Abuso
A semana seguinte transcorreu de forma parecida, o senhor Francisco ao cumprimentar minha esposa a abraçava e dava beijos na bochecha, e com muito mais frequência costumava dar palmadas na bunda (mais suaves).
O resto da semana o velho passou apertando e dando encostadas em toda oportunidade na minha esposa, enquanto ela se limitava a rir. Pouco a pouco essas palmadas viraram apertões, o velho não perdia uma chance de aproveitar para apertar a bunda da Lúcia sempre que via uma oportunidade. Ela me contava como se fossem coisas banais e eu não aguentava de tesão.
Em uma ocasião, Lúcia terminou de malhar e se deitou no sofá para descansar um pouco
O velho, ao vê-la naquela posição, abaixou as calças, tirou o pau pra fora e começou a se masturbar. A bobinha da Lúcia nem percebeu. Finalmente, quando o velho estava quase gozando, correu pra cozinha, pegou um copo e despejou a porra nele. Em seguida, pegou uma garrafa de cum e misturou com a própria gozada.
Mal podia acreditar no que via, caminhou até a sala com o copo na mão.
— Senhorita Lúcia, vi que terminou muito cansada, deve estar com sede. Queria lhe oferecer este copo de cum para se recuperar um pouco — disse o maldito velho.
— Que gentil, seu Francisco, muito obrigada. Você é muito amável — disse ela, enquanto estendia a mão para dar um gole.
Percebi um gesto de estranheza, acho que ela sentiu uma textura diferente.
- O que foi, moça? Não gostou?
- Não, não é isso, tem um gosto estranho, acho que está estragada. Disse ela olhando para o copo.
- Não é isso, o que acontece é que eu adicionei um soro especial, a gente usa na construção para ter mais força e aguentar o trabalho.
- Ah, entendi, deve ser isso então. Finalmente começou a beber até terminar tudo. Enquanto isso, o maldito velho ficou ali até verificar que ela tinha terminado.
- O que achou, moça?
- Tem um gosto esquisito, mas não é ruim, se isso me ajudar nos meus exercícios, então por mim tudo bem.
- Tenho muito mais, poderia dar para você todos os dias se quiser.
- Eu adoraria, seu Francisco, você é um amor.
Naquela noite, a Lúcia me contou que estava muito feliz, já que, segundo ela, a amizade com o velho estava cada dia mais forte, me disse que até compartilhava o soro que ele usa para ter mais força. Aproveitei para dizer que a máquina de lavar já estava consertada.
Na sexta-feira, enquanto o seu Francisco dava um dos seus esfregões de costume na Lúcia, para minha surpresa, ela continuava usando roupas curtas (com certeza também calcinha fio-dental), ele disse:
- Moça, você tem sido muito boa comigo, vou confessar finalmente o que tenho guardado na calça.
A Lúcia se virou, só para observar como, na frente dela, o velho abaixou a calça, libertando uma pica enorme e cheia de veias.
A cara da minha esposa era de incredulidade, seus olhos se abriram completamente, assim como a boca, a única coisa que conseguiu fazer, talvez por instinto, foi levar as mãos à boca para tapá-la. Era uma pica gigante, media 20 cm e ainda tinha uma grossura incrível.
Durante alguns segundos, houve um silêncio... quem quebrou foi o seu Francisco:
- O que foi?? Nunca tinha visto uma pica assim?
- Não, senhor, nunca tinha visto um pênis desse tamanho, é muito maior que o do meu marido.
- Moça, isso aqui não se chama pênis, se chama pica.
- Pica?? Ela respondeu com um rosto de dúvida.
- Sim, quando chegam a esse tamanho, deixam de ser chamados de pênis e passam a ser chamados de cock.
- Ok, Don Francisco, por favor cubra sua cock, não pode andar pela casa assim.
- Senhorita, é outro assunto que quero discutir com você. O problema é que é muito desconfortável usar calças com essa cock enorme. Em parte, é sua responsabilidade por usar roupas tão pequenas. Por favor, me permita pelo menos uma parte do dia ficar assim, para trabalhar melhor. Para ser justo, eu permito que você também ande pela casa sem roupa.
- Não, senhor, isso não é possível, claro que não.
- Por favor!! Isso é um gesto de amizade, me sinto confortável com você e, por isso, tenho confiança para andar assim pela casa. Além disso, não estamos fazendo mal a ninguém, nem fazendo nada errado. Posso até trabalhar mais rápido. Você deveria tentar, vai ver que se sentirá mais confortável.
- Não sei, bem, se você confia em mim, tudo bem, mas eu não posso fazer isso!! – disse minha esposa com firmeza.
- Você não confia em mim? – ele perguntou.
- Não é isso, o que acontece é que não estou acostumada a ter esse tipo de liberdade. O que posso fazer é usar apenas roupa íntima, mas mais do que isso, não conseguiria.
- Tudo bem, senhorita, com isso já é suficiente para que eu não me sinta sozinho fazendo isso.
Minha esposa tirou a roupa, ficando apenas com um top e uma calcinha fio-dental.
Imediatamente, o pau do don Francisco levantou e ficou ainda maior ao ver o corpo incrível da Lúcia quase nu.
- Don Francisco, o senhor está bem? Acho que seu pau está inchando mais.
- Não, não estou bem, estou com muita dor. - disse ele reclamando.
- O que eu faço, don Francisco? Parece que vai explodir, vou à farmácia, vamos ao hospital? - disse minha esposa preocupada.
- Não, não é necessário, só preciso liberar a pressão, por favor me ajude. - disse ele sentando-se no sofá aparentemente cansado.
- Mas o que eu tenho que fazer?? - disse minha esposa visivelmente preocupada e assustada.
Ele pegou as mãos da Lúcia e as colocou sobre seu pau.
- Pressione com as duas mãos, e faça este movimento... O filho da puta estava explicando como masturbá-lo.
Minha esposa imediatamente se ajoelhou na frente dele e, sem questionar nada, começou sua tarefa. Tão dedicada como sempre, colocou todo seu empenho em masturbar aquele pau enorme, seus olhos não se desviavam dele, parecia por um momento que ela até queria prová-lo, parecia estar em um transe, quando de repente um jato de porra saiu disparado, manchando todo seu rosto e se espalhando pelo chão da sala.
Pouco a pouco, o pau do velho voltou ao tamanho normal. Ele agradeceu à Lúcia, que por sua vez saiu correndo para o banheiro para se limpar (ou pelo menos é o que eu acho).
Para minha infelicidade, tive que entrar em uma reunião e não pude continuar vendo as gravações. Assumi que não tinha acontecido mais nada, afinal, aquele maldito velho tinha gozado na cara da minha esposa.
Ao chegar em casa, minha esposa, diferente de outras vezes, me recebeu um pouco distante. Não dei importância, pois pensei que ela só estava entediada. Jantamos e, finalmente, no quarto, diferente de outras vezes, ela não me contou sobre o seu dia, o que me pareceu muito estranho. Então, comecei a acariciá-la para beijá-la, mas ela já estava dormindo. Parecia estar exausta, mas por que motivo? Baixei o short dela para ver sua bunda e suas nádegas estavam vermelhas, mais vermelhas que o normal. Achei estranho, lembrei então que não tinha terminado de ver todas as gravações… Levantei e fui ao banheiro para checar meu celular.
Logo depois que Lúcia vai ao banheiro para limpar a gozada, o velho volta para a cozinha para continuar fazendo seu trabalho. Pouco tempo depois, Lúcia chegou na sala para limpar o sêmen que tinha ficado no resto do chão.
O maldito velho, como se estivesse possuído, se aproximou dela novamente em silêncio, tirou o pau que já estava completamente ereto, ajoelhou-se e começou a massagear a bunda da minha esposa, completamente hipnotizado pelas nádegas enormes que Lúcia lhe oferecia naquela pose.
- Seu Francisco, espere, deixe-me limpar. Ela dizia enquanto continuava limpando.
O velho não respondeu, puxou a calcinha de lado e, sem hesitar, começou a chupar o cu da minha esposa. Ela, assustada, tentou se levantar, mas o velho não permitiu, então começou a gritar.
- Solte-me!!!! O que tem com você, seu Francisco, por favor!!! O que está fazendo???!!!!!
PLASSS ouviu-se uma nalgada tremenda que a bunda da minha esposa recebeu em cheio.
- Cala a boca, puta!! Desde que cheguei você está me provocando, sei muito bem que é isso que você quer e hoje vou te dar!!!
Minha esposa, desta vez com um rosto aterrorizado, começou a chorar e a suplicar.
- Não não não não, por favor, me deixe, não sei do que está falando, por favor seu Francisco, pare.
Enquanto isso, o velho continuava chupando o cu de Lúcia. A diferença entre as forças deles era notória, suas mãos se agarravam aos quadris da minha esposa enquanto seu rosto se afundava entre suas deliciosas nádegas.
Enquanto isso, Lúcia começou a chorar e esbracejava tentando encontrar algo para se defender, não parava de suplicar que a deixassem em paz.
- PLASS novamente se ouviu, uma e outra vez, as mãos do maldito velho batiam na bunda da minha esposa, que não fazia mais do que chorar. Chegou um ponto em que ela percebeu que se debater não adiantava e, exausta, resignou-se a receber o castigo do velho.
Seu Francisco a pegou pelo cabelo e a levantou como se fosse uma boneca de brinquedo, virou-a colocando-a de frente para ele e começou a chupar seus peitos.
- Não me bata mais, por favor. Dizia minha esposa com lágrimas nos olhos.
- Se não quer que eu bata, comporte-se, puta!!! Ele dizia enquanto chupava seus peitos e apertava suas nádegas.
Passou sua... Mano por frente, procurando seu clitóris.
- Mas o que temos aqui!!!, se você está encharcada!!!, não há dúvida que vadias como você adoram ser maltratadas.
Lúcia apenas baixou o olhar, ainda saíam lágrimas de seus olhos mas já não dizia nada.
- Você não me diz nada, mas seu corpo sim, olha como você ficou, seu corpo está se preparando para receber meu pau.
Jogou-a no sofá, aproximou seu pau da entrada da buceta da minha esposa e pouco a pouco foi enfiando, uma vez que entrou completamente, começou a bombear, passou de ser suave a enfiar como um animal, como se quisesse matá-la, sua cara de prazer era indescritível. Eu por minha parte não podia acreditar no que via, meu coração estava a mil, de repente, um calafrio percorreu meu corpo quando vi a cena seguinte.
Lúcia continuava chorando, mas em um ponto seu choro se misturou com gemidos, só pôde enterrar seu rosto no sofá e aguentar as investidas do velho.
Estavam estuprando minha mulher!!!! Depois de 20 minutos de socadas, o velho terminou dentro da Lúcia, tirou o pau e deu um último tapa na bunda da minha mulher, que nem reagiu, ficou imóvel, totalmente empinada e com o cu exposto… exausta, em choque, traumatizada, não sei… o rosto dela continuou afundado no sofá.
Meu sangue começou a correr pelo corpo e senti uma ereção como nunca, aquele maldito velho ia me pagar, senti tanto ódio, mas… por que minha esposa não me contou…
Continuei vendo o vídeo, o velho a deixou ali, com o cu exposto e cheia de porra, e foi embora...
Passaram 30 minutos e a Lúcia começou a se mexer, ficou um tempinho sentada no sofá com o olhar perdido, encarando o nada… passaram uns minutos e… ela sorriu??!!... voltei o vídeo de novo e sim, um pequeno sorriso se desenhava no rosto da Lúcia.
O velho, ao vê-la naquela posição, abaixou as calças, tirou o pau pra fora e começou a se masturbar. A bobinha da Lúcia nem percebeu. Finalmente, quando o velho estava quase gozando, correu pra cozinha, pegou um copo e despejou a porra nele. Em seguida, pegou uma garrafa de cum e misturou com a própria gozada.Mal podia acreditar no que via, caminhou até a sala com o copo na mão.
— Senhorita Lúcia, vi que terminou muito cansada, deve estar com sede. Queria lhe oferecer este copo de cum para se recuperar um pouco — disse o maldito velho.
— Que gentil, seu Francisco, muito obrigada. Você é muito amável — disse ela, enquanto estendia a mão para dar um gole.
Percebi um gesto de estranheza, acho que ela sentiu uma textura diferente. - O que foi, moça? Não gostou?
- Não, não é isso, tem um gosto estranho, acho que está estragada. Disse ela olhando para o copo.
- Não é isso, o que acontece é que eu adicionei um soro especial, a gente usa na construção para ter mais força e aguentar o trabalho.
- Ah, entendi, deve ser isso então. Finalmente começou a beber até terminar tudo. Enquanto isso, o maldito velho ficou ali até verificar que ela tinha terminado.
- O que achou, moça?
- Tem um gosto esquisito, mas não é ruim, se isso me ajudar nos meus exercícios, então por mim tudo bem.
- Tenho muito mais, poderia dar para você todos os dias se quiser.
- Eu adoraria, seu Francisco, você é um amor.
Naquela noite, a Lúcia me contou que estava muito feliz, já que, segundo ela, a amizade com o velho estava cada dia mais forte, me disse que até compartilhava o soro que ele usa para ter mais força. Aproveitei para dizer que a máquina de lavar já estava consertada.
Na sexta-feira, enquanto o seu Francisco dava um dos seus esfregões de costume na Lúcia, para minha surpresa, ela continuava usando roupas curtas (com certeza também calcinha fio-dental), ele disse:
- Moça, você tem sido muito boa comigo, vou confessar finalmente o que tenho guardado na calça.
A Lúcia se virou, só para observar como, na frente dela, o velho abaixou a calça, libertando uma pica enorme e cheia de veias.
A cara da minha esposa era de incredulidade, seus olhos se abriram completamente, assim como a boca, a única coisa que conseguiu fazer, talvez por instinto, foi levar as mãos à boca para tapá-la. Era uma pica gigante, media 20 cm e ainda tinha uma grossura incrível.
Durante alguns segundos, houve um silêncio... quem quebrou foi o seu Francisco:
- O que foi?? Nunca tinha visto uma pica assim?
- Não, senhor, nunca tinha visto um pênis desse tamanho, é muito maior que o do meu marido.
- Moça, isso aqui não se chama pênis, se chama pica.
- Pica?? Ela respondeu com um rosto de dúvida.
- Sim, quando chegam a esse tamanho, deixam de ser chamados de pênis e passam a ser chamados de cock.
- Ok, Don Francisco, por favor cubra sua cock, não pode andar pela casa assim.
- Senhorita, é outro assunto que quero discutir com você. O problema é que é muito desconfortável usar calças com essa cock enorme. Em parte, é sua responsabilidade por usar roupas tão pequenas. Por favor, me permita pelo menos uma parte do dia ficar assim, para trabalhar melhor. Para ser justo, eu permito que você também ande pela casa sem roupa.
- Não, senhor, isso não é possível, claro que não.
- Por favor!! Isso é um gesto de amizade, me sinto confortável com você e, por isso, tenho confiança para andar assim pela casa. Além disso, não estamos fazendo mal a ninguém, nem fazendo nada errado. Posso até trabalhar mais rápido. Você deveria tentar, vai ver que se sentirá mais confortável.
- Não sei, bem, se você confia em mim, tudo bem, mas eu não posso fazer isso!! – disse minha esposa com firmeza.
- Você não confia em mim? – ele perguntou.
- Não é isso, o que acontece é que não estou acostumada a ter esse tipo de liberdade. O que posso fazer é usar apenas roupa íntima, mas mais do que isso, não conseguiria.
- Tudo bem, senhorita, com isso já é suficiente para que eu não me sinta sozinho fazendo isso.
Minha esposa tirou a roupa, ficando apenas com um top e uma calcinha fio-dental.
Imediatamente, o pau do don Francisco levantou e ficou ainda maior ao ver o corpo incrível da Lúcia quase nu.- Don Francisco, o senhor está bem? Acho que seu pau está inchando mais.
- Não, não estou bem, estou com muita dor. - disse ele reclamando.
- O que eu faço, don Francisco? Parece que vai explodir, vou à farmácia, vamos ao hospital? - disse minha esposa preocupada.
- Não, não é necessário, só preciso liberar a pressão, por favor me ajude. - disse ele sentando-se no sofá aparentemente cansado.
- Mas o que eu tenho que fazer?? - disse minha esposa visivelmente preocupada e assustada.
Ele pegou as mãos da Lúcia e as colocou sobre seu pau.
- Pressione com as duas mãos, e faça este movimento... O filho da puta estava explicando como masturbá-lo.
Minha esposa imediatamente se ajoelhou na frente dele e, sem questionar nada, começou sua tarefa. Tão dedicada como sempre, colocou todo seu empenho em masturbar aquele pau enorme, seus olhos não se desviavam dele, parecia por um momento que ela até queria prová-lo, parecia estar em um transe, quando de repente um jato de porra saiu disparado, manchando todo seu rosto e se espalhando pelo chão da sala.
Pouco a pouco, o pau do velho voltou ao tamanho normal. Ele agradeceu à Lúcia, que por sua vez saiu correndo para o banheiro para se limpar (ou pelo menos é o que eu acho).Para minha infelicidade, tive que entrar em uma reunião e não pude continuar vendo as gravações. Assumi que não tinha acontecido mais nada, afinal, aquele maldito velho tinha gozado na cara da minha esposa.
Ao chegar em casa, minha esposa, diferente de outras vezes, me recebeu um pouco distante. Não dei importância, pois pensei que ela só estava entediada. Jantamos e, finalmente, no quarto, diferente de outras vezes, ela não me contou sobre o seu dia, o que me pareceu muito estranho. Então, comecei a acariciá-la para beijá-la, mas ela já estava dormindo. Parecia estar exausta, mas por que motivo? Baixei o short dela para ver sua bunda e suas nádegas estavam vermelhas, mais vermelhas que o normal. Achei estranho, lembrei então que não tinha terminado de ver todas as gravações… Levantei e fui ao banheiro para checar meu celular.
Logo depois que Lúcia vai ao banheiro para limpar a gozada, o velho volta para a cozinha para continuar fazendo seu trabalho. Pouco tempo depois, Lúcia chegou na sala para limpar o sêmen que tinha ficado no resto do chão.
O maldito velho, como se estivesse possuído, se aproximou dela novamente em silêncio, tirou o pau que já estava completamente ereto, ajoelhou-se e começou a massagear a bunda da minha esposa, completamente hipnotizado pelas nádegas enormes que Lúcia lhe oferecia naquela pose.- Seu Francisco, espere, deixe-me limpar. Ela dizia enquanto continuava limpando.
O velho não respondeu, puxou a calcinha de lado e, sem hesitar, começou a chupar o cu da minha esposa. Ela, assustada, tentou se levantar, mas o velho não permitiu, então começou a gritar.
- Solte-me!!!! O que tem com você, seu Francisco, por favor!!! O que está fazendo???!!!!!
PLASSS ouviu-se uma nalgada tremenda que a bunda da minha esposa recebeu em cheio.
- Cala a boca, puta!! Desde que cheguei você está me provocando, sei muito bem que é isso que você quer e hoje vou te dar!!!
Minha esposa, desta vez com um rosto aterrorizado, começou a chorar e a suplicar.
- Não não não não, por favor, me deixe, não sei do que está falando, por favor seu Francisco, pare.
Enquanto isso, o velho continuava chupando o cu de Lúcia. A diferença entre as forças deles era notória, suas mãos se agarravam aos quadris da minha esposa enquanto seu rosto se afundava entre suas deliciosas nádegas.
Enquanto isso, Lúcia começou a chorar e esbracejava tentando encontrar algo para se defender, não parava de suplicar que a deixassem em paz.
- PLASS novamente se ouviu, uma e outra vez, as mãos do maldito velho batiam na bunda da minha esposa, que não fazia mais do que chorar. Chegou um ponto em que ela percebeu que se debater não adiantava e, exausta, resignou-se a receber o castigo do velho.
Seu Francisco a pegou pelo cabelo e a levantou como se fosse uma boneca de brinquedo, virou-a colocando-a de frente para ele e começou a chupar seus peitos.
- Não me bata mais, por favor. Dizia minha esposa com lágrimas nos olhos.
- Se não quer que eu bata, comporte-se, puta!!! Ele dizia enquanto chupava seus peitos e apertava suas nádegas.
Passou sua... Mano por frente, procurando seu clitóris.
- Mas o que temos aqui!!!, se você está encharcada!!!, não há dúvida que vadias como você adoram ser maltratadas.
Lúcia apenas baixou o olhar, ainda saíam lágrimas de seus olhos mas já não dizia nada.
- Você não me diz nada, mas seu corpo sim, olha como você ficou, seu corpo está se preparando para receber meu pau.
Jogou-a no sofá, aproximou seu pau da entrada da buceta da minha esposa e pouco a pouco foi enfiando, uma vez que entrou completamente, começou a bombear, passou de ser suave a enfiar como um animal, como se quisesse matá-la, sua cara de prazer era indescritível. Eu por minha parte não podia acreditar no que via, meu coração estava a mil, de repente, um calafrio percorreu meu corpo quando vi a cena seguinte.
Lúcia continuava chorando, mas em um ponto seu choro se misturou com gemidos, só pôde enterrar seu rosto no sofá e aguentar as investidas do velho.
Estavam estuprando minha mulher!!!! Depois de 20 minutos de socadas, o velho terminou dentro da Lúcia, tirou o pau e deu um último tapa na bunda da minha mulher, que nem reagiu, ficou imóvel, totalmente empinada e com o cu exposto… exausta, em choque, traumatizada, não sei… o rosto dela continuou afundado no sofá.Meu sangue começou a correr pelo corpo e senti uma ereção como nunca, aquele maldito velho ia me pagar, senti tanto ódio, mas… por que minha esposa não me contou…
Continuei vendo o vídeo, o velho a deixou ali, com o cu exposto e cheia de porra, e foi embora...
Passaram 30 minutos e a Lúcia começou a se mexer, ficou um tempinho sentada no sofá com o olhar perdido, encarando o nada… passaram uns minutos e… ela sorriu??!!... voltei o vídeo de novo e sim, um pequeno sorriso se desenhava no rosto da Lúcia.
3 comentários - Mi amada e inocente esposa IV