Faz menos de um ano, com quem na época era meu namorado e agora é meu marido, decidimos ir morar juntos num sítio que ele tinha em Pilar.
Aí a gente mora numa casa confortável com piscina e um parquezão, onde a gente aproveita pra curtir nossos corpos ao ar livre.
Uma tarde de verão, a gente tava curtindo a piscina, meu marido dentro dela e eu na borda tomando sol de bruços com um biquíni minúsculo, quando de repente chega um vizinho novo pra se apresentar. A gente trocou umas palavras educadamente e só me senti meio sem graça porque percebi que ele tava me olhando demais, mas pensei que era coisa da minha cabeça e não dei muita bola.
As visitas foram ficando cada vez mais frequentes e até rolou uma amizade com meu marido, mas eu não conseguia deixar de sentir que ela me observava cada vez mais. Uma vez, a gente tava transando no parque e eu vi que ela tava nos olhando de longe; na hora, achei a situação excitante e até engraçada, e com o passar dos dias, eu adorava provocar ela, fingindo que não sabia que tava sendo observada.
Esse tipo de jogo me fez intensificar cada vez mais. Quando sabia que ele tava me espiando, me abaixava de propósito pra ele ver minha bunda toda, ou tomava sol sem a parte de cima do biquíni, ou pedia pro meu parceiro transar, só pra dar uns exemplos. E ficava imaginando que, quando ele chegava em casa, batia uma punheta com as imagens que eu oferecia.
Cada dia que passava, a situação me parecia mais excitante, ainda mais sabendo que meu marido não sabia das minhas brincadeiras. Até que um dia tudo mudou.
Num sábado, enquanto a gente tava tomando café da manhã, o celular do meu marido tocou e uma voz do outro lado falou que a mãe dele, que mora em Mar del Plata, tinha passado mal. Ele me disse que ia lá ver ela, mas pra eu não me preocupar que no dia seguinte voltava; me ofereci pra ir junto, mas ele pediu pra eu ficar pra cuidar da casa e que não valia a pena pelo pouco tempo que ia ficar fora.
Arrumei uma bolsinha pra ela e ela partiu rapidinho na viagem; guardei as coisas do café e fui pro jardim pegar um sol. Tava com um biquíni minúsculo turquesa que combinava demais com o bronzeado do meu corpo, estiquei uma lona na grama e me deitei de bruços.
Em poucos minutos sinto o portão se mexer e sei que é nosso vizinho me espiando. Como sempre, finjo que não vejo, mas daqui a pouco ele se mostra e pergunta pelo meu marido. Respondi que ele tinha saído por uns minutos e voltava logo. "Com uma bolsa?", ele perguntou de novo. Fiquei em silêncio enquanto via ele abrir a porteira que tinha ficado sem cadeado depois que meu marido foi embora.
Fiquei nervosa, me levantei ajustando a parte de cima do biquíni e ele já estava quase do meu lado. Meu vizinho tem uma estatura média, mas é bem troncudo e com braços muito fortes. Ele se aproximou, me abraçou pela cintura e disse: “Então você gosta de me provocar, sua putinha?” Eu respondi pra ele me soltar, que não sabia do que ele tava falando, mas não adiantava nada, ele me apertava com mais força contra ele e com a outra mão já começava a apalpar minha rabeta. Queria sair daquela situação, mas os braços fortes dele não deixavam.
O medo e o cansaço do esforço pra me libertar foram minando minha resistência. Ele desabotoou e tirou meu sutiã, começou a apalpar meus peitos quase desesperadamente, apertava meus mamilos e chupava eles enquanto com as mãos tirava minha calcinha fio dental.
Me jogou no chão, abriu minhas pernas e enterrou a cabeça entre elas. A língua dele se enfiava na minha buceta e esfregava no meu clitóris, me levantava pelas coxas e chupava e metia a língua no meu buraquinho traseiro.
Ele se levantou e disse: “Agora é sua vez, abaixa minha sunga e chupa”. Abaixei a sunga e o pau dele duro bateu contra a barriga. Não era muito comprido, mas era grosso pra caralho, a ponto de minhas mãos pequenas não conseguirem segurar ele inteiro na circunferência. Tava muito duro, muito inchado, e enquanto eu batia uma pra ele, ele me agarrou pelos cabelos, puxou minha cabeça pra trás e meteu na minha boca. Ele se movia como se tivesse me comendo pela boca, enfiando até o fundo, me fazendo engasgar, o que parecia dar prazer pra ele.
Ele tirou a pica dele, toda molhada na minha baba grossa, batia na minha cara com a pica e enfiava de novo na minha boca. Me deitou de novo, se deitou por cima de mim e enfiou a pica gorda dele na minha pussy. Levantou minhas pernas, passou os braços por baixo delas e com as mãos me segurava firme pela bunda, passava a ponta dos dedos no meu cu e a língua dele no meu rosto e nos meus peitos.
Cada vez me batia com mais força, as bolas grandes dele batiam no meu corpo, eu só implorava pra ele não gozar dentro de mim porque não tava tomando cuidado. Nessa hora ele saiu de dentro de mim e falou: "Já sei o que vou fazer então". Me pegou pelos cabelos e, meio me arrastando, meio me fazendo tropeçar, me levou pra dentro de casa e foi direto pra geladeira. Pegou um pão de forma e me empurrou contra o sofá, me fez ficar de quatro e começou a passar pedaços de pão no meu cu, no pau dele e enfiava tudo pra dentro junto com o dedo. Nessa altura eu já tava mais que molhadinha.
apoiou o pau gordo dele no meu cuzinho e começou a empurrar; começou a me dar tapas fortes na bunda enquanto me dizia: “Relaxa, puta”. De repente, senti minha buceta dar passagem praquele pau que me comia.
Colocou meus braços nas minhas costas e segurou meus pulsos com uma mão, enquanto com a outra puxava meu cabelo ou castigava minha bunda, cada vez me comia mais e mais forte. "Diz que eu tô rasgando teu cu, sua puta" ele falava e eu repetia sem parar; "você tá rasgando meu cu, você tá rasgando meu cu...
De repente, ele me agarra com força com as duas mãos na cintura e eu sinto ele descarregar todo o gozo dele na minha bunda. A região estava tão sensível que eu conseguia sentir cada jato que ele soltava dentro de mim, e que era em grandes quantidades.
Ele ficou um tempinho dentro de mim até que a moleza foi tomando conta do pau dele... ele foi embora e eu fui tomar banho, digamos que ele me comeu na força, mas eu gostei.
Aí a gente mora numa casa confortável com piscina e um parquezão, onde a gente aproveita pra curtir nossos corpos ao ar livre.
Uma tarde de verão, a gente tava curtindo a piscina, meu marido dentro dela e eu na borda tomando sol de bruços com um biquíni minúsculo, quando de repente chega um vizinho novo pra se apresentar. A gente trocou umas palavras educadamente e só me senti meio sem graça porque percebi que ele tava me olhando demais, mas pensei que era coisa da minha cabeça e não dei muita bola.
As visitas foram ficando cada vez mais frequentes e até rolou uma amizade com meu marido, mas eu não conseguia deixar de sentir que ela me observava cada vez mais. Uma vez, a gente tava transando no parque e eu vi que ela tava nos olhando de longe; na hora, achei a situação excitante e até engraçada, e com o passar dos dias, eu adorava provocar ela, fingindo que não sabia que tava sendo observada.
Esse tipo de jogo me fez intensificar cada vez mais. Quando sabia que ele tava me espiando, me abaixava de propósito pra ele ver minha bunda toda, ou tomava sol sem a parte de cima do biquíni, ou pedia pro meu parceiro transar, só pra dar uns exemplos. E ficava imaginando que, quando ele chegava em casa, batia uma punheta com as imagens que eu oferecia.
Cada dia que passava, a situação me parecia mais excitante, ainda mais sabendo que meu marido não sabia das minhas brincadeiras. Até que um dia tudo mudou.
Num sábado, enquanto a gente tava tomando café da manhã, o celular do meu marido tocou e uma voz do outro lado falou que a mãe dele, que mora em Mar del Plata, tinha passado mal. Ele me disse que ia lá ver ela, mas pra eu não me preocupar que no dia seguinte voltava; me ofereci pra ir junto, mas ele pediu pra eu ficar pra cuidar da casa e que não valia a pena pelo pouco tempo que ia ficar fora.
Arrumei uma bolsinha pra ela e ela partiu rapidinho na viagem; guardei as coisas do café e fui pro jardim pegar um sol. Tava com um biquíni minúsculo turquesa que combinava demais com o bronzeado do meu corpo, estiquei uma lona na grama e me deitei de bruços.
Em poucos minutos sinto o portão se mexer e sei que é nosso vizinho me espiando. Como sempre, finjo que não vejo, mas daqui a pouco ele se mostra e pergunta pelo meu marido. Respondi que ele tinha saído por uns minutos e voltava logo. "Com uma bolsa?", ele perguntou de novo. Fiquei em silêncio enquanto via ele abrir a porteira que tinha ficado sem cadeado depois que meu marido foi embora.
Fiquei nervosa, me levantei ajustando a parte de cima do biquíni e ele já estava quase do meu lado. Meu vizinho tem uma estatura média, mas é bem troncudo e com braços muito fortes. Ele se aproximou, me abraçou pela cintura e disse: “Então você gosta de me provocar, sua putinha?” Eu respondi pra ele me soltar, que não sabia do que ele tava falando, mas não adiantava nada, ele me apertava com mais força contra ele e com a outra mão já começava a apalpar minha rabeta. Queria sair daquela situação, mas os braços fortes dele não deixavam.
O medo e o cansaço do esforço pra me libertar foram minando minha resistência. Ele desabotoou e tirou meu sutiã, começou a apalpar meus peitos quase desesperadamente, apertava meus mamilos e chupava eles enquanto com as mãos tirava minha calcinha fio dental.
Me jogou no chão, abriu minhas pernas e enterrou a cabeça entre elas. A língua dele se enfiava na minha buceta e esfregava no meu clitóris, me levantava pelas coxas e chupava e metia a língua no meu buraquinho traseiro.
Ele se levantou e disse: “Agora é sua vez, abaixa minha sunga e chupa”. Abaixei a sunga e o pau dele duro bateu contra a barriga. Não era muito comprido, mas era grosso pra caralho, a ponto de minhas mãos pequenas não conseguirem segurar ele inteiro na circunferência. Tava muito duro, muito inchado, e enquanto eu batia uma pra ele, ele me agarrou pelos cabelos, puxou minha cabeça pra trás e meteu na minha boca. Ele se movia como se tivesse me comendo pela boca, enfiando até o fundo, me fazendo engasgar, o que parecia dar prazer pra ele.
Ele tirou a pica dele, toda molhada na minha baba grossa, batia na minha cara com a pica e enfiava de novo na minha boca. Me deitou de novo, se deitou por cima de mim e enfiou a pica gorda dele na minha pussy. Levantou minhas pernas, passou os braços por baixo delas e com as mãos me segurava firme pela bunda, passava a ponta dos dedos no meu cu e a língua dele no meu rosto e nos meus peitos.
Cada vez me batia com mais força, as bolas grandes dele batiam no meu corpo, eu só implorava pra ele não gozar dentro de mim porque não tava tomando cuidado. Nessa hora ele saiu de dentro de mim e falou: "Já sei o que vou fazer então". Me pegou pelos cabelos e, meio me arrastando, meio me fazendo tropeçar, me levou pra dentro de casa e foi direto pra geladeira. Pegou um pão de forma e me empurrou contra o sofá, me fez ficar de quatro e começou a passar pedaços de pão no meu cu, no pau dele e enfiava tudo pra dentro junto com o dedo. Nessa altura eu já tava mais que molhadinha.
apoiou o pau gordo dele no meu cuzinho e começou a empurrar; começou a me dar tapas fortes na bunda enquanto me dizia: “Relaxa, puta”. De repente, senti minha buceta dar passagem praquele pau que me comia.
Colocou meus braços nas minhas costas e segurou meus pulsos com uma mão, enquanto com a outra puxava meu cabelo ou castigava minha bunda, cada vez me comia mais e mais forte. "Diz que eu tô rasgando teu cu, sua puta" ele falava e eu repetia sem parar; "você tá rasgando meu cu, você tá rasgando meu cu...
De repente, ele me agarra com força com as duas mãos na cintura e eu sinto ele descarregar todo o gozo dele na minha bunda. A região estava tão sensível que eu conseguia sentir cada jato que ele soltava dentro de mim, e que era em grandes quantidades.
Ele ficou um tempinho dentro de mim até que a moleza foi tomando conta do pau dele... ele foi embora e eu fui tomar banho, digamos que ele me comeu na força, mas eu gostei.
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