Minha namorada abriu um Onlyfans e agora sou corno (Parte 2)

No dia seguinte não vi Agus, parecia que a terra tinha engolido ele, também não ouvi barulhos nem nada do tipo.

Uma semana depois, lá pelas duas da manhã, recebo uma mensagem de texto dizendo: "E aí, bro, tá em casa? Preciso te pedir um favor".

Respondi que tinha pegado no sono, que se não dava pra ser outra hora, mas ele disse que não podia porque era urgente.

Então falei pra ele passar no apto, que me desse uns quinze minutos pra tomar um banho.

Daí me despertei, entrei no chuveiro e tentei sair um pouco da sonolência. Coloquei um shorts sem cueca e uma camiseta estilo Pepe Argento/Al Bundy. Nessa hora chega Agus e me diz:

─Bro, tô com muita vergonha de te falar isso, mas a gente tava filmando com a Lilia e faltou um cara, e se não for com dois parece que o cara não quer pagar os dólares. A Lilia me perguntou qual era o mais pirocudo dos meus amigos e todo mundo sabe que é você, ainda mais que você mora do lado, a gente viu desde moleque que você tem a rola do mesmo tamanho que o tubinho de cartão do guardanapo, que quando a gente brincava de enfiar por ali você não conseguia. Pode dizer que não, mas a verdade é que você ia me foder, ia foder a gente os dois porque a gente pegou uma TV no crédito e um empréstimo pra uma viagem da Lili pro Machu Picchu, precisamos dessa grana pra quitar.

O que acontece é que a Lilia tinha acabado com o Agus, que tinha um trampo bem meia-boca, fez ele pegar um carro zero que era praticamente impossível de pagar, fez ele trocar a cozinha e a geladeira por outras novas de aço inox, comprava móveis, comprava roupa, fazia ele pagar viagens que ele nem podia ir por causa do trabalho.

Isso tinha levado eles a virar escravos do Only, já que a única forma de pagar todas as dívidas era se submetendo a qualquer barbaridade que os punheteiros pedissem. Tudo tinha começado com ela parando de postar foto de lingerie pra postar foto totalmente pelada. Depois fotos abrindo as nádegas e mostrando o cu e a buceta, até que... os usuários ficavam exaustos e pediam mais, mais e mais.
Exigiram vê-la transar com o namorado (primeiro capítulo) e depois pediram que ela enfiasse brinquedos enormes, de trinta centímetros de comprimento por seis de diâmetro, primeiro na buceta, depois no cu, dois ao mesmo tempo, dois no cu, dois na buceta, eram clientes insaciáveis e degenerados que gozavam vendo ela sofrer. Tinham chegado a um limite que ele, pelo menos, achava que ela não cruzaria quando pediram que incluísse terceiros, e depois outro limite muito além quando seu parceiro, Agus, tinha ficado totalmente marginalizado, condenado a ser um voyeur submisso que prestava seus serviços para facilitar à sua mulher quem os fãs dela decidissem que ela devia foder, eles e o dinheiro deles decidiam por eles. Lília tinha se tornado uma autômata doente e viciosa, mas o limite que iam cruzar aquela noite era demais.

—Você tá falando sério? Não posso foder sua mina, mano. Eu te quero muito. Pra mim você é como um irmão.
—Se você me quer de verdade, então tem que fazer. Vamos perder muita grana se não fizermos e estamos até o pescoço de dívidas. Perguntei ao cliente se podia ser com um brinquedo, mas não, ele quer dois caras.
—Você tá me dizendo que ainda por cima tenho que transar com outro cara roçando nas minhas pernas? Não sei se tô muito a fim, na real.
—É o Braulio, um cara que trabalha com isso. Hoje à tarde conheci ele, mas é muito gente boa, um campeão.
—Você tá me dizendo que gostou do cara que vai foder sua mulher?
—Não tenho escolha, além do mais, você também vai foder a Lília e você pra mim é como se fosse da família.
—Eu não disse que sim, tô pensando.
—Faltam dez minutos e o outro cara avisou que não vem, tá tudo pronto. Por favor, te juro que se fizer isso te devo mil. A gente marca um churrasco na casa dos meus avós até o fim do ano, já falei com minha namorada e ela deu permissão.
—Você tem que pedir permissão pra essa otária pra ficar com seus amigos?
—Mano, não quero falar disso agora, não dá tempo. Vem pro apê. Quando cheguei tinha um cara massageando um pau grande, um pouco menos comprido que o meu mas mais grosso, pensei por dentro <> mas foi só uma piada interna. Lília me cumprimentou como querendo me dar um beijo na boca mas desviei o rosto e beijei sua bochecha. —Oi vizinho, parece que te convidaram pra uma festinha, né? —Parece mesmo —respondi com apatia e indiferença, a verdade é que essa gostosa trazia o pior de mim. Tomamos uma cerveja e como o sistema tinha caído tivemos o tempo que parecia escasso até aquele momento. Braulio, o stripper contratado, acabou sendo um cara minimamente interessante e legal, fanático do TC e do Canapino igual a gente, torcedor do Rosario Central porque era originalmente de Rosario. Acabei convidando ele pra jogar uma pelada com a galera do meu trampo. Lília queria conversar comigo, mas eu não aguentava essa imbecil de jeito nenhum. —Vizinho, eu sei que você não me suporta desde que eu tô com o Agus, mas se você tá com raiva de mim, daqui a pouco vai poder descontar como quiser. Me dava raiva mas meu pau tinha ficado duro, quando olhei pro canto o Agus estava esfregando a virilha. Era tudo muito extremo. Nunca imaginei que essas coisas acontecessem na vida real. Aí o sistema voltou e eu tive que me despir, assim que viu meu pau a Lília disse: —Eeeepa que a gente vem bem, precisa de licença de porte pra andar com essa arma? —Belo pau, compadre —me disse o garoto de programa —se eu tivesse um desse comprido assim, andaria de Camaro ou de RAM. Já estávamos nus nós, o Agus totalmente vestido movia as duas câmeras, ajustava o notebook, servia bebidas. Trouxe pó e cheiramos duas carreiras cada um. Fazia muito tempo que eu não usava, sempre evitava porque me deixava agressivo e no modo babaca, mas isso teria muito a ver com o que acabaria acontecendo depois. Lília apareceu com um fio-dental com ligas, sutiã transparente e salto. Era muito parecida com uma famosa, a Micaela Breque, com os amigos a gente chamava ela de A Mica Breke, a puta. Ela tava um inferno, pra falar a verdade fazia tempo que eu não comia ninguém tão gostosa assim. No começo, tava com vergonha e pena do meu amigo, mas com seis cervejas e dois raios de pó, a coisa mudou. Tava com muita vontade de comer ela.
Na minha vida, fiz alguns ménages e tem uma coisa que a gente chama de "quebrar" a novinha, que nada mais é do que fazer ela chorar. Tudo dentro do consentimento, com palavras de segurança, etc.
Eu levantei primeiro e tava com o pau mais duro que nunca, o Braulio se levantou e ficou do meu lado, antes disso a Agus tinha nos dito que a gente devia ficar de frente pra câmera e nunca dar as costas.
Ligamos a câmera e do outro lado tinha um gordo de terno que era quem supostamente pagava o serviço.
Ele disse:
─O combinado, perfeito. Bom, agora quero que batam nela. Então, façam um deep throat enquanto dão tapa na cara dela.
─Vamos, meninos, apressem ─disse a Lilia.
A Agus passou um lubrificante que, segundo ela, tinha anestésico pra que, quando a gente comesse a boca dela, ela não sentisse ânsia. A putinha passou em toda a boca, no céu da boca, e abriu a boca bem aberta.
─Aaaaaaaaaaaaaaaah
Abriu.
A gente, devagar, ficou parado.
─Enfiem os paus, o que tão esperando?
E aí a gente começou a comer a boca dela com muita violência. Pisamos na cabeça dela, enforcamos, demos tapa, colocamos algemas e voltamos a comer a cabeça dela até que o cara disse que não tinha muito tempo, que precisava que a gente fizesse o cu.
A Agus pegou o microfone e disse pro cara que penetração anal/vaginal era outro preço, o triplo, que se ele não podia, ver como a gente fazia o cu, mas por turnos.
O cara disse que não tava interessado em dupla penetração, queria que um desse no cu e outro na boca.
Então começamos o serviço, o pó tinha batido e eu tava violentíssimo, acho que ela esperava algum tipo de atuação e eu quase acabei socando ela enquanto, ajoelhada, ela fazia o melhor boquete das nossas vidas, tentando fazer com que a... Cuzinho, descansa um pouco.
Depois a colocamos de quatro, contemplando como ela era gostosa. Em um momento mudamos de posição e eu fodi o cuzinho dela com ódio, com toda a raiva que eu sentia pelo que ela tinha feito com o pobre otário do meu amigo.
─Me odeia, vizinha? Fode meu cuzinho como se me odiasse, mostra que está com raiva de mim, que sente nojo e ódio, me come assim com ódio, vai. Me faz pagar pelo que fiz com você e seus amigos, me castiga.
Então comecei o vai e vem enquanto Braulio a deixou muda enfiando seu pau gigante na boca dela. Só se ouvia “jjjmmmm jjmmmsdf”
O cara da câmera que tinha pago pela sessão privada já tinha gozado duas vezes se masturbando, a gostosa pergunta se podem gozar, o cara levanta o polegar.
Sinto que Braulio agarra a cabeça dela e não solta e vejo sêmen escorrer pelo canto da boca que ela vai lambendo para não cair na cama, dava para ver que ela estava de acordo porque não parava de dar engasgadas, parece que por mais puta que fosse, engolir porra não era a praia dela.
Assim que levanto o rosto vejo Agus nos filmando com uma câmera de celular, tira algumas fotos e grita para mim.
─Arrebenta o cuzinho dessa puta, amigo, tira essa raiva─disse Agus totalmente convencido.
E aí eu gozei pra caralho, era incrível como a porra transbordava no cuzinho dela. Paramos como se fôssemos embora. O cliente disse que dava mais cem dólares se a gente tirasse o sêmen que estava no pau. Evidentemente era um tarado que tinha visto que a gostosa era muito puta, mas a única coisa que não gostava era engolir porra, então queria se concentrar nisso, em fazer o custo do dinheiro ser a própria dignidade dela. Esse cara tinha meu aplauso, tinha transformado uma puta fogosa e soberba em uma espécie de “jogo do medo” sexual onde ela tinha que fazer algo que detestava para não se foder.
Ela disse que não podia porque sentia nojo.
Então Agus interveio e disse:
─Vai, gostosa, a gente precisa da grana. Faz rápido para a gente acabar.─disse com o pau para fora da calça, obviamente ele tinha estado batendo uma enquanto tudo acontecia. Mas eu não tinha percebido porque estava concentrado em serrar o pêssego daquela mina.

Ali, com lágrimas nos olhos e ânsia, ela se ajoelhou na frente dos dois de novo e limpou nossos paus. O cara aplaudiu e segundos depois Agus cortou a câmera, o dinheiro estava depositado.

A namorada do meu amigo saiu correndo pro banheiro pra vomitar.

Agus foi dar beijos na testa e nas costas dela, consolava com muita ternura de namorado atencioso.

Ele me disse que precisavam de uns minutos e nos sentamos no sofá. Eles tomaram banho e foram pro quarto fazer carícias. Nós tomamos banho ali, primeiro Braulio e depois eu. Lilia já estava recuperada, saiu de toalha, nos parabenizou e disse que esperava que pudéssemos fazer mais vídeozinhos juntos. Pra mim ela disse que ia liberar as saídas pro namorado dela só se eu continuasse comendo ela assim. Que ia ser o único requisito.

—O que você quiser. — falei com desprezo.

—Me deixa a mil ser comida por um cara que me detesta. Te espero semana que vem pra você me comer assim com nojo, se quiser podemos dividir os ganhos. Ou foda-se toda a grana, só pra ser comida assim eu sou capaz de pagar eu mesma.

4 comentários - Minha namorada abriu um Onlyfans e agora sou corno (Parte 2)

qqqqa00 +1
buen giro, ojala ahora el se aproveche y humille a la pareja
Muchas gracias por comentar!
Gran relato de verdad. Profunda, tiene muchos recursos literarios y además grandes referencias. Jajaja parece q está para mí y todo "me pegó". Saludos a los bots de abajo.
Hay talento
te amo chabón! por gente como vos escribo...
@christostoichkov jajaja es qe siento tan identificado
@christostoichkov firme q escribiste mi vida me pasó con un hace un tiempo. La descubrí yo eso fue lo peor.
Lilia esta enferma y Agus es cómplice. no te podes escudar con la plata cuando se sabe el daño psicológico q le hacen. Se cobra bien, pero a q costo