Claro que não parou por aí.
Na semana seguinte, dois colegas vieram em casa pra fazer trabalho em grupo. O Benja chamou o Lucas pra entrar. Mas o Lucas trouxe o Mati. No fim, formamos um grupo de 4 (eu incluso).
Eles vieram e a gente estudou. Já tinham pedido permissão, então ficaram pra dormir. Nós quatro dormimos no meu quarto. Eu e o Lucas na minha cama. Os outros dois num colchão no chão. Todos vieram sem roupa pra trocar, e minha mãe mandou a gente dormir pelado. O Benja já tinha aberto a bocona dele.
De madrugada, meu pai comeu minha mãe de novo. Os gemidos dela eram bem altos. O Benja acordou todo mundo e acendeu a luz. A gente começou a se excitar. Nós quatro de pau pra fora, batendo punheta. Todos com muito pouco pelo nas rolas.
Eles três com paus grandes e eu com meu pintinho duro. O Lucas queria que eu chupasse ele. Aceitei. Mas o bruto me sufocava. Os outros riam. No fim, nós quatro gozamos na punheta. Meus colegas soltaram bastante porra, eu só umas gotinhas. Mas a imagem dos paus deles jorrando leite nunca mais saiu da minha cabeça.
Vou confessar uma coisa... eu amo mulheres, suas bundonas e seus peitos. Adoro como meu pintinho se sente dentro de uma buceta quente e molhada. Mas também me excita muito ver paus depilados pendurados meio duros. Isso faz meu pau endurecer na hora. Mais me excita em velhos, por isso fico de olho no pau do meu pai e isso me deixa com tesão. Mas naquela noite tinha três adolescentes que tinham acabado de gozar, e os paus gomosos deles me fizeram bater mais uma punheta.
Quando minha mãe terminou quase gritando, apagamos a luz e deitamos.
Acho que eram umas 4 da manhã, porque meu pai levantou e foi se lavar. Depois preparou um mate e foi embora.
A gente continuava de pau duro. Só na punheta.
De repente, a porta abriu e a luz acendeu. Era minha mãe na porta, completamente nua. Uma imagem linda.
"Os meninos já acordaram tão cedo?...", ela disse e entrou. Benja disse... Olha como a gente tá, Marga. E mostrou pra ela a pica dura dele.
Minha mãe sentou na minha cama e começou a chupar dois ao mesmo tempo. Falou pro Benja comer ela de quatro. Mandou os outros sentarem pra continuar chupando pica.
Benja metia com tudo, mas ela não conseguia gemer porque tava chupando duas rolas duronas e grandes. Eu tava batendo uma do lado.
Benja gozou com porra na minha mãe. Falou pro Lucas que era a vez dele. Depois foi a vez do Mati. Tava cheio de porra de três dos meus colegas na buceta dela.
Os caras queriam mais. Voltaram a se posicionar atrás dela e meteram violentamente. Agora aguentaram mais tempo porque já tinham gozado duas vezes. Sentir as picas duras daqueles caras foi deixando a minha mãe com mais tesão. Ela tava muito puta e pedia porra. Num momento, minha mãe gozou aos gritos.
Mas eles continuaram comendo ela. Acho que a falta de experiência não deixava eles saberem como fazer uma mulher gozar depois de uma gozada daquela. Minha mãe voltou a gemir quase sem descanso.
Eu já tava na quarta punheta.http://www.poringa.net/posts/relatos/4964536/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-16.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4981610/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-18.html
Na semana seguinte, dois colegas vieram em casa pra fazer trabalho em grupo. O Benja chamou o Lucas pra entrar. Mas o Lucas trouxe o Mati. No fim, formamos um grupo de 4 (eu incluso).
Eles vieram e a gente estudou. Já tinham pedido permissão, então ficaram pra dormir. Nós quatro dormimos no meu quarto. Eu e o Lucas na minha cama. Os outros dois num colchão no chão. Todos vieram sem roupa pra trocar, e minha mãe mandou a gente dormir pelado. O Benja já tinha aberto a bocona dele.
De madrugada, meu pai comeu minha mãe de novo. Os gemidos dela eram bem altos. O Benja acordou todo mundo e acendeu a luz. A gente começou a se excitar. Nós quatro de pau pra fora, batendo punheta. Todos com muito pouco pelo nas rolas.
Eles três com paus grandes e eu com meu pintinho duro. O Lucas queria que eu chupasse ele. Aceitei. Mas o bruto me sufocava. Os outros riam. No fim, nós quatro gozamos na punheta. Meus colegas soltaram bastante porra, eu só umas gotinhas. Mas a imagem dos paus deles jorrando leite nunca mais saiu da minha cabeça.
Vou confessar uma coisa... eu amo mulheres, suas bundonas e seus peitos. Adoro como meu pintinho se sente dentro de uma buceta quente e molhada. Mas também me excita muito ver paus depilados pendurados meio duros. Isso faz meu pau endurecer na hora. Mais me excita em velhos, por isso fico de olho no pau do meu pai e isso me deixa com tesão. Mas naquela noite tinha três adolescentes que tinham acabado de gozar, e os paus gomosos deles me fizeram bater mais uma punheta.
Quando minha mãe terminou quase gritando, apagamos a luz e deitamos.
Acho que eram umas 4 da manhã, porque meu pai levantou e foi se lavar. Depois preparou um mate e foi embora.
A gente continuava de pau duro. Só na punheta.
De repente, a porta abriu e a luz acendeu. Era minha mãe na porta, completamente nua. Uma imagem linda.
"Os meninos já acordaram tão cedo?...", ela disse e entrou. Benja disse... Olha como a gente tá, Marga. E mostrou pra ela a pica dura dele.
Minha mãe sentou na minha cama e começou a chupar dois ao mesmo tempo. Falou pro Benja comer ela de quatro. Mandou os outros sentarem pra continuar chupando pica.
Benja metia com tudo, mas ela não conseguia gemer porque tava chupando duas rolas duronas e grandes. Eu tava batendo uma do lado.
Benja gozou com porra na minha mãe. Falou pro Lucas que era a vez dele. Depois foi a vez do Mati. Tava cheio de porra de três dos meus colegas na buceta dela.
Os caras queriam mais. Voltaram a se posicionar atrás dela e meteram violentamente. Agora aguentaram mais tempo porque já tinham gozado duas vezes. Sentir as picas duras daqueles caras foi deixando a minha mãe com mais tesão. Ela tava muito puta e pedia porra. Num momento, minha mãe gozou aos gritos.
Mas eles continuaram comendo ela. Acho que a falta de experiência não deixava eles saberem como fazer uma mulher gozar depois de uma gozada daquela. Minha mãe voltou a gemir quase sem descanso.
Eu já tava na quarta punheta.http://www.poringa.net/posts/relatos/4964536/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-16.html
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