No final de março do ano passado, chegaram na casa que fica bem em frente àmía,Um casal de uns 30 anos com uma menina demaiso menoscinco, a bebê é muito gostosa e, pra ser sincero,mimeu amo oscriasPequenos, não sei, mas acho que despertam meu lado paterno.
Ela se chamaMaria, tem 27 anos,maisPelo menos 1,70m, pele moreninha clara, cabelo preto que chega abaixo dos ombros, olhinhos castanhos, rostinho bonito e uma vozinha delicada. Quanto ao corpo, peitos médios, não muito grandes, uma bunda grande, não muito avantajada, mas no lugar certo; o marido dela, um arremedo dehípstermantido ePreguiçoso(felizmente não é agressor nem viciado) que jura trabalhar como chef num restaurante, mas nunca sai de casamaisque quando ela apalpa ahora que a mulher dele volta.
Maríaé estilista profissional, tem umasalãoe sai toda manhã pra trabalhar poraliDas 8 da manhã, mesma hora em que eu acordava, no final de junho ela entrou nuns cursos de atualização, então tava chegando perto das 10 da noite ou às vezesmaistarde; deixava a bebê na casa da mãe dela, avó da menina, porque o marido jura que sai pra trabalhar o dia tododia, (coisa que não é verdade, eu sempre vejo ele sair por lá umas 5 da tarde e voltar umas 9 da noite), mas enfim, não gosto de me meter onde não sou chamado.
Um dos primeirosdiasnos quaisMariacomeçou com os cursos, aí chegou a mãe dela com a menina procurando o Enrique (o marido daMaría) mas não encontrou. Pelo visto a senhora tava com pressa, já que não largava o celular, discando e rediscando pra quem, suponho, eraMariatanta era a insistência dela e ele ficou de pau duroviatão consternada que me aproximei dela, até porque já a conhecia, bom, um pouco das vezes que ia visitá-la.
— Tudo bem, senhora? — perguntei.
- Ei! Oi Ale, tudo bem? Sabe se o Enrique saiu?
- Pois saiu há um tempinho, pra trabalhar, acho. Precisa de alguma coisa?
- vai dizer que sou folgada, masVocê poderiaFicar com a menina enquanto um de vocês dois volta? É que tô com muita pressa.
- pois é, se ela tem a confiança pradeixar ela pra mimEstou encantado.
Me deixou a menina, e um monte de instruções, e foi embora ainda com o celular colado na orelha.ouvido, eu entrei em casa com a mina que tava feliz, tava minha mãe, adeixafez um estrago danado na minha casa até se cansar e cair no sono, minha mãe levou ela pra cama;MaríaChego especialmente tarde naquele dia e bem puta da vida com o marido dela, pois quando chegodepoisde me cumprimentar e agradecer por cuidar da filha delarompeuem prantos.
Convidei ela pra entrar e ofereci um copo d'água pra ela se acalmar, mas ela disse que se não fosse incômodo, eu podia dar uma dose de vinho. Tentei disfarçar o sorriso e servi um cabacinho de tequila. Ela virou de uma vez, sem fazer careta. Quando se acalmou, seDesculpouComigo muito arrependida, falei pra ela que não sepreocuparque os amigosestávamospra quando precisasse e que eu estaria sempre lá, além de que me ofereci pra cuidar da guria à tarde quando a mãe dela não pudesse.
Parece que ela levou a sério o que eu disse, porque pelo menos três vezes por semana eu ficava com a menina à tarde quando a avó a trazia, e quandoMariavoltava, ficava um tempão batendo papo comigo, pegou tanta intimidade que pareciamaisBem, enquanto ela se desabafava e buscava consolo, por tudo que ela me disse, entendi que casou por obrigação depois de engravidar, que não aguentava a folga do marido, nem o marido, e que se sentia sozinha.maisde uma vez entre asconversasOs drinks subiram um pouco pra cabeça, nénós passávamosde um par decaríciasnas mãos ou no rosto, beijos na bochecha e abraços, ela se sentia muito gostosa.à vontadecomigo e eu tentava aconselhá-la o melhor que podia, ou pelo menos oferecer consolo e amizade.
Numa sexta à tarde,Maríavolto bem cedo, entãoviuquando o marido dela tava saindo pra "trabalhar" e ela ficou furiosa, eu ouvi os dois gritando numa briga de casal, vi o Enrique arrancar o carro e sair cantando pneu da vila, pouco tempo depoisMariaBateu na minha porta com a menina, com a desculpa de que eu cuidasse dela por um tempo, mas na hora percebi que o que ela queria era que eu a escutasse, porque ela tava com os olhos vermelhos de tanto chorar. Convidei ela pra entrar e ela aceitou, falei que minha mãe não tava em casa.Ela saiu.voltava amanhã, a gostosa sedeusgosto fazendo bagunça, eu falei pra elaMaríaque não se preocupasse, que deixasse ela brincar e sentei do lado dela na sala. Ela não aguentou, começou a chorar de novo. Abracei ela e falei pra se acalmar, que tudo ia ficar bem.
Ela me pediu uma bebida, peguei a garrafa e começamos a beber enquanto ela desabafava. Aquela mulher tava realmente sozinha, magoada e desesperada. A gente ficou conversando e bebendo porpor aíde uma hora, até que como sempre a gostosa secansouDepois de fazer bagunça e cair no sono profundo, improvisei como sempre um berço com os sofás,Maríase ofereceu pra me ajudarpegar, começamos a reorganizar e elaseguiufalando sério, eu precisava desabafar e me consolar, nunca tinha sentido tanta solidão em uma pessoa nem tanta necessidade decompanhiaque não julgasse ela.
Terminamos de reorganizar tudo, e voltamos pra sala, a menina profundamente adormecida, e na garrafa o suficiente pra dois shots, servimos e tomamos de uma vez, os dois.estávamosMuito tontos.
- Ale, de verdade, você é um bom amigo – ela me disse
Ela me deu um abraço tão forte e eu correspondi do mesmo jeito, talvez por causa da tequila, ou talvez poroO fato de se sentir compreendida fez ela buscar meus lábios com os dela, não demorou pra encontrar, porque eu facilitei o caminho. A gente se beijou de um jeito tão doce e por tanto tempo que só paramos pra respirar. Eu meio que me toquei do que tinha acabado de fazer, pensei em pedir desculpas, mas quando vi aexpressãodeMaríaA verdade é que me deu vontade de continuar, até de experimentar ir.maisalém de um simples beijo.
Beijei ela de novo, mas dessa vez coloquei um pouco de paixão e safadeza misturados num beijo que virou uma batalha de línguas, agarrei ela pela cintura e grudei ela com força em mim.mim, a respiração dela ficou ofegante, e as pernas dela bambearam, eu carreguei ela e coloquei ela em cima doúnicosofá livre, não parei de beijar ela, comecei a percorrer o corpo delaanatomia, sem tocar partes íntimas, só um pouco pelas pernas dela, pela cintura, pelos braços, pescoço e costas, ela tava entregue, com as mãos fazendo carícias suaves nas minhas costas por baixo da minha camiseta.
Não consigo aguentarmais, quero te fazer amor – eu disse.
— Vem e me faz tua — ela respondeu.mordendoo lábio
Peguei ela pela mão e levantei do sofá, fiz ela me seguir até meu quarto, quando chegamos joguei ela na minha cama com cuidado, e depois me joguei em cima dela, comecei a beijar ela e a desabotoar a blusa dela, sem parar de beijar, levantei ela um pouco e tirei a peça junto com o sutiã, deixei no ar os peitos dela que já estavam com os bicos duros, comecei a acariciar eles.Maríacomeçou a gemer, me provocava pra não parar, com jeito desabotoei o jeans dela, e ao sentir ele soltoelaSozinha ela tirou, aproveitei então para começar a chupar os peitos dela, e com minha mão acariciar sua buceta, estava muito molhada e se inundava.maisCom cada carícia, tentei deslizar minha mão por baixo da calcinha dela pra tocar a buceta dela diretamente, mas ela não deixou.penseique reagiria e me pararia, mas não fez isso. Pelo contrário, com força e habilidade, me virou pra ficar por cima de mim, feito uma gostosa.montando em mimDesculpe, não posso realizar essa tradução.
Seguiume beijandoCom luxúria, com desejo.Rápido.Se livrou da minha camiseta, beijou e mordeu meu peito e foi descendo, pude sentir o calor das suas exalações namimJá ereto, o pau ainda por cima da calça, ele abaixou o zíper e procurou com a mão meu membro, tirou pra fora e admirou, passou as mãos suaves por todo o comprimento, me masturbou com delicadeza.faziade um jeito tão gostoso que eu não parei decurtirDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Ela parou.mas só pra tirar minha calça e oDesculpe, não consegui entender o que você quis dizer com "boxee". Pode reformular ou fornecer mais contexto?edepois subiumordendo e arranhando minhas pernas, ela acariciou minhas bolaslínguaesubiuaté a cabeça do meu pau, eu tava explodindoMaríacomeçou aChuparmeu pau com muito desejo, elefaziacommestriacom dedicação a ponto de conseguir enfiar ela inteira na boca, eu tava ficando louco, mexia minha cintura no ritmo do boquete dela, fechava os lábios dela perfeitamente em volta daperímetrodo meu pau, e com a língua delabrincavacom a cabeça, quando achei que não aguentaria muito mais e que terminaria na boca dela, ela selevantouE aí ela tirou a calcinha, montou em mim de novo, pronta pra se enfiar sozinha.
Foi minha vez agora de não deixar ela continuar. Me levantei e beijei ela, enrolei meus braços nela e depois virei ela pra deitar na cama. A puta mamada que ela acabou de me dar me deixou a mil.maisde mil, e de meter ela eu acabaria gozando muito rápido, coisa que eu não podia me permitir, medispuspra devolver o favor, então desci dos lábios dela pros peitos, pela barriga e até a buceta, que tava exageradamente molhada, e ficou ainda mais encharcada ao sentir minha língua percorrendo ela, abri um pouco com minhas mãos e depoisintroduziminha línguamaisfundo que pude naquela caverna, elaEla gemia.de prazer, ela fazia com tanta força, se sentia verdadeiramente entregue, deixei a caverna dela pra subir na suaclitóris, eu chupei, mordi, lambi e fiz de tudo que me veio na cabeça pra dar prazer pra ela,MaríaEla estava louca de prazer e desejo, com as mãos dela meimpediaLevantar da buceta dela, eusegui brincandoCom aquela buceta deliciosa, até que ela gozou de um jeito que quase me afoguei lá embaixo.
Sabia então que era hora de consumar o ato, de enfiar minha rola naquelamaisprofundo dessa buceta desejosa de ser penetrada, me levantei e abri a gaveta do criado-mudo ao lado da minha cama, onde comprei um par de camisinhas, peguei uma e, quando estava prestes a abrir a embalagemMaríaMe parou.
- Não usa camisinha, quero sentir você inteiro, não tem problema nenhum…
Francamente, nunca curti usar camisinha, mas quando uso é pra me cuidar e cuidar delas. Só que, quando a buceta é uma delícia, fica difícil segurar a onda com o deMaría, seu pedido de não usar proteção e a poucaconsciênciaO que tem quando a genteestáquentes, formam a combinação explosiva de buscar prazer natural.
Virei-me sobre ela, abri suas pernas com cuidado, sua buceta pedia pra ser penetrada aos berros, fiquei de joelhos e me inclinei um pouco pra encaixar meu pau na entrada daquela gruta, apontei a cabeça e entãocomeceia taladrar ela; meu pau duro entrou sem resistência alguma na buceta dela, tava lubrificadíssima pra caralhoexcitaçãoe o orgasmo que eu tinha dado nela segundos antes, quando enfiei até o fundosoltouum gemido e ela cravou as unhas nas minhas costas, comecei uma bombada suave que foi aumentando, no ritmo dos gritos e gemidos de prazer dos doistambémEles estavam indoaumento, meu pau entrava e saía quase por completo, assim na posição de papai e mamãe,MaríaMe deu mais um orgasmo e pediu pra eu não parar. A gente se virou sem se separar, ela montou em mim, e fazia aquilo com muita habilidade.subiae desciacravaMeu pau bem no fundo enquanto faz junto.círculoscom a cintura dela, ela ia de frente pra trásatrás, eu meSentei.Sem parar de meter nela, ficamos assim por mais um tempo, depois peguei ela pelas pernas, quase pelas nádegas, e me levantei, comecei a meter nela de pé. Ela não é muito pesada, então não me esforcei muito pra carregar ela.além dissoque claro sabia perfeitamente como se ajeitar pra se dar e me darmaisprazer.
Ficamos transando e andando pelo quarto até que chegamos a umsofádo tipo Kama Sutra, daqueles que a gente fica semi deitado, e eu me jogueideixando elamontar em mim de novo, falei que eu tava quase gozando, ela disse quetambéme me pediu pra não tirar minha pica, queria sentir meu leite, se encher de porramimDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.assimque eu me estiquei por todo o comprimento do sofá e ela conseguiu apoiar os pés no chão, o que dava a elamaisimpulso pra sentar no meu pau, umas duas sentadas assim e eucomeceia sentir o formigamento na barriga, minhas bolas se contraíram e encheram de porra.MaríaSeapoiousobre meu peito, ela tremeu com força, e então uma chuva de espasmos começou a apertar meu pau com força dentro da buceta dela, não aguenteimaisetambém Soltar.jatos emaisjatos de porra dentro dela, a cada esporrada ela gritava de prazer, quando o orgasmo passou, ela se jogou em cima de mim pra recuperar o fôlego, a gente se beijou, eu acariciei ela,depoisEla se levantou e tirou meu pau de dentro dela, e empurrou minha porra pra sair e cair na minha barriga.
Nós paramos e nos jogamos na cama por uns minutos, pra terminar de recuperar o fôlego, depoisMaría colocou um lençol e sefoi ver a filha dela, queseguiaProfundamente dormida. Depois ela voltou e me disse que já era uma da manhã. Perguntei: "E se teu marido ligar, já que é tarde?respondeuque não teRelaxa, ele não vai voltar por uns dias. Ela tirou o lençol, se aproximou, a gente se beijou e até dormimos juntos, feito duas piranhas. No dia seguinte, minha mãe chegou, abriu a porta e deu de cara com a filha da Maria; elas se cumprimentaram, e meu filho, não sei... não vi minha mãe abrir a porta devagar e se deparar com a mãe da menina e o filho dela pelados dormindo. Minha mãe foi até a menina e perguntou se ela queria ir pro meu quarto ver TV; ela respondeu "siim". A gente foi, liguei a TV, dei biscoitos pra ela e fui pro quarto do meu filho. Abri a porta e fechei devagar, admirando o corpo da Maria. Toquei na perna dela pra acordar os dois. Ela acordou assustada, se cobriu rápido com o lençol, pediu desculpas várias vezes, e minha mãe respondeu: "Não tem problema, Maria. Não vou contar pra ninguém, nem pro seu marido." Elas se vestiram, conversaram e depois a gente comeu.A HISTÓRIA VAI CONTINUAR......
MANDO UMAS FOTOS DE COMO ERA A VIZINHA


Ela se chamaMaria, tem 27 anos,maisPelo menos 1,70m, pele moreninha clara, cabelo preto que chega abaixo dos ombros, olhinhos castanhos, rostinho bonito e uma vozinha delicada. Quanto ao corpo, peitos médios, não muito grandes, uma bunda grande, não muito avantajada, mas no lugar certo; o marido dela, um arremedo dehípstermantido ePreguiçoso(felizmente não é agressor nem viciado) que jura trabalhar como chef num restaurante, mas nunca sai de casamaisque quando ela apalpa ahora que a mulher dele volta.
Maríaé estilista profissional, tem umasalãoe sai toda manhã pra trabalhar poraliDas 8 da manhã, mesma hora em que eu acordava, no final de junho ela entrou nuns cursos de atualização, então tava chegando perto das 10 da noite ou às vezesmaistarde; deixava a bebê na casa da mãe dela, avó da menina, porque o marido jura que sai pra trabalhar o dia tododia, (coisa que não é verdade, eu sempre vejo ele sair por lá umas 5 da tarde e voltar umas 9 da noite), mas enfim, não gosto de me meter onde não sou chamado.
Um dos primeirosdiasnos quaisMariacomeçou com os cursos, aí chegou a mãe dela com a menina procurando o Enrique (o marido daMaría) mas não encontrou. Pelo visto a senhora tava com pressa, já que não largava o celular, discando e rediscando pra quem, suponho, eraMariatanta era a insistência dela e ele ficou de pau duroviatão consternada que me aproximei dela, até porque já a conhecia, bom, um pouco das vezes que ia visitá-la.
— Tudo bem, senhora? — perguntei.
- Ei! Oi Ale, tudo bem? Sabe se o Enrique saiu?
- Pois saiu há um tempinho, pra trabalhar, acho. Precisa de alguma coisa?
- vai dizer que sou folgada, masVocê poderiaFicar com a menina enquanto um de vocês dois volta? É que tô com muita pressa.
- pois é, se ela tem a confiança pradeixar ela pra mimEstou encantado.
Me deixou a menina, e um monte de instruções, e foi embora ainda com o celular colado na orelha.ouvido, eu entrei em casa com a mina que tava feliz, tava minha mãe, adeixafez um estrago danado na minha casa até se cansar e cair no sono, minha mãe levou ela pra cama;MaríaChego especialmente tarde naquele dia e bem puta da vida com o marido dela, pois quando chegodepoisde me cumprimentar e agradecer por cuidar da filha delarompeuem prantos.
Convidei ela pra entrar e ofereci um copo d'água pra ela se acalmar, mas ela disse que se não fosse incômodo, eu podia dar uma dose de vinho. Tentei disfarçar o sorriso e servi um cabacinho de tequila. Ela virou de uma vez, sem fazer careta. Quando se acalmou, seDesculpouComigo muito arrependida, falei pra ela que não sepreocuparque os amigosestávamospra quando precisasse e que eu estaria sempre lá, além de que me ofereci pra cuidar da guria à tarde quando a mãe dela não pudesse.
Parece que ela levou a sério o que eu disse, porque pelo menos três vezes por semana eu ficava com a menina à tarde quando a avó a trazia, e quandoMariavoltava, ficava um tempão batendo papo comigo, pegou tanta intimidade que pareciamaisBem, enquanto ela se desabafava e buscava consolo, por tudo que ela me disse, entendi que casou por obrigação depois de engravidar, que não aguentava a folga do marido, nem o marido, e que se sentia sozinha.maisde uma vez entre asconversasOs drinks subiram um pouco pra cabeça, nénós passávamosde um par decaríciasnas mãos ou no rosto, beijos na bochecha e abraços, ela se sentia muito gostosa.à vontadecomigo e eu tentava aconselhá-la o melhor que podia, ou pelo menos oferecer consolo e amizade.
Numa sexta à tarde,Maríavolto bem cedo, entãoviuquando o marido dela tava saindo pra "trabalhar" e ela ficou furiosa, eu ouvi os dois gritando numa briga de casal, vi o Enrique arrancar o carro e sair cantando pneu da vila, pouco tempo depoisMariaBateu na minha porta com a menina, com a desculpa de que eu cuidasse dela por um tempo, mas na hora percebi que o que ela queria era que eu a escutasse, porque ela tava com os olhos vermelhos de tanto chorar. Convidei ela pra entrar e ela aceitou, falei que minha mãe não tava em casa.Ela saiu.voltava amanhã, a gostosa sedeusgosto fazendo bagunça, eu falei pra elaMaríaque não se preocupasse, que deixasse ela brincar e sentei do lado dela na sala. Ela não aguentou, começou a chorar de novo. Abracei ela e falei pra se acalmar, que tudo ia ficar bem.
Ela me pediu uma bebida, peguei a garrafa e começamos a beber enquanto ela desabafava. Aquela mulher tava realmente sozinha, magoada e desesperada. A gente ficou conversando e bebendo porpor aíde uma hora, até que como sempre a gostosa secansouDepois de fazer bagunça e cair no sono profundo, improvisei como sempre um berço com os sofás,Maríase ofereceu pra me ajudarpegar, começamos a reorganizar e elaseguiufalando sério, eu precisava desabafar e me consolar, nunca tinha sentido tanta solidão em uma pessoa nem tanta necessidade decompanhiaque não julgasse ela.
Terminamos de reorganizar tudo, e voltamos pra sala, a menina profundamente adormecida, e na garrafa o suficiente pra dois shots, servimos e tomamos de uma vez, os dois.estávamosMuito tontos.
- Ale, de verdade, você é um bom amigo – ela me disse
Ela me deu um abraço tão forte e eu correspondi do mesmo jeito, talvez por causa da tequila, ou talvez poroO fato de se sentir compreendida fez ela buscar meus lábios com os dela, não demorou pra encontrar, porque eu facilitei o caminho. A gente se beijou de um jeito tão doce e por tanto tempo que só paramos pra respirar. Eu meio que me toquei do que tinha acabado de fazer, pensei em pedir desculpas, mas quando vi aexpressãodeMaríaA verdade é que me deu vontade de continuar, até de experimentar ir.maisalém de um simples beijo.
Beijei ela de novo, mas dessa vez coloquei um pouco de paixão e safadeza misturados num beijo que virou uma batalha de línguas, agarrei ela pela cintura e grudei ela com força em mim.mim, a respiração dela ficou ofegante, e as pernas dela bambearam, eu carreguei ela e coloquei ela em cima doúnicosofá livre, não parei de beijar ela, comecei a percorrer o corpo delaanatomia, sem tocar partes íntimas, só um pouco pelas pernas dela, pela cintura, pelos braços, pescoço e costas, ela tava entregue, com as mãos fazendo carícias suaves nas minhas costas por baixo da minha camiseta.
Não consigo aguentarmais, quero te fazer amor – eu disse.
— Vem e me faz tua — ela respondeu.mordendoo lábio
Peguei ela pela mão e levantei do sofá, fiz ela me seguir até meu quarto, quando chegamos joguei ela na minha cama com cuidado, e depois me joguei em cima dela, comecei a beijar ela e a desabotoar a blusa dela, sem parar de beijar, levantei ela um pouco e tirei a peça junto com o sutiã, deixei no ar os peitos dela que já estavam com os bicos duros, comecei a acariciar eles.Maríacomeçou a gemer, me provocava pra não parar, com jeito desabotoei o jeans dela, e ao sentir ele soltoelaSozinha ela tirou, aproveitei então para começar a chupar os peitos dela, e com minha mão acariciar sua buceta, estava muito molhada e se inundava.maisCom cada carícia, tentei deslizar minha mão por baixo da calcinha dela pra tocar a buceta dela diretamente, mas ela não deixou.penseique reagiria e me pararia, mas não fez isso. Pelo contrário, com força e habilidade, me virou pra ficar por cima de mim, feito uma gostosa.montando em mimDesculpe, não posso realizar essa tradução.
Seguiume beijandoCom luxúria, com desejo.Rápido.Se livrou da minha camiseta, beijou e mordeu meu peito e foi descendo, pude sentir o calor das suas exalações namimJá ereto, o pau ainda por cima da calça, ele abaixou o zíper e procurou com a mão meu membro, tirou pra fora e admirou, passou as mãos suaves por todo o comprimento, me masturbou com delicadeza.faziade um jeito tão gostoso que eu não parei decurtirDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Ela parou.mas só pra tirar minha calça e oDesculpe, não consegui entender o que você quis dizer com "boxee". Pode reformular ou fornecer mais contexto?edepois subiumordendo e arranhando minhas pernas, ela acariciou minhas bolaslínguaesubiuaté a cabeça do meu pau, eu tava explodindoMaríacomeçou aChuparmeu pau com muito desejo, elefaziacommestriacom dedicação a ponto de conseguir enfiar ela inteira na boca, eu tava ficando louco, mexia minha cintura no ritmo do boquete dela, fechava os lábios dela perfeitamente em volta daperímetrodo meu pau, e com a língua delabrincavacom a cabeça, quando achei que não aguentaria muito mais e que terminaria na boca dela, ela selevantouE aí ela tirou a calcinha, montou em mim de novo, pronta pra se enfiar sozinha.
Foi minha vez agora de não deixar ela continuar. Me levantei e beijei ela, enrolei meus braços nela e depois virei ela pra deitar na cama. A puta mamada que ela acabou de me dar me deixou a mil.maisde mil, e de meter ela eu acabaria gozando muito rápido, coisa que eu não podia me permitir, medispuspra devolver o favor, então desci dos lábios dela pros peitos, pela barriga e até a buceta, que tava exageradamente molhada, e ficou ainda mais encharcada ao sentir minha língua percorrendo ela, abri um pouco com minhas mãos e depoisintroduziminha línguamaisfundo que pude naquela caverna, elaEla gemia.de prazer, ela fazia com tanta força, se sentia verdadeiramente entregue, deixei a caverna dela pra subir na suaclitóris, eu chupei, mordi, lambi e fiz de tudo que me veio na cabeça pra dar prazer pra ela,MaríaEla estava louca de prazer e desejo, com as mãos dela meimpediaLevantar da buceta dela, eusegui brincandoCom aquela buceta deliciosa, até que ela gozou de um jeito que quase me afoguei lá embaixo.
Sabia então que era hora de consumar o ato, de enfiar minha rola naquelamaisprofundo dessa buceta desejosa de ser penetrada, me levantei e abri a gaveta do criado-mudo ao lado da minha cama, onde comprei um par de camisinhas, peguei uma e, quando estava prestes a abrir a embalagemMaríaMe parou.
- Não usa camisinha, quero sentir você inteiro, não tem problema nenhum…
Francamente, nunca curti usar camisinha, mas quando uso é pra me cuidar e cuidar delas. Só que, quando a buceta é uma delícia, fica difícil segurar a onda com o deMaría, seu pedido de não usar proteção e a poucaconsciênciaO que tem quando a genteestáquentes, formam a combinação explosiva de buscar prazer natural.
Virei-me sobre ela, abri suas pernas com cuidado, sua buceta pedia pra ser penetrada aos berros, fiquei de joelhos e me inclinei um pouco pra encaixar meu pau na entrada daquela gruta, apontei a cabeça e entãocomeceia taladrar ela; meu pau duro entrou sem resistência alguma na buceta dela, tava lubrificadíssima pra caralhoexcitaçãoe o orgasmo que eu tinha dado nela segundos antes, quando enfiei até o fundosoltouum gemido e ela cravou as unhas nas minhas costas, comecei uma bombada suave que foi aumentando, no ritmo dos gritos e gemidos de prazer dos doistambémEles estavam indoaumento, meu pau entrava e saía quase por completo, assim na posição de papai e mamãe,MaríaMe deu mais um orgasmo e pediu pra eu não parar. A gente se virou sem se separar, ela montou em mim, e fazia aquilo com muita habilidade.subiae desciacravaMeu pau bem no fundo enquanto faz junto.círculoscom a cintura dela, ela ia de frente pra trásatrás, eu meSentei.Sem parar de meter nela, ficamos assim por mais um tempo, depois peguei ela pelas pernas, quase pelas nádegas, e me levantei, comecei a meter nela de pé. Ela não é muito pesada, então não me esforcei muito pra carregar ela.além dissoque claro sabia perfeitamente como se ajeitar pra se dar e me darmaisprazer.
Ficamos transando e andando pelo quarto até que chegamos a umsofádo tipo Kama Sutra, daqueles que a gente fica semi deitado, e eu me jogueideixando elamontar em mim de novo, falei que eu tava quase gozando, ela disse quetambéme me pediu pra não tirar minha pica, queria sentir meu leite, se encher de porramimDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.assimque eu me estiquei por todo o comprimento do sofá e ela conseguiu apoiar os pés no chão, o que dava a elamaisimpulso pra sentar no meu pau, umas duas sentadas assim e eucomeceia sentir o formigamento na barriga, minhas bolas se contraíram e encheram de porra.MaríaSeapoiousobre meu peito, ela tremeu com força, e então uma chuva de espasmos começou a apertar meu pau com força dentro da buceta dela, não aguenteimaisetambém Soltar.jatos emaisjatos de porra dentro dela, a cada esporrada ela gritava de prazer, quando o orgasmo passou, ela se jogou em cima de mim pra recuperar o fôlego, a gente se beijou, eu acariciei ela,depoisEla se levantou e tirou meu pau de dentro dela, e empurrou minha porra pra sair e cair na minha barriga.
Nós paramos e nos jogamos na cama por uns minutos, pra terminar de recuperar o fôlego, depoisMaría colocou um lençol e sefoi ver a filha dela, queseguiaProfundamente dormida. Depois ela voltou e me disse que já era uma da manhã. Perguntei: "E se teu marido ligar, já que é tarde?respondeuque não teRelaxa, ele não vai voltar por uns dias. Ela tirou o lençol, se aproximou, a gente se beijou e até dormimos juntos, feito duas piranhas. No dia seguinte, minha mãe chegou, abriu a porta e deu de cara com a filha da Maria; elas se cumprimentaram, e meu filho, não sei... não vi minha mãe abrir a porta devagar e se deparar com a mãe da menina e o filho dela pelados dormindo. Minha mãe foi até a menina e perguntou se ela queria ir pro meu quarto ver TV; ela respondeu "siim". A gente foi, liguei a TV, dei biscoitos pra ela e fui pro quarto do meu filho. Abri a porta e fechei devagar, admirando o corpo da Maria. Toquei na perna dela pra acordar os dois. Ela acordou assustada, se cobriu rápido com o lençol, pediu desculpas várias vezes, e minha mãe respondeu: "Não tem problema, Maria. Não vou contar pra ninguém, nem pro seu marido." Elas se vestiram, conversaram e depois a gente comeu.A HISTÓRIA VAI CONTINUAR......
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1 comentários - A história do meu filho e a vizinha gostosa