um novo capítulo dessa história
espero não entediar vocês
Se for assim
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Naquele domingo passei o dia inteiro na cama, os caras realmente tinham me acabado e eu não parava de pensar naquilo, ter sido usada daquele jeito me dava muito tesão, por um lado me sentia mal e por outro me excitava pra caralho, não sabia como ia encarar a terça-feira com os perversos do meu sogro e do meu cunhado, será que iam continuar trazendo os amigos deles? Por um lado queria uma semana mais tranquila, embora a grana não viesse nada mal e aquela era certeza, mas naquele quiosque eu nunca mais voltava, mesmo que na segunda-feira eu já lembrasse de tudo e risse, percebi que tinha sido a rainha da festa e não conseguia evitar ficar excitada lembrando como enfiavam duas picas juntas no meu cu, que ainda doía quando eu sentava numa cadeira. Aquela terça foi diferente, só meu sogro estava em casa e ele me avisou que o Juan não viria, logo notei a frieza com que me tratava, embora como sempre, eu tivesse ido com minha saia bem curta e a melhor calcinha fio dental que tinha, já não bastava tudo aquilo pra excitar o velho e eu morria de vontade de sentir a pica dele, o desgraçado me deixou na vontade, não sabia como fazer pra conseguir uma pica de verdade e de repente pá, no ônibus um cara começou a encostar a pica em mim, eu morria de vontade de ter ela dentro e o cara percebeu isso, eu tinha que descer ou acabaria transando no meio do ônibus lotado, desci e o cara desceu atrás de mim, andei um pouco e ele já estava se oferecendo pra ir transar comigo, entramos num motel, pra mim era a primeira vez, ele me comeu com muita força, assim como eu comi ele, e do tesão que eu tava não consegui negar nada pra ele, um completo desconhecido estava arrombando meu cu e eu adorava, saímos de lá e na porta mesmo nos despedimos, já era tarde demais então peguei outro ônibus onde quase não tinha ninguém, sentei e dormi, o motorista me acordou no terminal e começou a conversar comigo até que me perguntou quanto eu cobrava, como se eu fosse uma puta qualquer, me excitou tanto que falei um preço muito barato, ele logo topou, montou uma cama no chão e ali mesmo começou a me comer brutalmente, de um jeito que eu nem percebi que tinha outro motorista do meu lado, que não demorou nada pra substituir o parceiro quando ele terminou comigo. tentei resistir ao terceiro, mas já era tarde demais, eles foram se revezando pra comer minha buceta, e de tanto cansaço e tesão que eu tava, só gemia, e pra eles aquilo era dar permissão pra continuar me comendo. não faço ideia de quantos foram os que me usaram, de repente tô sentada viajando de novo, e foi assim que desci bem perto da entrada da vila onde eu morava. cheguei em casa sem a calcinha fio dental e bem comida, embora tivesse recuperado o dinheiro que tinha gasto no dia. por sorte pra mim, o martin ainda não tinha voltado. quando ele chegou, me disse que não ia mais limpar na casa do velho dele, tinha discutido feio com ele, e por causa disso perdi um bom trampo, coisa que reclamei furiosamente. agora tinham acabado minhas entradas extras, isso eu tinha que resolver. além disso, o sexo com martin já era quase nulo, e a verdade é que o pinto dele mal fazia cócegas em mim. ainda por cima, ele só subia, metia, me comia por uns minutos e gozava, me deixando na vontade de ter um orgasmo bom. pra mim, isso nunca foi transar, transar é os dois gozarem. sempre soube que ele tinha um pinto pequeno, mas pelo menos ele se esforçava pra me fazer gozar, mas agora era como se eu fosse um pedaço de carne. e foi assim que comecei a brincar com ele, e claro, hoje ele tá com os maiores chifres. não me arrependo, no fim das contas ele quem procurou. não sabia o que fazer pra conseguir dinheiro sem gastar o meu, então criei coragem e fui ver o joão. supliquei pra ele arrumar uns caras pra mim, ele já sabia que eu ia satisfazer todas as loucuras que ele pedisse, mas não foi fácil convencê-lo. ele não tinha lugar além da casa do velho dele, e a mulher dele tava começando a desconfiar. fiquei com tesão e decepcionada, na real, tava com muito tesão. com tesão e oferecida, a pior mistura. foi assim que fui ver o dono da banca de jornal, era a última coisa que eu podia fazer. ele me deu uma flor de presente e depois chamou o filho, ele tinha me presenteado e na hora eu soube que ia perder, mas não me importei muito, já tava me acostumando a perder. Voltei pra casa sem um puto, mas bem arrombada. Uns dias depois, vi a Mariel e contei tudo o que tinha rolado comigo.
Mariel, sua burra, virou a gorda anapeluda. O velho perguntou umas duas vezes por você, mas acho que não te convém, já sabe o sádico que ele é. A gorda Anaya tão comendo sem pagar nada, da outra vez quase mandaram ela pro hospital de tanto dar. Eu tava falando com o Martin sobre você.
E o que ela te disse?
Mariel, ele sabe que você tá dando por aí no bairro, disso ele não tem dúvida, e mais, pra mim ele gosta que você faça isso e é exatamente o que ele tava procurando. Ele me disse que neste fim de semana convidou uns amigos do trabalho pra sua casa, ele tá tramando algo, mas não sei o que é.
Você acha? Eu não dou motivos pra ela pensar isso.
Mariel já sabe, ele só suspeita, nada mais. Pra mim, ele quer te testar e ver se você cai na armadilha.
E aí, o que eu faço?
Mariel, come todos eles, afinal é pra isso que ele convida, então, melhor que ele descubra logo que é um corno manso, já que uma hora ou outra vai acabar sabendo.
E aí, me leva pra casa do velho?
Mariel vai te arrebentar toda, sua burra, acredita em mim. Agora dá pra cima dos amigos do teu namorado e, se der merda, eu te levo pra ser a nova Ana dele.
Se me pagar, não tem problema.
Mariel, se prepara, neném, você já sabe que o velho é capaz de qualquer coisa.
Naquele sábado eu tava muito tesuda, queria um pau urgente e já não era só pela grana, então coloquei uma saia bem curtinha e um top pequeno esperando os amigos do meu namorado.
Martin, meu bem, é assim que você vai andar pela casa? Daqui a pouco meus amigos do trabalho vão chegar.
E daí? Tá um calorão danado e lá em casa eu ando do jeito que eu quero.
Martin, é que vestida assim você parece uma puta.
Tá bom então, talvez eles gostem, né? Afinal, você não fala nada, não, amor.
Martin, por mim, faz o que quiser, desde que não encha o meu saco. Se quiser, come todos eles, não tô nem aí.
Chegaram os três caras que eu não conhecia, todos ficaram me encarando, trouxeram muita cerveja, fernet com coco e umas pizzas. Guardei tudo e preparei a mesa. Com certeza todo mundo viu minha bunda minúscula, com aquela saia curta era impossível não ver. Deviam estar todos loucos de tesão por mim, mas disfarçavam bem. Meu namorado colocou um jogo e os quatro sentaram lá. Eu ia levando as latinhas que eles bebiam enquanto assistiam. Naquela noite não rolou nada, só uns amassos escondidos do corno. Isso me deixou muito excitada, e claro que o Martín percebeu e aproveitou pra me foder. No domingo de manhã, o irmão dele veio em casa e eu ainda estava vestida assim. Comemos no quintal, lá dentro tava um calor infernal. O Juan ficou conversando muito com o Martín, tentando resolver as coisas com o pai dele. A parada terminou quando o Martín foi sozinho ver o pai. No final, a gente ia se mudar como ele queria. Nem lerdo nem preguiçoso, quando o Martín saiu, o Juan me comeu pela casa toda e não parou até me foder na nossa cama, a cama onde a gente dormia, eu e o Juan. Meu namorado já tava com os chifres bem maiores e isso me deixava louca. Ouvir o Juan zuando o Martín enquanto me arrombava a buceta me fazia gozar litros. Então, quando meu namorado voltou pra casa, me contou tudo. A gente ia se mudar no sábado pra uma casa modesta, mas fora da vila. Meu sogro tinha alugado pra gente. Ele tava muito feliz e nem percebeu que a gente acabou deitados onde o irmão dele tinha me comido.
espero não entediar vocês
Se for assim
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Naquele domingo passei o dia inteiro na cama, os caras realmente tinham me acabado e eu não parava de pensar naquilo, ter sido usada daquele jeito me dava muito tesão, por um lado me sentia mal e por outro me excitava pra caralho, não sabia como ia encarar a terça-feira com os perversos do meu sogro e do meu cunhado, será que iam continuar trazendo os amigos deles? Por um lado queria uma semana mais tranquila, embora a grana não viesse nada mal e aquela era certeza, mas naquele quiosque eu nunca mais voltava, mesmo que na segunda-feira eu já lembrasse de tudo e risse, percebi que tinha sido a rainha da festa e não conseguia evitar ficar excitada lembrando como enfiavam duas picas juntas no meu cu, que ainda doía quando eu sentava numa cadeira. Aquela terça foi diferente, só meu sogro estava em casa e ele me avisou que o Juan não viria, logo notei a frieza com que me tratava, embora como sempre, eu tivesse ido com minha saia bem curta e a melhor calcinha fio dental que tinha, já não bastava tudo aquilo pra excitar o velho e eu morria de vontade de sentir a pica dele, o desgraçado me deixou na vontade, não sabia como fazer pra conseguir uma pica de verdade e de repente pá, no ônibus um cara começou a encostar a pica em mim, eu morria de vontade de ter ela dentro e o cara percebeu isso, eu tinha que descer ou acabaria transando no meio do ônibus lotado, desci e o cara desceu atrás de mim, andei um pouco e ele já estava se oferecendo pra ir transar comigo, entramos num motel, pra mim era a primeira vez, ele me comeu com muita força, assim como eu comi ele, e do tesão que eu tava não consegui negar nada pra ele, um completo desconhecido estava arrombando meu cu e eu adorava, saímos de lá e na porta mesmo nos despedimos, já era tarde demais então peguei outro ônibus onde quase não tinha ninguém, sentei e dormi, o motorista me acordou no terminal e começou a conversar comigo até que me perguntou quanto eu cobrava, como se eu fosse uma puta qualquer, me excitou tanto que falei um preço muito barato, ele logo topou, montou uma cama no chão e ali mesmo começou a me comer brutalmente, de um jeito que eu nem percebi que tinha outro motorista do meu lado, que não demorou nada pra substituir o parceiro quando ele terminou comigo. tentei resistir ao terceiro, mas já era tarde demais, eles foram se revezando pra comer minha buceta, e de tanto cansaço e tesão que eu tava, só gemia, e pra eles aquilo era dar permissão pra continuar me comendo. não faço ideia de quantos foram os que me usaram, de repente tô sentada viajando de novo, e foi assim que desci bem perto da entrada da vila onde eu morava. cheguei em casa sem a calcinha fio dental e bem comida, embora tivesse recuperado o dinheiro que tinha gasto no dia. por sorte pra mim, o martin ainda não tinha voltado. quando ele chegou, me disse que não ia mais limpar na casa do velho dele, tinha discutido feio com ele, e por causa disso perdi um bom trampo, coisa que reclamei furiosamente. agora tinham acabado minhas entradas extras, isso eu tinha que resolver. além disso, o sexo com martin já era quase nulo, e a verdade é que o pinto dele mal fazia cócegas em mim. ainda por cima, ele só subia, metia, me comia por uns minutos e gozava, me deixando na vontade de ter um orgasmo bom. pra mim, isso nunca foi transar, transar é os dois gozarem. sempre soube que ele tinha um pinto pequeno, mas pelo menos ele se esforçava pra me fazer gozar, mas agora era como se eu fosse um pedaço de carne. e foi assim que comecei a brincar com ele, e claro, hoje ele tá com os maiores chifres. não me arrependo, no fim das contas ele quem procurou. não sabia o que fazer pra conseguir dinheiro sem gastar o meu, então criei coragem e fui ver o joão. supliquei pra ele arrumar uns caras pra mim, ele já sabia que eu ia satisfazer todas as loucuras que ele pedisse, mas não foi fácil convencê-lo. ele não tinha lugar além da casa do velho dele, e a mulher dele tava começando a desconfiar. fiquei com tesão e decepcionada, na real, tava com muito tesão. com tesão e oferecida, a pior mistura. foi assim que fui ver o dono da banca de jornal, era a última coisa que eu podia fazer. ele me deu uma flor de presente e depois chamou o filho, ele tinha me presenteado e na hora eu soube que ia perder, mas não me importei muito, já tava me acostumando a perder. Voltei pra casa sem um puto, mas bem arrombada. Uns dias depois, vi a Mariel e contei tudo o que tinha rolado comigo.
Mariel, sua burra, virou a gorda anapeluda. O velho perguntou umas duas vezes por você, mas acho que não te convém, já sabe o sádico que ele é. A gorda Anaya tão comendo sem pagar nada, da outra vez quase mandaram ela pro hospital de tanto dar. Eu tava falando com o Martin sobre você.
E o que ela te disse?
Mariel, ele sabe que você tá dando por aí no bairro, disso ele não tem dúvida, e mais, pra mim ele gosta que você faça isso e é exatamente o que ele tava procurando. Ele me disse que neste fim de semana convidou uns amigos do trabalho pra sua casa, ele tá tramando algo, mas não sei o que é.
Você acha? Eu não dou motivos pra ela pensar isso.
Mariel já sabe, ele só suspeita, nada mais. Pra mim, ele quer te testar e ver se você cai na armadilha.
E aí, o que eu faço?
Mariel, come todos eles, afinal é pra isso que ele convida, então, melhor que ele descubra logo que é um corno manso, já que uma hora ou outra vai acabar sabendo.
E aí, me leva pra casa do velho?
Mariel vai te arrebentar toda, sua burra, acredita em mim. Agora dá pra cima dos amigos do teu namorado e, se der merda, eu te levo pra ser a nova Ana dele.
Se me pagar, não tem problema.
Mariel, se prepara, neném, você já sabe que o velho é capaz de qualquer coisa.
Naquele sábado eu tava muito tesuda, queria um pau urgente e já não era só pela grana, então coloquei uma saia bem curtinha e um top pequeno esperando os amigos do meu namorado.
Martin, meu bem, é assim que você vai andar pela casa? Daqui a pouco meus amigos do trabalho vão chegar.
E daí? Tá um calorão danado e lá em casa eu ando do jeito que eu quero.
Martin, é que vestida assim você parece uma puta.
Tá bom então, talvez eles gostem, né? Afinal, você não fala nada, não, amor.
Martin, por mim, faz o que quiser, desde que não encha o meu saco. Se quiser, come todos eles, não tô nem aí.
Chegaram os três caras que eu não conhecia, todos ficaram me encarando, trouxeram muita cerveja, fernet com coco e umas pizzas. Guardei tudo e preparei a mesa. Com certeza todo mundo viu minha bunda minúscula, com aquela saia curta era impossível não ver. Deviam estar todos loucos de tesão por mim, mas disfarçavam bem. Meu namorado colocou um jogo e os quatro sentaram lá. Eu ia levando as latinhas que eles bebiam enquanto assistiam. Naquela noite não rolou nada, só uns amassos escondidos do corno. Isso me deixou muito excitada, e claro que o Martín percebeu e aproveitou pra me foder. No domingo de manhã, o irmão dele veio em casa e eu ainda estava vestida assim. Comemos no quintal, lá dentro tava um calor infernal. O Juan ficou conversando muito com o Martín, tentando resolver as coisas com o pai dele. A parada terminou quando o Martín foi sozinho ver o pai. No final, a gente ia se mudar como ele queria. Nem lerdo nem preguiçoso, quando o Martín saiu, o Juan me comeu pela casa toda e não parou até me foder na nossa cama, a cama onde a gente dormia, eu e o Juan. Meu namorado já tava com os chifres bem maiores e isso me deixava louca. Ouvir o Juan zuando o Martín enquanto me arrombava a buceta me fazia gozar litros. Então, quando meu namorado voltou pra casa, me contou tudo. A gente ia se mudar no sábado pra uma casa modesta, mas fora da vila. Meu sogro tinha alugado pra gente. Ele tava muito feliz e nem percebeu que a gente acabou deitados onde o irmão dele tinha me comido.
1 comentários - Chifrudo do Meu Namorado 16