Sumisa feminizada e putinha 3

Cada dia quando saía do trabalho, ia direto pro apartamento, me vestia bem puta e minhas novas colegas me maquiavam e me ensinavam como fazer até que aprendi sozinha. E assim passava a tarde toda, onde tinha dias que chegava a ter até 3 clientes e dias que nenhum, até a noite que eu ia pra casa já jantada. Lá, eu tirava a maquiagem pra ficar apresentável pro trabalho no escritório de manhã, vestia minha camisola e ia dormir. Os fins de semana eram diferentes: entrava na sexta à tarde e saía no domingo à noite. Dormia com as outras garotas no mesmo quarto, em beliches. Nas primeiras vezes que dormi com elas, achava difícil vê-las de calcinha ou peladas pelo quarto, até que com o tempo aceitei que era mais uma delas.

O primeiro boquete do dia, no começo, sempre dava pro meu dono. Ele e o Daniel, o dono da loja de lingerie, eram os únicos homens que eu chupava sem camisinha e eles me premiavam com o gozo deles. Nas segundas, nosso dono nos dava folga, mas eu tinha uma condição: tinha que ir pro apartamento mesmo assim, porque naquele dia era o único que ele me comia, já que dizia que uma puta como eu precisa de pica todo dia. Depois disso, podia sair pra passear ou fazer compras, mas sempre acompanhada de alguma das minhas colegas.

Assim foram passando os dias e os meses, onde comi e fui comida por uma porção de paus. Fui humilhada, amarrada, açoitada, mas é pra isso que os homens pagam por mim: pra servi-los e obedecê-los. E embora meu dono fique com a maior parte do dinheiro, ganho mais como puta do que no meu trabalho. Mas depois do verão, que passei 23 dias junto com minhas colegas no apartamento, onde fiz muitas saídas pra hotéis pra satisfazer turistas estrangeiros, apareceu um cliente que mudou tudo. Era uma sexta de manhã quando meu dono me disse:

— Esta tarde você tem um serviço das 18h às 21h neste endereço.

— Sim, senhor.

Ele me passou um endereço e na hora marcada eu estava lá, batendo na porta. Quem abriu foi um homem bem vestido, loiro, alto e bastante... Bonito. —Pode passar, senhorita. —Obrigada. Entre na sala e venha atrás de mim. —Olá, sou o Manuel, e a senhorita, como posso chamá-la? —Jessi, senhor Manuel. —Só Manuel, nada de senhor, senhorita Jessi. —Pode me chamar de Jessi também. Nenhum cliente nunca tinha me tratado assim, me fez sentir muito à vontade desde o começo. —Quer beber algo, Jessi? Cerveja, Coca Booty? —Uma cerveja. —Toma, gostosa. Vamos ver, Jessi, me explica um pouco como você acabou nesse mundo. Saiba que eu te vejo como mulher, não como puta. Gosto de fazer jogos com as mulheres que contrato. Expliquei tudo por cima, rapidinho. —História interessante. Agora vou te explicar um pouco de mim: sou diretor de um banco, e eu gosto de brincar. Vamos começar meu jogo. Agora você é minha esposa. Aquela é nossa suíte. Você vai lá, arruma o quarto e depois veste o que está em cima da cadeira. Quando estiver pronta, me avisa e me espera na cama. Entrei no quarto, a cama estava desarrumada, tinha roupa dele em cima, até umas cuecas que deixei numa cadeira. Arrumei a cama. Em outra cadeira, tinha um monte de roupa para dobrar. Dobrei tudo e fui procurando onde guardar. A cama era de casal, com um criado-mudo de cada lado. No primeiro que abri, tinha calcinha de mulher. No outro, guardei as cuecas limpas dele. Saí do quarto com a roupa suja que tinha deixado em cima da cadeira e perguntei onde ia. Levei, voltei, peguei a roupa que ele tinha preparado pra mim: fio dental, sutiã e cinta-liga de renda, meia-calça e um baby doll, tudo preto. Vestí tudo e me deitei na cama. —Já tô pronta. —Já vou, meu amor. Ele entrou no quarto, começou a se despir e ficou só de cueca. —Hoje você tá linda, querida. —Obrigada. Ele se deitou do meu lado e começou a acariciar meu corpo enquanto me dava um beijo sensual. Eu também comecei a acariciar o peito dele, descendo rápido pra pegar o pau dele. —Calma, gata, não seja ansiosa. Deixa isso pra depois, vamos aproveitar. de carícias e beijos. Fiquei meio parada, não esperava isso de um homem e percebi que esse Manuel era diferente, todo mundo queria direto um boquete e me dar uma boa foda. Depois de um tempo assim, entre carícias e beijos, ele começou a passar a mão na minha bunda e eu provei de novo, e depois de passar a mão por cima da cueca, coloquei a mão e comecei a masturbá-lo. Olhei pra ele, tinha uma bela pica de 20 cm que já queria meter na minha boca. Peguei uma camisinha que tinha enfiada no sutiã, coloquei nele e desci direto pra chupar. Ele me virou, me colocou de lado e começou a lamber meu buraquinho, fazendo um 69. Era meu primeiro 69 com um homem. Eu engolia aquela bela pica e ele chupava meu cu. Até aquele dia, os homens pagavam por mim só pra chupar a pica deles e me foder de quatro como uma puta, esse era meu trabalho e meu dia a dia. Poucos minutos depois, ele me virou, me deitou de barriga pra cima e, deitado ao meu lado, começou a me beijar enquanto colocava uma mão na minha entrepernas e me tocava como se deve tocar uma mulher. Parou, pegou um tubinho da mesinha e lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo lá dentro. Eu, entregue a ele e de pernas abertas, ele afastou a calcinha pro lado, se meteu entre elas e, devagar, com muita delicadeza, começou a meter a pica. Eu olhava direto nos olhos dele enquanto ele ia metendo e tirando, até começar uma foda suave e gostosa. Era a primeira vez que um homem me fazia aproveitar como uma verdadeira mulher. O prazer que eu sentia era imenso. Quanto mais eu olhava pra ele, mais tesão e prazer eu sentia, ele me olhava sorrindo. — Cê tá gostando, né, gata? — Mmmm, sim, adoro, é muito gostoso. — Acho que vou te fazer aproveitar muito, amor. — Sim, meu amor, continua, ahhh, ahhh, não para. Era a primeira vez que eu sentia que estavam fazendo amor comigo e a primeira vez que me senti uma mulher de verdade. Até aquele dia, todos me tratavam como o que eu era: uma putinha que meu dono oferecia em troca de dinheiro, como uma vadia ou como uma submisso onde eu era humilhada. Não sei o que Duro aquele sexo, mas pareceu curto pra mim. Quando ele gozou, ficou deitado do meu lado, se acariciando e me beijando. Sinceramente, me senti toda uma mulher do lado dele. Ficamos um bom tempo assim, faltava só meia hora pra eu ter que ir. — Sabe, Manuel, você me fez passar muito bem. — Fico feliz que você gostou, querida. — E por isso vou te premiar com algo que tenho proibido fazer. — Ah, é? E o que é? — Deixa eu fazer do meu jeito. Beijei ele na boca e fui descendo pelo pescoço, peito, abdômen até chegar naquela pica linda dele e comecei a chupar sem camisinha, até fazer ele gozar na minha boca. — Gostou, meu amor? — Sim, muito. — Bom, acho que tenho que ir. Obrigada por essa tarde incrível. — Obrigado a você, Jessi. Mas te espero na próxima sexta. — Vou adorar voltar. Quando as férias acabaram, uma semana depois, larguei meu trabalho por ordem do meu sexy. Ele me queria lá 24 horas por dia, 7 dias por semana, trabalhando como uma putinha. As sextas foram se repetindo. Toda sexta ele contratava meus serviços e sempre tinha algo preparado. Na semana seguinte, ele me arrumou uma fantasia de empregada francesa. Naquele dia, ele me comeu apoiada na mesa, com a calcinha na altura dos joelhos. Outra semana, fui de freira puta e ele de padre. Depois, de enfermeira, e por aí vai. Mas uma das melhores foi a de colegial: calcinha branca lisa, meia até o joelho, blusinha branca, uma mini plissada bem curtinha e uns saltos agulha. Ele me mandou sentar numa espécie de carteira escolar e me deu uma prova escrita com 10 perguntas. Só acertei 3. — Muito mal essa prova, senhorita Jessi. Você tirou um 3 — ele disse, apoiando uma das mãos no meu ombro. — Era muito difícil, professor. — Vamos ver se na prova oral você vai melhor. — Com certeza, senhor professor. Oral é a minha praia. Levei uma das minhas mãos até a virilha dele, toquei por cima da calça um pouco, abaixei o zíper, tirei pra fora e comecei a masturbar ele enquanto olhava nos olhos dele e aproximava minha boca da pica dele, começando a chupar de um jeito sensual. — Ora, ora, parece que tenho uma aluna aplicada. Puta como aluna, não pense que com isso vai conseguir passar de ano.
— Mas, senhor professor, o senhor disse prova oral e eu pensei que...
— Já percebi, você pensou como a puta que é: "chupo ele e ele me aprova", mas não era isso, eu tava falando de uma prova falada.
— Desculpa, senhor professor, do jeito que o senhor quiser, sinto muito pela confusão.
— Eu não sinto, não. Continue com o que tava fazendo, quero ver o que sabe fazer com essa boquinha.

Sentada na minha carteira, continuei chupando a deliciosa rola dele até que ele encheu minha boca de porra gostosa e quentinha.

— Então é uma putinha mesmo, mas vou ter que te dar um castigo pela sua ousadia.
— Mas professor, por quê? O senhor não gostou?
— Gostei, e muito, mas não aceito chantagem de nenhuma puta pra passar de ano. Então levanta e vem comigo até minha mesa.

Ele sentou, me deitou de bruços no colo dele, levantou minha saia e me deu quatro palmadas na bunda.
— Isso é por ser uma menina má.

Ele continuou passando a mão na minha bunda e, de vez em quando, dava mais uma palmada. Depois, enfiou a mão por baixo da minha calcinha e continuou apalpando até que senti ele enfiar um dedo no meu cu. Não demorou pra eu começar a gemer.

— Você gosta, né, puta?
— Sim, professor, adoro.
— Pensei que quero você mais perto de mim. Vou te trocar de carteira. Levanta e experimenta sua nova carteira.
— Sim, professor.

Abri minhas pernas e me coloquei em cima dele, segurando no pescoço dele. Ele me levantou.
— Vamos, puta, afasta a calcinha pro lado.
— Sim, professor.
— Agora senta devagar na sua nova carteira.

Senti a ponta da rola dele no meu cuzinho e fui descendo devagar, sentindo ele entrando até que fiquei com ele todo dentro.

— Você é uma aluna muito puta.
— Sim, professor, sou uma puta.

Eu me aproximei dele e ele começou a me beijar. Eu me agarrei no pescoço dele e comecei a cavalgar na rola dele.

— O que foi, puta? A carteira tá desconfortável? Você tá se mexendo demais.
— Mmmm, não, professor... ahhh, ahhh, eu amo minha nova carteira.
— Continua, puta, continua, gosto do jeito que você se mexe.
— Sim, profe, sim... ahhh, eu também. Gostei, bem gostoso. Depois de um tempo cavalgando, o Manuel falou que ia gozar, e eu fiquei sentada em cima dele, beijando ele. — Manuel, eu te quero. Saiu da minha boca sem eu pensar. — O que você disse, Jessi? — Nada, não. — Fala o que você disse. — Que eu te quero. — Sim, eu te quero muito, curto pra caralho com você e seus jogos, e desejo que nossa próxima encontro chegue logo. — Eu também, e você me atrai pra caralho, Jessi. — Você também me atrai pra caralho, e eu penso em você todo dia, acho que... — Acha o quê? — Nada, isso que eu te quero. — Você se apaixonou por mim. Ele me beijou sensual, um beijo longo e carinhoso. — Acho que sim. — Acha que sim, o quê? — Que tô apaixonada por você, nunca nenhum homem me tratou como você, me faz sentir bem, me faz esquecer que sou uma puta e me faz sentir mulher. — Gosto do que você tá falando. — É o que eu sinto. — Você viria morar comigo? — Adoraria, mas sabe que não posso. — Deixa comigo. — Sim, mas não vou criar expectativas. 5 dias depois. — Jessi, pega suas coisas que você vai embora, te compraram. — Como assim, me compraram? — Fizeram uma boa oferta por você e eu te vendi. — Mas pra quem? — Você vai ver, pega suas coisas que daqui a uma hora seu novo dono vai te esperar lá embaixo. Desci com minhas coisas, morrendo de medo, sem saber o que me esperava, e quando saí na rua, encontrei o Manuel na minha frente. — Oi, Jessi, como você tá? — Bem, surpresa. Ele me deu um beijo. — Me dá a mala que a gente vai pra casa, quer? — Claro que quero. — Então vamos, gata. Já na casa dele. — Você não tem muita roupa, mas deixei uma gaveta vazia ali na cômoda pra suas coisas, no armário você pode pendurar, e sua roupa íntima já sabe, ali na mesinha do lado da nossa cama. Soou estranho pra caralho esse negócio de "nossa cama", a partir de hoje eu ia dividir a cama com um homem e não só isso, a vida. Ele me pegou por trás, me virou e me beijou gostoso. — Tá feliz, amor, de estar aqui? — Demais. — Troca de roupa que a gente vai comer fora pra comemorar isso, se quiser, escolhe alguma coisa do que tem ali. Armário. Eu já conhecia aqueles armários, ele tinha bastante roupa de mulher lá. Fiquei olhando e escolhi um vestido de tricô cinza, na altura da coxa, com cinto, que me servia bem. Queria ir elegante e aquele vestido era genial. Ainda bem que ele tinha aquela roupa, porque a minha era toda de puta. Eu gostava da minha roupa, mas não pra sair pra comer no meu primeiro dia com quem ia ser meu homem. Escolhi minha calcinha preta de renda e deixei tudo em cima da cama. — Manuel, posso tomar um banho? — Claro, querida, você está na sua casa. Tem toalhas no armário do banheiro. Tomei um banho, me vesti, peguei minha maquiagem, me maquiei e coloquei uns saltos pretos. — Já tô pronta, Manuel. — Então vamos, meu amor. Assim que saímos pela porta, ele me pegou pela mão, parou um táxi, abriu a porta pra mim e me convidou a entrar. Ele foi pelo outro lado, sentou, passou o braço por cima do meu ombro e me puxou pra perto dele. Eu me sentia muito à vontade com ele. Com essas coisas e pequenos detalhes, ele me fazia sentir toda uma mulher. Até chegarmos ao restaurante. Ele saiu primeiro, abriu a porta pra mim e me deu a mão pra me ajudar a descer. — Oi, Pedro. — Oi, Manuel. Já deixei a mesa de sempre pra dois. — Valeu, Pedro. — De nada. Vejo que hoje você vem em boa companhia. — Sim, Pedro, deixa eu te apresentar. Jessica, minha parceira. Esse é o Pedro, um grande amigo e dono do restaurante. Ele me cumprimentou com dois beijos e o Manuel colocou ele a par do nosso relacionamento. Disse que a gente tava se vendo há alguns meses e que hoje começávamos a morar juntos e saímos pra comemorar. Durante a comida, ele me explicou os planos que tinha pra mim. Que se eu não quisesse aceitar, era livre pra ir embora naquele momento. Ele queria me feminizar por completo, que eu começasse a tomar hormônios e que mais pra frente ele pagaria uns implantes. Minha vida a partir de hoje teria que ser única e exclusivamente como mulher. Eu me dedicaria única e exclusivamente às tarefas de casa. Ele cuidaria de comprar minhas roupas e todos os caprichos que eu tivesse, e eu teria que cumprir como uma boa esposa. Na cama. — Pode pensar se quiser, é uma decisão difícil, leva o tempo que precisar. — Já pensei, aceito. Depois do almoço, ele me levou pra comprar umas roupas, ele escolhia tudo, eu experimentava e ele decidia o que comprar. Uns vestidos discretos de mocinha, não tava acostumada a me ver vestida assim, como uma mulher normal. Umas minissaias, uns tops, lingerie, um babydoll preto com a calcinha dele, uns camisolas e uns sapatos. Voltamos pra casa. Mal larguei as sacolas, ele me agarrou, me levou direto pro quarto, tirou meu vestido, me deitou na cama e, depois de uns beijos e carícias, fez amor comigo suave e ternamente. Depois, ficamos um tempão deitados, abraçados na cama, até que resolvi levantar pra preparar um jantar pra nós dois. Ele me ajudou na cozinha, eu não sabia onde as coisas estavam nem como funcionava. Depois do jantar, tomei um banho, vesti meu babydoll novo e fui pro sofá onde ele tava sentado. — O que achou, Manuel? — Cê tá muito gostosa, vem cá. Cheguei perto, sentei do lado dele e comecei a acariciar o peito dele, que tava sem camisa. Ele começou a me beijar enquanto eu acariciava o corpo dele. Não demorou muito pra eu procurar o pau dele com a mão, já tava duro, pronto pra ser chupado. Fui descendo, beijando o peito dele até chegar naquela delícia e comecei a chupar até esvaziar a porra gostosa dele na minha boca. Continuei chupando até deixar bem limpinho. Ele se levantou, me pegou no colo, me fez ficar de quatro na cama, afastou minha calcinha e foi metendo devagar. Me deu uma trepada tremenda, dessa vez mais forte que a da tarde. Quando terminou, fiquei deitada na cama e ele se deitou do meu lado. Demorei pra dormir, me sentia estranha, era a primeira vez que dormia com um homem depois de ser fodida. Às 6 da manhã, ele me acordou. Ia se levantar pra ir trabalhar. — Vou tomar um banho, amor. Me prepara um café? — Sim, love. Levantei, preparei um café pra ele. Não sabia se queria mais alguma coisa e tive que perguntar. Ele disse: Que só tomava café, esperei ele na cozinha, ele tomou o café, me deu um beijo gostoso e foi trabalhar. Naquela manhã fiquei bem nervosa, não sabia o que fazer, não tava acostumada a ser dona de casa, mas beleza, varri, tirei o pó, fiz a comida e esperei ele chegar. No começo, confesso, sofri pra fazer essas tarefas, nunca gostei disso, mas com o tempo me acostumei e fazia tudo feliz e contente, adorava que ele chegasse e visse tudo limpinho. Meu corpo foi mudando aos poucos por causa dos hormônios, e com 8 meses de THR chegou minha cirurgia de peitos, 500 gramas em cada um. A primeira semana foi horrível de dor, na segunda quase não doía, mas eu sentia uma coisa estranha ali que antes não tinha. O tempo passava rápido e eu já vivia totalmente entregue a ele, me vestia como uma mocinha, minhas roupas de puta ficaram largadas numa caixa. Manuel era muito bom comigo, me mimava, no fim fez de mim uma mulher caprichosa e completamente apaixonada por ele. Me sentia feliz e orgulhosa, nunca procurei isso, mas às vezes as coisas vêm sem a gente buscar.

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