(Imagens de referência)
Assim que abri a porta, me deparei com as luzes baixas, a janela aberta, sem cortinas, a cama impecável, recém-feita.
O espelho numa posição incomum, de frente para a cama, onde havia um travesseiro grande na altura do meio, e claro, sentada na borda, estava ela, cabelo preso, ainda molhado, a parte de cima descoberta, seus peitos firmes apontando pra mim, as auréolas rosadas e os bicos duros implorando pra eu chupar, mas isso não era o melhor, nem chegava perto.
Ela estava sentada com as pernas abertas, totalmente ereta, o que deixava ver aquela linha fina que se formava na barriga, sem gordura, supertonificada mas sem músculos, como os peitos firmes que balançavam e enfeitavam a figura linda que a cintura dela concedia.
Mas a barriga dela parecia diferente, algo rodeava a cintura, e esse algo não era nada mais que uma cinta-liga preta amarrada levemente abaixo do umbigo, que levava umas ligas até o meio das coxas. Como se isso não bastasse, uma calcinha fio dental vermelha completava a situação.
Meu olhar atônito não demorou a aparecer diante de uma cena dessas, meus passos foram lentos e quando cheguei perto o suficiente, ela se levantou, ficando numa altura parecida. Sem muito esforço, tirou minha toalha, revelando meu pau duro. Não tocou, só olhou.
— Gostou da surpresa, parece — ela disse, mas não respondi, não conseguia evitar ficar besta com aquela figura toda enfeitada com aquela lingerie.
Sem dizer nada, ela me abraçou e nossos lábios se tocaram. Minhas mãos pousaram na cintura dela. Ali pude sentir a elasticidade e a maciez da pele, era gostoso, fresca, limpa, por mais que procurasse, não achava imperfeição. Eu era alto, tinha mãos grandes, mas nunca pensei que fossem suficientes pra rodear a cintura dela inteira e agarrá-la. Quando tentei, não hesitei em segurá-la, mas agora no pescoço dela.
O contato dos lábios só terminou quando nós dois começamos. a descer nossas mãos pelo corpo um do outro. A diferença de altura era notável, então quando ela estava na parte superior do meu peitoral, eu já segurava os peitos dela. Eu olhava pra eles e pra ela, ela não tirava os olhos de mim, toda vez que eu procurava os dela, encontrava os olhos dela. Continuamos descendo até que eu me cruzei de novo e não hesitei em percorrer o abdômen onde eu tanto adorava gozar, mas na parte de dentro. Ela também percorreu, mas surpreendentemente me ganhou na corrida, porque quando eu chegava na pélvis dela, ela já tinha as mãos circulando a base do meu pau. Ela pousava as mãos e percorria minha pélvis, fazia um movimento da parte superior até o períneo, só roçava minhas bolas, nesse momento minhas mãos tinham abandonado o trajeto e estavam nos braços dela, porque com a excitação da situação eu precisava regular o movimento ou a noite ia acabar rápido demais.
Já com o deslizar mais rápido dela, meus lábios foram pro pescoço dela, com a mão direita eu segurava ela e a outra acompanhava os movimentos estimulando a parte superior da buceta, o deslizar dos meus dedos era superficial, nem entrava, mas já sentia os fluidos dela lubrificando meu polegar e meu dedo indicador, nessa hora, as mãos dela já seguravam, cada uma, um dos meus ovos pesados e pendurados.
-Ai sim, continua assim...mmmhh...assim eu adoro- ela dizia enquanto eu deixava chupão atrás de chupão no pescoço dela, e os lábios dela molhavam meus dedos.
-É assim que você gosta?- perguntei olhando de lado pra ela.
-Sim assim- respondia, enquanto eu sentia o corpo dela tremer.
Quando senti o limite dela, tirei meus dedos e ela deu um leve espasmo na pélvis. Como se fosse um ímã, os lábios dela buscavam meus dedos que cada vez mais se afastavam no mesmo ritmo que a respiração dela ficava mais ofegante.
-Ahhh por que você para?- ela perguntou praticamente gemendo.
-Você gosta, putinha?- sussurrei.
-Sim, amor, me faz gozar, por favor- ela respondeu.
Minha outra mão pousou numa das Nádegas grandes, redondas e firmes, contraídas por momentos. Nos beijamos de novo e pude sentir seus gemidos enquanto ela não se desgrudava dos meus lábios. Ela gemia enquanto o corpo todo endurecia e a buceta dela jorrava fluidos no chão. Não foi um gozo normal, era outra coisa, ela praticamente se desidratava, e mesmo tremendo, não se soltava de mim.
Quando finalmente me soltou, caiu rendida aos meus pés. — Não aguento mais — dizia.
— Não aguenta? — perguntei, descansando meu pau na carinha lavada e brilhante dela.
Os olhos dela estavam se apagando, mas sozinha foi abrindo aquela boquinha e tirando aquela cobra que, sem hesitar, focou em chupar minhas duas bolas. Eu não guiava, só olhava de cima, o que parecia excitá-la, porque ela sugava com mais pressão.
— Sobe na cama — falei. — Aí chupa ele.
Como conseguiu, subiu e de joelhos me esperou. Eu só me aproximei da beirada, e ela se ajeitou de quatro, com meu pau na frente.
Sempre gostei de observar as pessoas, como se movem, como andam, como se viram no dia a dia. A Lu eu sempre observava o rosto, era curioso e ao mesmo tempo um pouco tarado, talvez. No dia a dia, era uma putinha, xingava todo mundo, se dava mal com todos, discutia tudo, era uma gostosa determinada, e acima de tudo, alguém forte e frontal. Mas só comigo ela dava razão. Naquele momento, só me veio à mente como ela xingava os professores quando discordava deles, ou os babacas dos amigos dela quando davam em cima, e até como virava uma fofa quando estava com o pai dela. Foi aí que a visualizei, na manhã anterior na escola, dando um beijo no pai, dizendo que o amava. Aquela boca xingava, mas também era gentil e carinhosa com o pai. Era a boca de uma mulher de personalidade forte que nunca aceitava calada o que falavam, mas, acima de tudo, era a boca que envolvia cada centímetro do meu pau, que lubrificava a cada movimento, que se subjugada diante de mim, ela apertava minhas bolas e chupava até tirar a pele.
Eu ficava muito excitado vendo uma mina tão gostosa se submeter sem esforço, chupando até o último centímetro da minha pica e pronta pra ser penetrada na hora que eu quisesse.
Ela fazia gargarejo com minha pica na boca enquanto me dava aquele olhar matador que a gente conhece bem. Eu curtia o visual.
— Tá gostando do que vê? — ela dizia entre as chupadas.
— Você não faz ideia.
— Vai me foder hoje?
Tirando a pica da boca dela e segurando seu queixo, eu disse: — Não tenho problema em te encher hoje. Ela ficou me olhando, mas eu vi as pupilas dela dilatarem quando falei: — Se eu te encher, não poderia ficar mais feliz em comer essa bunda pelo resto da vida.
Essas palavras pareceram detonar algo nela. Ela mordeu o lábio e, me arrastando, me deixou jogado na cama. Rapidamente, ela montou em mim, afastou um pouco a calcinha encharcada e sentou sem enfiar a pica.
Enquanto isso, eu coloquei um travesseiro, e os braços dela logo ficaram paralelos ao meu rosto, deixando eu ver os brincos que ficavam cada vez maiores quanto mais eu chupava.
Tentei chupá-los, mas ela se afastou, fez o mesmo comigo duas vezes. Até sentou em cima de mim, esmagando minha pica.
Aos poucos, ela foi se movendo, esfregava a pica, os lábios dela praticamente a devoravam e, quando estava prestes a entrar, ela tirava, levava até o cu e deixava encostar, mas não muito mais. O trajeto ia do clitóris dela até a bunda.
Quando sentiu que minha buceta devorava meu pau, enfiei ele inteiro, entrou até o fundo de tão lubrificada que estava, mas pareceu a primeira vez pelo tanto que me apertou. Nós dois nos juntamos no som de um -Ahhhhhhh- muito prazeroso que terminou com os peitos dela na minha boca. Furiosamente ela montava em mim, não dava pra fazer muito, os movimentos dela eram curtos, só estimulavam a ponta, era como se ela rebolasse no meu pau. Nossas barrigas não se tocavam, só se roçavam com os movimentos altos dela. -Ah....ah ah ah- se ouvia da parte dela, de mim nada, não conseguia emitir som além de um ocasional
-Mmmmh- silenciado pelos peitos dela.
Ela montou em mim desse jeito por um bom tempo, até que parou e caiu sobre mim.
- Gostou? - perguntou, me sufocando ainda mais com as tetas - Agora me come - falou.
Assim que essas palavras saíram, meus joelhos já estavam dobrados e minhas bolas batendo violentamente no espaço entre a buceta e o cu dela.
-AII SIM... ASSIM... VAI... MMH- os gritos dela ecoavam agora.
Eu não parei, mas ela sim, me tirando da prisão de leite e envolvendo meus lábios com os dela.
Nos beijamos um bom tempo enquanto eu a furava.
Já num ritmo mais lento, os gemidos dela viraram suspiros fortes.
- Eu te comeria a vida inteira assim - falo, e os movimentos dela aumentam.
- E me come a vida inteira, todo dia, quando quiser - responde, fazendo biquinho.
- Dá pra ser? - pergunto enquanto coordenamos gemidos.
- Você decide isso - foi a última coisa que disse antes de me beijar enquanto dava três ou quatro sentadas mortais, de tirar meu pau quase todo pra enfiar inteiro nas profundezas da buceta dela.
Quando se soltou, fez um agachamento e, sem largar meu pau, se moveu pra dar umas chupadas, babando ele, deixando pronto.
- Gostou da surpresa, né? - falou com o sotaque santiagueño dela.
- Você não sabe o quanto, amor - falei.
- É melhor de quatro - respondeu, virando de costas, me fazendo quase desmaiar ao ver aquela bunda enorme.
As nádegas gigantes dela agora estavam contornadas pela lingerie, a calcinha fio dental também ajudava (se é que aquela bunda precisava de mais alguma coisa).
Sozinha, ela abriu minhas pernas e, sem tirar os olhos de mim, tirou a calcinha e, num agachamento, colocou o pau inteiro na entrada da buceta dela.
Devagar, pude ver cada centímetro do meu pau sumindo naqueles lábios que se esticavam a cada metida.
Quando chegou no fundo, ficou sentada.
- Agora aproveita, meu amor - disse, virando e pegando minhas mãos. mãos. Lá, guiei elas até seu portaligas, onde me agarrei. Se pudesse trocar todas as refeições com a Lu pelo que tive só naquela, não hesitaria. Os movimentos dela pra frente e pra trás com minha rola totalmente dentro me enlouqueciam.
-Ai, ai- se ouvia dela, enquanto sentia a rola como alavanca de câmbio, se movendo pra lá e pra cá com uma pressão incansável.
— Ai, Lu — falei pra ela, e ela parou.
— Ainda não, amor — respondeu.
Ela deu uns pulinhos, tirando e colocando a rola inteira, e perguntou: — Tá gostando assim, amor?
— Sim, Lu, tô adorando — falei sem fôlego.
— Bom, agora você se apaixona — respondeu com um tom de puta.
De agachada, ela passou pra sentada, com os joelhos apoiados na cama, as pernas de cada lado da minha barriga, e começou a se mexer, a pressão era ainda maior.
Eu tava no paraíso, vendo como aquela bunda se mexia e como ela engolia minha rola com a buceta dela.
Ficamos assim por um bom tempo até que senti as mãos dela nos meus joelhos. Ela se apoiou bem, me deixando ver o outro sorriso lindo daquela que, naquele momento, era minha mulher, e aquelas covinhas que se formavam na parte de cima da bunda dela.
Quando comecei naquele movimento, senti duas coisas: prazer por querer gozar e medo de quebrar a pica. Reagi bem e segurei a pica nos primeiros sentões, porque com a violência e velocidade que aquela mulher se mexia, era perigoso. Segurava pela base, mas sentia o prazer por toda a pica, como ela deixava ela ao ar livre e como mergulhava nas paredes úmidas e quentes dela. Segurei até ela encontrar um ângulo perfeito, e daí em diante foi só curtição. As bundas dela quicavam, a pele deslizava, dava pra sentir no tato, ela gemia e, depois de um tempo, eu também. Não aguentei mais de vinte sentões daquela mina, mas acho que qualquer um teria feito o mesmo.
— Ai, Lu, se continuar... — falei.
— Já vai gozar, meu amor? — ela perguntou carinhosamente.
— Sim, Lu, já tô... mmmh — respondi. — Onde... ai, Lu... Onde você quer?
— Você já me disse antes, amor — ela falou, e me olhando de lado completou: — Essa semana não tomei a pílula, por isso tô mais quente.
Mal terminou de falar essa frase, o ritmo dela foi pro pico, os sentões tinham virado uma cavalgada monstruosa.
— Dentro, Lea, goza dentro de mim.
— Você quer, Lu? Me fala que você quer.
— Ai, sim, por favor, goza em mim, me enche, vai, me enche. — ela disse, enquanto dava as últimas investidas.
— Ahhhhh — foi o que soltamos os dois quando joguei os bagos dentro daquela buceta. Senti aquele calor, aquele movimento, e minha semente não parava de sair.
— Ai, sim, Lu — eu falava enquanto me esvaziava dentro dela.
— Me enche, amor — ela colocava a cereja do bolo.
Ela deu mais uns sentões até cravar minha pica por completo, aí, feito uma puta, mexeu as bundas como na academia, uma e outra quicavam com meu gozo dentro. Até que, deixando sair devagar, ela se levantou, deixando cair minha pica e me mostrando como meu gozo grosso e em grande quantidade brotava daqueles lábios rosados lindos, bem abertos e bem lubrificados.
Eu peguei na minha piroca, que continuava bem dura, e esfreguei na buceta dela enquanto meu leite jorrava. Enfiei várias vezes enquanto ela mantinha a posição, até que levantei um pouco minha bacia e comecei a socar o cu dela. Diferente das outras vezes em que ela ficava parada, ela abriu bem as nádegas, aumentando o buraco.
Sem hesitar, continuei empurrando até que metade da cabeça entrou.
– Ahhh – soltamos os dois, e eu continuei pressionando, mas dessa vez ela se afastou.
Ela se levantou um pouco e começou a masturbar minha piroca, que já começava a perder a rigidez, e me olhando de lado com a ponta apontada pro rabo dela, disse:
– Você aguenta encher minha bunda pequena agora?
Assim que abri a porta, me deparei com as luzes baixas, a janela aberta, sem cortinas, a cama impecável, recém-feita.
O espelho numa posição incomum, de frente para a cama, onde havia um travesseiro grande na altura do meio, e claro, sentada na borda, estava ela, cabelo preso, ainda molhado, a parte de cima descoberta, seus peitos firmes apontando pra mim, as auréolas rosadas e os bicos duros implorando pra eu chupar, mas isso não era o melhor, nem chegava perto.
Ela estava sentada com as pernas abertas, totalmente ereta, o que deixava ver aquela linha fina que se formava na barriga, sem gordura, supertonificada mas sem músculos, como os peitos firmes que balançavam e enfeitavam a figura linda que a cintura dela concedia.
Mas a barriga dela parecia diferente, algo rodeava a cintura, e esse algo não era nada mais que uma cinta-liga preta amarrada levemente abaixo do umbigo, que levava umas ligas até o meio das coxas. Como se isso não bastasse, uma calcinha fio dental vermelha completava a situação.
Meu olhar atônito não demorou a aparecer diante de uma cena dessas, meus passos foram lentos e quando cheguei perto o suficiente, ela se levantou, ficando numa altura parecida. Sem muito esforço, tirou minha toalha, revelando meu pau duro. Não tocou, só olhou.
— Gostou da surpresa, parece — ela disse, mas não respondi, não conseguia evitar ficar besta com aquela figura toda enfeitada com aquela lingerie.
Sem dizer nada, ela me abraçou e nossos lábios se tocaram. Minhas mãos pousaram na cintura dela. Ali pude sentir a elasticidade e a maciez da pele, era gostoso, fresca, limpa, por mais que procurasse, não achava imperfeição. Eu era alto, tinha mãos grandes, mas nunca pensei que fossem suficientes pra rodear a cintura dela inteira e agarrá-la. Quando tentei, não hesitei em segurá-la, mas agora no pescoço dela.
O contato dos lábios só terminou quando nós dois começamos. a descer nossas mãos pelo corpo um do outro. A diferença de altura era notável, então quando ela estava na parte superior do meu peitoral, eu já segurava os peitos dela. Eu olhava pra eles e pra ela, ela não tirava os olhos de mim, toda vez que eu procurava os dela, encontrava os olhos dela. Continuamos descendo até que eu me cruzei de novo e não hesitei em percorrer o abdômen onde eu tanto adorava gozar, mas na parte de dentro. Ela também percorreu, mas surpreendentemente me ganhou na corrida, porque quando eu chegava na pélvis dela, ela já tinha as mãos circulando a base do meu pau. Ela pousava as mãos e percorria minha pélvis, fazia um movimento da parte superior até o períneo, só roçava minhas bolas, nesse momento minhas mãos tinham abandonado o trajeto e estavam nos braços dela, porque com a excitação da situação eu precisava regular o movimento ou a noite ia acabar rápido demais.
Já com o deslizar mais rápido dela, meus lábios foram pro pescoço dela, com a mão direita eu segurava ela e a outra acompanhava os movimentos estimulando a parte superior da buceta, o deslizar dos meus dedos era superficial, nem entrava, mas já sentia os fluidos dela lubrificando meu polegar e meu dedo indicador, nessa hora, as mãos dela já seguravam, cada uma, um dos meus ovos pesados e pendurados.
-Ai sim, continua assim...mmmhh...assim eu adoro- ela dizia enquanto eu deixava chupão atrás de chupão no pescoço dela, e os lábios dela molhavam meus dedos.
-É assim que você gosta?- perguntei olhando de lado pra ela.
-Sim assim- respondia, enquanto eu sentia o corpo dela tremer.
Quando senti o limite dela, tirei meus dedos e ela deu um leve espasmo na pélvis. Como se fosse um ímã, os lábios dela buscavam meus dedos que cada vez mais se afastavam no mesmo ritmo que a respiração dela ficava mais ofegante.
-Ahhh por que você para?- ela perguntou praticamente gemendo.
-Você gosta, putinha?- sussurrei.
-Sim, amor, me faz gozar, por favor- ela respondeu.
Minha outra mão pousou numa das Nádegas grandes, redondas e firmes, contraídas por momentos. Nos beijamos de novo e pude sentir seus gemidos enquanto ela não se desgrudava dos meus lábios. Ela gemia enquanto o corpo todo endurecia e a buceta dela jorrava fluidos no chão. Não foi um gozo normal, era outra coisa, ela praticamente se desidratava, e mesmo tremendo, não se soltava de mim.
Quando finalmente me soltou, caiu rendida aos meus pés. — Não aguento mais — dizia.
— Não aguenta? — perguntei, descansando meu pau na carinha lavada e brilhante dela.
Os olhos dela estavam se apagando, mas sozinha foi abrindo aquela boquinha e tirando aquela cobra que, sem hesitar, focou em chupar minhas duas bolas. Eu não guiava, só olhava de cima, o que parecia excitá-la, porque ela sugava com mais pressão.
— Sobe na cama — falei. — Aí chupa ele.
Como conseguiu, subiu e de joelhos me esperou. Eu só me aproximei da beirada, e ela se ajeitou de quatro, com meu pau na frente.
Sempre gostei de observar as pessoas, como se movem, como andam, como se viram no dia a dia. A Lu eu sempre observava o rosto, era curioso e ao mesmo tempo um pouco tarado, talvez. No dia a dia, era uma putinha, xingava todo mundo, se dava mal com todos, discutia tudo, era uma gostosa determinada, e acima de tudo, alguém forte e frontal. Mas só comigo ela dava razão. Naquele momento, só me veio à mente como ela xingava os professores quando discordava deles, ou os babacas dos amigos dela quando davam em cima, e até como virava uma fofa quando estava com o pai dela. Foi aí que a visualizei, na manhã anterior na escola, dando um beijo no pai, dizendo que o amava. Aquela boca xingava, mas também era gentil e carinhosa com o pai. Era a boca de uma mulher de personalidade forte que nunca aceitava calada o que falavam, mas, acima de tudo, era a boca que envolvia cada centímetro do meu pau, que lubrificava a cada movimento, que se subjugada diante de mim, ela apertava minhas bolas e chupava até tirar a pele.
Eu ficava muito excitado vendo uma mina tão gostosa se submeter sem esforço, chupando até o último centímetro da minha pica e pronta pra ser penetrada na hora que eu quisesse.Ela fazia gargarejo com minha pica na boca enquanto me dava aquele olhar matador que a gente conhece bem. Eu curtia o visual.
— Tá gostando do que vê? — ela dizia entre as chupadas.
— Você não faz ideia.
— Vai me foder hoje?
Tirando a pica da boca dela e segurando seu queixo, eu disse: — Não tenho problema em te encher hoje. Ela ficou me olhando, mas eu vi as pupilas dela dilatarem quando falei: — Se eu te encher, não poderia ficar mais feliz em comer essa bunda pelo resto da vida.
Essas palavras pareceram detonar algo nela. Ela mordeu o lábio e, me arrastando, me deixou jogado na cama. Rapidamente, ela montou em mim, afastou um pouco a calcinha encharcada e sentou sem enfiar a pica.
Enquanto isso, eu coloquei um travesseiro, e os braços dela logo ficaram paralelos ao meu rosto, deixando eu ver os brincos que ficavam cada vez maiores quanto mais eu chupava.
Tentei chupá-los, mas ela se afastou, fez o mesmo comigo duas vezes. Até sentou em cima de mim, esmagando minha pica.
Aos poucos, ela foi se movendo, esfregava a pica, os lábios dela praticamente a devoravam e, quando estava prestes a entrar, ela tirava, levava até o cu e deixava encostar, mas não muito mais. O trajeto ia do clitóris dela até a bunda.
Quando sentiu que minha buceta devorava meu pau, enfiei ele inteiro, entrou até o fundo de tão lubrificada que estava, mas pareceu a primeira vez pelo tanto que me apertou. Nós dois nos juntamos no som de um -Ahhhhhhh- muito prazeroso que terminou com os peitos dela na minha boca. Furiosamente ela montava em mim, não dava pra fazer muito, os movimentos dela eram curtos, só estimulavam a ponta, era como se ela rebolasse no meu pau. Nossas barrigas não se tocavam, só se roçavam com os movimentos altos dela. -Ah....ah ah ah- se ouvia da parte dela, de mim nada, não conseguia emitir som além de um ocasional
-Mmmmh- silenciado pelos peitos dela. Ela montou em mim desse jeito por um bom tempo, até que parou e caiu sobre mim.
- Gostou? - perguntou, me sufocando ainda mais com as tetas - Agora me come - falou.
Assim que essas palavras saíram, meus joelhos já estavam dobrados e minhas bolas batendo violentamente no espaço entre a buceta e o cu dela.
-AII SIM... ASSIM... VAI... MMH- os gritos dela ecoavam agora.
Eu não parei, mas ela sim, me tirando da prisão de leite e envolvendo meus lábios com os dela.
Nos beijamos um bom tempo enquanto eu a furava.
Já num ritmo mais lento, os gemidos dela viraram suspiros fortes.
- Eu te comeria a vida inteira assim - falo, e os movimentos dela aumentam.
- E me come a vida inteira, todo dia, quando quiser - responde, fazendo biquinho.
- Dá pra ser? - pergunto enquanto coordenamos gemidos.
- Você decide isso - foi a última coisa que disse antes de me beijar enquanto dava três ou quatro sentadas mortais, de tirar meu pau quase todo pra enfiar inteiro nas profundezas da buceta dela.
Quando se soltou, fez um agachamento e, sem largar meu pau, se moveu pra dar umas chupadas, babando ele, deixando pronto.
- Gostou da surpresa, né? - falou com o sotaque santiagueño dela.
- Você não sabe o quanto, amor - falei.
- É melhor de quatro - respondeu, virando de costas, me fazendo quase desmaiar ao ver aquela bunda enorme.
As nádegas gigantes dela agora estavam contornadas pela lingerie, a calcinha fio dental também ajudava (se é que aquela bunda precisava de mais alguma coisa).
Sozinha, ela abriu minhas pernas e, sem tirar os olhos de mim, tirou a calcinha e, num agachamento, colocou o pau inteiro na entrada da buceta dela.
Devagar, pude ver cada centímetro do meu pau sumindo naqueles lábios que se esticavam a cada metida.
Quando chegou no fundo, ficou sentada.
- Agora aproveita, meu amor - disse, virando e pegando minhas mãos. mãos. Lá, guiei elas até seu portaligas, onde me agarrei. Se pudesse trocar todas as refeições com a Lu pelo que tive só naquela, não hesitaria. Os movimentos dela pra frente e pra trás com minha rola totalmente dentro me enlouqueciam.
-Ai, ai- se ouvia dela, enquanto sentia a rola como alavanca de câmbio, se movendo pra lá e pra cá com uma pressão incansável.
— Ai, Lu — falei pra ela, e ela parou. — Ainda não, amor — respondeu.
Ela deu uns pulinhos, tirando e colocando a rola inteira, e perguntou: — Tá gostando assim, amor?
— Sim, Lu, tô adorando — falei sem fôlego.
— Bom, agora você se apaixona — respondeu com um tom de puta.
De agachada, ela passou pra sentada, com os joelhos apoiados na cama, as pernas de cada lado da minha barriga, e começou a se mexer, a pressão era ainda maior.
Eu tava no paraíso, vendo como aquela bunda se mexia e como ela engolia minha rola com a buceta dela.
Ficamos assim por um bom tempo até que senti as mãos dela nos meus joelhos. Ela se apoiou bem, me deixando ver o outro sorriso lindo daquela que, naquele momento, era minha mulher, e aquelas covinhas que se formavam na parte de cima da bunda dela.
Quando comecei naquele movimento, senti duas coisas: prazer por querer gozar e medo de quebrar a pica. Reagi bem e segurei a pica nos primeiros sentões, porque com a violência e velocidade que aquela mulher se mexia, era perigoso. Segurava pela base, mas sentia o prazer por toda a pica, como ela deixava ela ao ar livre e como mergulhava nas paredes úmidas e quentes dela. Segurei até ela encontrar um ângulo perfeito, e daí em diante foi só curtição. As bundas dela quicavam, a pele deslizava, dava pra sentir no tato, ela gemia e, depois de um tempo, eu também. Não aguentei mais de vinte sentões daquela mina, mas acho que qualquer um teria feito o mesmo.— Ai, Lu, se continuar... — falei.
— Já vai gozar, meu amor? — ela perguntou carinhosamente.
— Sim, Lu, já tô... mmmh — respondi. — Onde... ai, Lu... Onde você quer?
— Você já me disse antes, amor — ela falou, e me olhando de lado completou: — Essa semana não tomei a pílula, por isso tô mais quente.
Mal terminou de falar essa frase, o ritmo dela foi pro pico, os sentões tinham virado uma cavalgada monstruosa.
— Dentro, Lea, goza dentro de mim.
— Você quer, Lu? Me fala que você quer.
— Ai, sim, por favor, goza em mim, me enche, vai, me enche. — ela disse, enquanto dava as últimas investidas.
— Ahhhhh — foi o que soltamos os dois quando joguei os bagos dentro daquela buceta. Senti aquele calor, aquele movimento, e minha semente não parava de sair.
— Ai, sim, Lu — eu falava enquanto me esvaziava dentro dela.
— Me enche, amor — ela colocava a cereja do bolo.
Ela deu mais uns sentões até cravar minha pica por completo, aí, feito uma puta, mexeu as bundas como na academia, uma e outra quicavam com meu gozo dentro. Até que, deixando sair devagar, ela se levantou, deixando cair minha pica e me mostrando como meu gozo grosso e em grande quantidade brotava daqueles lábios rosados lindos, bem abertos e bem lubrificados.
Eu peguei na minha piroca, que continuava bem dura, e esfreguei na buceta dela enquanto meu leite jorrava. Enfiei várias vezes enquanto ela mantinha a posição, até que levantei um pouco minha bacia e comecei a socar o cu dela. Diferente das outras vezes em que ela ficava parada, ela abriu bem as nádegas, aumentando o buraco. Sem hesitar, continuei empurrando até que metade da cabeça entrou.
– Ahhh – soltamos os dois, e eu continuei pressionando, mas dessa vez ela se afastou.
Ela se levantou um pouco e começou a masturbar minha piroca, que já começava a perder a rigidez, e me olhando de lado com a ponta apontada pro rabo dela, disse:
– Você aguenta encher minha bunda pequena agora?
0 comentários - Minha vida escolar VIII