Quando você acha que tá tudo bem, percebe que na verdade não tá... Ela disse que queria conversar, que já tava cansada de uma vida assim, sem emoção, que eu não satisfazia ela e que preferia me largar do que me trair. Eu quebrei e não pude fazer nada além de respeitar a decisão dela. — A partir de hoje, a gente precisa se distanciar. Me dá só uma semana e vou pra casa da minha irmã. + Claro, o tempo que você precisar, eu te amo. (Silêncio constrangedor) Os dias foram passando e a atitude dela tava mudando. Arrumou um emprego e toda vez que chegava em casa, se despia quase toda. Ficava no telefone, rindo e baixando a voz com risadinhas idiotas toda vez que passava perto de mim.
Eu tava morrendo de ciúmes, não sabia o que fazer. Naquela noite, ela se aproximou e falou:
— Ei, Juan, preciso que me faça um favor. Quero te pedir mais uma semana. Achei um apartamento, mas ainda não completei o aluguel.
— Claro, fica tranquila, pode ficar o tempo que quiser.
— Valeu ☺️ você é um amor.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi pro quarto onde tava dormindo. Naquela noite, ela tava usando uma calcinha fio dental branca que deixava a bunda dela muito gostosa, então eu segui ela. Quando vi que a porta tava meio aberta, cheguei perto pra dar uma olhada. Lá estava ela, sentada num sofá, tirando fotos. Tirou a calcinha e começou a abrir as nádegas pra mostrar o cuzinho. Começou a se tocar e a se molhar, uma delícia.
Comecei a me masturbar e não passou nem 3 minutos, eu já tava gozando. Soltei um gemido meio alto, e ela percebeu. Se apressou pra levantar, bateu a porta na minha cara e começou a me xingar, mandando eu vazar.
Sinceramente, achei que ela fosse reagir diferente. Pensei que naquela noite a gente fosse transar, mas não foi assim.






No dia seguinte ela descansou e quando cheguei ela estava cozinhando, vestindo uma regatinha vermelha e um avental de cozinha minúsculo.
Ela tava realmente muito gostosa. — Que porra cê tá olhando? Cê não tem que ir trabalhar, não? + Ei, me desculpa, ontem não foi minha... — Só cresce, por favor, tô com visita e já já chega mais gente. Baixei o olhar e fingi que tava saindo de casa. O carro tava quebrado, então naquela semana eu tava indo de busão, e ela nem percebeu se eu tinha ido embora de verdade. Me escondi atrás de um móvel na sala. Ela pegou o celular e começou a ligar pra alguém. — Oi, papai, já pode vir, meu marido acabou de sair pra trabalhar. Pra mim foi muito estranho ouvir aquilo, porque ela tinha terminado comigo e a gente nunca foi casado. Em poucos minutos bateram na porta, ela abriu, e um cara alto, moreno e musculoso se jogou nela, começou a beijar e apalpar. Dava pra ver que ele tava muito excitado, porque o volume enorme dele marcava na calça. Além disso, ele enfiou os dedos na buceta dela e fez ela gemer de prazer. Ele jogou ela num sofá, colocou ela de quatro e, depois de puxar a tanga pro lado, começou a chupar o cu e a buceta dela. Ela quase gritava de tanto prazer.
Ela pedia pra ele começar a meter nela logo. — Papai, não aguento mais, por favor, enfia essa sua piroca enorme, preciso dela dentro de mim. + Claro, sua putinha, hoje vou descarregar toda a porra que acumulei desde a última vez que te comi. — Sim, papai, quero sua porra. Ele tirou a calcinha fio-dental dela e começou a desafivelar o cinto, e de repente uma piroca morena enorme saiu da calça dele. Ela olhou, sorriu enquanto admirava o pau dele. Passou um tempo até ele começar a meter nela sem piedade.
+ Quem é sua puta macho? - Seu pai, você é meu macho? + Você gosta como eu te como? Será que seu marido te come assim? - Não, pai, só você me come assim, você tem uma rola deliciosa. + Isso, puta, como eu queria que seu marido estivesse aqui pra ver como eu te encho de porra. - Sim, pai, e adivinha? Ele está aqui, escondido, vendo como você tá me comendo, e te garanto que ele tá adorando. + Haaa, puta, haaa, isso me deixou com muito tesão, haaa. - Sim, pai, me enche de porra, ahhh.
Terminaram de transar, ela se ajoelhou e limpou a rola dele com um boquete gostoso como só ela sabe fazer, depois pediu pra ele ir embora porque eu chegaria logo. Se despediram e ele foi.
- Já pode sair daí, hahaha, sei que você tá aí escondido que nem um idiota, com certeza batendo uma pra sua minhoquinha. Vem aqui que quero te ajudar.
Eu saí e ela começou a chupar minha rola, eu não entendia o que tava rolando. Ela disse: "Vamos pro quarto que tenho algo pra te contar." Chegamos e, colado no espelho, tinha um dildo. Ela mandou eu ficar do lado e começou a chupar minha rola e o dildo ao mesmo tempo.
- Você gostou de ver como me comiam?
+ Sim, foi muito excitante, pra caralho.
- Você gostaria de continuar vendo?
+ Mas peraí, você não vai embora?
- Se você disser que sim, não vejo motivo pra ir. Mais ainda, a gente pode até fingir que somos um casal feliz de verdade.
Eu tava morrendo de ciúmes, não sabia o que fazer. Naquela noite, ela se aproximou e falou: — Ei, Juan, preciso que me faça um favor. Quero te pedir mais uma semana. Achei um apartamento, mas ainda não completei o aluguel.
— Claro, fica tranquila, pode ficar o tempo que quiser.
— Valeu ☺️ você é um amor.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi pro quarto onde tava dormindo. Naquela noite, ela tava usando uma calcinha fio dental branca que deixava a bunda dela muito gostosa, então eu segui ela. Quando vi que a porta tava meio aberta, cheguei perto pra dar uma olhada. Lá estava ela, sentada num sofá, tirando fotos. Tirou a calcinha e começou a abrir as nádegas pra mostrar o cuzinho. Começou a se tocar e a se molhar, uma delícia.
Comecei a me masturbar e não passou nem 3 minutos, eu já tava gozando. Soltei um gemido meio alto, e ela percebeu. Se apressou pra levantar, bateu a porta na minha cara e começou a me xingar, mandando eu vazar.
Sinceramente, achei que ela fosse reagir diferente. Pensei que naquela noite a gente fosse transar, mas não foi assim.







No dia seguinte ela descansou e quando cheguei ela estava cozinhando, vestindo uma regatinha vermelha e um avental de cozinha minúsculo.
Ela tava realmente muito gostosa. — Que porra cê tá olhando? Cê não tem que ir trabalhar, não? + Ei, me desculpa, ontem não foi minha... — Só cresce, por favor, tô com visita e já já chega mais gente. Baixei o olhar e fingi que tava saindo de casa. O carro tava quebrado, então naquela semana eu tava indo de busão, e ela nem percebeu se eu tinha ido embora de verdade. Me escondi atrás de um móvel na sala. Ela pegou o celular e começou a ligar pra alguém. — Oi, papai, já pode vir, meu marido acabou de sair pra trabalhar. Pra mim foi muito estranho ouvir aquilo, porque ela tinha terminado comigo e a gente nunca foi casado. Em poucos minutos bateram na porta, ela abriu, e um cara alto, moreno e musculoso se jogou nela, começou a beijar e apalpar. Dava pra ver que ele tava muito excitado, porque o volume enorme dele marcava na calça. Além disso, ele enfiou os dedos na buceta dela e fez ela gemer de prazer. Ele jogou ela num sofá, colocou ela de quatro e, depois de puxar a tanga pro lado, começou a chupar o cu e a buceta dela. Ela quase gritava de tanto prazer.
Ela pedia pra ele começar a meter nela logo. — Papai, não aguento mais, por favor, enfia essa sua piroca enorme, preciso dela dentro de mim. + Claro, sua putinha, hoje vou descarregar toda a porra que acumulei desde a última vez que te comi. — Sim, papai, quero sua porra. Ele tirou a calcinha fio-dental dela e começou a desafivelar o cinto, e de repente uma piroca morena enorme saiu da calça dele. Ela olhou, sorriu enquanto admirava o pau dele. Passou um tempo até ele começar a meter nela sem piedade.
+ Quem é sua puta macho? - Seu pai, você é meu macho? + Você gosta como eu te como? Será que seu marido te come assim? - Não, pai, só você me come assim, você tem uma rola deliciosa. + Isso, puta, como eu queria que seu marido estivesse aqui pra ver como eu te encho de porra. - Sim, pai, e adivinha? Ele está aqui, escondido, vendo como você tá me comendo, e te garanto que ele tá adorando. + Haaa, puta, haaa, isso me deixou com muito tesão, haaa. - Sim, pai, me enche de porra, ahhh. Terminaram de transar, ela se ajoelhou e limpou a rola dele com um boquete gostoso como só ela sabe fazer, depois pediu pra ele ir embora porque eu chegaria logo. Se despediram e ele foi.
- Já pode sair daí, hahaha, sei que você tá aí escondido que nem um idiota, com certeza batendo uma pra sua minhoquinha. Vem aqui que quero te ajudar.
Eu saí e ela começou a chupar minha rola, eu não entendia o que tava rolando. Ela disse: "Vamos pro quarto que tenho algo pra te contar." Chegamos e, colado no espelho, tinha um dildo. Ela mandou eu ficar do lado e começou a chupar minha rola e o dildo ao mesmo tempo.
- Você gostou de ver como me comiam? + Sim, foi muito excitante, pra caralho.
- Você gostaria de continuar vendo?
+ Mas peraí, você não vai embora?
- Se você disser que sim, não vejo motivo pra ir. Mais ainda, a gente pode até fingir que somos um casal feliz de verdade.
4 comentários - Meu início como corno
Yo le comia el coño sin parar ¡¡