da minha mãe, que Deus a tenha. Ela morreu pouco depois de me dar à luz, uma coisa que destruiu meu pai e que, desde então, ele ficou solteiro e me criou sozinho. Mas, bem, isso agora não é tão importante, e sim o que a mamãe me passou com a genética dela: meu lindo rostinho de anjo, meus olhos castanhos escuros, meus lábios carnudos e minha cabeleira castanho-claro com mechas loiras como mel.
Sim, de rosto saí muito parecida com a mamãe, mas, quanto ao meu corpo, isso veio mais do lado do Família do meu pai. Já com a minha cara bonita, eu era o centro das atenções pros caras, fisicamente sou a obsessão deles. Tenho umas curvas de matar, ou pelo menos é o que ouço de alguns caras, umas pernas meio grossas, longas e sexys, uma bunda bem proporcionada, nem grande demais nem pequena. Mas sem dúvida, o que mais se destaca no meu corpo são meus peitões grandes e gordos.
Com a família do meu pai, tenho pouquíssima conexão, pra não dizer nenhuma, mas pelo que sei, todas as mulheres da família costumam ter esses peitos monumentais. Muitas vezes a Cristina tentou me convencer a seguir carreira de modelo, pelo meu rosto e silhueta, mas pra mim ter peitões grandes era um verdadeiro problema: primeiro porque não me deixavam fazer exercícios com a normalidade que eu queria, já que pesam muito, e segundo porque chamava muita atenção, além de ter dificuldade em encontrar roupas adequadas pra mim.
Timidamente, o Timeo tentava tirar minha blusa. Ele não deixava de ser um cavalheiro mesmo na hora de intimidade, e apesar de agir assim, me olhava e beijava de um jeito tão selvagem que eu adorava essa contradição nele. Eu mantive a calma e deixei que aquele suíço gostoso me livrasse da roupa, fazendo meus peitos balançarem quando ficaram livres, sem nenhum pano sobre eles. O olhar penetrante do Timeo tinha se transformado no de um leão prestes a atacar sua presa.
Eu tava com um tesão danado, queria e ansiava que ele tomasse conta do meu corpo, que deixasse a marca dele em cada canto e me impregnasse com o cheiro dele.—"O que você está esperando, meu bem? Vem e toma meu corpo, que é todo seuSussurrei no ouvido dele, enquanto a mão esquerda dele chegava na minha teta. Sentir ele apertar meus peitos com aquelas mãos fortes foi sensacional, e não consegui segurar nenhum gemido de prazer. A respiração abafada dele umedecia meus seios e deixava meus mamilos mais duros.
Feito um bebê faminto, ele se agarrou nos meus peitos e chupou com força, como se realmente quisesse tirar leite de mim. Os dentes dele, a língua, os lábios, faziam meu corpo inteiro queimar e arrancavam de mim os gemidos mais doces e obscenos. Enquanto ele se afogava nos meus seios, eu tentava tirar a calça dele e me apossar do mastro dele. Não sei quanto tempo levei, mas no final consegui meu objetivo e fiquei agradavelmente surpresa, porque o pau dele era maior e mais grosso do que eu imaginava.
Durante os dois anos de namoro com o Emílio, nunca tinha visto o pau dele, mas em algumas ocasiões ele me abraçava por trás e eu sentia a masculinidade dele. Talvez ele fizesse isso de propósito pra me provocar. O que eu percebia naqueles abraços é que meu namorado tinha um pinto decente. Na real, o tamanho nunca foi algo que me interessasse, tudo relacionado a sexo pra mim era tabu e eu tinha vergonha de falar sobre isso.
Se eu tivesse que dizer o motivo de ser virgem aos 22 anos, acho que a palavra certa era medo. Sim, eu tinha medo de entregar minha pureza pra qualquer um, pra um cara que eu não fosse amar de verdade e nem fosse lembrar. Tinha medo de estarem brincando com meus sentimentos e só me quererem pelo meu corpo. Pra algumas mulheres isso não era problema, mas pra mim era, porque desde pequena eu acreditei no amor dos contos de fada e no amor eterno, igual ao dos meus pais.
Era um pensamento ridículo, eu sei, era bem infantil, mas era minha crença e eu me agarrava a ela a todo custo. Esperava que o Emílio fosse aquele príncipe encantado, pra quem eu fosse entregar minha flor e ele fosse ser eternamente fiel. Mas naquele momento, embriagada pela luxúria, Eu estava a centímetros de dar minha virgindade pra um desconhecido, um cara que eu tinha acabado de ver naquela noite e, com sorte, sabia o nome. Timeo, mesmo focado nas minhas tetas, foi puxando minha calça pra baixo.
Nós dois nos ajeitamos até ficarmos pelados um na frente do outro, sem nenhum pano entre nossos corpos, cada carícia ia ficar marcada na nossa pele. Beijei ele de novo com muito tesão, enquanto minha buceta babada se esfregava no pau colossal dele. Só o roçar daquela rola veiuda e dura na minha rachinha fez minhas pernas tremerem e eu tive que abraçar ele pra não cair desmaiada.
As mãos grandes dele passeavam pelas minhas costas e minha bunda, eram carícias suaves, mas os dedos deixavam um rastro ardente. Quando parei de beijar ele, um fio grosso e sedoso de saliva mantinha nossas bocas ligadas. O gosto dele era tão único que eu achava que nunca ia provar nada igual. Sorri como uma puta vulgar, uma que já transava há anos sem discriminação, uma que não ligava de dar chifre no namorado. Peguei a estaca enorme dele com as mãos e fui me ajoelhando devagar.
Era a primeira vez que eu tinha um pau tão perto de mim, não conseguia acreditar que os caras tinham armas tão letais no meio das pernas. Definitivamente aquilo não ia caber em nenhum dos meus buracos, pensei, mas isso não me parou e, enquanto arranhava as duas bolas gordas dele com minhas unhas, abri a boca. Meu hálito umedeceu aquela vara e eu soube que ele adorou, porque ela pulsou entre meus dedos. O cheiro dele era irresistível pra mim, mesmo sendo muito forte e meio desagradável.
Timidamente, minha língua foi aparecendo entre meus dentes e lábios. Só precisei encostar a ponta da língua na rola dele pra minha boca encher d'água. Enfeitiçada, comecei a lamber toda aquela pirulita que tinha na minha frente, saboreava minha boca, mordia meus lábios de prazer, porque aquela rola era deliciosa pra caralho. Deixei ela completamente Encharcada pela minha saliva, ela estava pronta pra entrar dentro de mim, mas antes de fazer isso, eu quis ter ela na boca.
Eu sabia que aquele monstro não caberia inteiro na minha boca, que talvez eu fosse deslocar minha mandíbula, mas as consequências naquele momento não eram algo que me preocupasse. Engoli sem medo aquela pica, que mal consegui colocar metade dela pra dentro, mesmo sendo inexperiente, eu ouvia ele uivando de prazer. Ficava me perguntando se existiam mulheres capazes de chupar paus daquele tamanho e se um dia eu conseguiria.
Depois de deixar o gosto do pau dele impregnado no meu paladar, sentei no colo dele, olhando bem na cara dele. Tinha chegado a hora da verdade, o instante em que eu ia cruzar uma linha e deixaria de ser virgem, pra me transformar em mulher. Guiei ele sem pensar pra dentro da minha pureza, a glande dele tava pronta pra se enfiar na minha buceta, que não hesitou em se abrir pra receber e acolher com gosto. Só tinha a cabeça e um pouco mais daquela estaca dentro de mim e já me sentia cheia e arrebentada.
Não consegui evitar soltar um grito de dor misturado com prazer, meu corpo inteiro se regozijava em sensações que eu nunca tinha sentido antes. Todo o desconforto foi se transformando em gozo conforme os minutos passavam e minha vagina se acostumava com o membro do Timeo. Ele me segurava pela cintura, enquanto devorava minha garganta, deixava os dentes marcados na minha pele, pra depois se apossar dos meus peitos. O pau dele cada vez ia mais fundo e as dobras da minha buceta se agarravam nele.
Cada músculo da minha vagina se contraía pra não deixar sair tão fácil aquele pauzão que tava me atravessando a cada estocada que ele me dava. Meu corpo inteiro fazia um esforço danado pra não cair rendido tão cedo, queria continuar aproveitando mais e mais daquele prazer que o Timeo tava me dando. Arqueei minhas costas e devagar fui movendo meus quadris, tentando rebolar em cima dele. Já tinha chegado ao orgasmo. umas duas ou três vezes, sem exagero.
Eu estava completamente perdida naquele prazer que sentia, eufórica, e gritei pra ele meter com mais força, que me destruísse por completo, que não tivesse medo de rasgar minha buceta, porque ela pertencia a ele. Ele simplesmente me atendeu e começou a me empalar com mais força, sentia toda a masculinidade dele dentro de mim e adorava. Amava que ele rasgasse minha buceta, enquanto a boca dele dominava a minha e me envolvia com seus braços fibrosos e fortes.
Nossas línguas se entrelaçavam, calando os gemidos e ofegos. Éramos dois animais se acasalando, não havia amor, não havia carinho, não havia nada entre nós. Tudo que um dia desejei que tivesse na minha primeira vez, não estava ali naquele momento, mas não me importava, porque eu estava presa na libido. Mesmo não querendo transar, às vezes eu me tocava na minha rachinha com os dedos, mas era só um leve roçar, que me fazia me contorcer de tesão; naquela hora, a sensação que eu sentia ao me tocar era multiplicada por dez ou mais.
Eu me sentia no céu, nunca pensei que a ferramenta de um cara pudesse ir tão fundo. Já não tinha mais voz pra expressar como adorava ser empalada por aquele cara. Timeo se aproximou do meu ouvido,Que buceta apertadinha você temdisse com a voz ofegante,–“Já… Já não aguento mais”–acrescentou, apertando minhas nádegas com força.–"Hhhhmmm…. Uuuufffff… Go-go… Goza… Faz dentro da minha buceta… Aaaaggghh… Quero que você me encharespondi, soltando meu último gemido ao sentir ele enchendo meu útero com o gozo dele.
Foi assim que terminei com ele na cama e pelada. Depois de sentir os lábios dele encostando nos meus, rapidamente dei um empurrão nele e, pegando o lençol, me levantei, cobrindo meu corpo. Timeo me olhou estranho, não entendia o que estava rolando, eu só me senti enojada naquele momento.–“Eee… I-isso foi um erro… Isso não deveria ter acontecido!”gritei com lágrimas nos olhos ao pensar no Emílio.–“O quê?”–disse ingenuamente o suíço.
Eu: Que você e eu não devíamos ter transado, porra!… Snif… Snif… A… A… A-agora, o q-q-que eu f-f-falo pro Emílio?
Timeo: Calma, relaxa, eu explico pra você.
Eu: Snif… Você não tem nada pra explicar… Tirou vantagem de mim enquanto eu tava bêbada, você é o pior tipo de pessoa…
Timeo: Nãão. Você tá enganada, Lu…
Eu: Não me chama de Lu! Você é um estranho e isso não devia ter acontecido!
Timeo: Ma-ma-ma… s…
Eu: Nada de más! Some do meu quarto antes que alguém te veja! Vou tomar banho e quando descer pra tomar café com meu pai, não quero te ver, ok?
Não esperei a resposta dele, não quis ouvir nada do que ele dissesse, me sentia suja e imoral. Não acreditava que tinha traído o Emílio, que tinha me entregado a outro homem, que tinha fodido com um desconhecido. Depois de me lavar e chorar, desci pra comer com meu pai, que me encarou e eu, envergonhada, não sabia o que dizer.–“Pa-papai, eu…”–tentava encontrar as palavras certas,—"Você não precisa me explicar nada, minha princesa. A menos que tenham te forçado a fazer algo que você não queria.manifestou.
Não podia culpar o Timeo por ter abusado de mim, porque mesmo estando sob efeito do álcool, eu me entreguei pra ele.—"Nunca gostei desse garoto Emilio, se me permite ser sincero. Mesmo assim, acho que ele merece que você conte a verdade e enfrente as consequências de cabeça erguida, como te ensinei, Lu.disse meu pai, levantando-se do assento e me abraçando. Não consegui evitar que as lágrimas escorressem dos meus olhos, papai sempre encontrava as palavras que eu precisava ouvir.
Depois de comer com ele, falei com o Emílio, pedindo pra gente se encontrar em algum lugar pra poder conversar. Decidimos nos ver na praça, eu estava muito nervosa, praticava uma e outra vez as palavras que queria dizer e me desculpar da melhor maneira. Todos os momentos vividos com ele vinham na minha cabeça enquanto eu ia pro ponto de encontro, e quanto mais eu lembrava, mais percebia que não eram tão memoráveis assim. Será que o Emílio tinha sido um bom parceiro? Não consegui evitar me perguntar por um segundo.
Mas todo questionamento foi pro lixo, quando vi ele chegar. O coração tremeu, assim como as mãos e as pernas. Sentia que o ar tinha ficado pesado e que eu era incapaz de respirar direito. Meu namorado me deu um beijo na bochecha e sentou num dos bancos. Ao mesmo tempo que acendia um cigarro, me perguntou pra que eu tinha pedido pra gente se encontrar. Fiquei em branco, não conseguia contar de forma tão descarada o que tinha feito, então tomei meu tempo, mas ele disse que tava com pressa.
Respirei fundo, fechando minhas mãos e meus olhos, soltei o que tava me sufocando num suspiro. Pensei que tinha sussurrado, porque os segundos passavam e eu não tinha resposta nenhuma. Abri meus olhos, pra encarar o rosto malicioso e psicopata do meu namorado. Ele não gritou comigo, nem derramou uma lágrima, só se aproximou de mim, eu pensei ingenuamente que ele ia me abraçar e dizer que tava tudo bem, que a gente ia fazer aquilo nunca ter acontecido, mas então sinto a mão direita dele tatuada na minha cara.
Emílio: Não enche o saco, Lucrecia. Você não pode ser tão filha da puta!
Ele gritou, enquanto eu tocava minha bochecha com lágrimas nos olhos. Nunca ninguém tinha me dado um tapa, meu pai nunca levantou a mão pra mim, mas aquele garoto que eu amava tinha me dado um soco tão forte que eu nem sabia como Isso explodiu minha cabeça.
Emilio: Dois anos da porra eu aguentei você me negar sexo, mas agora chega um modelo suíço e você abre as pernas pra ele?
As palavras dele doíam, mas eu, idiota, achava que merecia aquilo, assim como aquele tapa.
Emilio: Você é uma puta, isso sim. E já que não é mais virgem, vamos pra minha casa e vamos foder até eu me cansar, e depois você pode vazar, entendeu?
O homem que eu via com meus olhos não era o Emilio que eu conhecia, não era o cara por quem eu me apaixonei, era um estranho, um doente, que só queria satisfazer os desejos carnais dele a qualquer custo. Com medo, pensava em como recusar, quando ele me puxou pelo cabelo e me arrastou pelo chão uns centímetros, até que ouvi meu pai. Papai tinha ido me salvar, mas Emilio, dominado pela raiva, em vez de fugir, enfrentou ele e até bateu nele.
Por sorte, Timeo tinha ido com papai e nos defendeu, até a polícia chegar. Tudo aconteceu muito rápido, eu não conseguia processar as coisas, me sentia confusa, até pensei que fosse um pesadelo. Até que ouvi meu pai dar um grito, ele estava segurando o peito, bem onde fica o coração, e parecia muito ofegante. Preocupada e com os olhos cheios de lágrimas, corri pro lado dele, mas papai, em vez de se preocupar consigo, me abraçou e pediu desculpas por não ter chegado antes.
Foi um dia corrido pra caralho, tanto que quando voltamos pra casa, só queria ir dormir. Na manhã seguinte, me olhei no espelho, vendo no meu rosto as marcas do soco que o Emilio tinha me dado. Podia me maquiar pra esconder, mas não quis, mesmo sendo segunda-feira e tendo aula na faculdade. Sabia que quando chegasse, todo mundo ia ficar me encarando e não iam perder tempo em me encher o saco, pra saber o que tinha acontecido e o que significavam aqueles hematomas na minha cara.
Mesmo assim, fui pra aula, porque não tinha medo de admitir o que tinha rolado, não ia proteger a imagem daquele filho da puta. Emilio, depois da atitude agressiva dele. Para minha surpresa, todo mundo já sabia do que tinha acontecido, mas claro, a versão que contaram fez questão de colocar o Emilio como vítima. Como vocês sabem, o ser humano sempre busca acreditar no que é conveniente pra ele, e as pessoas que tinham inveja de mim, seja por eu ser gostosa ou pelo dinheiro do meu pai, escolheram claramente acreditar nessa versão e justificar ainda mais o ódio delas.
Minhas amigas, claro, ficaram do meu lado, mas o verdadeiro objetivo delas não era me apoiar, e sim querer todos os detalhes da minha noite de fogo com o Timeo. Eu não queria falar sobre isso, muito menos lembrar daquela noite, então pedi pra elas me darem um espaço. Naquela tarde, quando voltei pra casa, meu pai já tinha a mesa pronta pra gente comer, mas tinha três pratos, porque o modelo suíço ainda estava hospedado aqui e, principalmente, porque depois daquela noite ele ia voltar pro país dele.
Meu pai parecia muito cansado e abatido, mas quando me viu, fingiu que estava tudo bem. Eu não tava a fim de discutir com ele e mandar ele ir no médico, porque com a teimosia que ele tinha, com certeza ia recusar e jurar que tava bem, sendo que visualmente não tava. A gente comeu e teve aquela conversa típica de pai e filha, mas claro, com a presença do Timeo, que meu pai incluía na conversa quase que forçadamente.
Quando terminamos de comer e conversar, pedi pro meu pai ir deitar, porque eu ia lavar a louça. Ele aceitou, mas com uma condição: eu tinha que deixar o Timeo me ajudar. Aceitei, mesmo não querendo, porque era difícil olhar nos olhos daquele cara, me sentia desconfortável perto dele e o pior é que meu corpo ainda lembrava dos carinhos dele, dos beijos e do jeito que ele me fez gozar na noite do meu aniversário.
Um silêncio chato tomou conta, nenhum dos dois conseguia quebrar o gelo e falar alguma coisa pra aquilo não ser tão estranho. Tão tortuoso. A gente tava tão focado em nós mesmos que nem percebia que tava se aproximando cada vez mais um do outro. Só fomos notar quando nossas mãos se tocaram sem querer. Nós dois demos um pulo pra trás, ficamos nos encarando até quebrar aquele silêncio que nos torturava com uma gargalhada.
Talvez fosse por causa do nervosismo, mas depois, sei lá o que deu em mim. Me deixei levar pelos impulsos e me aproximei dele. Apoiei minhas mãos no peito do Timeo, sem ele falar nada, comecei a diminuir a distância entre nossas bocas. O cheiro do perfume dele e o aroma natural me seduziam, assim como o olhar inocente mas predador que ele fixava em mim. Era o único homem que despertava essa minha faceta pervertida, essa vontade de agir feito uma promíscua.
Mordi os lábios dele, de brincadeira. Queria zoar ele um pouco, fazer ele achar que ia ficar na vontade de me ter de novo. Timeo, ao ver que nossas línguas não se enganchavam, começou a se desesperar. Ver ele assim me excitou mais do que eu imaginava, mas por mais que eu quisesse brincar, não sabia quanto tempo ia aguentar, porque também tava morrendo de vontade de devorar aquela boca tão perfeita e gostosa que ele tinha. Queria que ele me abraçasse com força e me fizesse gemer igual a uma puta no cio.–“Aguenta, Lu, aguenta”–Eu disse pra mim mesma, enquanto nossos lábios se roçavam e minhas mãos desciam por aquele torso tão bem trabalhado e maravilhoso.—"Não brinca comigo"—suplicou, de repente. Ouvir ele falar aquelas palavras fez minha calcinha ficar ainda mais molhada. Que garoto mais gostoso e fofo, a combinação perfeita que qualquer mulher desejaria, pelo menos para passar uma noite, já que quando se soltava, tirava a pele de cordeiro e devorava como um lobo mau.—"Vamos pro meu quartoSussurrei no ouvido dele, mordendo a orelha e desenhando com meu dedo anelar na virilha dele. Ele já tava com o pau duro e pronto pra me meter, então me seguiu cegamente. No escuro, igual naquela noite em que a gente se amou pela primeira vez, começamos a tirar a roupa. Uma por uma, caíam no chão e não demoramos pra estar nos rolando na cama. A gente se beijava com gosto, provando o doce néctar um do outro.
Levei minha mão até o pauzão dele e comecei a bater uma, adorava sentir aquela vara dura entre meus dedos. Ele, por sua vez, começou a passar os lábios na minha orelha, mordiscando e beijando, me fazendo ronronar. Devagar foi descendo até chegar no meu pescoço, me dava umas lambidas longas, junto com uns chupões. Timeo sabia exatamente o que queria, sem precisar perguntar, porque me surpreendeu ao tocar minha bucetinha com os dedos grossos dele.
Meu corpo inteiro tremeu quando senti aqueles dedos cutucando minha xereca. Não dava pra fazer outra coisa senão gemer e reclamar de prazer.–“Deus! Deus! Deus!”–exclamava, mordendo meus lábios e sentindo que uma cachoeira se aproximava. O prazer se multiplicou quando ele começou a brincar com meus peitos, com a mão livre apertava uma das minhas mamas e a outra, ele chupava. A língua dele deslizava pela minha auréola e com os dentes raspava meu mamilo.
Eu: Uuuuffff… Não para, Tim…
Timeo: Relaxa, não vou parar, porque adoro essas suas tetonas.
Ele afirmou, enquanto mordia e beliscava meus mamilos. Os dedos dele pareciam cada vez mais fundo na minha buceta, era porra de bom usando os dedos, não tinha dúvida que ele era um amante extraordinário. Suspirando e arqueando meu corpo, cheguei ao orgasmo, um tão intenso que me deixou exausta. Mas eu me recusava a fechar os olhos e dormir, sem ter aquela pica monstruosa dentro de mim, queria sentir ela mais uma vez abrindo minhas dobras e batendo fundo na minha xota.
Beijei ele de um jeito meigo, mas aos poucos foi ficando longo e intenso, nossas línguas não paravam de se enroscar. Tava tão vidrada naquela boca que soltei a trava dele e com as duas mãos tocava sua nuca. Ele não perdeu tempo e percebi que aproximava o pau dele do meu sexo, que tava pronto e preparado pra ser penetrado. Timeo, primeiro só fez um leve contato, esfregando a glande dele na minha rachinha que não parava de se molhar e ter espasmos.—"Você quer ela?perguntou, de forma safada,–"Sim, Tim... Eu quero ela, eu preciso dela dentro de mim"–confessei sem vergonha nenhuma. Ele sorriu e, enquanto mordia minha boca, foi enfiando devagar o pau dele. Minha buceta apertada foi tremendo mais e mais, sentindo cada polegada dele entrando.Ooooohhh Meu Deeeusss… Tiiim!Gritei eufórica, com o pauzão todo dentro de mim. Era irônico que uns dias atrás eu era uma virgem medrosa e agora uma foxy que só queria ter a buceta arrebentada.
Comecei a questionar minhas crenças, minha inocência e por ter me privado de aproveitar o sexo. Enquanto pensava nisso, Tim foi tirando o pênis com a mesma lentidão com que tinha me penetrado. Minha xereca estava tão à vontade com o membro dele que minhas dobras se enroscavam nele, impedindo que ele conseguisse tirar completamente de mim. Ficando só a pontinha enfiada, fui me preparando pra investida, não demorou nem um segundo pra ele empurrar a pélvis contra mim e me empurrar de novo.Porra, tu não tem ideia do quanto eu amo essa sua bucetinha apertada, LuEle repetiu uma e outra vez, enquanto bombeava dentro de mim. Me enlouquecia quando me metia com toda força, como se quisesse me partir ao meio, adorava sentir o pau dele chegar até o fundo do meu útero. Tim bufava bem forte, eu, por minha vez, tinha os olhos fechados, minhas mãos apoiadas nas costas e na cabeça dele, minhas pernas abraçavam a cintura dele e eu soltava gemidos longos.
Nossos lábios se encontraram e não hesitamos em nos devorar mais uma vez. Tim estava solto, eu percebia que ele ficava mais excitado a cada segundo e sentia que ele me comia com toda a energia que tinha. Até que de repente ele parou, deixando o pau enorme dele dentro de mim.–“Não aguento mais”–Ele(a) sussurrou no meu ouvido.Faz isso. Banha minhas entranhas com teu sêmen, Tim. Sou sua putinha pessoal.Respondi, encarando aqueles olhos cor de avelã que tanto me encantavam e me excitavam.
Timeo deu umas estocadas, até soltar um gemido forte e finalmente gozar dentro de mim. Devo admitir que adorei me sentir preenchida de novo com toda aquela pica dele dentro de mim, tava ficando viciada naqueles jatos que banhavam minha buceta mornamente e deixavam a semente dele. Tinha sido tanta porra que escorria pelo meu sexo, mas isso não nos impediu e continuamos a noite inteira transando, como se fôssemos um casal.
Na manhã seguinte, a primeira coisa que vi ao acordar foram aqueles olhões dele. Meu coração disparou, dessa vez sem sentimentos de culpa ou arrependimento, eu tinha curtido a noite como uma verdadeira safada. Ter os braços dele em volta da minha cintura e aquele pauzão dele reagindo nas minhas coxas me arrepiou toda. Queria que aquele momento fosse eterno, mas aí caía na cruel realidade: ele tinha que voltar pro país dele e muito provavelmente a gente nunca mais ia se ver.
Meu semblante mudou pra um sério, o que deixou ele confuso. Frieza pura, me separei do Timeo e fiquei de pé. Sem falar uma palavra, fui pro banheiro e tomei um banho. Me sentia ferrada e usada, não parava de pensar que pra ele eu era só mais uma na lista dele, que ele tava acostumado a foder com várias mulheres, iludir elas e depois sumir. Não podia culpar ele totalmente, porque ele era lindo pra caralho e dono de uma piroca maravilhosa, qualquer homem que não usasse essas bênçãos a seu favor era um idiota.
Quando saí do banheiro, ele ainda tava no meu quarto, parecia que tava me esperando. Eu, ao ver ele, sorri com sarcasmo.—"O que você ainda tá fazendo aqui? Não tem um voo pra Suíça?interroguei, fingindo indiferença.–"Sim… Hoje eu vou embora, mas…Ele parecia nervioso e incrédulo com a minha atitude tão cheia de si. Não sei o motivo exato, mas não deixei ele falar, interrompi ele pra dizer que o sexo foi maravilhoso, mas que tinha sido só aquilo, sexo, não tinha nada e não ia ter nada entre a gente.
Talvez eu tenha dito aquilo pra não sair machucada, pra que meu orgulho idiota não fosse humilhado, queria fingir que aquele modelo não tinha despertado sentimento nenhum em mim. Senti uma certa pena quando vi que nos olhos confusos dele brotaram umas lágrimas. Burra e cega, decidi virar as costas e ir pra faculdade, sem ouvir ele. Quando cheguei na sala de aula, não consegui evitar de desabar no choro, meu coração tava ferido, tanta coisa tinha acontecido em tão poucos dias que nem eu mesma me entendia.
Foi uma manhã bem amarga pra mim, já que nem me despedi do meu pai quando saí. Quando minhas aulas terminaram, decidi fazer borracha e começar de novo. Ia recomeçar minha vida do zero e a primeira coisa que faria seria preparar o jantar pro meu pai, precisava comer e conversar com ele, curtir a companhia dele e ouvir os conselhos que ele sempre dava. Precisava daquilo urgentemente, mas as horas passaram e meu pai nunca chegou em casa.
Quando recebi a ligação da Cristina, avisando que meu pai tinha tido um ataque cardíaco e não tinha sobrevivido, foi como se uma avalanche tivesse caído em cima de mim. Me recusei a aceitar, não quis acreditar nem quando vi o corpo dele duro e sem vida dentro de uma urna, me recusei até quando me entregaram as cinzas dele. Minha vida tinha ido pro caralho, parei de ir pra faculdade, perdi toda motivação e esperança, me afundando na minha dor.
A Cristina vinha me ver todo dia, com o único objetivo de me ajudar a sair daquele isolamento que eu mesma tinha me imposto. Minhas amigas, acho que nunca foram minhas amigas de verdade, porque depois da morte do meu pai, não vi mais nenhuma e não recebi ligação delas, nem da Amber. Assim se passou um mês, onde fiquei presa pela Melancolia. A Cristi me pediu pra eu sair de casa, pelo menos ir pro escritório do meu pai, e se eu quisesse chorar, podia chorar no ombro dela.
Ela era a figura mais próxima que eu tinha de uma mãe, nunca teve intenção de virar uma, nem de ser namorada do meu pai, mas tava sempre do lado dele e ele confiava cegamente nela. Talvez por isso eu também comecei a ver ela como a única amiga que eu tinha. Ela me convenceu e eu fui pro escritório do meu pai. Ver que lá só tinha fotos minhas, desde bebê até uma recente, partiu meu coração.
Achei que não fui digna de ser filha dele, já que ele me deu tanto amor, mas eu não retribuí nada, só fui uma menina mimada e malcriada nos meus 22 anos. Mas de que adiantava chorar e me arrepender agora? Enxugando as lágrimas, ergui a cabeça e olhei pra frente. Foi então que, da porta, uma silhueta começou a aparecer. Meus olhos arregalaram ao ver que era uma gostosa loira, de olhos azuis, lábios finos, magrinha, com um par de peitões igual ao meu e uma bunda bem durinha.
Apesar das pequenas diferenças físicas entre nós duas, parecia que eu tava me vendo num espelho.–"Oi, sou a Vanessa"–exclamou com um sorriso estampado naquele rostinho lindo.–"Rá-rá… OiRespondi a ele, absorta na beleza dele.Desculpa por entrar sem bater. Mas me falaram que você estava aqui e não consegui evitar querer dar meus pêsamesafirmou com sinceridade. Eu fui incapaz de continuar falando com ele, estava totalmente hipnotizada pela presença dele.—Você deve estar se perguntando quem sou eu e por que mando minhas condolências pra merda. Pra ser sincera, nem eu mesma sei por que faço isso. É estranho, só conversei uma vez com o senhor Brown, quando vim gravar um comercial. Mas ele foi tão gente boa e educado, que me dá uma tristeza saber que ele já não está mais aqui.expressou apagando do rosto o sorriso brilhante que trazia e baixando o olhar.Desculpa, tô me empolgando demais. Talvez você queira ficar sozinha e eu aqui enchendo o saco. A real é que a notícia da morte dela me afetou mais do que eu imaginava, talvez porque me lembrasse um pouco da minha mãe.expressou.—"Não quero nem imaginar a dor que você deve estar sentindo, porque sou muito apegada aos meus pais. Se um dia eu perdesse um deles, sentiria que uma parte de mim foi embora. Mas minha mãe sempre me diz que o pior seria a gente ficar estagnada na tristeza… Desculpa.disse, deixando cair algumas lágrimas dos seus lindos olhos, virou-se, se despediu de mim e saiu do escritório. Eu não sabia se Vanessa era real ou não, ou se tinha sido um anjo enviado pelo meu pai.
A única coisa que eu tinha certeza era que papai não iria querer que eu ficasse parada e me deixasse consumir pela tristeza. Eu precisava ser corajosa como ele me ensinou e saber me levantar desse momento difícil. Com energias renovadas, saí do escritório do meu pai e fui para o da Cristina, queria dizer a ela que ia retomar minhas atividades e ajudá-la na empresa no que pudesse. No entanto, ao abrir a porta, fiquei em branco, porque a Cristina estava conversando com Timeo e uma garota.
Ver ele depois de um mês e com tudo o que tinha acontecido foi como uma bomba. Uma parte de mim queria ir abraçá-lo, pedir perdão pelas minhas palavras e confessar o quanto eu estava confusa. Por outro lado, uma voz me segurava, pedia para eu agir com prudência e não me deixar levar pelos meus impulsos idiotas. Tim evitou me olhar, o que me machucou, mas era natural que ele não quisesse me ver, depois de eu ter sido tão convencida, além de que ele com certeza não saberia o que me dizer por causa da morte do meu pai.
No fim, me desculpei e fiz um sinal para a Cristina, indicando que ligaria para ela mais tarde. Voltei para casa, tomei um banho, preparei o jantar, liguei para a Cristi para avisar que retomaria todas as minhas atividades e que ia ajudá-la no que estivesse ao meu alcance, e depois fui dormir. O silêncio que havia em casa era aterrorizante, mas antes que a angústia tomasse conta de mim de novo, a imagem do Timeo surgiu na minha mente e um sorriso se formou no meu rosto.
No dia seguinte, acordei mais motivada do que nunca, fui para as aulas depois de um longo tempo e, mesmo não tendo amigas, me senti feliz de rever os rostos de todo mundo, até mesmo de quem me odiava, como o Emílio. Depois que as aulas terminaram, fui para a empresa, sabia que mesmo se ajudasse no mínimo, Ela ficaria contente e com vontade de continuar. Quando cheguei e perguntei pela Cristi, me disseram que ela estava no escritório dela com um dos modelos. Imaginei que fosse o Tim e meus olhos brilharam de felicidade.
Queria vê-lo de novo, conversar com ele e tentar convidá-lo pra casa. Sabia que isso ia ser difícil, mas não ia aceitar um não como resposta. No entanto, meu sorriso sumiu quando comecei a ouvir uns gemidos e bufadas de uma mulher.–“Aaaaiii, siiiimmm…”-dava pra ouvir claramente, conforme eu me aproximava do escritório da Cristina. Meu corpo inteiro ficou dormente e a imagem dela com o Tim, foi impossível não visualizar na minha mente.
Ela reclinada na escrivaninha e o Timeo metendo nela com aquela pica do demônio, enquanto os dois devoravam as bocas um do outro apaixonadamente. Aquilo não me parecia loucura nenhuma, afinal a Cristina era uma mulher madura muito disputada. Vários caras tentavam pegar ela, mas todos fracassavam, nunca entendi por que ela rejeitava todos os pretendentes. Aos 40 anos, era dona de um corpo maravilhoso, embora já não fosse tão magra, as carnes dela eram muito bem distribuídas, fazendo qualquer um delirar com aqueles peitos e aquele rabão que ela tinha.
Engoli seco e criei coragem pra encarar o que ia encontrar, mesmo que quem estivesse fazendo a Cristina gemer fosse o meu querido suíço. Os gemidos pareciam ficar mais intensos enquanto eu girava devagar a maçaneta e abria a porta do jeito mais cauteloso. Minhas pupilas se dilataram ao contemplar a cena excitante e obscena. A Cristina estava sentada na escrivaninha, com o cabelo solto, os olhos fechados de prazer, as duas tetonas pra fora da blusa e balançando, por causa dos pulinhos que ela dava.
Sempre gostou de usar calça, pra exibir aquele rabão, mas naquele momento tava usando uma saia que ia até a coxa. A calcinha dela tava jogada no chão, junto com o paletó, e a buceta dela tava sendo devorada por uma boca. Não qualquer boca, mas a de uma garota, a modelo que acompanhava o Timeo no dia anterior, aí eu entendi por que ela rejeitava os homens. O jeito que ela uivava me arrepiou toda e fez minha buceta ficar toda molhada.
A garota parou de comer, pra lamber a boca e dizer:–“Uuuff… Que gostosa que você tá, mamacita”–Cristi riu, puxou ela pelo rabo de cavalo e mandou ela voltar a devorar a boceta dela. Nem precisava pedir, porque a garota já tava fazendo com gosto, mas antes de voltar com aquele oral espetacular, ela falou uma coisa que me chamou a atenção. Ela sentia pena do Tim, porque ele se recusava a aproveitar uma buceta depois que uma mina partiu o coração dele.
A ideia de ser a responsável por isso fez meu coração disparar, mas a resposta da Cristina me fez me arrepender daquele dia em que fui tão grosso com ele, já que ela mencionou que, pra esquecer aquela metida a besta que só brincou com ele, ele tava tentando paquerar a Vanessa.–“Tá falando sério?”–perguntou a garota,Sim. E acho que é o melhor. A Vanessa e ele formariam um casal perfeito, não só visualmente, mas também na mídia, seria muito positivo para os dois.Concluiu Cristi.
Essas palavras ecoaram na minha cabeça, me perguntando se fui eu mesma quem partiu o coração dele e ele tentava me esquecer, recorrendo a tal de Vanessa. Não sei por que, mas não me sentia capaz de competir com ela, a simples presença dela fazia ela brilhar, o sorriso dela era hipnotizante e os olhos sedutores como nenhum outro par.–"O que você tá fazendo?De repente, ouço algo atrás de mim, me assusto e bato a porta com força, sem controlar minha força.
Quem tinha falado comigo era o Tim, que reagiu rápido ao ouvir a Cristina se aproximando, me pegou pela mão e nos escondemos atrás de uma parede. Fazia tanto tempo desde a última vez que estive tão perto dele, sentir o cheiro dele fez florescer em mim as lembranças dos nossos encontros. Os olhos dele se fixaram nos meus e eu não queria que ele parasse de me olhar, ansiava por experimentar aquele desejo descontrolado que ele transmitia.
Eu: Tim…
Tim: Não te disseram que espionar é falta de educação?
Ele perguntou, mas eu não dei importância às palavras dele, me perdi nos lábios dele e estava com uma vontade louca de tocá-los de novo. Fechando os olhos devagar, fui me aproximando da boca dele, não me importava se nos vissem, eu precisava provar mais uma vez aquela boca, tão gostosa e perfeita.
Tim: O que você tá fazendo?
Ele disse, me parando.
Eu: Só quero te dar uma pequena recompensa por me ajudar.
Respondi com um tom provocante. Não conseguia me controlar com ele tão perto, isso nublava minha mente e despertava meu lado safado.
Tim: Uma pequena recompensa? Tipo quando eu te consolei porque o idiota do seu ex tava se beijando com sua amiga? Porque se for assim, não quero suas recompensas. Não quero que você me iluda pra depois dizer que foi tudo um erro ou uma brincadeira de uma noite.
Eu: O quê?
Falei confusa com as declarações dele.
Tim: É verdade, você nunca me deixou falar e explicar as coisas, só usou de mim pra satisfazer seus desejos, Lucrecia. Eu não deveria te contar a verdade, porque você é uma pessoa ruim, mas seu pai foi muito bom comigo e só por causa dele vou esclarecer as coisas pra você.
Eu fiquei incrédula com as palavras do Tim, não processava direito o que ele tinha dito, ou melhor, não queria acreditar no que ele estava me falando.
Tim: Primeiro, queria deixar claro que assim que te vi, me senti atraído por você, você despertou Algo em mim que ninguém tinha feito. Nunca tinha ficado com uma garota, mas seus beijos me enfeitiçaram, e a raiva de te ver chorando por um idiota fez com que eu me entregasse a você.
Enquanto ela falava, aquele branco na minha mente sobre a noite do meu aniversário começava a clarear. Depois de ter bebido como uma louca e apagado as velas do meu bolo, comecei a procurar o Emilio. Queria vê-lo, abraçá-lo e dizer que queria compartilhar aquela noite com ele, mas por mais que procurasse, não o encontrava. Estava tão escuro lá fora que nem percebi onde pisava, acabei caindo e quebrando um dos meus saltos.
Tentei me levantar, mas não demorou pra eu estar no chão de novo. Já estava ficando frustrada, quando o Timeo se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Eu sorri pra ele e falei sem rodeios que estava afim dele e por isso estava fugindo. Ele ficou chocado e não sabia como reagir ao meu comentário, se levava como brincadeira ou uma declaração séria. Foi nesse tempo que ele levou pra pensar que testemunhamos a traição que desencadeou a noite de putaria entre nós dois.
O Emilio estava discutindo com a Amber, ele recriminava minha amiga de infância por estar de olho no Tim. Parecia uma cena de ciúmes, que no começo até achei engraçada, até que a Amber disse que ela tinha que aguentar ver ele comigo e saber que, mais cedo ou mais tarde, a gente ia transar. A Amber não parou de jogar na cara dele a dor que sentia por ter que esconder o relacionamento que os dois tinham. Na minha ingenuidade, pensei que fosse brincadeira, até ver o Emilio beijando ela.
Quis gritar, mas minhas cordas vocais pareciam ter quebrado, e só lágrimas escorriam dos meus olhos. Eles se reconciliaram e, entre beijos e carícias, combinaram de ir embora juntos pra transar. O Emilio prometia que ia terminar comigo, que não valia mais a pena ser meu namorado, porque eu era uma careta e santinha. Chorei, chorei pra caralho, tanto que molhei a camisa do Timeo com minhas lágrimas. Lágrimas. No meio do meu choro, comecei a gritar que não valia nada, que era uma corna estúpida e que merecia aquilo.
Tim enxugou minhas lágrimas e disse que eu valia muito, que era uma garota muito gostosa e que o Emilio era um idiota por não me valorizar. Seduzida pela vingança, beijei ele e foi assim que acabamos indo pro meu quarto. Agora que tinha lembrado de tudo, me sentia ainda mais estúpida por ter negado as oportunidades pro Timeo esclarecer as coisas. Envergonhada, baixei o olhar, não conseguia encará-lo, tinha motivos de sobra pra me odiar.
Timeo: Sabe, tentei te odiar, mas não consigo. Tentei te esquecer, e você aparece a cada minuto nas minhas lembranças. Mas mesmo que eu quisesse te dar uma chance, sei que a gente não vai dar certo.
Eu: É, você tem razão…
Ele se afastou de mim, dizendo que seria a última vez que a gente se veria pelo bem dos dois. Eu só concordei.
Timeo: Ah, e seu pai me pediu pra te entregar isso no dia que voltei pra Suíça.
Do bolso dele, ele tirou uma carta. Atordoada, peguei e, sem perder tempo, abri pra ler.Oi, filha, sei que você deve estar se perguntando por que deixei esta carta com o Timeo. Acho que entreguei a ele porque me passa segurança e confiança, já que o assunto que vou te contar não é fácil de processar nem de acreditar. É que tem tanta coisa que eu queria poder te falar cara a cara, mas tenho medo de que você me odeie.
Pra você, eu sempre fui o pai perfeito, o homem que daria tudo pela felicidade da sua princesinha e que só amou uma vez uma mulher, que é a sua mãe. Embora isso seja verdade, também tem uma fase que você não conhece de mim, uma parte da minha história que me envergonha.
Faz muito tempo, lá na minha juventude, eu era um infeliz, um cara que só enxergava as mulheres como objetos sexuais. Como tudo era fácil pra mim, nunca dei valor às coisas e também não achava que brincar com os sentimentos dos outros fosse algo errado. Fiz muitas mulheres sofrerem, enganei, machuquei e zoei várias, tudo por pura imaturidade.
Mas um dia, encontrei uma mina que pela primeira vez despertou algo em mim, com quem por um segundo pensei que ia formar uma família, e não, não era sua mãe. Essa mina e eu, compartilhamos uma noite mágica, mas nós dois, talvez acostumados a brincar com os sentimentos um do outro, decidimos nos recusar a enxergar o que sentíamos um pelo outro.
O nome daquela garota era Violet, nunca esqueci dela, mesmo quando conheci sua mãe, mas não é isso que me envergonha de verdade, Lu. É que depois daquela noite que passei com a Violet, ela engravidou e eu fugi da minha responsabilidade, mesmo sabendo que seria pai porque ela mesma me contou.
Abandonei aquela garota por ser um covarde, e não passou um dia sem que eu me arrependesse, mas não podia simplesmente ir atrás dela e aparecer do nada depois de tantos anos, pedindo perdão e que me chamasse de pai. No entanto, pelos caprichos da vida, há pouco tempo conheci a filha daquele ser que eu abandonei.
Poder compartilhar com ela, mesmo que por poucos minutos, me deixou muito feliz, porque pude saber que aquela filha que abandonei foi criada com amor e seguiu em frente, formou uma família maravilhosa e da qual espero que você não se prive de aproveitar, pelos meus pecados do passado.
Sei que me restam poucas horas de vida, filha. Algo dentro de mim me avisa. Eu deveria ir pro hospital, mas já não sinto a mesma força de antes pra continuar vivendo. Vou ser egoísta até no meu último minuto — vou te deixar também, talvez por medo de não conseguir olhar na sua cara e confessar a verdade. Pode me odiar, mas por favor, conhece e aproveita sua irmã mais velha, que se chama April Harper.Bom, depois de tanto tempo, volto pra finalizar o que um dia comecei. Espero que vocês tenham gostado dessa história.
Se tiverem interesse em saber como essa longa história começou, deixo o link aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/3705801/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-I-El-sueno.html
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