Tava com o carro no mecânico. A ideia era que meu marido fosse buscar quando saísse do trampo. Mas ele me ligou e falou:
"Gorda, cê pode ir buscar pra mim, por favor? Vou sair mais tarde."
"Ah, sério que cê tá me falando isso?"
"Por favor, não vou dar tempo."
"É que eu não entendo nada."
"Já falei com ele, é só pegar. Depois eu pago."
"Ok, não tenho escolha. Como é o nome dele?"
"Roberto."
Às 17h, botei uma fio dental branca, um shortinho branco, uma regatinha sem sutiã e saí andando pra pegar o carro. A tarde tava linda e quente. Quando cheguei, tava bem suada. O suor tinha molhado um pouco minha camiseta.
Entrei na oficina e vi um senhor de uns 60 anos. Ele tava com uma jeans bem justa que deixava aparecer um belo volume. Não tava de camisa por causa do calor que fazia lá. O torso bem trabalhado mostrava uns músculos grandes. Mesmo com a idade, tava em ótima forma.
Ele me olhou de cima a baixo sem perder detalhe dos meus peitos soltos.
"Pode entrar, senhora."
"Boa tarde, vim buscar o Ford que meu marido deixou de manhã."
"Claro, lógico. Vem que vou te mostrar."
Nessa hora, ele passou o braço na minha cintura pra acompanhar o movimento e, com as mãos cheias de graxa, sujou minha roupa branca.
"Ah, desculpa, senhora, que atrapalhado!"
"Imagina, sem problema."
"Como não vou me preocupar?"
Ele pegou um pano molhado e começou a esfregar nas minhas costas e na minha bunda. As tentativas dele de me limpar tavam me excitando tanto que meus mamilos já denunciavam. Ao molhar meu shortinho fino, começou a aparecer minha fio dental.
"Não sai. Peço desculpas."
"Relaxa, de verdade, depois eu lavo."
"Então vem, vou te mostrar uma coisinha que não expliquei pro seu marido."
Eu me aproximei do carro e ele me fez ficar de frente pro motor.
"Se estica e olha lá atrás."
Me esticando, deixei minha bunda à mercê do Roberto. Senti ele encostar o pau em mim e confirmei o que meus olhos já tinham visto. O volume dele era enorme e tava completamente duro.
"Toca essa alavanca, tá sentindo?"
"Tô, sim. Sinto ela muito bem.
Não precisa ficar tão dura assim. Tem que fazer alguma coisa com isso, porque pode quebrar.
Precisa trocar essa peça?
Não, só precisa fazer uma espécie de massagem. Seu marido vai entender, é como se tivesse que satisfazer essa alavanca, entendeu?
: Assim?
Comecei a brincar com aquela peça do carro como se estivesse masturbando ela. Roberto começou a esfregar o pau na minha bunda. A excitação dos dois já estava incontrolável.
: Uff... sim, continua, continua... que bem que você faz, tem experiência?
: Um pouco, gosto de fazer isso com homens que estão precisando.
Me virei e comecei a beijá-lo. Tocava todo o peito dele com desespero. Ele apalpava meus peitos. Uma paixão incontrolável percorria nossos corpos fundidos.
: Mas que puta você é, hein, gostosa.
: Não costumo fazer isso.
: Assume que você é uma puta! Ou pelo menos minha puta.
Me abaixei e tirei o pau dele. Era enorme, venoso e grosso.
: Se vou ser sua puta, não falamos do preço do conserto.
: Não se preocupa, se me pagar em duas parcelas, tá quitado.
Comecei a chupar o pau dele como a boa puta que era. Passava minha língua em cada lugar do pau dele. Massageava os ovos dele. Já não me reconhecia mais.
: Continua, continua! Como você chupa bem, gostosa! Nunca tinha recebido um boquete assim!
De repente, ouvi barulhos. Larguei o chupeta de lado e, ao virar a cabeça, vi um senhor de uns 40 anos parado, olhando o espetáculo e se masturbando.
: Te apresento meu filho, Federico. Também é dono da oficina. Devia pagar pra ele também, né?
Me levantei e me despi, ficando só de fio dental. Me abaixei, pegando o pau do filho, que não era tão grande quanto o do pai, mas dava pro gasto. Deixei a bunda apontada pro Roberto e comecei a chupar o pau do novo integrante da festa.
Roberto aproveitou pra puxar meu fio dental pro lado e começou a brincar com a ponta da lança dele na minha buceta. Eu tava toda molhada, a única coisa que queria era que ele enfiasse.
Roberto começou a me penetrar rapidamente. Parecia Um cara de 20 anos se mexendo. Era uma máquina sexual imparável.
Federico gemia sem se importar se alguém pudesse ouvir. De repente e sem avisar, gozou na minha boca. Era uma quantidade enorme. Engoli o máximo que pude. Assim que ficou mole, continuei meu jogo com o pai dele. Enquanto isso, Federico olhava e se masturbava.
Literalmente me comeu por 4 horas. Gozei 10 vezes e ele só uma, nos meus peitos e no meu rosto. Me encheu de porra.
Me limpei como pude. Me vesti de novo.
— Que bem que você se comportou, gostosa. Poucas aguentaram meu ritmo.
— Você é um touro selvagem! Indomável!
Entrei no carro e, antes de sair, dei um beijo no Roberto pela janela.
Fui pra casa e tomei banho, lembrando da sessão incrível de sexo que tinha tido.
"Gorda, cê pode ir buscar pra mim, por favor? Vou sair mais tarde."
"Ah, sério que cê tá me falando isso?"
"Por favor, não vou dar tempo."
"É que eu não entendo nada."
"Já falei com ele, é só pegar. Depois eu pago."
"Ok, não tenho escolha. Como é o nome dele?"
"Roberto."
Às 17h, botei uma fio dental branca, um shortinho branco, uma regatinha sem sutiã e saí andando pra pegar o carro. A tarde tava linda e quente. Quando cheguei, tava bem suada. O suor tinha molhado um pouco minha camiseta.
Entrei na oficina e vi um senhor de uns 60 anos. Ele tava com uma jeans bem justa que deixava aparecer um belo volume. Não tava de camisa por causa do calor que fazia lá. O torso bem trabalhado mostrava uns músculos grandes. Mesmo com a idade, tava em ótima forma.
Ele me olhou de cima a baixo sem perder detalhe dos meus peitos soltos.
"Pode entrar, senhora."
"Boa tarde, vim buscar o Ford que meu marido deixou de manhã."
"Claro, lógico. Vem que vou te mostrar."
Nessa hora, ele passou o braço na minha cintura pra acompanhar o movimento e, com as mãos cheias de graxa, sujou minha roupa branca.
"Ah, desculpa, senhora, que atrapalhado!"
"Imagina, sem problema."
"Como não vou me preocupar?"
Ele pegou um pano molhado e começou a esfregar nas minhas costas e na minha bunda. As tentativas dele de me limpar tavam me excitando tanto que meus mamilos já denunciavam. Ao molhar meu shortinho fino, começou a aparecer minha fio dental.
"Não sai. Peço desculpas."
"Relaxa, de verdade, depois eu lavo."
"Então vem, vou te mostrar uma coisinha que não expliquei pro seu marido."
Eu me aproximei do carro e ele me fez ficar de frente pro motor.
"Se estica e olha lá atrás."
Me esticando, deixei minha bunda à mercê do Roberto. Senti ele encostar o pau em mim e confirmei o que meus olhos já tinham visto. O volume dele era enorme e tava completamente duro.
"Toca essa alavanca, tá sentindo?"
"Tô, sim. Sinto ela muito bem.
Não precisa ficar tão dura assim. Tem que fazer alguma coisa com isso, porque pode quebrar.
Precisa trocar essa peça?
Não, só precisa fazer uma espécie de massagem. Seu marido vai entender, é como se tivesse que satisfazer essa alavanca, entendeu?
: Assim?
Comecei a brincar com aquela peça do carro como se estivesse masturbando ela. Roberto começou a esfregar o pau na minha bunda. A excitação dos dois já estava incontrolável.
: Uff... sim, continua, continua... que bem que você faz, tem experiência?
: Um pouco, gosto de fazer isso com homens que estão precisando.
Me virei e comecei a beijá-lo. Tocava todo o peito dele com desespero. Ele apalpava meus peitos. Uma paixão incontrolável percorria nossos corpos fundidos.
: Mas que puta você é, hein, gostosa.
: Não costumo fazer isso.
: Assume que você é uma puta! Ou pelo menos minha puta.
Me abaixei e tirei o pau dele. Era enorme, venoso e grosso.
: Se vou ser sua puta, não falamos do preço do conserto.
: Não se preocupa, se me pagar em duas parcelas, tá quitado.
Comecei a chupar o pau dele como a boa puta que era. Passava minha língua em cada lugar do pau dele. Massageava os ovos dele. Já não me reconhecia mais.
: Continua, continua! Como você chupa bem, gostosa! Nunca tinha recebido um boquete assim!
De repente, ouvi barulhos. Larguei o chupeta de lado e, ao virar a cabeça, vi um senhor de uns 40 anos parado, olhando o espetáculo e se masturbando.
: Te apresento meu filho, Federico. Também é dono da oficina. Devia pagar pra ele também, né?
Me levantei e me despi, ficando só de fio dental. Me abaixei, pegando o pau do filho, que não era tão grande quanto o do pai, mas dava pro gasto. Deixei a bunda apontada pro Roberto e comecei a chupar o pau do novo integrante da festa.
Roberto aproveitou pra puxar meu fio dental pro lado e começou a brincar com a ponta da lança dele na minha buceta. Eu tava toda molhada, a única coisa que queria era que ele enfiasse.
Roberto começou a me penetrar rapidamente. Parecia Um cara de 20 anos se mexendo. Era uma máquina sexual imparável.
Federico gemia sem se importar se alguém pudesse ouvir. De repente e sem avisar, gozou na minha boca. Era uma quantidade enorme. Engoli o máximo que pude. Assim que ficou mole, continuei meu jogo com o pai dele. Enquanto isso, Federico olhava e se masturbava.
Literalmente me comeu por 4 horas. Gozei 10 vezes e ele só uma, nos meus peitos e no meu rosto. Me encheu de porra.
Me limpei como pude. Me vesti de novo.
— Que bem que você se comportou, gostosa. Poucas aguentaram meu ritmo.
— Você é um touro selvagem! Indomável!
Entrei no carro e, antes de sair, dei um beijo no Roberto pela janela.
Fui pra casa e tomei banho, lembrando da sessão incrível de sexo que tinha tido.
3 comentários - mi marido me mando al mecanico , termino enfiestada