Lizbeth, a pequena evangélica 4

Em 12 de abril foi aniversário da Lizbeth, a pequena evangélica, mas ela quis comemorar no sábado, dia 15 de abril. Me convidou, e como era fim de semana, cheguei na quinta-feira, onde já consegui comer a Michelle. Sexta-feira passou sem nada pra relatar, só saídas com os amigos. Chegou o sábado, me arrumei pra ir vê-la. Tava muito gostosa com um vestido longo azul, meio decotado, e mostrava a bunda bem gostosa. Foi uma festa muito boa, comida boa, uma ou outra bebida e muito mais entre danças. Dancei várias músicas com ela e, mesmo outros caras pedindo, ela dizia que não. No fim, só dançou comigo e com uns primos, mas o mais importante foi o que rolou depois da festa. A mãe da Lizbeth me pediu pra ficar e ajudar a levar umas coisas. Aceitei. A mãe já tava meio bêbada e a avó tinha ido embora há umas horas. Na primeira viagem pra casa, deixei a mãe lá. De tão bêbada que tava, apagou na hora. Então Lizbeth e eu voltamos pro salão pegar o resto. L: Valeu por me ajudar com a festa, papi. Ela chegou perto e me abraçou. Nisso, peguei ela no colo e começamos a nos beijar de língua, tava passando a mão na bunda gostosa dela. L: A noite é curta, vamos pra casa e no segundo andar a gente se come. Minha mãe tá podre de bêbada e minha avó só acorda amanhã, pode passar um caminhão do lado que ela não acorda. Então vamos terminar rápido aqui pra chegar em casa. Concordei e continuamos guardando as coisas. Já tava quase acabando. Chegamos em casa e ela foi ver o quarto da avó e da mãe. A avó tinha tomado uns remédios pra dormir que viu na mesinha de cabeceira, e a mãe tava super apagada de tão bêbada que chegou. Assim, subimos sem fazer muito barulho. L: Agora sim, papi, começa a festa privada. Tira logo essa vela que eu quero soprar. Sentei na cama, desabotoei a calça e baixei a cueca. Ela não demorou pra se ajoelhar e encher de beijos meu pau e minhas bolas. Metia o máximo que podia na boca, passava a língua. Peguei ela a nuca e faço ela descer até o queixo encostar nas minhas bolas, ela deu uns engasgos, mas não se afastou, continuou assim, seguro o cabelo dela e afasto ela da minha pica e mando ela levantar. J: começa a se despir pra mim, sua putinha. Virei ela de costas e dei um tapa forte na bunda, ela me olhou com uma cara muito safada, abaixou o zíper do vestido e começou a tirar devagar, a pele dela tão lisinha que dava vontade de comer, em poucos segundos ela tava completamente nua, ela não depila a buceta, mas não tenho problema com isso, também tirei a pouca roupa que ainda tinha, fui até onde ela estava, levantei ela pra gente se beijar e assim que eu a peguei no colo comecei a enterrar a pica, por ela ser tão pequenininha e tão leve, posso fazer o que quiser com ela, agarrei a bunda grande dela e subia e descia ela por todo o comprimento da minha pica, ela soltava suspiros e gemidos muito gostosos. L: era isso que eu queria, seu presente, papai, queria sua pica dentro de mim, continua assim, papai, mais fundo, papai, me põe de quatro, papai. Não resisti ao pedido, coloquei ela de quatro na cama e dei outro tapa na bunda. L: fui uma menina má, papai, preciso que você me castigue. Apontei minha pica pra buceta dela e dei mais um tapa antes, depois do tapa, enfiei de uma vez, ela mordeu o travesseiro pra não gritar e eu por trás dela metendo forte, ela não conseguia falar, abafava os gemidos e gritos no travesseiro, minha calça não tava tão longe, e dentro da minha carteira tinha uma camisinha, que eu ia usar pra meter no cu dela de novo, então peguei e comecei a brincar com o cu dela, cuspi e aí ela levantou a cara, já sabia o que ia acontecer. L: você quer arrebentar meu cu, papai, que malvado, rasgar o cu da sua menina. Isso me deixou mais excitado e enfiei, comecei devagar, porque mesmo não sendo mais virgem, ainda era bem apertada, ela mordia o travesseiro mais forte e com as mãozinhas puxava os lençóis, aguentando pra não gritar, o cu dela tava muito apertado, era tão gostoso e depois de 30 minutos eu gozei, foi algo muito prazeroso, descansamos 10 minutos e depois disso, ela desceu pra dar uma olhada nos parentes dela, tava tudo normal, ela voltou pra cama comigo. L: muito gostoso, papi, mas tenho que voltar pra cama, porque se nos descobrirem juntos vai dar merda. A gente se beijou de novo e ela desceu. Meu telegram é Jonathanferro, se quiserem mandar mensagem. Também agradeço se deixarem pontos e comentarem no post.Lizbeth, a pequena evangélica 4
peitoes
rabao
cu rachado
Cu gostoso
Lizbeth, a pequena evangélica 4
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1 comentários - Lizbeth, a pequena evangélica 4