Isso que vou contar aconteceu enquanto eu ainda estudava. Naquela época, eu tinha uma namorada chamada Marlen, mas todo mundo na sala chamava ela de Marly. Se eu tivesse que descrevê-la, diria que ela é baixinha, uns 1,55 a 1,60 no máximo, morena clara, magrinha. Naquela época, ela quase não tinha peito, acho que era tamanho A, mas as pernas e a bunda dela eram incríveis, pelo menos pra mim. Ela tinha uma bunda gostosa, não importava o que vestisse, sempre se destacava. O jeito dela era bem sociável, mas ao mesmo tempo distraída e inocente. Isso eu gostava nela.Eu, por outro lado, sou moreno, tenho 1,72, corpo atlético mas não musculoso. Acho que meu melhor atributo era meu tronco, porque sempre tive as costas largas e, por mais estranho que pareça, uma cintura fina. E um pau normal, acho que uns 12 ou 14 cm, que se destacava segundo minhas amigas que me confessaram. Meu jeito é mais sério, meio teimoso e ranzinza com o que não acho certo, embora isso tenha mudado depois dessa experiência.
No nosso primeiro ano de escola, viramos amigos e, segundo as palavras da Marly, comecei a despertar a curiosidade dela, o que fez com que ela começasse a gostar de mim. Eu, por minha vez, não percebi até minhas amigas me mostrarem. E em maio de 2016, começamos a namorar e ficamos um ano inteiro saindo juntos, estudando, fazendo coisas de casal, até que veio nossa primeira briga. E tudo por causa de três fatores:
O primeiro, um "amigo" dela, acho que o nome era Ricardo, e meu instinto dizia que ele queria mais que amizade.
O segundo, meu instinto ou insegurança por causa de várias traições passadas.
E o terceiro, a inocência da Marly, embora a essa altura eu não saiba se era inocência pura ou só mais uma atuação dela.
Isso aconteceu em agosto, depois que voltamos das férias. Eu já conhecia esse amigo dela e não gostava nada dele, porque várias vezes peguei ele olhando demais pra bunda da Marly. Mas dessa vez foi fatal: ele estava de novo comendo a bunda da Marly com os olhos. com os olhos e posso ficar calado, e reclamei, mas nunca imaginei que ele iria naquele momento falar com a Marly que sou um ciumento de merda e que não confio nela e essas merdas que os manipuladores falam. Foi mais ou menos assim:
Eu — Ó cara, já chega de ficar olhando pra bunda da minha namorada.
Ricardo — Quê? Não tava olhando pra bunda dela não, você é louco! Deixa teu ciúme em casa se só vai pensar mal de todo mundo, principalmente da Marly.
Eu — Já te falei! Da próxima vez que te ver olhando pra bunda dela, vou arrebentar tua mãe.
Foi aí que ele se aproximou da Marly pra contar as fofocas dele e causar nossa primeira briga.
Marly — Que porra é essa? Por que você ameaçou o Ricardo? Hein?
Eu — Esse pedaço de lixo só fica olhando tua bunda e já tô de saco cheio dele fingir que é seu amigo quando claramente quer outra coisa.
Marly — Você é louco ou o que? Ele e eu somos só amigos, eu não gosto dele nem ele gosta de mim, além disso ele é incapaz de ficar olhando minha bunda como você diz. Nem todo mundo é um tarado igual você, e além de tarado, um ciumento de merda. Não quero mais falar com você, seu idiota. Vamos, Ricardo, deixa esse louco aqui sozinho.
Ela pegou a mão do Ricardo, agarrou a mochila dele e os dois foram embora. Eu não podia acreditar que a Marly, minha namorada, acreditava mais no idiota do Ricardo do que em mim, que era o namorado dela. Passaram-se alguns dias sem eu falar com a Marly, principalmente porque ela me evitava, acho que ainda tava puta com o que aconteceu. Numa sexta depois da escola, liguei pro celular dela, mas ela não atendeu. E pra ser sincero, achei que tinha acabado ali, já tava conformado que ela não queria mais me ver. Mas aí ela me ligou, e quando atendi, só ouvi:
Marly — O que você quer?
Eu — Só quero te pedir desculpas pelo que rolou com o Ricardo e pela nossa briga. Me desculpa, e se você não quiser mais ser minha namorada, não vou falar nada.
Marly — Você é um idiota. O Ricardo nunca ia me olhar como um tarado, ele é meu amigo. Se você não entende, o problema é seu.
Eu — Desculpa, não queria brigar nem te ofender. Acho que foi meu... culpa por imaginar coisas que não são. Que tal a gente sair hoje à noite?
Marly – Hoje não posso, tenho que cuidar do meu irmãozinho, mas amanhã às 20h, que tal?
Eu – Sim, claro, amanhã tá perfeito.
Aí terminou nossa briga. No dia seguinte, tudo seguiu normal. Me arrumei e fui buscá-la na casa dela. Quem me recebeu foi o irmão dela. Pedi pra ele avisar a Marly que já era hora. Ela saiu depois de alguns minutos, tava muito gostosa. Eu a cumprimentei, trocamos um beijinho e fomos jantar. No caminho, fomos conversando sobre algumas coisas, nada importante — coisas da escola e alguns assuntos de família. Chegamos no lugar, entramos e pedimos nossa comida. Jantamos, nos divertimos, rimos, papeamos e levei ela de volta pra casa. Antes dela entrar, me deu um beijo longo e suave e perguntou se eu podia passar lá amanhã (lembra que isso foi há um tempo) às 11h da manhã, e eu aceitei.
Chegou o domingo, saí pra correr, cheguei em casa umas 09:00, tomei um café da manhã rápido e fui tomar um banho, porque não queria feder suor enquanto estivesse com a Marly. Me arrumei e fui buscá-la. Assim que cheguei na casa dela, a Marly saiu, tava muito gostosa, me recebeu com um beijo cheio de tesão que eu não esperava. Entramos no carro e perguntei quais eram os planos dela pra hoje, o que a gente ia fazer, e ela só respondeu:Marly - Vamos pro centro e lá a gente decide o que fazer, que tal?
Liguei o carro e no caminho, de olho, percebo que ela tá usando uma minissaia muito sexy. Perguntei de novo pra onde a gente tava indo, mas ela não disse nada, só tirou os sapatos, uns saltos pretos não tão altos, e sem perder tempo levantou um pouco a minissaia e foi tirando uma calcinha fio dental preta de renda, muito sexy. Depois que tirou, levou até a boca e, mordendo ela, disse: "Você não sabe pra onde acha que a gente vai?" Uff, me deixou louco. Na hora fiquei completamente duro e dirigi até um motel. Chegamos, pedi o quarto e entramos sem perder tempo. Fechamos a porta e começamos a nos beijar como loucos, com muito tesão e calor. Ela se pendurou no meu pescoço enquanto eu apertava a bunda dela, o que me lembrou que ela já não tava mais de calcinha. A excitação tomou conta de mim e levantei completamente a saia dela, beijava o pescoço dela enquanto apertava as nádegas e dava tapas cada vez mais fortes, o que fazia ela soltar uns gemidinhos baixos. Voltei a beijar a boca dela e, com todo aquele tesão, pensei em brincar com o cu dela, mas na hora de enfiar os dedos, ela se afastou de mim e disse, ofegante: "Ah, ah, ah, no meu cu não, não gosto no cu!
Nos acalmamos, tirei minha roupa e ela só ficou de blusa e sutiã, deixando à mostra os peitinhos dela, pequenos mas com os bicos bem durinhos. Me aproximei dela de novo, nos beijamos um pouco e peguei os bicos dela com meus dedos, friccionando, beliscando, desci pra chupar, beijar e morder de leve. Marly não parava de gemer. Peguei ela pela bunda e levei até a cama, deitei ela e fiquei por cima, ia beijá-la quando ela pediu pra chupar a buceta dela. Sinceramente, é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, então falei que claro. Antes de começar, olhei o relógio e já tinham se passado 30 minutos da hora que pedi, então tive que ir até a recepção pedir mais duas horas. Quando voltei pra cama, Marly já estava enfiando os dedos na buceta quente dela, e não devagar, não, ela fazia rápido e com vontade de gozar. Mas cheguei pra interromper, afastei as mãos dela e notei que a buceta dela estava escorrendo de tanto melado. Não vou negar que meu primeiro pensamento foi meter o pau, mas me segurei, fiquei de joelhos e comecei minha missão de chupar a buceta dela. E, caralho, até hoje continua sendo a melhor buceta que já provei: totalmente depilada, com um gosto e cheiro doces. Passei a língua por toda a racha dela, mas antes que pudesse fazer qualquer outra coisa, ela me agarrou pelo cabelo e puxou minha cara contra a buceta dela, que não parava de jorrar aqueles melados deliciosos. Abracei as pernas dela separadas e chupei o clitóris dela com mais força, passei a brincar com a língua em cima do clitóris e depois dentro da buceta dela. Não sei quantos melados dela engoli naquele dia, mas já era minha vez.Sentei na cama e falei que queria um boquete. Ela ficou deitada um pouco, ofegante e recuperando as forças. Como conseguiu, desceu da cama, abriu uma camisinha, colocou na boca e colocou em mim de uma vez só. Tirou meu pau da boca e começou a me masturbar enquanto chupava minhas bolas. A pressão das mãos dela era uma delícia. Ela parou de repente por um segundo só pra enfiar meu pau inteiro na boca dela. Os boquetes dela são sensacionais, ela brinca com a língua na ponta, ela percorre todo o tronco e enfia de novo inteira, fazendo um som tão gostoso que você queria gozar naquela hora, mas não é só isso: ela beija, solta muita saliva, brinca com suas bolas. Na metade do boquete, ela pediu pra eu levantar e, assim, de joelhos, me abraçou pela cintura e engoliu meu pau inteiro de novo. Eu queria tirar, mas ela não soltava, estava chupando tão forte que parecia que queria tirar até a última gota de porra. Acho que ela me chupou uns 15 minutos. Quando senti que ia gozar, avisei, e sem pensar ela me soltou antes de eu jorrar tudo, me deixando com as bolas prestes a estourar e muito confuso. Ofegante, me virei pra olhar ela e ouvi: "Essa é minha vingança pelo que você me fez antes, então aproveita!" Isso me deixou puto e, sem pensar, empurrei ela na cama. Ela caiu de bruços, eu montei nela, segurei seu pescoço enquanto beijava suas costas e, meio por raiva, meio por tesão, falei: "Você vai ser minha agora e vai pagar por brincar comigo antes!" Ela mesma levantou a bunda. Eu me levantei da cama, beijei a buceta, bati na bunda dela com as duas mãos, deixando as nádegas vermelhas. Segurei meu pau e esfreguei a ponta em toda a fenda dela, e ela soltou um gemido. Mas sem dar tempo pra nada, enfiei meu pau inteiro dentro da buceta dela sem nenhuma resistência. Segurei seus quadris e comecei a meter forte e rápido, e vi como ela puxava os lençóis com as mãos e tentava abafar os gemidos na cama. Mas com umas palmadas bem fortes na bunda dela, falei que queria ouvi-la gemer bem alto, senão eu pararia. Puxei o cabelo dela enquanto continuava metendo forte, as nádegas dela batiam na minha pélvis e faziam aquele som gostoso: plaf, plaf, plaf, plaf. Mas pararam de se ouvir quando Marly começou a gemer alto, pedindo pra eu meter até o fundo, mais forte. Eu já estava no meu limite, e acho que ela também, porque começou a apertar meu pau com mais força, o que me fez soltar toda a minha porra. Ficamos exaustos. Em cima da cama, tirei a camisinha e fizemos um 69 — eu embaixo e ela em cima. Ela limpou minha rola de um jeito foda, e eu engoli todos os sucos que a buceta dela ainda tinha. Olhei o relógio: já tinha passado um pouco mais de uma hora e meia do tempo que a gente tinha.
Falei pra gente tomar um banho. Entramos os dois no chuveiro e eu fiquei de pau duro de novo. Ela perguntou se eu aguentava comer ela de novo. Nem respondi. Virei ela, encostei na parede e, enquanto a água do chuveiro caía, enfiei até o talo. Mas antes de começar a bombar, ela pediu pra eu pegar uma camisinha, porque não queria engravidar. Tive que sair, pegar a camisinha, colocar e voltar pro banheiro. Lá, a Marly pediu pra eu carregar ela — já sabia o que ela queria. Puxei ela pra perto, segurei na bunda dela e carreguei. Ela pegou minha rola e enfiou na buceta dela. Ficamos transando assim por um tempo. Cada vez que minha rola entrava na buceta apertada dela, eu sentia as unhas dela cravando nas minhas costas, mas mesmo assim continuei no mete e sai — às vezes devagar, às vezes rápido. Não duramos nem meia hora até os dois gozarmos juntos, um orgasmo delicioso. Descansamos um pouco, terminamos de nos lavar, ela se maquiou, eu fui pagar a conta e saímos do motel. Fomos comer, depois ver um filme. Levei ela em casa e assim terminou nosso fim de semana.
Passou um mês e meio, mais ou menos, tudo bem. Aliás, esqueci de contar: as amigas dela são as certinhas da sala e têm um joguinho onde elas se apalpam entre si. Pra ser sincero, não me sentia muito confortável com aquilo, mas fazer o quê. O tempo passou e a gente estava bem — transávamos umas duas vezes por semana, sem problema nenhum. Mas um dia, um babaca da sala, o nome era Fabián, daqueles idiotas que jogam futebol, começou a perturbar ela. Os dois foram castigados. Tinham que limpar a... Eu tenho a voz suave, mas depois da aula, porque quebraram uma janela na briga. Só que o castigo ia ser só na segunda-feira da semana seguinte, então a gente aproveitou o fim de semana. semana o tempo que a gente teve. Chegou segunda-feira, as aulas passaram e nunca passou pela minha cabeça que a Marly usar saia naquele dia ia ser fatal pro nosso relacionamento, mas aconteceu um pequeno incidente por causa das amigas dela e da brincadeira idiota delas: levantaram a saia dela na frente da turma toda e deu pra ver a bunda dela num fio dental rosa sexy que ficava incrível nela. Depois do castigo dela, a gente ia sair pra um motel, enfim... ela tinha que ir pro castigo, mas só podiam ficar eles e um professor.
A verdade é que, por causa do calor, eu tava dormindo no carro e nem percebi o que rolou naquele dia até que uma amiga me contou tudo. Ela mora do lado da escola, a casa dela é alta, e parece que o quarto dela tem uma janela com vista pra escola. Daí, de lá, ela viu o professor atender uma ligação e deixar Marly e Fabián sozinhos. Então esse imbecil não perdeu chance de encher o saco da Marly, mas tudo isso não durou mais que 5 minutos. Foi quando Fabián ficou atrás da Marly, levantou a saia dela, deixando à mostra a calcinha, as pernas e a bunda dela. Segundo minha amiga, Marly virou pra reclamar, mas Fabián não perdeu tempo e roubou um beijo dela. Pelo que minha amiga lembra, Marly resistiu, mas Fabián é mais forte. Ela não conseguia ouvir o que eles diziam, mas viu que eles tavam conversando entre si.O que minha amiga viu em seguida deixou ela em choque e ela não soube o que fazer. Fabián jogou Marly no chão, parece que eles tavam numa área verde, e imediatamente puxou a rola pra fora da calça. Ela lembra que Marly não se mexeu, e Fabián aproveitou pra aproximar a rola do rosto dela e forçar ela a chupar. Segundo minha amiga, isso foi só no começo, porque depois de uns minutos, Marly tomou a iniciativa e começou a fazer um boquete de verdade. Mas Fabián não aguentou muito assim: tirou a rola da boca da Marly, jogou ela no chão de novo. Aí Marly levantou a saia, tirou a calcinha e, com as pernas abertas, convidou Fabián pra meter nela. Minha amiga me contou que Fabián trocou de posição umas três vezes, mas não lembrava de ter visto nem Fabián nem Marly colocando camisinha, embora de tão longe não desse pra ver direito. Ela diz que Fabián não demorou muito tempo comendo a Marly, lembra que não passou de 20 minutos até ele soltar a carga dentro dela — ou pelo menos é o que a gente acredita. Minha amiga também lembra que Fabián tirou a rola e se limpou com a calcinha da Marly, guardando ela na mochila dele. Marly se levantou, pegou as coisas dela e saiu da escola. Acordou tocando a janela do carro, entrei e cumprimentei, mas ela não quis me beijar. Perguntei se tava pronta pra ir pro motel, mas ela disse que a menstruação tinha descido e que sujou a calcinha dela. Pediu pra eu levar ela numa farmácia e depois pra casa dela. Foi assim que aquela maldita segunda-feira terminou e começou a ruína do meu relacionamento com a Marly.
Não é o único relato que tenho dela, então se quiserem saber mais sobre as fodas da Marly, comentem.
4 comentários - Marly, minha namorada, vira puta na escola