Minhas 4 irmãs no rio 2
Chegou o dia de entrar nas aulas, tudo normal, só mensagens da Dayana dizendo que sentia minha falta, que me amava e que queria transar. Vinha na minha mente minha irmã com o uniforme da escola de quatro ou pulando em cima de mim, isso me dava muito tesão e meu pau ficava duro igual a Torre Eiffel. Passou aquele dia, não fizemos nada porque ela estava com as amigas e eu com os meus e minha namorada. Passaram semanas e com a Dayana não rolava nada, porque como ela é a melhor, é a presidente e a condecorada da escola, estava muito ocupada. E da minha parte, eu tentava não pensar nela porque tava com uma vontade imensa de transar. Aí veio na minha mente a imagem da Alejandra me olhando o pau e o que a Dayana disse há um tempo, que imaginava a Alejandra chupando minha rola. Decidi ir por ela e tirar a dúvida se ela queria ou não. Comecei mandando uma foto do meu pau duro, esperando que funcionasse. Eu, todo nervoso, mandei (obs: com ela foi tudo rápido e mais fácil porque ela já sabia de tudo) e fui fazer deveres e estudar um pouco. Não sou um aluno exemplar, mas também não sou dos piores, e como esse ano eu me formava, quis fazer direito. Passaram os minutos, as horas, e nada dela responder. Fiquei meio assustado, pensando que ela ia ficar brava e me dedurar pros nossos pais. Saí do meu quarto e não tinha ninguém em casa. Fui pra cozinha preparar algo pra comer. Já no meu quarto, chegou uma mensagem. Fiquei mais nervoso ainda. Era a Dayana perguntando se nossos pais já tinham chegado. Respondi que não, que não tinha ninguém em casa.- Fala, maninho, nossos pais já chegaram.- Oi Dayana, não tem ninguém em casa, só eu.- Dilessi, chega que hoje não vou dormir em casa, vou ficar na casa de uma amiga.- E pra que você fica por lá, e que amiga?- Não fica com ciúme, Fercho, que eu sou só sua. Bom, vou deixar você, já tão me chamando. Lá pras 6 da tarde chego, mãe. Falei pra ela que a Dayana não vem hoje em casa e que ligasse pra ela. Fui pro meu quarto, olhei meu celular e, ó surpresa, a Alejandra me respondeu dizendo:- Holafercho, e essa foto você se enganou de novo, essa era pra Dayana.
Demorei uns minutos pra responder porque tava nervoso e não sabia o que falar pra ela.- Si, irmãzinha, desculpa pela foto- Não acontece nada, seu bobinho. Cuidado pra não se enganar e mandar pra mamãe.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tem razão, me mataria, mas cê não tá bolada com a foto?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não, não me incomoda nada.- Bueno, irmãzinha, não vai rolar de novo até amanhã. Descansa aí.- Você também descansa.
Assim passaram os dias e eu mandava fotos e vídeos pra ela, mensagens, e dizia que tava errado, que me perdoasse. Ela entrou no meu jogo, porque quando a gente tava na mesa ou na sala, ela se colocava em posições muito gostosas e eu ficava olhando pra ela, e ela percebia, me dava uma piscada e sorria toda safada. Quando passava na minha frente, ela roçava no meu pau. Quando tomava banho, deixava as calcinhas dela no banheiro, isso me excitava demais, até que resolvi ir com tudo pra cima dela no meu quarto. Mandei um vídeo meu batendo uma punheta com uma mensagem dizendo: "se quiser provar um pouco, te espero no rio sábado às 2 da tarde". Ela me respondeu dizendo: "de novo você errou de irmã".- Fala, irmãozinho, cê errou de irmã, mandou pra mim.
Respondi bem rápido porque queria ver a reação dela quando eu dissesse que aquele vídeo era pra ela.- Olá, irmãzinha gostosa, é, não me enganei, esse vídeo é pra você mesmo, espero que curta.
Passaram dez minutos e ela respondeu.- Como assim, para mim não entendi- Ô, irmãzinha, queria te mandar esse vídeo primeiro, primeiro pra agradecer por você não ter falado nada sobre a Dayana e eu, e segundo porque sei que você terminou com seu namorado e espero que esse vídeo te ajude.
Ela não respondeu, porque foi com as amigas pra balada da cidade. Não dei muita bola e fui cuidar da minha vida. Já eram umas 3 da manhã, acordei com vontade de mijar. Saí do banheiro, fui pra cozinha, e nisso escuto um carro parando na frente de casa. Abro a porta, minha irmã Alejandra tava bêbada. Fechou a porta e foi pro quarto dela, mas não conseguiu, tava tropeçando nas coisas. Pra ela não se machucar e acordar o resto, fui ajudar. Peguei ela pela cintura e coloquei o braço dela na minha nuca. Ela assustou um pouco, mas me reconheceu rápido e me cumprimentou. Falei pra ela baixar a voz, que o resto tava dormindo. Chegamos no quarto dela, sentei ela na cama, tirei os saltos dela e fui deitar ela, quando ela me agarra pelo pescoço e me dá um beijo de língua e fala: "Meu irmão envergonhado, que gostoso que beija". Fiquei meio vermelho, mas deitei ela e liguei o ventilador porque tava calor. Ela, como conseguiu, tirou o vestido e me deixou ver aquele corpo lindo de DEUSA que ela tem. Fiquei em choque, e o Fernando Júnior tava acordando. Ela me pediu pra pegar uma pijama que tava na gaveta de roupa dela. Fui procurar em todas as gavetas e abro a de roupa íntima e vejo a calcinha fio dental que ela deixou da primeira vez no banheiro. Peguei e guardei. Fechei essa gaveta e abri a da pijama, peguei e fui colocar nela, quando percebo que ela tava dormindo. Isso me deu muito tesão, mas como não sou estuprador, deixei passar. Coloquei a pijama nela, cobri com um lençol fininho, apaguei a luz, fechei a porta e fui pro meu quarto. Já lá, peguei meu tesouro que reclamei, levei no rosto e comecei a me masturbar pra relaxar e dormir bem. Não sei que horas dormi, quando acordei já eram seis da manhã de uma sexta-feira. Me arrumei pra ir pro colégio. O dia não passou de nada, já de tarde em casa no meu quarto, fui fazer tarefas e estudar um pouco, a mesma merda de sempre. Desci pra cozinha pra preparar algo pra comer, nisso chega uma mensagem da Alejandra me dizendo- Fala, irmãozinho, beleza? Valeu pela parada de hoje de madrugada.- Olá, Alejandra. De nada, você é minha irmã e tô aqui pra te ajudar no que você precisar. {Foi a última coisa que falei pra ver se ela aceitava o que propus antes, e sim, ela aceitou mesmo.}- Beleza, já que você tocou no assunto, o de sábado tá de pé sim.- Claro, irmãzinha, quando você quiser- Bom, então me espera amanhã no rio que eu vou te buscar e te deixo, porque tô na faculdade.- Bueno, irmãzinha, vou contar os minutos e as horas.
A tarde pareceu eterna, fui no rio nadar um pouco pra passar o tempo e as horas voaram. Começaram a chegar minhas irmãs: primeiro a Karen, Belém, Dayana e, por último, a mais velha, Alejandra. Ela me cumprimentou com um beijinho que ninguém percebeu. Depois chegaram nossos pais, comemos e fui pro meu quarto jogar um pouco no Play. Recebi uma mensagem da Dayana.- Maninho, que saudade de você- Eu também tô morrendo de vontade de você vir pro meu quarto e te dar uma trepadinha gostosa.- Perô, só me fala e eu vou pra cima de você.- Não podemos, porque se eles descobrirem, a gente vai se foder.- Peroyo, vou ser bem cuidadosa e silenciosa.- Tá bom, vem pro meu quarto às 2 da manhã.- Bom, então vou ficar por aqui.
Tava muito cansado e dormi lá pra uma e meia da manhã. Acordei com uma sensação muito gostosa, abri os olhos e era a Dayana me chupando. Dei um sustinho, mas me acalmei na hora. Peguei ela pelos braços, dei um beijo e comecei a tirar a roupa dela. Como não tínhamos muito tempo, só fui meter, sem brincadeira antes. Mas fiz ela gozar primeiro. Ela gemia e suspirava muito, mas devagar. Depois que ela ficou satisfeita, gozei na bunda linda dela, mas por fora. Ela se despediu e me deixou lá felizão. Dormi de novo e acordei lá pra uma da tarde. Desci pra comer um pouco, todo mundo em casa tava ocupado: uns trabalhando, outros com os amigos, então não tinha ninguém em casa. Fui pro meu quarto me arrumar pra ir pro rio, porque era sábado e eu tinha que esperar a Alexandra. Peguei a moto e fui pro rio. Já eram duas e meia da tarde e nada da Alexandra chegar. Fiquei meio triste porque queria muito comer ela. Passaram uns 5 a 10 minutos e ela chegou. Me cumprimentou com um beijo de língua, bem apaixonado, e explicou por que tinha chegado tarde.- Hermanitoeh cheguei tarde porque na casa estavam a Karen e a Dayana e eu não queria levantar suspeita.- Bom, o importante é que você tá aqui.
Ela se preparou pra entrar no rio, já dentro d’água me chamou com um olhar sexy, mordendo o lábio inferior. Entrei na brincadeira e fui pro rio. Quando cheguei, dei um beijo nela e minhas mãos foram direto pra cintura dela, as dela foram pra minha nuca. Tudo foi tão quente que comecei a acariciar as costas dela, as pernas, a bunda. Ela e eu estávamos muito excitados.
Saímos do rio, ela colocou uma toalha no chão, se ajoelhou na minha frente, baixou minha bermuda junto com a cueca, pegou minha rola e deu um beijo. Eu tremi, ela percebeu e começou a chupar a pontinha, mamando como uma expert. Como eu me contorcia de prazer, ela já queria me sentir dentro, e me fez saber disso.- Vem, maninho, me come, por favor.
Ela se deitou com as pernas abertas, eu fiquei na frente dela e passei a pica pelos lábios da buceta. Ela já tava desesperada, me implorou.- Dale, Fercho, não seja ruim e mete logo de uma vez.- Quero que você curta isso como nunca antes.- Se piranha, não aguento mais, tô há meses sem foder ninguém.
Com cuidado, coloquei na entrada e fui metendo devagar, ela gemia e ofegava. Aumentei o vai e vem e comecei a comer ela. Passaram uns 15 minutos nessa posição, mandei ela ficar de quatro e de novo ela gritava.- Isso, me fodeeeah, isso não para ooooh siiiim, vou gozaaaar mmm, por favor não para, maninho.- Se a partir de hoje você vai ser minha e só minha- Se você é mulher, sua puta, mas não para
Nisso ela grita- Tô gozando... tô gozando...
Ela gozou como nunca, eu continuei bombando porque queria gozar também. Ela pediu pra eu deitar.- Deita, maninho, que quero montar em você até gozar de novo.
Ela subiu em cima de mim e começou com um sobe e desce devagar, foi assim uns 5 minutos, e aí aumentou o ritmo até gozar outra vez. Desceu, ficou de joelhos e começou a chupar meu pau. Disse que queria leite quente. Ela fazia tão bem que não aguentei muito e gozei como nunca.
Já eram umas 5 da tarde, e a gente entrou no rio pra lavar o corpo. Saímos e nos arrumamos pra ir pra casa. No meio do caminho, ela me agradeceu, desceu da moto e começou a andar. Disse pra eu esperar uns 15 minutos pra não levantar suspeita, que ela ia chegar primeiro, e aí eu podia entrar. Fiz isso, acho que ninguém sabe de nada.
Já no meu quarto, me preparei pra ir tomar banho. A Alejandra tava saindo do banheiro, me deu uma piscada. Entrei, tomei banho, saí e fui pra mesa jantar. Umas duas horas depois, lá pelas 10 da noite, recebi uma mensagem da Alejandra com uma foto das tetas lindas dela.- Fala, maninho, hoje foi muito bom com você, que delícia de transa, mas faltou muito e com ela você não brincou.- Se a Alejandra já tem tempo pra tudo, mas ninguém pode saber da nossa parada- Bueno, te deixo dormir até amanhã, meu amor.- Bueno, irmãzinha, descansa bem { e mandei outra foto do meu pau }.
Já no domingo de manhã, desci pensando que não tinha ninguém. Entrei na cozinha e vi minha irmã de costas. Cheguei perto dela, abracei, agarrei os peitos dela e encostei meu pau na bunda dela, achando que era a Alejandra. Falei: "Quer uma rapidinha, meu amor?" Ela se virou com raiva e ficou me olhando, meio surpresa e furiosa.Continua…
Chegou o dia de entrar nas aulas, tudo normal, só mensagens da Dayana dizendo que sentia minha falta, que me amava e que queria transar. Vinha na minha mente minha irmã com o uniforme da escola de quatro ou pulando em cima de mim, isso me dava muito tesão e meu pau ficava duro igual a Torre Eiffel. Passou aquele dia, não fizemos nada porque ela estava com as amigas e eu com os meus e minha namorada. Passaram semanas e com a Dayana não rolava nada, porque como ela é a melhor, é a presidente e a condecorada da escola, estava muito ocupada. E da minha parte, eu tentava não pensar nela porque tava com uma vontade imensa de transar. Aí veio na minha mente a imagem da Alejandra me olhando o pau e o que a Dayana disse há um tempo, que imaginava a Alejandra chupando minha rola. Decidi ir por ela e tirar a dúvida se ela queria ou não. Comecei mandando uma foto do meu pau duro, esperando que funcionasse. Eu, todo nervoso, mandei (obs: com ela foi tudo rápido e mais fácil porque ela já sabia de tudo) e fui fazer deveres e estudar um pouco. Não sou um aluno exemplar, mas também não sou dos piores, e como esse ano eu me formava, quis fazer direito. Passaram os minutos, as horas, e nada dela responder. Fiquei meio assustado, pensando que ela ia ficar brava e me dedurar pros nossos pais. Saí do meu quarto e não tinha ninguém em casa. Fui pra cozinha preparar algo pra comer. Já no meu quarto, chegou uma mensagem. Fiquei mais nervoso ainda. Era a Dayana perguntando se nossos pais já tinham chegado. Respondi que não, que não tinha ninguém em casa.- Fala, maninho, nossos pais já chegaram.- Oi Dayana, não tem ninguém em casa, só eu.- Dilessi, chega que hoje não vou dormir em casa, vou ficar na casa de uma amiga.- E pra que você fica por lá, e que amiga?- Não fica com ciúme, Fercho, que eu sou só sua. Bom, vou deixar você, já tão me chamando. Lá pras 6 da tarde chego, mãe. Falei pra ela que a Dayana não vem hoje em casa e que ligasse pra ela. Fui pro meu quarto, olhei meu celular e, ó surpresa, a Alejandra me respondeu dizendo:- Holafercho, e essa foto você se enganou de novo, essa era pra Dayana.
Demorei uns minutos pra responder porque tava nervoso e não sabia o que falar pra ela.- Si, irmãzinha, desculpa pela foto- Não acontece nada, seu bobinho. Cuidado pra não se enganar e mandar pra mamãe.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tem razão, me mataria, mas cê não tá bolada com a foto?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não, não me incomoda nada.- Bueno, irmãzinha, não vai rolar de novo até amanhã. Descansa aí.- Você também descansa.
Assim passaram os dias e eu mandava fotos e vídeos pra ela, mensagens, e dizia que tava errado, que me perdoasse. Ela entrou no meu jogo, porque quando a gente tava na mesa ou na sala, ela se colocava em posições muito gostosas e eu ficava olhando pra ela, e ela percebia, me dava uma piscada e sorria toda safada. Quando passava na minha frente, ela roçava no meu pau. Quando tomava banho, deixava as calcinhas dela no banheiro, isso me excitava demais, até que resolvi ir com tudo pra cima dela no meu quarto. Mandei um vídeo meu batendo uma punheta com uma mensagem dizendo: "se quiser provar um pouco, te espero no rio sábado às 2 da tarde". Ela me respondeu dizendo: "de novo você errou de irmã".- Fala, irmãozinho, cê errou de irmã, mandou pra mim.
Respondi bem rápido porque queria ver a reação dela quando eu dissesse que aquele vídeo era pra ela.- Olá, irmãzinha gostosa, é, não me enganei, esse vídeo é pra você mesmo, espero que curta.
Passaram dez minutos e ela respondeu.- Como assim, para mim não entendi- Ô, irmãzinha, queria te mandar esse vídeo primeiro, primeiro pra agradecer por você não ter falado nada sobre a Dayana e eu, e segundo porque sei que você terminou com seu namorado e espero que esse vídeo te ajude.
Ela não respondeu, porque foi com as amigas pra balada da cidade. Não dei muita bola e fui cuidar da minha vida. Já eram umas 3 da manhã, acordei com vontade de mijar. Saí do banheiro, fui pra cozinha, e nisso escuto um carro parando na frente de casa. Abro a porta, minha irmã Alejandra tava bêbada. Fechou a porta e foi pro quarto dela, mas não conseguiu, tava tropeçando nas coisas. Pra ela não se machucar e acordar o resto, fui ajudar. Peguei ela pela cintura e coloquei o braço dela na minha nuca. Ela assustou um pouco, mas me reconheceu rápido e me cumprimentou. Falei pra ela baixar a voz, que o resto tava dormindo. Chegamos no quarto dela, sentei ela na cama, tirei os saltos dela e fui deitar ela, quando ela me agarra pelo pescoço e me dá um beijo de língua e fala: "Meu irmão envergonhado, que gostoso que beija". Fiquei meio vermelho, mas deitei ela e liguei o ventilador porque tava calor. Ela, como conseguiu, tirou o vestido e me deixou ver aquele corpo lindo de DEUSA que ela tem. Fiquei em choque, e o Fernando Júnior tava acordando. Ela me pediu pra pegar uma pijama que tava na gaveta de roupa dela. Fui procurar em todas as gavetas e abro a de roupa íntima e vejo a calcinha fio dental que ela deixou da primeira vez no banheiro. Peguei e guardei. Fechei essa gaveta e abri a da pijama, peguei e fui colocar nela, quando percebo que ela tava dormindo. Isso me deu muito tesão, mas como não sou estuprador, deixei passar. Coloquei a pijama nela, cobri com um lençol fininho, apaguei a luz, fechei a porta e fui pro meu quarto. Já lá, peguei meu tesouro que reclamei, levei no rosto e comecei a me masturbar pra relaxar e dormir bem. Não sei que horas dormi, quando acordei já eram seis da manhã de uma sexta-feira. Me arrumei pra ir pro colégio. O dia não passou de nada, já de tarde em casa no meu quarto, fui fazer tarefas e estudar um pouco, a mesma merda de sempre. Desci pra cozinha pra preparar algo pra comer, nisso chega uma mensagem da Alejandra me dizendo- Fala, irmãozinho, beleza? Valeu pela parada de hoje de madrugada.- Olá, Alejandra. De nada, você é minha irmã e tô aqui pra te ajudar no que você precisar. {Foi a última coisa que falei pra ver se ela aceitava o que propus antes, e sim, ela aceitou mesmo.}- Beleza, já que você tocou no assunto, o de sábado tá de pé sim.- Claro, irmãzinha, quando você quiser- Bom, então me espera amanhã no rio que eu vou te buscar e te deixo, porque tô na faculdade.- Bueno, irmãzinha, vou contar os minutos e as horas.
A tarde pareceu eterna, fui no rio nadar um pouco pra passar o tempo e as horas voaram. Começaram a chegar minhas irmãs: primeiro a Karen, Belém, Dayana e, por último, a mais velha, Alejandra. Ela me cumprimentou com um beijinho que ninguém percebeu. Depois chegaram nossos pais, comemos e fui pro meu quarto jogar um pouco no Play. Recebi uma mensagem da Dayana.- Maninho, que saudade de você- Eu também tô morrendo de vontade de você vir pro meu quarto e te dar uma trepadinha gostosa.- Perô, só me fala e eu vou pra cima de você.- Não podemos, porque se eles descobrirem, a gente vai se foder.- Peroyo, vou ser bem cuidadosa e silenciosa.- Tá bom, vem pro meu quarto às 2 da manhã.- Bom, então vou ficar por aqui.
Tava muito cansado e dormi lá pra uma e meia da manhã. Acordei com uma sensação muito gostosa, abri os olhos e era a Dayana me chupando. Dei um sustinho, mas me acalmei na hora. Peguei ela pelos braços, dei um beijo e comecei a tirar a roupa dela. Como não tínhamos muito tempo, só fui meter, sem brincadeira antes. Mas fiz ela gozar primeiro. Ela gemia e suspirava muito, mas devagar. Depois que ela ficou satisfeita, gozei na bunda linda dela, mas por fora. Ela se despediu e me deixou lá felizão. Dormi de novo e acordei lá pra uma da tarde. Desci pra comer um pouco, todo mundo em casa tava ocupado: uns trabalhando, outros com os amigos, então não tinha ninguém em casa. Fui pro meu quarto me arrumar pra ir pro rio, porque era sábado e eu tinha que esperar a Alexandra. Peguei a moto e fui pro rio. Já eram duas e meia da tarde e nada da Alexandra chegar. Fiquei meio triste porque queria muito comer ela. Passaram uns 5 a 10 minutos e ela chegou. Me cumprimentou com um beijo de língua, bem apaixonado, e explicou por que tinha chegado tarde.- Hermanitoeh cheguei tarde porque na casa estavam a Karen e a Dayana e eu não queria levantar suspeita.- Bom, o importante é que você tá aqui.
Ela se preparou pra entrar no rio, já dentro d’água me chamou com um olhar sexy, mordendo o lábio inferior. Entrei na brincadeira e fui pro rio. Quando cheguei, dei um beijo nela e minhas mãos foram direto pra cintura dela, as dela foram pra minha nuca. Tudo foi tão quente que comecei a acariciar as costas dela, as pernas, a bunda. Ela e eu estávamos muito excitados.
Saímos do rio, ela colocou uma toalha no chão, se ajoelhou na minha frente, baixou minha bermuda junto com a cueca, pegou minha rola e deu um beijo. Eu tremi, ela percebeu e começou a chupar a pontinha, mamando como uma expert. Como eu me contorcia de prazer, ela já queria me sentir dentro, e me fez saber disso.- Vem, maninho, me come, por favor.
Ela se deitou com as pernas abertas, eu fiquei na frente dela e passei a pica pelos lábios da buceta. Ela já tava desesperada, me implorou.- Dale, Fercho, não seja ruim e mete logo de uma vez.- Quero que você curta isso como nunca antes.- Se piranha, não aguento mais, tô há meses sem foder ninguém.
Com cuidado, coloquei na entrada e fui metendo devagar, ela gemia e ofegava. Aumentei o vai e vem e comecei a comer ela. Passaram uns 15 minutos nessa posição, mandei ela ficar de quatro e de novo ela gritava.- Isso, me fodeeeah, isso não para ooooh siiiim, vou gozaaaar mmm, por favor não para, maninho.- Se a partir de hoje você vai ser minha e só minha- Se você é mulher, sua puta, mas não para
Nisso ela grita- Tô gozando... tô gozando...
Ela gozou como nunca, eu continuei bombando porque queria gozar também. Ela pediu pra eu deitar.- Deita, maninho, que quero montar em você até gozar de novo.
Ela subiu em cima de mim e começou com um sobe e desce devagar, foi assim uns 5 minutos, e aí aumentou o ritmo até gozar outra vez. Desceu, ficou de joelhos e começou a chupar meu pau. Disse que queria leite quente. Ela fazia tão bem que não aguentei muito e gozei como nunca.
Já eram umas 5 da tarde, e a gente entrou no rio pra lavar o corpo. Saímos e nos arrumamos pra ir pra casa. No meio do caminho, ela me agradeceu, desceu da moto e começou a andar. Disse pra eu esperar uns 15 minutos pra não levantar suspeita, que ela ia chegar primeiro, e aí eu podia entrar. Fiz isso, acho que ninguém sabe de nada.
Já no meu quarto, me preparei pra ir tomar banho. A Alejandra tava saindo do banheiro, me deu uma piscada. Entrei, tomei banho, saí e fui pra mesa jantar. Umas duas horas depois, lá pelas 10 da noite, recebi uma mensagem da Alejandra com uma foto das tetas lindas dela.- Fala, maninho, hoje foi muito bom com você, que delícia de transa, mas faltou muito e com ela você não brincou.- Se a Alejandra já tem tempo pra tudo, mas ninguém pode saber da nossa parada- Bueno, te deixo dormir até amanhã, meu amor.- Bueno, irmãzinha, descansa bem { e mandei outra foto do meu pau }.
Já no domingo de manhã, desci pensando que não tinha ninguém. Entrei na cozinha e vi minha irmã de costas. Cheguei perto dela, abracei, agarrei os peitos dela e encostei meu pau na bunda dela, achando que era a Alejandra. Falei: "Quer uma rapidinha, meu amor?" Ela se virou com raiva e ficou me olhando, meio surpresa e furiosa.Continua…
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