Boquete
Eu tava em choque, não sabia o que fazer, tinha acabado de ver como estupraram minha esposa… não é algo que eu devia permitir, aquele velho filho da puta ia me pagar, mas… fui eu quem deixou acontecer, além disso… por que me dava tanto tesão?!
Chegou o fim de semana, decidi pedir pro seu Francisco parar de ir, depois eu pensava em dar um jeito de fazer ele pagar de alguma forma. Agora que lembro, em algumas conversas que tive com minha esposa, ela mencionou que tinha uma filha…
O velho não teve escolha a não ser aceitar, depois de discutir um tempinho no telefone, combinamos que ele pegaria as ferramentas dele na segunda-feira seguinte.
Contei pra Lucia minha decisão e ela aceitou, sem mostrar nenhuma emoção.
Na segunda-feira, esperei o velho, mas o filho da puta não apareceu. Eu tinha que ir trabalhar, então pedi pra Lucia só deixar ele pegar as ferramentas.
Quando cheguei no trabalho, entrei nas câmeras pelo celular na hora. Vi tudo…
O velho chegou e nem ele nem eu acreditávamos no que estávamos vendo: Lucia recebeu ele vestindo só uma fio dental vermelha pequenininha, com meia-calça e salto alto, a putinha abraçou ele e deu um beijo na bochecha de saudação.
—Olá, seu Francisco, bom dia. Disse ela.
—Senhorita Lucia, bom dia, respondeu ele, visivelmente confuso.
—O que houve, senhor? O senhor está bem?
—O senhor Javier me ligou pra dizer que eu ia sair do serviço. Eu falei que só vinha pegar minhas ferramentas. Pensei que a senhora tinha comentado algo sobre o que aconteceu sexta-feira... se me permite explicar...
Lucia o interrompeu.
—Sexta-feira? O que aconteceu sexta-feira? Acho que a única coisa que aconteceu foi que uma puta recebeu o que merecia.
Minhas mãos começaram a tremer ao ouvir aquilo. Uma sensação estranha percorreu meu corpo. Eu não entendia nada do que estava rolando, e claramente o velho também não.
—Senhorita, eu não quero confusão. Não sei se isso é uma armadilha, mas só vim pegar minhas coisas.
O velho foi catar as ferramentas, jogou tudo numa mochila, mas mesmo assim, pela câmera, dava pra ver uma ereção enorme marcando na calça dele.
Lucia só sentou e ficou observando ele do sofá da sala.
—Essas são todas as minhas coisas, senhorita. Antes de ir, posso usar o banheiro?
—Claro, fique à vontade, seu Francisco.
O velho foi pro banheiro, e de repente minha esposa levantou do sofá e foi atrás dele. Eu não conseguia entender. Além do mais, no banheiro não tenho câmeras. Perdi ela de vista, porra!!
Saí correndo do trabalho, liguei o carro e fui pra casa. Estacionei uma quadra antes pra não perceberem minha presença. Entrei em casa devagar, fui em direção ao banheiro e... lá estava ela. Minha amada e linda esposa Lucia, a mulher por quem me apaixonei, uma mulher doce e meiga, uma dona de casa tímida e recatada (ou pelo menos era o que eu pensava)... nunca imaginei que a veria assim. Trancada no banheiro da nossa casa, vestida só com uma pequena tanga vermelha, de joelhos, com um pau preto enorme (e com toda certeza sujo) enfiado na boca, chupando como se não houvesse amanhã, se esforçando pra enfiar o máximo que conseguia na boca e mesmo assim não dando conta de engolir tudo, enquanto seu Francisco, o pedreiro que contratei pra reformar a cozinha, segurava ela pelos cabelos. cabeça com força enquanto fecha os olhos pra curtir, e tenho certeza disso, o melhor boquete da vida dele.
Enquanto isso, eu os observo por uma pequena fresta da porta, já que nem se preocuparam em fechá-la — embora não os culpe, afinal, eu não deveria estar aqui.
Não sei como aconteceu, não sei como deixei essa situação chegar a esse ponto. A verdade é que estou adorando tanto... sinto que vou explodir, tenho uma ereção descomunal, e nem se eu chegasse ao tamanho da pica que minha esposa está engolindo como uma verdadeira puta profissional. Acho melhor eu ir embora, preciso voltar ao trabalho.
— Assim, puta!! Adoro, engole tudo.
Ainda ouço enquanto me afasto. Lucia, por sua vez, não diz nada, só escuto os engasgos que ela dá cada vez que a pica do velho enche a garganta dela.
No caminho de volta ao trabalho, não consigo mais me concentrar. Olho as câmeras, mas não dá pra ver nada. Essa merda não pode continuar assim!!
De repente, recebo uma mensagem de Lucia, dizendo que o velho acabou de chegar para pegar as ferramentas dele. Maldita mentirosa, penso. A verdade é que já se passaram 2 horas desde que ele chegou.
Chegando em casa já de noite, Lucia não me recebe como de costume. Vou direto para o nosso quarto, parece que ela está tomando banho, então decido dormir. Quero pensar, mas não me sinto bem. Talvez tire umas férias... devia me divorciar? Por que não fiz nada?... Enquanto penso, vou pegando no sono... talvez por agora seja melhor, só dormir.
De repente, sinto algo morno na minha pica, e logo percebo que está sendo envolvida por algo... abro os olhos e vejo Lucia chupando minha pica, me dando um boquete como nunca tinha feito antes. Ela enfia tudo na boca e, quando tira, enquanto me masturba com a mão, lambe minhas bolas, uma por uma, colocando-as na boca enquanto me olha.
Só consigo aproveitar esse boquete foda. Presto mais atenção: ela está usando a lingerie que vestiu na nossa noite de núpcias. Tá uma delícia.
Maldita puta… só consigo pensar.
De repente ela se levanta e fica por cima de mim, sinto ela me penetrando devagar, mas dessa vez parece um pouco diferente, mais aberta??!!!, mesmo assim tô adorando.
Ela enfia meu pau inteiro e começa a rebolar como uma verdadeira puta, chega perto do meu ouvido e fala:
– Gostou do que viu, meu amor? Gostou de ver sua esposa chupando o pau de outro?
– Me perdoa!!. Ela diz enquanto solta um gemido.
Não entendo nada, como ela sabe??!!... então, pego ela pelas nádegas e viro ela com força, ela fica de bruços, vira o rosto me olhando, mas não fala nada. Só vejo a fome de pau dela.
PLASS!! Dou um tapa forte na bunda dela, uma vez e outra, ela grita de dor, mas não fala nada, só sorri.
Abro as nádegas dela e prestes a penetrar, toco... ela tá encharcada, molhadíssima, aponto meu pau e paro um momento… Não!, essa puta não vai se safar, aponto meu pau então pro cu dela e vou enfiando devagar, ela só grita e morde os lençóis.
– Cala a boca, puta, esse é seu castigo!!. Falo enquanto enterro meu pau inteiro no cu dela, ao mesmo tempo seguro os quadris dela pra ela não escapar.
– Me perdoa!!, me perdoa, meu amor!!. Ela responde gritando.
PLASS!! Dou outro tapa na bunda.
– Me perdoa por ser tão puta!!. Ela diz virando pra me olhar.
Vejo ela levar a mão pra baixo e começar a se masturbar, enquanto eu meto com mais força arrebentando o cu dela, de repente os gritos viram gemidos, gemidos que ecoam pela casa toda.
Não perco a chance de dar mais e mais tapas na bunda dela, as nádegas já tão vermelhas, mas não consigo parar, ela também não.
Tiro o pau e na hora ela se joga em mim pra enfiar na boca, sem parar de se masturbar.
Não aguento mais, despejo toda minha gozada enquanto recebo o boquete dela, ela geme, parece que também gozou... engole todo meu leite, como se fosse mel, mesmo depois que acabo de jorrar, ela continua lambendo tudo o que sobrou, como se não quisesse desperdiçar nada.
Caio exausto, meus olhos pesam, preciso dormir.
— Boa noite, meu amor. Ela me diz enquanto, assim como eu, cai exausta, a respiração ofegante vai se acalmando aos poucos, enquanto, assim como eu, ela adormece.
*Se vocês quiserem que eu continue a história, deixem seus pontos 🙂
Eu tava em choque, não sabia o que fazer, tinha acabado de ver como estupraram minha esposa… não é algo que eu devia permitir, aquele velho filho da puta ia me pagar, mas… fui eu quem deixou acontecer, além disso… por que me dava tanto tesão?!
Chegou o fim de semana, decidi pedir pro seu Francisco parar de ir, depois eu pensava em dar um jeito de fazer ele pagar de alguma forma. Agora que lembro, em algumas conversas que tive com minha esposa, ela mencionou que tinha uma filha…
O velho não teve escolha a não ser aceitar, depois de discutir um tempinho no telefone, combinamos que ele pegaria as ferramentas dele na segunda-feira seguinte.
Contei pra Lucia minha decisão e ela aceitou, sem mostrar nenhuma emoção.
Na segunda-feira, esperei o velho, mas o filho da puta não apareceu. Eu tinha que ir trabalhar, então pedi pra Lucia só deixar ele pegar as ferramentas.
Quando cheguei no trabalho, entrei nas câmeras pelo celular na hora. Vi tudo…
O velho chegou e nem ele nem eu acreditávamos no que estávamos vendo: Lucia recebeu ele vestindo só uma fio dental vermelha pequenininha, com meia-calça e salto alto, a putinha abraçou ele e deu um beijo na bochecha de saudação.
—Olá, seu Francisco, bom dia. Disse ela. —Senhorita Lucia, bom dia, respondeu ele, visivelmente confuso.
—O que houve, senhor? O senhor está bem?
—O senhor Javier me ligou pra dizer que eu ia sair do serviço. Eu falei que só vinha pegar minhas ferramentas. Pensei que a senhora tinha comentado algo sobre o que aconteceu sexta-feira... se me permite explicar...
Lucia o interrompeu.
—Sexta-feira? O que aconteceu sexta-feira? Acho que a única coisa que aconteceu foi que uma puta recebeu o que merecia.
Minhas mãos começaram a tremer ao ouvir aquilo. Uma sensação estranha percorreu meu corpo. Eu não entendia nada do que estava rolando, e claramente o velho também não.
—Senhorita, eu não quero confusão. Não sei se isso é uma armadilha, mas só vim pegar minhas coisas.
O velho foi catar as ferramentas, jogou tudo numa mochila, mas mesmo assim, pela câmera, dava pra ver uma ereção enorme marcando na calça dele.
Lucia só sentou e ficou observando ele do sofá da sala.
—Essas são todas as minhas coisas, senhorita. Antes de ir, posso usar o banheiro?
—Claro, fique à vontade, seu Francisco.
O velho foi pro banheiro, e de repente minha esposa levantou do sofá e foi atrás dele. Eu não conseguia entender. Além do mais, no banheiro não tenho câmeras. Perdi ela de vista, porra!!
Saí correndo do trabalho, liguei o carro e fui pra casa. Estacionei uma quadra antes pra não perceberem minha presença. Entrei em casa devagar, fui em direção ao banheiro e... lá estava ela. Minha amada e linda esposa Lucia, a mulher por quem me apaixonei, uma mulher doce e meiga, uma dona de casa tímida e recatada (ou pelo menos era o que eu pensava)... nunca imaginei que a veria assim. Trancada no banheiro da nossa casa, vestida só com uma pequena tanga vermelha, de joelhos, com um pau preto enorme (e com toda certeza sujo) enfiado na boca, chupando como se não houvesse amanhã, se esforçando pra enfiar o máximo que conseguia na boca e mesmo assim não dando conta de engolir tudo, enquanto seu Francisco, o pedreiro que contratei pra reformar a cozinha, segurava ela pelos cabelos. cabeça com força enquanto fecha os olhos pra curtir, e tenho certeza disso, o melhor boquete da vida dele.
Enquanto isso, eu os observo por uma pequena fresta da porta, já que nem se preocuparam em fechá-la — embora não os culpe, afinal, eu não deveria estar aqui.Não sei como aconteceu, não sei como deixei essa situação chegar a esse ponto. A verdade é que estou adorando tanto... sinto que vou explodir, tenho uma ereção descomunal, e nem se eu chegasse ao tamanho da pica que minha esposa está engolindo como uma verdadeira puta profissional. Acho melhor eu ir embora, preciso voltar ao trabalho.
— Assim, puta!! Adoro, engole tudo.
Ainda ouço enquanto me afasto. Lucia, por sua vez, não diz nada, só escuto os engasgos que ela dá cada vez que a pica do velho enche a garganta dela.
No caminho de volta ao trabalho, não consigo mais me concentrar. Olho as câmeras, mas não dá pra ver nada. Essa merda não pode continuar assim!!
De repente, recebo uma mensagem de Lucia, dizendo que o velho acabou de chegar para pegar as ferramentas dele. Maldita mentirosa, penso. A verdade é que já se passaram 2 horas desde que ele chegou.
Chegando em casa já de noite, Lucia não me recebe como de costume. Vou direto para o nosso quarto, parece que ela está tomando banho, então decido dormir. Quero pensar, mas não me sinto bem. Talvez tire umas férias... devia me divorciar? Por que não fiz nada?... Enquanto penso, vou pegando no sono... talvez por agora seja melhor, só dormir.
De repente, sinto algo morno na minha pica, e logo percebo que está sendo envolvida por algo... abro os olhos e vejo Lucia chupando minha pica, me dando um boquete como nunca tinha feito antes. Ela enfia tudo na boca e, quando tira, enquanto me masturba com a mão, lambe minhas bolas, uma por uma, colocando-as na boca enquanto me olha.
Só consigo aproveitar esse boquete foda. Presto mais atenção: ela está usando a lingerie que vestiu na nossa noite de núpcias. Tá uma delícia.
Maldita puta… só consigo pensar. De repente ela se levanta e fica por cima de mim, sinto ela me penetrando devagar, mas dessa vez parece um pouco diferente, mais aberta??!!!, mesmo assim tô adorando.
Ela enfia meu pau inteiro e começa a rebolar como uma verdadeira puta, chega perto do meu ouvido e fala:
– Gostou do que viu, meu amor? Gostou de ver sua esposa chupando o pau de outro?
– Me perdoa!!. Ela diz enquanto solta um gemido.
Não entendo nada, como ela sabe??!!... então, pego ela pelas nádegas e viro ela com força, ela fica de bruços, vira o rosto me olhando, mas não fala nada. Só vejo a fome de pau dela.
PLASS!! Dou um tapa forte na bunda dela, uma vez e outra, ela grita de dor, mas não fala nada, só sorri.
Abro as nádegas dela e prestes a penetrar, toco... ela tá encharcada, molhadíssima, aponto meu pau e paro um momento… Não!, essa puta não vai se safar, aponto meu pau então pro cu dela e vou enfiando devagar, ela só grita e morde os lençóis.
– Cala a boca, puta, esse é seu castigo!!. Falo enquanto enterro meu pau inteiro no cu dela, ao mesmo tempo seguro os quadris dela pra ela não escapar.
– Me perdoa!!, me perdoa, meu amor!!. Ela responde gritando.
PLASS!! Dou outro tapa na bunda.
– Me perdoa por ser tão puta!!. Ela diz virando pra me olhar.
Vejo ela levar a mão pra baixo e começar a se masturbar, enquanto eu meto com mais força arrebentando o cu dela, de repente os gritos viram gemidos, gemidos que ecoam pela casa toda.
Não perco a chance de dar mais e mais tapas na bunda dela, as nádegas já tão vermelhas, mas não consigo parar, ela também não.
Tiro o pau e na hora ela se joga em mim pra enfiar na boca, sem parar de se masturbar.
Não aguento mais, despejo toda minha gozada enquanto recebo o boquete dela, ela geme, parece que também gozou... engole todo meu leite, como se fosse mel, mesmo depois que acabo de jorrar, ela continua lambendo tudo o que sobrou, como se não quisesse desperdiçar nada.
Caio exausto, meus olhos pesam, preciso dormir.
— Boa noite, meu amor. Ela me diz enquanto, assim como eu, cai exausta, a respiração ofegante vai se acalmando aos poucos, enquanto, assim como eu, ela adormece.
*Se vocês quiserem que eu continue a história, deixem seus pontos 🙂
7 comentários - Minha amada e inocente esposa