Como diz o título, é a história de como eu comi a irmã do meu amigo. Meu amigo é um cara humilde e muito trabalhador, a gente ficou amigo rápido e ele é daqueles loucos que nunca te deixam na mão e te oferecem tudo que tem. A parada é que a família dele é grande, tem muitos irmãos, uns 15 no total, embora alguns fossem meio-irmãos mais velhos que não moravam com ele. Na casa só moravam 8, e sempre tava difícil fechar as contas no fim do mês. Sempre que dava, eu ajudava. Uma vez por semana fazia frango no disco, e a gente comia todo mundo junto. Questão que eu sempre falava com todos, incluindo as irmãs. Eram quatro. Duas tavam terminando o ensino médio, Júlia e Renata (nomes fictícios). Renata era mais velha, tava quase no último ano do ensino médio. Sempre que podia, me dava em cima, mas eu desviava como um campeão ou só achava graça. Via ela como amiga ou prima, além de ser a irmã do meu amigo. Daí, com o tempo, ela arrumou um namorado e se afastou um pouco dessas reuniões. O namorado era um otário, que eu e meu amigo zoávamos e fazíamos pagar a cerveja. Quem começou a se aproximar mais foi a outra irmã, Renata. Sempre me perguntava sobre meus estudos e sobre algum trabalho que tinha dúvida. Sempre foi muito atenciosa, ia comprar meus cigarros ou uma cerveja. Nunca reparei no corpo dela, mas ela era muito gostosa. Tinha uns peitos que cabiam certinho na palma da mão e uma bunda bem redondinha, com aquela cinturinha de pilão. Era uma morena gostosa pra caralho. Tinha um amigo que queria pegar ela, mas ela fingiu que não viu e não deu bola. Um dia, eu tava saindo da casa dela e a mãe dela apareceu perguntando se eu não podia levar ela pra escola. Ela tava atrasada e era bem longe. Eu tava de moto, tinha uma FZ, fazia pouco tempo que tinha tirado a carta e sempre roubava uns olhares. Falei pra ela subir. Tava bem frio, era julho. Depois de duas quadras indo pra escola de moto, pela primeira vez... Sinto essas tetas nas minhas costas, inconscientemente reduzo a velocidade e pergunto: "tá fazendo muito frio?"
Renata: "sim, me diz que tô congelando" (me abraça pela cintura)
Eu: "quer colocar as mãos no bolso pra não congelar?"
Ela coloca as mãos nos meus bolsos e, nisso, pego um baita buraco, a moto balança um pouco e faz ela se agarrar mais forte, apertando bem as tetas nas minhas costas. Isso me prega uma peça e começo a ficar de pau duro.
Pra piorar, as mãos dela não estavam no bolso da jaqueta, mas no da calça.
Questão é que meu pau não para de crescer até encostar nos dedos dela. Eu não sabia o que fazer e não conseguia pensar em outra coisa. Pego outro buraco e, num movimento meio estranho, os dedos dela ficam bem na cabeça do meu pau. Pensei que ela fosse tirar a mão, mas ela deixa. Quando passo numa lombada, ela começa a apertar um pouco. Já falta pouco pra chegar na escola.
Eu: "já já chegamos. Cê gosta de andar de moto?"
Renata: "sim, adoro. Pena que tenho que ir pra escola."
Eu: "é, que merda. Eu ia até um riozinho que tem uma paisagem bonita, aqui do lado."
Renata: "quero ir com você, me leva."
Eu: "beleza, mas fica entre a gente."
Renata: "claro, óbvio."
Na hora, acelero fundo. No caminho, ela vai esfregando de leve a cabeça do meu pau. Quando chegamos, ela desce e, pela primeira vez, reparo naquele rabo. Subimos na ponte e ela diz: "que frio."
"É", respondo, tiro minha jaqueta e dou pra ela (que otário, fiquei congelando). Ela agradece, mas não passam nem cinco segundos e ela fala: "nossa, você deve estar com frio, por que não me abraça?"
Pego ela por trás e encosto o máximo que posso. Ela empina mais a bunda e se joga pra trás. Dou um chupão no pescoço dela e, com as mãos, procuro aquelas tetas. Agarro com sutiã e tudo. Ela geme um pouco.
Falo: "olha como você me deixou, garota" e mostro o pau. Ela olha e diz: "que lindo." Atrapalhada, pega ele e começa a... masturbação. Com uma mão pego ela pela bunda e vou levando ela pra moto, ela não solta minha pica, enfio minha mão dentro da calça e procuro aquela buceta, passo os dedos de leve por cima da calcinha fio dental, ela geme bem forte e goza. Percebi que ela era virgem e perguntei, ela disse que sim, mas que uma vez tinha enfiado os dedos, isso me deixou com muito mais tesão. Puxo a calcinha dela pro lado e enfio o dedo, ela começa a gemer mais forte, faço ela se apoiar na moto, na parte do banco, e mando ela se inclinar. Tá pronta? E mando a pica, que buceta gostosa, apertadinha, toda molhada, dava uns tapões enormes nela, meti com alma e vida até ela gozar de novo. No meio da putaria percebi que não tava usando camisinha, e ainda por cima não tinha, ela não queria tirar. Diminuí um pouco o ritmo e falei: agora vou cobrar a volta de moto. Com um dedo começo a fazer pressão naquele cuzinho e enfio a ponta até mandar ele inteiro, ela aguentou bem, a mina não reclamou nem nada, só gemia bem forte, e ainda por cima aquele cu era zero km, mando outro dedo e ela goza de novo, minha pica já tava pulsando muito, então mandei ela pelo cuzinho bem devagar, ela começa a reclamar muito e eu falo que era o preço a pagar pela volta de moto, deixo ela quietinha por uns segundos, enquanto continuo enfiando dedos e dando chupões nas costas dela, até ela relaxar e começo a bombar, primeiro devagar até o fundo e depois com tudo, como ela gemia, aquela mina, fiquei metendo uns 10 minutos assim, até explodir dentro dela. Tirei um litro de porra. Ela teve um super orgasmo e se sacode tanto que derruba a moto, tiro a pica, levanto a moto e quando levanto vejo que vinha um cara a cavalo, aviso ela, ela se arruma como pode, e deixo ela perto da casa... Essa é minha primeira história. 100% real.
Renata: "sim, me diz que tô congelando" (me abraça pela cintura)
Eu: "quer colocar as mãos no bolso pra não congelar?"
Ela coloca as mãos nos meus bolsos e, nisso, pego um baita buraco, a moto balança um pouco e faz ela se agarrar mais forte, apertando bem as tetas nas minhas costas. Isso me prega uma peça e começo a ficar de pau duro.
Pra piorar, as mãos dela não estavam no bolso da jaqueta, mas no da calça.
Questão é que meu pau não para de crescer até encostar nos dedos dela. Eu não sabia o que fazer e não conseguia pensar em outra coisa. Pego outro buraco e, num movimento meio estranho, os dedos dela ficam bem na cabeça do meu pau. Pensei que ela fosse tirar a mão, mas ela deixa. Quando passo numa lombada, ela começa a apertar um pouco. Já falta pouco pra chegar na escola.
Eu: "já já chegamos. Cê gosta de andar de moto?"
Renata: "sim, adoro. Pena que tenho que ir pra escola."
Eu: "é, que merda. Eu ia até um riozinho que tem uma paisagem bonita, aqui do lado."
Renata: "quero ir com você, me leva."
Eu: "beleza, mas fica entre a gente."
Renata: "claro, óbvio."
Na hora, acelero fundo. No caminho, ela vai esfregando de leve a cabeça do meu pau. Quando chegamos, ela desce e, pela primeira vez, reparo naquele rabo. Subimos na ponte e ela diz: "que frio."
"É", respondo, tiro minha jaqueta e dou pra ela (que otário, fiquei congelando). Ela agradece, mas não passam nem cinco segundos e ela fala: "nossa, você deve estar com frio, por que não me abraça?"
Pego ela por trás e encosto o máximo que posso. Ela empina mais a bunda e se joga pra trás. Dou um chupão no pescoço dela e, com as mãos, procuro aquelas tetas. Agarro com sutiã e tudo. Ela geme um pouco.
Falo: "olha como você me deixou, garota" e mostro o pau. Ela olha e diz: "que lindo." Atrapalhada, pega ele e começa a... masturbação. Com uma mão pego ela pela bunda e vou levando ela pra moto, ela não solta minha pica, enfio minha mão dentro da calça e procuro aquela buceta, passo os dedos de leve por cima da calcinha fio dental, ela geme bem forte e goza. Percebi que ela era virgem e perguntei, ela disse que sim, mas que uma vez tinha enfiado os dedos, isso me deixou com muito mais tesão. Puxo a calcinha dela pro lado e enfio o dedo, ela começa a gemer mais forte, faço ela se apoiar na moto, na parte do banco, e mando ela se inclinar. Tá pronta? E mando a pica, que buceta gostosa, apertadinha, toda molhada, dava uns tapões enormes nela, meti com alma e vida até ela gozar de novo. No meio da putaria percebi que não tava usando camisinha, e ainda por cima não tinha, ela não queria tirar. Diminuí um pouco o ritmo e falei: agora vou cobrar a volta de moto. Com um dedo começo a fazer pressão naquele cuzinho e enfio a ponta até mandar ele inteiro, ela aguentou bem, a mina não reclamou nem nada, só gemia bem forte, e ainda por cima aquele cu era zero km, mando outro dedo e ela goza de novo, minha pica já tava pulsando muito, então mandei ela pelo cuzinho bem devagar, ela começa a reclamar muito e eu falo que era o preço a pagar pela volta de moto, deixo ela quietinha por uns segundos, enquanto continuo enfiando dedos e dando chupões nas costas dela, até ela relaxar e começo a bombar, primeiro devagar até o fundo e depois com tudo, como ela gemia, aquela mina, fiquei metendo uns 10 minutos assim, até explodir dentro dela. Tirei um litro de porra. Ela teve um super orgasmo e se sacode tanto que derruba a moto, tiro a pica, levanto a moto e quando levanto vejo que vinha um cara a cavalo, aviso ela, ela se arruma como pode, e deixo ela perto da casa... Essa é minha primeira história. 100% real.
5 comentários - A irmã gostosa do meu amigo
van 10