Pitufina e uma vaca peituda

Pitufina e uma vaca peitudaEmbora os dias passassem, minha confiança com as mulheres foi aumentando dia após dia. Transar com a Karina várias vezes por semana me deu um pouco de experiência, e algumas outras já tinham caído nos meus encantos, mas da Karen eu não sabia como ela gostava, porque ela não me deixava chegar perto, já que não dava abertura pra conversar. Chegava onde ela estava e ela ia embora ou me ignorava, não sabia por quê. Tinha certeza de que nenhuma das que eu tinha transado iria sair por aí falando. Voltando de um dia chato na escola, eu demorava pra chegar em casa porque naquele horário costumava encontrar minha vizinha Marta, que era uma delícia de mulher. (Marta, uma coroa de 30 anos, peitos enormes naturais, pele branca, cabelo curto preto, uma bunda redondinha, 1,63 de altura e 68 kg, um pouco acima do peso, mas ainda assim era uma gostosa, medidas 116-71-87). Pra transar, era o desejo de muitos do bairro. Tinha um filho. Casada, mas parecia que ou o marido não dava o que ela precisava, ou ela gostava de se exibir, porque sempre usava shorts bem curtos e blusa de alcinha. Embora não falasse com muitos, eu era um privilegiado, porque por mera "casualidade" a gente se encontrava no caminho pra casa. No começo foi difícil puxar conversa, parecia que o marido a controlava demais, mas tudo é questão de paciência e aos poucos fui derrubando a defesa dela. E, embora não conversássemos por muito tempo, foi algo constante nos últimos 4 meses. Marta: Alô, Edu, já saiu da escola? Edu: Oi, Marta, já sim. Quero que cheguem logo as férias. Marta: Não só você, que vai pra escola, precisa de férias. A gente também. Edu: Mas pra você é mais fácil, é só pedir pro seu marido te levar de férias. Marta: Quem dera fosse tão simples assim. Edu: Eu te levaria de férias sempre que você pedisse. Marta: Que cavalheiro, Edu, mas é mais do que querer ir. Edu: Me explica. Marta: Os filhos, o trabalho, o dinheiro, etc. Edu: Pelo que eu sei, tudo tem solução. E assim, sem parar de conversar, chegamos na casa dela. A gente estava tão à vontade. Conversando sem nem perceber, e o marido dela apareceu. Achei que ele fosse brigar com ela por ter vindo comigo, mas fiquei surpreso com a agilidade mental dela. Marta: Carlos, querido, eu estava conversando com o Edu sobre ele poder nos ajudar com o Oscarito, que ele me explicou matemática pra ele aprender melhor. Carlos: Entendi, seria muito bom. Edu: É só questão de eu explicar direito pra ele conseguir entender. Carlos: Você poderia dar uma aula pra ele ainda hoje à tarde, se quiser. Edu: Claro, sem problemas. Passo aqui antes de ir treinar. Marta: Muito obrigada, Edu.

Quando cheguei em casa, minha mãe e minha irmã não estavam. Não fazia ideia de onde poderiam estar. Imagino que minha irmã estivesse com o pai dela no trabalho, e minha mãe em alguma reunião no escritório. Comi alguma coisa, relembrei o que tinha acontecido naqueles dias, pensei em quem poderia ser minha próxima vítima e pensei na Marlen. (Marlen: 1,52 de altura, 45 kg, morena, cabelo castanho, olhos castanhos, lábios finos, pernas não tão firmes quanto as da Karina, mas por ser muito baixinha mexia com meu tesão, 32-28-32 eram as medidas dela). Ela foi a escolhida. Me atraía pelo olhar, tinha aquele olhar safado, apesar de ser muito magrinha. Tirei um cochilo. Quando acordei, tomei um banho e preparei minhas coisas pra ir treinar.

Cheguei na casa da Marta. Quando bati na porta, meu pau deu um pulo, tava ansioso pra ver a peituda da Marta. Pena que, ao abrir a porta, pra minha desgraça, quem abriu foi o filho dela, o Oscar. Ele me recebeu todo animado, porque era hiperativo. Comecei a ensinar ele, principalmente o que ele tinha mais dificuldade. Depois de uma hora, e por ter que ir treinar, fui embora sem conseguir ver minha vizinha peituda. De noite, quando cheguei em casa, vi minha irmã e minha mãe preparando o jantar. Só de olhar pra elas, percebi que não as via como antes. Meu olhar foi direto pra suas bundas, pra suas pernas, e apesar de serem minha família, meus hormônios estavam mais loucos que o normal.

No jantar, não teve muitos comentários, só os típicos do dia a dia, como foi o dia e tal, até que minha mãe soltou uma. Mãe: Edu, querido, a Marta me disse Que você dá aulas para o filho dela, isso é muito nobre da sua parte.
Edu: Ela me pediu como um favor e não pude dizer não. Como é que minha Mãe e a peituda vão conversar se a peituda mal tinha saído da casa dela?
Edu: Não sabia que você era amiga da vizinha!
Mãe: Claro que somos amigas, muitas vezes trago ela pra casa quando encontro no caminho e a gente conversa, é uma mulher muito agradável.
Liliana: Quem não me agrada é o marido dela, fica te encarando, parece um sátiro.
As duas caíram na risada.

No dia seguinte, no fim das aulas:
Edu: Marlen, oi, estava te procurando pra te convidar pra um café, sorvete ou refrigerante, queria conversar com você sobre uma coisa.
Marlen: Oi, Edu, bom, não sei se a Karina ia gostar de eu sair com o namorado dela.
Isso me deixou sem reação por uns segundos.
Edu: Poxa, não sabia que ela já tinha namorada, e muito menos que era a Karina.
Marlen: Bom, ela disse pra gente que você era o namorado dela.
Edu: Bom, não me incomodaria se ela me pedisse.
Marlen: Kkkk, bom, se você não é, não vejo por que não aceitar seu convite.

Chegamos a uma cafeteria perto da escola. Enquanto a gente pedia, eu tinha que não só tentar pegar ela, mas também tirar informação sobre o quanto a Karina tinha contado do que rolou na casa dela.
Não me incomodava que ela tivesse contado, me incomodava que ela não tinha feito o que eu pedi. Já vou cobrar dela depois.
Marlen: Bom, já que estamos aqui, pode me dizer por que me convidou?
Edu: Claro, queria te convidar porque preciso de duas coisas de você: primeiro, saber o quanto a Karina falou de mim; segundo, você fala bem com a Karen, né? É que eu gosto dela e queria saber se você podia me ajudar com isso.
Marlen: E o que eu ganho com isso? Qual é o benefício pra mim?
Edu: Bom, me diz o que você quer.
Marlen: Bom, então o que a Karina falou de você é verdade?
Edu: É que eu não sei o que ela disse pra vocês.
Marlen: Bom, ela disse que na casa dela vocês se beijaram e se pegaram, mas que não passou disso, que você queria mais mas ela não tinha certeza.
Poxa, então ela quer se fazer de santa, a putinha.
Marlen: Isso é verdade?
Edu: Bom, não sou do tipo que gosta de... Mentira, se a gente se beijou e...
Marlen: mas ele também disse que você tem um... ai, que vergonha de falar
Edu: um grande talento pra beijar?
Marlen: sim, ele disse isso também, mas não é isso que quero confirmar
Edu: bom, que tal a gente ir pra outro lugar pra você confirmar o que quiser?

Karina tinha razão, eu era o queridinho de várias minas afinal. Minha "namorada" não mentiu nisso. Já ia levar isso em conta na hora de castigar ela. Peguei a mão da Marlen e saímos da cafeteria. Pensei que se ela fosse igual à Karina, ia ficar toda molinha. Minha casa sempre tinha alguém na quinta-feira, minha irmã ou minha mãe, então não dava. Ia ter que ser na casa dela.

Marlen: vamos rápido pra minha casa, tá vazia, não tem ninguém. Meus pais e irmãos não estão.
Edu: perfeitamente de acordo.

Meu celular tocou no caminho pra casa da Marlen, que não ficava longe da escola, só três quarteirões. Fomos andando.

Edu: alô, quem fala?
Karina: amor, cadê você? Tô super tarada, você prometeu me comer depois da escola. Te procurei e não te achei.
Edu: bom, você tem razão, eu prometi. Mas você também prometeu não contar pra ninguém, e não cumpriu, né?
Karina: qual é, love, só contei pra umas amigas, ninguém mais.
Edu: eu falei pra ninguém. Se você não cumpre, eu também não.

E desliguei na cara dela. Enquanto isso, a Marlen me olhava surpresa, apertando minha mão cada vez mais.

Marlen: que foi isso?
Edu: bom, Karina e eu combinamos de não contar nada pra ninguém, e pelo visto ela não cumpriu o trato.

Bem na frente da porta dela, ela me questionou.

Marlen: ouvi perfeitamente ela te chamando pra transar.
Edu: você tem um bom ouvido.
Marlen: é só isso que você vai dizer? Não vai negar?
Edu: se você me deixar entrar, te explico o que realmente aconteceu.

Ficou um silêncio da parte dela, só me olhando. Era aquele olhar que as mulheres fazem quando não sabem se confiam ou não. Pelo visto, tinha chegado ao fim da minha tentativa de comer ela. Sério, a Karina ia pagar caro por isso.

Me virei pra ir embora, derrotado.

Marlen: eu não disse pra você ir.
Edu: bom... supus que não queria me ouvir, que estava brava, então decidi ir embora. Marlen: me fala a verdade, você e a Karina são namorados? Edu: não, nunca pedi ela em namoro e nunca combinamos isso. Marlen: só transar com ela depois da escola, nada mais. Edu: sim. Marlen: e queria fazer o mesmo comigo. Edu: só vim na sua casa pra você confirmar o que a Karina te falou. Foda-se, já que tinha perdido a chance de comer ela, pelo menos ia fazer ela saber que era uma vítima da amiga dela, sim, uma vítima que sofria toda vez que eu comia ela sem piedade na casa dela. Marlen: você me falou na cafeteria que gosta da Karen, mas transa com a Karina. Não vou te ajudar a ficar com ela, você ia quebrar o coração dela. Edu: quebrar o coração dela? Então era verdade, a Karen gostava de mim. Não podia deixar aquela garota estragar minha chance de ficar com ela, tinha que pensar em algo. Marlen ficou calada, tinha falado demais. Marlen: não, não foi isso que eu quis dizer. Edu: ah, não? E o que você quis dizer? Apoiei meus braços na altura dos ombros dela, encostados na porta, prendendo ela, sem deixar saída, sem chance de fugir. Fiquei o mais perto que dava, pela minha altura e a dela, tive que me inclinar um pouco pra falar no ouvido dela. Marlen: o que acontece é que... Edu: não mente pra mim, olha nos meus olhos. Eu sei que você me acha gostoso, e não é só você, são todas as garotas da sala. Os olhos dela fixaram nos meus. Marlen: sim, é verdade, todas nós te achamos gostoso, mas eu não mais, já que você transa com a Karina. Ela não é querida por ninguém, toda metida e convencida. Edu: sei que isso é mentira, você ainda me acha gostoso. E passando minha mão pela orelha dela, vi como ela fechou os olhos e suspirou. Edu: abre a porta, aqui fora podem nos ver e não quero que contem algo pros seus pais. Marlen: não quero que você entre, não consigo fazer isso com você sabendo que vou ser só mais uma. Edu: claro, sem problema, isso nunca aconteceu. Bom, tentei. Só dei dois passos quando ela me chamou. Marlen: Edu. Virei a cabeça e então vi ela, aquela garota de 1,52 com a saia levantada, a mão esquerda dela dentro da calcinha, o olhar cheio de desejo, o sorriso perverso. Com a mão direita, ela fez sinal pra eu entrar. Não tinha mais volta. Aquela garota gostava de brincar, e eu ia fazê-la brincar. Cheguei até ela, fechando a porta atrás de mim. Peguei ela no colo, ela era leve mesmo, não pesava nada. Ela me beijava com paixão, nossas línguas lutavam uma contra a outra.

Edu: Cadê seu quarto?
Marlen: Subindo, a segunda porta do lado esquerdo.
Edu: Não vai ser só mais uma.

Essa foi a gota d'água. Se eu tinha dúvidas, com essas palavras ela esqueceu tudo. Quando entrei no quarto dela, ela já não estava mais de blusa nem sutiã. Deitei ela na cama e vi aqueles peitos pequenos, o mamilo marrom claro duro.

Marlen: Não me olha assim, me dá vergonha.
Edu: Tô contemplando tudo o que me pertence a partir de agora.
Marlen: Sou sua a partir de agora?
Edu: Até eu dizer o contrário.

Comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos atacaram os peitos dela, meus dedos nos mamilos.

Marlen: Já sei por que a Karina te quer só pra ela. Você sabe como tratar uma mulher.
Edu: Puxa, Marlen, então você já é mulher.
Marlen: Desde o verão passado.
Edu: Então posso ir com tudo desde o começo.
Marlen: Sou sua, você já disse, não? Me trata como quiser!!! Mas não me faz sofrer mais, me come!!! Me come!!!

Me despi num segundo, abri as pernas dela e vi o tesouro de toda mulher, com poucos pelinhos aparados. Coloquei as pernas dela nos meus ombros, meu pau na entrada da buceta dela.

Edu: A partir de agora, você é só minha, de mais ninguém.
Marlen: Claro que sim, Edu, sou só sua.

Fui penetrando ela devagar, vendo a cara dela mudar de desespero pra uma cara cheia de prazer. Fui enfiando meu pau nela aos poucos. Minhas mãos não largaram os mamilos dela, eu beliscava, torcia, puxava. Ela já era minha, aquela pequena Smurfette.

Marlen: Meu Deus, que grande e grosso, sinto você me abrindo toda.
Edu: Vou devagar, quero te aproveitar, não tô com pressa.
Marlen: Edu, não enfia tudo, não vou aguentar.

Bom, se a pequena Smurfette não aguentava... Não ia pressionar ela.
Marlen: aaaahhh sim, como você é bom, como isso é bom, vou gozar, vou gozaaaar. Tive pena, ela gozou, eu ainda aguentava, continuei penetrando ela com força e ritmo por 10 minutos, segurando ela no colo, parecia minha boneca. Deixei ela deitada na cama se recuperando do orgasmo.
Edu: caramba, Pitufina, não pensei que você aguentava tão pouco.
Marlen: Pitufina?? É assim que vai me chamar?
Edu: ué, não gostou?
Marlen: soa engraçado, fazia tempo que não me comiam tão bem.
Edu: bom, se eu disser que tenho muita experiência comendo, vou mentir, você é a segunda mulher com quem eu transo.
Marlen: então você não manda tão mal, sou sua segunda mulher e já tô elogiando, parece que sai natural.
Edu: sinto um instinto, algo que me diz o que fazer. Fiquei com algumas, nada demais, e com a Karina a experiência não foi tão ruim, isso foi há 3 semanas.
Marlen: sabia que aquela puta já não era mais virgem, e nela coube inteiro, ela ainda jura que é.
Edu: bom, o cu dela ainda é, mas também não coube, ela disse que eu era grosso demais, nem na boca nem na buceta dela.
Marlen: faz sentido, ela não disse que tipo de virgem era. Bom, se você tá pronto, vou te mostrar que sou melhor que aquela foxy.
Edu: então começa a chupar que já até broxei um pouco.
Marlen: relaxa, bebê, vou te mostrar que sou melhor que ela. Não sei por que essa vontade de provar que era melhor que a Karina me irritava tanto, acho que era isso. Ela pegou meu pau na mãozinha dela, não cabia, e não tô me gabando, na época tinha uns 15 cm, mas era bem grosso, e pra alguém do tamanho dela era demais. Aquela Pitufina sabia o que fazia, tava me dando um boquete dos deuses. Ela chupava desde minhas bolas, subia pelo tronco e terminava no freio, sugava tanto que achei que tinha arrancado. Ela se ajudava com as mãozinhas: boca nas bolas, mãos no tronco; boca no tronco, mãos nas bolas. Vale dizer que não aguentei muito, uns 8 a 10 minutos, e explodi na garganta dela. Coloquei as mãos na nuca dela e enfiei até o fundo.
Edu: isso, Pitufina, engole tudo. Toda no derrama nada, você é a Smurfette mais puta do mundo e é minha, só minha, Smurfette!!!!! Engoli tudo, não derramei nada, a garganta inchada de tanto esforço, os olhos lacrimejando e vermelhos de esforço. Marlen: Edu, cof cof, quase me afogou, que carga que você trouxe, pensei que nunca ia acabar, mas como uma boa Smurfette não joguei nada fora e engoli tudo, não é tão ruim assim Edu: agora vai ganhar sua recompensa. Coloquei ela de quatro na cama, eu por baixo pra ficar na altura certa e, sem perder mais tempo, enfiei meu pau até onde achei que ela aguentava Edu: aqui, Smurfette, sua recompensa por ser tão puta, por ser minha puta. Marlen: ahhh sim, serei sua puta sempre que você quiser, onde você quiser, serei sua. Continuei bombando forte e pesado, vi aquela bunda tão gostosa que não consegui evitar, dei um tapa naquela raba. Marlen: ahhh sim, me dá mais. Música pros meus ouvidos, eu socava a buceta dela, aquelas nádegas duras e redondas sofriam meus tapas, as bochechas dela, mesmo sendo morena, deixei a bunda toda vermelha. Marlen: siiiim, amor, me dá mais, sou sua puta, me trata como tal, pelo amor de Deus, que prazer, vou gozar de novo siiiim!!!!!!. Mesmo ela tendo gozado de novo, puxei o cabelo dela com uma mão, as costas dela arquearam, a bunda ficou mais empinada, minha excitação foi ao máximo, já tava quase gozando, acelerei mais as puxadas de cabelo e os tapas naquela bunda de Smurfette. Edu: ahhh sim, Smurfette, vou encher você toda de porra, vou deixar sua buceta e sua bunda vermelhas. Marlen: ahhh sim, papai, me dá tudo que você quiser, onde você quiser, essa Smurfette vai ser sua escrava, sua puta, o que você quiser, ahhh sim, vou gozar de novo!!!!!!! Enchi toda aquela buceta de Smurfette, nunca pensei que aquela Smurfette me desse tanto prazer, de longe era melhor que a Karina, não sei o que ela fez ou como conseguiu, só me deixei levar, tudo saiu natural, meus instintos me guiaram pra dar prazer pra aquela putinha. Marlen: ahhh ufff, que intenso foi isso, e pensar que quase perdi isso. Edu: caramba, me deixou exausto, sim, a gente quase perdeu. este prazer, de longe você é melhor que a Karina. Marlen: obrigada, adoro fazer isso, mesmo que você seja o terceiro cara com quem eu transei. O primeiro foi no verão passado, como te contei, mas ele foi muito idiota, não me deu prazer, só meteu, rompeu meu hímen, se mexeu um pouco e pronto, o filho da puta. Edu: caramba, que experiência de merda pra primeira vez. E o segundo, suponho que foi quem te ensinou. Marlen: não exatamente, porque não durou muito. Ele me deu um pouco de prazer, mas não me fez gozar. Aprendi tudo vendo filme pornô e pratiquei com o Edu. Edu: com quem??? Marlen: foi assim que chamei meu vibrador, coloquei seu nome, imaginava que era você. Por isso não consegui resistir a você. Edu: caramba, é uma honra então. Bom, acho que já vou, tá ficando tarde e minha mãe vai ficar meio doida. Marlen: Edu, você vai terminar com a Karina??? Edu: pode ter certeza disso, por quê?? Marlen: bom, se você terminar com ela, a gente podia tentar algo. Edu: preciso te lembrar que só tô interessado na Karen pra algo sério, desculpa, Pitufina. E se você não vai falar bem de mim, espero que também não fale mal e muito menos atrapalhe entre eu e ela. Marlen: eu sei, mas tinha que tentar, né? Fica tranquilo que vou te ajudar pra que a Karen te curta tanto quanto eu curti. Edu: Essa é minha Pitufina. Marlen: Dá pra ver que você gosta, mas tem que me prometer duas coisas. Edu: tô ouvindo. Marlen: a primeira é que você só vai transar comigo e com a Karen, claro. A segunda é que você podia dar uma força pra minha irmã. Edu: pra sua irmã em quê??? Marlen: olha, ela é bonita, mas tem baixa autoestima. Se um cara como você der atenção pra ela, vai dar uma confiança nela, porque ela anda com umas minas que não fazem bem pra ela, tratam ela mal, abusam dela a ponto de deixar ela fazer a tarefa delas e esse tipo de coisa. Edu: ela é um ano mais nova que você, né?? Marlen: sim, o nome dela é Montserrat, estuda na mesma sala que sua irmã. Edu: essas são suas condições? Só continuar te comendo e levantar a moral da sua irmã. Marlen: sim, só essas duas. Dito, fechamos o trato.
Edu: Vou ajudar sua irmã no que puder.
Fiquei de vê-la no dia seguinte e ela me ajudaria com a Karen. Coisa de homem apaixonado, claro que eu tava, mesmo que duvidem — comer outras não significa que eu não fosse apaixonado pela Karen.

Caminhando pra casa, encontrei minha “namorada” Karina. Se não tava puto de vez com ela, o fato de ela não me dar bola já me deixava inquieto, ainda mais se chegasse aos ouvidos da Karen.

Karina: Já fazem 2 horas que a gente saiu, não acha que já é tarde?
Edu: Esse tipo de cobrança quem faz é minha mãe, não você.
Segui meu caminho, ignorando ela.

Karina: Com quem você tava?
Ela me seguiu, até ficar na minha frente e me barrar.

Edu: Não é da sua conta.
Karina: Claro que é.
Edu: Você não é nada meu, não te devo satisfação nenhuma.
Karina: Sei que tá puto porque não te dei bola e contei pras minhas amigas, mas vem pra casa que eu te mostro como eu tô arrependida.
Edu: Como você mesma disse, já passaram 2 horas desde que saímos da aula, devem estar preocupados lá em casa. Com licença.
Karina: Ah, não, você não vai sair daqui não. Me escuta bem.

Aquela garota tava se comportando de um jeito possessivo demais. Tinha que dar um basta, e sabia que tinha que ser na hora, senão ia estragar minha chance com a Karen.

Edu: Não, você me escuta, sua maldita mimada. Você e eu não somos nada.

Encostei ela na parede de uma casa abandonada. Segurei as mãos dela com uma das minhas, enquanto a outra apertava as bochechas dela. Falei o mais seco e duro possível — isso eu sei fazer bem.

Edu: Eu ter te comido não significa nada. Foi um acerto de uma noite e pronto. Não sinto nada por você, só me deu o prazer que eu buscava numa mulher e acabou. Se continuar enchendo meu saco, vou mostrar o vídeo que gravei de você e você vai ficar marcada como a putinha que diz ser virgem. Se eu quiser, vou te comer; se não quiser, não vou, e pronto. Você não vai atrás de mim, eu é que vou. Entendido?

Karina: Tá bom, Edu. Do seu jeito. Vou te deixar em paz e não vou falar nada pra ninguém, mas me jura que... Você vai continuar me comendo, preciso de você. Eu soltei ela porque alguém podia ver a gente discutindo e isso ia me trazer problemas com a minha mãe.
Edu: Eu não tenho que jurar nada pra você e já vou te falando de uma vez: eu gosto da Karen. Se você disser ou fizer alguma coisa pra estragar minhas chances com ela, não vai ser bom pra você. Aqui nessa casa se juntam uns drogados que iam adorar invadir sua casa e comer você e sua mãe gostosa. Agora, se você fizer o que eu mando e se comportar, talvez eu te coma uma vez por mês.
Dando um beijinho na bochecha dela, falei: viu? Não sou tão mau assim, né?
Karina: Você me assusta falando isso. Não seria capaz de mandar esses vagabundos abusarem de mim e da minha mãe.
Edu: Me testa.
Pra minha sorte, um desses vagabundos saiu de dentro da casa.
Vagabundo: Edu, por que você não entra aqui com essa princesa e a gente se diverte todo mundo junto? Os outros manos tão aqui. O que você acha?
Edu: Calma aí, talvez mais tarde.
Depois dessa conversa, que fez ela ver que eu não tava mentindo...
Karina: Edu, por favor, não deixa eles me tocarem. Vou fazer o que você pedir, mas por que a Karen e não eu?
Edu: Isso não é da sua conta.
Karina: Então, se eu fizer o que você diz, você não vai falar nada pra esses vagabundos e ainda vai me comer uma vez por mês? Só isso?
Edu: Você quem procurou. Seriam mais vezes, mas você não me obedeceu. Com o tempo, pode ir aumentando, depende de você, minha putinha.
Karina: Edu, não sei o que você tem que me faz ficar molhada quando fala assim comigo. Eu queria você só pra mim, mas prefiro te ter pelo menos uma vez por mês do que não te ter. Mas a gente pode conversar na escola, né?
Edu: Desde que você não foda meu esquema com a Karen.
Karina, me dando um beijo na boca, falou: sua putinha vai fazer tudo que você mandar.
Edu: Beleza, te vejo depois.
Me virando, fui pra casa pensando no que dizer pra minha mãe, já que ela não gosta que eu chegue tarde pra comer. Continuo andando e vejo minha vizinha Martha, a coroa, se lascando com as compras do mercado.
Edu: Deixa eu te ajudar.
Martha: Obrigada, Edu. Sempre tão cavalheiro. Edu: Você sempre deve ajudar uma dama em apuros. Martha: Já são duas vezes que você me ajuda. Edu: Duas vezes? Martha: Me enganando pra ajudar o Oscarito com a matemática e agora com as compras. Edu: A parte de ajudar seu filho foi uma surpresa pra mim. Entrando na casa dela, continuamos conversando, e ela me contou que o marido quase não tocava nela, que por mais que ela tentasse de tudo, não conseguia fazer o marido comê-la, que tinham tido problemas por causa disso, o casamento quase acabou uma vez, mas ela amava ele, e que conversaram sobre o assunto, que ela não exigia mais nada, que se virava como podia, e que isso nele causava muita desconfiança, que ele tinha ciúmes de todo mundo, por isso não a deixava falar com ninguém. E dizer que eu ajudaria o filho dela a estudar foi só um reflexo pra não brigar com ele. Ela me disse que os turnos na fábrica deixavam ele muito estressado e que fazia tempo que não tiravam férias em família. Martha: Ah, Edu, não sei por que tô te contando tudo isso, ficar aqui ouvindo uma velha deve te entediar. Sentados no sofá principal dela. Edu: Não se preocupa, é fácil falar comigo, mas eu não tô vendo uma velha, pelo contrário, tô vendo uma mulher muito gostosa. Virando meu corpo pra ficar de frente pra ela. Martha: Não zoa de mim. Fazendo a mesma pose que eu pra ficar cara a cara. Edu: Por que quando você diz pra uma mulher que ela é gostosa, elas não acreditam? Martha: Não é isso, Edu, muitas vezes a gente gosta de ouvir coisas bonitas. Edu: Então devem te falar coisas bonitas direto, né? Martha: Ah, Edu, tem homem que não sabe falar coisas bonitas, só falam putaria. Edu: Entendi, e isso não tem nada de excitante. Martha: Edu, que coisa você fala pra alguém da sua idade? Edu: Bom, eu costumo ser direto e honesto. Martha: Ah, é? Você é honesto? Edu: Claro. Martha: Beleza, então vai me dizer o que pensou na primeira vez que me viu. Edu: Pensei que você seria uma mulher muito antipática. Martha: Hehehe, obrigada, mas eu quis dizer o que você pensou de primeira. quando você me viu fisicamente, além dos meus peitos, claro. Edu: seus peitos? – E virando pra olhar aqueles peitos enormes. Martha: claro, por isso todos os homens me olham. Edu: bom, então eu devo ser diferente, porque olhei suas pernas primeiro – dando essa resposta, ela ficou meio surpresa. Coloquei minha mão na perna dela e, como não vi rejeição, comecei a passar a mão pra cima e pra baixo, nos olhando nos olhos. Martha: Edu, é perigoso o que você tá fazendo. Edu: perigo é atraente, né? Martha: nunca fui infiel ao meu marido. Edu: nunca estive com uma mulher casada, podia ser a nossa primeira vez. E me aproximando, começamos a nos beijar, aos poucos ficando mais intenso, as mãos dela foram pro meu rosto, as minhas mãos nas pernas dela que eu não parava de apertar, ela deve ter sentido minha ereção porque se remexia e suspirava. Minha mão direita foi naquela teta grande, ao sentir o contato com a mão, ela gemeu, meus dedos tocaram aquele mamilo e apertei devagar. Minha mão esquerda foi direto pra buceta dela, mas encontrei a monte de Vênus e comecei a puxar devagar aqueles pelos. Martha: Edu, ahh meu Deus, como é bom, você me deixou muito tesuda, love. Edu: você vai pagar as aulas do seu filho com o seu corpo de coroa – sem deixar ela responder, meus dedos tocaram o botãozinho dela e de repente ela me afastou. Martha: Edu, desculpa, mas não quero fazer isso hoje. Edu: já estamos aqui, Martha. Martha: é que tô no meu período e não me sinto confortável. Edu: entendo, sem problemas, mas posso continuar te beijando? Martha: Edu, você beija muito bem e acho que não consigo te dizer não. Voltando pra posição inicial, sentados, começamos a nos beijar, mas dessa vez minhas mãos não foram pra buceta dela, foram pra aquelas duas tetonas enormes, apertando devagar aqueles mamilos enquanto ela gemia entre beijo e beijo. Martha: vejo que você sabe tocar uma mulher. Edu: ainda falta muito pra eu saber tocar uma mulher, vou pelo instinto. Martha: você não vai mal, mas não pode depender só do instinto sempre. Edu: bom, vou ter que praticar com uma coroa experiente. E tocando mais forte os bicos dos peitos dela, vi como os olhos dela se fechavam, como as mãos dela me apertavam junto com ela e ela gemia de um jeito melódico ao chegar no orgasmo dela. Martha: o orgasmo mais gostoso que você acabou de me dar, aqui está a sua coroa pra você praticar com ela, claro que sem meu marido saber. Edu: não se preocupa, Martha, minha intenção não é acabar com seu casamento. Martha: em compensação por você ser tão bom comigo, vou te dar um presente-. E se ajoelhando, abriu minha calça e puxou meu pau duro, pronto pra minha coroa peituda, acariciou um pouco, passou a língua na minha cabeça. Edu: uff Martha, como você é boa nisso. Martha: mm Edu, seu pau tem cheiro de sexo, por acaso você vem de transar com alguém? Edu: claro que sim, tenho que praticar pra ser um bom amante. Martha: me diz, meu amor, e alguém já conseguiu engolir ele inteiro? Edu: não, ninguém nunca engoliu ele inteiro. Martha: isso é porque seu pau foi feito pra mulheres, não pra essas pirralhas da sua idade, agora você vai ver do que uma mulher de verdade é capaz. E sem dizer mais nada, começou a chupar meu pau, lambia minha cabeça com gula, os lábios dela sugavam forte, eu sentia minhas bolas começarem a inchar pra soltar toda minha porra, ela deve ter sentido também, porque se afastou e começou a chupar minhas bolas uma por uma, era um espetáculo ver Martha chupando minhas bolas. Martha: meu amor, que bolas lindas você tem, gordas e cheias de porra pra mamãe. Edu: vamos, vaca peituda, tira minha porra, tira a porra do seu macho. Martha: ufff, vaca peituda, que apelido... E sem deixar ela falar mais, peguei a cabeça dela com minhas mãos e guiei ela pra chupar meu pau, me surpreendi que não foi tão difícil quanto pensei, e foi assim que vi pela primeira vez meu pau sendo engolido inteiro por uma mulher, não tinha dúvida da experiência da idade. Enquanto ela chupava meu pau num ritmo decente, minhas mãos agora foram pros bicos dos peitos dela, torcendo eles, quanto mais rápido ela chupava meu pau, mais forte eu apertava os bicos, não aguentei muito naquele ritmo e descarreguei toda minha porra sem avisar, coisa que não desagradou ela, porque que quando sentiu o primeiro jato de porra, ela sozinha se apertou contra mim até a última gota, devorou aquela tetuda madura. Edu: uff, tetuda, me deixou seco agora sim. Martha: uff, meu macho, não pensei que ia conseguir engolir toda a sua porra, está deliciosa. Edu: será que minha madura é viciada na porra de macho? Martha: adoro engolir a porra dos meus machos, meu marido não joga muita, por isso quase me afoguei. Edu: foi ele quem te viciou em porra de macho? Martha: que nada, ele curte esse vício, mas não foi ele que me viciou, foi um namorado que tive no colégio, ele me ensinou que uma mulher deve beber a porra do seu macho. Edu: puxa, pena que não fui eu quem te ensinou essas coisas, seria épico. Martha: algumas coisas se esquecem com os anos. E voltando, ela sozinha chupou minha pica e deixou limpinha. Ajeitando um pouco a roupa, bem na hora, porque enquanto estávamos nessa, ouvimos o marido dela chegando no carro. Nos separamos e tomamos posições diferentes pra receber o marido dela, Carlos. Ele cumprimentou com um pouco de desconfiança, mas ao ver que era sobre as aulas do filho dele, se acalmou um pouco. Eu, me desculpando, saí de lá rumo pra casa.

1 comentários - Pitufina e uma vaca peituda

Muy buen relato y que linda tarde una doble descarga