Era sábado de novo. Minha mãe tava muito puta naqueles dias e parecia que tudo ia desabar. Meu pai tava insuportável com ela, minha mãe chorava, eu não sabia o que fazer. Ser filho único numa família que parecia que ia explodir a qualquer momento, todo mundo estressado, sem saber o que fazer. Porque eu, sinceramente, ficaria com minha mãe se eles se separassem, mas meu pai não queria. Enfim, chega o sábado tão esperado por mim e pela minha mãe, já prontos pra ir pro sítio. Dessa vez a gente ia pro rio. Eu tava bem feliz. Dessa vez minha mãe não ia levar roupa de cama, mas sim um biquíni de duas peças. No sutiã tinha formato de conchas do mar pros peitos dela, e na parte de baixo, um biquíni não muito pequeno, mas bem sexy, daqueles que amarram dos lados, e as sandálias dela.

Tudo isso eu guardei na minha mochila. Ela vestiu seu vestido verde com laranja, bem justinho, que deixava ver aquela figura espetacular que ela escondia, e a gente foi pegar a kombi. Naquele dia tava muito ensolarado, eu e minha mãe fomos na frente com o amigo dela. Até chegar no nosso destino, quase não se trocava palavra. Quando ficamos sozinhos, no carro ele já começou a falar umas sacanagens pra ela, e minha mãe falava pra ele parar porque eu podia entender. Ele dizia que eu era muito pequeno pra entender, e se eu não entendia, ele falava tudo nas entrelinhas. Ele olhava toda a minha mãe, ela tava muito inquieta, mexendo as pernas, abrindo e fechando. Eu olhava pela janela, as árvores passando. Agora que eu penso, em cada distração que eu não via, com certeza ele beliscava os bicos dos peitos dela ou metia a mão lá embaixo.

Por que cada vez ela tava mais gostosa e incomodada, como se tivesse sendo preparada pro que vinha por aí. Dessa vez chegamos no destino, um lugar bem verde e não dava pra ver ninguém, parecia um canto bem escondido, tipo pra fazer essas coisas em plena luz do dia. Ela e ele vieram bem preparados pra uma tarde de piquenique. Ele me pediu pra acompanhá-lo pra escolher um lugar pra passar a tarde e a noite. Fomos pra beira do rio, tinha um lugar bem baixinho e bonito, aí ele colocou uma toalha e uma cobertura pra gente se instalar. Ele ficava falando que minha mãe era muito gostosa, que era bem yummy, que ainda era novinha. Eu dizia que sim, e ele perguntava como eu tava na escola. Eu falei que ia bem, mas ele perguntava como minha mãe ia me buscar na escola. Eu respondi que ela usava vestidos longos. Ele só falou: "Haaa".

Nisso minha mãe sai da kombi, tava toda gostosa naquele biquíni, muito sexy, com uma toalha tampando aquele lugar proibido que com certeza ele ia taladrar mais tarde. Dessa vez eu tava com aquele barquinho de brinquedo pra brincar na água, eu bem felizão lá dentro, brincando. Ele tava lá também, sentou do lado, e minha mãe eu vi que ia entrar, mas disse que ia tirar a toalha. Tira e vai descendo devagar pra entrar na água, ele segura a mão dela pra ajudar e ela vai sentando aos poucos. Eu brincando por ali, e ele abraça minha mãe. Ele me fala pra não me preocupar que ele ia cuidar pra ela não escorregar. Eu continuo brincando com o barco, minha mãe começa a me espirrar água, eu entro na onda e começamos a brincar de mãe e filho se molhando, ele entra na brincadeira também. Minha mãe meio que escorrega, mas ele segura ela pela cintura e senta ela no colo dele. Minha mãe não perde o ritmo da brincadeira, ficamos assim um tempão, ele atrás dela quase beijando o pescoço dela, a nuca, eu vejo eles bem melosos. Minha mãe deixa eu ganhar a brincadeira porque diz que cansou, ela se acomoda nele. Eu, inocente, continuo brincando na frente deles. Escuto minha mãe falar "não na frente dele, assim não". Ele se acalma, mas vejo como ela se ajeita no colo dele, porque ela levanta e fala que as pedras tão incomodando, que vai sentar nas pernas do amigo dela, e vejo ela sentando bem devagar. Nessa época eu não sacava nada, mas com certeza ele colocou a vara dele dura e ela foi engolindo, porque ficaram abraçados um tempão, se dando beijos gostosos e apaixonados. Ele tava segurando ela pela cinturinha, só vejo as alças do biquíni dela boiando, ele já tinha desamarrado o biquíni dela, mas naquela época eu não fazia ideia do que tava rolando, só ficava brincando. Eles disseram que iam entrar no rio, que minha mãe queria aprender a nadar, e pra eu ficar por perto. Ela amarra o que tava desamarrado, levantam e vão pra uma parte mais funda. Eu fico onde tava, porque era mais raso, vejo eles de lá e começo a brincar. brincar, eu vejo eles ali praticando a pegada na cintura e minha mãe abraça ele pelo pescoço, vejo que ele tenta mas não consegue porque minha mãe pula muito, os dois chapinham muito, acho que ele tá penando, eles se juntam mais, na água ela sobe nele como se ele estivesse carregando ela, e continuam chapinhando, ele fala pra ela que tem que fazer mais forte e rápido, ela se apertava nele muito mais forte como se fossem explodir, eu fingia que tava brincando mas era mais que óbvio que eles estavam fazendo ali na minha frente, com certeza ele puxou o biquíni dela pro lado pra meter tudo, minha mãe parecia que queria gemer, nisso ela mordia o pescoço dele como se quisesse abafar esses gemidos pra eu não perceber, eu continuava brincando, ela pareceu que se acalmou do nada, tanto ela quanto ele mergulharam, imagino que pra esfriar aquele calor que os dois geraram ali, ele saiu e minha mãe continuou embaixo e logo ela saiu e como num passe de mágica minha mãe já sabia nadar, o que era óbvio, minha mãe sabia nadar sim, eu só não lembrava naquele momento, os dois voltaram pra sentar onde estavam, agora os dois sentados, ela beijava ele agradecendo pela ajuda, começaram a se beijar, dava pra ouvir aqueles beijos bem estalados, minha mãe coloca a mão na perna dele quase no pacote e arranha ele de leve, já depois de todos banhados, a gente foi comer um lanche, tudo bem até ali pelo que eu sabia, comemos sanduíche, o sono me vence e minha mãe me leva pra kombi pra deitar, ele liga o ar pra ficar mais confortável e aí estamos nós três aproveitando aquele dia de campo que pra mim foi o melhor dia da minha vida, até se pudesse repetir, repetiria, eu dormi, minha mãe ia se trocar enquanto o sono me vencia, ela vestiu uma tanga que colocou na minha mochila e um sutiã desses transparentes de renda por completo, vejo ela fechando o sutiã e o sono me vence deixando minha mãe livre pra fazer o que sei lá o que aconteceu ali na kombi, já na viagem acordei e já tava anoitecendo, dessa vez fomos pra uma cidade perto dali pra nos hospedar num Um motel, já no quarto, tinha duas camas. Era óbvio que eu ia ficar sozinho e minha mãe com o amigo dela. Eu tava muito cansado e capotei no sono, enquanto minha mãe e o amigo dela estavam bem melosos, como se fossem dois namorados no cio. Dava pra ouvir eles pedindo pra esperar eu dormir. Não demorei nada, apaguei de vez, me cobri e me entreguei. Depois de algumas horas, levantei pra beber água. Já de pé, fui pegar meu copo d'água.
A roupa da minha mãe, o sutiã e a calcinha fio dental, eu pisei sem querer. Tava fria, senti bem pegajosa a peça dela. Tava no chão junto com a do amigo dela. Imagino que ele encheu a buceta dela de porra no rio, por isso tava assim. Ou encheu quando ela tava dormindo.

, supus que tiveram aquele rala e rola que deixou minha mãe bem feliz, os dois estavam abraçados. Fui pra minha cama dormir. No dia seguinte, já era hora de ir pra casa. Fomos pra kombi, minha mãe tinha se trocado e se maquiado como se nada tivesse acontecido. Eu via que ela tava muito feliz, diferente de como tava sábado de manhã. Aqueles rala e rola faziam milagre com minha mãe, tiravam todo aquele estresse que ela tinha com meu pai e com a família. Pra ser sincero, eu gostava de ver minha mãe feliz. Ele nos leva e deixa agora no centro, junto com outros passageiros, como numa rota normal. Descemos e fomos pra casa de ônibus. Dessa vez, minha mãe me perguntou como eu tinha me divertido. Não menti pra ela e falei que fiquei bem contente de ter ido no rio. Ela me proibiu de falar sobre a ida ao rio, que era um segredo. Se eu falasse alguma coisa, não poderia me levar de novo naquele lugar. E, sinceramente, eu queria muito voltar lá. Ela me deu um beijinho pra selar o trato, e fomos pra casa. Já em casa, ao subir os degraus, notei que minha mãe não tava de calcinha, não marcava nada na bunda. Peguei nas cadeiras dela pra confirmar, e sim, não tava de fio dental nem de biquíni. Não falei nada. Chegando, revirei minha mochila pra ver se estavam lá, e não só o biquíni, mas o fio dental dela também não tava. Pensei que talvez tivesse ficado no quarto, no chão. Fiquei com essa dúvida, mas não liguei muito. Minha mãe tava mais feliz, e com isso eu já era mais que feliz. Ficamos vendo TV e seguimos nossa rotina semanal... Agradeço por vocês me lerem, até a próxima.
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