Meu caminho bi 4

Fiquei petrificado olhando a mancha de sêmen e sangue no lençol, sem saber direito o que fazer, quando lembrei que também tinha deixado a lingerie da minha sogra encharcada com nossos fluidos no cesto do banheiro. Com o coração batendo forte, cobri a mancha dos meus lençóis com o edredom, depois via como resolver aquilo, e fui rápido ao banheiro atrás das outras provas. No caminho, a Nicole me chamou de novo pra tomar café e usei a desculpa de lavar o rosto e escovar os dentes pra ganhar mais uns minutos. Andando até o banheiro, pude sentir na minha bunda as consequências da noite anterior, sem chegar a ser dor, mas com certeza meu cu tava dolorido, dava pra sentir ele pulsando entre minhas nádegas enquanto me mexia. Dentro do banheiro, descobri com horror que o cesto tava vazio, já tinham tirado as roupas sujas e, entre elas, o conjuntinho da minha sogra cheio de porra que eu tinha usado na noite anterior. Tava respirando fundo pra me acalmar e pensando em como resolver a parada dos lençóis quando, de repente, a porta do banheiro abriu e a Nicole entrou sem pedir licença. Trancou a porta, me beijou e, com pressa, disse: “Rápido, tão distraídos conversando, me come!” Aí ela virou de costas, levantou a saia e se apoiou na pia, deixando a bunda dela nua e empinada pra mim. Eu tava morrendo de medo de ser descoberto, confuso com minha sexualidade e ainda tinha tido o maior orgasmo da minha vida há poucas horas pelo meu cu. Naquele estado, ter uma rapidinha com a Nicole era meu último desejo, mas a realidade tava me dominando. Meu pau não dava sinal de ereção e os segundos passavam, então optei por começar com as mãos, acariciei as nádegas macias dela, percorrendo a bunda dela inteira até segurar seus quadris por cima da borda da calcinha fio dental vermelha. Enquanto fazia isso, fechei os olhos e, sem querer querendo, comecei a imaginar que eu era o Pablo e ela era eu ontem à noite. Apertei minha pegada nos quadris dela, ela soltou um gemido sensual e meu... ratos fizeram todo o resto. Sempre de olhos fechados, puxei sua calcinha fio dental como Pablo tinha feito comigo, tirei meu pau que aos poucos estava ficando pronto e brinquei com a cabeça na entrada do cuzinho rosado da Nicole por alguns segundos. — "Meu amor, não! Não temos lubrificante! Agora não! Por aí não! Coloca na minha buceta, por favor!" — As palavras dela quebraram meu transe, deixando meu pau meia-bomba, mas minha safadeza já estava sem controle. Sem soltar o quadril dela e apertando firme contra a pia, levantei a vista, peguei o primeiro hidratante da minha sogra que encontrei e passei uma quantidade generosa no meu pau e no cu dela. Fechei os olhos de novo e, igual ao Pablo, comecei a brincar com a cabeça do meu pau em círculos ao redor do cu dela, fazendo um pouco mais de pressão na entrada a cada volta. — "Não, não seja mau, por aí não..." — Dizia a Nicole, cada vez com menos convicção, dava pra perceber na voz que ela estava ficando excitada, e eu sabia por experiência que o risco de sermos pegos deixava ela pegando fogo. Segundos depois, e exatamente como tinha acontecido comigo na noite anterior, o cu da Nicole se abriu e parou de resistir, me encontrando assim pela primeira vez dentro dela. A cabeça do meu pau estava completamente perdida dentro do cuzinho apertadíssimo dela, e eu descobria em poucas horas o que era estar dos dois lados de uma penetração anal. Seguindo minha fantasia, imitei os movimentos do Pablo, segurei ela agora com as duas mãos firmes no quadril e comecei bem devagar a empurrar e voltar, cada empurrão um pouco mais fundo que o anterior. Minha surpresa veio quando a Nicole, que há minutos já não dizia nada além de gemidos leves, quebrou o silêncio com um: — "Ai! Não temos tempo! Me come, filho da puta!" — e ao mesmo tempo empurrou a rabeta com força pra trás, enterrando meu pau inteiro de uma vez só. Eu delirava com a sensação nova e ela soltava sons guturais. Seguindo as ordens dela, e de novo como o Pablo fez comigo tinha feito em mim, comecei um vai e vem cada vez mais rápido e violento, batendo minha pélvis contra as nádegas dela e saindo até a metade do meu pau. Em poucos segundos não aguentei mais a excitação e enchi as entranhas dela de porra enquanto ela, ao sentir aquela invasão líquida quente que eu já conhecia, também teve um orgasmo. Minha cabeça era um nó aumentado pela névoa pós-orgasmo, mas ela, como sempre, reagiu muito rápido. Ajeitou a calcinha fio dental, abaixou a saia, me olhou com luxúria e, enquanto saía com cuidado para não ser vista do banheiro, me disse: “-Adorei, sinto seu gozo dentro ainda e tô fazendo força pra não vazar. Lava o rosto e vem tomar café que já atrasamos muito”- Eu fiquei ali parado com meu pau de fora e meu cu ainda latejando, pensando que ela nunca imaginaria que eu já tinha conhecido, e curtido, aquela sensação de estar cheio de porra e apertando o cu ao andar pra não vazar, há apenas algumas horas
Depois da sessão furtiva de sexo anal pela manhã, o resto do dia passou com uma aparente normalidade, aproveitando o bom tempo, ficamos o tempo todo entre o parque amplo e a piscina. Enquanto descansava ao sol, não conseguia parar de pensar na intensidade das últimas horas; tinha descoberto os dois lados do sexo anal, sendo penetrado e penetrando, aproveitando ambos com orgasmos intensos. Ao mesmo tempo, estava aterrorizado com o risco de ser descoberto no meu lado feminino, não sabia como resolver as manchas dos meus lençóis e não fazia ideia de quem tinha tirado a lingerie da minha sogra do cesto ou qual tinha sido o destino dela. Tudo isso se esclareceu quando, distraído, fui ao vestiário da piscina trocar a sunga molhada e me deparei com Pablo lá dentro lavando o local pequeno. No momento em que percebi que estávamos a sós, fiquei petrificado e não soube como reagir. Pablo: — "E aí, minha putinha, veio se trocar?" — Fiquei em silêncio, mas balancei a cabeça afirmativamente. P: — "Vai, tira essa roupa que isso não faz justiça ao seu corpo." — Como um zumbi, tirei a sunga que caiu no chão e, instintivamente, apertei as pernas e cobri meu pau com as mãos enquanto ficava parado e imóvel. Pablo então caminhou até mim, me rodeando sem nunca tirar os olhos de mim, parou atrás das minhas costas. P: — "Assim eu gosto mais. Até pelada você tem uma raba melhor que as gostosinhas que estão lá fora. Devia usar biquíni. As marquinhas iam ficar muito bem em você." — Logo após o comentário, senti um tapa rápido na bunda que fez meus glúteos tremerem, acompanhado de um gemido feminino que escapou da minha boca. P: — "Mas prefiro você de fio-dental, toma, veste essas e não tira até você vir me ver à noite." — Ele tirou de uma sacola uma delicada calcinha fio-dental de renda preta que reconheci na hora, a Nicole tinha usado no dia anterior e estava recém-lavada. Enquanto começava a subir a fio-dental pelas minhas pernas, Pablo acalmou algumas das dúvidas que me perseguiram durante a tarde: — "Não se preocupa... Relaxa com a que você usou ontem, eu recolho a roupa suja e minha mulher lava. Da calcinha ela não falou nada, o que ela viu mesmo foi o seu lençol, hahaha. Ela pensou que você tinha desvirginado sua namoradinha de noite enquanto os pais dormiam no quarto ao lado, tava indignada, hahaha. Ela não faz ideia que era minha porra saindo da sua bunda linda que eu tava esfregando!" - Depois de falar isso, e com a tanga da Nicole já abraçando meus quadris e sumindo entre minhas nádegas, Pablo se abaixou e começou a beijar minhas pernas dos joelhos pra cima. Quando chegou na minha bunda, parou um tempinho lambendo e beijando até que abriu ela como um livro com as mãos e enfiou a língua no meu cu sensível depois de puxar a tirinha de renda pro lado. Outro gemido escapou da minha boca, dessa vez um de prazer, ao sentir aquela língua me invadir de novo. Tava confirmando que eu adoro que me comam a raba, a língua molhada dela era maravilhosa acariciando e abrindo as dobras do meu cu depois do abuso da noite anterior, ao mesmo tempo que me fazia lembrar. Quando minhas pernas começaram a tremer e mais e mais gemidos escapavam da minha boca, ouvimos um barulho lá fora e a voz da Nicole: - "Não demora! Vamos lanchar, se troca rápido senão eu entro pra te buscar jijiji" - Pablo nem se mexeu e continuou me comendo a raba, mas eu, conhecendo a Nicole, sabia que isso queria dizer que se eu não saísse rápido ela ia entrar querendo transar de novo, então respondi que já tava saindo e pedi pra ela não entrar porque o Pablo também tava aqui. Ao ouvir minha resposta, Pablo lentamente tirou o rosto de entre minhas nádegas, ajeitou a tanga no lugar e enquanto se levantava, beijou todo o caminho pelas minhas costas até chegar no meu pescoço, arrepiando toda minha pele. Então, me segurando pelos quadris, me virou até ficarmos de frente um pro outro, encheu as mãos grandes com minha bunda e, aproximando nossos corpos, me levantou no ar com total facilidade enquanto eu sentia meus pés deixarem o chão. Ao Me levantar desde a Booty, instintivamente abri minhas pernas envolvendo o corpo dele e apoiei minhas mãos abertas, sem fazer força alguma para empurrá-lo, no peito firme e nos ombros dele. Nessa posição, eu podia sentir a dureza do pau dele através da calça, pressionando contra a flacidez do meu, apertado dentro da tanga, enquanto a boca dele nos unia num beijo profundo e a língua dele massageava a minha. De repente, quando eu estava relaxando e começando a realmente curtir o beijo e a sensação de ser suspensa no ar pelas minhas nádegas, Pablo separou nossas bocas, me abaixou e, enquanto se virava e voltava às tarefas dele, disse: — "Vai com a garota antes que ela fique nervosa, mas não tira a tanga, quero que você deixe ela posta até a noite. Além disso, vou deixar outras coisas no colchão pra você usar." — Eu, obediente como sempre, vesti minha roupa de homem por cima da tanga e, muito excitado com o apalpão de alguns segundos atrás, saí do vestiário para encontrar a Nicole me esperando a poucos metros. N: — "Você tá muito vermelho! O que aconteceu?" — Me desculpei pelo calor que fazia no quartinho e, nervoso, mudei de assunto. Minha mente, enquanto isso, estava absorvida pelo tesão e pela excitação; ela tinha ficado o tempo todo ali parada me esperando enquanto, do outro lado da parede, Pablo me tratava como a putinha dele e eu tava adorando. Durante o resto da tarde e da noite, passei o tempo tentando que ninguém percebesse o que eu tava vestindo por baixo das minhas roupas, enquanto inventava uma desculpa atrás da outra para não ficar muito perto da Nicole, que claramente queria que a gente transasse de novo. Mas eu tinha outras coisas na cabeça, já tinha saciado meu apetite por ela naquele dia, e a tanga perdida entre minhas nádegas, roçando meu cu ainda molhado de saliva, não parava de me lembrar que mais tarde eu seria possuída de novo pelo Pablo.

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