Olá amigos e amigas do poringa.net.
Como sempre, é um prazer contar minhas histórias para vocês.
Quero agradecer a todos os leitores e novos seguidores.
Não se esqueçam que isso é de graça e o único pagamento que recebo são os pontos e comentários de vocês.
Então, por favor, não se esqueçam.
hoje vou contar minha história com minha sogra naquela época.
isso aconteceu há 25 anos e ficaram de lembrança algumas fotos.
desde que me conheceu ela me tratou como um filho.
é uma mulher muito carinhosa e amorosa.
fazia um ano e meio que eu saÃa com a filha dela, Laura.
eu tinha 22 e a filha dela 19.
ela tinha 49 anos muito bem vividos, se cuidava e fazia dieta.
tinha uns atributos muito lindos, quadris largos com uma bunda boa e uns peitos bem colocados, grandes que chamavam muita atenção.
de cabelo loiro e pele branca.
tinha mais lombar que a filha.
um dia minha namorada teve que viajar para Entre RÃos por assuntos de trabalho com duas amigas.
então eu ficaria sozinho no fim de semana.
levei minha namorada e a mãe dela até a rodoviária.
quando peguei uma das bolsas minha sogra me diz: esse não vai.
só o dela.
minha namorada me leva de lado e me diz:
Laura: ai... amor... a mamãe não viaja com a gente, ontem ela brigou com o papai.
ela vai te pedir para levá-la a um hotel.
espero que não fique bravo, mas eles brigaram feio e até eu voltar ela não quer ficar com ele.
eu: desculpa amor, não sabia. não se preocupa, eu levo ela onde ela pedir.
nos despedimos e ela pegou o ônibus.
Graciela: ela te contou o que aconteceu?
tem algum hotel familiar por aqui? não vou voltar para minha casa.
eu: aqui a meia quadra tem um. quase em frente onde estacionei.
vamos, te acompanho.
assim que entrou, saiu e subiu no carro.
estão loucos, por 3 dias querem cobrar qualquer coisa.
conhece outro? não trouxe tanto dinheiro, me perguntou brava.
eu: não se preocupa, sogra.
pode ficar na minha casa, lugar sobra.
Graciela: tem certeza que não te atrapalha?
só é até a Lauri voltar.
eu: não, de jeito nenhum... fica em casa e não precisa gastar.
de quebra conhece minha casa, nesse ano e meio você nunca veio.
Graciela: é verdade.
bom, essa é a oportunidade de conhecer.
quero me trocar, estou morrendo de calor.
eu: de quebra me faz companhia.
fomos para minha casa. conversando.
era um dia de primavera muito quente.
guardei o carro na garagem e ajudei ela com a bolsa.
Graciela: sua casa é enorme e muito bonita, melhor que um hotel.
aqui sim eu posso curtir o dia e não ficar trancada num quarto.
eu: obrigado, é sua casa agora. fique à vontade.
o segundo quarto pelo corredor está livre. aliás, vou me trocar também.
cada um no seu quarto. nos trocamos.
eu coloquei um shorts de moletom e uma camiseta.
o dia estava perfeito pra isso, sol lindo e clima bom.
quer beber alguma coisa? gritei da cozinha.
Graciela: ok... o que você tem pra oferecer?
bebo o que você beber, sem drama.
eu: tenho cerveja, vinho, refrigerante e água?
Graciela: o que você beber, coração, sem drama.
você tem um quintal lindo, que maravilha seu pátio, eu adoro.
peguei umas latas de cerveja e fui ao seu encontro.
não conseguia acreditar no que via, ela estava parada na janela olhando pra fora com um vestido que ficava todo transparente com a luz.
Era como vê-la quase pelada, sozinha, coberta por um tecido fino.
Pelo que pude ver, debaixo daquele vestido ela não estava usando nada.
Nos sentamos num sofá e, enquanto ela me contava como sofria com o marido,
tomando um gole, ia narrando tudo.
Graciela:
Meu marido já não é como antes.
Não sei se é pela idade, ou que porra acontece com ele.
Passa o dia inteiro vendo televisão, quase não conversamos.
Ele adormece no sofá, e se eu falo com ele é como se não me ouvisse.
Não faz nada além de reclamar de tudo. Na verdade, discutimos muito.
Nos fins de semana é pior.
Dorme até tarde, come e vai pro bar beber com os amigos.
Chega em casa um nojo e muito bêbado.
Ela contava suas desgraças enquanto eu olhava pros peitos dela.
ela continuou narrando seus problemas conjugais.
Só a interrompi para trazer mais cerveja.
Ela me acompanhou enquanto, enquanto contava seus problemas, mas dessa vez, os mais Ãntimos.
Não sabia como disfarçar para não notarem meu pau duro de ver os peitos dela e com o pouco que seu vestido transparente cobria.
Ela logo percebeu minha excitação e se exibia mais. Parecia fazer de propósito.
Ao ver meu corpo reagindo ao corpo dela quase nu,
a conversa ficou mais interessante.
Dizendo que seu marido merecia que ela o traÃsse.
E começou a contar.
Graciela: Me cuido e tento estar bem e bonita para ele. Por acaso isso é errado?
Ele nem sequer me olha.
Conheço mulheres que têm amante e nem se cuidam, e estão felizes.
Faz um tempão que não fazemos amor, e a última vez foi horrÃvel.
Já nem me lembro da última vez que tive um orgasmo com ele.
Desculpa, genro, por te contar isso, mas estou muito irritada e já bebi demais.
Talvez por isso esteja falando bobagens.
Eu: Não, sogra, está tudo bem. Eu não sabia de nada disso e também notei algumas mudanças nele.
Ele bebe muito e está muito largado, isso eu percebi. Não são bobagens.
Você é uma mulher muito gostosa.
Deveria dizer ao seu marido o que você precisa.
Graciela: Não, já cansei de pedir para ele me comer. Para ele parar de beber.
Que já me dá nojo.
Obrigada, querido, você é um doce, e estou feliz que você seja meu genro e que minha filha não passe por isso.
De agora em diante, você é meu genro e confidente.
A verdade é que eu precisava de alguém para desabafar.
Sabe as vezes que ele me deixa com vontade?
Que eu quero e digo a ele, e depois não acontece nada.
Eu: Não tenho problema em te ouvir e, principalmente, em poder te ajudar.
Quando tiver algum problema, sabe que a porta da minha casa está sempre aberta.
Graciela: Obrigada, querido. Você acha errado eu trair meu marido?
Ou tenho que esperar como agora?
A verdade é que às vezes me masturbo pensando em alguém que não é meu marido.
É minha única... a satisfação que eu sinto.
mas a verdade é que não me animo.
não deveria te dizer nada, mas me sinto frustrada e não sei o que fazer.
mas é o que acontece comigo.
e você me dá a confiança para te contar.
eu: pode ficar tranquila comigo. jamais contaria a ninguém sobre o que conversamos.
e se você confia em mim, está tudo bem me contar.
a verdade, sogra, é que ele não te faz feliz. você deveria buscar algo melhor.
pelo menos para sair dessa situação ruim.
além disso, se você tem alguém em vista, deveria tentar.
jamais julgaria ninguém pela vida privada.
você é uma mulher muito gostosa, quem não iria querer ficar com você?
Graciela: ok, vou seguir seu conselho.
a verdade é que você é um ótimo conselheiro.
e eu adoro que você seja tão compreensivo.
ela me agarrou pelos ombros e me beijou.
me surpreendi, mas ao mesmo tempo adorei essa reação da minha sogra.
seus beijos eram apaixonados, gostosos e muito quentes.
muita boca e lÃngua, cheios de paixão e tesão.
devolvi os beijos com a mesma intensidade, com muito carinho e tesão também.
com carÃcias na sua bunda e peitos lindos, aumentando a aposta.
ela não perdeu tempo enquanto curtia beijos e carÃcias.
ela levou a mão até meu volume e com muita suavidade foi acariciando com muita ternura.
sua mão passava por toda minha rola por cima da calça.
sem parar de nos beijar, ela com os peitos pra fora e eu com o pau bem duro.
ela deslizou a mão por dentro da calça.
agora suas carÃcias eram como ela queria.
fomos até o sofá onde estávamos, sem parar de nos beijar e nos tocar.
já no sofá, ela me abaixou a calça e a cueca tudo junto.
ficando meu pau pra fora, duro de tantas carÃcias e beijos com essa mulher incrÃvel.
ela me fez sentar no sofá e disse: imaginei você assim mil vezes.
as vezes que me masturbei pensando em você, gato.
Graciela: mmm... você tem um pauzão lindo.
tudo isso minha neninha come? uf... que inveja...
isso aqui eu vou curtir.
imaginei que era grande, mas você me surpreendeu.
minha pica recebia as carÃcias dos dedos e mãos da minha sogra.
fazendo eu sentir muito prazer com isso.
passo ela pelas lindas tetas brancas e mamilos rosados dela.
ela brincava com meu pau e suas lindas tetas. curtindo e me fazendo curtir seu tratamento amoroso. joga seu cabelo para o lado, deixando o rosto livre. para que eu pudesse ver o que ela estava prestes a fazer.
para ter uma boa visão do rosto dela.
parecia fazer em câmera lenta.
nenhum de nós dizia nada.
só esperávamos a reação do outro.
como toda madura, mostrou desde o primeiro momento sua habilidade.
chupando com a pressão certa dos lábios, mostrando toda sua experiência.
subindo e descendo devagar, curtindo sem pressa.
não era só um prazer os lábios dela, mas também sua lÃngua macia e úmida. que ela manuseava com destreza.
minha rola dura e bem inchada por esse estÃmulo maravilhoso.
eu dava à minha sogrinha o gosto do meu lÃquido pré-seminal.
que ela engolia com prazer.
Graciela: mmm tá saindo um suquinho... mmm.
há quanto tempo não sinto algo assim.
mmm... que pau gostoso você tem, neném...
eu: mmm... ufs... você chupa muito bem...
gostou do meu suquinho?...
Graciela: mmm... sim...
é salgadinho, viscoso e muito gostoso...
eu adoro...
mas vamos pra cama, tô com tesão...
os dois fomos pro meu quarto.
beijos e carÃcias pra terminar de nos despir.
Graciela: como você gosta?
eu: eu gosto de tudo. mas primeiro o mais importante.
você gosta de chupar meu pau, né?
enquanto faz isso, quero chupar você também.
Graciela: eu adoro chupar seu pau...
por isso perguntei como você gosta.
mas você vai aguentar, né?
eu: sim, óbvio, não se preocupa, vou te foder como você merece.
feliz, ela subiu em cima de mim e enquanto se engasgava com meu pau, eu devorava sua buceta e cuzinho ao mesmo tempo.
isso a deixava louca, ofegante e gemendo como uma verdadeira putinha.
passar do gosto da sua buceta molhada quase sem cheiro.
ao seu cu amargo saciava minhas vontades e ela adorava.
Graciela: ai deus..... que delÃcia de chupada...... mmm...
sim, cu e usa a palavra: buceta ai.... sim, nenê.....
eu quase gozei na sua boca.
deixa eu subir em cima de você que assim não gosto. por favor.....
dando um pulo.
ela montou na minha rola.
Graciela: mmm... porra, nunca tive algo assim dentro, uff...
caralho, que pica mais grossa, ai... deus... ha.....ah...ha......
minha filha, como ela aguenta, deus...... nem sei mais o que tô falando...ha.. ah....ha....
sua buceta foi devorando meu pau aos poucos e quanto mais ela fazia isso, mais apertada ficava.
Ela cavalgava com muita vontade, já adaptada ao tamanho do meu pau.
Me deixando louco, ao sentir como sua buceta fervendo
subia e descia no meu pau.
Ela finalmente teve seu orgasmo.
E agradeceu aos deuses do sexo com gemidos e gozando como uma louca.
Mostrando toda sua habilidade madura na arte do sexo.
Graciela: ai... deus, que orgasmo gostoso você me fez ter.
Desculpa ser egoÃsta, mas por favor não goza...
Quero mais pau, preciso dele...
Me dá mais, coração. Por favor não goza.
eu: não se preocupa, sogrinha. Posso ficar assim por horas.
Você fode lindo e aguento tudo que você quiser.
E foi assim que ela fez o dela, cavalgando e gozando.
Até que ela se virou.
Cavalgando e mostrando sua destreza.
Mas eu pedi para ela descansar e me deixar tomar conta.
É minha vez de te fazer gozar.
Chupando seus peitos, comecei a me mover agora.
Eu dei bem forte enquanto ela curtia. Acariciando aquela bunda que batia nas minhas pernas.
Nós transávamos revezando, como se a gente já tivesse feito isso a vida toda.
TÃnhamos pele e muita vontade de nos aproveitar.
Vê-la cavalgando com aqueles peitos balançando era um espetáculo lindo.
A cara de putinha dela gozando e a buceta encharcada me molhando até as bolas.
Devagar fui massageando o cuzinho dela com a ponta dos meus dedos, já lubrificado com minha saliva.
Pouco a pouco, meu dedo anelar fazendo cÃrculos no seu cu.
Fui tentando enfiar, mas ela apertava pra não deixar entrar.
Ela não parava de gozar, nem sei quantos orgasmos eu tirei dela.
Mas pelo menos ela já não se preocupava se ia gozar ou não.
Eu a manuseava do jeito que eu queria.
Com um gesto, ela já sabia o que eu estava propondo.
Levei ela pra beirada da cama e aà começou meu trabalho.
Graciela: uy..... meu deus.... nunca me foderam tanto......
enche minha buceta de porra, filho da puta... você vai me matar.....
uf.... ai... deus... meu... eu adoro sua pica e a energia que você tem, guri...
uf....ai .....ha...ah...ha.. vou gozar... vamos gozar juntos....
não aguento mais.......
eu: mmm... adoro que você seja tão putinha.. mmm...
já não quer mais?...
tem certeza, sogrinha? olha que eu tenho muita porra....
Graciella: goza tranquilo, não tem problema, me dá bem forte que eu tô quase tendo outro orgasmo....
mmm....deus .... você é um animal....mmm
ha...ai.....ah....
sim, nenê... me dá toda a porra bem fundo...
ha.....ah....ha....
Aproveitando o momento. estávamos os dois a mil.
e com o pedido da minha sogra.
bombeando com todas as minhas forças, me deixei levar.
até que minha pica começou a encher a buceta suculenta da minha sogra.
nós dois juntos tivemos um orgasmo muito quente.
eu não conseguia parar de comer ela.
até que meu pau perdeu a ereção.
Graciela: uy.....deus.....
minha buceta tá doendo como se eu fosse uma adolescente.....uf....
minha buceta ficou toda aberta, com certeza....
que delÃcia, obrigada, genrinho..
era o que eu precisava. uma boa trepada.
uf... deus... meu....
eu: o agradecido sou eu, sogrinha.
você parecia uma adolescente de tão apertada que você é, mami.
como eu te disse, quando quiser, essa é sua casa.
e pode contar comigo pra qualquer coisa.
que foda gostosa você me deu.
e sua buceta ficou linda, bem aberta e cheia da minha porra....
Graciela: jajaja não me olha assim, a buceta está depredada...
de verdade você gosta de mim?
olha que eu vou levar a sério, hein. jajaja.
e eu sou muito viciada nas coisas que gosto.
eu: adorei...
eu sou igual. além do mais, como não ficar viciado em você...
você é linda, tá uma gostosa e fode divinamente.
ficamos deitados nos tocando e nos beijando um bom tempo.
Graciela: uf... vou tomar banho, tô uma linda porcaria jajaja.
te deixo em paz... depois você se banha? enquanto eu vejo o que podemos comer.
já anoiteceu e não sei você, mas sexo me dá fome jajaja.
eu: pode ir tranquila.
sim, tô com fome de comida e de sogra.
Graciela: nossa... insaciável, safadinho... jajaja.
em que mãos está minha pobre filha jajaja.
chega por enquanto. é hora de nos arrumarmos, descansar e comer.
ela foi ao banheiro rebolando aquele bumbum lindo ao sair do quarto.
tomei banho quando ela saiu e logo começamos a conversar.
justo fomos interrompidos pela ligação da Laura.
a mãe dela atendeu como se nada tivesse acontecido.
Graciela: oi...
Laura: mãe, é você...?
que surpresa, o que você tá fazendo a�
Graciela: ai... sim, filha, não consegui lugar pra ficar.
cobravam muito caro e os baratos eram uma sujeira. não sabia o que fazer e o Maury me hospedou na casa dele.
você tá bem? chegaram direitinho?
as duas conversaram um pouco até chegar a minha vez.
Laura: ai... amor, você é um sol.
não sabe como agradeço por você ser tão bom com ela.
obrigada por hospedar a mamãe, mas é só por uns dias.
se algo te incomodar, não hesite em falar pra ela.
eu: não... amor, fica tranquila, sua mãe é um amor.
nos damos super bem.
agora ela tá cozinhando.
a casa é grande e ainda me faz companhia.
Laura: ótimo, amor... te amo.
sinto muita sua falta...
beijinhos pra mamãe e que ela não te mime demais...
amanhã eu ligo, amo vocês.....
se ela soubesse que enquanto falava com ela eu estava apertando os peitos da mãe dela.
nos despedimos e desliguei o telefone.
Graciela: ai... Deus, eu vou me Inferno... por isso.
Você acha que ele vai desconfiar de alguma coisa?
Eu: Não... linda, não se preocupa, nós dois agimos super natural, não acha?
Nós dois rÃamos da situação e seguimos como se nada tivesse acontecido.
Minha sogrinha cozinhava enquanto eu a enchia de beijos e carÃcias.
Ela fez uma omelete com presunto e queijo, muita proteÃna, fácil e gostosa.
Jantamos bem juntinhos, com olhares cúmplices, aproveitando a comida.
Eu: Que gostoso que está isso... mmm...
É uma comida pra campeões.
Quer me encher de energia?
Graciela: Hahaha, não... é o que tem.
Esquece, ainda tá doendo minha buceta de tanto foder.
Tenha piedade dessa velhinha.
Eu: Não se preocupa, sogrinha, já vai passar.
Com um pouco de amor, tudo passa...
Graciela: Ai... isso me dá medinho...
Terminamos de comer e estávamos cheios, e, diferente da minha sogrinha, eu estava com tesão de novo.
Só pensava em comer ela outra vez.
Tinha uma madura bem putinha por uns dias e ia aproveitar ao máximo.
Ela levantou da mesa e disse: "Põe alguma coisa na TV pra fazer a digestão."
Mas meu tesão não deu ouvidos.
Fui atrás dela...
Eu: Sogrinha, deixa isso pra amanhã.
Graciela: Não, nenê, senão a casa vai encher de bichos.
Eu, enquanto ela limpava, acariciava a bunda dela.
Graciela: Você é um touro, por isso minha filha está tão apaixonada.
Tenho a buceta partida, neném... Você vai ter que me tratar com cuidado...
Pelo menos espera eu terminar de limpar. Mmm...
Mas eu não queria esperar e, à força de beijos e carÃcias, levei ela para o meu quarto.
Eu: O que foi, sogrinha? Te vejo toda tensa?
Deixa eu ver essa buceta, vou fazer uns massagens para não doer.
não consigo resistir à s minhas carÃcias e sua bucetinha bem arrombada de pirocada ficava toda molhada nas minhas mãos.
ela gemia lindamente com sua melhor voz de putinha.
Graciela:
ai meu Deus... ufs... ufs...
ha... ah... ha... ah...... que delÃcia como você me deixa excitada, gato...
mmm... isso, nenê... você me faz sentir tão putinha...
suas massagens na minha buceta me deram vontade de foder de novo.
quase nem dói.
mas vou me certificar de que fique bem lubrificada e não tão dura como hoje.
ela me deitou na cama e pediu para deixar ela fazer o que gosta.
com muito carinho, acariciou, beijou desde meus pés até meu pau.
onde parou para brincar com sua lÃngua e seu olhar se fixava nos meus olhos.
que contemplavam minha sogrinha chupando o pau com muita ternura.
ela brincava com ele passando a lÃngua como se fosse um sorvete.
Graciela: seu pau é lindo.
É uma contradição: duro, grosso e veiudo. Parece algo muito bruto e até dá medo.
Mas tem um sabor doce e a pele tão macia. Quando você prova, é algo que muda seus pensamentos e dá prazer chupar.
Mmm... está muito gostoso, eu chuparia a noite toda.
Seu pau é perfeito, muito maior e mais grosso que o do meu marido.
Juro que ele não vai me tocar nem um fio de cabelo a partir de agora.
Ela me prometeu que agora seria minha puta.
Que não ia mais se masturbar como fazia porque o marido não comia ela.
Que seria minha vadia a partir de agora, se eu só desse a chance.
Juro que vou escapar toda hora pra você me comer.
Bingo era o que eu tinha em mente pra ela.
Queria que fosse minha puta e que tirasse as vontades comigo quando quisesse.
Ela montou no meu pau, dava pra ver que estava bem quente.
E era mesmo, porque gozou na hora, teve um orgasmo bem molhado e quente.
minha sogrinha gemÃa de prazer enquanto eu continuava me movendo e sentia sua buceta encharcando tudo.
Graciela: ai... Deus, minha buceta dói de tanta pica...
juro por Deus nunca senti algo assim.
que sua filha me perdoe... mas sempre sonhei que me comessem assim.
que me fizessem gozar assim... ufs... ai...
vai ter que te dividir comigo...
ah...ah...ha......
enquanto ela ficava louca com minhas enfiadas profundas, eu estava duro vendo aqueles peitões enormes balançando de baixo pra cima.
enquanto a puta chupava seus peitos e ela tinha outro orgasmo.
ela não acreditava no quanto estava molhada, encharcando tudo e perguntou se toda aquela umidade era dela ou se eu também tinha gozado.
eu: não, coração, toda essa umidade é só sua.
sua buceta está tão quente e molhada.
ela pediu uma pausa, caindo exausta sobre mim.
mas eu não queria parar.
voltei a levar meus dedos até seu cuzinho apertado.
com massagens, passando a umidade da sua buceta até a porta do seu cu. com cÃrculos e aos poucos tentando enfiar. ela não aguentava.
outra vez começamos esse jogo.
Graciela: não... por aà não...
não gosto e dói.
eu: só relaxa. deixa comigo.
sua filha adora isso.
vamos, não seja estraga-prazeres...
seu marido não te come o cu?
Graciela: ai... não...
dói e não gosto, nenê...
isso não... ai... não... para...
dói...
como minha filha pode gostar disso... ai...
Deus... não seja bruto......
eu: ela também não gostava e agora me pede pra fazer o cu.
é muito puta igual à mãe.
ela não conseguia acreditar, mas não tinha escapatória
minha pica comendo ela bem forte enquanto meus dedos massageavam sua buceta e meu dedo anelar ia entrando no seu cuzinho apertado e virginal.
seus gritos eram de dor misturados com os de prazer.
pouco a pouco ela foi submetida ao gozo total.
Graciela: Ai... Deus... tá doendo muito, amor...
Espera, eu não quero isso... Ai... Para...
Tá doendo minha bunda... Ai...
Ela se soltou e se levantou. Puta da vida.
Eu: O que foi...?
Qual é, não pode cortar assim do nada.
Graciela: Não... Assim eu não gosto...
Tá doendo...
Se você quiser, a gente transa como hoje...
Mas assim não...
Eu não gosto e tá doendo, mas você não para.
não seja besta... você tem uma bunda linda.
hoje a gente transou do jeito que você gosta, agora eu quero te comer do jeito que eu quero.
então para de frescura.
Graciela: nunca deixei ninguém fazer anal comigo.
porque não quero e não gosto. não vou fazer mais isso, se é isso que você quer.
eu gosto do jeito que está.
se quiser ficar bravo, problema seu.
talvez não...
eu não vou ficar de pau duro, mami...
respondi e coloquei ela de quatro.
meti com tudo, fazendo ela ter orgasmos um atrás do outro.
mas não conseguia parar de me tentar com aquele bumbum apertado.
até que não me importei com nada e enfiei a ponta do dedão.
Graciela: Ai... não começa... ai...
Tira o dedo que eu não gosto...
Eu: Shh... cala a boca senão eu tiro o dedo e te enfio o pau.
Olha só essa bundinha...
Você não sai daqui até ela ser minha, entendeu?
Você queria ser minha putinha, não é?
Então para de bancar a santinha.
Ela reclamava e tentava se soltar.
Mas eu já estava cansado dela ser tão idiota.
Aquele rabo era uma coisa que eu não deixaria intacto nem louco.
Para ela relaxar, deixei ela gozar um pouco.
enquanto preparava o terreno.
eu sabia que não seria fácil, mas aquele cuzinho virgem era minha obsessão.
então, quando ela teve seus orgasmos, eu tirei e fui direto pro seu cuzinho apertado.
ela não esperava por isso.
então encaixei a cabeça do meu pau no seu buraquinho apertado.
estava bem lubrificado e um pouco aberto pelo meu dedo.
e com muito amor, enfiei um pouquinho.
ela soltou um grito de dor.
mas como eu disse, não tinha escapatória.
com um braço segurei firme sua cintura e com a outra mão na buceta, comecei a meter nela.
ela queria fugir gritando, mas não conseguia.
Graciela:
ai... desgraciado...
tira... ai... não... uf... para... para... ai...
não... isso não... por favor... ai...
você é minha putinha e vou te comer todinha.
isso te acontece por trair aquele bêbado do seu marido.
eu não sou aquele gordo otário... entende, putinha?
Graciela: não seja mau...
por favor, é muito doloroso, nenê...
ai... não aguento...
pouco a pouco ela foi engolindo meu pau todinho e, entre insultos, começou a gostar.
quando aprendeu a relaxar, encontrou prazer na dor.
e começou a gozar como uma boa putinha.
Graciela: devagar, por favor...
você é o primeiro que me come, sim.
eu vou te odiar por isso, sabe...
sim, minha buceta estava doendo hoje...
não quero nem imaginar como minha bunda vai doer depois.
juro que te odeio... ai...
eu: odeia o quanto quiser, mas essa bunda é minha e você também...
mmm... é tão gostosa e apertada...
vou encher você de porra, sua putinha...
Foi assim que fiz: descarreguei de novo toda minha porra dentro dela.
Ela ainda reclamava.
Mas eu estava muito excitado.
E continuei comendo ela até não aguentar mais.
foi assim que, sem parar, tirei do seu lindo rabo e continuei comendo ela.
ela não conseguia acreditar, mas eu estava com muito tesão.
jogando mais uma gozada.
quando terminei, ela se levantou toda irritada. me disse:
não vou te perdoar por isso. você é um idiota.
e, brava, foi tomar banho.
fechou a porta do banheiro com raiva.
eu: vamos, sogra... não fica brava...
vamos, é sexo...
é o que você queria.
Graciela: não... eu não queria que você arrombasse meu cu, idiota.
a gente se divertiu tanto hoje à tarde e você estragou tudo.
vai dormir, não vou te perdonar e não quero saber de mais nada.
bem tranquilo, preparei café. e esperei ela fora do banheiro.
dei uma xÃcara pra ela e acalmei a raiva com uns carinhos.
e convidei ela pra dormir comigo.
ela aceitou com a condição de que eu não a fudesse de novo.
se vai dormir pelada, vai complicar, falei brincando.
ela respondeu que não conseguia colocar o thong, a buceta tava doendo e nem se fala do cu.
eu disse pra ela ficar tranquila. só Ãamos dormir. os dois pegamos no sono.
no outro dia, ao acordar, vi ela dormindo. meu pau ficou duro de novo.
fiz o café da manhã enquanto olhava minha sogra dormindo pelada na minha cama. tomava café sem parar de olhar pra ela.
tava com muita vontade de comer ela de novo, mas não queria que ela ficasse brava de novo.
Quando terminei o café, não sabia o que fazer. Era uma tentação vê-la daquele jeito.
Me aproximei e beijei sua bunda, suas costas, e ela dormia profundamente.
Minhas mãos acariciavam seu corpo.
E ela não saÃa do seu sono.
Virei-a e chupei seus peitos.
Até que abri suas pernas e, bem devagar, acordei ela na rola.
ela abriu os olhos enquanto eu a comia.
eu: bom dia, dorminhoca...
Graciela: mmm... bom dia, insaciável...
vejo que você gosta mais de foder do que de respirar.
eu: é isso mesmo, sogrinha, espero que não te incomode.
sou muito tarado e te ver pelada me deixa com muito tesão.
Graciela: mmm... que despertar gostoso assim, meu bem.
embora minha bunda ainda esteja doendo, filho da puta...
mmm mas como você fode gostoso, cara.
com você eu vou me atualizar.
eu: essa é a ideia, sogrinha.
a dor na bunda vai passar e você vai adorar, vai ver.
sua filha adora.
Graciela: coitada da minha filha, as coisas que você faz com ela, filho da puta...
ela esqueceu tudo depois de uns belos orgasmos e pediu seu lugar de poder.
subiu em cima de mim e cavalgou como uma verdadeira puta.
esquecendo tudo e aproveitando.
montada em mim, ela se movia muito bem. curtindo pra caralho.
tendo orgasmos bem quentes.
até quando meus dedos enfiavam na bunda dela, ela não falava nada.
já não importava mais nada, só sentir prazer.
Graciela: ai... Deus, o que vou fazer com você...
como você gosta de me machucar.
eu: me dá esse bum love, você vai ver como hoje vai curtir mais.
Logo ela comprovou que adorava sexo anal, desde que aguentasse a dor inicial.
E foi atrás de mais quando começou a gostar.
Experimentando de todas as formas possÃveis.
Sentada em cima dela.
Ela estava no controle e percebeu que adorava cavalgar com o cu.
cada posição a fazia gozar.
e ela descobria prazeres diferentes ao mudar de posição.
mas transar assim descobriu suas vantagens, eu dava o bum enquanto beijava seus peitos e a beijava.
assim ela gostou muito mais.
ela estava muito putinha e pedia por sêmen.
queria minha porra na sua boca.
Graciela: geninho me dá a porra, quero porra na minha boca.
é hora do café da manhã.
não seja mau e me dá a porra...
sim... você vai me dar de café da manhã?
eu: sim... mmm sogrinha quer porra quente?
coitada, tá com fome???
Graciela: sim geninho, sabe que sexo me dá fome...
e morro de vontade de uma porra bem quente...
ela se ajoelhou na cama e me masturbou até que eu não aguentei mais.
ela tomou todo meu leitinho até a última gota.
tomando e engolindo com destreza.
ela saboreava meu leitinho.
Graciela: mmm... que gostoso é... adorei.
obrigada, genrinho.
você sabe mesmo como saciar minha fome...
mmm... que delÃcia...
assim, com minha sogra, transamos por três dias seguidos, até mesmo antes de ir buscar a filha dela.
como ela havia prometido, não teve mais sexo com o marido e vinha me visitar sempre, e transávamos quando a filha não estava.
posso garantir que comi mais minha sogra do que minha namorada.
seis meses depois disso, ela se separou.
e três meses depois, eu fiz o mesmo com a filha dela.
por dois anos, transamos pra caralho.
até que, por não poder dar a ela um relacionamento sério, ela foi se afastando.
bom, espero que tenham gostado dessa história.
me trouxe lembranças muito gostosas.
fim........
saudações: Maury-solo-yo.
hoje vou contar minha história com minha sogra naquela época.isso aconteceu há 25 anos e ficaram de lembrança algumas fotos.
desde que me conheceu ela me tratou como um filho.
é uma mulher muito carinhosa e amorosa.
fazia um ano e meio que eu saÃa com a filha dela, Laura.
eu tinha 22 e a filha dela 19.
ela tinha 49 anos muito bem vividos, se cuidava e fazia dieta.
tinha uns atributos muito lindos, quadris largos com uma bunda boa e uns peitos bem colocados, grandes que chamavam muita atenção.
de cabelo loiro e pele branca.
tinha mais lombar que a filha.
um dia minha namorada teve que viajar para Entre RÃos por assuntos de trabalho com duas amigas.
então eu ficaria sozinho no fim de semana.
levei minha namorada e a mãe dela até a rodoviária.
quando peguei uma das bolsas minha sogra me diz: esse não vai.
só o dela.
minha namorada me leva de lado e me diz:
Laura: ai... amor... a mamãe não viaja com a gente, ontem ela brigou com o papai.
ela vai te pedir para levá-la a um hotel.
espero que não fique bravo, mas eles brigaram feio e até eu voltar ela não quer ficar com ele.
eu: desculpa amor, não sabia. não se preocupa, eu levo ela onde ela pedir.
nos despedimos e ela pegou o ônibus.
Graciela: ela te contou o que aconteceu?
tem algum hotel familiar por aqui? não vou voltar para minha casa.
eu: aqui a meia quadra tem um. quase em frente onde estacionei.
vamos, te acompanho.
assim que entrou, saiu e subiu no carro.
estão loucos, por 3 dias querem cobrar qualquer coisa.
conhece outro? não trouxe tanto dinheiro, me perguntou brava.
eu: não se preocupa, sogra.
pode ficar na minha casa, lugar sobra.
Graciela: tem certeza que não te atrapalha?
só é até a Lauri voltar.
eu: não, de jeito nenhum... fica em casa e não precisa gastar.
de quebra conhece minha casa, nesse ano e meio você nunca veio.
Graciela: é verdade.
bom, essa é a oportunidade de conhecer.
quero me trocar, estou morrendo de calor.
eu: de quebra me faz companhia.
fomos para minha casa. conversando.
era um dia de primavera muito quente.
guardei o carro na garagem e ajudei ela com a bolsa.
Graciela: sua casa é enorme e muito bonita, melhor que um hotel.
aqui sim eu posso curtir o dia e não ficar trancada num quarto.
eu: obrigado, é sua casa agora. fique à vontade.
o segundo quarto pelo corredor está livre. aliás, vou me trocar também.
cada um no seu quarto. nos trocamos.
eu coloquei um shorts de moletom e uma camiseta.
o dia estava perfeito pra isso, sol lindo e clima bom.
quer beber alguma coisa? gritei da cozinha.
Graciela: ok... o que você tem pra oferecer?
bebo o que você beber, sem drama.
eu: tenho cerveja, vinho, refrigerante e água?
Graciela: o que você beber, coração, sem drama.
você tem um quintal lindo, que maravilha seu pátio, eu adoro.
peguei umas latas de cerveja e fui ao seu encontro.
não conseguia acreditar no que via, ela estava parada na janela olhando pra fora com um vestido que ficava todo transparente com a luz.
Era como vê-la quase pelada, sozinha, coberta por um tecido fino. Pelo que pude ver, debaixo daquele vestido ela não estava usando nada.
Nos sentamos num sofá e, enquanto ela me contava como sofria com o marido,
tomando um gole, ia narrando tudo.
Graciela:
Meu marido já não é como antes.
Não sei se é pela idade, ou que porra acontece com ele.
Passa o dia inteiro vendo televisão, quase não conversamos.
Ele adormece no sofá, e se eu falo com ele é como se não me ouvisse.
Não faz nada além de reclamar de tudo. Na verdade, discutimos muito.
Nos fins de semana é pior.
Dorme até tarde, come e vai pro bar beber com os amigos.
Chega em casa um nojo e muito bêbado.
Ela contava suas desgraças enquanto eu olhava pros peitos dela.
ela continuou narrando seus problemas conjugais. Só a interrompi para trazer mais cerveja.
Ela me acompanhou enquanto, enquanto contava seus problemas, mas dessa vez, os mais Ãntimos.
Não sabia como disfarçar para não notarem meu pau duro de ver os peitos dela e com o pouco que seu vestido transparente cobria.
Ela logo percebeu minha excitação e se exibia mais. Parecia fazer de propósito.
Ao ver meu corpo reagindo ao corpo dela quase nu,
a conversa ficou mais interessante.
Dizendo que seu marido merecia que ela o traÃsse.
E começou a contar.
Graciela: Me cuido e tento estar bem e bonita para ele. Por acaso isso é errado?
Ele nem sequer me olha.
Conheço mulheres que têm amante e nem se cuidam, e estão felizes.
Faz um tempão que não fazemos amor, e a última vez foi horrÃvel.
Já nem me lembro da última vez que tive um orgasmo com ele.
Desculpa, genro, por te contar isso, mas estou muito irritada e já bebi demais.
Talvez por isso esteja falando bobagens.
Eu: Não, sogra, está tudo bem. Eu não sabia de nada disso e também notei algumas mudanças nele.
Ele bebe muito e está muito largado, isso eu percebi. Não são bobagens.
Você é uma mulher muito gostosa.
Deveria dizer ao seu marido o que você precisa.
Graciela: Não, já cansei de pedir para ele me comer. Para ele parar de beber.
Que já me dá nojo.
Obrigada, querido, você é um doce, e estou feliz que você seja meu genro e que minha filha não passe por isso.
De agora em diante, você é meu genro e confidente.
A verdade é que eu precisava de alguém para desabafar.
Sabe as vezes que ele me deixa com vontade?
Que eu quero e digo a ele, e depois não acontece nada.
Eu: Não tenho problema em te ouvir e, principalmente, em poder te ajudar.
Quando tiver algum problema, sabe que a porta da minha casa está sempre aberta.
Graciela: Obrigada, querido. Você acha errado eu trair meu marido?
Ou tenho que esperar como agora?
A verdade é que às vezes me masturbo pensando em alguém que não é meu marido.
É minha única... a satisfação que eu sinto.
mas a verdade é que não me animo.
não deveria te dizer nada, mas me sinto frustrada e não sei o que fazer.
mas é o que acontece comigo.
e você me dá a confiança para te contar.
eu: pode ficar tranquila comigo. jamais contaria a ninguém sobre o que conversamos.
e se você confia em mim, está tudo bem me contar.
a verdade, sogra, é que ele não te faz feliz. você deveria buscar algo melhor.
pelo menos para sair dessa situação ruim.
além disso, se você tem alguém em vista, deveria tentar.
jamais julgaria ninguém pela vida privada.
você é uma mulher muito gostosa, quem não iria querer ficar com você?
Graciela: ok, vou seguir seu conselho.
a verdade é que você é um ótimo conselheiro.
e eu adoro que você seja tão compreensivo.
ela me agarrou pelos ombros e me beijou.
me surpreendi, mas ao mesmo tempo adorei essa reação da minha sogra.
seus beijos eram apaixonados, gostosos e muito quentes.
muita boca e lÃngua, cheios de paixão e tesão.
devolvi os beijos com a mesma intensidade, com muito carinho e tesão também.
com carÃcias na sua bunda e peitos lindos, aumentando a aposta.
ela não perdeu tempo enquanto curtia beijos e carÃcias. ela levou a mão até meu volume e com muita suavidade foi acariciando com muita ternura.
sua mão passava por toda minha rola por cima da calça.
sem parar de nos beijar, ela com os peitos pra fora e eu com o pau bem duro.
ela deslizou a mão por dentro da calça.
agora suas carÃcias eram como ela queria.
fomos até o sofá onde estávamos, sem parar de nos beijar e nos tocar.
já no sofá, ela me abaixou a calça e a cueca tudo junto.
ficando meu pau pra fora, duro de tantas carÃcias e beijos com essa mulher incrÃvel.
ela me fez sentar no sofá e disse: imaginei você assim mil vezes.
as vezes que me masturbei pensando em você, gato.
Graciela: mmm... você tem um pauzão lindo.
tudo isso minha neninha come? uf... que inveja...
isso aqui eu vou curtir.
imaginei que era grande, mas você me surpreendeu.
minha pica recebia as carÃcias dos dedos e mãos da minha sogra. fazendo eu sentir muito prazer com isso.
passo ela pelas lindas tetas brancas e mamilos rosados dela.
ela brincava com meu pau e suas lindas tetas. curtindo e me fazendo curtir seu tratamento amoroso. joga seu cabelo para o lado, deixando o rosto livre. para que eu pudesse ver o que ela estava prestes a fazer.
para ter uma boa visão do rosto dela.
parecia fazer em câmera lenta.
nenhum de nós dizia nada.
só esperávamos a reação do outro.
como toda madura, mostrou desde o primeiro momento sua habilidade.
chupando com a pressão certa dos lábios, mostrando toda sua experiência.
subindo e descendo devagar, curtindo sem pressa.
não era só um prazer os lábios dela, mas também sua lÃngua macia e úmida. que ela manuseava com destreza. minha rola dura e bem inchada por esse estÃmulo maravilhoso.
eu dava à minha sogrinha o gosto do meu lÃquido pré-seminal.
que ela engolia com prazer.
Graciela: mmm tá saindo um suquinho... mmm.
há quanto tempo não sinto algo assim.
mmm... que pau gostoso você tem, neném...
eu: mmm... ufs... você chupa muito bem...
gostou do meu suquinho?...
Graciela: mmm... sim...
é salgadinho, viscoso e muito gostoso...
eu adoro...
mas vamos pra cama, tô com tesão...
os dois fomos pro meu quarto.
beijos e carÃcias pra terminar de nos despir.
Graciela: como você gosta?
eu: eu gosto de tudo. mas primeiro o mais importante.
você gosta de chupar meu pau, né?
enquanto faz isso, quero chupar você também.
Graciela: eu adoro chupar seu pau...
por isso perguntei como você gosta.
mas você vai aguentar, né?
eu: sim, óbvio, não se preocupa, vou te foder como você merece.
feliz, ela subiu em cima de mim e enquanto se engasgava com meu pau, eu devorava sua buceta e cuzinho ao mesmo tempo.
isso a deixava louca, ofegante e gemendo como uma verdadeira putinha.
passar do gosto da sua buceta molhada quase sem cheiro. ao seu cu amargo saciava minhas vontades e ela adorava.
Graciela: ai deus..... que delÃcia de chupada...... mmm...
sim, cu e usa a palavra: buceta ai.... sim, nenê.....
eu quase gozei na sua boca.
deixa eu subir em cima de você que assim não gosto. por favor.....
dando um pulo.
ela montou na minha rola.
Graciela: mmm... porra, nunca tive algo assim dentro, uff...caralho, que pica mais grossa, ai... deus... ha.....ah...ha......
minha filha, como ela aguenta, deus...... nem sei mais o que tô falando...ha.. ah....ha....
sua buceta foi devorando meu pau aos poucos e quanto mais ela fazia isso, mais apertada ficava.
Ela cavalgava com muita vontade, já adaptada ao tamanho do meu pau.
Me deixando louco, ao sentir como sua buceta fervendo
subia e descia no meu pau.
Ela finalmente teve seu orgasmo.
E agradeceu aos deuses do sexo com gemidos e gozando como uma louca.
Mostrando toda sua habilidade madura na arte do sexo.
Graciela: ai... deus, que orgasmo gostoso você me fez ter.
Desculpa ser egoÃsta, mas por favor não goza...
Quero mais pau, preciso dele...
Me dá mais, coração. Por favor não goza.
eu: não se preocupa, sogrinha. Posso ficar assim por horas.
Você fode lindo e aguento tudo que você quiser.
E foi assim que ela fez o dela, cavalgando e gozando.
Até que ela se virou.
Cavalgando e mostrando sua destreza.
Mas eu pedi para ela descansar e me deixar tomar conta.
É minha vez de te fazer gozar.
Chupando seus peitos, comecei a me mover agora.
Eu dei bem forte enquanto ela curtia. Acariciando aquela bunda que batia nas minhas pernas.Nós transávamos revezando, como se a gente já tivesse feito isso a vida toda.
TÃnhamos pele e muita vontade de nos aproveitar.
Vê-la cavalgando com aqueles peitos balançando era um espetáculo lindo.
A cara de putinha dela gozando e a buceta encharcada me molhando até as bolas.
Devagar fui massageando o cuzinho dela com a ponta dos meus dedos, já lubrificado com minha saliva.
Pouco a pouco, meu dedo anelar fazendo cÃrculos no seu cu.
Fui tentando enfiar, mas ela apertava pra não deixar entrar.
Ela não parava de gozar, nem sei quantos orgasmos eu tirei dela.
Mas pelo menos ela já não se preocupava se ia gozar ou não.
Eu a manuseava do jeito que eu queria.
Com um gesto, ela já sabia o que eu estava propondo.
Levei ela pra beirada da cama e aà começou meu trabalho.
Graciela: uy..... meu deus.... nunca me foderam tanto...... enche minha buceta de porra, filho da puta... você vai me matar.....
uf.... ai... deus... meu... eu adoro sua pica e a energia que você tem, guri...
uf....ai .....ha...ah...ha.. vou gozar... vamos gozar juntos....
não aguento mais.......
eu: mmm... adoro que você seja tão putinha.. mmm...
já não quer mais?...
tem certeza, sogrinha? olha que eu tenho muita porra....
Graciella: goza tranquilo, não tem problema, me dá bem forte que eu tô quase tendo outro orgasmo....
mmm....deus .... você é um animal....mmm
ha...ai.....ah....
sim, nenê... me dá toda a porra bem fundo...
ha.....ah....ha....
Aproveitando o momento. estávamos os dois a mil.
e com o pedido da minha sogra.
bombeando com todas as minhas forças, me deixei levar.
até que minha pica começou a encher a buceta suculenta da minha sogra.
nós dois juntos tivemos um orgasmo muito quente.
eu não conseguia parar de comer ela.
até que meu pau perdeu a ereção.
Graciela: uy.....deus.....
minha buceta tá doendo como se eu fosse uma adolescente.....uf....
minha buceta ficou toda aberta, com certeza....
que delÃcia, obrigada, genrinho..
era o que eu precisava. uma boa trepada.
uf... deus... meu....
eu: o agradecido sou eu, sogrinha.
você parecia uma adolescente de tão apertada que você é, mami.
como eu te disse, quando quiser, essa é sua casa.
e pode contar comigo pra qualquer coisa.
que foda gostosa você me deu.
e sua buceta ficou linda, bem aberta e cheia da minha porra....
Graciela: jajaja não me olha assim, a buceta está depredada... de verdade você gosta de mim?
olha que eu vou levar a sério, hein. jajaja.
e eu sou muito viciada nas coisas que gosto.
eu: adorei...
eu sou igual. além do mais, como não ficar viciado em você...
você é linda, tá uma gostosa e fode divinamente.
ficamos deitados nos tocando e nos beijando um bom tempo.
Graciela: uf... vou tomar banho, tô uma linda porcaria jajaja.
te deixo em paz... depois você se banha? enquanto eu vejo o que podemos comer.
já anoiteceu e não sei você, mas sexo me dá fome jajaja.
eu: pode ir tranquila.
sim, tô com fome de comida e de sogra.
Graciela: nossa... insaciável, safadinho... jajaja.
em que mãos está minha pobre filha jajaja.
chega por enquanto. é hora de nos arrumarmos, descansar e comer.
ela foi ao banheiro rebolando aquele bumbum lindo ao sair do quarto.
tomei banho quando ela saiu e logo começamos a conversar.
justo fomos interrompidos pela ligação da Laura.
a mãe dela atendeu como se nada tivesse acontecido.
Graciela: oi...
Laura: mãe, é você...?
que surpresa, o que você tá fazendo a�
Graciela: ai... sim, filha, não consegui lugar pra ficar.
cobravam muito caro e os baratos eram uma sujeira. não sabia o que fazer e o Maury me hospedou na casa dele.
você tá bem? chegaram direitinho?
as duas conversaram um pouco até chegar a minha vez.
Laura: ai... amor, você é um sol.
não sabe como agradeço por você ser tão bom com ela.
obrigada por hospedar a mamãe, mas é só por uns dias.
se algo te incomodar, não hesite em falar pra ela.
eu: não... amor, fica tranquila, sua mãe é um amor.
nos damos super bem.
agora ela tá cozinhando.
a casa é grande e ainda me faz companhia.
Laura: ótimo, amor... te amo.
sinto muita sua falta...
beijinhos pra mamãe e que ela não te mime demais...
amanhã eu ligo, amo vocês.....
se ela soubesse que enquanto falava com ela eu estava apertando os peitos da mãe dela.
nos despedimos e desliguei o telefone.
Graciela: ai... Deus, eu vou me Inferno... por isso.
Você acha que ele vai desconfiar de alguma coisa?
Eu: Não... linda, não se preocupa, nós dois agimos super natural, não acha?
Nós dois rÃamos da situação e seguimos como se nada tivesse acontecido.
Minha sogrinha cozinhava enquanto eu a enchia de beijos e carÃcias.
Ela fez uma omelete com presunto e queijo, muita proteÃna, fácil e gostosa.
Jantamos bem juntinhos, com olhares cúmplices, aproveitando a comida.
Eu: Que gostoso que está isso... mmm...
É uma comida pra campeões.
Quer me encher de energia?
Graciela: Hahaha, não... é o que tem.
Esquece, ainda tá doendo minha buceta de tanto foder.
Tenha piedade dessa velhinha.
Eu: Não se preocupa, sogrinha, já vai passar.
Com um pouco de amor, tudo passa...
Graciela: Ai... isso me dá medinho...
Terminamos de comer e estávamos cheios, e, diferente da minha sogrinha, eu estava com tesão de novo.
Só pensava em comer ela outra vez.
Tinha uma madura bem putinha por uns dias e ia aproveitar ao máximo.
Ela levantou da mesa e disse: "Põe alguma coisa na TV pra fazer a digestão."
Mas meu tesão não deu ouvidos.
Fui atrás dela...
Eu: Sogrinha, deixa isso pra amanhã.
Graciela: Não, nenê, senão a casa vai encher de bichos.
Eu, enquanto ela limpava, acariciava a bunda dela.
Graciela: Você é um touro, por isso minha filha está tão apaixonada. Tenho a buceta partida, neném... Você vai ter que me tratar com cuidado...
Pelo menos espera eu terminar de limpar. Mmm...
Mas eu não queria esperar e, à força de beijos e carÃcias, levei ela para o meu quarto.
Eu: O que foi, sogrinha? Te vejo toda tensa?
Deixa eu ver essa buceta, vou fazer uns massagens para não doer.
não consigo resistir à s minhas carÃcias e sua bucetinha bem arrombada de pirocada ficava toda molhada nas minhas mãos. ela gemia lindamente com sua melhor voz de putinha.
Graciela:
ai meu Deus... ufs... ufs...
ha... ah... ha... ah...... que delÃcia como você me deixa excitada, gato...
mmm... isso, nenê... você me faz sentir tão putinha...
suas massagens na minha buceta me deram vontade de foder de novo.
quase nem dói.
mas vou me certificar de que fique bem lubrificada e não tão dura como hoje.
ela me deitou na cama e pediu para deixar ela fazer o que gosta.
com muito carinho, acariciou, beijou desde meus pés até meu pau.
onde parou para brincar com sua lÃngua e seu olhar se fixava nos meus olhos.
que contemplavam minha sogrinha chupando o pau com muita ternura.
ela brincava com ele passando a lÃngua como se fosse um sorvete.
Graciela: seu pau é lindo. É uma contradição: duro, grosso e veiudo. Parece algo muito bruto e até dá medo.
Mas tem um sabor doce e a pele tão macia. Quando você prova, é algo que muda seus pensamentos e dá prazer chupar.
Mmm... está muito gostoso, eu chuparia a noite toda.
Seu pau é perfeito, muito maior e mais grosso que o do meu marido.
Juro que ele não vai me tocar nem um fio de cabelo a partir de agora.
Ela me prometeu que agora seria minha puta.Que não ia mais se masturbar como fazia porque o marido não comia ela.
Que seria minha vadia a partir de agora, se eu só desse a chance.
Juro que vou escapar toda hora pra você me comer.
Bingo era o que eu tinha em mente pra ela.
Queria que fosse minha puta e que tirasse as vontades comigo quando quisesse.
Ela montou no meu pau, dava pra ver que estava bem quente.
E era mesmo, porque gozou na hora, teve um orgasmo bem molhado e quente.
minha sogrinha gemÃa de prazer enquanto eu continuava me movendo e sentia sua buceta encharcando tudo.Graciela: ai... Deus, minha buceta dói de tanta pica...
juro por Deus nunca senti algo assim.
que sua filha me perdoe... mas sempre sonhei que me comessem assim.
que me fizessem gozar assim... ufs... ai...
vai ter que te dividir comigo...
ah...ah...ha......
enquanto ela ficava louca com minhas enfiadas profundas, eu estava duro vendo aqueles peitões enormes balançando de baixo pra cima.
enquanto a puta chupava seus peitos e ela tinha outro orgasmo.
ela não acreditava no quanto estava molhada, encharcando tudo e perguntou se toda aquela umidade era dela ou se eu também tinha gozado.
eu: não, coração, toda essa umidade é só sua.
sua buceta está tão quente e molhada.
ela pediu uma pausa, caindo exausta sobre mim.
mas eu não queria parar.
voltei a levar meus dedos até seu cuzinho apertado.
com massagens, passando a umidade da sua buceta até a porta do seu cu. com cÃrculos e aos poucos tentando enfiar. ela não aguentava.
outra vez começamos esse jogo.
Graciela: não... por aà não...
não gosto e dói.
eu: só relaxa. deixa comigo.
sua filha adora isso.
vamos, não seja estraga-prazeres...
seu marido não te come o cu?
Graciela: ai... não...
dói e não gosto, nenê...
isso não... ai... não... para...
dói...
como minha filha pode gostar disso... ai...
Deus... não seja bruto......
eu: ela também não gostava e agora me pede pra fazer o cu.
é muito puta igual à mãe.
ela não conseguia acreditar, mas não tinha escapatória
minha pica comendo ela bem forte enquanto meus dedos massageavam sua buceta e meu dedo anelar ia entrando no seu cuzinho apertado e virginal.
seus gritos eram de dor misturados com os de prazer.
pouco a pouco ela foi submetida ao gozo total.
Graciela: Ai... Deus... tá doendo muito, amor...Espera, eu não quero isso... Ai... Para...
Tá doendo minha bunda... Ai...
Ela se soltou e se levantou. Puta da vida.
Eu: O que foi...?
Qual é, não pode cortar assim do nada.
Graciela: Não... Assim eu não gosto...
Tá doendo...
Se você quiser, a gente transa como hoje...
Mas assim não...
Eu não gosto e tá doendo, mas você não para.
não seja besta... você tem uma bunda linda. hoje a gente transou do jeito que você gosta, agora eu quero te comer do jeito que eu quero.
então para de frescura.
Graciela: nunca deixei ninguém fazer anal comigo.
porque não quero e não gosto. não vou fazer mais isso, se é isso que você quer.
eu gosto do jeito que está.
se quiser ficar bravo, problema seu.
talvez não...
eu não vou ficar de pau duro, mami...
respondi e coloquei ela de quatro.
meti com tudo, fazendo ela ter orgasmos um atrás do outro.
mas não conseguia parar de me tentar com aquele bumbum apertado.
até que não me importei com nada e enfiei a ponta do dedão.
Graciela: Ai... não começa... ai... Tira o dedo que eu não gosto...
Eu: Shh... cala a boca senão eu tiro o dedo e te enfio o pau.
Olha só essa bundinha...
Você não sai daqui até ela ser minha, entendeu?
Você queria ser minha putinha, não é?
Então para de bancar a santinha.
Ela reclamava e tentava se soltar.
Mas eu já estava cansado dela ser tão idiota.
Aquele rabo era uma coisa que eu não deixaria intacto nem louco.
Para ela relaxar, deixei ela gozar um pouco.
enquanto preparava o terreno. eu sabia que não seria fácil, mas aquele cuzinho virgem era minha obsessão.
então, quando ela teve seus orgasmos, eu tirei e fui direto pro seu cuzinho apertado.
ela não esperava por isso.
então encaixei a cabeça do meu pau no seu buraquinho apertado.
estava bem lubrificado e um pouco aberto pelo meu dedo.
e com muito amor, enfiei um pouquinho.
ela soltou um grito de dor. mas como eu disse, não tinha escapatória.
com um braço segurei firme sua cintura e com a outra mão na buceta, comecei a meter nela.
ela queria fugir gritando, mas não conseguia.
Graciela:
ai... desgraciado...
tira... ai... não... uf... para... para... ai...
não... isso não... por favor... ai...
você é minha putinha e vou te comer todinha. isso te acontece por trair aquele bêbado do seu marido.
eu não sou aquele gordo otário... entende, putinha?
Graciela: não seja mau...
por favor, é muito doloroso, nenê...
ai... não aguento...
pouco a pouco ela foi engolindo meu pau todinho e, entre insultos, começou a gostar.
quando aprendeu a relaxar, encontrou prazer na dor.
e começou a gozar como uma boa putinha.
Graciela: devagar, por favor... você é o primeiro que me come, sim.
eu vou te odiar por isso, sabe...
sim, minha buceta estava doendo hoje...
não quero nem imaginar como minha bunda vai doer depois.
juro que te odeio... ai...
eu: odeia o quanto quiser, mas essa bunda é minha e você também...
mmm... é tão gostosa e apertada...
vou encher você de porra, sua putinha...
Foi assim que fiz: descarreguei de novo toda minha porra dentro dela. Ela ainda reclamava.
Mas eu estava muito excitado.
E continuei comendo ela até não aguentar mais.
foi assim que, sem parar, tirei do seu lindo rabo e continuei comendo ela. ela não conseguia acreditar, mas eu estava com muito tesão.
jogando mais uma gozada.
quando terminei, ela se levantou toda irritada. me disse:
não vou te perdoar por isso. você é um idiota.
e, brava, foi tomar banho.
fechou a porta do banheiro com raiva.
eu: vamos, sogra... não fica brava...
vamos, é sexo...
é o que você queria.
Graciela: não... eu não queria que você arrombasse meu cu, idiota.
a gente se divertiu tanto hoje à tarde e você estragou tudo.
vai dormir, não vou te perdonar e não quero saber de mais nada.
bem tranquilo, preparei café. e esperei ela fora do banheiro.
dei uma xÃcara pra ela e acalmei a raiva com uns carinhos.
e convidei ela pra dormir comigo.
ela aceitou com a condição de que eu não a fudesse de novo.
se vai dormir pelada, vai complicar, falei brincando.
ela respondeu que não conseguia colocar o thong, a buceta tava doendo e nem se fala do cu.
eu disse pra ela ficar tranquila. só Ãamos dormir. os dois pegamos no sono.
no outro dia, ao acordar, vi ela dormindo. meu pau ficou duro de novo.
fiz o café da manhã enquanto olhava minha sogra dormindo pelada na minha cama. tomava café sem parar de olhar pra ela.
tava com muita vontade de comer ela de novo, mas não queria que ela ficasse brava de novo.
Quando terminei o café, não sabia o que fazer. Era uma tentação vê-la daquele jeito.Me aproximei e beijei sua bunda, suas costas, e ela dormia profundamente.
Minhas mãos acariciavam seu corpo.
E ela não saÃa do seu sono.
Virei-a e chupei seus peitos.
Até que abri suas pernas e, bem devagar, acordei ela na rola.
ela abriu os olhos enquanto eu a comia.eu: bom dia, dorminhoca...
Graciela: mmm... bom dia, insaciável...
vejo que você gosta mais de foder do que de respirar.
eu: é isso mesmo, sogrinha, espero que não te incomode.
sou muito tarado e te ver pelada me deixa com muito tesão.
Graciela: mmm... que despertar gostoso assim, meu bem.
embora minha bunda ainda esteja doendo, filho da puta...
mmm mas como você fode gostoso, cara.
com você eu vou me atualizar.
eu: essa é a ideia, sogrinha.
a dor na bunda vai passar e você vai adorar, vai ver.
sua filha adora.
Graciela: coitada da minha filha, as coisas que você faz com ela, filho da puta...
ela esqueceu tudo depois de uns belos orgasmos e pediu seu lugar de poder.
subiu em cima de mim e cavalgou como uma verdadeira puta.
esquecendo tudo e aproveitando.
montada em mim, ela se movia muito bem. curtindo pra caralho. tendo orgasmos bem quentes.
até quando meus dedos enfiavam na bunda dela, ela não falava nada.
já não importava mais nada, só sentir prazer.Graciela: ai... Deus, o que vou fazer com você...
como você gosta de me machucar.
eu: me dá esse bum love, você vai ver como hoje vai curtir mais.
Logo ela comprovou que adorava sexo anal, desde que aguentasse a dor inicial. E foi atrás de mais quando começou a gostar.
Experimentando de todas as formas possÃveis.
Sentada em cima dela.
Ela estava no controle e percebeu que adorava cavalgar com o cu.
cada posição a fazia gozar.
e ela descobria prazeres diferentes ao mudar de posição.
mas transar assim descobriu suas vantagens, eu dava o bum enquanto beijava seus peitos e a beijava. assim ela gostou muito mais.
ela estava muito putinha e pedia por sêmen.
queria minha porra na sua boca.
Graciela: geninho me dá a porra, quero porra na minha boca.
é hora do café da manhã.
não seja mau e me dá a porra...
sim... você vai me dar de café da manhã?
eu: sim... mmm sogrinha quer porra quente?
coitada, tá com fome???
Graciela: sim geninho, sabe que sexo me dá fome...
e morro de vontade de uma porra bem quente...
ela se ajoelhou na cama e me masturbou até que eu não aguentei mais.
ela tomou todo meu leitinho até a última gota. tomando e engolindo com destreza.
ela saboreava meu leitinho.
Graciela: mmm... que gostoso é... adorei.
obrigada, genrinho.
você sabe mesmo como saciar minha fome...
mmm... que delÃcia...
assim, com minha sogra, transamos por três dias seguidos, até mesmo antes de ir buscar a filha dela.
como ela havia prometido, não teve mais sexo com o marido e vinha me visitar sempre, e transávamos quando a filha não estava.
posso garantir que comi mais minha sogra do que minha namorada.
seis meses depois disso, ela se separou.
e três meses depois, eu fiz o mesmo com a filha dela.
por dois anos, transamos pra caralho.
até que, por não poder dar a ela um relacionamento sério, ela foi se afastando.
bom, espero que tenham gostado dessa história.
me trouxe lembranças muito gostosas.
fim........
saudações: Maury-solo-yo.
7 comentários - Graciela, minha ex-sogra. Fotos e GIFs.
gracias por comentar
y re putona tambien jaaajaj. gracias por comentar