A melhor amiga dele. XIV.

Chegamos na nossa casa. Beijei ela com paixão. — Não aguento mais... — Ela sussurrava ofegante, Pauli. Minhas mãos não davam conta de tirar a camiseta dela, de descer a leggings. Ela gemia. — Ah... Sim... Me domina, por favor, me controla toda. Olhei pra ela e ela estava fora de si. Eu também. Tava de olhos fechados, toda vermelha. Peguei ela pelo cabelo e puxei pra trás. Ela gritava de prazer. — Cê gosta, sua puta? — Adoro... — Cê gosta que eu te domine na frente do velho? Cê gostou de eu te comer o cu? — Ah, ah, não... Não aguento mais, me fode! — Ela me olhou nos olhos, a excitação dava pra sentir entre a gente. — Responde, sua puta! Cê gostou ou não? — Adorei, adorei... — Do que cê gostou? — De você me comer o cu na frente do Lucio. — Ela respirava e falava entrecortado. — Por... Por favor. Preciso que você meta. — Levantou uma perna, puxou a tanga e pegou na minha pica. Comecei a meter devagar. — Ah, meu deus... Adoro... — Segurei ela pela bunda e fiz força. Sentia meu gozo saindo do cu dela. Fiquei ainda mais excitado e a velocidade aumentou. — Ah! Para, tira o dedo que você me deixou doendo... — ela falou. — Agora pede pra parar? Agora? — Eu repetia, enquanto enfiava e tirava o dedo cada vez mais rápido. — Responde. — Não, ah... Não, ah... Não, não para. — Ela gemia, de olhos fechados. Eu comia ela forte, com raiva. Segurava pelo cabelo e ela pedia mais e mais. — Me vira, por favor, me come de costas. — Ela implorou, tentando se afastar de mim. Virei ela e ela arreganhou bem a bunda. Via ela sendo comida, entregue, tesuda. Simplesmente a puta que eu queria que ela fosse anos atrás, mas não sabia que nesse nível. — O que cê tá esperando? — Ela me olhou por cima do ombro. — Me come a buceta... — Ela me olhava e falava com voz de puta e abria as bandas do cu. — O cuzinho não, porque olha como você deixou ele... — Apertei a mandíbula e, ofegante, me joguei nela. Comecei a comer ela e ela gemia. — Me toca, por favor, me toca que eu vou gozar... — Ela sussurrava me segurando pelo cabelo. — Como o velho te tocava? — Não respondia. Eu a pegava mais forte e apertava o clitóris dela. — Quer que eu te toque igual o Lucio te tocava? — Agitada, ela sorria. — Responde, putinha. — É que o velhinho tem os dedos grandes e apertava muito forte, me fez gozar rápido... — Não aguentei e comecei a meter forte nela. Não sei se aquele comentário me excitava ou me dava raiva. — Ai, sim... Assim... O que foi, te excita saber que o velhinho me faz gozar com esses dedos? — sorria a putinha que mexia com meu orgulho ou sei lá o quê, mas minha pélvis batia cada vez mais forte na bunda dela. — Ai, que pau... — ela começou a repetir. — Qual? — perguntei, ofegante. — O que você tá imaginando? — Ela me olhou e levou minha mão até a boca dela pra começar a chupar meu dedo como se fosse um pau. Enfiou um, enfiou dois e enfiou três, até quase se engasgar. Do nada, eu já tava gozando dentro dela, sentindo ela se contorcer enquanto gozava também.

Não falamos nada. Tomamos água e fomos tomar banho. Tiramos um cochilo e saímos pra jantar. Não foi planejado, mas a gente precisava de ar. Não teve aquelas preliminares que a gente tinha até pouco tempo atrás. Acho que a barreira que a gente tinha quebrado tava acabando com a emoção do que vinha antes. Escolhemos um restaurante que também é quase um bar, onde toca música e as mesas são bem separadas umas das outras. Sentamos nuns módulos lá no fundo. Não tinha ninguém perto. Comemos, pedimos um vinho e depois começamos a tomar drinks. Não eram necessários, ou talvez sim, pra gente se soltar. — O que a gente vai fazer? — perguntei pra Pauli. — Nada, continuar como até agora. — De que "agora" você tá falando? — Não entendi. — Digo... — me aproximei e sussurrei por cima da mesa — ...do agora que eu vejo um velho enfiando os dedos no seu cu ou do agora que a gente ia casar e brincava de que a gente ia se ver? — Não sei, eu... — Ali eu vi ela confusa pela primeira vez, ou pelo menos, mais confusa do que eu. Por uns minutos, a gente só bebeu e desviou o olhar. Como se soubesse que era necessário, mas ao mesmo tempo, a gente precisava conversar. — Você me... Me ama?" — perguntei, sem saber o que preferia que me dissesse. — "Óbvio, Juan! Como é que você duvida?" — Ela se ofendeu, cruzando os braços. — "Bom, posso duvidar desde o primeiro momento em que você acha tesão um velho te apalpar e você bater uma pra ele na minha frente." — "Agora a culpa é só minha? Você foi obrigado?" — "Um pouco..." — "Ai, pelo amor de Deus. Se toda vez que a gente conversava você tava durasso." — Não ia negar, mas como não sabia bem o que tava rolando comigo, também não confirmei. — "E você me ama?" — Ela me olhou e eu não respondi na hora. — "Não vai responder?" — "Não é óbvio? Sim, te amo!" — "E se me ama, por que deixou tudo isso crescer?" — A tensão era mais do que visível. Não era o que eu esperava, se é que dava pra esperar alguma coisa. — "De onde surgiu tudo isso?" — Perguntei, mexendo no copo quase vazio. — "Você não era assim. Viu alguma coisa? Falou com alguém? Me traiu?" — Eu perguntava, que paradoxo pensar que ela me traiu quando horas atrás a gente tinha tido aquele encontro. — "Ai, Juan! Não fala besteira." — Ela pegou minhas mãos. — "Você sempre me pediu pra deixar de ser tradicional e sei lá, uma coisa levou à outra e aconteceu." — "Assim tão simples? Tão fácil?" — O bar começava a encher e a Pauli pediu pra gente ir embora. Subimos no carro e comecei a dirigir pra beira-rio. Ela colocou música e a gente não falou até eu estacionar. — "Quando eu era pequena, tive um evento que acho que desencadeou esse momento." — "Do que você tá falando?" — "Quando você me pediu em casamento e eu comecei a pensar em tudo que a gente viveu, o que... Não! Vivemos e que às vezes você pedia. Comecei a me perguntar por que eu não me arriscava." — "Isso tá indo pra um lugar onde você..." — "Não!" — Ela gritou, me interrompendo. — "Tudo consensual, mas... Deixa, melhor, melhor deixa..." — Ela cruzou os braços. — "Me conta." — "Você vai ficar com ciúmes." — "Tá me zoando!" — "Hehe! Tem razão." — Ela falava quase arrastando as palavras por causa do álcool. — "Quando eu ia pro colégio, tinha um namoradinho, mas não queria ele. Eu tava apaixonada pelo professor de literatura." — "Um amor platônico." — "Tipo isso. — E pra quê isso tudo?
— O professor de literatura era um cara bem mais velho e não era tão bonito, mas mexia comigo.
— E daí?
— Isso me lembrou o Lucio.
Ela media as palavras, como se estivesse se controlando.
— Sério, não entendo a ligação. Tem milhões de caras iguais. Por que agora?
— Ai, Juan! Olha, eu queria fazer ciúmes e sabia que ele ia fumar perto do quartinho onde guardavam tralha. Tinha uma janela.
— Pauli, vai direto ao ponto.
— Tá bom! Uma manhã, quando eu sabia o horário que ele ia fumar, levei meu namoradinho pro quartinho, ajoelhei e comecei a chupar a rola dele. Chupava devagar, olhando de lado, esperando ele aparecer.

Eu comecei a ficar excitado. A Pauli percebeu. Tirou minha rola da calça e começou a me bater uma punheta.
— Eu tinha levantado a saia pro professor me ver, mesmo falando pro meu namoradinho que era pra ele gozar.
— Eu tava durasso.
— Ele não vinha...
A Pauli falava enquanto começava a chupar minha rola.
— Chupava devagar, assim. Olhando de lado.
— E aí? — perguntei ofegante, começando a apalpar a bunda dela.
— Aí, num instante, ouvimos a porta. Meu namoradinho quis parar, tentando subir a calça, mas eu não deixei e me afoguei com a rola dele, assim... — ela enfiou inteira e começou a engasgar. Não fazia isso sempre. — Agh, que delícia... — limpou a baba da boca. — E o menino tava apavorado, mas queria que ele me visse. De relance, vi ele, como ele fixava o olhar na minha bunda. Eu tava encharcada. O menino gozou e, engasgada, me segurou pelo braço e saímos correndo.

Ela começou a chupar minha rola mais rápido. Chupava e parava pra falar comigo. Enquanto isso, me batia uma punheta.
— Não sei se ele soube que era eu, mas sempre desejei que ele soubesse.
Eu parei de falar, empurrei a cabeça dela pra minha rola e comecei a comer a boca dela.
— E agora você quer ser a putinha que o velho fica olhando? — perguntei, e ela tentava responder, mas eu não parava de comer a boca dela. — Agora você quer voltar a ser aquela menininha, putinha? Agggggrrrrh... - eu ouvia, enquanto continuava no ritmo. - Isso é um sim, puta? - peguei ela pelo cabelo e puxei pra ela me olhar. A rímel tinha escorrido toda, ela tava chorando e babando. - Sim... Quero ser essa puta... - ela engoliu seco. Empurrei ela pro meu pau e enchi a boca dela de porra. Ela começou a engolir tudo que conseguia. Soltei ela e ela continuou passando a língua. Joguei a cabeça pra trás, exausto. - Só vai ser por agora? - perguntei. - Sim... - Vai se repetir... - Você quer? - ela me perguntou. - Qual é o limite? - O que você mandar... - ela respondeu na hora. Liguei o carro, voltamos e fomos deitar. Ela vestiu o pijama e por aquele dia o sexo já bastava. - Bom, no fim nem temos muito tempo porque o Lucio vai se mudar. - falei, já com as luzes apagadas e de madrugada. - É verdade, love. - respondeu já quase dormindo. Na minha cabeça a ideia não parava de girar. Fui ao banheiro, sentei no vaso. Entrei no Instagram e vi os stories da Maca. Em minutos, uma mensagem dela. Maca: - Não sabia que você me stalkeava de madrugada. - Eu: - O que cê tá fazendo a essa hora, não tá na balada? - Maca: - Voltei, porque tô cansadinha. - Eu: - Bom, bate uma pensando em mim, assim você dorme relaxada. - Maca: - Talvez tenha alguém me tocando agora. - Congelei. Não respondi. Maca: - Sinto sua falta... - ela completou e eu sorri. Eu: - Também sinto... - Maca: - Quero voltar e preciso que a gente converse, por favor. Não sei como seguir. - Não falei mais nada. Apaguei tudo, sorri e fui pra cama. Minha cabeça era uma bagunça, já não sabia mais do que gostava, o que queria e com quem queria. Mas sabia que algumas coisas iam acontecer mais rápido do que eu esperava.

3 comentários - A melhor amiga dele. XIV.

Excelente. Me encontré con este relato y no pude evitar leerlo completo, +10 y siguiendo a partir de hoy