Crossdresser… somos honestos?

Oi!! Eu adoro contos eróticos… vou te passar o meu
 
Fala, galera!! Minha história não é história “é realidade”. Tenho 54 anos, separado, moro sozinho e me acostumei a viver só… curto a solitude. Quero me firmar na minha realidade e que vocês (quem tá lendo) se coloquem no meu lugar.
Todo mundo sabe o que significa ser crossdresser, gostar de lingerie, de sapatos, da putaria… mas ninguém escreve a real desses casos.
Nascemos homens e, por circunstâncias da vida (sacanagem, tesão, abusos, ou como quiserem chamar), temos esses gostos que pra muitos é "fetiche", pra outros é realidade… de qualquer forma que a gente chame, tem que respeitar.
No meu caso, a primeira vez que me "montei" foi aos 15 anos… a verdade é que até hoje sinto aquela excitação tremenda em me montar com saltos, lingerie, maquiagem. Calcinhas fio dental, entendo que quando você experimenta essas coisas é o que realmente a gente sente e assim demonstra. O tempo passou e sempre fiz isso, comprando uma coisa ou outra, mas nunca consegui ficar na frente de outra pessoa… não tive coragem por um monte de coisas, caso real de perguntas que eu fazia: …como é que se faz pra ficar na frente de alguém vestido de mulher? …como fazer pra pessoa entender que o que sinto por dentro é puro? …como fazer pra explicar que quero que ele esteja dentro de mim sem me machucar? …como fazer pra que quem tá na minha frente saiba que não quero machucar ninguém?
Queria estar com a bem produzida, saber qual é a sensação de beijar estando produzida, enfim, milhares de coisas, tudo isso acabava numa "puta masturbação". Ali terminava tudo.
Agora, vamos ao lado psicológico… aqui entram um monte de fatores… um deles é:
quem se sente bem, faz
ou então
Quem gosta e não incomoda, não tem mal nenhum.
…mas, quando a gente se vê mal… será que a gente tá bem mesmo?... no meu caso, passei por todas as fases… gordo, magro, flácido, atlético… toda noite, sozinho, eram sessões de tesão (só) com roupas femininas, sandálias, brinquedos sexuais, filmes… mas sempre SOZINHO..
Passou o tempo e conheci uma pessoa pra quem contei meus gostos e a gente coincidiu em muitas coisas… nos conhecemos, conversamos, saímos como amigos e, como toda safadeza, marcamos de fazer direito… e o que significa direito… (me produzir.)…
Agora vamos para o espelho… depois que nos conhecemos, conversamos e até nos testamos com uns beijos gostosos no carro dele, chegou a hora de começar a me ver no espelho. Talvez fossem os nervos ou sei lá, mas quando me olhei no espelho (sabendo que outro cara ia me ver), só falei: “NÃO VAI ROLAR”… SINCERAMENTE, MEU TESÃO FOI PRO ESPAÇO… foi uma coisa de cair lágrimas de tanto rir de mim mesmo… Por quê? Muito simples… eu me sentia bem por dentro como mulher, mas por fora era um cara vestido de gostosa!!!!, de salto e lingerie… HORRÍVEL!!!! UMA LAVADORA DE ROUPA DE BODY… Acreditem, fiquei tão deprimido que ria sozinho… Como resolvi? SIM-PLES-MEN-TE… contei a verdade e não rolou mais nada… (fica entre a gente, … uns amassos gostosos no carro, quem sabe com final feliz, e pronto)…
 
ETAPA “SE QUERER”
Comecei a me amar... precisava me aceitar, queria me mostrar e curtir o que sempre quis... me sentir uma mulher com um homem, bem produzida. Abraçar ele, beijar, conversar, fazer um boquete nele, ele pedir o que quiser, mas estando toda produzida.
Com o tempo, comecei uma dieta, academia… comecei a depilar o corpo inteiro, inclusive os braços. Massagens com cremes esfoliantes, tratamento nas pernas pra deixar elas perfeitas, na minha bunda comecei a fazer uns tratamentos que paguei fortunas e nem sei como chamam, me colocavam eletrodos, cremes… (Sendo sincera… as espinhas na nossa bunda são feias pra caralho!!!) Ou seja, tentar me sentir melhor… o tempo passou e comecei a notar mudanças… as camisas e as calças estavam folgadas em mim. Me sentia melhor, aí comecei de novo a me olhar no espelho, a ter confiança pra me produzir, por exemplo… o body justo modela o corpo, comecei a ajustar ele eu mesma com linha e agulha… um roupão ajuda muito mais… o cabelo preso é mais sexy, meia com liga, sandália aberta de tiras e salto fino levantam mais a bunda… enfim, me sentia bem e minhas siriricas eram APOCALÍPTICAS, toda produzida.
ETAPA DE BUSCA DE CANDIDATO
Bom, se a gente for pela busca… temos milhares de fotos com paus duros, safados, cheios de fluidos que pra MIM não dizem nada… pra outros talvez sim… mas o que eu procurava era outra coisa… o tempo passou… conversas, mensagens, fotos sem sentido… CASADOS… milhares!!!! Mas não consegui encontrar “ele”…
O tempo passou, eu continuava feliz com minha mudança até que, num chat (que nunca entro… nem conhecia), encontrei ele!!!!!… viúvo… aposentado de 66 anos… arrumadinho, muito correto ao falar… meio quadrado, mas adorei como a gente conversava, me agradou desde que o conheci pela primeira vez… achei ele legal, sempre respeitou meu tempo… a gente se encontrou numa praça, conversamos pra caramba sobre tudo, fomos ao cinema, almoçar, enfim, passaram vários dias nos conhecendo bem. Depois que contei toda a minha história (ele contou a dele), ele topou que a gente “intimasse” — essa foi a palavra que ele usou (imaginem!!!) — e que eu pudesse realizar minha fantasia… ou seja, não seria o primeiro, mas seria a minha primeira vez montada na frente de um homem.
CHEGOU O DIA
O dia tão amado por mim chegou… combinamos que ele viria em casa às 19:00, era meio-dia e eu já estava no chuveiro… me depilei inteira… lembro que fiquei na banheira pra o sabão penetrar mais… pintei as unhas dos pés, das mãos, prendi todo o cabelo pra trás… me maquiei o melhor que pude sem ficar vulgar, usei um conjunto preto de meia-calça, body e umas sandálias pretas lindas…
Me sentia uma deusa, caminhava e sentia os saltos, me sentia única. Naquele dia, meu amado chegou às 19:00 em ponto, ficou impactado quando abri a porta… me olhou e ficou mudo. Adorei os beijos dele… Isso me deixou feliz por dentro. O encontro foi lindo porque eu me sentia bem… pude fazer tudo o que queria… beijar, lamber, abraçar, sentir aquela tesão do outro… sentir meus saltos andando de mãos dadas com ele até meu quarto me enlouqueceu. Ele foi muito doce comigo… fazer sexo oral produzido foi algo que recomendo, porque é incrível como você percebe muito mais a excitação, como você domina… de cócoras, praticando sexo oral, você tem dominação absoluta… sentir aquele aroma que nos deleita… gostei de tudo nele.
O momento da penetração foi diferente de tudo… (talvez com dor, porque não imaginava que ele era dotado), mas ele me cuidou, me tratou com respeito… eu ajudava com a mão pra ele me penetrar, sinceramente ele entendeu e me cuidou… foi muito higiênico… o que mais lembro é de me ver no espelho com ele dentro de mim… sentir aquele líquido dentro de mim foi algo maravilhoso, sentir ele tremer e saber que ele estava gozando dentro de mim foi algo indescritível… amei ouvir o barulho da lubrificação… lembro que quando ele tirou o pau, ele deitou e o que mais tenho como um flash é me levantar com meus saltos, ir ao banheiro e me higienizar gozada!!!!… é incrível a beleza daquele momento, estar sentada no bidê me higienizando gozada… recomendo.
Como vocês vão perceber, eu uso palavras pesadas, mas acho que são sinceras e diretas sobre o que vivi na "minha primeira vez produzida".

2 comentários - Crossdresser… somos honestos?

Muy bonito relato seguro te veías preciosa besos tesoro van diez