Fala, amigos e leitores! Hoje vim contar o que rolou comigo há um tempo com uma das minhas primas. Pra não deixar a história muito longa, vou postar em duas ou três partes. Só um aviso: as idades vão estar invertidas, caso alguém se incomode (exemplo: 81 seria 18). Na minha família, sempre fomos de nos reunir e ser unidos, como a maioria das famílias. Além dos aniversários e festas, meus tios e meus pais sempre se juntavam, e minha prima — que vou chamar de Mili — e eu sempre fomos muito próximos desde pequenos. Tivemos aquela infância típica de brincar e passar o tempo enquanto nossos pais faziam as coisas deles, tipo tomar umas e ficar horas batendo papo. Como morávamos a uma quadra de distância, Mili e eu íamos juntos pra escola. Tudo começou quando a gente começou a conversar mais e tinha um tratamento de se chamar de "meu amor", "minha vida" e tal. Um dia, no quarto dela, enquanto a gente trocava ideia, deu na telha — como qualquer adolescente — de se beijar. Foi só um selinho, e a gente tinha aquele medo típico de ser descoberto. O tempo foi passando, e enquanto a gente crescia e se via cada vez mais na escola, isso foi nos deixando super unidos. Um dia, de manhã, quando passei pra buscá-la pra ir pro colégio, vi ela saindo de saia e blusa do uniforme, apertando os peitos dela, e as pernas dela ficavam expostas ao frio de uma manhã típica de inverno. No caminho pra escola, ela me disse que tava afim de um cara do colégio que estudava com a gente. Era aquele aluno rebelde típico da época, que não estudava, sentava de perna cruzada e tal. Falei que tudo bem e seguimos. Chegamos, e ela foi pro grupinho dela, e eu pro meu. Lembro que naquele dia, nas aulas, não conseguia me concentrar por causa das pernas da Mili. Já com 31 anos (13, na real), comecei a sentir as primeiras ereções do corpo e não entendia por que rolava com ela. Meus dias passavam entre a escola e o futebol. Naquela época, ela praticava karatê no mesmo clube, então a gente costumava ir e voltar juntos. Uma noite, a gente... Juntamos pra estudar e quando cheguei na casa dela, ela me recebeu com uma calça típica de colégio e moletom. Enquanto a gente entrava, não conseguia parar de olhar pra bunda dela caminhando na minha frente. Fomos pro sofá, entre conversa e refrigerante, esquecemos de estudar. Fomos pro quarto dela papear e ela me contava sobre o boy do colégio, enquanto minha cabeça gritava: "beija ela". Falei que também gostava de alguém, mas não dava pra fazer nada porque podia se irritar, e ela me deu força pra contar tudo pra essa garota. Como vocês imaginam, fui testemunha de todas as mudanças corporais da minha prima e, quando já tínhamos 41 anos, criei coragem. Um dia, enquanto ouvíamos um som no quarto dela, ela me contou que nunca tinha beijado, e eu me animei a beijá-la. Como todo boy, fui sem jeito na primeira vez, ficava com receio da questão da língua. Ela, longe de se irritar, correspondeu ao beijo, que durou uns dois minutos. A gente continuou nossa relação normal, os dois pensando que era coisa de uma vez só. Naquela noite, depois do jantar, ela ligou pra minha casa perguntando se eu podia ir ajudar com uma matéria que sempre fui bom. Aceitei. Quando cheguei, cumprimentei meus tios que estavam na sala e fui pro quarto dela ajudar com a tarefa, o que era mentira, porque ela queria falar sobre o beijo. Sem saber o que fazer, pensando que ela me odiava ou ia falar algo ruim, começamos a conversar e decidimos que seria nosso segredo. Os dias passavam normais, e a Mili me deixava cada dia mais louco. Uma manhã, combinamos de ir na praça onde fica a estação abandonada e, perto das 20h, fomos beijar na estação velha. Lembro que apoiei as mãos na bunda dela e apertei com vontade, depois levei minhas mãos pros peitos médios dela. Ela deixava eu apalpar os peitos e eu levei a mão dela pro meu pacote, que ela tocou e acariciou durante o beijo. Nossa excitação era total. E assim os dias passavam, e sempre que tínhamos oportunidade, a gente se beijava e se apalpava. Por outro lado, em casa, meu irmão mais velho me dava conselhos do que fazer e do que não fazer. Uma manhã, ao Passei pra buscar ela pro colégio, vi a Mili mais gostosa do que nunca. Ela saiu de saia, fechou o portão, e enquanto a gente caminhava e conversava, a gente pensou em levar nosso rolo pra um nível mais alto. Éramos primos perante a família, mas namorados quando estávamos sozinhos — foi o que ela disse, e eu aceitei. Assim começou nosso romance escondido, onde a gente crescia junto com a nossa tensão sexual. Perto dos 51 anos da Mili, a gente conversou sobre sexo e tal. Juro que depois da festa dela a gente ia transar pela primeira vez. Os meses passaram normais, e junto veio a festa. Tudo continuava na mesma: a gente se pegando loucamente e querendo ficar juntos sexualmente, até que chegou aquele verão tão esperado. Meus pais foram viajar e eu resolvi ficar com meu irmão, e a Mili ficou com a avó. Numa tarde daquele verão, ela passou na minha casa e me disse que a casa dela tava vazia e que ela tinha a chave. Aí os dois pensamos a mesma coisa. Bom, amigos, até aqui a primeira parte. Vou postar as partes juntas pra vocês lerem tudo, e embaixo deixo uma foto pra vocês — é atual da minha prima.
1 comentários - Minha prima parte 1