Olá, meu nome não é muito importante, atualmente tenho 30 anos, mas a história que vou contar começou há uns 24 anos, mais ou menos.
Tudo começou quando eu estudava no ensino fundamental. O que vou contar aconteceu quase no começo da escola, foi quando eu tive noção de pornografia e coisas safadas, graças a umas revistas mal escondidas por aí do meu pai e por minha prima, que também me fez beijar os peitos dela — boas lembranças daquela época. Mas não vou falar da minha prima nesse relato, e sim sobre minha mãe. Resumindo, a gente morava num quarto, meu pai vinha nos visitar de vez em quando. O problema é que meu pai traía minha mãe, e eu via eles brigarem feio, voava faca, prato e um monte de coisa.
Nunca tive problema pra me comunicar com ela. Talvez porque meu pai quase não tinha proximidade comigo, era bem pouca, mas ele me comprava brinquedos e tal. Fui criado só com ela, e sempre confiei cegamente nela.
Depois de uma semana de aula, essa vez é a que lembro mais porque foi quando, dias antes, ela começou a me dar uns beijinhos — um beijinho é um beijo na boca — e dizia que era normal. Nessa vez, fomos ao Blanco, uma loja no centro. Fomos na área de roupas e ela foi procurar umas meias de liga. E, como todo moleque, fui ver os carrinhos. Minha mãe me perguntava qual eu gostava mais, e eu dizia que a cor bege. Fomos pra casa. Era uma sexta-feira, meu pai sempre saía às sextas e voltava só na segunda, chegando bem bêbado. Minha mãe e eu fomos pra casa, tudo normal até aí. Eu cresci vendo minha mãe de calcinha e sutiã, pra mim era normal vê-la assim. Mas dessa vez ela me chamou pra perguntar como estava o conjunto que ela tinha comprado. Eu já tinha percepção de mulheres desde cedo, por causa das revistas e coisas que achava por aí. Nessa vez, eu a vi mais gostosa do que o normal, e só falei que tava muito bom, gostava de como minha mãe tava naquela época.
Vou descrever um pouco minha mãe: ela é costureira (em muitas Às vezes ela fazia suas roupas provocantes e sensuais ou fantasias pra brincar com o amante. Bem novinha, uns 22 anos no máximo, ainda mantinha um corpão: peitos pequenos, uma bunda bem gostosa, pernas bonitas que faziam todo mundo virar pra olhar ela. E claro, usava vestidos que colavam no corpo todo. Até no ensino fundamental ela já roubava olhares dos professores, eu percebia como eles devoravam ela com os olhos. O fato é que naquela vez eu vi minha mãe igual àquelas mulheres das revistas, naquela lingerie. Desde então eu ajudava ela a se trocar, mesmo sem saber por que ela ia assim pro sítio. Só que mais tarde ela vestiu uma saia vermelha bem curtinha, acima do joelho, e uma blusa branca transparente que deixava ver o sutiã todo e a renda bem erótica. Pra sair de casa, ela colocava um vestido longo pra não levantar suspeitas, já que morávamos com minha avó. Nunca desconfiaram porque eu ia junto com ela. Ah, e na minha mochila eu guardava uns sapatos altos bem brilhantes, de bico fino.
Naquela vez fomos esperar o ônibus — bom, não era ônibus, era uma kombi. Mas antes disso passamos numa farmácia pra comprar uns comprimidos pra enjoo, porque eu enjoava fácil, e também levei umas gomas de mascar, mas pensando bem agora, eram camisinhas. Saímos de lá e fomos pra rota que levava passageiros da cidade pro sítio. Uma GMC marrom, lembro dos logos. Minha mãe e eu subimos, junto com mais umas pessoas. No caminho, a viagem durava umas 2 horas mais ou menos, porque não tinha asfalto e tinha que dirigir com cuidado. O pessoal descia nos lugares deles, e antes de chegar na casa da minha avó materna, o motorista parava na casa dela, como avisando que ia demorar. Sem mais, fomos até o último ponto, que era o nosso. Naquela vez ele não parou, seguiu em frente e parou a kombi mais adiante. Minha mãe e eu descemos e sentamos nos bancos da frente. Minha mãe parecia conhecer bem aquele senhor, porque já iam conversando normalmente. como se já se conhecessem há anos, eu falei "isso eu não tinha notado". na conversa, ele dizia pra ela que sentia falta dela. ele se apresentou, disse que era amigo da minha mãe e perguntou se eu queria ir pro rio, e eu, inocente, respondi que sim. ele me deu um carrinho e falou que era segredo, que eu não contasse pra ninguém pra onde a gente ia. dito isso, minha mãe pediu pra eu guardar segredo e aí a gente partiu pra viagem. fomos primeiro num restaurante onde comemos uma comida muito gostosa. minha mãe já tinha trocado de roupa, tava muito gostosa naquela saia curta e blusa transparente, como sempre roubando olhares. era um lugar novo pra mim. naquele restaurante, os dois pareciam se dar muito bem, porque a toda hora se beijavam de língua, muito melosos. a gente sentou pra comer. eu peguei um coquetel de camarão, foi a primeira vez que comi, e minha mãe também comeu um. quando terminamos, a gente foi embora. lembro que naquela hora deu muito sono, a gente foi pra kombi e no caminho eu dormi. eles pararam, minha mãe me deitou nos bancos de trás e aí perdi a noção do tempo. quando acordei, já era noite. lembro que ainda deitado no banco de trás, não quis me levantar, mas ouvia eles de onde eu tava. dava pra ouvir eles se beijando e o amigo da minha mãe chamando ela pelo apelido, dizendo que já queria pegar ela daquele jeito. minha mãe respondia que também queria se soltar, que já precisava daquilo, e aí começou a ouvir umas batidas. naquela idade, eu não sabia o que tava rolando, mas minha mãe parecia que tava correndo ou fazendo muito exercício. na hora, eu me inclinei um pouco pra ver, porque o banco deixava ver um pouco, mas só via os pés da minha mãe no teto da kombi com aqueles sapatos altos que eu tinha na mochila, e o cara em cima dela. o cara empurrou mais forte e desabou em cima dela. eu me assustei e chamei minha mãe com um "mãe" bem tímido e assustado. rapidamente os pés desceram e minha mãe se levantou e veio até mim. minha mãe me perguntou se eu tinha visto alguma coisa. eu falei que Só os pés dela, mas eu me assustei porque o amigo dela soou como se tivesse acontecido algo com ele. Minha mãe me contou uma mentirinha, dizendo que ele tinha carregado algo pesado e que ela estava ajudando ele. Eu acreditei. Minha mãe estava sem sutiã, dava pra ver os peitos dela pela blusa, ela estava toda suada e despenteada, o rímel dela todo borrado, como se tivesse dado muitos beijos naquele homem. Como a gente é ingênuo quando criança, mas aquilo ficou na minha memória até hoje. Naquela vez, minha mãe me pediu e implorou pra eu não contar nada do que tinha visto, e que me compraria mais brinquedos se eu guardasse segredo, e que a gente poderia ir mais vezes pro rio e comer fora. Eu, todo feliz, aceitei não contar nada pra ninguém, só pra ganhar mais prêmios assim em outras viagens. Essas idas pro sítio eram semanais, e nelas eu vi e presenciei tudo o que faziam com a minha mãe. Mas, amigos, se vocês quiserem, eu conto no próximo relato.
Pra quem quiser saber como era minha mãe naquela época, ela se parecia muito com a Annie-Hughes.
O que vivi quando era criança foi muita coisa, aprendi muito, e tenho muito mais pra contar.
Obrigado por me ler.
Tudo começou quando eu estudava no ensino fundamental. O que vou contar aconteceu quase no começo da escola, foi quando eu tive noção de pornografia e coisas safadas, graças a umas revistas mal escondidas por aí do meu pai e por minha prima, que também me fez beijar os peitos dela — boas lembranças daquela época. Mas não vou falar da minha prima nesse relato, e sim sobre minha mãe. Resumindo, a gente morava num quarto, meu pai vinha nos visitar de vez em quando. O problema é que meu pai traía minha mãe, e eu via eles brigarem feio, voava faca, prato e um monte de coisa.
Nunca tive problema pra me comunicar com ela. Talvez porque meu pai quase não tinha proximidade comigo, era bem pouca, mas ele me comprava brinquedos e tal. Fui criado só com ela, e sempre confiei cegamente nela.
Depois de uma semana de aula, essa vez é a que lembro mais porque foi quando, dias antes, ela começou a me dar uns beijinhos — um beijinho é um beijo na boca — e dizia que era normal. Nessa vez, fomos ao Blanco, uma loja no centro. Fomos na área de roupas e ela foi procurar umas meias de liga. E, como todo moleque, fui ver os carrinhos. Minha mãe me perguntava qual eu gostava mais, e eu dizia que a cor bege. Fomos pra casa. Era uma sexta-feira, meu pai sempre saía às sextas e voltava só na segunda, chegando bem bêbado. Minha mãe e eu fomos pra casa, tudo normal até aí. Eu cresci vendo minha mãe de calcinha e sutiã, pra mim era normal vê-la assim. Mas dessa vez ela me chamou pra perguntar como estava o conjunto que ela tinha comprado. Eu já tinha percepção de mulheres desde cedo, por causa das revistas e coisas que achava por aí. Nessa vez, eu a vi mais gostosa do que o normal, e só falei que tava muito bom, gostava de como minha mãe tava naquela época.
Vou descrever um pouco minha mãe: ela é costureira (em muitas Às vezes ela fazia suas roupas provocantes e sensuais ou fantasias pra brincar com o amante. Bem novinha, uns 22 anos no máximo, ainda mantinha um corpão: peitos pequenos, uma bunda bem gostosa, pernas bonitas que faziam todo mundo virar pra olhar ela. E claro, usava vestidos que colavam no corpo todo. Até no ensino fundamental ela já roubava olhares dos professores, eu percebia como eles devoravam ela com os olhos. O fato é que naquela vez eu vi minha mãe igual àquelas mulheres das revistas, naquela lingerie. Desde então eu ajudava ela a se trocar, mesmo sem saber por que ela ia assim pro sítio. Só que mais tarde ela vestiu uma saia vermelha bem curtinha, acima do joelho, e uma blusa branca transparente que deixava ver o sutiã todo e a renda bem erótica. Pra sair de casa, ela colocava um vestido longo pra não levantar suspeitas, já que morávamos com minha avó. Nunca desconfiaram porque eu ia junto com ela. Ah, e na minha mochila eu guardava uns sapatos altos bem brilhantes, de bico fino.
Naquela vez fomos esperar o ônibus — bom, não era ônibus, era uma kombi. Mas antes disso passamos numa farmácia pra comprar uns comprimidos pra enjoo, porque eu enjoava fácil, e também levei umas gomas de mascar, mas pensando bem agora, eram camisinhas. Saímos de lá e fomos pra rota que levava passageiros da cidade pro sítio. Uma GMC marrom, lembro dos logos. Minha mãe e eu subimos, junto com mais umas pessoas. No caminho, a viagem durava umas 2 horas mais ou menos, porque não tinha asfalto e tinha que dirigir com cuidado. O pessoal descia nos lugares deles, e antes de chegar na casa da minha avó materna, o motorista parava na casa dela, como avisando que ia demorar. Sem mais, fomos até o último ponto, que era o nosso. Naquela vez ele não parou, seguiu em frente e parou a kombi mais adiante. Minha mãe e eu descemos e sentamos nos bancos da frente. Minha mãe parecia conhecer bem aquele senhor, porque já iam conversando normalmente. como se já se conhecessem há anos, eu falei "isso eu não tinha notado". na conversa, ele dizia pra ela que sentia falta dela. ele se apresentou, disse que era amigo da minha mãe e perguntou se eu queria ir pro rio, e eu, inocente, respondi que sim. ele me deu um carrinho e falou que era segredo, que eu não contasse pra ninguém pra onde a gente ia. dito isso, minha mãe pediu pra eu guardar segredo e aí a gente partiu pra viagem. fomos primeiro num restaurante onde comemos uma comida muito gostosa. minha mãe já tinha trocado de roupa, tava muito gostosa naquela saia curta e blusa transparente, como sempre roubando olhares. era um lugar novo pra mim. naquele restaurante, os dois pareciam se dar muito bem, porque a toda hora se beijavam de língua, muito melosos. a gente sentou pra comer. eu peguei um coquetel de camarão, foi a primeira vez que comi, e minha mãe também comeu um. quando terminamos, a gente foi embora. lembro que naquela hora deu muito sono, a gente foi pra kombi e no caminho eu dormi. eles pararam, minha mãe me deitou nos bancos de trás e aí perdi a noção do tempo. quando acordei, já era noite. lembro que ainda deitado no banco de trás, não quis me levantar, mas ouvia eles de onde eu tava. dava pra ouvir eles se beijando e o amigo da minha mãe chamando ela pelo apelido, dizendo que já queria pegar ela daquele jeito. minha mãe respondia que também queria se soltar, que já precisava daquilo, e aí começou a ouvir umas batidas. naquela idade, eu não sabia o que tava rolando, mas minha mãe parecia que tava correndo ou fazendo muito exercício. na hora, eu me inclinei um pouco pra ver, porque o banco deixava ver um pouco, mas só via os pés da minha mãe no teto da kombi com aqueles sapatos altos que eu tinha na mochila, e o cara em cima dela. o cara empurrou mais forte e desabou em cima dela. eu me assustei e chamei minha mãe com um "mãe" bem tímido e assustado. rapidamente os pés desceram e minha mãe se levantou e veio até mim. minha mãe me perguntou se eu tinha visto alguma coisa. eu falei que Só os pés dela, mas eu me assustei porque o amigo dela soou como se tivesse acontecido algo com ele. Minha mãe me contou uma mentirinha, dizendo que ele tinha carregado algo pesado e que ela estava ajudando ele. Eu acreditei. Minha mãe estava sem sutiã, dava pra ver os peitos dela pela blusa, ela estava toda suada e despenteada, o rímel dela todo borrado, como se tivesse dado muitos beijos naquele homem. Como a gente é ingênuo quando criança, mas aquilo ficou na minha memória até hoje. Naquela vez, minha mãe me pediu e implorou pra eu não contar nada do que tinha visto, e que me compraria mais brinquedos se eu guardasse segredo, e que a gente poderia ir mais vezes pro rio e comer fora. Eu, todo feliz, aceitei não contar nada pra ninguém, só pra ganhar mais prêmios assim em outras viagens. Essas idas pro sítio eram semanais, e nelas eu vi e presenciei tudo o que faziam com a minha mãe. Mas, amigos, se vocês quiserem, eu conto no próximo relato.
Pra quem quiser saber como era minha mãe naquela época, ela se parecia muito com a Annie-Hughes.
O que vivi quando era criança foi muita coisa, aprendi muito, e tenho muito mais pra contar.

Obrigado por me ler.
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