Olá, gente querida do Poringa! Antes de começar o relato, quero agradecer a todo mundo pelo apoio e também aos que me mandaram mensagens pra me ajudar a contar melhor a história. Agora sim, vou deixar vocês com o relato.
Depois de ter ficado com a Carla na casa dela, a gente continuou se falando por mensagem. Ela me contava das coisas dela, do trabalho e tal, e sempre mandava alguma foto, e eu fazia o mesmo. Como ela fazia eventos de fotografia, muitas vezes era complicado a gente se ver numa sexta ou sábado, e eu aos domingos jogava bola, então durante a semana a gente se encontrava em algum café da cidade ou num lugar que desse pra coincidir. A tensão sexual era total, e a gente não aguentava ficar num café sem se tocar ou querer fazer alguma coisa.
Um dia, depois de a gente ter se visto numa sorveteria famosa de La Plata, a Carla me manda uma mensagem:
C: Como você me deixa com tesão, gato.
Y: E você também me deixa. Esse decote ficou lindo em você.
C: Coloquei pra você, sim. Se amanhã estiver livre, avisa.
Y: Beleza. Treino até as 22h amanhã, depois fico livre.
C: Melhor vir treinar aqui em casa, haha.
Y: É um treino melhor, né?
C: Sim, minha cama tá com saudade de você e da sua pica.
Y: Não me fala isso que minha pica fica doida.
C: Quando você volta pra cá?
Y: Daqui a pouco, já tô quase terminando.
C: Te espero na praça da 25 e a gente vai junto.
Terminei os papéis que tava fazendo e fui que nem um foguete buscar ela na praça. Quando cheguei, ela tava num banco. Parei na praça, ela se aproximou sorrindo, subiu no carro e me cumprimentou com um beijo e a mão no meu volume, que já tava aparecendo de ver como a legging ficava nela. Peguei o caminho até a casa dela, que de onde a gente tava era meio longo. Chegando na metade do caminho, perguntei se ela queria comer alguma coisa, e ela respondeu: "Você já sabe o que eu quero comer." Sorri e continuei dirigindo.
Quando chegamos na casa dela, ela me ofereceu um mate, e eu aceitei. Assim que cruzamos a porta de entrada, começamos com beijos apaixonados enquanto fazíamos o trajeto da porta até o quarto.
C: Tô com muita vontade de transar.
Y: Você me deixa a mil com essas coisas. tetas C. Se você gosta, sou toda sua Y. Toda toda? C. Quero comer essa cock de novo C. Sabe como eu me toquei pensando nessa cock Y. Agora você vai comer bem Carla me jogou contra a mesa, abaixou minha calça e cueca, deixando minha cock totalmente dura na frente dela e num movimento só já estava com a cock na boca enquanto eu olhava de cima e via o rabo lindo dela se destacar ela chupava desesperada enquanto pedia pra eu comer ela e eu mal aguentava aquela chupada mágica num momento quase explodindo ela parou de chupar e tirou tudo ficando totalmente à minha mercê Y. Vamos pra cama? C. Não, me come aqui Y. Beleza, deixa eu chupar você C. Me dá vergonha Y. Não tem problema Entre beijos e carícias, virei a Carla pro corpo dela ficar pronto pra ser penetrado em pé ela com o corpo na mesa e eu atrás aproveitei pra chupar a pussy dela que ainda lembro tinha um gosto muito suave, tipo doce, eu descreveria assim foi só encostar minha língua na pussy dela e sentir Carla tremer de prazer C. Filho da puta, te falei que não Y. Que delícia, que pussy gostosa você tem C. Cê gosta? Y. É a melhor da minha vida C. Chupa ela toda, vai Y. Cê gosta assim? (metendo minha língua nela) C. Aaah assim, sim, aah gozei, que gostoso Y. Adoro como você goza assim, molhando tudo C. Continua chupando mais, vai, quero gozar de novo C. aaah sim, sim aaah mete a língua assim, vai, me come, filho da puta, quero que me coma Me preparei atrás da Carla e bem devagar comecei a meter até o fundo quando nossos corpos se encostaram tirei devagar enquanto Carla gemia e gritava de prazer comecei um vai e vem meio forte pra fazer ela gozar C. Aa ah assim, me dá mais Y. Que delícia, que pussy gostosa você tem, garota C. siii assim, vai, enche minha pussy de porra Y. De novo dentro, certeza? C. Siii vai, me enche, sua puta aaah Y. Não fala isso que eu não aguento C. Aguenta ou te mato, quero porra C. Aa ah aaah sim mais forte, vai, que eu tô gozando Y. Enche minha cock dos seus sucos C. Sim, vai fundo aaah, eu gozo mais forte C. aaaah aash ai sim, tasty cum, assim me enche de cum, vai Bombie contra Carla umas três vezes a mais e deixei ele gozar dentro dela. Quando ela desceu da mesa, Carla me deixou tomar banho na casa dela e disse: "agora essa cock é minha", segurando ela enquanto caminhava para o quarto. Eu tomei um banho rápido pra tirar o suor enquanto ela procurava uns books de fotos pra um cliente que tinha que ver naquela tarde. Enquanto eu tomava banho, ela preparou o mate e jogou desodorante de ambiente com as janelas abertas pra sumir o cheiro de sexo. Depois ela tomou banho, tomamos uns mates e fui embora. Naquela noite, enquanto eu tava em casa umas 22h, ela me escreveu pra saber como eu tava. Batemos um papo e ela disse que tava faltando alguém pro evento dela de sábado, que precisava de ajuda. Falei de achar alguém e ela respondeu: "se você se anima a me ajudar com a iluminação e tal". Respondi que se ela explicasse, não teria problema. C. É fácil, você só precisa me ajudar a colocar as luzes e umas besteiras a mais. Y. Sem problema, quando é? C. Sexta-feira, e se você obedecer a chefa, tem prêmio. Y. Que prêmio seria? C. O salário e meu corpo a manhã toda pra você. Y. Prefiro o corpo do que o salário, haha. C. Sério, te pago um salário. Y. Me recuso a aceitar pagamento, de boa te ajudo. C. Vemos sexta às 19h, esteja em casa. Y. Fechado, fechado. C. Vou dormir, beijos e cuida da minha cock, haha. Durante a semana a gente continuou conversando normal e ela foi me explicando o que eu precisava fazer na sexta. A única coisa que recusei foi tirar fotos, porque sou péssimo nisso. E quando vi, já chegou a tão esperada sexta-feira. Fomos pro evento, que foi num salão famoso da cidade. Carla foi de leggings e a camiseta da empresa dela. Lembro que a legging preta ficava linda nela e marcava bem a bunda. Eu fui de jeans e a camiseta que ela me deu, que ainda guardo. Depois da festa, levantamos tudo e fomos pra casa dela. Ela pagou o resto do pessoal e disse: "me espera". Uns segundos depois, só fiquei eu. Pedi pra tomar banho e ela disse pra ficar à vontade, como se fosse minha casa. Ela tomou banho depois de mim e, quando ia entrar no banheiro, falou: "Me espera na cama, dorme aqui hoje, já é tarde." Enquanto esperava na cama mexendo no celular, apareceu a Carla, só iluminada pela luz fraca da TV, com um conjunto de renda preta.
C: "Você tem que tirar o dinheiro daqui."
Y: "Prefiro cobrar de outro jeito."
C: "Como assim?"
Y: "Com isso" (e dei um tapa na bunda dela).
C: "Só quer isso mesmo, né?"
Y: "Sim, cem por cento."
C: "Então se paga com a minha bunda."
C: "Quero que você arrebente bem."
Y: "Fica de quatro na minha frente."
Quando a Carla ficou de quatro na cama, eu desci a calcinha devagar até deixar a buceta linda e o cu dela livres, e fui direto chupar aquela bunda gostosa que ela tinha. Carla começou a gemer, e meu pau endurecia a cada passada da minha língua na bunda dela.
C: "Siim, que gostoso como você come meu cu."
Y: "Adoro."
C: "Vai arrebentar muito, bebê? Já tô com a buceta toda molhada, continua no meu cu."
Y: "Já arrebentaram ele?"
C: "Não, nunca. Quero que você abra ele e faça do jeito do seu pau."
Y: "Que bunda gostosa você tem, Carla. Desde o primeiro dia eu quis."
C: "Te deixou com tesão me ver de renda, aaah."
Y: "Sim, adoro" (comecei a enfiar a língua no cu dela).
C: "Aaah, sim, que gostoso. Continua, enfia o pau que não aguento mais."
Y: "Fica de quatro assim."
C: "Vai, fode meu cu, filho da puta."
Encostei devagar meu pau babado no cu dela e comecei a empurrar suave até a cabeça entrar naquela bunda apertada. Aos poucos, fui enfiando tudo até entrar inteiro, entre gritos e choros dela.
C: "Que gostoso, aaah, mas dói."
Y: "Agora vem o melhor."
C: "O quê?"
Y: "Sente" (comecei a bombar o cu dela).
C: "Aaah, aaah, aaaah, sim, que gostoso, continua."
Y: "Sempre quis arrebentar essa sua bunda."
C: "Aaah, aaaaai, não aguento, tira."
Y: "Você gosta, filha da puta? Que bunda boa você tem" (tapa).
C: "Goza, aaah, não aguento, por favor, goza."
Y: "Aaah, sim, pela bunda pequena. Cala a boca que os vizinhos podem ouvir."
C: "Aaah, aaah, que me ouçam, mas goza, por favor."
Y: "Aaah, caralho. Ainda não (tava me segurando pra não gozar) C. Por favor, termina, não aguento mais, já gozei, acaba por favor, C. Enche meu cu de porra, vai, esvazia tudo na sua putinha, C. Aah aah aaaaaah minhas pernas tão tremendo, não aguento, goza por favor Y. Aaa sim, toma a porra, Carla, e enfiei até o fundo C. Que gostoso, bebê, minhas pernas tão tremendo, que delícia de porra no cu C. Sou sua putinha pra toda a vida, goza dentro de mim sempre Y. Não me dá ideias C. Vamo dormir, tô toda tremendo, amei isso, mas esse pau é grande Nós abraçamos e dormimos, como quem diz felizes, embora a felicidade fosse durar pouco e nada, já que um tempo depois conheci outra jovem que era penitenciária, mas isso é pra outra história. Se vocês gostaram, me avisem, avaliem ou comentem, não custa nada. Se quiser saber sobre a penitência, me avise. Desde já, obrigado por ler e um abraço a todos.
Depois de ter ficado com a Carla na casa dela, a gente continuou se falando por mensagem. Ela me contava das coisas dela, do trabalho e tal, e sempre mandava alguma foto, e eu fazia o mesmo. Como ela fazia eventos de fotografia, muitas vezes era complicado a gente se ver numa sexta ou sábado, e eu aos domingos jogava bola, então durante a semana a gente se encontrava em algum café da cidade ou num lugar que desse pra coincidir. A tensão sexual era total, e a gente não aguentava ficar num café sem se tocar ou querer fazer alguma coisa.
Um dia, depois de a gente ter se visto numa sorveteria famosa de La Plata, a Carla me manda uma mensagem:
C: Como você me deixa com tesão, gato.
Y: E você também me deixa. Esse decote ficou lindo em você.
C: Coloquei pra você, sim. Se amanhã estiver livre, avisa.
Y: Beleza. Treino até as 22h amanhã, depois fico livre.
C: Melhor vir treinar aqui em casa, haha.
Y: É um treino melhor, né?
C: Sim, minha cama tá com saudade de você e da sua pica.
Y: Não me fala isso que minha pica fica doida.
C: Quando você volta pra cá?
Y: Daqui a pouco, já tô quase terminando.
C: Te espero na praça da 25 e a gente vai junto.
Terminei os papéis que tava fazendo e fui que nem um foguete buscar ela na praça. Quando cheguei, ela tava num banco. Parei na praça, ela se aproximou sorrindo, subiu no carro e me cumprimentou com um beijo e a mão no meu volume, que já tava aparecendo de ver como a legging ficava nela. Peguei o caminho até a casa dela, que de onde a gente tava era meio longo. Chegando na metade do caminho, perguntei se ela queria comer alguma coisa, e ela respondeu: "Você já sabe o que eu quero comer." Sorri e continuei dirigindo.
Quando chegamos na casa dela, ela me ofereceu um mate, e eu aceitei. Assim que cruzamos a porta de entrada, começamos com beijos apaixonados enquanto fazíamos o trajeto da porta até o quarto.
C: Tô com muita vontade de transar.
Y: Você me deixa a mil com essas coisas. tetas C. Se você gosta, sou toda sua Y. Toda toda? C. Quero comer essa cock de novo C. Sabe como eu me toquei pensando nessa cock Y. Agora você vai comer bem Carla me jogou contra a mesa, abaixou minha calça e cueca, deixando minha cock totalmente dura na frente dela e num movimento só já estava com a cock na boca enquanto eu olhava de cima e via o rabo lindo dela se destacar ela chupava desesperada enquanto pedia pra eu comer ela e eu mal aguentava aquela chupada mágica num momento quase explodindo ela parou de chupar e tirou tudo ficando totalmente à minha mercê Y. Vamos pra cama? C. Não, me come aqui Y. Beleza, deixa eu chupar você C. Me dá vergonha Y. Não tem problema Entre beijos e carícias, virei a Carla pro corpo dela ficar pronto pra ser penetrado em pé ela com o corpo na mesa e eu atrás aproveitei pra chupar a pussy dela que ainda lembro tinha um gosto muito suave, tipo doce, eu descreveria assim foi só encostar minha língua na pussy dela e sentir Carla tremer de prazer C. Filho da puta, te falei que não Y. Que delícia, que pussy gostosa você tem C. Cê gosta? Y. É a melhor da minha vida C. Chupa ela toda, vai Y. Cê gosta assim? (metendo minha língua nela) C. Aaah assim, sim, aah gozei, que gostoso Y. Adoro como você goza assim, molhando tudo C. Continua chupando mais, vai, quero gozar de novo C. aaah sim, sim aaah mete a língua assim, vai, me come, filho da puta, quero que me coma Me preparei atrás da Carla e bem devagar comecei a meter até o fundo quando nossos corpos se encostaram tirei devagar enquanto Carla gemia e gritava de prazer comecei um vai e vem meio forte pra fazer ela gozar C. Aa ah assim, me dá mais Y. Que delícia, que pussy gostosa você tem, garota C. siii assim, vai, enche minha pussy de porra Y. De novo dentro, certeza? C. Siii vai, me enche, sua puta aaah Y. Não fala isso que eu não aguento C. Aguenta ou te mato, quero porra C. Aa ah aaah sim mais forte, vai, que eu tô gozando Y. Enche minha cock dos seus sucos C. Sim, vai fundo aaah, eu gozo mais forte C. aaaah aash ai sim, tasty cum, assim me enche de cum, vai Bombie contra Carla umas três vezes a mais e deixei ele gozar dentro dela. Quando ela desceu da mesa, Carla me deixou tomar banho na casa dela e disse: "agora essa cock é minha", segurando ela enquanto caminhava para o quarto. Eu tomei um banho rápido pra tirar o suor enquanto ela procurava uns books de fotos pra um cliente que tinha que ver naquela tarde. Enquanto eu tomava banho, ela preparou o mate e jogou desodorante de ambiente com as janelas abertas pra sumir o cheiro de sexo. Depois ela tomou banho, tomamos uns mates e fui embora. Naquela noite, enquanto eu tava em casa umas 22h, ela me escreveu pra saber como eu tava. Batemos um papo e ela disse que tava faltando alguém pro evento dela de sábado, que precisava de ajuda. Falei de achar alguém e ela respondeu: "se você se anima a me ajudar com a iluminação e tal". Respondi que se ela explicasse, não teria problema. C. É fácil, você só precisa me ajudar a colocar as luzes e umas besteiras a mais. Y. Sem problema, quando é? C. Sexta-feira, e se você obedecer a chefa, tem prêmio. Y. Que prêmio seria? C. O salário e meu corpo a manhã toda pra você. Y. Prefiro o corpo do que o salário, haha. C. Sério, te pago um salário. Y. Me recuso a aceitar pagamento, de boa te ajudo. C. Vemos sexta às 19h, esteja em casa. Y. Fechado, fechado. C. Vou dormir, beijos e cuida da minha cock, haha. Durante a semana a gente continuou conversando normal e ela foi me explicando o que eu precisava fazer na sexta. A única coisa que recusei foi tirar fotos, porque sou péssimo nisso. E quando vi, já chegou a tão esperada sexta-feira. Fomos pro evento, que foi num salão famoso da cidade. Carla foi de leggings e a camiseta da empresa dela. Lembro que a legging preta ficava linda nela e marcava bem a bunda. Eu fui de jeans e a camiseta que ela me deu, que ainda guardo. Depois da festa, levantamos tudo e fomos pra casa dela. Ela pagou o resto do pessoal e disse: "me espera". Uns segundos depois, só fiquei eu. Pedi pra tomar banho e ela disse pra ficar à vontade, como se fosse minha casa. Ela tomou banho depois de mim e, quando ia entrar no banheiro, falou: "Me espera na cama, dorme aqui hoje, já é tarde." Enquanto esperava na cama mexendo no celular, apareceu a Carla, só iluminada pela luz fraca da TV, com um conjunto de renda preta.
C: "Você tem que tirar o dinheiro daqui."
Y: "Prefiro cobrar de outro jeito."
C: "Como assim?"
Y: "Com isso" (e dei um tapa na bunda dela).
C: "Só quer isso mesmo, né?"
Y: "Sim, cem por cento."
C: "Então se paga com a minha bunda."
C: "Quero que você arrebente bem."
Y: "Fica de quatro na minha frente."
Quando a Carla ficou de quatro na cama, eu desci a calcinha devagar até deixar a buceta linda e o cu dela livres, e fui direto chupar aquela bunda gostosa que ela tinha. Carla começou a gemer, e meu pau endurecia a cada passada da minha língua na bunda dela.
C: "Siim, que gostoso como você come meu cu."
Y: "Adoro."
C: "Vai arrebentar muito, bebê? Já tô com a buceta toda molhada, continua no meu cu."
Y: "Já arrebentaram ele?"
C: "Não, nunca. Quero que você abra ele e faça do jeito do seu pau."
Y: "Que bunda gostosa você tem, Carla. Desde o primeiro dia eu quis."
C: "Te deixou com tesão me ver de renda, aaah."
Y: "Sim, adoro" (comecei a enfiar a língua no cu dela).
C: "Aaah, sim, que gostoso. Continua, enfia o pau que não aguento mais."
Y: "Fica de quatro assim."
C: "Vai, fode meu cu, filho da puta."
Encostei devagar meu pau babado no cu dela e comecei a empurrar suave até a cabeça entrar naquela bunda apertada. Aos poucos, fui enfiando tudo até entrar inteiro, entre gritos e choros dela.
C: "Que gostoso, aaah, mas dói."
Y: "Agora vem o melhor."
C: "O quê?"
Y: "Sente" (comecei a bombar o cu dela).
C: "Aaah, aaah, aaaah, sim, que gostoso, continua."
Y: "Sempre quis arrebentar essa sua bunda."
C: "Aaah, aaaaai, não aguento, tira."
Y: "Você gosta, filha da puta? Que bunda boa você tem" (tapa).
C: "Goza, aaah, não aguento, por favor, goza."
Y: "Aaah, sim, pela bunda pequena. Cala a boca que os vizinhos podem ouvir."
C: "Aaah, aaah, que me ouçam, mas goza, por favor."
Y: "Aaah, caralho. Ainda não (tava me segurando pra não gozar) C. Por favor, termina, não aguento mais, já gozei, acaba por favor, C. Enche meu cu de porra, vai, esvazia tudo na sua putinha, C. Aah aah aaaaaah minhas pernas tão tremendo, não aguento, goza por favor Y. Aaa sim, toma a porra, Carla, e enfiei até o fundo C. Que gostoso, bebê, minhas pernas tão tremendo, que delícia de porra no cu C. Sou sua putinha pra toda a vida, goza dentro de mim sempre Y. Não me dá ideias C. Vamo dormir, tô toda tremendo, amei isso, mas esse pau é grande Nós abraçamos e dormimos, como quem diz felizes, embora a felicidade fosse durar pouco e nada, já que um tempo depois conheci outra jovem que era penitenciária, mas isso é pra outra história. Se vocês gostaram, me avisem, avaliem ou comentem, não custa nada. Se quiser saber sobre a penitência, me avise. Desde já, obrigado por ler e um abraço a todos.
2 comentários - Carla e o evento gostoso