Exercícios
O dia continuou normal no meu trabalho. Quando cheguei em casa, minha esposa me recebeu com um beijo carinhoso, como sempre faz. Jantamos e, uma vez no quarto, ela me contou como foi o dia dela: quando o Francisco chegou, cumprimentou ela com um beijo na bochecha. Ela achou estranha a aproximação, mas nada demais. Então, ele entrou em casa e começou a trabalhar. Conversaram sobre coisas triviais, mas a Lúcia teve que se retirar para o quarto para trocar de roupa, já que costuma ir à academia de segunda a sexta. Para isso, vestiu uma legging justa verde.
Duvidei por um instante se devia ou não deixar o Dom Francisco sozinho em casa, e no fim optei por não fazer isso. Então, decidi me exercitar na sala de casa, coloquei os fones de ouvido e comecei a malhar na frente da TV, seguindo uma rotina online.
Ela me disse também que pegou o Dom Francisco olhando pra ela quando, num momento, virou pra ver o andamento da cozinha, e o Dom Francisco estava com o olhar fixo na bunda dela. Na hora, ao se ver descoberto, ele se virou pra continuar trabalhando. Falei pra ela que foi uma ótima ideia ficar em casa pra fazer exercício, pelo menos enquanto durar a reforma da cozinha, e quanto aos olhares do Dom Francisco, disse que era algo normal e que ela não desse importância.
Na sexta, consegui receber o Dom Francisco, conversamos um pouco sobre o progresso que ele tinha feito e ele me explicou alguns detalhes. Antes de ir trabalhar, deixei ele na cozinha trabalhando, minha esposa ainda estava no quarto, como de costume. Quando cheguei em casa à tarde, já no quarto, Lúcia me contou como foi o dia dela.
Segundo ela me contou, encontrou o Dom Francisco na cozinha e o cumprimentou com um beijo na bochecha. Durante o dia, conversaram sobre assuntos mais pessoais… por exemplo, ele disse pra minha esposa que era viúvo e que atualmente se sentia muito sozinho, que os filhos dele já eram adultos e não o visitavam, então a única coisa que ele tinha era o trabalho. Minha esposa não conseguiu evitar me contar isso com uma cara de tristeza, ela se abriu com ele e contou um pouco da família dela, o tempo que estava casada comigo. Ao meio-dia, repetiu a mesma ação do dia anterior: vestiu roupa de malhar, foi pra sala começar os exercícios, colocou os fones de ouvido, ligou a TV e foi como se se desconectasse do mundo.
De repente, sentiu uma presença atrás dela e, ao mesmo tempo, sentiu umas mãos rodearem a cintura dela, abraçando-a. Ela pulou na hora, alarmada, e percebeu que quem estava fazendo aquilo era o Dom Francisco. Então, ele imediatamente começou a... pedir desculpas e o diálogo, segundo ela, foi o seguinte:
—Seu Francisco, o que foi que deu em você?! Por que fez isso?! — disse Lúcia, mais surpresa do que irritada.
Francisco:
—Me desculpe, mocinha, não sei o que deu em mim, me perdoa mesmo, juro que não foi minha intenção, é que te ver assim me lembrou muito minha filha e, como eu disse, me sinto muito sozinho, não sei o que está acontecendo comigo. Segundo ela, viu o rosto dele ficar triste, quase começando a chorar.
Então Lúcia se aproximou dele e deu um abraço, dizendo pra ele não se preocupar, que só tinha sido pega de surpresa, mas que entendia e não tinha problema em abraçá-lo, se isso fazia ele lembrar da filha e se sentir melhor. Passou mais um tempo e ela continuou trabalhando; na hora de ir embora, se despediram com um abraço. O estranho, segundo ela, foi que quando ele a abraçou por trás, ela sentiu uma coisa enorme entre as nádegas, mas quando se virou pra ver o Seu Francisco procurando algum objeto ou ferramenta, ele não tinha nada nas mãos.
Por algum motivo, essa história me excitou demais. Obviamente, o que ela tinha sentido era a pica do velho. Fiquei surpreso com o quanto ela podia ser ingênua. Então eu disse que era um gesto muito nobre o que ela fazia por ele, que ficava feliz de ser casado com uma mulher tão boa. Falei também que, às vezes, os homens abraçam as mulheres por trás pra se sentirem protetores, então era normal ele sentir vontade de abraçá-la por trás. E quanto ao que ela sentiu entre as nádegas, talvez na próxima vez ela devesse usar as mãos pra descobrir o que era — quem sabe o Seu Francisco não estava pregando uma peça nela.
Falar isso e imaginar a cena do velho encostando a pica na bunda da minha mulher me excitou pra caralho. Então comecei a beijá-la, enquanto apertava as nádegas dela e tirava a roupa. Virei ela de bruços e a coloquei de barriga pra baixo, comecei a masturbá-la e, quando senti que ela estava bem molhada, coloquei ela de quatro. Ela, tão obediente e complacente como sempre, colocou à minha disposição aquela bunda enorme dela. pra penetrar ele, me dando todo o controle pra foder ela do meu jeito, não quis perder a chance de chupar a bunda dela e morder as nádegas, acho que tenho uma obsessão com isso, mesmo ela falando que tem vergonha de eu fazer isso, tenho certeza que ela curte.
Chegou o fim de semana e tive uma ideia que mais tarde traria consequências. Pedi pra ela arrumar duas sacolas pra roupa dela: na primeira, colocaria as que não usava mais, que estavam pequenas ou que ela não gostava, pra doar; na outra, colocaria a roupa suja pra lavar.
Às vezes eu ajudo ela com a limpeza da casa, então não foi estranho eu pedir isso. Ela fez o que pedi, mas na hora de levar as roupas, deixei só a sacola com as roupas pequenas. Aproveitei também pra lavar a roupa íntima dela, deixando só as tangas disponíveis, mesmo ela não gostando de usar porque diz que são desconfortáveis. Ela tem essas tangas porque eu peço, já que me excita muito vê-la usando, e quando se trata de me agradar, ela é muito boa nisso.
Fingi um defeito na máquina de lavar (só desconectei o cabo) e prometi que durante a semana ia dar uma olhada, enquanto isso ela poderia usar as roupas que separei pra doar.
Aproveitei também a noite, quando ela dormiu, pra instalar duas câmeras com áudio, uma na cozinha e outra na sala, sem ela perceber, e vinculei com meu celular.
Na segunda-feira, o seu Francisco não chegou cedo de novo, então não pude recebê-lo. Mas dessa vez, quando cheguei no trabalho, recebi a mensagem da minha esposa e resolvi ver as câmeras.
Seu Francisco chegou, abraçou minha esposa e deu um beijo na bochecha. Ela estava usando um short bem curto e uma blusa preta, já que não podia usar a roupa normal dela. Vi a expressão de safadeza do velho e como ele cravou os olhos na bunda da Lúcia quando ela virou de costas.
O dia transcorreu normal, seu Francisco trabalhava e a Lucia conversava com ele. Passou um tempo e a Lucia foi pra sala começar os exercícios dela, e de repente vi como seu Francisco parou de trabalhar pra ficar olhando pra ela, parecia um bicho caçando a presa, não tirava os olhos da bunda da Lucia. Enquanto isso, ela tava completamente desligada do mundo com os fones de ouvido, de repente seu Francisco caminha até ela, e igual da outra vez, abraça ela por trás, dessa vez a Lucia não se afastou, a única coisa que fez foi tirar os fones e rir:
— Seu Francisco!! Que susto!! — disse enquanto ria de um jeito brincalhão e colocava as mãos dela por cima das mãos dele, que tava segurando ela pela cintura.
— Me desculpe, dona Lucia, é que o fim de semana foi muito solitário, e eu senti muita falta da minha filha.
— Tá tudo bem, seu Francisco, eu entendo, não se preocupa. Enquanto falava isso, de repente a Lucia tirou a mão direita da mão dele e deslizou ela por trás, tocando a pica do velho por cima da calça.
— Seu Francisco, que que é isso que o senhor tem aqui? — disse enquanto ria.
— HAHAHA, a senhora me descobriu, tenho uma ferramenta, se quiser eu posso mostrar.
— Sabia!! — disse Lucia enquanto se virava, mas surpresa, não viu nada.
— Cadê?! — falou olhando pra ele.
— Tá no meu bolso esquerdo, vamos fazer um jogo, se quiser mete a mão e se adivinhar o que é, eu empresto um pouquinho. — disse enquanto ria.
Lucia hesitou por uns segundos e finalmente falou:
— Tá bom, só porque eu gosto de desafios.
Enfiou a mão pequena dela no bolso da calça do velho, e demorou uns segundos pra depois tirar a mão e, meio irritada, dizer:
— Que safado, não tem nada!! O velho só riu e foi pra cozinha.
Lucia continuou fazendo exercício, de repente ficou de quatro pra malhar a bunda, seu Francisco não perdeu essa oportunidade e se aproximou dela.
—Tá bom, senhorita. (PLAC) Ouviu a porrada que ele deu nela.
Lucia se levantou na hora e, dessa vez, irritada, questionou:
—Qual é o seu problema?! Por que fez isso?! — falou num tom bravo.
—Senhorita, desculpa, é uma brincadeira que a gente tem entre os pedreiros, me perdoa, não pensei que ia te chatear.
Lucia ficou em silêncio e foi pro quarto dela, visivelmente puta.
À noite, já deitados, ela me contou tudo o que eu já tinha visto. Só acrescentou o detalhe de que tinha certeza de que o velho escondia alguma coisa na calça. Me perguntou se era verdade essa brincadeira de dar palmadas entre pedreiros. Eu falei que sim, mas que só faziam isso com quem consideravam amigo, então, se ele tinha feito aquilo, queria dizer que a considerava uma amiga. Ela confessou que o que tinha irritado ela foi a força que ele usou, porque foi muito forte e doeu de verdade.
Virei ela pra ver e, de fato, dava pra ver a mão do velho ainda marcada na bunda dela de tão forte que foi.
Não consegui evitar ter uma ereção de tão excitado que eu tava, então, dei um tapão daqueles na mesma bunda dela, e só ouvi ela gritar de dor.
— Amor, o que que cê tem???!!! Por que cê tá me batendo???!!! — falou enquanto virava pra me olhar com os olhos cheios de lágrima, quase chorando.
Dei outro tapa, dessa vez na outra bunda, e ela tentou se mexer, a gente se embolou um pouco e eu dominei ela, segurando as duas mãos dela com uma das minhas e colocando nas costas dela, enquanto com a outra mão comecei a masturbar ela, pra minha surpresa ela tava encharcada, comecei a brincar com o clitóris dela devagar e depois mais rápido, a Lúcia não parava de gemer de prazer, tirei a pica e meti de uma vez só, ela não parava de gemer, de repente, sem tirar a pica, cheguei perto do ouvido dela e sussurrei:
— Cê gosta de levar tapa, né?
Ela não respondeu, então tirei a pica e dei outro tapa com toda força, ela virou pra me olhar com um olhar que eu nunca tinha visto antes, uma mistura de dor, prazer, ódio e muita safadeza. Meti de novo de uma vez, e outro gemido escapou da boca dela.
— Cê gosta de levar tapa, sua puta? — foi a primeira vez que chamei ela assim.
Ela não respondeu nada, então comecei a bater nela de novo enquanto metia com força, alternava entre masturbar ela e dar tapa, ela naquela posição, de barriga pra baixo, mas sem ficar de quatro, só levantava a bunda pra receber toda a pica que pudesse, agora os gemidos dela viraram gritos de prazer.
— Siiiiiiiiiiiiiiim, siiiiiiiiiim, eu gosto de levar tapa!!!! Amor, não para, pelo amor de Deus!!!! — ela gritou.
Quando tirei a pica, um jorro de fluidos saiu disparado, ela tinha tido o primeiro squirt dela.
Continua...
O dia continuou normal no meu trabalho. Quando cheguei em casa, minha esposa me recebeu com um beijo carinhoso, como sempre faz. Jantamos e, uma vez no quarto, ela me contou como foi o dia dela: quando o Francisco chegou, cumprimentou ela com um beijo na bochecha. Ela achou estranha a aproximação, mas nada demais. Então, ele entrou em casa e começou a trabalhar. Conversaram sobre coisas triviais, mas a Lúcia teve que se retirar para o quarto para trocar de roupa, já que costuma ir à academia de segunda a sexta. Para isso, vestiu uma legging justa verde.
Duvidei por um instante se devia ou não deixar o Dom Francisco sozinho em casa, e no fim optei por não fazer isso. Então, decidi me exercitar na sala de casa, coloquei os fones de ouvido e comecei a malhar na frente da TV, seguindo uma rotina online.Ela me disse também que pegou o Dom Francisco olhando pra ela quando, num momento, virou pra ver o andamento da cozinha, e o Dom Francisco estava com o olhar fixo na bunda dela. Na hora, ao se ver descoberto, ele se virou pra continuar trabalhando. Falei pra ela que foi uma ótima ideia ficar em casa pra fazer exercício, pelo menos enquanto durar a reforma da cozinha, e quanto aos olhares do Dom Francisco, disse que era algo normal e que ela não desse importância.
Na sexta, consegui receber o Dom Francisco, conversamos um pouco sobre o progresso que ele tinha feito e ele me explicou alguns detalhes. Antes de ir trabalhar, deixei ele na cozinha trabalhando, minha esposa ainda estava no quarto, como de costume. Quando cheguei em casa à tarde, já no quarto, Lúcia me contou como foi o dia dela.
Segundo ela me contou, encontrou o Dom Francisco na cozinha e o cumprimentou com um beijo na bochecha. Durante o dia, conversaram sobre assuntos mais pessoais… por exemplo, ele disse pra minha esposa que era viúvo e que atualmente se sentia muito sozinho, que os filhos dele já eram adultos e não o visitavam, então a única coisa que ele tinha era o trabalho. Minha esposa não conseguiu evitar me contar isso com uma cara de tristeza, ela se abriu com ele e contou um pouco da família dela, o tempo que estava casada comigo. Ao meio-dia, repetiu a mesma ação do dia anterior: vestiu roupa de malhar, foi pra sala começar os exercícios, colocou os fones de ouvido, ligou a TV e foi como se se desconectasse do mundo.
De repente, sentiu uma presença atrás dela e, ao mesmo tempo, sentiu umas mãos rodearem a cintura dela, abraçando-a. Ela pulou na hora, alarmada, e percebeu que quem estava fazendo aquilo era o Dom Francisco. Então, ele imediatamente começou a... pedir desculpas e o diálogo, segundo ela, foi o seguinte:
—Seu Francisco, o que foi que deu em você?! Por que fez isso?! — disse Lúcia, mais surpresa do que irritada.
Francisco:
—Me desculpe, mocinha, não sei o que deu em mim, me perdoa mesmo, juro que não foi minha intenção, é que te ver assim me lembrou muito minha filha e, como eu disse, me sinto muito sozinho, não sei o que está acontecendo comigo. Segundo ela, viu o rosto dele ficar triste, quase começando a chorar.
Então Lúcia se aproximou dele e deu um abraço, dizendo pra ele não se preocupar, que só tinha sido pega de surpresa, mas que entendia e não tinha problema em abraçá-lo, se isso fazia ele lembrar da filha e se sentir melhor. Passou mais um tempo e ela continuou trabalhando; na hora de ir embora, se despediram com um abraço. O estranho, segundo ela, foi que quando ele a abraçou por trás, ela sentiu uma coisa enorme entre as nádegas, mas quando se virou pra ver o Seu Francisco procurando algum objeto ou ferramenta, ele não tinha nada nas mãos.
Por algum motivo, essa história me excitou demais. Obviamente, o que ela tinha sentido era a pica do velho. Fiquei surpreso com o quanto ela podia ser ingênua. Então eu disse que era um gesto muito nobre o que ela fazia por ele, que ficava feliz de ser casado com uma mulher tão boa. Falei também que, às vezes, os homens abraçam as mulheres por trás pra se sentirem protetores, então era normal ele sentir vontade de abraçá-la por trás. E quanto ao que ela sentiu entre as nádegas, talvez na próxima vez ela devesse usar as mãos pra descobrir o que era — quem sabe o Seu Francisco não estava pregando uma peça nela.
Falar isso e imaginar a cena do velho encostando a pica na bunda da minha mulher me excitou pra caralho. Então comecei a beijá-la, enquanto apertava as nádegas dela e tirava a roupa. Virei ela de bruços e a coloquei de barriga pra baixo, comecei a masturbá-la e, quando senti que ela estava bem molhada, coloquei ela de quatro. Ela, tão obediente e complacente como sempre, colocou à minha disposição aquela bunda enorme dela. pra penetrar ele, me dando todo o controle pra foder ela do meu jeito, não quis perder a chance de chupar a bunda dela e morder as nádegas, acho que tenho uma obsessão com isso, mesmo ela falando que tem vergonha de eu fazer isso, tenho certeza que ela curte.
Chegou o fim de semana e tive uma ideia que mais tarde traria consequências. Pedi pra ela arrumar duas sacolas pra roupa dela: na primeira, colocaria as que não usava mais, que estavam pequenas ou que ela não gostava, pra doar; na outra, colocaria a roupa suja pra lavar. Às vezes eu ajudo ela com a limpeza da casa, então não foi estranho eu pedir isso. Ela fez o que pedi, mas na hora de levar as roupas, deixei só a sacola com as roupas pequenas. Aproveitei também pra lavar a roupa íntima dela, deixando só as tangas disponíveis, mesmo ela não gostando de usar porque diz que são desconfortáveis. Ela tem essas tangas porque eu peço, já que me excita muito vê-la usando, e quando se trata de me agradar, ela é muito boa nisso.
Fingi um defeito na máquina de lavar (só desconectei o cabo) e prometi que durante a semana ia dar uma olhada, enquanto isso ela poderia usar as roupas que separei pra doar.
Aproveitei também a noite, quando ela dormiu, pra instalar duas câmeras com áudio, uma na cozinha e outra na sala, sem ela perceber, e vinculei com meu celular.
Na segunda-feira, o seu Francisco não chegou cedo de novo, então não pude recebê-lo. Mas dessa vez, quando cheguei no trabalho, recebi a mensagem da minha esposa e resolvi ver as câmeras.
Seu Francisco chegou, abraçou minha esposa e deu um beijo na bochecha. Ela estava usando um short bem curto e uma blusa preta, já que não podia usar a roupa normal dela. Vi a expressão de safadeza do velho e como ele cravou os olhos na bunda da Lúcia quando ela virou de costas.
O dia transcorreu normal, seu Francisco trabalhava e a Lucia conversava com ele. Passou um tempo e a Lucia foi pra sala começar os exercícios dela, e de repente vi como seu Francisco parou de trabalhar pra ficar olhando pra ela, parecia um bicho caçando a presa, não tirava os olhos da bunda da Lucia. Enquanto isso, ela tava completamente desligada do mundo com os fones de ouvido, de repente seu Francisco caminha até ela, e igual da outra vez, abraça ela por trás, dessa vez a Lucia não se afastou, a única coisa que fez foi tirar os fones e rir: — Seu Francisco!! Que susto!! — disse enquanto ria de um jeito brincalhão e colocava as mãos dela por cima das mãos dele, que tava segurando ela pela cintura.
— Me desculpe, dona Lucia, é que o fim de semana foi muito solitário, e eu senti muita falta da minha filha.
— Tá tudo bem, seu Francisco, eu entendo, não se preocupa. Enquanto falava isso, de repente a Lucia tirou a mão direita da mão dele e deslizou ela por trás, tocando a pica do velho por cima da calça.
— Seu Francisco, que que é isso que o senhor tem aqui? — disse enquanto ria.
— HAHAHA, a senhora me descobriu, tenho uma ferramenta, se quiser eu posso mostrar.
— Sabia!! — disse Lucia enquanto se virava, mas surpresa, não viu nada.
— Cadê?! — falou olhando pra ele.
— Tá no meu bolso esquerdo, vamos fazer um jogo, se quiser mete a mão e se adivinhar o que é, eu empresto um pouquinho. — disse enquanto ria.
Lucia hesitou por uns segundos e finalmente falou:
— Tá bom, só porque eu gosto de desafios.
Enfiou a mão pequena dela no bolso da calça do velho, e demorou uns segundos pra depois tirar a mão e, meio irritada, dizer:
— Que safado, não tem nada!! O velho só riu e foi pra cozinha.
Lucia continuou fazendo exercício, de repente ficou de quatro pra malhar a bunda, seu Francisco não perdeu essa oportunidade e se aproximou dela.
—Tá bom, senhorita. (PLAC) Ouviu a porrada que ele deu nela.Lucia se levantou na hora e, dessa vez, irritada, questionou:
—Qual é o seu problema?! Por que fez isso?! — falou num tom bravo.
—Senhorita, desculpa, é uma brincadeira que a gente tem entre os pedreiros, me perdoa, não pensei que ia te chatear.
Lucia ficou em silêncio e foi pro quarto dela, visivelmente puta.
À noite, já deitados, ela me contou tudo o que eu já tinha visto. Só acrescentou o detalhe de que tinha certeza de que o velho escondia alguma coisa na calça. Me perguntou se era verdade essa brincadeira de dar palmadas entre pedreiros. Eu falei que sim, mas que só faziam isso com quem consideravam amigo, então, se ele tinha feito aquilo, queria dizer que a considerava uma amiga. Ela confessou que o que tinha irritado ela foi a força que ele usou, porque foi muito forte e doeu de verdade.
Virei ela pra ver e, de fato, dava pra ver a mão do velho ainda marcada na bunda dela de tão forte que foi.
Não consegui evitar ter uma ereção de tão excitado que eu tava, então, dei um tapão daqueles na mesma bunda dela, e só ouvi ela gritar de dor.— Amor, o que que cê tem???!!! Por que cê tá me batendo???!!! — falou enquanto virava pra me olhar com os olhos cheios de lágrima, quase chorando.
Dei outro tapa, dessa vez na outra bunda, e ela tentou se mexer, a gente se embolou um pouco e eu dominei ela, segurando as duas mãos dela com uma das minhas e colocando nas costas dela, enquanto com a outra mão comecei a masturbar ela, pra minha surpresa ela tava encharcada, comecei a brincar com o clitóris dela devagar e depois mais rápido, a Lúcia não parava de gemer de prazer, tirei a pica e meti de uma vez só, ela não parava de gemer, de repente, sem tirar a pica, cheguei perto do ouvido dela e sussurrei:
— Cê gosta de levar tapa, né?
Ela não respondeu, então tirei a pica e dei outro tapa com toda força, ela virou pra me olhar com um olhar que eu nunca tinha visto antes, uma mistura de dor, prazer, ódio e muita safadeza. Meti de novo de uma vez, e outro gemido escapou da boca dela.
— Cê gosta de levar tapa, sua puta? — foi a primeira vez que chamei ela assim.
Ela não respondeu nada, então comecei a bater nela de novo enquanto metia com força, alternava entre masturbar ela e dar tapa, ela naquela posição, de barriga pra baixo, mas sem ficar de quatro, só levantava a bunda pra receber toda a pica que pudesse, agora os gemidos dela viraram gritos de prazer.
— Siiiiiiiiiiiiiiim, siiiiiiiiiim, eu gosto de levar tapa!!!! Amor, não para, pelo amor de Deus!!!! — ela gritou.
Quando tirei a pica, um jorro de fluidos saiu disparado, ela tinha tido o primeiro squirt dela.
Continua...
2 comentários - Minha esposa inocente e gostosa III