Gran Hermano - depois do fim (parte 2)

Olá!! Deixo aqui a primeira parte pra quem ainda não leu!http://www.poringa.net/posts/relatos/4979195/Gran-Hermano---despues-del-final.htmlAbro e deixo o Marcos entrar, ele tava vermelho, cabisbaixo, com os olhos que denunciavam que tinha chorado.
Passa, Marquinhos! Espero que você fique caladinho igual em casa e não fale nada disso.
Ele sentou na beira da cama e desabou a chorar sem consolo.
Nós duas abraçamos ele, pensando que tava sobrecarregado com tudo que tinha rolado e o que ainda ia rolar.
Vocês não entendem, ninguém entende, ele falou entre soluços.
Conta pra gente, Marcos, a gente passa tanto tempo junto que acho que já tem confiança!
Olha pra gente, já quebramos qualquer barreira! Disse a Juli sem vergonha, que sem perceber tinha se descoberto e tava de peitinhos na nossa frente.
Nacho, sabia que eu te votei quase 4 meses??
Hahaha Marcos, relaxa!! Era brincadeira! Eu também te votei umas vezes!
Mas o meu não era de brincadeira!!! E ele cobriu o rosto com as mãos grandes e começou a chorar de novo.
Eu e Juli não entendíamos nada, nos olhávamos sem saber o que fazer pra consolar ele.
Marcos, conta pra gente! Não fica guardando mais nada!
Não aguentava mais conviver com você, Nacho, ele falou me encarando.
Bom, eu também não sou filho de uma puta! Já tava começando a me irritar.
Ele tinha interrompido minha noite com a Juli, a primeira vez em mais de 5 meses que eu podia transar sem ficar escondido debaixo dos lençóis, pra me dizer na cara que não me aguentava.
Minha reação foi me afastar, e ele se jogou em cima de mim pra me abraçar, desabando em choro de novo.
Abracei ele sem saber o que fazer, até ele ir se acalmando.
Vocês sabem que minha família é muito tradicional, que a gente vai na Igreja, tudo isso é parte fundamental de quem eu sou. Te ver em casa com tanta naturalidade, livre, contando feliz que tem dois pais, no começo me chocou pra caralho. Não parecia “normal” pra mim. Por isso no começo nem falava com você, não te entendia. Mas com o passar dos dias, vi que você era feliz sendo assim.
Comecei a te observar em silêncio quando a gente ficava na piscina, sem trocar palavra. E me conta que, o que me incomodava em você, era me ver refletido.

Refletido?? Mas se a gente não tem nada a ver! Você é tranquilo, calado, estudioso, estruturado, metódico. E eu, bom, eu sou o completo oposto!

Nacho, eu queria ser livre que nem você. Te indicava semana após semana pra você ir embora, porque não aguentava mais ter você por perto e não sentir vontade de te beijar.

Channnn Naquele momento, a gente precisava das câmeras focando em mim e na Juli. Nossas caras eram de surpresa total. Nunca na vida a gente imaginaria aquela declaração.

Pra aliviar, a Juli falou: Ahhh bom, as que shippavam a gente duas vão querer se matar!

Eu ri, e o Marcos relaxou um pouco ao perceber que a gente não tinha se escandalizado com a confissão dele.

Marcos, tem algo que eu posso fazer pra você parar de chorar.

Eu me aproximei dele e beijei ele.

Ele tava duro, tenso, travado.

É tão ruim assim meu beijo?

É que… não sei, não sei se consigo. Pra você é diferente, Nacho!

Gente, meu pai ser gay não significa que eu sou! Óbvio que não vejo problema, fui criado assim, mas nunca fiquei com um homem!

A Juli me olhou e falou, desculpa Nacho, sempre achei que você já tinha tido essas experiências.

Não, não, nunca fiz. Mas acho que hoje é um bom dia pra primeiras vezes… último dia desse reality que mudou nossas vidas, e o primeiro dia de uma nova fase que a gente pode viver juntos.

A Juli abraçou a gente dois e falou Aiii, amo vocês, meninos!!! E empurrou nossas cabeças até juntar as três bocas, e beijou a gente.

A Juli, a baixinha do grupo, era quem tava no comando essa noite.

A gente se beijou com paixão enquanto arrancava a roupa um do outro.

A Juli pegou nossas pirocas e começou a bater uma pra gente.

O Marcos falou pra gente: Gente, tô há mais de 5 meses no celibato, não aguento mais!!

Em um minuto eu resolvo isso!! A Juli falou e montou de uma vez na pica do Marcos.

Aiiiii deu pra ouvir, e eu não sabia qual dos dois gemia mais alto.

A Juli começou a cavalgar, cada vez mais forte. Eu acariciava os dois, e beijei o Marcos mais uma vez.

Marcos, Com as mãos fortes dele, agarrou Juli pelas nádegas e a levantou. Assim, de pé, começou a furar Juli.
O barulho dos corpos se chocando atordoava o quarto.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar aquela junção, sem distinguir se era o pau de Marcos, a buceta da Juli,
os dois ao mesmo tempo…
Me masturbava enquanto aproveitava sentir um pau na minha boca pela primeira vez. Quando o Marcos saía da caverninha da Juli, eu aproveitava pra lamber, mas a garota reclamava pra ele colocar de novo e ele, sempre tão cavalheiro, cumpria e enfiava de novo, mexendo ela como se fosse uma boneca.
Gente, vou gozar, disse Marcos, e começou a ejacular dentro da Juli. Eu, com minha língua, esperava alguma gota que escapasse pra mim.
Ele a baixou e eu dei uma chupada na buceta pra recolher o sêmen que o Marcos tinha deixado lá.
Direcionei minha boca pro pau do Marcos e chupei até limpar tudo.
Eram muitas primeiras vezes.
Primeiro trisal da Juli e do Marcos (eu já tinha tido alguns com amigas); primeira vez nos beijando entre homens, primeira vez chupando pau, primeira vez provando sêmen. E ainda faltavam muitas primeiras vezes.
Marquitos, você já provou seu próprio gozo alguma vez?
Nãao, primo!! Ele disse com aquela cadência saltenha conhecida.
Bom, vem cá e põe sua língua pra trabalhar, que a Juli não gozou.
A cara do Marcos era de muitas dúvidas, e pra relaxar ele falei: calma, primo, é muito gostoso seu gozo.
A cara do Marcos ficou vermelha! A vergonha era visível, mas também sabíamos que era agora ou nunca.
Devagar, ele foi se aproximando da Juli e timidamente começou a lamber. Faz de conta que é sorvete de creme, primo, e chupa forte que preciso de gozo!!
Marcos começou a chupar, e eu fui com meu pau duro como pedra na direção da carinha da Juli. Enfiei na boca dela e ela começou a chupar de novo.
Meu clímax estava perto, e ainda faltavam muitos tabus pra quebrar.
Me estiquei como pude e comecei a acariciar o Marcos. Ele me olhava sorrindo. Deus, Marcos, agora entendo por que você treinava tanto! Olha que abdômen!! E você tem o Cú duro como uma rocha!
A gente riu do meu comentário, e aproveitei que o Marcos tava relaxando pra acariciar mais perto do cú dele.
Dava pra sentir ele tenso, mas ele disfarçava chupando com mais vontade a buceta da Juli.
A Julieta enfiou a pontinha do dedo no meu cú, intensificou o boquete que tava me fazendo. E me levou ao clímax sem eu conseguir controlar.
Aiiiiii, acabei derramando minha porra na carinha da Juli.
Primo, ela falou, toda manhosa. O Nacho me sujou toda. Me ajuda a limpar?
O Marcos deu uma lambida, limpando de uma vez metade da cara da nossa amiga.
Nacho, sua porra também é muito gostosa.
Prontoo, com essa frase ele me conquistou. Não resisti à vontade e tive que beijar ele. Era uma necessidade, não conseguia pensar em outra coisa além de estar com essas duas pessoas que me acompanharam tantos meses numa experiência tão extraordinária como o Big Brother.
Fui atrás do Marcos e abracei ele, encostando meu corpo no dele.
O Marcos penetrava a Juli com os dedos enquanto continuava chupando o clitóris dela, deixando ela louca.
Todos os anos vendo pornô, todas as experiências anteriores, nos levaram a esse momento.
Minha língua começou a estimular o buraquinho dele, fechado, lisinho.
O Marcos tremia e continuava dando prazer pra Juli.
Três dedos lá dentro masturbavam ela, forte, cada vez mais rápido…
A Juli explodiu num orgasmo. Abraçou ele e arranhou as costas dele toda num ato de paixão descontrolada.
O Marcos virou e me viu debaixo dele, e disse: Primo, desculpa, isso já é demais pra mim… Não tô preparado pra você me comer hoje.
Subi e beijei ele. Calma, Marquitos, se você não quer hoje, posso te pedir pra me desvirginar?
A cara do Marcos era de surpresa, alegria, amor talvez?
A paixão escureceu os olhos calmos dele.
O tranquilo salteño deu lugar ao lutador de shu shih tzu, forte, apaixonado, decidido.
A gente começou a se beijar enquanto a Juli olhava.
Ela acariciava a gente, abraçava, curtia ver a gente gozar.
Invertemos os papéis, e pela primeira vez senti uma língua macho no meu cu.
Era nossa primeira vez e todo mundo tava aprendendo.
O Marcos começou a lubrificar meu cu, e a Juli chupava minha rola pra ajudar a relaxar.
Quando ele achou que já tava começando a abrir, o Marcos foi devagar tocando com os dedos, e penetrando aos poucos.
Meu cu era apertado, virgem. Doía, mas a chupada de rola que a Juli tava dando era perfeita pra me distrair.
A filha da puta tava se esforçando, era o melhor boquete da minha vida.
A Juli deitou pra continuar chupando de baixo, e eu fiquei de quatro pra fazer um 69, enquanto o Marcos seguia com a língua trabalhando no meu cu.
Nós três távamos nos dando sexo oral, numa roda de prazer infinita.
Tava focado em chupar o clitóris da Juli, quando senti o Marcos me abraçar e apontar o pau no meu cu…
Mesmo tenso, sabia que tava com duas pessoas que iam cuidar de mim.
O Marcos beijava meu pescoço, e começou a me penetrar.
Devagar, sentia centímetro por centímetro entrando em mim.
Ele tinha uma rola normal, mas era minha primeira rola no cu e parecia enorme.
A sensação era estranhíssima, mas eu queria mais.
Quando sentiu que eu relaxava um pouco, ele acelerou o vai e vem.
A Juli via tudo de pertinho, e foi a primeira a perceber que o Marcos já tava inteiro dentro de mim.
Uau, Nacho, entrou tudo!!
Ela saiu da posição e beijou nós dois.
Agora não quero que me abandonem, garotos!! Falou com voz de menina mimada. Então se posicionou também de quatro, na minha frente, e com a mãozinha pegou meu pau e guiou pra entrada da buceta dela.
Era um pornô de verdade.
O Marcos começou a se mover mais rápido, mais fundo, e o vai e vem dele fazia eu meter mais forte na Juli.
Nós três távamos num trenzinho de prazer que nos levava ao clímax.
Senti os braços do Marcos ficarem mais tensos, e o gozo quentinho dele no meu cu.
Me aproximei da Juli e beijei ela, enquanto bombava numa velocidade impressionante, gozando os dois ao mesmo tempo.
Caímos Os três exaustos, até que Juli falou rindo: "gente, sou a mais baixinha, vocês tão me esmagando!!"
Ela sempre aliviando momentos que podiam ser tensos. Com essa saída, nos fez rir, nos separamos um pouco e nos abraçamos de novo, os três.
Bom, quem diria que o irmão mais velho da cidade ia me arrebentar a bunda desse jeito!!
Marcos ficou vermelho, mas, em vez de se envergonhar, me beijou. Beijou a Juli e disse pra gente: "Pessoal, obrigado pela melhor noite da minha vida…"
E ainda faltavam mais horas praquela noite. E muitas outras noites pra compartilhar.
A gente tava exausto. Agora sim o cansaço tava cobrando o preço. Tantos dias trancados, a descoberta de novos sentimentos, a gente tava destruído e deitou pra descansar um pouco.
Os três enroscados, pelados, abraçados.
Cada um com seus sentimentos.
Juli pensando que tinha traído o namorado, mas ao mesmo tempo sentindo que não se arrependia de nada, porque só nós três sabíamos o que a gente tinha vivido nesses meses de quarentena.
Marcos pensando que todos os preceitos morais com que foi criado estavam prestes a mudar, porque sabia que não tinha volta agora que tinha admitido que sentia atração amorosa e sexual por outro homem.
E eu entendendo meu pai, que viveu os dois lados da sexualidade. E como não entender!! Se era espetacular se sentir amado por um homem e uma mulher ao mesmo tempo.
A gente dormiu um pouco, e eu já tava acordando, quando sinto Marcos me acariciando suavemente.
Virei e olhei pra ele, com medo de que com o passar das horas os sentimentos dele tivessem mudado.
"Marquinhos, tudo bem?"
A resposta dele foi um beijo, doce e apaixonado ao mesmo tempo.
"Zero arrependimento, primo!!"
Juli acordou ao nos ouvir e disse: "Gente, começaram sem mim??"
E beijou nós dois.
Os três tavam se pegando forte, se tocando, se acariciando.
Juli pegou nossas rolas juntas e começou a masturbar as duas ao mesmo tempo.
"Aiii, mmmmm" foram nossas únicas respostas.
A princesa da casa pegou as duas. Pirocas na boca e começou a chupar as duas ao mesmo tempo. Marcos e eu nos beijávamos enquanto Juli nos dava prazer com a boca dela.
Fomos tomar banho os três juntos.
Naquela banheira, tudo era prazer.
Nós nos ensaboamos mutuamente, nos tocávamos, nos beijávamos.
Mais uma vez, Juli comandou o ritmo da situação.
"Olha aqui, primo, usa esses braços que você tanto treina e me pega de quatro. E você, Nachito, enfia no meu cu."
"Suas palavras são ordens, prima!!" Disse Marcos e a levantou como se fosse uma pluma, enfiando o pau nela.
Eu me masturbei até ficar duro e comecei a penetrar a Juli por trás.
Aquele cu engolia pau como uma expert!!!
Olho no espelho do banheiro e vejo a gente três. Era como estar na casa do Big Brother de novo.
Os três juntos, com um espelho gigante. Aquela imagem me excitou ainda mais.
Acelerei o ritmo fazendo a Juli gozar.
"Aiiii Nachoooo, nunca tinha gozado pelo cu!! Primo, você vai ter que experimentar isso, porque o Nachito é muito bom no sexo oral!"
"Já vamos ter tempo pra isso, eu juro."
E assim, com aquela promessa de desvirgar o Marcos, sabendo que nós três tínhamos muitas aventuras pela frente, com a Juli penetrada nos dois buracos, e com certeza a paixão entre nós só estava começando, chegava ao fim a nossa primeira noite fora da casa do Big Brother.

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