Sem meus pais, você é minha mãe

Oi, galera! Me chamo Daniel, sou um cara de pais equatorianos, filho único de 17 anos. Sou moreno, magro, cabelo e olhos pretos. Tenho uma educação bem enraizada nos valores que minha avó, a mãe do meu pai, me ensinou – é ela quem criou a gente (a mamãe Luz, como eu chamo). Meus pais emigraram pra Espanha naquela época, e fazia uns 7 anos que eu não os via. Por isso essa relação tão especial com a mamãe Luz.

Faz tempo que eu tenho consciência, mas meu conhecimento sobre vida sexual era zero. Em casa, era só eu e minha avó. O normal era falar com os parças do bairro só sobre buceta, cu e peitos, revistas, mas principalmente filmes pornô. Naquela idade, na turma, tinha que ter, né? Aí chegavam as punhetas pra aliviar, e com as meninas, uns beijinhos e uma mão boba, nada parecido com o que eu via nos filmes.

Uma coisa que me chamou muita atenção, além do óbvio de ver como eles transavam, era as lambidas que o cara dava na buceta da mina. Isso foi algo que, além de me marcar, me deixou muito curioso. Ufff, meu interesse despertou em usar aquilo como fonte de aprendizado. Todo filme que eu via, minha atenção era total enquanto assistia do começo ao fim, com as calças nos joelhos e me masturbando do jeito que eu gostava, me dando todo o prazer do mundo. Meus 17 cm de pau estavam no auge, a veia passando pelo meu membro inchado, dando aquele voltagem que precisava pra ficar duro na minha mão. E na minha cabeça, repetindo como devia ser gostoso comer uma buceta daquelas.

Subindo e descendo, o jeito de me punhetar ficava melhor a cada minuto. A pornografia virou meu estilo de vida naquela época. Em casa, eu sempre tinha papel higiênico porque não parava – enquanto minha mamãe Luz dormia, seu neto dava um trato no pau. De manhã, eu levava o papel comigo ao sair pra escola e eliminava todo o rastro. Eu queria e respeitava muito... minha mamãe Luz, a imagem que eu tinha dela era imaculada e eu nunca quis que ela soubesse que, aos 17 anos, eu levava uma vida cheia de fantasias com mulheres, vendo pornô e me masturbando de um jeito muito compulsivo. Naquelas tardes quentes da minha querida Santo Domingo (cidade do Equador), o calor era daqueles que não deixava dormir. Eu aproveitava todas as oportunidades para minhas punhetas furtivas e noites de tesão no silêncio da casa, quando percebi que minha mamãe Luz estava dormindo, cansada do trabalho do dia. Entrei no meu quarto e logo fui buscar no computador aqueles vídeos que me davam tanto prazer. Com os fones colocados, comecei aquele ritual para mim, totalmente nu, assistindo pornô. A cena era de uma mulher madura chupando o pau de um garoto. Fechando os olhos, me colocava no lugar do ator, vendo aquela mulher mais velha chupando daquele jeito o pau do rapaz, acendendo em mim uma intensidade brutal. Já estava há um tempo dando carinho ao meu membro, e minha excitação estava tão grande que o pau pulsava. Eu ofegava por causa da carga de imagens pornô e da minha imaginação, que não parava de pensar no que uma mulher experiente pode fazer. Meus gemidos, com os fones, com certeza eram evidentes. O tamanho do meu pau naquele momento estava em todo o seu esplendor. Meus olhos fechados não perceberam o perigo naquele momento. Minha mamãe Luz não estava nos braços de Morfeu como eu pensava? (Minha linda mamãe Luz é uma mulher de uns XX anos, com 1,60m de altura, pele branca, olhos grandes, lábios carnudos, cabelos loiros e longos, sempre presos. Seus peitos são bem grandes, ela tem quadris largos e uma bunda grande, bem cavada. Para mim, ela é linda, já que é minha mãe, e era assim: nunca a olhava com olhos de desejo ou tesão, sério.) Ao abrir meus olhos e ver a porta entreaberta com a imagem da minha mamãe Luz nela, minha surpresa foi tão grande que fiquei vermelho como um tomate, sem saber o que dizer ou como reagir. Minha mão parou a manobra, meu pau eu sentia duro e gelado ao empurrar. Empurro a porta com violência e entro na casa da mamãe Luz. Mamãe Luz: O que você está fazendo, sua mocinha do demônio? Eu: Ma... ma... mamãe — só consegui soltar. Ela se aproximou de mim muito irritada, levantando a mão e dando algumas pancadas na minha cabeça. Minha reação foi instintiva: levantei as mãos para proteger a cabeça, deixando meu pau livre e duro. O susto não tinha sido suficiente para ele baixar, e ela gritou: "Nojento, porco! Nesta casa nunca te ensinaram a ser um doente? Você está tarado, morboso!" Gritos, reclamações, repreensões e depois um jadeio incessante, tornando notório o ataque de fúria do qual eu tinha sido vítima. Seu cansaço evidente terminou numa respiração profunda, com aqueles olhos lindos arregalados como pratos, encarando o pau do seu menino, do seu Danisito. Meu pau duro era tão evidente quanto minha vergonha. Um toque de consciência me fez levar as mãos até ele, tentando tampar. Naquele momento, os olhos dela não paravam de ver a criação do seu filho — um neto com um pau daquele tamanho. Suavizando o olhar e dissipando a rabia, ela me encarou de um jeito que só uma mãe que ama seu filho de criação sabe fazer. Foi então que um gesto mudaria tudo: separando seus lábios carnudos de mulher vivida, com a expressão marcada por todas as coisas que viveu como avó, como mãe, como filha, como mulher, ela deixou a ponta da língua aparecer levemente, pousando no lábio superior. Essa imagem me fez dar um movimento involuntário com a mão, que agora sentia meu pau. Mamãe Luz, sussurrando bem baixinho, quase afogado: "Ahhhhhh..." Mamãe Luz: "Danisito, mijinho, meu amor... isso está errado, meu menino lindo..." — dizendo bem devagar. Minha forma de ver a mamãe Luz mudou completamente. Via uma mulher madura, bastante madura, agindo de um jeito que nunca imaginei. O roupão nela marcava suas partes mais proeminentes: os seios grandes, soltos e caídos pela idade, e o quadril que, junto com as nádegas, apertavam o camisola que ela usava. Imaginava que ela devia ter cavalgado muitos paus em seus tempos de mocidade. Era a primeira vez que a... eu via assim, já que desde que comecei a crescer ela me deu meu próprio quarto • Mamãe Luz: como você cresceu, meu filhinho, meu menino, nossa, que coisa você tem aí... meu Deus, disse sem perder nenhum detalhe da minha pica... • Mamãe Luz: naquele momento ela suspirou, mas não era mais abafado, notei até com certo desejo em seus lábios grossos • Eu: mamãezinha, por favor, me perdoe • Mamãe Luz: filhinho, isso que você está fazendo é errado, esta casa está cheia de homens de verdade, homens que não ficam pelos cantos da casa se masturbando, Danisito, eu entendo que você precise se aliviar, todos os homens fazem isso, meu amor, seu avô, seu pai e seu tio; todos eles são muito homens e não ficam se masturbando, e isso eu posso te garantir (terminou dizendo sorrindo) • Eu: naquele momento eu olhava aquela forma de peitos que ficava no camisão, com aqueles mamilos marcados, assim como a calcinha que dava para ver, minha imaginação me pregaram uma peça e, terminando de ouvir minha mamãe Luz atentamente, a chuva de imagens vendo minha mamãe Luz transando com seu marido, meu pai e meu tio, isso era melhor que qualquer filme pornô que eu já tivesse visto... O QUE ACONTECIA COMIGO NAQUELE MOMENTO ERA INCESTO... O INCESTO TÃO DESEJADO QUE DUAS PESSOAS DO MESMO SANGUE PODEM QUEIMAR DENTRO DO CORPO UM DO OUTRO!! comecei a manobrar para que minha pica voltasse a ganhar corpo • Mamãe Luz: Não, Danisito, isso não, meu lindo!!! doce e terna, me afastando daquilo que, segundo ela, me fazia tanto mal, o pornô do meu computador, girou a cadeira, segurou meus braços e os colocou nos apoios da cadeira, o show era para ela uma tentação, pela idade não acredito que ela tenha uma vida sexual ativa, nem de longe, ela voltou a olhar para o que havia libertado, só para ela, a pica do menino que decidiu criar e cuidar enquanto meus pais faziam dinheiro na Espanha, ela fez com todo o gosto, para neste dia ver o que ela havia contribuído a criar, ela precisava do espetáculo, desejava, merecia. Ela começou a sacar a língua descaradamente, com vontade, com luxúria, parecia outra pessoa molhou aqueles lábios tão carnudos que me deram tantos beijos nas bochechas e na testa, desta vez estavam úmidos e era diferente seus olhos enormes não paravam de olhar tudo o que o menino de criação tinha nas pernas, apoiando-se nas minhas pernas ela se ajoelhou ficando no meio das minhas pernas com o rosto bem exposto perto do meu pau, eu perdia a força mas ela estava tranquila muito contida levou as mãos ao meu colo e acariciando a base do meu pau e todos os seus pelos, a reação do meu pau (uma memória dizia que conhecia o rosto dessa mulher desde criança era a encarregada de me dar banho e cuidar de mim) essas carícias mistura dos seus dedos e das suas mãos fizeram meu pau ficar duro como uma pedra, que ela abraçou com uma das mãos enquanto a outra acariciava minhas bolas, o céu o inferno, não sei só queria Maaaaais!!! só um leve movimento de mão, rumo ao pré-ângulo de um começo perfeito, ela levantou o rosto e agora só o tinha aberto levemente como esperando algo nela!!! • Eu: mamita ahhhhh eeeee que gostoso dizia enquanto nossos olhares se cruzavam eu abria a boca extasiado olhando sua boca semiaberta que delícia suas mãos eram mestras em acariciar meu escroto de cima a baixo o movimento da sua mão em aumento ela queria conhecer cada centímetro do meu pau… mamita que gostoso você está me matando o dedo no escroto chegou até o buraco do meu cu e que maneira mais eficaz de acariciar, a tesão em mim foi em aumento o dedo da minha mamita luz estava na entrada do meu cu acariciando com muito amor enquanto a mão dela o manejo era digno de uma experiente • Mamita luz: SABE UMA COISA DANISITO EU estou eu não só fiz isso com seu avô em vida, também com seu pai, eu desvirguei seu pai e seu tio, e mais de uma vez chupava o pau deles, danisito você tem o pau muito parecido com o do seu pai desses 3 paus o do seu pai sempre me agradou mais e agora TEM VOCÊ!!! Dito isso e sem dizer mais nenhuma palavra ela abriu a boca e meteu A cabeça do meu pau macia desceu um pouco, apertou seus lábios e eu sentia os lamberes no meu pau (nunca ninguém tinha me chupado assim, nem de nenhum tipo, era minha primeira vez). Como disse, era o céu. Abri meus olhos e vi minha mamita Luz, minha avó paterna, chupando meu pau com os olhos fechados e curtindo. Ela subia até a puta, tirava a língua e brincava. Era consciente de que não queria fazer feio com o pau agora do neto e filho de criação.

• Mamita Luz: abria a boca de novo e queria curtir tudo, cada centímetro sem pressa, com os olhos fechados e com uma vontade imponente. Chegando no fundo, deu uma leve engasgada, mas nada para uma mulher com a experiência dela. Naquele momento, com todo meu pau na boca, produzindo uma quantidade abundante de saliva misturada com os fluidos do meu pau, deliciosos para ela, ela abriu os olhos. Olhando um para o outro, decidiu subir, e eu vi seus lábios se desenroscando do meu pau. Dos lábios dela saiu… “Mijito, meu menino, SEU pau ESTÁ uma delícia COMO O DO SEU PAI!!!!!” E ela o enfiou de novo, subindo e descendo, acariciando meu escroto com a outra mão e com um dos dedos acariciando a entrada do meu ânus sem forçar. Em um momento de tanto prazer, parei de sentir a mão dela nas minhas bolas. Ao abrir meus olhos de novo, a descobri com aquela mão entre as pernas, metendo os dedos naquela buceta toda desflorada, comida uma e outra vez pelos homens da casa.

As imagens não paravam de vir à minha cabeça, saber que ela tinha provado o pau daqueles três homens da casa antes de mim… uma imagem até de imaginá-la mais jovem, totalmente comível, fazendo uma orgia com meu avô, meu pai e meu tio, foi o clímax daquela corrente que passou pelo meu corpo para se materializar em esperma grosso. Aquele primeiro jato saiu com uma força incrível, batendo nos lábios e queixo dela e escorrendo até manchar aquele camisão. Ela continuou o movimento com a mão, queria tirar mais de mim, e senti outra descarga de porra… ahhhhhhh mamita ahhhhh mamita que gostoso te amo mamita linda ahhhhhhh …gozo fresco para minha mamita luz ao sair minha mamita só abriu a boca e enchi sua boca transbordando por esses lindos lábios produto dessa grande obra de arte …naquele momento ao se levantar minha mamita …. • Mamita luz: QUE DELÍCIA DANISITO QUE GOSTOSO.    MIJITO MHMMMMMMM meu pau já tinha perdido aquela vitalidade estava mais murcho mas babado  Deixa que sua mamita te limpa ouvi dizer em seguida ela meteu a boca até o fundo me olhando na cara. Que bagunça que fiz soltou meio sorrindo  Se pôs de pé se apoiando nas minhas pernas pude ver o brilho e o quanto estava úmida  sua mão com a qual cutucava sua pussy desflorada e peluda de uma velha tarada bem safada,  levantou o camisão e deixando ver aquela calcinha  grande e molhada que cobria sua fumaça decente necessidade, tirou a calcinha e com ela começou a limpar o resto do meu pau…termina você a ouvi dizer e se foi . Foi uma noite inesquecível e incrível aquela calcinha ainda guardo e dias depois me masturbava constantemente com ela cheirando e agitando bem forte e compulsivamente no meu pau … Os dias seguintes transcorreram com normalidade ou assim acreditávamos nisso liga da Espanha meu pai para dizer que tinha preparado tudo para minha viagem já que eles queriam que eu terminasse de estudar lá eles já com 7 anos lá já estavam radicados agora era minha vez de viajar. Isso caiu como uma bomba para minha mamita luz …minha mãe no fim das contas, por mais que encha a boca a outra ….ficou triste e mal comia chegou o dia de viajar, a abracei  muito forte e aproveitei para fazê-lo não como seu filho mas como outro de seus machos da casa, entre lágrimas me dizendo e lembrando que nunca me esqueça dela que no final mãe é mãe …embora não tenha saído dela ….me deu um beijo apaixonado na boca ao qual respondi.. parecíamos um casal ….  TE AMO MAMITA LUZ VOCÊ É MINHA MÃE E MINHA PRIMEIRA MULHER NA VIDA TE AMOSem meus pais, você é minha mãe

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