Pescando paus (Conto gay) Parte 3

Fiquei deitado um tempinho porque a bunda não parava de doer e pulsar, mesmo assim ela tá uma delícia. Queria ir me lavar, então esperei um pouco, coloquei umas roupas e fui pros banheiros, que por sorte tinham chuveiros, então tomei banho e me masturbei como nunca. Voltei e me deitei, dormi quase na hora. Acordei umas 9 da manhã porque meu amigo me acordou, eles tinham acabado de voltar de pescar, ele tava com um puta porre, então entendi mais ou menos que era pra acordar ele ao meio-dia. Ele se jogou na cama e dormiu na hora. Saí, tomei uns mates e só tem 3 ou 4 acordados dos que vieram, entre eles o Demian, que tão indo pro povoado comprar umas coisas. Eu não queria ficar perto do Demian, então não fui. A manhã passou, tentei acordar meu amigo e não consegui, então deixei ele dormindo. Daí a pouco eles voltam do povoado e começam a juntar as coisas pra ir pescar. Surge o papo de ir de lancha e ninguém queria ir nem comigo nem com o Demian, porque achavam que a gente dava azar e não pescava nada, então quem tava lá foi de lancha e fiquei só com o Demian. Ele chegou perto e falou: — Comprei um enema pra você, assim quando a gente for, sua bunda minúscula fica limpinha. Sem eu responder, ele me levou quase arrastando pro banheiro. Quando terminamos tudo aquilo, tomei outro banho. Fui me trocar e ele tira um negócio de uma sacolinha e fala: — Coloca isso, bebê! Com um tom meloso e safado. E me dá uma tanga: — Nem fodendo, falei. Não sou sua puta nem de ninguém. — Sem problema, agora vou mandar o vídeo pro grupo pra ver se eles pensam igual, responde sem mudar o tom e mordendo o lábio. Sem responder, pego a tanga e antes de colocar ele continua: — Pera, vamos fazer direito, comenta. Me leva pros lavatórios, pega shampoo e passa tudo na minha bunda, e com um aparelho de barbear, raspa todo o meu cu. Ficou um tempão até ficar satisfeito. — Agora sim! E me abraça por trás, beijando meu pescoço, e continua: — Se você vai ser minha putinha pessoal, vai gostar de tudo que eu gosto, sim. Enquanto eu me virava e beijava a boca dela, ela ao mesmo tempo passava a mão na minha bunda toda. Como alguém estava se aproximando do banheiro, nos separamos. Me arrumei rápido e saímos. Fomos tomar uns mates até esperar a lancha voltar, e o Demian não parava de me provocar e deixar claro que queria continuar me comendo. Quando a lancha começou a aparecer de volta, ele me levou quase arrastando até o píer. Todo mundo desceu feliz com a pescaria e zoavam eu e o Demian com piadas tipo "é assim que se pesca", "na lancha não se pega sol". Nos acomodamos e partimos, fomos só eu, o Demian e o Raul. Mais dois iam vir, mas por causa das gozações desistiram. A gente não tinha nem se afastado 40 metros da margem quando o Demian já tinha puxado minha cabeça pra baixo e eu já tava chupando a pica dele, engasgando com o vai e vem da lancha.

- Epa, o menino já tava duro, comenta o Raul entre risadas e continua, Espera um pouco que quero entrar.

O Demian mandou eu tirar a calça e ficar só de tanga e fala:
- Olha essa puta como te recebe, ela tá pedindo uma foda aos berros.

Enquanto segurava minha nuca, ele continuou:
- Ela comprou a tanga hoje de manhã e se depilou toda pra você, eu queria comer ela ontem à noite, mas ela disse que queria que você tirasse a virgindade dela.

- É isso aí, comentava o Raul, enquanto passava a mão na pica dele que já tava dura e acelerava a lancha pra sumir de vista.

Eu queria tirar a pica da boca e desmentir ele, porque já tinha dado pra ele à noite. Mas também tinha vergonha disso e de falar que não foi nem ideia minha me vestir assim nem depilar o cu. Mas não falei nada e continuei chupando a pica.

Quando a lancha diminuiu a velocidade, senti começarem a passar a mão na minha bunda. Era o Raul, que nem dedo enfiou, levantou meu quadril, afastou a tanga, cuspiu na cabeça da pica dele e começou a forçar. Eu não conseguia nem chupar direito de tanta dor que sentia, e mesmo que cada vez que ele tirava cuspia de novo, ele continuou e continuou até começar a entrar, acompanhado das risadas do Demian e dos gemidos do Raul. Depois de um tempo... Começou a me dar empurrões, a Máxima. Eu tava sendo comido e chupando pica ao mesmo tempo. Daí a pouco, o primeiro a gozar foi o Demian, que saiu de lado enquanto o Raul continuava me comendo. Eu tava agarrado na borda do barco, ele metia sem dó e, do nada, grita: "Vadia, aqui ninguém te escuta!". No meio disso tudo, o Demian me fala: "Geme, vadia, não grita. E se gritar, fala 'sim, sim, me dá mais forte'". Como o Raul não diminuía o ritmo, resolvi obedecer e gritava "sim, sim, sim", mesmo que minha bunda doesse como nunca tinha doído nada. Ele continuou e continuou, pra mim foi uma eternidade. Quando sinto que ele tira, manda eu virar de costas e ordena que eu abra a boca e estique a língua. E começa a se masturbar a toda velocidade até que começa a gozar na minha boca, mete a pica na minha boca e bombeia uns segundos até terminar de gozar: "Olha pra cá, vadia". Quando olho, ele tava me filmando com o celular e continua: "Vê, gente, essa é a razão de a gente não pescar. Esse putinho adora ter o cu arrombado como ninguém e engole porra como o melhor". Então, num fim de semana, passei de ser um putinho normal pra vadia declarada e fácil, graças ao vídeo que o Demian fez e mandou pro grupo de pesca. Fim.

2 comentários - Pescando paus (Conto gay) Parte 3

siempre me imaginé algo así en las salidas de pesca! genial el relato!