Majestade, o navio das colônias já atracou no porto, logo chegará a sobrinha do Duque de Saint com a Marquesa viúva de Poste – anunciava com uma reverência sentida o camareiro à sua Rainha.
– Bem, avise a Baronesa viúva de Beth e ao filho dela, o Barão, vamos acabar com isso de uma vez, já que não posso me livrar daquela mulher desagradável, ao menos me livro do idiota do filho dela, não o quero mais na minha corte – ordenava a Rainha ao seu vassalo, finalmente poderia satisfazer as exigências da Baronesa.
Por um lamentável acidente de caça, a Baronesa de Beth tinha ficado viúva quando o marido levou um tiro real, e com "real" queria dizer exatamente isso: a própria Rainha tinha sido a autora do disparo, cedo demais depois da última farra para sair para caçar veados. Para compensar a perda da nova viúva, tinha aumentado as terras do baronato, pago em ouro o peso do homem morto e, não satisfeita com isso, a sofrida viúva tinha exigido um casamento vantajoso para o filho imbecil, como última compensação pela sua dolorosa perda. Se com isso a bruxa se acalmasse e o filho atrapalhado deixasse a corte, a Rainha estava disposta a conceder o pedido. Casar aquele idiota com a sobrinha do Duque de Saint, isso contentaria a Baronesa, unindo a família dela à do poderoso Duque.
Há anos, o leal Marquês de Poste tinha viajado para as colônias, em missão oficial, para restabelecer as leis nos seus domínios, e tinha se casado com uma nobre local de uma beleza estonteante, a julgar pelos emissários que a tinham visto. Após longos anos de ausência, o Marquês tinha acabado de morrer em serviço e sem descendentes homens, então a sobrinha do Duque de Saint foi enviada às colônias para acompanhar a Marquesa viúva até a corte. A única filha do casamento dela fazia parte da comitiva há anos, enviada pelo Marquês com a ideia de que fosse educada na corte, mas... Com o passar do tempo, a Rainha, ao ver a jovenzinha adolescente que exibia uns peitos enormes, como era de sua preferência, a transformou em seu brinquedo favorito, chamando-a desde então de pequena peituda.
Ela se deparava com um dilema, já que havia decidido devolver à coroa as terras e os bens do marquesado como pagamento pela manutenção e educação da pequena peituda. Isso deixava a pobre Marquesa viúva sem ter onde cair morta, mas isso pouco importava para a Rainha. Bem que poderia adicioná-la ao seu séquito, algo haveria de se fazer com ela, apesar de a Rainha não desejar ser atendida por mais pessoas. Talvez encontrasse algum outro serviço que exigir dela, consultaria a secretária real.
A Marquesa viúva foi levada ao salão do trono, onde pôde conhecer a Rainha. Viu esta sentada na borda de seu trono. Não era bonita, mas tinha um rosto agradável e grandes peitos, com uma expressão plácida em seu semblante corado. Usava um vestido soberbo com uma saia ampla, conforme as modas do continente. Quando se inclinou para saudá-la, a Rainha soltou um gemido lascivo, apreciando as enormes tetas que se apresentavam.
— Majestade, a Marquesa viúva de Poste — apresentavam à Rainha.
— Marquesa de Poste — saudou ela com um leve aceno de cabeça, constatando que realmente os comentários sobre a beleza dessa mulher haviam ficado aquém.
— Majestade — saudou ela, altiva, com uma reverência elegante que mostrou à Rainha de quem a pequena peituda havia herdado seus atributos.
— Convoquei vossa presença, pois, seguindo as indicações do falecido Marquês — o que não era verdade nem de longe —, passareis a fazer parte do meu séquito. Se sua filha, com suas grandes tetas, era meu brinquedo favorito, a mãe, com esses melões enormes, seria uma diversão ainda melhor. Esse seria o serviço que exigiria dela; a secretária real encontraria um jeito.
— Mas… — interrompeu a viúva.
— Oh! Vejo que depois… De toda a educação nas colônias é mais relaxada que na corte, Marquesa. Aqui, interromper a palavra real é severamente punido, entendeis? – repreendia a Rainha, apesar de ainda gemer levemente.
Perdoai-me, Majestade – assumia sua culpa, envergonhada de seu comportamento a altiva e linda viúva, curvando-se novamente e mostrando de novo aquelas tetas enormes e deliciosas – mas é que…
Nada de "mas", Marquesa. Aceitareis minhas ordens e decisões como súdita da coroa – via, espantada, como a frente de seu vestido se molhava – O que há com vossas roupas?
Oh! Perdoai-me, Majestade – lamentava-se, envergonhada de novo, a orgulhosa peitudona, levando as mãos aos seios – é que recentemente também perdi um bebê e, com o desgosto após a morte do meu marido e o nervosismo da viagem à corte, o leite voltou a jorrar.
Lamento profundamente vossas perdas. Era varão? – fingia sentir a Rainha, quando na verdade estava maravilhada com aquelas tetonas lactantes.
Não, Majestade, era outra menina. Poderia me retirar para arrumar minha aparência? – perguntava com outra reverência, segurando os peitos, tentando fazê-los parar de jorrar.
De jeito nenhum, já perdemos tempo demais com isso. Camareiro – ofegava, chamando seu vassalo com um gesto desdenhoso para a Marquesa; só de pensar naquelas tetonas lactantes, queria terminar rápido seus assuntos para dedicar toda a atenção a elas – Ordenai à Baronesa viúva e ao filho dela que passem com a sobrinha do Duque – lamentava-se por ter que se dirigir de novo àquele par desprezível, mas tudo bem, seria a última vez, enquanto via a Marquesa se afastar até os limites do salão, balançando aquelas peitudonas ao caminhar, curvada e para trás, como mandava a etiqueta. Que apelido poderia dar a ela?
Pouco tempo dedicou a Rainha à nova audiência e, após dar a notícia e se despedir da sobrinha do Duque e dos Barões de Beth, ordenou que seus súditos saíssem do salão do trono. todos, exceto a Marquesa Viúva de Poste, para quem fez um gesto para que se aproximasse. Isso seria muito divertido, ela colocaria na linha essa preciosa nobrezinha das colônias com as tetas cheias de porra.
Majestade – fez uma reverência profunda a viúva para a Rainha, mantendo sua postura altiva, oferecendo-lhe uma visão magnífica – a senhora me ordenou que permanecesse diante de vós, mas eu gostaria de pedir uma licença, preciso encontrar minha filha.
Então quereis ver vossa filha, Marquesa – assentiu a Rainha, que parecia estar experimentando um orgasmo e pensando que esta poderia ser, a partir daquele momento e até que surgisse outra ideia mais adequada à sua função na corte, a grande big brest leiteira – neste momento ela está ocupada, mas terminando uma de suas tarefas mais delicadas e favoritas – dizia a Rainha enquanto, erguendo lentamente sua ampla saia, via-se uma jovem criatura que, ajoelhada entre as pernas da Rainha, lambia com fruição a buceta real que se abria diante dela – Sai daí, pequena big brest, que tua mãe, a grande big brest leiteira, quer te ver.
A Marquesa não saía do seu espanto, não só pelo recente apelido que a humilhava, mas também por ver sua filhinha, que haviam separado dela há muitos anos, sair debaixo da saia da Rainha, lambendo os lábios com o rosto brilhando pelos fluidos reais, terminada sua tarefa e fazendo uma elegante reverência à sua Rainha, virou-se para olhar para sua mãe, que não pôde deixar de se envergonhar ainda mais com sua roupa, já que suas tetas enormes saltavam do corpete do vestido sem nenhum pano que as cobrisse.
Vou celebrar muito que tua mãe tenha vindo à corte, pequena big brest – alegrava-se a Rainha, beliscando carinhosamente um dos jovens mamilos – nestes anos, tua filha mostrou ser uma súdita admirável, tornou-se minha favorita. Espero que a grande big brest leiteira tente te imitar, querida.
Majestade – não sabia o que dizer a Marquesa, a depravação de A corte não a pegou de surpresa, ela já tinha ouvido comentários sobre isso, mas não imaginava encontrar sua filhinha numa situação dessas – Gostaria, se não for muito pedir, de falar com ela em particular.
Ah, Marquesa! Estais na minha presença há poucos instantes, já fizestes dois pedidos e eu não obtive nada em troca, mas por se tratar da minha pequena peituda, eu vos concedo, podeis usar meu salão azul, estais em dívida comigo, grande peituda leiteira – apontou a Rainha para uma portinha à sua direita, muito satisfeita com aquela bela mulher de enormes tetas lactantes e com a dívida que poderia cobrar – Pequena peituda, farias bem em instruir tua mãe sobre os costumes da corte.
Obrigada, majestade, sois um exemplo de bondade ao permitir – retirou-se curvada, andando de costas até a porta e balançando suas grandes tetas de modo exagerado, para agradar sua Rainha, movimento que sua mãe imitou, com o balanço limitado pelo tecido que a cobria.
Berta, querida menina – disse sua mãe tentando abraçá-la, assim que as deixaram sozinhas no salão azul, e aceitando com tristeza a rejeição da filha – quanto senti sua falta, pensei tanto em você nesses anos – lamentou-se.
Senhora... mãe! – afastou-se a filha sem se deixar abraçar, sem saber como tratá-la, mas se nem a conhecia! – a verdade é que não me lembro de vocês nem um pouco, e há anos ninguém me chama de Berta, todos usam o apelido carinhoso que minha adorada Rainha me deu, pequena peituda, fariam bem em lembrar disso – disse enquanto, com suas mãozinhas, erguia e juntava suas grandes tetas, para espanto de sua mãe.
Tá bom, pequena peituda, e você gosta de ser chamada assim? – perguntou horrorizada com o comportamento da filha, que parecia ter sido moldado durante anos naquela corte depravada.
Claro, a vida na corte não é fácil, é uma honra ser distinguida pela Rainha, e se ela gosta das minhas tetas, eu fico toda feliz. oferecê-las, tive que sofrer certas humilhações e aprender outras habilidades pra me tornar a favorita dela, mas neste último ano ela reconheceu publicamente que sou a companhia mais agradável dela – orgulhosa do status que alcancei com minha entrega.
Compreendo – dizia sua mãe pra essa jovem que não conhecia, e um doloroso sentimento de perda enchia sua alma, algo de errado devia ter nela se tinha perdido tudo que possuía – Você deve estar triste, então, por ter que deixar a corte.
Deixar a corte? Por que eu faria isso? Devo obedecer minha Rainha, se foi isso que ela ordenou, mas desconheço essa ordem real – intrigada, a pequena de peitões grandes fez um gesto que fez seus seios pularem – De agora em diante vocês vão ter que se submeter aos caprichos reais igual eu, mas não me disseram que tenho que sair daqui. Sei que um dia vão me casar pra gerar o futuro Marquês de Poste, ela me disse, mas até lá vou ficar aqui, à disposição da minha Rainha.
Mas agora que seu pai morreu e eu vim te buscar, vamos voltar pra nossa casa – supunha a Marquesa, errada.
Não ouvi nada disso, lembre-se de que eu estava no salão. Duvido que a Rainha permitisse, ela adora peitos grandes, outras cortesãs só mostram um ódio ferrenho por eles, porque não os têm, e por isso a Rainha me considera o brinquedo favorito dela – comentava apertando os próprios peitos com as mãozinhas, fazendo eles transbordarem pelos lados – eu temeria por eles se a Rainha não tivesse interferido e ordenado que aquelas bruxas cuidassem deles como dois tesouros, além de dar outras ordens sobre como devem me tratar.
Bonito gesto da parte dela, ela deve te valorizar de verdade – comentou a Marquesa, estranhando o que a filha contava – Você sabe se ela decretou algo sobre mim? Ela só me dirigiu duas frases e não sei ao que devo me ater.
Oh, senhora… mãe! Por isso não precisa se preocupar, já vão te informar. O que se espera de você. Pelo que entendi, ela ia te juntar ao séquito dela, deve ter algo que vocês possam fazer por ela, mas minha adorada Rainha me ordenou que te instruísse nos costumes da corte, e é isso que vou fazer — dizia ele se aproximando dela com uma expressão perversa no rosto jovem — nos aposentos reais, nenhuma mulher deve esconder os peitos se eles são grandes — falava puxando as tetonas da mãe para cima do decote, precisando usar as duas mãos em cada uma, estavam encharcadas de porra — além disso, tem que cuidar pra mexer eles o tempo todo, não tem nada que encante mais nossa Rainha do que umas tetas pulando, e até agora, as minhas eram as melhores — olhava com desprezo as tetonas da mãe, que pareciam pudins enormes e trêmulos, cheios de leite — Nunca tinha visto porra jorrar assim, não sei se isso vai agradar Sua Majestade — dizia apertando elas, para espanto e vergonha da mãe
Mas isso é vergonhoso — dizia ela, vermelha de pudor, tentando afastar as mãos da filha sem conseguir, parecia fascinada por elas — Se a gente tem que ficar assim nos aposentos dela, por que sua roupa não tem pano pra cobrir eles? Você fica confinada nesses quartos pra sempre? — ela estava deixando a filha toda melada de porra
De jeito nenhum, só que meus peitos, por serem tão grandes e lindos, têm que ficar à vista dela o tempo todo — dizia orgulhosa, balançando eles exageradamente com um gesto curto e ensaiado — Além disso, nos anos que passei aqui, percebi que meus apetites não são de uma mulher normal, como a Rainha diz — comentava com uma expressão repulsiva — não sinto atração por homens, as atenções deles me dão nojo, por isso meu futuro casamento não me agrada nem um pouco. Me alivia pensar que meu futuro marido só vai me usar pra procriar um herdeiro e, depois disso, a Rainha vai me chamar de volta — dizia se virando pra porta da sala que acabava de se abriu e por onde aparecia a Rainha
Bem pequena peituda, vejo que instruiu sua mãe, mas agora teremos que cobrir essas maravilhas já que temos que voltar ao salão para receber o conselho – via a Rainha como sua ordem era cumprida com presteza e pudor bobo por parte da grande peituda leiteira, que tinha molhado parte de sua carga nas roupas e a careta de desgosto de sua pequena peituda ao chamar de maravilhosas as tetas da mãe, ela também se aproveitaria disso – Só as tetas da minha pequena peituda são dignas de se exibir livremente na corte – agradava a pequena com seu comentário e apalpando-as, fomentaria o ódio e a inveja na pequena peituda em relação à mãe e suas grandes tetas lactantes – Sigam-me
A Rainha, seguida pelas duas peitudas, se apresentou no salão que estava novamente cheio de gente e onde esperava o conselho formado por quatro velhos. A Marquesa não sabia onde se meter, estava desconfortável com suas roupas molhadas, a Rainha se acomodou na borda de seu trono de novo e a pequena peituda fazia o mesmo debaixo de sua saia, que vergonha!, toda a corte via e aceitava aquilo, ela se escondia num canto do estrado real.
Majestade, as notícias do norte são desanimadoras, chegou a hora de oferecer aos nossos aliados algo que não os transforme em inimigos – dizia o Chefe do Conselho mostrando franca admiração pela mulher que tinha entrado no salão com a Rainha e sua pequena peituda, parecia uma linda cerva assustada.
Eu sei, querido, mas por isso preservamos a virgindade da pequena peituda, e ela recebeu um tratamento preferencial na minha corte, seu ventre há de gerar o próximo Marquês de Poste, já que sua linda mãe não conseguiu – comentava a Rainha fazendo um gesto de apresentação em direção à mulher e um gemido acompanhado de um tapa e um sussurro ininteligível em direção à sua saia – O ventre da pequena peituda é minha oferta de paz, é uma boa proposta para o terceiro filho do Rei deles e não Vocês querem que a gente perca esse título, não é mesmo?
Mas... – ouviu-se a voz da Marquesa, que rapidamente, envergonhada, fechou a boca reconhecendo mais uma vez seu erro, ao ver a expressão irritada da Rainha e o olhar espantado dos membros do conselho.
Não, é claro que não, vamos acatar vossas ordens, Majestade, mas como sabemos que a senhora gostaria de recuperá-la depois que o futuro Marquês nascer, talvez esse pequeno detalhe não agrade os familiares do marido dela – acrescentou o Chefe do Conselho, lamentando o castigo que a bela Marquesa teria que sofrer por ter falado na presença da Rainha sem sua permissão.
Bem, membros do conselho, acidentes acontecem, a gente cruza essa ponte quando chegar nela. Algum outro assunto para tratar que exija minha atenção, cavalheiros? – respondeu a Rainha entre suspiros, encerrando o assunto com uma ameaça velada. Nada ficava no caminho dos seus caprichos.
Nenhum, Majestade, nada mais na pauta do dia – concordou o Chefe do Conselho.
Uma coisa o conselho tinha que admitir: desde que ficou viúva, a Rainha tinha feito um trabalho magnífico com os assuntos da corte, tanto políticos e sociais quanto econômicos. O reino tinha prosperado sob seu comando e até hoje ela não tinha cometido um único ato de julgamento reprovável. Também não tinha feito grandes mudanças na estrutura da corte, só tinha trocado o secretário do marido por uma mulher de peitões enormes, que acabou tendo um cérebro ainda melhor. Talvez alguém pudesse criticar essa fixação dela por peitões grandes, mas até isso tinha feito maravilhas entre os súditos, e todo mundo já começava a agradecer.
Nesse caso, podem se retirar, cavalheiros. Chamem minha secretária – suspirou a Rainha, que, com as atenções da sua pequena peituda e admirando sua mãe, pensando exatamente no que fazer com ela, estava no paraíso. Ia ter que dar um corretivo severo nela pelas falhas cometidas.
Fui chamada, Majestade? – perguntou sua secretária ao se aproximar do fundo do salão. do trono e vendo a pequena peituda sair de debaixo das saias da Rainha para se ajoelhar ao lado dela, como sempre, com seus peitões apoiados nas coxas reais, ao alcance dela, se ela os pegasse, tinha muito claro o que faria com eles, estava morrendo de vontade.
— Se Lady Edit, tenho um dilema — comentava a Rainha à sua fiel secretária enquanto sua mão inconsciente apalpava os peitões ao alcance — O que devo fazer com a mãe da pequena peituda? — perguntava à sua secretária, que não tinha percebido a presença dela e, vendo como seus olhos quase saltavam das órbitas ao apreciar os magníficos atributos e a beleza da mãe, sabia que sua secretária ia gostar daquela mulher.
— Fazer com ela em relação a quê, majestade? — perguntava a secretária, que sabia perfeitamente o que ela faria com aquela mulher gostosa. A transformaria em sua mascote, com aquele par de tetonas não dava pra fazer outra coisa.
— Ela foi avisada anteriormente de que interromper a palavra real era severamente punido aqui na corte, mas parece que nas colônias não estão acostumados a obedecer as ordens reais e ela teve a ousadia de repetir isso — batia numa das tetonas com sua raiva.
— Oh! Mas isso é terrível, minha Rainha, vamos ter que aplicar um corretivo severo pra consertar a falta de educação dela — falsamente escandalizada e realmente excitada, a secretária — Vou cuidar disso pessoalmente.
— É o que acho, agradeço e aceito sua oferta, mas enquanto penso qual seria o castigo apropriado para as faltas cometidas, gostaria de saber sua opinião sobre um assunto — comentava a Rainha — Por não ter gerado um herdeiro homem antes de perder o marido, a partir deste exato momento a Marquesa de Poste perde todos os seus direitos e privilégios — proclamava a Rainha diante de sua corte, não gostava da admiração que seu conselho tinha demonstrado pela ex-Marquesa e queria algo horrível para ela — como vocês acham que devemos dispor? dela, leal Edit?
Ops – gemeu a ex-Marquesa, que parecia não conseguir ficar calada e com isso arrumou um novo castigo. Não gostou nada do olhar da secretária real.
Entendo vosso dilema, majestade. Pelo que dizeis, entendi que decidistes incluí-la em vosso séquito? – perguntou a secretária.
Como evitar? Era o desejo do falecido Marquês! – fingiu lamentar a Rainha, com um sorriso cúmplice para sua secretária, que entendeu perfeitamente – mas já tenho gente demais ao meu redor pra me servir e pouca pra me entreter – fez um gesto pra pequena peituda, que mantinha sua postura de peitos à mostra, agradecendo as atenções da Rainha com leves rebolados.
Verdade, sempre fazeis comentários sobre isso. Posso sugerir algo, então? – a mente perversa da secretária já trabalhava.
Claro, Edit. O que sugeris como função pra essa grande peituda leiteira? – agora brincava com os mamilos da pequena, como se os espremesse, esperando que sua secretária tivesse captado a mensagem.
Poderíeis ordenar que a Baronesa de Beth cuide dela – sugeriu a secretária, que, mesmo sabendo que sua Rainha odiava aquela mulher por depravada e perversa, conhecia bem seus gostos pelo sórdido e sádico. Ela saberia o que fazer com aquelas tetonas inchadas – que a treine pra vossa diversão e prazer, que a transforme em vossa boba real com o único propósito de vos entreter – aproximou-se de sua majestade e sussurrou – com suas características físicas anormais, ela vos fará rir. Zombai dela, mais por seus defeitos e circunstâncias do que por suas piadas e devaneios.
Achas adequado? – perguntou a Rainha, hesitante, mas vendo bem claro onde sua secretária queria chegar – Ela poderia fazer isso.
Claro, majestade. Desse jeito, se ela conseguir, vós aproveitareis seus feitos e tereis uma boba real pra animar vossas noites. Caso contrário, poderíeis banir da corte a Baronesa por desobediência – explicava a secretária.
Bem pensado, Edit, como sempre você deu com a solução perfeita – elogiava a Rainha, batendo as tetas da pequena big brest contra as coxas dela – Súditos, retirem-se – ordenou à sua corte – Edit, mande vir a Baronesa viúva e fique conosco, já que, por ser ideia sua, você vai vigiar o progresso do treinamento e garantir que avance conforme meus gostos, que você conhece tão bem.
Será feito como ordenais, majestade – retirava-se a secretária para cumprir a ordem.
Lady Edit estava encantada, conhecia sua Rainha melhor que ela mesma e, com o que sabia da Baronesa viúva, conseguiria seus objetivos. Juntas, transformariam a grande big brest num bichinho de estimação para diversão de sua majestade e dela mesma. Com aquelas tetas cheias de porra e umas boas palhaçadas, ela ganharia seu lugar na corte.
Você vai gostar disso, não vai, pequena big brest? – perguntava a rainha ao seu brinquedo, apertando os atributos dela – Vão transformar a grande big brest leiteira na nossa boba da corte, e a gente vai poder rir dela.
Sim, majestade, sois muito gentil em lhe dar uma posição tão elevada – ria a pequena malvada, que se mostrava perversa quando se tratava da própria mãe.
Não demorou para sua leal secretária voltar com a Baronesa.
Baronesa viúva, mal tivemos chance de nos conhecer, mas eu adoraria remediar isso daqui pra frente. Já que seu filho parte para a Baronía, gostaria de lhe confiar uma missão importante – anunciava a Rainha – Entreguei a ex-Marquesa de Poste à minha leal Edit sob custódia, e preciso que você a eduque e treine como boba da corte real, para mim e minha corte, seguindo as instruções da minha secretária, que vai conferir pessoalmente se minhas ordens estão sendo seguidas à risca.
Encantada em servi-la, majestade – concordava a Baronesa viúva, surpresa com a ordem. Pensava que não era do agrado da Rainha, e agora ela lhe entregava um bichinho pra transformar em entretenimento. O que será que ela realmente esperava? dela? – Lady Edit poderá fazer as verificações que desejar, teremos cuidado especial em atender seu pedido, majestade, mas que limitações devemos observar com a Marquesa?
Ah, a Marquesa, grande bucetuda leiteira!, já que perdeu todos os direitos e privilégios, terá que ganhar seu sustento e permanência na corte – explicava a Rainha – exceto matá-la ou mutilá-la, seguindo as ordens de Lady Edit, poderão dispor dela à vontade, Baronesa, uma pequena compensação extra pela sua recente perda.
Entendo, minha Rainha, sou muito grata, já que ordenaram que nenhum pano deve jamais cobrir os peitos da pequena bucetuda, posso sugerir que a ex-Marquessa grande bucetuda leiteira não use vestido algum que cubra seu corpo? – testava o alcance de seu poder sobre sua nova presa e começava a curtir o que poderia significar sua nova propriedade.
Lady Edit, o que a senhora acha disso? – perguntou à sua secretária, que não tinha aberto a boca em toda a entrevista e era a nova dona da pessoa em questão, contava com ela para alcançar seu objetivo.
Claro, majestade, se ela vai virar boba da corte, terá que se vestir como tal e não como qualquer outra cortesã – admitia a secretária, fazendo um sinal para a pequena bucetuda que logo acorria junto à sua mãe que, morta de vergonha, era despojada de seu vestido no meio do salão do trono – Vai precisar de alguns ajustes na aparência, mas basicamente acho uma boa medida de reconhecimento ao seu novo status – via como a ex-Marquessa tentava se cobrir com os braços, aquelas tetas nem com quatro mãos dava pra tampar.
Tem mais alguma sugestão antes de se retirar, Baronesa viúva? – consultava a Rainha, admirando o corpo maravilhoso de calcinha molhada que tinha atraído poderosamente a atenção do conselho, sua secretária e a dela própria.
Não, majestade, Lady Edit, vou me retirar para meus aposentos para pensar na tarefa que Vocês me confiaram, e educação e treinamento não são coisas que se devam levar na brincadeira. Vou pensar também em algo sobre suas roupas – dizia a mulher horrível, despedindo-se com uma reverência respeitosa. Não tinha conseguido mantê-la nua, mas com a ajuda da secretária, conseguiria sua compensação.
Só mais uma coisa, Baronesa, conto com a senhora para dar a esta… não sei como chamá-la, ex-Marquesa não me parece apropriado – fazia um gesto em direção à bela, seminua e envergonhada mulher – terá que encontrar um apelido adequado à sua nova condição.
Porca, talvez? – perguntava a bruxa, esperançosa.
Sim, curiosa escolha de palavras. Será a boba da porca real. Como eu dizia, espero que a nova porca real receba o tratamento que merece e que faça jus ao nome.
Perfeitamente, minha Rainha. Poderá conferir seus progressos quando quiser. Espero agradá-la então – engasgava-se a Baronesa com as palavras doces, custava-lhe ser servil e Sua Majestade sabia disso e se divertia.
A Rainha, segurando a pequena bucetinha pelos mamilos, dirigiu-se aos seus aposentos para acertar as coisas com sua secretária a respeito da boba porca que as seguia, humilhada, de calcinha e sutiã.
Lady Edit, antes de tudo, temos que aplicar o corretivo. Ela precisa entender que aqui na corte não levamos desobediência na brincadeira – sentenciava a Rainha, vendo como sua secretária descobria os peitos e a nova boba esquecia de fazer o mesmo.
Claro, Majestade. Já decidiram qual será o castigo dela? – perguntava a secretária, ansiosa para cumpri-lo. Fosse o que fosse que Sua Majestade ditasse, com certeza seria do seu agrado.
Sim, tenho uma ideia que vai nos entreter até a hora do jantar. Além disso, ela foi instruída sobre o comportamento esperado dela nos meus aposentos e ignorou uma ordem de novo – respondia a Rainha, irritada com a desobediência da sua nova súdita – Mostra essas tetas, porca – ordenava, vendo como a ultrajada boba, antes altiva. Marquesa cumpria pudorosamente sua ordem — "Pequena peituda, qual é seu número favorito?"
"Sete, majestade, esse é meu número favorito" — respondia a pequena se exibindo para sua Rainha, satisfeita com a raiva dela e a vergonha de sua mãe.
"Pois então, Lady Edit, chamem meu capitão e digam que exijo a presença de sete dos meus guardas para dar uma lição na porca" — pronunciou — "Boba real, seu cu é virgem?"
"Perdão?" — exclamou a pobre Marquesa, que não entendia nada do que estava acontecendo, mas estava à mercê da vontade daquelas mulheres; a vergonha que sentia com aquela situação confundia sua audição. A Rainha tinha perguntado pelo seu cu?
"A Rainha perguntou se seu cu é virgem, não acho que seja tão difícil de responder" — repreendeu a pequena peituda, que estava adorando tudo aquilo. Ela não gostava de sua mãe, que era uma ameaça à sua posição, e não permitiria que isso fosse colocado em risco por tudo que havia passado para conquistá-la — "Meu pai já meteu o pau nobre dele na sua bunda? Ele já aproveitou da sua cloaca?"
"Não, com certeza não" — respondeu indignada, mas o que elas pensavam? Que educação tinham dado à sua filha na corte para falar de tais perversões sem nenhum pudor? — "O falecido Marquês jamais cometeu tais atos."
"Melhor assim, isso vai te ensinar a nunca mais desobedecer as regras da corte" — disse a Rainha, que ia dar uma lição naquela orgulhosa beleza com um dos atos mais humilhantes e dolorosos para uma não iniciada — "Chamem minha guarda."
Enquanto Lady Edit falava com o capitão da guarda real e explicava os desejos da Rainha, ordenando que ele voltasse acompanhado de seis guardas e ele mesmo, já que por experiência própria sabia o que era receber a vara dele em todos os seus buracos e aconselhando que trouxesse seis dos guardas que tinham acabado de voltar das colônias, com certeza após a longa travessia estariam famintos por mulheres, a Rainha ordenava ao seu brinquedo:
"Pequena peituda, esvazie as... teteias da sua mãe, enche nossos copos pra gente poder saborear enquanto curtimos o castigo dela – apontando pro jogo que tava numa mesinha – você tem que deixar ela bem seca pra não derramar nada na expiação das falhas dela
Sempre às suas ordens, majestade – a pequena reverenciava, indo pegar o primeiro dos copos e se aproximando da mãe, ordena – ajoelha, porca, não vai querer que meus braços cansem
Não… bem… ahhhh – ela só conseguiu articular quando a filha desconhecida começou a encher os copos apertando as tetas dela sem nenhuma consideração
Isso, segura o copo, palhaça – humilhava a mãe a pequena pra poder espremer com as duas mãos, começando a encher o segundo – assim tá melhor, hoje vocês vão aprender que não se deve contrariar nossa Rainha – explicava enquanto com seus jeitos habilidosos enchia o segundo e trocava pro terceiro copo – mais vale lembrar disso daqui pra frente e que o sofrimento que vocês passarem seja do agrado de sua majestade
A pequena de peitões tava fazendo um esforço danado pra extrair mais leite pra sua Rainha e com ele encher o quarto copo quando chegou o capitão da guarda, seguido por seis dos seus soldados.
Aos seus pés, majestade – a guarda reverenciava, admirando a mulher linda que mostrava uma careta de desespero e vergonha total, ajoelhada de roupa de baixo na frente da pequena de peitões que parecia estar ordenhando ela – A senhora chamou a nossa presença?
Isso mesmo, capitão, agradeço a rapidez de vocês. A presente porca real – dizia apontando pra mulher bonita prostrada na frente deles, parando na frente dela – descumpriu três vezes a regra de não interromper a palavra real e foi castigada a sofrer a sodomia do cu virgem dela por sete paus – decretava, aproximando a mão pra beliscar um dos pezões lindos dela e levando a mão à boca pra provar o néctar – Podem prosseguir
Como ordenar, majestade – e sem mais delongas, o capitão da guarda, excitado de antemão com os comentários da secretária real e vendo a mulher que se oferecia, pegou uma almofada de uma cadeira próxima, ajoelhou-se atrás dela e, levantando suas anáguas por cima da cabeça, sacou seu falo e se acomodou para penetrá-la.
— Nããão — exclamou a boba, se afastando e irritando ainda mais a Rainha com isso, apesar do lindo balanço de suas tetas com a recusa.
— Como ousais recusar, porca? — repreendia Lady Edit — se Vossa Majestade me permitir, posso cuidar de sua insubordinação, já a castigarei depois por isso.
— Por favor, Lady Edit, disponha o necessário para que meu mandato seja cumprido — assentiu a Rainha, se acomodando para apreciar o espetáculo.
— Pequena peituda, aproxima-te, ajoelha-te ao lado de tua mãe rebelde e descobre tua grupa — dito isso, a pequena obedeceu sem demora, podia ser o brinquedo favorito da Rainha, mas uma ordem da secretária não podia ser evitada de jeito nenhum — Muito bem, porca, se recusares teu castigo de novo, será o cu da tua filhinha que sofrerá as consequências.
— Não, por favor, ela não, farei o que for preciso — chorava desconsolada a pobre mulher, que faria qualquer coisa para poupar sua filha de tamanho sofrimento e vergonha.
— Adiante, capitão, procedei com cautela se achares oportuno — anunciou a secretária, se apiedando um pouco da que seria sua nova mascote — mas lembrai-vos o tempo todo que se trata de aplicação de disciplina.
O capitão se acomodou de novo atrás da puta e, cuspindo na mão, dirigiu seu pau em direção àquele buraquinho virgem. Pressionou levemente contra ele e começou a exercer uma pressão suave que fazia com que, aos poucos, sua glande fosse abrindo caminho. A Rainha e a secretária degustavam o fruto da ordenha, comentando o delicioso sabor e textura enquanto se regozijavam com a penitência.
— Céus, como dói — queixava-se aos gritos a porca — Oh, por favor, parem já.
— Ha ha ha, mas se mal começou vosso castigo. O capitão ria, puxando a ponta do pau pra cuspir de novo nela – preparem-se que lá vamos nós.
AAAAAiiii – gritava a boba, sentindo que tavam partindo ela ao meio – pelo amor de Deus, parem.
Relaxa, beleza, senão vai ser pior – dizia o capitão, que tava extasiado com aquele cu apertado de virgem – vamos ficar sérios, vocês não querem irritar nossa Rainha, querem?
Que dor, isso é horrível, pelo amor – ela se lamentava – Majestade, me perdoa.
Eu te perdoo, porca real, mas o que vão dizer de mim se eu mostrar clemência pra faltas reincidentes? – ele brindava com a taça, esvaziando o conteúdo gulosamente – Capricha, capitão.
Obediente, o capitão segurou a presa pelos quadris e aumentou o ritmo das estocadas até bater com as bolas no cu da castigada, imprimindo cada vez mais pressão e velocidade nos movimentos. A tranca enorme dele perfurava aquele cu virgem sem piedade pra agradar a Rainha. Os gritos de dor da pobre ex-marquesa enchiam o salão, e os gemidos do castigador anunciavam que ele ia acabar logo com a primeira pirocada. Quanto mais ele furava aquele cu, mais as tetas da vítima balançavam, e a Rainha aplaudia festiva. A filha dela, ajoelhada ao lado, parecia se divertir com o sofrimento da mãe.
O grunhido do capitão indicou que finalmente tinha esvaziado a carga nas entranhas da castigada. Ele se retirou pra ceder o lugar ao segundo da fila de soldados, que aos poucos tinham ido tirando os paus e se punhetando de antecipação. Tavam ansiosos pra agradar a Rainha e gratos por esse prêmio pelos serviços à coroa.
Sem perder tempo, o segundo no comando tomou posição e, sem demora, começou com uma estocada brutal. Os gemidos e súplicas da porca maltratada caíam em ouvidos surdos, cujos donos incentivavam o comedor a caprichar na foda. A gozada do antecessor facilitava pra caralho o serviço, e com a excitação acumulada enquanto esperava a vez. Masturbando-se na fila, não demorou pra gozar nas entranhas da imolada.
O segundo deu lugar ao terceiro, e a pobre bufona gemia e se lamentava, desabada no chão com a bunda empinada, segurada e sacudida pelo castigador. Como uma ladainha, seu arrependimento sincero e seus lamentos agradavam sua Rainha. Depois desse tratamento, não sobraria altivez no caráter dessa gostosa das colônias. Já a secretária, em parte lamentava o sofrimento dela, torcendo pra não quebrarem o brinquedo, mas por outro lado, isso ia amolecer aquele orgulho — ela mesma trataria de transformá-la numa verdadeira submissa. Pra finalizar o serviço, o comedor da vez enfiou tão fundo e com tanta força que o volume dos lamentos aumentou pra caralho.
— Cala a boca, porca, já enchi o saco de ouvir vocês — disse a Rainha, entediada com os gritos e choros, vendo o quarto homem se posicionar, erguendo o corpo da coitada pelo cabelo e arrancando novos grunhidos pra dar a ração de pau, se deliciando com o balanço das tetas dela. — Lady Edit, dá um jeito de calar essa boca — levantando a saia, ordenou. — Pequena peituda, agora que sua mãe parece aceitar o castigo, cuida das tuas tarefas, atende tua Rainha.
A pequena peituda engatinhou até a Rainha, rebolando, e começou a lamber e lamber os fluidos reais que escorriam. Enquanto isso, Lady Edit, puxando um banquinho, se sentou na frente da porca, abriu as pernas e mostrou a buceta peluda, ordenando:
— Brinca com a língua, bufona — excitada, a secretária aconselhava. — Afoga teus gritos entre minhas coxas e me delicia na tua expiação.
— Ah, mas isso é… — não conseguiu continuar, porque com a estocada violenta do novo comedor, a cara dela bateu na entreperna molhada da secretária real.
— Agora me faz gozar também com teu castigo — ofegava Lady Edit. — Me dá prazer com tua língua — gemia. — Lambe como… se sua vida dependesse disso – o que não estava muito longe da verdade
E a pobre porca lambia e chupava como uma possessa os fluidos e a carne da secretária como lhe haviam ordenado, com a sã intenção de não agravar seu castigo, fazendo com que ela gozasse com suas atenções, mas sem desistir do seu esforço.
O quarto homem finalizou enquanto a secretária começava a acariciar seus peitos e o quinto o seguiu, seu trabalho bucal agradava tanto a Lady Edit que, atingindo um novo orgasmo, ela gemia descontrolada, afastando-se para recuperar o fôlego, não queria se esgotar, tinha outros prazeres em mente para compartilhar com sua nova mascote.
No sexto homem, os estalos da bunda da boba enchiam o salão, mas a ladainha de súplicas e arrependimento começava a sair de sua boca novamente, sentindo seu corpo, longe de relaxar, se contorcer com as dolorosas estocadas no seu cu, que sem chegar a rompê-la, eram intoleráveis, e com o sétimo conseguiram vencer suas resistências e a dor e a humilhação deram lugar ao desmaio.
Espero que se lembre do castigo para não cometer novamente a imprudência de interromper a palavra real – sentenciava a Rainha, retirando-se com sua pequena peituda a tiracolo – Cuide dela, Lady Edit, não a quero em minha presença até nova ordem, testaremos então suas habilidades para piadas e devaneios ou terá que se acostumar com a zombaria e o escárnio.
Assim será feito, majestade, sob meu comando e às ordens da Baronesa, ela se tornará a boba mais renomada que uma corte já teve – reverenciava a secretária real, dirigindo-se agora aos guardas – Levem-na para meus aposentos, amanhã começará seu treinamento.
Se for bem recebida por seus instigadores, seguirão os relatos da pobre boba real, ex-Marquesa de poste.
– Bem, avise a Baronesa viúva de Beth e ao filho dela, o Barão, vamos acabar com isso de uma vez, já que não posso me livrar daquela mulher desagradável, ao menos me livro do idiota do filho dela, não o quero mais na minha corte – ordenava a Rainha ao seu vassalo, finalmente poderia satisfazer as exigências da Baronesa.
Por um lamentável acidente de caça, a Baronesa de Beth tinha ficado viúva quando o marido levou um tiro real, e com "real" queria dizer exatamente isso: a própria Rainha tinha sido a autora do disparo, cedo demais depois da última farra para sair para caçar veados. Para compensar a perda da nova viúva, tinha aumentado as terras do baronato, pago em ouro o peso do homem morto e, não satisfeita com isso, a sofrida viúva tinha exigido um casamento vantajoso para o filho imbecil, como última compensação pela sua dolorosa perda. Se com isso a bruxa se acalmasse e o filho atrapalhado deixasse a corte, a Rainha estava disposta a conceder o pedido. Casar aquele idiota com a sobrinha do Duque de Saint, isso contentaria a Baronesa, unindo a família dela à do poderoso Duque.
Há anos, o leal Marquês de Poste tinha viajado para as colônias, em missão oficial, para restabelecer as leis nos seus domínios, e tinha se casado com uma nobre local de uma beleza estonteante, a julgar pelos emissários que a tinham visto. Após longos anos de ausência, o Marquês tinha acabado de morrer em serviço e sem descendentes homens, então a sobrinha do Duque de Saint foi enviada às colônias para acompanhar a Marquesa viúva até a corte. A única filha do casamento dela fazia parte da comitiva há anos, enviada pelo Marquês com a ideia de que fosse educada na corte, mas... Com o passar do tempo, a Rainha, ao ver a jovenzinha adolescente que exibia uns peitos enormes, como era de sua preferência, a transformou em seu brinquedo favorito, chamando-a desde então de pequena peituda.
Ela se deparava com um dilema, já que havia decidido devolver à coroa as terras e os bens do marquesado como pagamento pela manutenção e educação da pequena peituda. Isso deixava a pobre Marquesa viúva sem ter onde cair morta, mas isso pouco importava para a Rainha. Bem que poderia adicioná-la ao seu séquito, algo haveria de se fazer com ela, apesar de a Rainha não desejar ser atendida por mais pessoas. Talvez encontrasse algum outro serviço que exigir dela, consultaria a secretária real.
A Marquesa viúva foi levada ao salão do trono, onde pôde conhecer a Rainha. Viu esta sentada na borda de seu trono. Não era bonita, mas tinha um rosto agradável e grandes peitos, com uma expressão plácida em seu semblante corado. Usava um vestido soberbo com uma saia ampla, conforme as modas do continente. Quando se inclinou para saudá-la, a Rainha soltou um gemido lascivo, apreciando as enormes tetas que se apresentavam.
— Majestade, a Marquesa viúva de Poste — apresentavam à Rainha.
— Marquesa de Poste — saudou ela com um leve aceno de cabeça, constatando que realmente os comentários sobre a beleza dessa mulher haviam ficado aquém.
— Majestade — saudou ela, altiva, com uma reverência elegante que mostrou à Rainha de quem a pequena peituda havia herdado seus atributos.
— Convoquei vossa presença, pois, seguindo as indicações do falecido Marquês — o que não era verdade nem de longe —, passareis a fazer parte do meu séquito. Se sua filha, com suas grandes tetas, era meu brinquedo favorito, a mãe, com esses melões enormes, seria uma diversão ainda melhor. Esse seria o serviço que exigiria dela; a secretária real encontraria um jeito.
— Mas… — interrompeu a viúva.
— Oh! Vejo que depois… De toda a educação nas colônias é mais relaxada que na corte, Marquesa. Aqui, interromper a palavra real é severamente punido, entendeis? – repreendia a Rainha, apesar de ainda gemer levemente.
Perdoai-me, Majestade – assumia sua culpa, envergonhada de seu comportamento a altiva e linda viúva, curvando-se novamente e mostrando de novo aquelas tetas enormes e deliciosas – mas é que…
Nada de "mas", Marquesa. Aceitareis minhas ordens e decisões como súdita da coroa – via, espantada, como a frente de seu vestido se molhava – O que há com vossas roupas?
Oh! Perdoai-me, Majestade – lamentava-se, envergonhada de novo, a orgulhosa peitudona, levando as mãos aos seios – é que recentemente também perdi um bebê e, com o desgosto após a morte do meu marido e o nervosismo da viagem à corte, o leite voltou a jorrar.
Lamento profundamente vossas perdas. Era varão? – fingia sentir a Rainha, quando na verdade estava maravilhada com aquelas tetonas lactantes.
Não, Majestade, era outra menina. Poderia me retirar para arrumar minha aparência? – perguntava com outra reverência, segurando os peitos, tentando fazê-los parar de jorrar.
De jeito nenhum, já perdemos tempo demais com isso. Camareiro – ofegava, chamando seu vassalo com um gesto desdenhoso para a Marquesa; só de pensar naquelas tetonas lactantes, queria terminar rápido seus assuntos para dedicar toda a atenção a elas – Ordenai à Baronesa viúva e ao filho dela que passem com a sobrinha do Duque – lamentava-se por ter que se dirigir de novo àquele par desprezível, mas tudo bem, seria a última vez, enquanto via a Marquesa se afastar até os limites do salão, balançando aquelas peitudonas ao caminhar, curvada e para trás, como mandava a etiqueta. Que apelido poderia dar a ela?
Pouco tempo dedicou a Rainha à nova audiência e, após dar a notícia e se despedir da sobrinha do Duque e dos Barões de Beth, ordenou que seus súditos saíssem do salão do trono. todos, exceto a Marquesa Viúva de Poste, para quem fez um gesto para que se aproximasse. Isso seria muito divertido, ela colocaria na linha essa preciosa nobrezinha das colônias com as tetas cheias de porra.
Majestade – fez uma reverência profunda a viúva para a Rainha, mantendo sua postura altiva, oferecendo-lhe uma visão magnífica – a senhora me ordenou que permanecesse diante de vós, mas eu gostaria de pedir uma licença, preciso encontrar minha filha.
Então quereis ver vossa filha, Marquesa – assentiu a Rainha, que parecia estar experimentando um orgasmo e pensando que esta poderia ser, a partir daquele momento e até que surgisse outra ideia mais adequada à sua função na corte, a grande big brest leiteira – neste momento ela está ocupada, mas terminando uma de suas tarefas mais delicadas e favoritas – dizia a Rainha enquanto, erguendo lentamente sua ampla saia, via-se uma jovem criatura que, ajoelhada entre as pernas da Rainha, lambia com fruição a buceta real que se abria diante dela – Sai daí, pequena big brest, que tua mãe, a grande big brest leiteira, quer te ver.
A Marquesa não saía do seu espanto, não só pelo recente apelido que a humilhava, mas também por ver sua filhinha, que haviam separado dela há muitos anos, sair debaixo da saia da Rainha, lambendo os lábios com o rosto brilhando pelos fluidos reais, terminada sua tarefa e fazendo uma elegante reverência à sua Rainha, virou-se para olhar para sua mãe, que não pôde deixar de se envergonhar ainda mais com sua roupa, já que suas tetas enormes saltavam do corpete do vestido sem nenhum pano que as cobrisse.
Vou celebrar muito que tua mãe tenha vindo à corte, pequena big brest – alegrava-se a Rainha, beliscando carinhosamente um dos jovens mamilos – nestes anos, tua filha mostrou ser uma súdita admirável, tornou-se minha favorita. Espero que a grande big brest leiteira tente te imitar, querida.
Majestade – não sabia o que dizer a Marquesa, a depravação de A corte não a pegou de surpresa, ela já tinha ouvido comentários sobre isso, mas não imaginava encontrar sua filhinha numa situação dessas – Gostaria, se não for muito pedir, de falar com ela em particular.
Ah, Marquesa! Estais na minha presença há poucos instantes, já fizestes dois pedidos e eu não obtive nada em troca, mas por se tratar da minha pequena peituda, eu vos concedo, podeis usar meu salão azul, estais em dívida comigo, grande peituda leiteira – apontou a Rainha para uma portinha à sua direita, muito satisfeita com aquela bela mulher de enormes tetas lactantes e com a dívida que poderia cobrar – Pequena peituda, farias bem em instruir tua mãe sobre os costumes da corte.
Obrigada, majestade, sois um exemplo de bondade ao permitir – retirou-se curvada, andando de costas até a porta e balançando suas grandes tetas de modo exagerado, para agradar sua Rainha, movimento que sua mãe imitou, com o balanço limitado pelo tecido que a cobria.
Berta, querida menina – disse sua mãe tentando abraçá-la, assim que as deixaram sozinhas no salão azul, e aceitando com tristeza a rejeição da filha – quanto senti sua falta, pensei tanto em você nesses anos – lamentou-se.
Senhora... mãe! – afastou-se a filha sem se deixar abraçar, sem saber como tratá-la, mas se nem a conhecia! – a verdade é que não me lembro de vocês nem um pouco, e há anos ninguém me chama de Berta, todos usam o apelido carinhoso que minha adorada Rainha me deu, pequena peituda, fariam bem em lembrar disso – disse enquanto, com suas mãozinhas, erguia e juntava suas grandes tetas, para espanto de sua mãe.
Tá bom, pequena peituda, e você gosta de ser chamada assim? – perguntou horrorizada com o comportamento da filha, que parecia ter sido moldado durante anos naquela corte depravada.
Claro, a vida na corte não é fácil, é uma honra ser distinguida pela Rainha, e se ela gosta das minhas tetas, eu fico toda feliz. oferecê-las, tive que sofrer certas humilhações e aprender outras habilidades pra me tornar a favorita dela, mas neste último ano ela reconheceu publicamente que sou a companhia mais agradável dela – orgulhosa do status que alcancei com minha entrega.
Compreendo – dizia sua mãe pra essa jovem que não conhecia, e um doloroso sentimento de perda enchia sua alma, algo de errado devia ter nela se tinha perdido tudo que possuía – Você deve estar triste, então, por ter que deixar a corte.
Deixar a corte? Por que eu faria isso? Devo obedecer minha Rainha, se foi isso que ela ordenou, mas desconheço essa ordem real – intrigada, a pequena de peitões grandes fez um gesto que fez seus seios pularem – De agora em diante vocês vão ter que se submeter aos caprichos reais igual eu, mas não me disseram que tenho que sair daqui. Sei que um dia vão me casar pra gerar o futuro Marquês de Poste, ela me disse, mas até lá vou ficar aqui, à disposição da minha Rainha.
Mas agora que seu pai morreu e eu vim te buscar, vamos voltar pra nossa casa – supunha a Marquesa, errada.
Não ouvi nada disso, lembre-se de que eu estava no salão. Duvido que a Rainha permitisse, ela adora peitos grandes, outras cortesãs só mostram um ódio ferrenho por eles, porque não os têm, e por isso a Rainha me considera o brinquedo favorito dela – comentava apertando os próprios peitos com as mãozinhas, fazendo eles transbordarem pelos lados – eu temeria por eles se a Rainha não tivesse interferido e ordenado que aquelas bruxas cuidassem deles como dois tesouros, além de dar outras ordens sobre como devem me tratar.
Bonito gesto da parte dela, ela deve te valorizar de verdade – comentou a Marquesa, estranhando o que a filha contava – Você sabe se ela decretou algo sobre mim? Ela só me dirigiu duas frases e não sei ao que devo me ater.
Oh, senhora… mãe! Por isso não precisa se preocupar, já vão te informar. O que se espera de você. Pelo que entendi, ela ia te juntar ao séquito dela, deve ter algo que vocês possam fazer por ela, mas minha adorada Rainha me ordenou que te instruísse nos costumes da corte, e é isso que vou fazer — dizia ele se aproximando dela com uma expressão perversa no rosto jovem — nos aposentos reais, nenhuma mulher deve esconder os peitos se eles são grandes — falava puxando as tetonas da mãe para cima do decote, precisando usar as duas mãos em cada uma, estavam encharcadas de porra — além disso, tem que cuidar pra mexer eles o tempo todo, não tem nada que encante mais nossa Rainha do que umas tetas pulando, e até agora, as minhas eram as melhores — olhava com desprezo as tetonas da mãe, que pareciam pudins enormes e trêmulos, cheios de leite — Nunca tinha visto porra jorrar assim, não sei se isso vai agradar Sua Majestade — dizia apertando elas, para espanto e vergonha da mãe
Mas isso é vergonhoso — dizia ela, vermelha de pudor, tentando afastar as mãos da filha sem conseguir, parecia fascinada por elas — Se a gente tem que ficar assim nos aposentos dela, por que sua roupa não tem pano pra cobrir eles? Você fica confinada nesses quartos pra sempre? — ela estava deixando a filha toda melada de porra
De jeito nenhum, só que meus peitos, por serem tão grandes e lindos, têm que ficar à vista dela o tempo todo — dizia orgulhosa, balançando eles exageradamente com um gesto curto e ensaiado — Além disso, nos anos que passei aqui, percebi que meus apetites não são de uma mulher normal, como a Rainha diz — comentava com uma expressão repulsiva — não sinto atração por homens, as atenções deles me dão nojo, por isso meu futuro casamento não me agrada nem um pouco. Me alivia pensar que meu futuro marido só vai me usar pra procriar um herdeiro e, depois disso, a Rainha vai me chamar de volta — dizia se virando pra porta da sala que acabava de se abriu e por onde aparecia a Rainha
Bem pequena peituda, vejo que instruiu sua mãe, mas agora teremos que cobrir essas maravilhas já que temos que voltar ao salão para receber o conselho – via a Rainha como sua ordem era cumprida com presteza e pudor bobo por parte da grande peituda leiteira, que tinha molhado parte de sua carga nas roupas e a careta de desgosto de sua pequena peituda ao chamar de maravilhosas as tetas da mãe, ela também se aproveitaria disso – Só as tetas da minha pequena peituda são dignas de se exibir livremente na corte – agradava a pequena com seu comentário e apalpando-as, fomentaria o ódio e a inveja na pequena peituda em relação à mãe e suas grandes tetas lactantes – Sigam-me
A Rainha, seguida pelas duas peitudas, se apresentou no salão que estava novamente cheio de gente e onde esperava o conselho formado por quatro velhos. A Marquesa não sabia onde se meter, estava desconfortável com suas roupas molhadas, a Rainha se acomodou na borda de seu trono de novo e a pequena peituda fazia o mesmo debaixo de sua saia, que vergonha!, toda a corte via e aceitava aquilo, ela se escondia num canto do estrado real.
Majestade, as notícias do norte são desanimadoras, chegou a hora de oferecer aos nossos aliados algo que não os transforme em inimigos – dizia o Chefe do Conselho mostrando franca admiração pela mulher que tinha entrado no salão com a Rainha e sua pequena peituda, parecia uma linda cerva assustada.
Eu sei, querido, mas por isso preservamos a virgindade da pequena peituda, e ela recebeu um tratamento preferencial na minha corte, seu ventre há de gerar o próximo Marquês de Poste, já que sua linda mãe não conseguiu – comentava a Rainha fazendo um gesto de apresentação em direção à mulher e um gemido acompanhado de um tapa e um sussurro ininteligível em direção à sua saia – O ventre da pequena peituda é minha oferta de paz, é uma boa proposta para o terceiro filho do Rei deles e não Vocês querem que a gente perca esse título, não é mesmo?
Mas... – ouviu-se a voz da Marquesa, que rapidamente, envergonhada, fechou a boca reconhecendo mais uma vez seu erro, ao ver a expressão irritada da Rainha e o olhar espantado dos membros do conselho.
Não, é claro que não, vamos acatar vossas ordens, Majestade, mas como sabemos que a senhora gostaria de recuperá-la depois que o futuro Marquês nascer, talvez esse pequeno detalhe não agrade os familiares do marido dela – acrescentou o Chefe do Conselho, lamentando o castigo que a bela Marquesa teria que sofrer por ter falado na presença da Rainha sem sua permissão.
Bem, membros do conselho, acidentes acontecem, a gente cruza essa ponte quando chegar nela. Algum outro assunto para tratar que exija minha atenção, cavalheiros? – respondeu a Rainha entre suspiros, encerrando o assunto com uma ameaça velada. Nada ficava no caminho dos seus caprichos.
Nenhum, Majestade, nada mais na pauta do dia – concordou o Chefe do Conselho.
Uma coisa o conselho tinha que admitir: desde que ficou viúva, a Rainha tinha feito um trabalho magnífico com os assuntos da corte, tanto políticos e sociais quanto econômicos. O reino tinha prosperado sob seu comando e até hoje ela não tinha cometido um único ato de julgamento reprovável. Também não tinha feito grandes mudanças na estrutura da corte, só tinha trocado o secretário do marido por uma mulher de peitões enormes, que acabou tendo um cérebro ainda melhor. Talvez alguém pudesse criticar essa fixação dela por peitões grandes, mas até isso tinha feito maravilhas entre os súditos, e todo mundo já começava a agradecer.
Nesse caso, podem se retirar, cavalheiros. Chamem minha secretária – suspirou a Rainha, que, com as atenções da sua pequena peituda e admirando sua mãe, pensando exatamente no que fazer com ela, estava no paraíso. Ia ter que dar um corretivo severo nela pelas falhas cometidas.
Fui chamada, Majestade? – perguntou sua secretária ao se aproximar do fundo do salão. do trono e vendo a pequena peituda sair de debaixo das saias da Rainha para se ajoelhar ao lado dela, como sempre, com seus peitões apoiados nas coxas reais, ao alcance dela, se ela os pegasse, tinha muito claro o que faria com eles, estava morrendo de vontade.
— Se Lady Edit, tenho um dilema — comentava a Rainha à sua fiel secretária enquanto sua mão inconsciente apalpava os peitões ao alcance — O que devo fazer com a mãe da pequena peituda? — perguntava à sua secretária, que não tinha percebido a presença dela e, vendo como seus olhos quase saltavam das órbitas ao apreciar os magníficos atributos e a beleza da mãe, sabia que sua secretária ia gostar daquela mulher.
— Fazer com ela em relação a quê, majestade? — perguntava a secretária, que sabia perfeitamente o que ela faria com aquela mulher gostosa. A transformaria em sua mascote, com aquele par de tetonas não dava pra fazer outra coisa.
— Ela foi avisada anteriormente de que interromper a palavra real era severamente punido aqui na corte, mas parece que nas colônias não estão acostumados a obedecer as ordens reais e ela teve a ousadia de repetir isso — batia numa das tetonas com sua raiva.
— Oh! Mas isso é terrível, minha Rainha, vamos ter que aplicar um corretivo severo pra consertar a falta de educação dela — falsamente escandalizada e realmente excitada, a secretária — Vou cuidar disso pessoalmente.
— É o que acho, agradeço e aceito sua oferta, mas enquanto penso qual seria o castigo apropriado para as faltas cometidas, gostaria de saber sua opinião sobre um assunto — comentava a Rainha — Por não ter gerado um herdeiro homem antes de perder o marido, a partir deste exato momento a Marquesa de Poste perde todos os seus direitos e privilégios — proclamava a Rainha diante de sua corte, não gostava da admiração que seu conselho tinha demonstrado pela ex-Marquesa e queria algo horrível para ela — como vocês acham que devemos dispor? dela, leal Edit?
Ops – gemeu a ex-Marquesa, que parecia não conseguir ficar calada e com isso arrumou um novo castigo. Não gostou nada do olhar da secretária real.
Entendo vosso dilema, majestade. Pelo que dizeis, entendi que decidistes incluí-la em vosso séquito? – perguntou a secretária.
Como evitar? Era o desejo do falecido Marquês! – fingiu lamentar a Rainha, com um sorriso cúmplice para sua secretária, que entendeu perfeitamente – mas já tenho gente demais ao meu redor pra me servir e pouca pra me entreter – fez um gesto pra pequena peituda, que mantinha sua postura de peitos à mostra, agradecendo as atenções da Rainha com leves rebolados.
Verdade, sempre fazeis comentários sobre isso. Posso sugerir algo, então? – a mente perversa da secretária já trabalhava.
Claro, Edit. O que sugeris como função pra essa grande peituda leiteira? – agora brincava com os mamilos da pequena, como se os espremesse, esperando que sua secretária tivesse captado a mensagem.
Poderíeis ordenar que a Baronesa de Beth cuide dela – sugeriu a secretária, que, mesmo sabendo que sua Rainha odiava aquela mulher por depravada e perversa, conhecia bem seus gostos pelo sórdido e sádico. Ela saberia o que fazer com aquelas tetonas inchadas – que a treine pra vossa diversão e prazer, que a transforme em vossa boba real com o único propósito de vos entreter – aproximou-se de sua majestade e sussurrou – com suas características físicas anormais, ela vos fará rir. Zombai dela, mais por seus defeitos e circunstâncias do que por suas piadas e devaneios.
Achas adequado? – perguntou a Rainha, hesitante, mas vendo bem claro onde sua secretária queria chegar – Ela poderia fazer isso.
Claro, majestade. Desse jeito, se ela conseguir, vós aproveitareis seus feitos e tereis uma boba real pra animar vossas noites. Caso contrário, poderíeis banir da corte a Baronesa por desobediência – explicava a secretária.
Bem pensado, Edit, como sempre você deu com a solução perfeita – elogiava a Rainha, batendo as tetas da pequena big brest contra as coxas dela – Súditos, retirem-se – ordenou à sua corte – Edit, mande vir a Baronesa viúva e fique conosco, já que, por ser ideia sua, você vai vigiar o progresso do treinamento e garantir que avance conforme meus gostos, que você conhece tão bem.
Será feito como ordenais, majestade – retirava-se a secretária para cumprir a ordem.
Lady Edit estava encantada, conhecia sua Rainha melhor que ela mesma e, com o que sabia da Baronesa viúva, conseguiria seus objetivos. Juntas, transformariam a grande big brest num bichinho de estimação para diversão de sua majestade e dela mesma. Com aquelas tetas cheias de porra e umas boas palhaçadas, ela ganharia seu lugar na corte.
Você vai gostar disso, não vai, pequena big brest? – perguntava a rainha ao seu brinquedo, apertando os atributos dela – Vão transformar a grande big brest leiteira na nossa boba da corte, e a gente vai poder rir dela.
Sim, majestade, sois muito gentil em lhe dar uma posição tão elevada – ria a pequena malvada, que se mostrava perversa quando se tratava da própria mãe.
Não demorou para sua leal secretária voltar com a Baronesa.
Baronesa viúva, mal tivemos chance de nos conhecer, mas eu adoraria remediar isso daqui pra frente. Já que seu filho parte para a Baronía, gostaria de lhe confiar uma missão importante – anunciava a Rainha – Entreguei a ex-Marquesa de Poste à minha leal Edit sob custódia, e preciso que você a eduque e treine como boba da corte real, para mim e minha corte, seguindo as instruções da minha secretária, que vai conferir pessoalmente se minhas ordens estão sendo seguidas à risca.
Encantada em servi-la, majestade – concordava a Baronesa viúva, surpresa com a ordem. Pensava que não era do agrado da Rainha, e agora ela lhe entregava um bichinho pra transformar em entretenimento. O que será que ela realmente esperava? dela? – Lady Edit poderá fazer as verificações que desejar, teremos cuidado especial em atender seu pedido, majestade, mas que limitações devemos observar com a Marquesa?
Ah, a Marquesa, grande bucetuda leiteira!, já que perdeu todos os direitos e privilégios, terá que ganhar seu sustento e permanência na corte – explicava a Rainha – exceto matá-la ou mutilá-la, seguindo as ordens de Lady Edit, poderão dispor dela à vontade, Baronesa, uma pequena compensação extra pela sua recente perda.
Entendo, minha Rainha, sou muito grata, já que ordenaram que nenhum pano deve jamais cobrir os peitos da pequena bucetuda, posso sugerir que a ex-Marquessa grande bucetuda leiteira não use vestido algum que cubra seu corpo? – testava o alcance de seu poder sobre sua nova presa e começava a curtir o que poderia significar sua nova propriedade.
Lady Edit, o que a senhora acha disso? – perguntou à sua secretária, que não tinha aberto a boca em toda a entrevista e era a nova dona da pessoa em questão, contava com ela para alcançar seu objetivo.
Claro, majestade, se ela vai virar boba da corte, terá que se vestir como tal e não como qualquer outra cortesã – admitia a secretária, fazendo um sinal para a pequena bucetuda que logo acorria junto à sua mãe que, morta de vergonha, era despojada de seu vestido no meio do salão do trono – Vai precisar de alguns ajustes na aparência, mas basicamente acho uma boa medida de reconhecimento ao seu novo status – via como a ex-Marquessa tentava se cobrir com os braços, aquelas tetas nem com quatro mãos dava pra tampar.
Tem mais alguma sugestão antes de se retirar, Baronesa viúva? – consultava a Rainha, admirando o corpo maravilhoso de calcinha molhada que tinha atraído poderosamente a atenção do conselho, sua secretária e a dela própria.
Não, majestade, Lady Edit, vou me retirar para meus aposentos para pensar na tarefa que Vocês me confiaram, e educação e treinamento não são coisas que se devam levar na brincadeira. Vou pensar também em algo sobre suas roupas – dizia a mulher horrível, despedindo-se com uma reverência respeitosa. Não tinha conseguido mantê-la nua, mas com a ajuda da secretária, conseguiria sua compensação.
Só mais uma coisa, Baronesa, conto com a senhora para dar a esta… não sei como chamá-la, ex-Marquesa não me parece apropriado – fazia um gesto em direção à bela, seminua e envergonhada mulher – terá que encontrar um apelido adequado à sua nova condição.
Porca, talvez? – perguntava a bruxa, esperançosa.
Sim, curiosa escolha de palavras. Será a boba da porca real. Como eu dizia, espero que a nova porca real receba o tratamento que merece e que faça jus ao nome.
Perfeitamente, minha Rainha. Poderá conferir seus progressos quando quiser. Espero agradá-la então – engasgava-se a Baronesa com as palavras doces, custava-lhe ser servil e Sua Majestade sabia disso e se divertia.
A Rainha, segurando a pequena bucetinha pelos mamilos, dirigiu-se aos seus aposentos para acertar as coisas com sua secretária a respeito da boba porca que as seguia, humilhada, de calcinha e sutiã.
Lady Edit, antes de tudo, temos que aplicar o corretivo. Ela precisa entender que aqui na corte não levamos desobediência na brincadeira – sentenciava a Rainha, vendo como sua secretária descobria os peitos e a nova boba esquecia de fazer o mesmo.
Claro, Majestade. Já decidiram qual será o castigo dela? – perguntava a secretária, ansiosa para cumpri-lo. Fosse o que fosse que Sua Majestade ditasse, com certeza seria do seu agrado.
Sim, tenho uma ideia que vai nos entreter até a hora do jantar. Além disso, ela foi instruída sobre o comportamento esperado dela nos meus aposentos e ignorou uma ordem de novo – respondia a Rainha, irritada com a desobediência da sua nova súdita – Mostra essas tetas, porca – ordenava, vendo como a ultrajada boba, antes altiva. Marquesa cumpria pudorosamente sua ordem — "Pequena peituda, qual é seu número favorito?"
"Sete, majestade, esse é meu número favorito" — respondia a pequena se exibindo para sua Rainha, satisfeita com a raiva dela e a vergonha de sua mãe.
"Pois então, Lady Edit, chamem meu capitão e digam que exijo a presença de sete dos meus guardas para dar uma lição na porca" — pronunciou — "Boba real, seu cu é virgem?"
"Perdão?" — exclamou a pobre Marquesa, que não entendia nada do que estava acontecendo, mas estava à mercê da vontade daquelas mulheres; a vergonha que sentia com aquela situação confundia sua audição. A Rainha tinha perguntado pelo seu cu?
"A Rainha perguntou se seu cu é virgem, não acho que seja tão difícil de responder" — repreendeu a pequena peituda, que estava adorando tudo aquilo. Ela não gostava de sua mãe, que era uma ameaça à sua posição, e não permitiria que isso fosse colocado em risco por tudo que havia passado para conquistá-la — "Meu pai já meteu o pau nobre dele na sua bunda? Ele já aproveitou da sua cloaca?"
"Não, com certeza não" — respondeu indignada, mas o que elas pensavam? Que educação tinham dado à sua filha na corte para falar de tais perversões sem nenhum pudor? — "O falecido Marquês jamais cometeu tais atos."
"Melhor assim, isso vai te ensinar a nunca mais desobedecer as regras da corte" — disse a Rainha, que ia dar uma lição naquela orgulhosa beleza com um dos atos mais humilhantes e dolorosos para uma não iniciada — "Chamem minha guarda."
Enquanto Lady Edit falava com o capitão da guarda real e explicava os desejos da Rainha, ordenando que ele voltasse acompanhado de seis guardas e ele mesmo, já que por experiência própria sabia o que era receber a vara dele em todos os seus buracos e aconselhando que trouxesse seis dos guardas que tinham acabado de voltar das colônias, com certeza após a longa travessia estariam famintos por mulheres, a Rainha ordenava ao seu brinquedo:
"Pequena peituda, esvazie as... teteias da sua mãe, enche nossos copos pra gente poder saborear enquanto curtimos o castigo dela – apontando pro jogo que tava numa mesinha – você tem que deixar ela bem seca pra não derramar nada na expiação das falhas dela
Sempre às suas ordens, majestade – a pequena reverenciava, indo pegar o primeiro dos copos e se aproximando da mãe, ordena – ajoelha, porca, não vai querer que meus braços cansem
Não… bem… ahhhh – ela só conseguiu articular quando a filha desconhecida começou a encher os copos apertando as tetas dela sem nenhuma consideração
Isso, segura o copo, palhaça – humilhava a mãe a pequena pra poder espremer com as duas mãos, começando a encher o segundo – assim tá melhor, hoje vocês vão aprender que não se deve contrariar nossa Rainha – explicava enquanto com seus jeitos habilidosos enchia o segundo e trocava pro terceiro copo – mais vale lembrar disso daqui pra frente e que o sofrimento que vocês passarem seja do agrado de sua majestade
A pequena de peitões tava fazendo um esforço danado pra extrair mais leite pra sua Rainha e com ele encher o quarto copo quando chegou o capitão da guarda, seguido por seis dos seus soldados.
Aos seus pés, majestade – a guarda reverenciava, admirando a mulher linda que mostrava uma careta de desespero e vergonha total, ajoelhada de roupa de baixo na frente da pequena de peitões que parecia estar ordenhando ela – A senhora chamou a nossa presença?
Isso mesmo, capitão, agradeço a rapidez de vocês. A presente porca real – dizia apontando pra mulher bonita prostrada na frente deles, parando na frente dela – descumpriu três vezes a regra de não interromper a palavra real e foi castigada a sofrer a sodomia do cu virgem dela por sete paus – decretava, aproximando a mão pra beliscar um dos pezões lindos dela e levando a mão à boca pra provar o néctar – Podem prosseguir
Como ordenar, majestade – e sem mais delongas, o capitão da guarda, excitado de antemão com os comentários da secretária real e vendo a mulher que se oferecia, pegou uma almofada de uma cadeira próxima, ajoelhou-se atrás dela e, levantando suas anáguas por cima da cabeça, sacou seu falo e se acomodou para penetrá-la.
— Nããão — exclamou a boba, se afastando e irritando ainda mais a Rainha com isso, apesar do lindo balanço de suas tetas com a recusa.
— Como ousais recusar, porca? — repreendia Lady Edit — se Vossa Majestade me permitir, posso cuidar de sua insubordinação, já a castigarei depois por isso.
— Por favor, Lady Edit, disponha o necessário para que meu mandato seja cumprido — assentiu a Rainha, se acomodando para apreciar o espetáculo.
— Pequena peituda, aproxima-te, ajoelha-te ao lado de tua mãe rebelde e descobre tua grupa — dito isso, a pequena obedeceu sem demora, podia ser o brinquedo favorito da Rainha, mas uma ordem da secretária não podia ser evitada de jeito nenhum — Muito bem, porca, se recusares teu castigo de novo, será o cu da tua filhinha que sofrerá as consequências.
— Não, por favor, ela não, farei o que for preciso — chorava desconsolada a pobre mulher, que faria qualquer coisa para poupar sua filha de tamanho sofrimento e vergonha.
— Adiante, capitão, procedei com cautela se achares oportuno — anunciou a secretária, se apiedando um pouco da que seria sua nova mascote — mas lembrai-vos o tempo todo que se trata de aplicação de disciplina.
O capitão se acomodou de novo atrás da puta e, cuspindo na mão, dirigiu seu pau em direção àquele buraquinho virgem. Pressionou levemente contra ele e começou a exercer uma pressão suave que fazia com que, aos poucos, sua glande fosse abrindo caminho. A Rainha e a secretária degustavam o fruto da ordenha, comentando o delicioso sabor e textura enquanto se regozijavam com a penitência.
— Céus, como dói — queixava-se aos gritos a porca — Oh, por favor, parem já.
— Ha ha ha, mas se mal começou vosso castigo. O capitão ria, puxando a ponta do pau pra cuspir de novo nela – preparem-se que lá vamos nós.
AAAAAiiii – gritava a boba, sentindo que tavam partindo ela ao meio – pelo amor de Deus, parem.
Relaxa, beleza, senão vai ser pior – dizia o capitão, que tava extasiado com aquele cu apertado de virgem – vamos ficar sérios, vocês não querem irritar nossa Rainha, querem?
Que dor, isso é horrível, pelo amor – ela se lamentava – Majestade, me perdoa.
Eu te perdoo, porca real, mas o que vão dizer de mim se eu mostrar clemência pra faltas reincidentes? – ele brindava com a taça, esvaziando o conteúdo gulosamente – Capricha, capitão.
Obediente, o capitão segurou a presa pelos quadris e aumentou o ritmo das estocadas até bater com as bolas no cu da castigada, imprimindo cada vez mais pressão e velocidade nos movimentos. A tranca enorme dele perfurava aquele cu virgem sem piedade pra agradar a Rainha. Os gritos de dor da pobre ex-marquesa enchiam o salão, e os gemidos do castigador anunciavam que ele ia acabar logo com a primeira pirocada. Quanto mais ele furava aquele cu, mais as tetas da vítima balançavam, e a Rainha aplaudia festiva. A filha dela, ajoelhada ao lado, parecia se divertir com o sofrimento da mãe.
O grunhido do capitão indicou que finalmente tinha esvaziado a carga nas entranhas da castigada. Ele se retirou pra ceder o lugar ao segundo da fila de soldados, que aos poucos tinham ido tirando os paus e se punhetando de antecipação. Tavam ansiosos pra agradar a Rainha e gratos por esse prêmio pelos serviços à coroa.
Sem perder tempo, o segundo no comando tomou posição e, sem demora, começou com uma estocada brutal. Os gemidos e súplicas da porca maltratada caíam em ouvidos surdos, cujos donos incentivavam o comedor a caprichar na foda. A gozada do antecessor facilitava pra caralho o serviço, e com a excitação acumulada enquanto esperava a vez. Masturbando-se na fila, não demorou pra gozar nas entranhas da imolada.
O segundo deu lugar ao terceiro, e a pobre bufona gemia e se lamentava, desabada no chão com a bunda empinada, segurada e sacudida pelo castigador. Como uma ladainha, seu arrependimento sincero e seus lamentos agradavam sua Rainha. Depois desse tratamento, não sobraria altivez no caráter dessa gostosa das colônias. Já a secretária, em parte lamentava o sofrimento dela, torcendo pra não quebrarem o brinquedo, mas por outro lado, isso ia amolecer aquele orgulho — ela mesma trataria de transformá-la numa verdadeira submissa. Pra finalizar o serviço, o comedor da vez enfiou tão fundo e com tanta força que o volume dos lamentos aumentou pra caralho.
— Cala a boca, porca, já enchi o saco de ouvir vocês — disse a Rainha, entediada com os gritos e choros, vendo o quarto homem se posicionar, erguendo o corpo da coitada pelo cabelo e arrancando novos grunhidos pra dar a ração de pau, se deliciando com o balanço das tetas dela. — Lady Edit, dá um jeito de calar essa boca — levantando a saia, ordenou. — Pequena peituda, agora que sua mãe parece aceitar o castigo, cuida das tuas tarefas, atende tua Rainha.
A pequena peituda engatinhou até a Rainha, rebolando, e começou a lamber e lamber os fluidos reais que escorriam. Enquanto isso, Lady Edit, puxando um banquinho, se sentou na frente da porca, abriu as pernas e mostrou a buceta peluda, ordenando:
— Brinca com a língua, bufona — excitada, a secretária aconselhava. — Afoga teus gritos entre minhas coxas e me delicia na tua expiação.
— Ah, mas isso é… — não conseguiu continuar, porque com a estocada violenta do novo comedor, a cara dela bateu na entreperna molhada da secretária real.
— Agora me faz gozar também com teu castigo — ofegava Lady Edit. — Me dá prazer com tua língua — gemia. — Lambe como… se sua vida dependesse disso – o que não estava muito longe da verdade
E a pobre porca lambia e chupava como uma possessa os fluidos e a carne da secretária como lhe haviam ordenado, com a sã intenção de não agravar seu castigo, fazendo com que ela gozasse com suas atenções, mas sem desistir do seu esforço.
O quarto homem finalizou enquanto a secretária começava a acariciar seus peitos e o quinto o seguiu, seu trabalho bucal agradava tanto a Lady Edit que, atingindo um novo orgasmo, ela gemia descontrolada, afastando-se para recuperar o fôlego, não queria se esgotar, tinha outros prazeres em mente para compartilhar com sua nova mascote.
No sexto homem, os estalos da bunda da boba enchiam o salão, mas a ladainha de súplicas e arrependimento começava a sair de sua boca novamente, sentindo seu corpo, longe de relaxar, se contorcer com as dolorosas estocadas no seu cu, que sem chegar a rompê-la, eram intoleráveis, e com o sétimo conseguiram vencer suas resistências e a dor e a humilhação deram lugar ao desmaio.
Espero que se lembre do castigo para não cometer novamente a imprudência de interromper a palavra real – sentenciava a Rainha, retirando-se com sua pequena peituda a tiracolo – Cuide dela, Lady Edit, não a quero em minha presença até nova ordem, testaremos então suas habilidades para piadas e devaneios ou terá que se acostumar com a zombaria e o escárnio.
Assim será feito, majestade, sob meu comando e às ordens da Baronesa, ela se tornará a boba mais renomada que uma corte já teve – reverenciava a secretária real, dirigindo-se agora aos guardas – Levem-na para meus aposentos, amanhã começará seu treinamento.
Se for bem recebida por seus instigadores, seguirão os relatos da pobre boba real, ex-Marquesa de poste.
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