A puta do pastor 2 (extorsão anal)

Com a Danisa, continuávamos transando praticamente toda semana. Tínhamos uma rotina de duas vezes por semana. Eu passava para buscá-la de carro, íamos para o hotel, fodia como animais e devolvia ela pro marido bem cuidada, como toda mamãe casada com aspirações de puta merece. Ela não podia voltar sem estar sempre cheia de porra de macho. Era óbvio que era cômodo pra ela botar chifre no marido, já tinha se acostumado bem, enquanto eles mantinham o acordo de boca que tinham pra ele bancar a casa, a guarda dos filhos e o status de pastor.

Às vezes a gente trepava na casa dela quando os filhos não estavam, mas eu preferia ir pro hotel, porque ela se sentia mais puta e mais rebaixada sabendo que íamos a um lugar especialmente pra transar e nada mais. Nos últimos tempos, nem jantávamos juntos, mal conversávamos.

O hotel ficava no meio do nada, sempre escolhíamos o mesmo quarto que tinha uma hidromassagem, uma cama e um sofá no mesmo ambiente. Também tinha uma TV onde sempre passava pornô. Às vezes ela ficava perplexa vendo um vídeo da Lana Rhoades onde dois negros arrebentavam ela. Mas ela era bem introvertida, mesmo nesses momentos só mostrava o tesão pela umidade da buceta dela e pelos gemidos guturais que ecoavam por todo o complexo.

Ela gostava que eu a despisse primeiro, antes mesmo de tirar meus sapatos, já estava completamente nua e de joelhos chupando minha pica. Ficava quietinha e me deixava fazer. Às vezes eu gostava de ser bruto e arrancar a calcinha dela, mas ela não se entregava muito ao jogo do sexo pesado.

Da minha parte, estava bem satisfeito com a rotina de ter uma foda fixa. Era jovem e tinha uma mulher casada que eu não precisava sustentar, nem aguentar as mudanças de humor, nem cuidar na doença como a instituição do casamento exige. Eu gostava da minha vida de solteiro, dormir sozinho, jogar videogame, comer pizza todo dia. tipo, lavar a louça quando eu bem entendia.

A Danisa não tinha experiência na cama e isso era nítido, ela era bem reprimida. Tinha uns fetiches, mas bem contidos. Ultimamente gostava que eu gozasse dentro, já tinha superado a fase de medo de engravidar e estava começando a curtir a buceta cheia de porra morna.

A gente tinha uma relação de amizade, mesmo eu ainda guardando rancor porque quando éramos adolescentes ela não quis me dar a buceta. Mas ainda assim, eu tinha um certo apreço por ela. Embora eu sempre evite me apaixonar pelas putas com quem fico, é inevitável acabar criando algum tipo de apego.

Algo ia mudar, porque a ingrata não se contentou com meu pauzão xxl e começou a fazer perguntas que iam detonar o pior dos seus pesadelos. Um dia, enquanto a gente se acomodava no hotel, ela ficava me encarando demais, como se guardasse um segredo ou reprimisse algo que queria muito me dizer e não tinha coragem.

─ Você ficaria comigo se eu largasse meu marido?

─ Porra, tá perguntando essa merda sério?!

─ É, sei lá, foi um pensamento em voz alta.

─ Não, não ficaria com você nem se fosse solteira. Você não é o tipo de gostosa que eu procuro. Quando eu era moleque, você me fez apaixonar, tava feito um otário desenhando coraçõezinhos com nossos nomes. Depois casou com outro, só porque seus pais mandaram. Nunca quis sair comigo, a única coisa que importava era toda essa merda de igreja. Agora quer que eu cuide de você, que tá mais velha e com filhos? Não sou tão otário assim, mami. Você é um carro que outro usou quando tava novo e eu tenho que manter.

A cara da Danisa se transformou, ela se desmontou de raiva e sentou na cama na hora. Apertando os punhos, me disse:

─ Me leva pra casa, seu filho da puta! Não quero te ver nunca mais na vida.

─ Tudo bem, te levo. Sem problema. Mas fico meio triste pela galera. que vai na sua igreja. Agora mesmo, enquanto você tava dando os sermões e te chamam de "pastora".
— O que você tá dizendo?
— Sim, vão ficar decepcionadas quando descobrirem que você come outro cara, e que enquanto tão te metendo uma piroca grandona na buceta, você insulta o pastor e ri da cara dele.
— É minha palavra contra a sua, ninguém vai acreditar em você.

Aí eu me levantei, peguei um pen drive que tava na mala e coloquei na TV do hotel.
Era ela me fazendo um boquete com um monte de saliva enquanto eu a fazia engasgar e dava tapas na cara dela. Num momento eu perguntava "é assim que o pastor tem? ou menor?" e ela respondia "é um pinto de bebê perto disso tudo" e continuava chupando com uma risadinha safada até que eu gozava na garganta dela e ela catava os restos como uma gatinha sedenta. Depois me beijava a cabeça com um selinho bem melado e, olhando nos meus olhos, me dizia "obrigada".

Como eu já tinha comido várias, já conseguia perceber quando uma mulher era naturalmente submissa, daquelas que te dão uma coleira de cachorro pra você levar pra passear, só que no caso dela não conseguia se libertar de tudo. O vídeo onde ela mais parecia submissa era aquele. Então aproveitei pra chantagear ela. Mas a real é que eu tinha filmado praticamente todos nossos encontros, alguns na casa dela.
Comprei uma câmera espiã do tamanho de um relógio que eu achava uma das mais incríveis maravilhas tecnológicas criadas pela mão do homem. Fazia tempo que eu tinha o fetiche de gravar tudo que eu comia. Espero que não me julguem por isso.

— Sabia que você podia fazer isso comigo, então tomei precauções. Pode me odiar, mas no seu lugar eu não ficaria tão rebelde e começaria pedindo desculpas e prometendo obediência. Olha que você tem muito mais a perder do que eu, mamãe.
— Isso que você tá fazendo é ilegal, se eu te denunciar você vai preso.
— Se me denunciar, vou dizer que hackearam meu notebook quando levei no técnico pra fazer um backup. E se eu tiver que ir preso pra Educar uma puta, eu vou pagar o preço, mas de graça não vai sair. Vai pra sua casa se quiser, eu não vou te levar.

Dani começou a chorar desconsoladamente. Entrei na hidromassagem que estava no mesmo ambiente e fiquei vendo um filme que estava passando na TV a cabo. Depois me deitei e dormi enquanto a Danisa não só não ia embora, como continuava chorando sentada num sofá que estava na frente da cama.

— Para de chorar, senão vão chamar a segurança e te jogar na rua. A gente tá no meio do nada, e faz sete graus. Por que você não pede pro seu marido ou pros seus pais virem te buscar?

Ela continuava chorando, só que cada vez mais baixo, até o choro virar um soluço bem fraco.

Apaguei completamente. Quando acordei, vi que ela tava tocando meu ombro.

— O que você quer pra não subir os vídeos? Faço o que você quiser, o que for, não importa. O que você pedir, mas não quero que ninguém veja isso. Pelos meus filhos, meu marido e a igreja eu não tô nem aí, mas eles não merecem tudo que pode rolar se você me expor assim. Vou perder a guarda pra sempre e minha família nunca mais vai falar comigo.

— O que for?

— Sim, o que você pedir, qualquer coisa.

— Primeiro, você não vai mais me tratar por “você”, vai me chamar de “senhor”, “dono” ou “papi” e vai pedir permissão até pra falar. Isso no geral. Agora, no particular, tô com muita vontade de uma coisa. Acho que sou bom pra duas coisas: resumir anotações e arrebentar bucetas, e aqui não tenho as anotações.

— Qualquer coisa menos isso! Sou virgem por lá, nunca meteram nem um dedo. Se quiser, pode me comer na boca como queria ou me bater com o cinto mais forte e me marcar, faço o que você quiser menos isso. Por favor.

— Achei que a gente tinha chegado a um acordo. Agora não só você tá me dizendo irreverentemente que não vai me entregar a bunda, como também tá me tratando por “você” como se eu fosse um vizinho. Sou seu dono, caso não tenha ficado claro. Me parece que você tá afim de que os irmãozinhos livres da tua seita batam punheta pros teus vídeos.

— Não, senhor.

— Então vai me entregar teu cu virgem?

— Sim, amo.

— Mas primeiro tu tem que chupar minha pica pra ficar bem dura. Deixa ela firme pra eu arrebentar teu cu, Dani. Vai, ganha a foda.

Ela começou a chupar minha pica enquanto chorava, mal tinha tirado o casaco, tava totalmente vestida. Por um lado, eu sentia pena, mas acho que era necessário ela aprender que com certas experiências era melhor não se meter, que tinha brincado com fogo e esse era o preço que tinha que pagar.

Depois de uns minutos, não tinha mais vestígio das lágrimas e ela já tava me fazendo um boquete totalmente convencida, enquanto acariciava as bolas com muita devoção. Vi que ela tava se tocando por cima da roupa, a putinha. Tudo isso que parecia dramático e material pra futuros traumas de psicólogo, ela tava curtindo. Eu achava realmente inacreditável.

— Mostra os peitos, tira eles da blusa, assim, sem tirar nada, por fora do sutiã.

Era muito pornô ver os peitos dela balançando só por fora da roupa. De joelhos, nem os saltos ela tinha tirado, enquanto chupava a pica e se engasgava e abria a boca de novo e repetia o movimento uma vez e outra. De vez em quando eu beliscava os bicos dos peitos dela, ou dava tapas nos peitos e na cara e obrigava ela a me agradecer.

— Chega, tu vai me fazer gozar, agora fica de quatro que vou detonar teu cu.

Levantei ela e coloquei de quatro na cama, subi a blusa até o pescoço e o sutiã sem nem tirar tudo pra os peitos ficarem pra fora mas apertados pela roupa, arregacei a legging grossa dela até os joelhos junto com a calcinha fio dental que ela tava usando, deixando só o cu pelado, enquanto ela praticamente continuava semi-vestida. Não tirei os sapatos dela porque aqueles stilettos me deixavam muito excitado e faziam ela parecer uma prostituta de verdade.

Fiquei uma hora enfiando dedos no cu dela, Primeiro um, dois, três, minha pika era realmente grande, então aquele era um trabalho não só necessário, mas inevitável.
Vi que ela chorava demais. Então falei pra ela:

— Bom, olha, se você não quer, não quer, não vou te obrigar. Vai lá, tira o pendrive da TV, leva ele. Não vou fazer nada.

— Não, continua, senhor.

— Você gosta dos dedos? Tem certeza, puta? Tá com vontade?

— S-sim. Choro porque dói um pouco, mas não para. Faz comigo o que você achar melhor.

— Ok, já tá lubrificado. Vou meter um vibrador na sua buceta pra você ficar bem quente. Não se assusta e aproveita, porque nem toda mulher pode comer uma pika desse tamanho. Você é uma puta chupeta privilegiada. Não vou casar com você, mas vou arrombar seu cu como Deus manda.

Meti um brinquedo na buceta dela, era um consolo médio com um cabinho e uma espécie de joystick que fazia vibrar. O que mais me surpreendeu foi o quanto ela tava molhada, tinha encharcado o lençol com os fluidos dela. Parecia que tinha mijado em si mesma umas duas vezes. Minha pika tava duríssima, meti e entrou direto até o fundo, tava tão lubrificada que dava pra enfiar um caminhão que entrava sem problema.

— Seu marido não te come no cu?
— Não, senhor. Nunca fui comida pelo cu. Minha bunda é só sua agora. Eu sou sua.

Ela começou a gemer sem controle, enquanto minha pika entrava e saía cada vez mais rápido. A bombada era cada vez mais violenta e a cara de prazer dela não dava pra disfarçar. Tava babando o travesseiro inteiro. Começou a abrir as nádegas com as duas mãos, e a puta gozou antes que eu pudesse gozar primeiro. Continuei um pouco mais e terminei enchendo o cu dela de porra enquanto ela gozava pela segunda vez.

— Obrigada, senhor — ela disse, meio perdida, não entendi direito o que tinha acontecido com ela, mas tinha gostado.

— Olha, Dani, eu fiz vasectomia, vi que esse tempo todo você tava tentando me enfiar um filho, mas deu errado. Agora você vai ser minha escrava, te dei a Teve a chance de ir embora e não quis, agora você vai ser minha propriedade. Se não quiser, já sabe, hoje também filmei como arrebentei seu cu e, se não quiser que seu pai veja do que a filhinha dele é capaz, vai ter que fazer tudo direitinho.

Ela não respondeu nada, tomou banho e ficou calada no carro até eu deixá-la em casa. Ela sabia que algo tinha mudado, e dava pra sentir o desconforto que a culpa causava nela, mas não conseguia lutar contra seus instintos de puta. O amor dela por paus grandes era mais forte do que toda a educação religiosa que ela podia ter recebido em todos esses anos.

À noite, já na minha casa, tinha preparado tudo o que precisava estudar pro dia seguinte. Depois de jantar e tomar banho, fui me deitar. O celular toca.

"— Alô, meu dono, como cê tá? Queria agradecer por tudo que você me fez sentir hoje."

Danisa estava desconfortável com a chantagem, mas ao mesmo tempo ela a libertava da culpa. Ela sentia que estava sendo coagida, e isso a liberava pra ser toda a puta que nunca tinha se permitido ser. Mas o inferno dela nem tinha começado. O fogo mal estava tocando a ponta dos dedos dos pés dela. O que ia acontecer depois ia ser pesado demais, tanto que ia marcar ela pro resto da vida.

5 comentários - A puta do pastor 2 (extorsão anal)

muy bueno loco mucho morbo
Muchas gracias, Mario!
LPM termine recaliente, iré a leer la primera parte
Gracias pa, se viene parte nueva en cualquier momento!
muy bueno el relato mejoraria si pones fotos de ella tambien 🫢
Gracias. No tengo fotos de ellas en pelotas por que ésto le pasó a un amigo. Pero si pongo de las otras la estaría mandando al frente mal. jaja