Olá, quanto tempo! Como vocês estão? Bom, vim contar uma história nova. Depois de muito tempo sem fazer muita coisa, só algum rolê meu com alguma amiga, ou o Pato com algum cara de festa, o Fede, que é quase fixo. O resto era sexo entre nós e muitas fantasias de cama.
Essa história começa com o convite de um sobrinho da minha mulher pro aniversário de 30 dele, ia ser uma festa daquelas, ele era conhecido pelas festas clandestinas na pandemia, só tínhamos ido uma vez, e meio que rolava um descontrole, mas no geral, tranquilo. Nunca vimos nada estranho.
Isso acendeu o tesão em mim, e comecei a fantasiar com a ideia do Pato acabar pegando um cara. Como vocês sabem, já somos velhos, ambos temos mais de 40 anos, e dá pra dizer que já somos gente grande. E que cada vez mais esse tipo de aventura é bem mais rara. Comentei a ideia com ela, e embora ela topasse muito, não tava segura de fazer nada porque justamente era o aniversário do sobrinho, não queria dar mancada e o cara acabar descobrindo o quão puta a tia dele é.
Chegou o dia do aniversário, tínhamos o Fede meio combinado pra fazer algo se não rolasse nada na festa, ele esperava nossa mensagem, e se desse pra gente se encontrar.
Pato se vestiu super gostosa, calça, e uma blusa decotada e sem sutiã, os bicos dos peitos aparecendo pra caralho.
A noite estava fresquinha, ainda não fazia frio, e o calor teimava em não ir embora.
Chegamos na festa, com nossa caixinha térmica, cumprimentamos o aniversariante, que tava super feliz da gente ter conseguido ir. E fomos pra um canto. Já tinha uns meninos e meninas dançando em grupinhos, a gente não conhecia muita gente, só uns 3 ou 4 que eram os amigos mais próximos do aniversariante.
Começamos a beber, Pato um campari, eu whisky com speed. Vale dizer que no caminho, dentro do carro, a gente fumou um baseado com o Pato. Pra ver se ele conseguia se soltar.
Fiquei observando o pessoal, tinha umas novinhas que estavam muito gostosas, hoje em dia elas são bem mais ousadas pra se vestir e parece que tão pouco se fodendo pra tudo.
Perto da gente tinha um grupinho de caras, quatro no total, que também estavam zoando e bebendo fernet ou gin. Virei de costas pra eles e o Pato ficou de frente pro grupo, ele via esses caras na frente, e eu atrás.
Tinha muita gente, a festa era numa casa, onde a sala era o lugar onde todo mundo tava, também tinha uma varanda lá fora, e claro, os quartos. A parada é que a gente tava dançando e zoando, rolou uns olhares com o grupinho dos caras que tavam perto, principalmente quando o Pato se abaixava pra pegar o campari na caixinha térmica, ou gelo, a calça dele descia um pouco e dava pra ver a calcinha fio dental de renda que ele tinha colocado, e que me deixa louco. Imaginem os caras. A putinha tinha percebido e fazia de propósito. Se abaixava toda hora por qualquer desculpa. O importante era mostrar a calcinha. Não sei vocês, mas como isso me excita!! pelo amor de deus!
Pra piorar, começaram a encher de espuma, tipo carnaval. E claro, os caras enchia as gostosas de espuma, e vice-versa, então encheram a Pato de espuma. Quando percebi, a blusa dela, sem sutiã e molhada de espuma, dava até pra ver as auréolas dos bicos, sem falar no bico em si. Parecia que ia furar o olho de alguém. Que visão perfeita de uma gostosa tesuda.
O sobrinho vai passar um tempo com a gente. Ele pediu desculpas pra Pato pelo que os amigos fizeram com a espuma, mas, claro, ele tinha olhado pras tetas dela. Eu aproveito pra sair, fumar um cigarro e dar uma olhada nas minas que estavam por ali. Claro que só fui bisbilhotar, não tava afim de chegar em ninguém a menos que dessem abertura. Não rolou.
Quando tô voltando, vejo que o sobrinho não tá mais lá, e a Pato tá conversando com um dos caras que tavam no grupo perto da gente. Finjo que não vi nada, fico lá fora de olho, via os dois rindo, o cara parecia bem simpático, bonitinho, corpo legal. Ela tava parecendo uma deusa, no cio. Acho que ela tava gostando da ideia.
O cara volta pro grupo dele, depois que a Pato falou alguma coisa no ouvido dele. E eu volto pra perto dela. Pergunto quem era, ela fala, é o Agustin, colega de trabalho do "magro", como a gente chama o sobrinho. Parece que ele gostou do que ela tinha pra mostrar, aproveitou que eu fui embora pra se aproximar.
E aí? Pergunto animado. Nada, ela fala, a gente só conversou um pouco, ele é muito simpático, quem sabe... talvez você tenha sorte essa noite. Essa frase já me broxou na hora.
A gente continuou dançando, tava se esquentando e brincando com aquilo.
Ela olhava muito pra ele, e ele pra ela, se devoravam com os olhos. E quando a Pato quer ser sedutora, se prepara porque ela te fode com o olhar.
Pato me fala num momento que vai no banheiro, eu aproveito pra sair de novo pra tomar um ar.
Daí a pouco volto pra dentro, ela ainda não tinha voltado. Olho em volta, e o tal do Agustín também não tava.
Três minutos depois, Pato aparece entre os convidados, me encara fixo, e me beija com tudo.
Um beijo que tinha um gosto estranho, não era de campari, nem de cigarro, também não era de chiclete…
Era o que eu imaginei… era gosto de porra. Ela sempre faz isso com outros caras, comigo nunca deixa eu gozar na boca dela, esse é o benefício que os outros têm. Fiquei chocado, olhei pra ela e perguntei no ouvido.
O que você fez, amor?
Bom, fui no banheiro, e quando estava lá, na hora de sair, a porta abriu e entrou o Agustin. Ele me disse.
Como assim?? Perguntei.
Pois é… entrou no banheiro e sem falar uma palavra me pegou pela cabeça e me beijou bem selvagem, forte, muuuuito gostoso. Quis parar, mas a verdade é que me excitou a atitude dele, não ligou pra nada. Ela respondeu.
Me conta, me conta mais. Fala aí.
Bom, a gente ficou se beijando um tempinho enquanto as mãos dela percorriam meu corpo, apertando minha bunda.

Ele ficava passando a mão nas minhas tetas, enfiou a mão por baixo da minha camiseta e ficava esfregando as tetas e beliscando meus bicos.

Me deixou muito excitada ser, como ele disse, uma "milf". Ele falou que adorava as gostosas grandes, sexy e safadas como eu. Com isso já me derreteu. Um cara que podia pegar essas novinhas, mas que ficava tesudo comigo. Aproveitei, então sem falar nada, me ajoelhei, fui abaixando o zíper dele, depois puxei a calça pra baixo, já dava pra ver que ele tinha uma boa pica, mas quando saiu da cueca... Uffa, você não sabe!!! Como eu gosto delas! Grossa e cheia de veias. Pica linda a daquele cara.
Eu já não aguentava mais, acho que se alguém olhasse dava pra ver a ereção no meu jeans.
O negócio é que ela começou a chupar a cabeça da pica devagar, depois foi metendo toda aquela pica veiuda na boca, e começou a mamar do jeito que ela sabe.

Olhava nos olhos dele, enquanto engolia aquele pedaço enorme de pau. Babou o máximo que conseguiu, engasgou tentando enfiar tudo pra dentro.
Ele a levantou, virou ela de costas, beijava o pescoço, apalpava os peitos, enquanto encostava a rola na bunda dela.

Foi descendo a calça dele, e enfiou a cara na bunda, chupando a buceta com esmero.
Ele se levantou e foi pegar ela. Num minuto de lucidez, Pato perguntou se ele tava de camisinha, e ele respondeu que não tinha levado camisinha... que não tinha. Ela parou ele na hora. Virou e disse que sem proteção, nada.
Eu acredito nela, o cara não acabou comendo ela, não acho que minha mulher tenha topado transar sem camisinha, por mais tesuda que estivesse.
O cara não acreditou. Insistiu, mas ela disse que não. Por sorte o cara entendeu e, antes que Pato se irritasse de vez, ele beijou ela de novo, outra vez ficou massageando a bunda da minha mulher. Fez um pouco de força com as mãos, e ela cedeu àquela pressão, desceu, e de joelhos voltou a chupar a pica dele.

Não demorou muito até que ele começou a ter uns espasmos de prazer, e com mais vontade Pato chupou aquele membro viril pra receber toda a porra do Agustin na boca. Uns restinhos escorreram nos peitos dele e um pouco ele cuspiu, porque tinha sido uma quantidade enorme de sêmen que o novo amigo dele tinha gozado.


Ela ajeitou um pouco a roupa, se penteou mais ou menos, mas sem lavar a boca, saiu do banheiro e foi na minha direção. Não sem antes olhar pro grupinho do Agustin, que tava olhando pra ela e rindo entre si. Só faltava o Agustin, que apareceu depois de um tempo, com cara de satisfeito, e se juntou a eles, que já foram todos em cima dele, com certeza pra perguntar o que tinha rolado.
Eles conversavam entre si e riam, teve até um que segurou a cabeça como se não acreditasse no que ele tava contando. Eu tava muito tesudo, mas também tava puto. Como é que ela vai me dizer que vai fazer uma parada dessas? E se o sobrinho descobrisse, ou se visse eles? O problema é que o sobrinho tava com uma baita de uma lombra, coisa de 15 baseados mais ou menos. E a gente não tava tão longe, entre a bebida e o beck… acabou fazendo o efeito que queria.
Mas a noite não terminou aí… não, não. Isso era só o começo.
Essa história começa com o convite de um sobrinho da minha mulher pro aniversário de 30 dele, ia ser uma festa daquelas, ele era conhecido pelas festas clandestinas na pandemia, só tínhamos ido uma vez, e meio que rolava um descontrole, mas no geral, tranquilo. Nunca vimos nada estranho.
Isso acendeu o tesão em mim, e comecei a fantasiar com a ideia do Pato acabar pegando um cara. Como vocês sabem, já somos velhos, ambos temos mais de 40 anos, e dá pra dizer que já somos gente grande. E que cada vez mais esse tipo de aventura é bem mais rara. Comentei a ideia com ela, e embora ela topasse muito, não tava segura de fazer nada porque justamente era o aniversário do sobrinho, não queria dar mancada e o cara acabar descobrindo o quão puta a tia dele é.
Chegou o dia do aniversário, tínhamos o Fede meio combinado pra fazer algo se não rolasse nada na festa, ele esperava nossa mensagem, e se desse pra gente se encontrar.
Pato se vestiu super gostosa, calça, e uma blusa decotada e sem sutiã, os bicos dos peitos aparecendo pra caralho.
A noite estava fresquinha, ainda não fazia frio, e o calor teimava em não ir embora. Chegamos na festa, com nossa caixinha térmica, cumprimentamos o aniversariante, que tava super feliz da gente ter conseguido ir. E fomos pra um canto. Já tinha uns meninos e meninas dançando em grupinhos, a gente não conhecia muita gente, só uns 3 ou 4 que eram os amigos mais próximos do aniversariante.
Começamos a beber, Pato um campari, eu whisky com speed. Vale dizer que no caminho, dentro do carro, a gente fumou um baseado com o Pato. Pra ver se ele conseguia se soltar.
Fiquei observando o pessoal, tinha umas novinhas que estavam muito gostosas, hoje em dia elas são bem mais ousadas pra se vestir e parece que tão pouco se fodendo pra tudo.
Perto da gente tinha um grupinho de caras, quatro no total, que também estavam zoando e bebendo fernet ou gin. Virei de costas pra eles e o Pato ficou de frente pro grupo, ele via esses caras na frente, e eu atrás.
Tinha muita gente, a festa era numa casa, onde a sala era o lugar onde todo mundo tava, também tinha uma varanda lá fora, e claro, os quartos. A parada é que a gente tava dançando e zoando, rolou uns olhares com o grupinho dos caras que tavam perto, principalmente quando o Pato se abaixava pra pegar o campari na caixinha térmica, ou gelo, a calça dele descia um pouco e dava pra ver a calcinha fio dental de renda que ele tinha colocado, e que me deixa louco. Imaginem os caras. A putinha tinha percebido e fazia de propósito. Se abaixava toda hora por qualquer desculpa. O importante era mostrar a calcinha. Não sei vocês, mas como isso me excita!! pelo amor de deus!

Pra piorar, começaram a encher de espuma, tipo carnaval. E claro, os caras enchia as gostosas de espuma, e vice-versa, então encheram a Pato de espuma. Quando percebi, a blusa dela, sem sutiã e molhada de espuma, dava até pra ver as auréolas dos bicos, sem falar no bico em si. Parecia que ia furar o olho de alguém. Que visão perfeita de uma gostosa tesuda.
O sobrinho vai passar um tempo com a gente. Ele pediu desculpas pra Pato pelo que os amigos fizeram com a espuma, mas, claro, ele tinha olhado pras tetas dela. Eu aproveito pra sair, fumar um cigarro e dar uma olhada nas minas que estavam por ali. Claro que só fui bisbilhotar, não tava afim de chegar em ninguém a menos que dessem abertura. Não rolou.Quando tô voltando, vejo que o sobrinho não tá mais lá, e a Pato tá conversando com um dos caras que tavam no grupo perto da gente. Finjo que não vi nada, fico lá fora de olho, via os dois rindo, o cara parecia bem simpático, bonitinho, corpo legal. Ela tava parecendo uma deusa, no cio. Acho que ela tava gostando da ideia.
O cara volta pro grupo dele, depois que a Pato falou alguma coisa no ouvido dele. E eu volto pra perto dela. Pergunto quem era, ela fala, é o Agustin, colega de trabalho do "magro", como a gente chama o sobrinho. Parece que ele gostou do que ela tinha pra mostrar, aproveitou que eu fui embora pra se aproximar.
E aí? Pergunto animado. Nada, ela fala, a gente só conversou um pouco, ele é muito simpático, quem sabe... talvez você tenha sorte essa noite. Essa frase já me broxou na hora.
A gente continuou dançando, tava se esquentando e brincando com aquilo.

Ela olhava muito pra ele, e ele pra ela, se devoravam com os olhos. E quando a Pato quer ser sedutora, se prepara porque ela te fode com o olhar.
Pato me fala num momento que vai no banheiro, eu aproveito pra sair de novo pra tomar um ar. Daí a pouco volto pra dentro, ela ainda não tinha voltado. Olho em volta, e o tal do Agustín também não tava.
Três minutos depois, Pato aparece entre os convidados, me encara fixo, e me beija com tudo.
Um beijo que tinha um gosto estranho, não era de campari, nem de cigarro, também não era de chiclete… Era o que eu imaginei… era gosto de porra. Ela sempre faz isso com outros caras, comigo nunca deixa eu gozar na boca dela, esse é o benefício que os outros têm. Fiquei chocado, olhei pra ela e perguntei no ouvido.
O que você fez, amor?
Bom, fui no banheiro, e quando estava lá, na hora de sair, a porta abriu e entrou o Agustin. Ele me disse.
Como assim?? Perguntei.
Pois é… entrou no banheiro e sem falar uma palavra me pegou pela cabeça e me beijou bem selvagem, forte, muuuuito gostoso. Quis parar, mas a verdade é que me excitou a atitude dele, não ligou pra nada. Ela respondeu.
Me conta, me conta mais. Fala aí. Bom, a gente ficou se beijando um tempinho enquanto as mãos dela percorriam meu corpo, apertando minha bunda.


Ele ficava passando a mão nas minhas tetas, enfiou a mão por baixo da minha camiseta e ficava esfregando as tetas e beliscando meus bicos.

Me deixou muito excitada ser, como ele disse, uma "milf". Ele falou que adorava as gostosas grandes, sexy e safadas como eu. Com isso já me derreteu. Um cara que podia pegar essas novinhas, mas que ficava tesudo comigo. Aproveitei, então sem falar nada, me ajoelhei, fui abaixando o zíper dele, depois puxei a calça pra baixo, já dava pra ver que ele tinha uma boa pica, mas quando saiu da cueca... Uffa, você não sabe!!! Como eu gosto delas! Grossa e cheia de veias. Pica linda a daquele cara.
Eu já não aguentava mais, acho que se alguém olhasse dava pra ver a ereção no meu jeans. O negócio é que ela começou a chupar a cabeça da pica devagar, depois foi metendo toda aquela pica veiuda na boca, e começou a mamar do jeito que ela sabe.


Olhava nos olhos dele, enquanto engolia aquele pedaço enorme de pau. Babou o máximo que conseguiu, engasgou tentando enfiar tudo pra dentro. Ele a levantou, virou ela de costas, beijava o pescoço, apalpava os peitos, enquanto encostava a rola na bunda dela.


Foi descendo a calça dele, e enfiou a cara na bunda, chupando a buceta com esmero.
Ele se levantou e foi pegar ela. Num minuto de lucidez, Pato perguntou se ele tava de camisinha, e ele respondeu que não tinha levado camisinha... que não tinha. Ela parou ele na hora. Virou e disse que sem proteção, nada. Eu acredito nela, o cara não acabou comendo ela, não acho que minha mulher tenha topado transar sem camisinha, por mais tesuda que estivesse.
O cara não acreditou. Insistiu, mas ela disse que não. Por sorte o cara entendeu e, antes que Pato se irritasse de vez, ele beijou ela de novo, outra vez ficou massageando a bunda da minha mulher. Fez um pouco de força com as mãos, e ela cedeu àquela pressão, desceu, e de joelhos voltou a chupar a pica dele.


Não demorou muito até que ele começou a ter uns espasmos de prazer, e com mais vontade Pato chupou aquele membro viril pra receber toda a porra do Agustin na boca. Uns restinhos escorreram nos peitos dele e um pouco ele cuspiu, porque tinha sido uma quantidade enorme de sêmen que o novo amigo dele tinha gozado.


Ela ajeitou um pouco a roupa, se penteou mais ou menos, mas sem lavar a boca, saiu do banheiro e foi na minha direção. Não sem antes olhar pro grupinho do Agustin, que tava olhando pra ela e rindo entre si. Só faltava o Agustin, que apareceu depois de um tempo, com cara de satisfeito, e se juntou a eles, que já foram todos em cima dele, com certeza pra perguntar o que tinha rolado.Eles conversavam entre si e riam, teve até um que segurou a cabeça como se não acreditasse no que ele tava contando. Eu tava muito tesudo, mas também tava puto. Como é que ela vai me dizer que vai fazer uma parada dessas? E se o sobrinho descobrisse, ou se visse eles? O problema é que o sobrinho tava com uma baita de uma lombra, coisa de 15 baseados mais ou menos. E a gente não tava tão longe, entre a bebida e o beck… acabou fazendo o efeito que queria.
Mas a noite não terminou aí… não, não. Isso era só o começo.
7 comentários - Pato no aniversário do sobrinho. Com gifs.
Que lindo llenarle la boca de leche a tu jermu
Cuando gusten