Querida comunidade, não sei como começar esse relato, principalmente porque fazia muito tempo que eu procurava por isso e finalmente aconteceu. Vou direto ao ponto, vou contar o que aconteceu comigo hå alguns dias na praia. Nunca pensei que rolaria desse jeito, mas aconteceu.
HĂĄ alguns dias, decidi ir Ă praia, quase sempre faço isso no meu dia de folga, mas nem sempre tem sol. Dessa vez teve sol pra caralho, tanto que eu sempre levo como roupa de banho um short verde e por baixo coloco uma tanga, nĂŁo uso biquĂni porque nĂŁo tenho, mas sempre uma tanga pelo menos pra ficar confortĂĄvel.
Dessa vez usei uma tanga roxa, foi a escolhida. Cheguei no mar, estacionei o carro e tentei me afastar o mĂĄximo possĂvel das pessoas, assim poderia pegar sol de tanga sem surpreender ninguĂ©m, e foi o que aconteceu. Fiquei tomando sol e em poucos minutos vi que um homem de uns 50 anos estava montando um guarda-sol e algumas toalhas na areia, nĂŁo prestei atenção atĂ© perceber que quando ele foi entrar na ĂĄgua, nĂŁo estava usando roupa de banho.
Enquanto olhava, passava protetor solar e nĂŁo tirava os olhos dele, queria confirmar se o que estava vendo era real, era um homem mais velho se banhando pelado, queria vĂȘ-lo, queria me aproximar dele e confirmar que ele estava se banhando nu. Em poucos minutos, um homem de uns 30 anos passou correndo e quando chegou perto do cara que estava perto de mim, ficou olhando pra ele e continuou correndo; foi aĂ que eu pensei: "deve ter alguma coisa pra aquele cara que ia correndo ficar encarando ele".
Em poucos minutos, me levantei da minha toalha e decidi caminhar até ele com a desculpa de que estava tirando fotos dos påssaros que estavam por perto; e foi assim, ele estava se banhando e quando viu que me aproximei, saiu do mar e caminhou até o guarda-sol dele. Eu, enquanto ele caminhava, olhava pra ele através da cùmera, ele estava pelado e meu coração começou a acelerar.
Caminhei um pouco mais, e quando consegui passar pelo guarda-sol dele, ele senta e me diz: "a ĂĄgua tĂĄ uma delĂcia", eu fiz como se que nĂŁo ouvi e falei: âComo?â, ele repetiu: âA ĂĄgua tĂĄ uma delĂciaâ, aĂ respondi: âSim, tĂĄ uma delĂcia, dĂĄ vontade de entrarâ. Talvez nessa altura ele jĂĄ tinha percebido que eu tava atrĂĄs de algo, que queria alguma coisa ou que tinha adorado ver ele pelado. E ele tava certo, enquanto eu falava, tentava olhar pra cock dele, como ela tava e se ele ia me pedir pra chupar ou algo assim.
Ficamos conversando uns momentos, atĂ© que ele perguntou se eu nĂŁo queria entrar no mar; falei que jĂĄ tinha entrado, sĂł que tava me secando porque jĂĄ ia pra casa, aĂ ele disse de novo: âMas parece que vocĂȘ nĂŁo entrou no mar, tĂĄ secoâ. Foi aĂ que chegou minha hora de falar o que eu tava vestindo, talvez fosse chamar a atenção dele.
Passaram uns segundos e eu falei: âNĂŁo, Ă© que o short tĂĄ seco porque nĂŁo tomo banho com esse short, Ă s vezes tomo banho sem nada ou com algo curto como uma thongâ, ele ao ouvir isso disse: âE agora com o que vocĂȘ tomou banho, igual a mim ou pelado?â; foi aĂ que falei que tava com algo pequeno, tipo essa thong (levantei um pouco o short e ele viu minha thong roxa). Quando ele viu, nĂŁo acreditou, disse que gostou e entĂŁo percebi que tava escorrendo um pouco de lĂquido prĂ©-seminal (eu jĂĄ tava babando e saboreando aquela cock gostosa). Ele nĂŁo se intimidou e foi baixando meu short e tocando minha thong com a desculpa de saber o material que era feita. Ao tentar tocar, colocou a mĂŁo na minha bunda e eu tava ficando excitado, nĂŁo sabia se pedia pra ele continuar me agarrando ou se chupava ele.
Foi nesse momento que ele jĂĄ tinha a mĂŁo na minha bunda e disse: âvamos tomar banho, a ĂĄgua tĂĄ uma delĂciaâ, obviamente falei que sim, sem problemas. Ele perguntou se eu ia tomar banho pelado igual a ele e eu falei que queria tomar de thong, que me sentia mais Ă vontade. Ele disse que nĂŁo tinha problema, que adorava me ver porque a thong ficava bem em mim.
Fomos tomar banho, ele começou a apertar minha bunda e aĂ senti que ele passou o pĂȘnis Perto do corpo, eu fingi que nĂŁo tava nem aĂ, nĂŁo reclamei nem nada, pelo contrĂĄrio, tava curtindo. DaĂ ele falou pra gente ir sentar na toalha e eu topei, assim dava pra conversar. Fomos andando atĂ© a toalha e quando a gente ia sentar, ele disse: âse quiser, tira a tangaâ. AĂ eu falei: âNĂŁo, melhor deixar ela pra vocĂȘ tirar com os dentesâ. Ele sorriu, me pegou pela cabeça e pediu pra eu chupar o pau dele; nessa altura eu jĂĄ tava de tanga, quase de joelhos, e ele aproximava o pau da minha boca. A primeira coisa que senti foi o lĂquido prĂ©-gozo, tinha gosto salgado, nĂŁo sei se era do mar ou se era ele que era salgado, curti e chupei por uns 10 minutos. No final, falei: âAntes de eu ir, nĂŁo quer fazer algo comigo?â Ele respondeu: âFica de quatro, quero lamber teu cu.â
Nunca tinham lambido meu cu tĂŁo gostoso. Coco, como Ă© que chama, fez meu dia de praia ser espetacular. Tomara que eu veja ele de novo, tomara que eu possa chupar aquela porra gostosa que encontrei por acaso na frente do mar.
HĂĄ alguns dias, decidi ir Ă praia, quase sempre faço isso no meu dia de folga, mas nem sempre tem sol. Dessa vez teve sol pra caralho, tanto que eu sempre levo como roupa de banho um short verde e por baixo coloco uma tanga, nĂŁo uso biquĂni porque nĂŁo tenho, mas sempre uma tanga pelo menos pra ficar confortĂĄvel.
Dessa vez usei uma tanga roxa, foi a escolhida. Cheguei no mar, estacionei o carro e tentei me afastar o mĂĄximo possĂvel das pessoas, assim poderia pegar sol de tanga sem surpreender ninguĂ©m, e foi o que aconteceu. Fiquei tomando sol e em poucos minutos vi que um homem de uns 50 anos estava montando um guarda-sol e algumas toalhas na areia, nĂŁo prestei atenção atĂ© perceber que quando ele foi entrar na ĂĄgua, nĂŁo estava usando roupa de banho.
Enquanto olhava, passava protetor solar e nĂŁo tirava os olhos dele, queria confirmar se o que estava vendo era real, era um homem mais velho se banhando pelado, queria vĂȘ-lo, queria me aproximar dele e confirmar que ele estava se banhando nu. Em poucos minutos, um homem de uns 30 anos passou correndo e quando chegou perto do cara que estava perto de mim, ficou olhando pra ele e continuou correndo; foi aĂ que eu pensei: "deve ter alguma coisa pra aquele cara que ia correndo ficar encarando ele".
Em poucos minutos, me levantei da minha toalha e decidi caminhar até ele com a desculpa de que estava tirando fotos dos påssaros que estavam por perto; e foi assim, ele estava se banhando e quando viu que me aproximei, saiu do mar e caminhou até o guarda-sol dele. Eu, enquanto ele caminhava, olhava pra ele através da cùmera, ele estava pelado e meu coração começou a acelerar.
Caminhei um pouco mais, e quando consegui passar pelo guarda-sol dele, ele senta e me diz: "a ĂĄgua tĂĄ uma delĂcia", eu fiz como se que nĂŁo ouvi e falei: âComo?â, ele repetiu: âA ĂĄgua tĂĄ uma delĂciaâ, aĂ respondi: âSim, tĂĄ uma delĂcia, dĂĄ vontade de entrarâ. Talvez nessa altura ele jĂĄ tinha percebido que eu tava atrĂĄs de algo, que queria alguma coisa ou que tinha adorado ver ele pelado. E ele tava certo, enquanto eu falava, tentava olhar pra cock dele, como ela tava e se ele ia me pedir pra chupar ou algo assim.
Ficamos conversando uns momentos, atĂ© que ele perguntou se eu nĂŁo queria entrar no mar; falei que jĂĄ tinha entrado, sĂł que tava me secando porque jĂĄ ia pra casa, aĂ ele disse de novo: âMas parece que vocĂȘ nĂŁo entrou no mar, tĂĄ secoâ. Foi aĂ que chegou minha hora de falar o que eu tava vestindo, talvez fosse chamar a atenção dele.
Passaram uns segundos e eu falei: âNĂŁo, Ă© que o short tĂĄ seco porque nĂŁo tomo banho com esse short, Ă s vezes tomo banho sem nada ou com algo curto como uma thongâ, ele ao ouvir isso disse: âE agora com o que vocĂȘ tomou banho, igual a mim ou pelado?â; foi aĂ que falei que tava com algo pequeno, tipo essa thong (levantei um pouco o short e ele viu minha thong roxa). Quando ele viu, nĂŁo acreditou, disse que gostou e entĂŁo percebi que tava escorrendo um pouco de lĂquido prĂ©-seminal (eu jĂĄ tava babando e saboreando aquela cock gostosa). Ele nĂŁo se intimidou e foi baixando meu short e tocando minha thong com a desculpa de saber o material que era feita. Ao tentar tocar, colocou a mĂŁo na minha bunda e eu tava ficando excitado, nĂŁo sabia se pedia pra ele continuar me agarrando ou se chupava ele.
Foi nesse momento que ele jĂĄ tinha a mĂŁo na minha bunda e disse: âvamos tomar banho, a ĂĄgua tĂĄ uma delĂciaâ, obviamente falei que sim, sem problemas. Ele perguntou se eu ia tomar banho pelado igual a ele e eu falei que queria tomar de thong, que me sentia mais Ă vontade. Ele disse que nĂŁo tinha problema, que adorava me ver porque a thong ficava bem em mim.
Fomos tomar banho, ele começou a apertar minha bunda e aĂ senti que ele passou o pĂȘnis Perto do corpo, eu fingi que nĂŁo tava nem aĂ, nĂŁo reclamei nem nada, pelo contrĂĄrio, tava curtindo. DaĂ ele falou pra gente ir sentar na toalha e eu topei, assim dava pra conversar. Fomos andando atĂ© a toalha e quando a gente ia sentar, ele disse: âse quiser, tira a tangaâ. AĂ eu falei: âNĂŁo, melhor deixar ela pra vocĂȘ tirar com os dentesâ. Ele sorriu, me pegou pela cabeça e pediu pra eu chupar o pau dele; nessa altura eu jĂĄ tava de tanga, quase de joelhos, e ele aproximava o pau da minha boca. A primeira coisa que senti foi o lĂquido prĂ©-gozo, tinha gosto salgado, nĂŁo sei se era do mar ou se era ele que era salgado, curti e chupei por uns 10 minutos. No final, falei: âAntes de eu ir, nĂŁo quer fazer algo comigo?â Ele respondeu: âFica de quatro, quero lamber teu cu.â
Nunca tinham lambido meu cu tĂŁo gostoso. Coco, como Ă© que chama, fez meu dia de praia ser espetacular. Tomara que eu veja ele de novo, tomara que eu possa chupar aquela porra gostosa que encontrei por acaso na frente do mar.
2 comentĂĄrios - Homem pelado na praia đ