Tava em Pinamar de férias, curtindo aquele solzão, num fim de semana que um casal amigo veio nos visitar. A gente comentou que minha mina ainda não tinha arrumado trampo. Aí meu amigo (Sebastian) fala: "Ô negão, tem um cara aqui que eu conheço, ele tem uma empresa. Sei que ele tá procurando uma recepcionista. Quer que eu ligue pra ele? Talvez sua mulher tenha chance." Aí eu respondi que sim.
Comentei isso com a minha mulher e, obviamente, ficamos gratos por esse amigo se lembrar dela.
Na minha frente, meu amigo liga pra essa pessoa e a gente combina dele vir jantar essa noite com a gente na casa que a gente tava alugando.
Até aí tudo era normal, a ideia obviamente era arrumar um trampo pra minha mulher.
Chega a noite do jantar, Marcos (a pessoa que a gente tinha convidado) chega na nossa casa, a gente janta numa boa, toca no assunto de que minha mulher tava procurando emprego e o próprio Marcos fala: "por que quando vocês voltam, não vêm me ver?" (na verdade, ele tava falando da minha mulher). Essa conversa ficou por ali e mudaram de assunto.
Depois todos se vão, fico a sós com minha esposa e ela feliz pela chance de começar a trabalhar, mas de certa forma tenho que ser honesto e sincero, durante o jantar percebi que esse Marcos olhou pra minha mulher num momento com um certo... digamos, desejo... a gente sente essas coisas como homem.
No dia seguinte, a gente levantou, foi pra praia. Tava com esse casal amigo, o Sebastián (meu amigo) me fala: "Quer que eu chame o Marcos?" Falei: "Ok". Daí a pouco o Marcos chegou onde a gente tava. Começamos a conversar sobre futebol e coisas da vida.
Naquela ocasião, fui mais atento pra reparar no olhar desse Marcos pra minha mulher e, no fundo, isso me excita.
Chega a tardinha e todo mundo sai da praia, meu amigo Sebastián com a mulher dele voltavam pra Buenos Aires, já que eles tinham ficado só o fim de semana, e eu ficava de novo sozinho com a minha mulher.
Na segunda-feira, a gente acordou como sempre com a minha mulher, e fomos pra praia. Num dado momento, ela me perguntou se eu ia com ela caminhar na areia. Eu não tava a fim, e ela se levantou e falou: "Vou dar uma voltinha.
Quando ela volta, me diz... 'cê não sabe com quem eu cruzei', e me conta que tinha esbarrado nesse Marcos, que tava em Pinamar com uns amigos. Na hora, não perguntei nada, não fucei.
Os dias passam, nossas férias estão acabando, voltamos pra Buenos Aires.
Sabíamos que o Marcos voltava na primeira quinzena de fevereiro e que naquela semana ela teria que ir numa entrevista na empresa dele por causa do trampo.
Isso acontece numa quarta-feira, quando volto do trampo. Minha mulher me conta que foi na entrevista e que tinha uma grande chance de ela ficar com a vaga. Perguntei quem tinha entrevistado ela, e ela me disse que foi uma pessoa de recursos humanos. Por um lado, isso me deu uma certa tranquilidade.
Na semana seguinte, chego do trabalho e minha mulher me conta que ligaram pra ela e que a vaga era dela. Isso, claro, me deixou feliz pra caralho, porque ajudava nós dois a pagar as contas. Detalhe: eu ganho até que bem, mas como muitos sabem, não é a mesma coisa ter duas fontes de renda do que só uma, ainda mais com nossos filhos começando a faculdade.
Com o tempo ela começou a trabalhar, a gente sempre conversava sobre como tinha sido o dia, etc e tal... aí ela me conta que foi convidada pra passar um dia na chácara do Marcos e que, claro, eu também tava convidado, porque tavam comemorando mais um aniversário da empresa onde ela tinha acabado de começar.
Ainda estávamos com calor, e era um domingo. Acordamos cedo, minha mulher começou a tomar banho e ela tem o costume de preparar a roupa antes de se lavar. Vi que ela tinha comprado um maiô inteiro branco bem cavado. Quando ela saiu do banho, falei: "Mas você acha que isso é adequado?" E ela respondeu, sorrindo: "Ah, deixa eu me exibir um pouco..." Ok, pensei comigo mesmo, e fomos embora.
Chegamos no lugar, tinha muita gente, comemos churrasco, fiz amizade com outras pessoas... até que num momento minha mulher tira o short que tava vestindo e os olhares de vários foram bem óbvios, alguns obviamente disfarçando, mas como sou um bom observador, percebi isso.
Até aquele momento, tudo corria normalmente. O pessoal começou a ir embora por causa do horário, alguns cedo porque a volta pra capital desde Pilar é bem chata. Nós ficamos até tarde, já que eu não queria pegar aquele congestionamento que costuma se formar. E a questão é que ficamos: Marcos (dono da casa), minha mulher e eu.
Falamos sobre coisas da vida, até que fomos dormir. No caminho, falo pra minha mulher: "como te olharam, hein..." E ela me abraça e diz: "ah, você tá com ciúmes..." E o assunto morreu ali.
Chegamos em casa, caímos na cama... e começamos a trepar. Num momento de tesão, toquei num assunto que já tinha rolado antes e falei: "Como eu adoraria que você desse pra outro cara.
Um dia cheguei em casa, notei ela estranha, mas não questionei nada. Quando estávamos na cama, ela me diz:
Ela: tenho que te contar uma coisa... não vai ficar bravo, né?
O Marcos tá me dando mole.
Naquele momento, viro pra ver o rosto dela e ela tava de olhos fechados, tipo com medo/arrependida. Não falei nada e comecei a dar uns beijos nela por todo lado... até que a gente começou a transar. Quando eu tava dentro dela, no meio dos gemidos, falei... você dava pra ele? E ela não respondia. Insisti de novo com a mesma pergunta, até que ela me disse: "preciso de um tempo". Decidi ali não insistir mais.
Os dias passam, a situação se repetia (na cama e no momento exato), até que ela me confessa que o Marcos ia deixando ela perto de casa toda vez que saía do trabalho, e aí eu falei que tava tudo bem... toda vez que a gente tava na cama, ela tocava no assunto e ia me contando coisas que o Marcos dizia... até que um dia ela me fala... (a gente tava no maior tesão, os dois transando) e ela confessa que beijou o Marcos. Quando ela me disse isso, minha excitação foi absurda... e ela percebeu isso na hora, porque toda vez que a gente tocava no assunto, ela notava minha reação.
Numa quarta-feira, ela me disse: "Não quero parecer uma qualquer". Aí contou que falou pro Marcos que ia ficar sozinha no fim de semana, porque você ia visitar seus pais, e aceitou sair pra jantar com ele... Obviamente, eu entendi na hora e fiquei muito excitado. Falei pra ela: "Quero que você saia com ele... que ele te coma, não se segura, adorei sua decisão... você me encanta". E ela respondeu: "Não quero que isso seja motivo pra dar merda entre a gente". Eu respondi: "Sempre, e você sabe, meu desejo é que um cara te coma e depois você me conte tudo com detalhes". No fim, continuamos transando e dormimos.
Chega o dia... Sábado... Ela foi pro salão de beleza, fez as unhas, se depilou e tudo que uma mulher faz pra uma ocasião especial. Quando ela chegou, vi que tinha comprado um vestido, costas de fora e decotado, e um conjunto de lingerie bem sexy (inclusive ligas e meia-calça). Aquela situação me deixava excitado. Chegou a hora dela ir... Vi como ela estava produzida, e enquanto ela se ajeitava na roupa... Peguei a mão dela e falei: "Eu adoraria te comer agora..." E ela me respondeu: "Quando eu voltar".
Amor; quero que saiba antes de tudo que te amo, que foi difícil tomar essa decisão e que isso não vai mudar nada entre nós. Acho que vai fortalecer, porque notei em você que, cada vez que tocávamos no assunto, te excitava. Mas não quero ser egoísta nesse aspecto e, como vai ver, estou topando sua fantasia. Ao mesmo tempo, confesso que tenho uma certa tesão pelo Marcos. Negar isso seria ser falsa, e isso é o que menos queria ser com você. Por causa das coisas que conversávamos sempre que ele me deixava em casa, isso aumentou minha excitação. A única coisa que peço é que, quando ele voltar, não toque no assunto. Quero que me possua, quero sentir você dentro de mim, porque você é tudo pra mim.
Passaram as horas... imaginava a situação, saber que ela tava com outro cara me excitava, me sentia estranho, até que recebo uma mensagem às 2h30 (mais ou menos) de texto, onde ela diz: ele me pediu pra ser a mulher plena dele por esta noite, posso? te amo
Respondi: se a sua mulher der mole, te amo.
Não consegui dormir pensando nela... no que ela estaria fazendo, mas o sono me venceu. Acordei às 11 da manhã e ela ainda não tinha voltado. Peguei o celular e liguei pra ela. Ela atende e eu digo: "Sei que você tá com ele. Não fica nervosa, só me responde...
Perguntei se ela realizou o desejo dela, ela me disse que sim, que transaram pra caralho e continuou respondendo que sim, ao mesmo tempo me dizia: "amor, tô em casa, mas o telefone fixo não sei o que tá rolando, não funciona... espera aí, tô te ouvindo mal..." Depois ela falou: "agora posso falar, me afastei bastante dele", e eu perguntei: "você se entregou 100% pra ele?" Ela respondeu: "quando chegar aí te conto, te amo muito..." E a gente desligou. A real é que a conversa foi mais longa.
Pouco depois, recebo uma mensagem de texto dela dizendo: vou dormir aqui, amanhã a gente se vê... te amo.
No dia seguinte, acordo, vou trabalhar, ligo pra ela e ela me diz: "Tô no trabalho agora, posso falar..." E na conversa ela me conta que ele quis que ela ficasse também no domingo, e que ela meio que já esperava por isso, por isso levou aquela bolsa com roupa. Nessa conversa, ela me diz: "Hoje vou te mandar um e-mail contando os detalhes. Não quero que quando a gente estiver junto você me pergunte... só quero que você me possua. Te amo demais." Obviamente, minha vontade de saber o que tinha acontecido era enorme, mas de certa forma respeitei o que ela disse, por isso não insisti no assunto da conversa telefônica.
À tarde, vejo o e-mail dela, onde ela me conta tudo em detalhes. Até gostaria de transcrever ele aqui, mas ia ficar longo demais isso.
Quando terminei de ler aquele e-mail, minha vontade de ficar com ela aumentou. Liguei pra ela, falei que ia buscá-la, e foi o que fiz... Passei pra pegá-la, chegamos em casa e transamos por horas, com as pausas necessárias. Fizemos amor (ou melhor, comemos gostoso) de um jeito incrível, porque aquele e-mail, com tudo detalhado, me deixou com um tesão do caralho.
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