Ontem precisei fazer umas compras, então fui num supermercado. Entrei, peguei o que precisava e saí. Na hora de sair, trombei com uma amiga velha. Fazia uns anos que não via ela, ela me reconheceu na hora e eu também. Ela era uma morena muito gostosa, quadril largo, uma bunda boa e uns peitões. Sempre teve um clima bom entre a gente e até uma tensão sexual, mas ela tava namorando um amigo meu que eu me dou bem, então não quis ser o cupido. A última coisa que soube dela é que tinha terminado com meu parceiro. A gente conversou um pouco, ela falou que tinha um encontro, mas que de última hora cancelaram e que ia comer sozinha. Aí eu falei que se ela quisesse, podia acompanhar ela. Ela topou na hora e a gente foi primeiro pro meu carro guardar as compras e depois procurar o que comer. Uma coisa que ela adora é sushi, então fomos comer isso. Chegamos e desde que sentamos na mesa não paramos de conversar, de colocar o papo em dia. Foi aí que soube que ela largou meu amigo por uma traição dele, que tava se recuperando ainda e que o encontro dela tinha sido cancelado de última hora. Ela parecia meio pra baixo.
Ela: "Ainda bem que te encontrei, senão ia comer sozinha."
Eu: "Pode crer, gostei de te ver."
Ela: "Eu também, mas tô me sentindo mal. Me largam por outra e ainda me cancelam, não ajuda nada na autoestima."
Eu: "Eles que perderam. Ter uma mulher tão gostosa assim, não é qualquer um que aguenta."
O rosto dela iluminou com essas palavras.
Ela: "Cê acha que sou bonita?"
Eu: "Sabe que sim, você é muito gostosa."
Ela: "O que você gosta em mim?"
Eu: "De personalidade, teu senso de humor e tuas loucuras."
Ela: "Mas eu tô falando do físico, bobinho."
Eu: "Ahhh, então... tuas pernas, teu quadril e tua bunda."
Aí ela só riu e me chamou de doido, mas falou que também me achava muito bonito e que gostou de estar comigo, que se divertiu pra caralho.
Ela: "Cê acha que depois de comer pode me levar em casa?"
Pra esclarecer, já era meio tarde, não de noite, mas já tava escurecendo, então aceitei. A gente continuou conversando e zoando um Pouco depois, umas roçadas aqui e ali, até que decidimos ir embora. Subimos no carro — o meu é automático — e no caminho pra casa dela continuamos conversando. Aí me aventurei e coloquei a mão na perna dela. Ela não disse nada e também não tirou minha mão, então comecei a acariciar, primeiro de leve, e fui subindo a mão aos poucos. Passamos perto de um terreno onde jogam futebol, um campo aberto, e naquela hora não tinha ninguém. Ela disse: "Vamos pro campo." Foram as palavras dela, e eu obedeci. Lá, por sorte, não passa gente e ainda tem umas tendas, então dava pra esconder o carro fácil. Parei o carro e começamos a nos beijar. Já tinha a mão na buceta dela, e ela tentava pegar no meu pau. Ela estava de vestido branco, então era mais fácil enfiar os dedos. Já tinha dois dedos dentro dela. Ela parou de me beijar pra soltar uns gemidos. Ela disse: "Que gostoso, continua assim, enfia mais os dedos, brinca com a minha xereca." Não me fiz de rogado e comecei a brincar com ela. Depois comecei a esfregar o clitóris dela, o que ela agradeceu soltando um gemido forte. Ela gozou com meus dedos. Ela sabia que agora era minha vez. Ela disse: "Cê gosta das minhas ideias?" (Aí só concordei) "Então se prepara, porque me deu vontade de fazer um monte de coisinhas gostosas agora mesmo." Desabotoei o cinto e a calça, baixei também a cueca, e ela rapidamente enfiou meu pau na boca. Reclinei o banco pra ficar deitado e aproveitar aquela mamada gostosa. Ela disse: "Espero que você tenha camisinha, porque quero sentar agora." Na minha carteira tinha uma, então coloquei. Ela tirou a calcinha que tava usando e subiu em cima de mim. Os vidros já estavam embaçando. Ela dava umas sentadas boas, mesmo com o espaço apertado não dando pra fazer muito. Ficamos um bom tempo assim. Tenho que dizer que ela gozou três vezes. Deixou meu carro todo perdido, mas isso não ia estragar minha satisfação. Até sentir que ia gozar, soltei tudo na camisinha. Ficamos ofegantes. Ela disse: "Temos que repetir, mas numa cama." Embora tenha confessado que deu muito tesão saber. que alguém pudesse nos ver, é muito desconfortável. J: quando você quiser, é só falar e a gente vai, tô com vontade de te ver pelada e chupar seus peitos. Y: vai ser logo, por enquanto, pode me deixar em casa? Então fui e deixei ela, e a gente se despediu com um beijo e com a promessa de fazer de novo. Meu telegram é Jonathanferro caso queiram mandar mensagem. Se puderem, deixem pontos e comentem.



Ela: "Ainda bem que te encontrei, senão ia comer sozinha."
Eu: "Pode crer, gostei de te ver."
Ela: "Eu também, mas tô me sentindo mal. Me largam por outra e ainda me cancelam, não ajuda nada na autoestima."
Eu: "Eles que perderam. Ter uma mulher tão gostosa assim, não é qualquer um que aguenta."
O rosto dela iluminou com essas palavras.
Ela: "Cê acha que sou bonita?"
Eu: "Sabe que sim, você é muito gostosa."
Ela: "O que você gosta em mim?"
Eu: "De personalidade, teu senso de humor e tuas loucuras."
Ela: "Mas eu tô falando do físico, bobinho."
Eu: "Ahhh, então... tuas pernas, teu quadril e tua bunda."
Aí ela só riu e me chamou de doido, mas falou que também me achava muito bonito e que gostou de estar comigo, que se divertiu pra caralho.
Ela: "Cê acha que depois de comer pode me levar em casa?"
Pra esclarecer, já era meio tarde, não de noite, mas já tava escurecendo, então aceitei. A gente continuou conversando e zoando um Pouco depois, umas roçadas aqui e ali, até que decidimos ir embora. Subimos no carro — o meu é automático — e no caminho pra casa dela continuamos conversando. Aí me aventurei e coloquei a mão na perna dela. Ela não disse nada e também não tirou minha mão, então comecei a acariciar, primeiro de leve, e fui subindo a mão aos poucos. Passamos perto de um terreno onde jogam futebol, um campo aberto, e naquela hora não tinha ninguém. Ela disse: "Vamos pro campo." Foram as palavras dela, e eu obedeci. Lá, por sorte, não passa gente e ainda tem umas tendas, então dava pra esconder o carro fácil. Parei o carro e começamos a nos beijar. Já tinha a mão na buceta dela, e ela tentava pegar no meu pau. Ela estava de vestido branco, então era mais fácil enfiar os dedos. Já tinha dois dedos dentro dela. Ela parou de me beijar pra soltar uns gemidos. Ela disse: "Que gostoso, continua assim, enfia mais os dedos, brinca com a minha xereca." Não me fiz de rogado e comecei a brincar com ela. Depois comecei a esfregar o clitóris dela, o que ela agradeceu soltando um gemido forte. Ela gozou com meus dedos. Ela sabia que agora era minha vez. Ela disse: "Cê gosta das minhas ideias?" (Aí só concordei) "Então se prepara, porque me deu vontade de fazer um monte de coisinhas gostosas agora mesmo." Desabotoei o cinto e a calça, baixei também a cueca, e ela rapidamente enfiou meu pau na boca. Reclinei o banco pra ficar deitado e aproveitar aquela mamada gostosa. Ela disse: "Espero que você tenha camisinha, porque quero sentar agora." Na minha carteira tinha uma, então coloquei. Ela tirou a calcinha que tava usando e subiu em cima de mim. Os vidros já estavam embaçando. Ela dava umas sentadas boas, mesmo com o espaço apertado não dando pra fazer muito. Ficamos um bom tempo assim. Tenho que dizer que ela gozou três vezes. Deixou meu carro todo perdido, mas isso não ia estragar minha satisfação. Até sentir que ia gozar, soltei tudo na camisinha. Ficamos ofegantes. Ela disse: "Temos que repetir, mas numa cama." Embora tenha confessado que deu muito tesão saber. que alguém pudesse nos ver, é muito desconfortável. J: quando você quiser, é só falar e a gente vai, tô com vontade de te ver pelada e chupar seus peitos. Y: vai ser logo, por enquanto, pode me deixar em casa? Então fui e deixei ela, e a gente se despediu com um beijo e com a promessa de fazer de novo. Meu telegram é Jonathanferro caso queiram mandar mensagem. Se puderem, deixem pontos e comentem.




1 comentários - Yhuvia no carro