Olá, bom dia, boa tarde ou boa noite, seja qual for o horário em que você estiver me lendo, vou deixar um pouco das minhas aventuras sexuais aqui. Esse relato foi me passado por um seguidor que pediu pra eu publicar. Vou narrar em primeira pessoa, do jeito que ele viveu. Deixando isso de lado, vou começar a história. Meu nome é Braulio, tenho 1,72m, pele branca e cabelo preto. Não sou gordo nem magro, mas tenho um corpo definido pelo trabalho. Meu pau tem 23 cm, uma bela ferramenta. Isso que vou contar aconteceu há 10 anos, com uma colombiana que vou chamar de "culombiana", porque ela tinha uma bunda de dar inveja, empinada, muito gostosa. Conheci ela quando tinha 22 anos. Quando vi aquele rabo, soube que tinha que ser meu. Tudo que ela vestia ficava apertado. Começamos um relacionamento, embora fosse bem tóxico — ela tinha ciúmes de tudo e nunca deixou eu comer o cu dela, nem bêbada ela deixava. No máximo, deixava eu colocar um dedo. No fim, terminamos mal, brigados, e ela queimou meu filme com todos os amigos em comum, dizendo que eu batia nela e maltratava. Esqueci dela e segui minha vida.
Mas não demorou muito pra ela me procurar de novo. Bastaram seis meses pra ela me mandar mensagem, perguntando como eu tava e dizendo que queria me ver. Já tinha superado, então aceitei encontrá-la. Cheguei e fiquei besta com aquela bunda enorme. Ela me contou sobre a vida dela, que tinha arrumado um namorado, mas tava passando mal, que sentia minha falta e, principalmente, do meu pau. Disse que não queria me ter como namorado, mas como amigo pra conversar e transar. Não pensei duas vezes e aceitei na hora. Falei pra irmos rápido pra um motel comemorar. Transamos como loucos, mas o cu dela ainda era intocável. Seis meses se passaram, e a gente tentava transar pelo menos uma vez por mês.
Foi numa dessas vezes que ela confessou que adoraria participar de um ménage, dois caras pra ela, ou melhor, dois paus pra ela. Gostei da ideia, mas ainda tinha uma pulga atrás da orelha por causa do que ela tinha feito comigo, já que me custou muitas amizades e eu queria minha vingança. O aniversário dela tava chegando, então decidimos alugar uma cabana num fim de semana. Tava meio Isolada, o melhor pra minha vingança. Chegamos e tudo normal, jantamos e depois do jantar dei o presente pra ela: uma fantasia de gatinha, orelhas, uma tanguinha fio dental com uma bunda falsa incrustada, um guizo com colar, luvas de putinha e pantufas do mesmo estilo. A bunda dela tava impressionante. Coloquei ela de quatro e ela começou a chupar desesperada, engolia toda minha pica. Aí eu parei e falei que ainda faltava um presente. Ela me olhou e perguntou o que mais era. Falei que era um menage. Ela ficou vermelha de vergonha. Falei que ia vendar os olhos dela pra ela não saber quem era. Aí começou minha vingança. Na porta da cabana tinha um monte de caras reunidos, todos os que ficavam de olho nela. Hoje a bunda dela seria minha e ela seria a puta de todo mundo. Os convidados eram amigos meus, amigos dela, colegas de trabalho dela e o vizinho, um magrelo que espiava a gente quando a gente transava. Era umas 27 pessoas, todas prontas pra comer ela. Ela achava que ia ser só um menage, mas ia ser uma puta orgia. Entrei primeiro com o magrelo. Falei pra ela ficar de joelhos, que ia dar uma pica pra ela chupar, podia ser a minha ou a do convidado. Ela ainda tava vermelha. Segurei os braços dela pelas costas pra limitar a mobilidade. Ela tava nervosa, mas muito tesuda. Começamos a passar as picas na cara dela. Ela colocava a língua pra fora pra lamber e pedia pra gente não ser ruim, pra meter logo. Meti primeiro eu, e ela mamava como uma desesperada. Os bicos dos peitos dela tavam duros, então comecei a apertar eles. O magrelo me olhou com uma cara tão patética, pedindo pra comer ela logo. Falei pra ele sentar e levantei ela. Fiz ela montar no magrelo e sentar nele. Ela tava adorando, nem percebia que eu tava brincando com o cu dela: 1 dedo, 2 dedos, até 3 dedos no cu dela. Falei pro magrelo agarrar a bunda dela e abrir mais. Ela pulava, tava gozando. Voltaram a um vai e vem mais lento. Cuspi no cu dela e meti de uma vez. Ela Solta um grito desgarrador, maldito filho da puta, era isso que você queria, ela chorava, a venda estava cheia de lágrimas e ela continuava gritando, maldito animal, você tá rasgando meu cu, você tá me matando. Só falei feliz aniversário, puta de merda, passei assim 10 minutos, ela já não chorava, nem xingava, só disse que ia me pagar por ter arrombado o cu dela. Passei uma semana sem bater punheta nem nada, pra deixar toda a porra dentro, gozei e enchi as entranhas dela de porra, trouxe um plug anal que enfiei pra não vazar meu leite, fiquei na frente dela, ainda com a pica dura, ela dizia que tava fedendo, que eu afastasse aquilo dela, mas não era esse meu plano, peguei os bicos dos peitos dela e torci pra ela abrir a boca e enfiei a pica, ela engasgava, queria vomitar, mas continuei enfiando até o fundo, o magrelo gozou e deixamos ela descansar um pouco, ela pedia pra soltar ela, mas a noite ainda era muito nova. Ela tava furiosa, que não era divertido, que eu tinha arrombado o cu dela, ainda tava com a venda e as mãos amarradas, falei pro magrelo deixar os outros entrarem, todos entraram e foram pra cima dela, tocavam ela e ela tava muito assustada, os outros não ligavam, de 3 em 3 iam comendo ela, um pela buceta, outro pelo cu e outro pela boca, deram mais cerveja pra ela passar o gosto de porra, isso acabou de soltar a puta interior dela e ela pedia pra comerem ela, soltaram as mãos dela, e já eram 5 que tavam nela, pros outros 2 ela batia punheta, nunca tirou a venda, pararam de usar camisinha e ela tinha o corpo todo banhado de porra, por todos os lados cheia de leite, pra continuar humilhando ela, um deles mijou nela, ela pedia pra ir no banheiro, mal sentou, saiu de tudo, porra, merda e sangue, meteram ela no chuveiro, pra deixar ela limpa e comer ela de novo, numa hora deram dupla vaginal e também dupla anal, ela era só uma boneca, só gemia e pedia mais pica, às 7 da manhã todos jogados no chão, cansados, acordaram, vestiram a roupa e começaram Ao ir embora, meu melhor amigo, antes de ir, me deu uma pílula do dia seguinte pra dar pra ela. Ela tava na cama, a buceta toda vermelha e o cu dilatado. Dei o remédio e ela tomou. Entre sonhos, ela pedia mais paus, que todo mundo amava o cu dela, que arrebentassem ele sem piedade. Eu já tava cansado, então dormimos juntos. Quando acordamos, ela tava brava, mas feliz. Queria que eu arrebentasse o cu dela pela última vez. Depois de transar, juntamos tudo e fomos embora. Já na volta, ela me contou que gostou e queria experimentar mais coisas assim. Festa que ia, festa que terminava com ela trepando com quem aparecesse, fosse ménage, orgia ou até com mulheres. Foram anos muito bons. A última vez que vi ela, já tinha três filhos de pais diferentes e tinha virado evangélica, mas tenho certeza que se eu mostrar o pau de novo, ela volta a ser a putinha que sempre foi. Meu Telegram é Jonathanferro, se quiserem mandar mensagem. E se gostam desse tipo de relato e querem contar suas histórias pra eu postar, podem me escrever. Avaliem e comentem meus posts pra eu saber do que gostaram.


Mas não demorou muito pra ela me procurar de novo. Bastaram seis meses pra ela me mandar mensagem, perguntando como eu tava e dizendo que queria me ver. Já tinha superado, então aceitei encontrá-la. Cheguei e fiquei besta com aquela bunda enorme. Ela me contou sobre a vida dela, que tinha arrumado um namorado, mas tava passando mal, que sentia minha falta e, principalmente, do meu pau. Disse que não queria me ter como namorado, mas como amigo pra conversar e transar. Não pensei duas vezes e aceitei na hora. Falei pra irmos rápido pra um motel comemorar. Transamos como loucos, mas o cu dela ainda era intocável. Seis meses se passaram, e a gente tentava transar pelo menos uma vez por mês.
Foi numa dessas vezes que ela confessou que adoraria participar de um ménage, dois caras pra ela, ou melhor, dois paus pra ela. Gostei da ideia, mas ainda tinha uma pulga atrás da orelha por causa do que ela tinha feito comigo, já que me custou muitas amizades e eu queria minha vingança. O aniversário dela tava chegando, então decidimos alugar uma cabana num fim de semana. Tava meio Isolada, o melhor pra minha vingança. Chegamos e tudo normal, jantamos e depois do jantar dei o presente pra ela: uma fantasia de gatinha, orelhas, uma tanguinha fio dental com uma bunda falsa incrustada, um guizo com colar, luvas de putinha e pantufas do mesmo estilo. A bunda dela tava impressionante. Coloquei ela de quatro e ela começou a chupar desesperada, engolia toda minha pica. Aí eu parei e falei que ainda faltava um presente. Ela me olhou e perguntou o que mais era. Falei que era um menage. Ela ficou vermelha de vergonha. Falei que ia vendar os olhos dela pra ela não saber quem era. Aí começou minha vingança. Na porta da cabana tinha um monte de caras reunidos, todos os que ficavam de olho nela. Hoje a bunda dela seria minha e ela seria a puta de todo mundo. Os convidados eram amigos meus, amigos dela, colegas de trabalho dela e o vizinho, um magrelo que espiava a gente quando a gente transava. Era umas 27 pessoas, todas prontas pra comer ela. Ela achava que ia ser só um menage, mas ia ser uma puta orgia. Entrei primeiro com o magrelo. Falei pra ela ficar de joelhos, que ia dar uma pica pra ela chupar, podia ser a minha ou a do convidado. Ela ainda tava vermelha. Segurei os braços dela pelas costas pra limitar a mobilidade. Ela tava nervosa, mas muito tesuda. Começamos a passar as picas na cara dela. Ela colocava a língua pra fora pra lamber e pedia pra gente não ser ruim, pra meter logo. Meti primeiro eu, e ela mamava como uma desesperada. Os bicos dos peitos dela tavam duros, então comecei a apertar eles. O magrelo me olhou com uma cara tão patética, pedindo pra comer ela logo. Falei pra ele sentar e levantei ela. Fiz ela montar no magrelo e sentar nele. Ela tava adorando, nem percebia que eu tava brincando com o cu dela: 1 dedo, 2 dedos, até 3 dedos no cu dela. Falei pro magrelo agarrar a bunda dela e abrir mais. Ela pulava, tava gozando. Voltaram a um vai e vem mais lento. Cuspi no cu dela e meti de uma vez. Ela Solta um grito desgarrador, maldito filho da puta, era isso que você queria, ela chorava, a venda estava cheia de lágrimas e ela continuava gritando, maldito animal, você tá rasgando meu cu, você tá me matando. Só falei feliz aniversário, puta de merda, passei assim 10 minutos, ela já não chorava, nem xingava, só disse que ia me pagar por ter arrombado o cu dela. Passei uma semana sem bater punheta nem nada, pra deixar toda a porra dentro, gozei e enchi as entranhas dela de porra, trouxe um plug anal que enfiei pra não vazar meu leite, fiquei na frente dela, ainda com a pica dura, ela dizia que tava fedendo, que eu afastasse aquilo dela, mas não era esse meu plano, peguei os bicos dos peitos dela e torci pra ela abrir a boca e enfiei a pica, ela engasgava, queria vomitar, mas continuei enfiando até o fundo, o magrelo gozou e deixamos ela descansar um pouco, ela pedia pra soltar ela, mas a noite ainda era muito nova. Ela tava furiosa, que não era divertido, que eu tinha arrombado o cu dela, ainda tava com a venda e as mãos amarradas, falei pro magrelo deixar os outros entrarem, todos entraram e foram pra cima dela, tocavam ela e ela tava muito assustada, os outros não ligavam, de 3 em 3 iam comendo ela, um pela buceta, outro pelo cu e outro pela boca, deram mais cerveja pra ela passar o gosto de porra, isso acabou de soltar a puta interior dela e ela pedia pra comerem ela, soltaram as mãos dela, e já eram 5 que tavam nela, pros outros 2 ela batia punheta, nunca tirou a venda, pararam de usar camisinha e ela tinha o corpo todo banhado de porra, por todos os lados cheia de leite, pra continuar humilhando ela, um deles mijou nela, ela pedia pra ir no banheiro, mal sentou, saiu de tudo, porra, merda e sangue, meteram ela no chuveiro, pra deixar ela limpa e comer ela de novo, numa hora deram dupla vaginal e também dupla anal, ela era só uma boneca, só gemia e pedia mais pica, às 7 da manhã todos jogados no chão, cansados, acordaram, vestiram a roupa e começaram Ao ir embora, meu melhor amigo, antes de ir, me deu uma pílula do dia seguinte pra dar pra ela. Ela tava na cama, a buceta toda vermelha e o cu dilatado. Dei o remédio e ela tomou. Entre sonhos, ela pedia mais paus, que todo mundo amava o cu dela, que arrebentassem ele sem piedade. Eu já tava cansado, então dormimos juntos. Quando acordamos, ela tava brava, mas feliz. Queria que eu arrebentasse o cu dela pela última vez. Depois de transar, juntamos tudo e fomos embora. Já na volta, ela me contou que gostou e queria experimentar mais coisas assim. Festa que ia, festa que terminava com ela trepando com quem aparecesse, fosse ménage, orgia ou até com mulheres. Foram anos muito bons. A última vez que vi ela, já tinha três filhos de pais diferentes e tinha virado evangélica, mas tenho certeza que se eu mostrar o pau de novo, ela volta a ser a putinha que sempre foi. Meu Telegram é Jonathanferro, se quiserem mandar mensagem. E se gostam desse tipo de relato e querem contar suas histórias pra eu postar, podem me escrever. Avaliem e comentem meus posts pra eu saber do que gostaram.



2 comentários - Relato de un seguidor Braulio