Oi, sou a Camila. Aos 21 anos, eu tinha conseguido um trampo bom. Tava solteira e ainda morava com a minha mãe, mas era tipo morar sozinha, porque ela viajava pra caramba, curtindo a aposentadoria dela. A casa era de dois andares numa rua bem movimentada da cidade. Meu quarto ficava no segundo andar e dava pra rua, mas eu quase nunca abria as janelas, porque do outro lado tem uma estação de trem velha e abandonada, onde se formou uma favela. Era pleno verão, um calor do cão, e eu com as janelas fechadas. Já tava há um tempão no trabalho, então tinha uma rotina diária. Acordava cedo,
Eu tomava café da manhã, tirava o carro da garagem com todo cuidado por causa da insegurança e daí ia pro trabalho.
Uma noite, com um calor insuportável, tão insuportável que não conseguia dormir, resolvi abrir as janelas e acabei pegando no sono depois. De manhã, quando acordei, vi que a janela estava escancarada, dando pra ver claramente os trilhos da estação da frente e os vagões. Decidi fechar rapidinho antes que clareasse mais o dia e fui tomar banho.
e depois estreiei um terno novo pro trabalho, sempre gostei de estrear roupa, e de marcar meu corpo muito gostoso que sempre tive sem precisar manter, minha altura de uns 1,75, cabelo moreno, olhos castanhos, meus peitos são médios quase grandes, uma cintura fina que era meu charme e uns quadris que terminavam na minha bunda grande, formada e bem empinada.
Como sempre usava saltos altos, minha figura se elevava ainda mais e eu sabia pelos comentários geralmente ou pela expressão dos homens quando me viam.
Chegou segunda-feira e eu sabia que vinha uma menina limpar a casa, era uma garota humilde da vila da frente que tinha me pedido por favor pra trabalhar, era uma menina de 18 anos, sozinha, mas que já estava grávida.
A gente já tinha uma conversa fluida, eu sabia muitas coisas dela e ela de mim, naquele dia depois de tomar uns refrigerantes, perguntei sobre quem era o pai daquele futuro bebê, mas ela ficou calada e não respondeu, eu fiquei meio sem graça mas perguntei de novo, naquela hora uma lágrima escorreu pela bochecha dela e ela me disse entre choros, de um cara da vila apelidado de urso, que é um filho da puta que só faz engravidar garotas como eu.
Eu fiquei chocada, e continuei perguntando, então ela me disse que o sujeito era um cara de uns 48 anos, gordo e grandão que mandava dentro da vila e que conseguia que todos fizessem o que ele queria ou matava ou mandava matar.
Senti o sangue ferver por dentro, ao ver a cara da menina enquanto ela descrevia aquele porco, consolei ela um pouco e mudei de assunto pra animar ela, dizendo que ela podia contar comigo pro que precisasse, isso deixou ela um pouco mais contente.
Quando ela foi embora de casa, ao sair, ela apontou pra frente e me disse, ali mora o filho da puta naquela casinha em cima dos trilhos. Eu olhei e vi uma espécie de luz lá dentro e imaginei o sujeito que a menina tinha me descrito.
Lembro que era quarta-feira, fazia um calor impossível de Descrever, naquela noite eu tive que abrir as janelas do meu quarto, e me deitei só com uma regata e uma fio dental branca.
Enquanto tentava pegar no sono, fiquei pensando naquele sujeito nojento, tarado e perigoso que a menina tinha me contado, e só de imaginar já me dava arrepios na pele.
No dia seguinte, quando acordei, percebi que já estava bem claro e dava pra ver tudo lá de fora, então levantei rápido pra fechar as janelas. Enquanto fazia isso, olhei pra frente e vi o cara sentado na porta da casinha dele. Fiquei parada por um segundo e senti o olhar dele de longe, mesmo não tendo certeza por causa da distância. Reagi, fechei as janelas e desci pra tomar café.
Depois de ir pro trabalho, estacionei o carro na porta de casa, como sempre. Tava um calorão, meu uniforme grudava no corpo e eu não aguentava mais.
Quando o sol começou a baixar um pouco, resolvi ir fazer umas compras. Saí e, quando entrei no carro, encontrei um papelzinho no para-brisa. Peguei achando que era propaganda, e quando olhei, li: "morena, você é uma gostosa, me deixa louco, adoro te ver de uniforme, mas prefiro te ver com as calcinhas fio dental que você usa pra dormir."
Sentei tremendo, senti um medo no corpo impossível de descrever. Rapidamente liguei o carro e resolvi ir fazer as compras, mesmo com as palavras do bilhete rodando na minha cabeça o tempo todo.
Quando cheguei em casa lá pelas 22h, com o calor que tava, fiquei completamente vestida e fechei todas as janelas e persianas da casa. Deitei, mas não dormi, tava muito calor e com muito medo.
No dia seguinte, com uma cara de quem não tinha dormido, fui trabalhar muito irritada. Voltei pra casa e me deitei de novo, com tudo fechado. Quando acordei, pensei que não podia ficar presa na minha própria casa, que ia na polícia pelo menos dar uma queixa preventiva. Desci e, quando entrei no carro, tinha outro papel. Abri e dizia: "morena, o que você acha de 25 cm? Você ia gostar?" Eu tremi na hora e decidi, com mais razão ainda, ir pra delegacia. Depois de Mostrar com muita vergonha as cartas pro policial, ele me olhou me despindo com os olhos e disse que não havia ameaças e que não podiam ficar de guarda por causa de um namorado meu. Percebi o tom de ironia e deboche dele e voltei pra casa totalmente puta. Lá pelas 22h30, tava vendo TV quando o telefone tocou. Atendi e... nada. Fui dormir trancada e os dias foram passando, não recebi mais mensagem nenhuma. Quando chegou segunda-feira, tava conversando com a moça da limpeza, contando o que tinha acontecido e que tava com medo. Falei que desconfiava do cara que ela tinha me contado, o Urso, como chamavam ele. Aí ela disse: — Na real, não acho não, mocinha. Talvez você tenha se alterado com o que eu te contei, sei lá. Naquela noite tava fazendo mais de 30 graus, puta e cansada de ter que ficar trancada, resolvi abrir as janelas e dormir como gente. Lá pras 3 da manhã, não sei bem que horas eram, ouvi um barulho perto da porta da varanda. Tentei escutar melhor e ouvi uns sussurros baixinhos. Nessa hora, levantei do jeito que tava, só de uma calcinha fio-dental rosa e uma regatinha.
, e fui até a porta da varanda, ouvia barulhos bem baixos e vozes, mas não sabia de onde, com o coração a mil por hora me espiei por uma pequena fresta que dá para o vizinho e aí vi de onde vinha o som, subido no muro do vizinho estava um sujeito careca, grandão, exatamente como a garota tinha descrito o famoso urso, e lá embaixo na casa outro sujeito de cabelo comprido levantando uma televisão e coisas, obviamente estavam limpando a casa do vizinho, rapidamente fui para o meu quarto, peguei o telefone e liguei para a polícia.
Como sempre a polícia demorou pra chegar e conseguiram pelo menos impedir que levassem tudo, ao ouvir as sirenes os dois largaram as coisas e correram para a vila, onde sumiram completamente.
Eu me deitei de novo nervosa com a situação, não deve ter passado meia hora quando o telefone toca, como pude atendi e falei
– Alô… Passou um tempinho e ninguém falava e quando eu ia desligar me disseram
– Alô cami… - Quem fala? Falei rapidamente, aí depois de um tempo em silêncio me disseram
– ¡¡Que calcinha rosinha gostosa que você usou hoje, entra bem na sua bunda, assim como eu quero meter, tudo bem fundo!!
Quando consegui reagir, desligaram, senti que estavam me olhando e rapidamente corri pra fechar as janelas, sentia que o coração ia sair pela boca.
Tentei me acalmar e pensar. Pensei em ligar pra polícia, mas o que dizer? Não iam poder me ajudar, foi uma espécie de ameaça por telefone, mas não chegava a ser ameaça. Não sabia quem era, mas sabia meu telefone e como me chamava.
No resto da noite não dormi, com o calor que fazia suei pra caralho e continuei muito nervosa, atenta a cada barulho.
No outro dia depois de uma jornada terrível de trabalho, voltei pra casa muito cansada, cheguei umas 9 da noite pronta pra esquentar comida e dormir, mal entrei em casa, o telefone tocou, rápido fui atender e quando atendi me disseram – ¡¡Cami, com esse calor todo e você de uniforme Ainda??!! Por que você não fica de novo com aquele fio dental rosa de ontem e aquela regatinha justa, que me deixam tão tesudo? Quase desliguei, quando gritei tentando enfrentá-lo - Já te denunciei pra polícia!! Aí ficou um silêncio do outro lado e uma respiração pesada, e ele respondeu - Ahhh foi você que nos denunciou??!! Sua puta, juro que vou estourar essa sua rabuda e seu corpo todo vai ser meu, você vai implorar pra eu te soltar!! E aí desligou. Fiquei com muito medo porque ele tinha se irritado e gritado no telefone, minhas pernas quase tremiam, tranquei a casa toda e fiquei só de calcinha e sutiã na sala, vendo TV morrendo de medo. Enquanto via TV, minha cabeça não parava de pensar no que fazer, se denunciava ele pra polícia ou não, e o que dizer se fizesse isso, quando de repente o telefone tocou de novo, eu não queria atender, mas ele continuava tocando e tocando, até que criei coragem e atendi com voz firme e falei – Alô! Ninguém respondeu, mas senti uma respiração do outro lado da linha, então gritei - Quem é você, além de um doente?! - Sou… seu pior pesadelo, aquele que vai te fazer gozar e sofrer muito, você já deve saber algo de mim. Eu, com um surto de raiva, falei - Me escuta, lixo, não vou parar até te ver preso, para de me encher o saco, vou te destruir!! Nessa hora ele ficou calado e me disse entre gemidos, que imaginei que ele tava se tocando, - Eu vou te destruir, mas te comendo a noite inteira essa rabuda linda, a gente se vê muito em breve… tenta dormir, doces sonhos….!! E desligou, eu sentei no sofá e sentia medo, então fui pro meu quarto, já deitada não conseguia pegar no sono, sentia pavor, estava aterrorizada, esperando o pior, não dormi quase a noite toda, tinha fechado todas as janelas, tranquei a porta com duas voltas, até a porta do meu quarto tranquei. Aquela noite não consegui pregar o olho, fiquei muito impressionada. No dia seguinte fui pro trabalho, não foi um dia bom, com o pouco que tinha dormido, e cheguei em casa muito cansada, só sentei pra jantar e subi pra deitar, me despi, ficando só de fio dental branco e uma camiseta
, com o calor que fazia, não consegui abrir a janela por precaução e acabei dormindo.
Não sei em que momento, mas eu estava meio sonolenta, acho, quando senti que não conseguia me mexer. Aí, de repente, abri os olhos como pude e vi parado na frente da minha cama o sujeito chamado de Urso. Meu coração começou a bater forte, tentei me levantar e descobri que meus pulsos estavam amarrados nas cabeceiras da cama. Comecei a gritar desesperada, então ele se aproximou e me deu um tapa, me calando. Depois, começou a rir às gargalhadas e disse:
— É melhor ficar quieta, sua empregada boazinha me deu as chaves e eu tenho tudo sob controle, então relaxa pelo seu bem, puta!
Engoli seco e chorava sem parar. Ele continuou:
— Lembra que você nos denunciou, sua cadela maldita? Isso vai te custar caro, puta!
Eu estava morrendo de medo e só consegui balbuciar:
— Desculpa, leva tudo o que quiser, mas não faz nada comigo, por favor.
Ele, rindo, respondeu:
— Não, sua putinha, você vai pagar por isso. Já tinha te condenado porque você é muito gostosa, e isso eu não posso perdoar!
Então começou a se aproximar de mim. Eu morria de medo e comecei a gritar, mas ele ameaçou me bater de novo, me calando, e disse:
— Você decide se quer na boa ou na ruim!
Fiquei quieta, chorando sem parar. Aí o desgraçado começou a arrancar minha calcinha fio dental com violência, puxando com força. Quando terminou de rasgar minha calcinha, ficou me olhando com aquela cara de babão doente e disse:
— Agora, sua gostosa mal parida, vai conhecer a dor. Você vive mostrando seus peitos e sua bunda, vou destruir tudo isso, puta, pode ter certeza!
E começou a tirar as calças sujas rapidamente. Ficou só com uma cueca encardida, toda manchada, provavelmente de esperma. As pernas dele eram muito peludas, e dava pra ver um volume enorme marcando, que, mesmo sem querer, eu fiquei olhando.
Depois, olhei pra cara dele. Parecia um maluco, me encarando com nojo. Desprezo e luxúria ao mesmo tempo, ele parecia um louco e me fazia tremer de medo do que ia fazer comigo, com certeza ia me estuprar várias vezes, só um milagre podia me salvar.
Aos poucos ele foi se aproximando, e quando estava na minha frente, abaixou a cueca imunda e deixou à mostra um pau todo cheio de veias, comprido e muito grosso, rapidamente senti o cheiro, era de pura sujeira, ele ao ver minha cara fez uma careta de satisfação por me ter ali totalmente indefesa.
Eu fechei os olhos e de repente ouvi um barulhão e a porta da minha casa rangeu, rapidamente ouvi passos correndo, abri os olhos e na minha frente apareceram três policiais apontando as armas pro urso e gritaram
–Mãos pro alto, você tá preso!!
Depois falaram o de sempre, eu entre o estado de confusão e medo que sentia tentava me cobrir, enquanto chorava desesperada, um policial se aproximou de mim e perguntou
–A senhora tá bem?! Esse lixo fez alguma coisa com você?!
–Graças a Deus que vocês chegaram, esse cara queria me estuprar!! Falei entre lágrimas
Olhei pra ele e vi seu olhar de ódio e raiva, ele me encarava com nojo, enquanto os policiais algemavam e maltratavam ele.
O policial me disse
–Vamos precisar que a senhora nos acompanhe pra prestar depoimento, se quiser pode ficar com sua ajudante, que foi quem nos disse que esse cara tava aqui!!
Virei pra ver Raquel (minha empregada) e ela estava na porta do meu quarto quase escondida, soluçando, quando a vi entendi tudo, depois ela mesma me contou que aquele sujeito tinha obrigado ela a dar a chave da minha casa porque tinha comentado que tinha uma conta pendente comigo, mas ele também disse a noite que viria, então ela avisou a polícia.
Depois que prestei depoimento na delegacia, o promotor me disse que a acusação do caso ficaria como tentativa de estupro e que seria investigada, ele ficaria preso por ter antecedentes e esperaria o julgamento atrás das grades.
Depois desse trauma eu fiquei mais calma, consegui voltar. dormir com as janelas abertas e me sentia melhor em todos os sentidos.
Deviam ter se passado umas duas semanas, quando um dia encontro em casa a Maria chorando sem parar, e quando me vê, ela diz
–Senhorita Camila, pelo amor de Deus, me ajude!
Eu me assusto com o estado dela e pergunto
–O que foi, Raquel? Por que você tá assim?!
Ela, entre muitos choros e meio ofegante, me diz
–A senhorita tem que me ajudar, temos que tirar o urso da cadeia!!
Eu fiquei furiosa e respondi
–Mas o que é isso?! Você ficou maluca?
Aí ela desabou em mais choro e respondeu tremendo
–Não, senhorita, o que acontece é que na vila tão dizendo que vão me matar!! Todo mundo me acusa de ter mandado ele preso!! E que vão me matar!!
Eu tremi de medo ao ouvir as palavras dela, e ela continuou
–Eles são muito justiceiros na vila, depois que me cercaram outro dia, todo mundo falou que se eu não tirasse ele em uma semana, iam queimar minha casa e me matar!! Por isso a senhorita tem que me ajudar, eu imploro!!
Eu entrei em pânico e respondi
–Mas o que você quer que eu faça?
–Se a senhorita retirar as acusações contra ele, vão soltar ele!!
Eu recusei de todas as formas, mas ela chorava desesperada, então perguntei
–Mas, se eu retirar as acusações e soltarem ele, aquele cara não vai querer se vingar?!
O rosto dela mudou totalmente com a possibilidade e ela disse
–Não sei, senhorita, eu já falei com todo mundo e eles também vão impedir que ele chegue perto da senhorita!!
–Mas, por favor, só a senhorita pode me ajudar, só peço isso, eu vou continuar trabalhando pra senhorita e aí pago o que a senhorita achar justo por esse favor, mas pelo amor de Deus, vá tirar ele da delegacia, se não fizer por mim, faça pela minha criança que tá vindo a caminho…!!!
Aí foi quando eu não aguentei mais e falei
–Deixa eu pensar, amanhã te respondo.
Aquela noite foi horrível, além de quente, mil coisas passavam pela minha cabeça, medo de uma vingança, o desespero daquela garota me comovia, mas eu não sabia o que fazer. Outro dia, bem cedo, minha empregada chegou com um galo no olho. Assim que abri a porta, ela entrou chorando e me disse que tinham batido nela pela mesma história. Ela tremia e não conseguia terminar de me contar de tanto medo. Aquilo foi a gota d'água, e eu falei:
— Não se preocupa mais, vou retirar a queixa hoje e não vou te cobrar nada, mas por favor, faz ele se afastar de mim, só isso!
— Sim, senhora, eu mesma já falei com o pessoal do bairro pra impedirem ele de sequer falar com a senhora! — E aí o sorriso bonito dela voltou a brilhar.
Depois do café, fui até a delegacia e retirei a denúncia. Ninguém entendia nada, alguns policiais balançavam a cabeça de um lado pro outro. O delegado me disse num tom sério:
— A senhora tá cometendo um grande erro. Espero que não se arrependa!
Olhei pra ele e respondi:
— Talvez um dia vocês entendam!
Virei as costas e saí da delegacia, aliviada e com um pouco de medo ao mesmo tempo. Depois fui trabalhar e fiquei o dia inteiro pensando no que tinha feito…
Quando cheguei em casa, tava com muito medo. Olhei pra todos os lados, mas tava tudo tranquilo. Entrei, e aos poucos tentei me acalmar. Depois de jantar, fui dormir, e com o medo que sentia, qualquer barulho da rua me assustava. Quase não preguei o olho a noite inteira. O calor era insuportável, mas eu deixava tudo fechado.
Depois de um mês, tava tudo calmo. Aos poucos, perdi o medo de dormir com a janela aberta e não me incomodaram mais. Minha empregada tava perto de dar à luz, então vinha de vez em quando, mas tava tudo perfeito. No trabalho, as coisas iam cada vez melhor.
Lembro que naquele sábado a gente organizou com os colegas do escritório pra sair pra tomar umas. Todo mundo ia tentar ir o mais bonito possível. Então, depois de passar a tarde relaxada, comecei a escolher roupa, até que decidi por um short branco e uma camiseta preta — era o que combinava melhor pra ocasião. Como a saída era tarde, lá pelas 9 da noite entrei no banho.
Depois subi… Meu quarto pra me vestir, tinha que combinar tudo, e como o short era meio transparente, coloquei uma fio dental branca minúscula, umas sandálias brancas e a camiseta. Me olhei no espelho e vi como aquele short grudava no meu corpo completamente, minha raba destacava muito e fiquei pensando se era conveniente ir tão provocante... quando de repente, o telefone do meu quarto tocou.
Com certeza era alguma das minhas colegas de trabalho, pensei. Quando atendi o telefone, só ouvi rapidamente alguém me dizer:
- Esse shortinho fica lindo em você, entra bem no seu cu, é assim que vou meter em você!!
Na hora eu enlouqueci, ele estava me vendo, com certeza era aquele preto filho da puta. Então voei pra fechar a janela e a persiana do meu quarto, e peguei o telefone de novo pra chamar a polícia, mas não tinha linha. Procurei alguma coisa pra me defender, por via das dúvidas, e não tinha nada pesado.
Desci correndo pra garantir que ia achar algo e fechar a casa toda. Quando terminei de descer as escadas o mais rápido que pude, mesmo com minhas sandálias de salto alto, fiquei paralisada ao ver o sujeito chamado Urso, parado no meio da minha sala, com um celular na mão e rindo.
Atônita, pálida e tremendo, falei:
- A polícia sabe de tudo, eles tão vindo pra cá, então é melhor você vazar!!
Ele ria cada vez mais, de um jeito cruel, e disse:
- Os policiais devem ser videntes, porque você não conseguiu ligar pra eles!!
Depois, num movimento rapidíssimo, ele se aproximou e colocou a mão gorda na minha boca, bem na hora que eu ia gritar. Ficou atrás de mim e encostou uma faca no meu pescoço, dizendo:
- Você vai fazer tudo que eu mandar, entendeu?! Não vai gritar, porque senão vai me conhecer com raiva!!
Engoli seco e, chorando, concordei. Sentia a lâmina fria da faca no meu pescoço e não tinha escolha a não ser aceitar as ordens sujas dele.
Sentia a barriga dele na minha costa, e a virilha querendo se encostar em mim. De repente, ele tirou a mão da minha boca e, com aquela mão, desceu e agarrou minha bunda com força, apertando... Depois subiu, passou pela minha cintura e foi pra frente, massageando meus peitos. Eu chorava e sentia a respiração dele cada vez mais ofegante. Aquele gordo imundo já estava gemendo de tesão.
Depois de me apalpar por um tempo, ele sussurrou no meu ouvido:
- Você é muito gostosa mesmo. Tem uns peitos divinos e uma bunda espetacular. Vou te furar todinha, vagabunda!!
Eu tremi e comecei a implorar, entre Chorando, mas ele me fez calar a boca puxando meu cabelo. Eu sentia tanto medo que quase não conseguia me mexer. De repente, me segurando forte pelo cabelo, ele disse:
— Vamos pra cima, gatinha, quero te comer na sua própria cama!
Começamos a subir as escadas, e o cara vinha atrás de mim, apalpando minha bunda, parecia obcecado por ela, apertava com força. Quando chegamos no meu quarto, ele me empurrou com violência na cama e disse:
— É melhor você ficar quieta e calma, se não quiser que eu te corte toda!
Eu olhava pra ele e tremia. Então o cara começou a tirar a camisa imunda dele, depois baixou a calça, a cueca, e apareceu o pau grosso dele, meio duro. Dava medo de olhar, e eu chorava sem parar.
De repente, ele se aproximou, me pegou pelo pulso e me puxou, quase me jogando no chão. Aí ele disse:
— Vamos, putinha, de joelhos!
Eu já estava quase nessa posição, então o desgraçado ficou parado na minha frente, com o pau bem na altura do meu rosto. Era impressionante, e o cheiro era insuportável.
Sem dizer nada, ele me agarrou pelo cabelo e me manteve parada, olhando pra frente. Depois, rindo, pegou aquela porra bruta com uma mão e começou a bater com ela na minha cara, passava no meu nariz, nos meus lábios e nos meus olhos, molhando tudo com minhas lágrimas, com certeza se divertindo em me humilhar daquele jeito.
Depois de me deixar uns 15 minutos naquela exibição de poder, ele me puxou pelo cabelo de novo e tirou meus peitos pra fora do vestido, começou a chupá-los como um desesperado, mordia meus mamilos, puxava pra cima com a boca, apertava com as mãos, cuspia neles e sugava a própria saliva de lá, beliscava meus mamilos.
Não sei quanto tempo ele ficou nisso, mas foi um bom tempo. Aí, aos poucos, as mãos dele percorriam cada centímetro de mim, apertava mais que tudo minha bunda, enquanto saboreava meus peitos. Depois, começou a acariciar minha buceta por cima do short. O cara tava completamente louco de tesão, e de repente me empurrou de novo na cama. Só que dessa vez gozou em cima de mim.
Eu tiro o short.
, e ele não perdeu tempo e puxou com uma velocidade enorme, ficando eu só com minha diminuta calcinha fio dental, rapidamente ele me apalpava por todos os lados, com uma desespero incrível, estava muito acelerado, então rasgou a calcinha fio dental pelos lados, tirou e me olhou com olhos de quem estava curtindo, e jogou no chão.
Já pelada, o sujeito me disse:
-¡¡Que gostosa você é, vou te destruir, vagabunda!!
Eu estava de olhos fechados, e chorava sem parar, até que chegou o pior.
Ele se lambuzou com os próprios fluidos o pau e colocou na entrada da minha buceta, depois subiu em cima de mim e me disse olhando na minha cara com cara de ódio:
-¡¡Agora, gostosa, não vou ter pena de você, todos esses meses você ficou mostrando esse corpaço pra mim, me denunciou e ainda ri da minha cara, agora vou te destruir, vagabunda!!
Ele estava transtornado, totalmente louco, de repente deu um grito e enfiou o pau quase todo em mim, eu vi tudo girar ao meu redor, senti como se estivesse me rasgando toda, chorava e chorava e me contorcia inteira, era terrível, lancinante, mortal, gritei bem alto:
-¡¡AAAAggggggyyy!!
Mas ele, sem perder tempo, tapou minha boca e continuou com aquela bombada infernal em mim, olhava e dizia:
-¡¡E aí, gostosa?! ¡¡Finalmente enfiei até o talo, vagabunda!!
Era impossível aguentar o movimento do cara, ele me dava e dava sem pena. Entrava e saía com empurrões violentíssimos, tomava impulso e enfiava de forma selvagem.
Não sei quanto tempo ele ficou assim, pra mim foi uma eternidade me quebrando de verdade, até que de repente, o maldito cuspiu na minha cara, puxou meu cabelo e o filho da puta gozou dentro de mim e ficou caído em cima de mim.
Depois ele tirou, todo cheio da porra imunda dele, eu não aguentava mais, meu mundo desabou vendo aquilo, mas ele, como se nada, ficou do meu lado, meio adormecido, então me abraçando com os braços peludos dele, me disse no ouvido:
-¡¡Você engoliu tudo, garota, com certeza seu cu também vai engolir!!
Eu quase não ouvia ele. tava destruída, não sei se dormi, mas com os olhos meio abertos vi que ele já tava se tocando naquele pau grosso e pensava em me virar, eu não tinha forças pra nada e fiquei piscando por um tempão.
Quando acordei, tava de bruços, com dois travesseiros embaixo da bacia pra deixar a bunda bem pra cima.
Não consegui reagir muito, mas senti os dedos dele cheios de cuspe no meu cu, vai saber desde quando ele tava fazendo aquilo, quando percebeu que eu tinha acordado, falou rindo
— Olha como eu deixei sua bunda empinada, pronta pra eu arrebentar, e vou partir ela no meio!!
Eu, num mar de lágrimas, pedi piedade
— Nãooo, pelo amor de Deus, me deixa, por favor!!
Virei a cabeça e vi ele passando creme ou algo assim no pau, e depois passou um pouco no meu cu, colocou a cabeça na entrada e começou a pressionar sem dó, minha bunda não aguentou muito e foi entrando aos poucos, me fazendo gritar desesperada, bater no colchão e quase ficar sem ar. Quando recuperei o fôlego, gritei sem consolo
— Nãooo, ahhhhhhhhhhhhgggggggggggyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy!! Filho da puta, tira!!
Sentia o mundo explodindo ao meu redor, era brutal, bestial, indescritível a dor, inimaginável, sentia minha bunda explodindo, e por dentro estourando.
A pressão aumentava cada vez mais e eu sentia aquela besta perfurando até os intestinos. Balançava a cabeça pros lados desesperada, não sei como não desmaiei, porque ele batia com violência, tirava quase tudo e empurrava até o fundo com força.
Não sei quanto tempo durou aquele martírio, mas foi tenebroso, pesado e fatal pra mim, quando senti aquele nojento gozando num mar de porra dentro de mim.
Depois disso, caiu ofegante do meu lado e falou
— Que prazer, agora vou descansar um pouco e depois vou encher sua bunda de novo, puta!!
Eu tava destruída, não conseguia me mexer, chorava sem parar, sentindo um buraco enorme no parte traseira e meu corpo que se destruía por dentro, não conseguia me mexer nem um pouco por mais que tentasse, enquanto o filho da puta me olhava e curtia minha cara de dor.
Passaram uns 10 minutos e o nojento começou a respirar normal de novo, aí cumprindo a palavra dele, o cara se levantou e ficou atrás de mim, se deitou nas minhas costas e deixou a boca suja perto do meu ouvido, primeiro chupou e depois falou:
—¡¡Você não sabe quanto tempo esperei pra te ter assim!!
Depois enfiou como pôde uma das mãos nos meus peitos e com a outra começou a meter de novo o pau no meu cu, e empurrou sem pena, me fazendo gritar desesperada:
—¡¡AAAAHHHHGGGGGYYYY!!¡¡AAAAHHHHGGGGGYYYY!!
Eu sofria, mas ele se motivava mais com minha dor e começou um movimento rápido contra minha bunda, sem parar, meus choros não paravam de sair e vontade de cagar, dor, muita dor, mas ele cada vez bombava com mais força, não sei quanto tempo durou, mas parecia não ter fim a bombada imunda dele, quando de repente comecei devagar a me mexer como se quisesse seguir o ritmo dele, não sei se foi um movimento instintivo ou se tava começando a gostar.
Mas não durou muito tempo isso, porque o cara se deitou nas minhas costas, todo suado, e deu as últimas bombadas, enchendo de novo meu cu com a porra imunda dele, enquanto gemia de puro prazer.
Nessa hora fechei meus olhos e não lembro de nada.
Mais, até a tarde do dia seguinte, quando acordei com um solzão e não sabia o que tinha acontecido, mas rapidamente a dor me fez confirmar que aquele pesadelo tinha sido real e vai saber que outras coisas mais aquele maldito tinha feito comigo enquanto eu dormia... continua????
Bônus com mais fotos da Camila
















Eu tomava café da manhã, tirava o carro da garagem com todo cuidado por causa da insegurança e daí ia pro trabalho. Uma noite, com um calor insuportável, tão insuportável que não conseguia dormir, resolvi abrir as janelas e acabei pegando no sono depois. De manhã, quando acordei, vi que a janela estava escancarada, dando pra ver claramente os trilhos da estação da frente e os vagões. Decidi fechar rapidinho antes que clareasse mais o dia e fui tomar banho.
e depois estreiei um terno novo pro trabalho, sempre gostei de estrear roupa, e de marcar meu corpo muito gostoso que sempre tive sem precisar manter, minha altura de uns 1,75, cabelo moreno, olhos castanhos, meus peitos são médios quase grandes, uma cintura fina que era meu charme e uns quadris que terminavam na minha bunda grande, formada e bem empinada.Como sempre usava saltos altos, minha figura se elevava ainda mais e eu sabia pelos comentários geralmente ou pela expressão dos homens quando me viam.
Chegou segunda-feira e eu sabia que vinha uma menina limpar a casa, era uma garota humilde da vila da frente que tinha me pedido por favor pra trabalhar, era uma menina de 18 anos, sozinha, mas que já estava grávida.
A gente já tinha uma conversa fluida, eu sabia muitas coisas dela e ela de mim, naquele dia depois de tomar uns refrigerantes, perguntei sobre quem era o pai daquele futuro bebê, mas ela ficou calada e não respondeu, eu fiquei meio sem graça mas perguntei de novo, naquela hora uma lágrima escorreu pela bochecha dela e ela me disse entre choros, de um cara da vila apelidado de urso, que é um filho da puta que só faz engravidar garotas como eu.
Eu fiquei chocada, e continuei perguntando, então ela me disse que o sujeito era um cara de uns 48 anos, gordo e grandão que mandava dentro da vila e que conseguia que todos fizessem o que ele queria ou matava ou mandava matar.
Senti o sangue ferver por dentro, ao ver a cara da menina enquanto ela descrevia aquele porco, consolei ela um pouco e mudei de assunto pra animar ela, dizendo que ela podia contar comigo pro que precisasse, isso deixou ela um pouco mais contente.
Quando ela foi embora de casa, ao sair, ela apontou pra frente e me disse, ali mora o filho da puta naquela casinha em cima dos trilhos. Eu olhei e vi uma espécie de luz lá dentro e imaginei o sujeito que a menina tinha me descrito.
Lembro que era quarta-feira, fazia um calor impossível de Descrever, naquela noite eu tive que abrir as janelas do meu quarto, e me deitei só com uma regata e uma fio dental branca.
Enquanto tentava pegar no sono, fiquei pensando naquele sujeito nojento, tarado e perigoso que a menina tinha me contado, e só de imaginar já me dava arrepios na pele. No dia seguinte, quando acordei, percebi que já estava bem claro e dava pra ver tudo lá de fora, então levantei rápido pra fechar as janelas. Enquanto fazia isso, olhei pra frente e vi o cara sentado na porta da casinha dele. Fiquei parada por um segundo e senti o olhar dele de longe, mesmo não tendo certeza por causa da distância. Reagi, fechei as janelas e desci pra tomar café.
Depois de ir pro trabalho, estacionei o carro na porta de casa, como sempre. Tava um calorão, meu uniforme grudava no corpo e eu não aguentava mais.
Quando o sol começou a baixar um pouco, resolvi ir fazer umas compras. Saí e, quando entrei no carro, encontrei um papelzinho no para-brisa. Peguei achando que era propaganda, e quando olhei, li: "morena, você é uma gostosa, me deixa louco, adoro te ver de uniforme, mas prefiro te ver com as calcinhas fio dental que você usa pra dormir."
Sentei tremendo, senti um medo no corpo impossível de descrever. Rapidamente liguei o carro e resolvi ir fazer as compras, mesmo com as palavras do bilhete rodando na minha cabeça o tempo todo.
Quando cheguei em casa lá pelas 22h, com o calor que tava, fiquei completamente vestida e fechei todas as janelas e persianas da casa. Deitei, mas não dormi, tava muito calor e com muito medo.
No dia seguinte, com uma cara de quem não tinha dormido, fui trabalhar muito irritada. Voltei pra casa e me deitei de novo, com tudo fechado. Quando acordei, pensei que não podia ficar presa na minha própria casa, que ia na polícia pelo menos dar uma queixa preventiva. Desci e, quando entrei no carro, tinha outro papel. Abri e dizia: "morena, o que você acha de 25 cm? Você ia gostar?" Eu tremi na hora e decidi, com mais razão ainda, ir pra delegacia. Depois de Mostrar com muita vergonha as cartas pro policial, ele me olhou me despindo com os olhos e disse que não havia ameaças e que não podiam ficar de guarda por causa de um namorado meu. Percebi o tom de ironia e deboche dele e voltei pra casa totalmente puta. Lá pelas 22h30, tava vendo TV quando o telefone tocou. Atendi e... nada. Fui dormir trancada e os dias foram passando, não recebi mais mensagem nenhuma. Quando chegou segunda-feira, tava conversando com a moça da limpeza, contando o que tinha acontecido e que tava com medo. Falei que desconfiava do cara que ela tinha me contado, o Urso, como chamavam ele. Aí ela disse: — Na real, não acho não, mocinha. Talvez você tenha se alterado com o que eu te contei, sei lá. Naquela noite tava fazendo mais de 30 graus, puta e cansada de ter que ficar trancada, resolvi abrir as janelas e dormir como gente. Lá pras 3 da manhã, não sei bem que horas eram, ouvi um barulho perto da porta da varanda. Tentei escutar melhor e ouvi uns sussurros baixinhos. Nessa hora, levantei do jeito que tava, só de uma calcinha fio-dental rosa e uma regatinha.
, e fui até a porta da varanda, ouvia barulhos bem baixos e vozes, mas não sabia de onde, com o coração a mil por hora me espiei por uma pequena fresta que dá para o vizinho e aí vi de onde vinha o som, subido no muro do vizinho estava um sujeito careca, grandão, exatamente como a garota tinha descrito o famoso urso, e lá embaixo na casa outro sujeito de cabelo comprido levantando uma televisão e coisas, obviamente estavam limpando a casa do vizinho, rapidamente fui para o meu quarto, peguei o telefone e liguei para a polícia. Como sempre a polícia demorou pra chegar e conseguiram pelo menos impedir que levassem tudo, ao ouvir as sirenes os dois largaram as coisas e correram para a vila, onde sumiram completamente.
Eu me deitei de novo nervosa com a situação, não deve ter passado meia hora quando o telefone toca, como pude atendi e falei
– Alô… Passou um tempinho e ninguém falava e quando eu ia desligar me disseram
– Alô cami… - Quem fala? Falei rapidamente, aí depois de um tempo em silêncio me disseram
– ¡¡Que calcinha rosinha gostosa que você usou hoje, entra bem na sua bunda, assim como eu quero meter, tudo bem fundo!!
Quando consegui reagir, desligaram, senti que estavam me olhando e rapidamente corri pra fechar as janelas, sentia que o coração ia sair pela boca.
Tentei me acalmar e pensar. Pensei em ligar pra polícia, mas o que dizer? Não iam poder me ajudar, foi uma espécie de ameaça por telefone, mas não chegava a ser ameaça. Não sabia quem era, mas sabia meu telefone e como me chamava.
No resto da noite não dormi, com o calor que fazia suei pra caralho e continuei muito nervosa, atenta a cada barulho.
No outro dia depois de uma jornada terrível de trabalho, voltei pra casa muito cansada, cheguei umas 9 da noite pronta pra esquentar comida e dormir, mal entrei em casa, o telefone tocou, rápido fui atender e quando atendi me disseram – ¡¡Cami, com esse calor todo e você de uniforme Ainda??!! Por que você não fica de novo com aquele fio dental rosa de ontem e aquela regatinha justa, que me deixam tão tesudo? Quase desliguei, quando gritei tentando enfrentá-lo - Já te denunciei pra polícia!! Aí ficou um silêncio do outro lado e uma respiração pesada, e ele respondeu - Ahhh foi você que nos denunciou??!! Sua puta, juro que vou estourar essa sua rabuda e seu corpo todo vai ser meu, você vai implorar pra eu te soltar!! E aí desligou. Fiquei com muito medo porque ele tinha se irritado e gritado no telefone, minhas pernas quase tremiam, tranquei a casa toda e fiquei só de calcinha e sutiã na sala, vendo TV morrendo de medo. Enquanto via TV, minha cabeça não parava de pensar no que fazer, se denunciava ele pra polícia ou não, e o que dizer se fizesse isso, quando de repente o telefone tocou de novo, eu não queria atender, mas ele continuava tocando e tocando, até que criei coragem e atendi com voz firme e falei – Alô! Ninguém respondeu, mas senti uma respiração do outro lado da linha, então gritei - Quem é você, além de um doente?! - Sou… seu pior pesadelo, aquele que vai te fazer gozar e sofrer muito, você já deve saber algo de mim. Eu, com um surto de raiva, falei - Me escuta, lixo, não vou parar até te ver preso, para de me encher o saco, vou te destruir!! Nessa hora ele ficou calado e me disse entre gemidos, que imaginei que ele tava se tocando, - Eu vou te destruir, mas te comendo a noite inteira essa rabuda linda, a gente se vê muito em breve… tenta dormir, doces sonhos….!! E desligou, eu sentei no sofá e sentia medo, então fui pro meu quarto, já deitada não conseguia pegar no sono, sentia pavor, estava aterrorizada, esperando o pior, não dormi quase a noite toda, tinha fechado todas as janelas, tranquei a porta com duas voltas, até a porta do meu quarto tranquei. Aquela noite não consegui pregar o olho, fiquei muito impressionada. No dia seguinte fui pro trabalho, não foi um dia bom, com o pouco que tinha dormido, e cheguei em casa muito cansada, só sentei pra jantar e subi pra deitar, me despi, ficando só de fio dental branco e uma camiseta
, com o calor que fazia, não consegui abrir a janela por precaução e acabei dormindo. Não sei em que momento, mas eu estava meio sonolenta, acho, quando senti que não conseguia me mexer. Aí, de repente, abri os olhos como pude e vi parado na frente da minha cama o sujeito chamado de Urso. Meu coração começou a bater forte, tentei me levantar e descobri que meus pulsos estavam amarrados nas cabeceiras da cama. Comecei a gritar desesperada, então ele se aproximou e me deu um tapa, me calando. Depois, começou a rir às gargalhadas e disse:
— É melhor ficar quieta, sua empregada boazinha me deu as chaves e eu tenho tudo sob controle, então relaxa pelo seu bem, puta!
Engoli seco e chorava sem parar. Ele continuou:
— Lembra que você nos denunciou, sua cadela maldita? Isso vai te custar caro, puta!
Eu estava morrendo de medo e só consegui balbuciar:
— Desculpa, leva tudo o que quiser, mas não faz nada comigo, por favor.
Ele, rindo, respondeu:
— Não, sua putinha, você vai pagar por isso. Já tinha te condenado porque você é muito gostosa, e isso eu não posso perdoar!
Então começou a se aproximar de mim. Eu morria de medo e comecei a gritar, mas ele ameaçou me bater de novo, me calando, e disse:
— Você decide se quer na boa ou na ruim!
Fiquei quieta, chorando sem parar. Aí o desgraçado começou a arrancar minha calcinha fio dental com violência, puxando com força. Quando terminou de rasgar minha calcinha, ficou me olhando com aquela cara de babão doente e disse:
— Agora, sua gostosa mal parida, vai conhecer a dor. Você vive mostrando seus peitos e sua bunda, vou destruir tudo isso, puta, pode ter certeza!
E começou a tirar as calças sujas rapidamente. Ficou só com uma cueca encardida, toda manchada, provavelmente de esperma. As pernas dele eram muito peludas, e dava pra ver um volume enorme marcando, que, mesmo sem querer, eu fiquei olhando.
Depois, olhei pra cara dele. Parecia um maluco, me encarando com nojo. Desprezo e luxúria ao mesmo tempo, ele parecia um louco e me fazia tremer de medo do que ia fazer comigo, com certeza ia me estuprar várias vezes, só um milagre podia me salvar.
Aos poucos ele foi se aproximando, e quando estava na minha frente, abaixou a cueca imunda e deixou à mostra um pau todo cheio de veias, comprido e muito grosso, rapidamente senti o cheiro, era de pura sujeira, ele ao ver minha cara fez uma careta de satisfação por me ter ali totalmente indefesa.
Eu fechei os olhos e de repente ouvi um barulhão e a porta da minha casa rangeu, rapidamente ouvi passos correndo, abri os olhos e na minha frente apareceram três policiais apontando as armas pro urso e gritaram
–Mãos pro alto, você tá preso!!
Depois falaram o de sempre, eu entre o estado de confusão e medo que sentia tentava me cobrir, enquanto chorava desesperada, um policial se aproximou de mim e perguntou
–A senhora tá bem?! Esse lixo fez alguma coisa com você?!
–Graças a Deus que vocês chegaram, esse cara queria me estuprar!! Falei entre lágrimas
Olhei pra ele e vi seu olhar de ódio e raiva, ele me encarava com nojo, enquanto os policiais algemavam e maltratavam ele.
O policial me disse
–Vamos precisar que a senhora nos acompanhe pra prestar depoimento, se quiser pode ficar com sua ajudante, que foi quem nos disse que esse cara tava aqui!!
Virei pra ver Raquel (minha empregada) e ela estava na porta do meu quarto quase escondida, soluçando, quando a vi entendi tudo, depois ela mesma me contou que aquele sujeito tinha obrigado ela a dar a chave da minha casa porque tinha comentado que tinha uma conta pendente comigo, mas ele também disse a noite que viria, então ela avisou a polícia.
Depois que prestei depoimento na delegacia, o promotor me disse que a acusação do caso ficaria como tentativa de estupro e que seria investigada, ele ficaria preso por ter antecedentes e esperaria o julgamento atrás das grades.
Depois desse trauma eu fiquei mais calma, consegui voltar. dormir com as janelas abertas e me sentia melhor em todos os sentidos.
Deviam ter se passado umas duas semanas, quando um dia encontro em casa a Maria chorando sem parar, e quando me vê, ela diz
–Senhorita Camila, pelo amor de Deus, me ajude!
Eu me assusto com o estado dela e pergunto
–O que foi, Raquel? Por que você tá assim?!
Ela, entre muitos choros e meio ofegante, me diz
–A senhorita tem que me ajudar, temos que tirar o urso da cadeia!!
Eu fiquei furiosa e respondi
–Mas o que é isso?! Você ficou maluca?
Aí ela desabou em mais choro e respondeu tremendo
–Não, senhorita, o que acontece é que na vila tão dizendo que vão me matar!! Todo mundo me acusa de ter mandado ele preso!! E que vão me matar!!
Eu tremi de medo ao ouvir as palavras dela, e ela continuou
–Eles são muito justiceiros na vila, depois que me cercaram outro dia, todo mundo falou que se eu não tirasse ele em uma semana, iam queimar minha casa e me matar!! Por isso a senhorita tem que me ajudar, eu imploro!!
Eu entrei em pânico e respondi
–Mas o que você quer que eu faça?
–Se a senhorita retirar as acusações contra ele, vão soltar ele!!
Eu recusei de todas as formas, mas ela chorava desesperada, então perguntei
–Mas, se eu retirar as acusações e soltarem ele, aquele cara não vai querer se vingar?!
O rosto dela mudou totalmente com a possibilidade e ela disse
–Não sei, senhorita, eu já falei com todo mundo e eles também vão impedir que ele chegue perto da senhorita!!
–Mas, por favor, só a senhorita pode me ajudar, só peço isso, eu vou continuar trabalhando pra senhorita e aí pago o que a senhorita achar justo por esse favor, mas pelo amor de Deus, vá tirar ele da delegacia, se não fizer por mim, faça pela minha criança que tá vindo a caminho…!!!
Aí foi quando eu não aguentei mais e falei
–Deixa eu pensar, amanhã te respondo.
Aquela noite foi horrível, além de quente, mil coisas passavam pela minha cabeça, medo de uma vingança, o desespero daquela garota me comovia, mas eu não sabia o que fazer. Outro dia, bem cedo, minha empregada chegou com um galo no olho. Assim que abri a porta, ela entrou chorando e me disse que tinham batido nela pela mesma história. Ela tremia e não conseguia terminar de me contar de tanto medo. Aquilo foi a gota d'água, e eu falei:
— Não se preocupa mais, vou retirar a queixa hoje e não vou te cobrar nada, mas por favor, faz ele se afastar de mim, só isso!
— Sim, senhora, eu mesma já falei com o pessoal do bairro pra impedirem ele de sequer falar com a senhora! — E aí o sorriso bonito dela voltou a brilhar.
Depois do café, fui até a delegacia e retirei a denúncia. Ninguém entendia nada, alguns policiais balançavam a cabeça de um lado pro outro. O delegado me disse num tom sério:
— A senhora tá cometendo um grande erro. Espero que não se arrependa!
Olhei pra ele e respondi:
— Talvez um dia vocês entendam!
Virei as costas e saí da delegacia, aliviada e com um pouco de medo ao mesmo tempo. Depois fui trabalhar e fiquei o dia inteiro pensando no que tinha feito…
Quando cheguei em casa, tava com muito medo. Olhei pra todos os lados, mas tava tudo tranquilo. Entrei, e aos poucos tentei me acalmar. Depois de jantar, fui dormir, e com o medo que sentia, qualquer barulho da rua me assustava. Quase não preguei o olho a noite inteira. O calor era insuportável, mas eu deixava tudo fechado.
Depois de um mês, tava tudo calmo. Aos poucos, perdi o medo de dormir com a janela aberta e não me incomodaram mais. Minha empregada tava perto de dar à luz, então vinha de vez em quando, mas tava tudo perfeito. No trabalho, as coisas iam cada vez melhor.
Lembro que naquele sábado a gente organizou com os colegas do escritório pra sair pra tomar umas. Todo mundo ia tentar ir o mais bonito possível. Então, depois de passar a tarde relaxada, comecei a escolher roupa, até que decidi por um short branco e uma camiseta preta — era o que combinava melhor pra ocasião. Como a saída era tarde, lá pelas 9 da noite entrei no banho.
Depois subi… Meu quarto pra me vestir, tinha que combinar tudo, e como o short era meio transparente, coloquei uma fio dental branca minúscula, umas sandálias brancas e a camiseta. Me olhei no espelho e vi como aquele short grudava no meu corpo completamente, minha raba destacava muito e fiquei pensando se era conveniente ir tão provocante... quando de repente, o telefone do meu quarto tocou.
Com certeza era alguma das minhas colegas de trabalho, pensei. Quando atendi o telefone, só ouvi rapidamente alguém me dizer:- Esse shortinho fica lindo em você, entra bem no seu cu, é assim que vou meter em você!!
Na hora eu enlouqueci, ele estava me vendo, com certeza era aquele preto filho da puta. Então voei pra fechar a janela e a persiana do meu quarto, e peguei o telefone de novo pra chamar a polícia, mas não tinha linha. Procurei alguma coisa pra me defender, por via das dúvidas, e não tinha nada pesado.
Desci correndo pra garantir que ia achar algo e fechar a casa toda. Quando terminei de descer as escadas o mais rápido que pude, mesmo com minhas sandálias de salto alto, fiquei paralisada ao ver o sujeito chamado Urso, parado no meio da minha sala, com um celular na mão e rindo.
Atônita, pálida e tremendo, falei:
- A polícia sabe de tudo, eles tão vindo pra cá, então é melhor você vazar!!
Ele ria cada vez mais, de um jeito cruel, e disse:
- Os policiais devem ser videntes, porque você não conseguiu ligar pra eles!!
Depois, num movimento rapidíssimo, ele se aproximou e colocou a mão gorda na minha boca, bem na hora que eu ia gritar. Ficou atrás de mim e encostou uma faca no meu pescoço, dizendo:
- Você vai fazer tudo que eu mandar, entendeu?! Não vai gritar, porque senão vai me conhecer com raiva!!
Engoli seco e, chorando, concordei. Sentia a lâmina fria da faca no meu pescoço e não tinha escolha a não ser aceitar as ordens sujas dele.
Sentia a barriga dele na minha costa, e a virilha querendo se encostar em mim. De repente, ele tirou a mão da minha boca e, com aquela mão, desceu e agarrou minha bunda com força, apertando... Depois subiu, passou pela minha cintura e foi pra frente, massageando meus peitos. Eu chorava e sentia a respiração dele cada vez mais ofegante. Aquele gordo imundo já estava gemendo de tesão.
Depois de me apalpar por um tempo, ele sussurrou no meu ouvido:
- Você é muito gostosa mesmo. Tem uns peitos divinos e uma bunda espetacular. Vou te furar todinha, vagabunda!!
Eu tremi e comecei a implorar, entre Chorando, mas ele me fez calar a boca puxando meu cabelo. Eu sentia tanto medo que quase não conseguia me mexer. De repente, me segurando forte pelo cabelo, ele disse:
— Vamos pra cima, gatinha, quero te comer na sua própria cama!
Começamos a subir as escadas, e o cara vinha atrás de mim, apalpando minha bunda, parecia obcecado por ela, apertava com força. Quando chegamos no meu quarto, ele me empurrou com violência na cama e disse:
— É melhor você ficar quieta e calma, se não quiser que eu te corte toda!
Eu olhava pra ele e tremia. Então o cara começou a tirar a camisa imunda dele, depois baixou a calça, a cueca, e apareceu o pau grosso dele, meio duro. Dava medo de olhar, e eu chorava sem parar.
De repente, ele se aproximou, me pegou pelo pulso e me puxou, quase me jogando no chão. Aí ele disse:
— Vamos, putinha, de joelhos!
Eu já estava quase nessa posição, então o desgraçado ficou parado na minha frente, com o pau bem na altura do meu rosto. Era impressionante, e o cheiro era insuportável.
Sem dizer nada, ele me agarrou pelo cabelo e me manteve parada, olhando pra frente. Depois, rindo, pegou aquela porra bruta com uma mão e começou a bater com ela na minha cara, passava no meu nariz, nos meus lábios e nos meus olhos, molhando tudo com minhas lágrimas, com certeza se divertindo em me humilhar daquele jeito.
Depois de me deixar uns 15 minutos naquela exibição de poder, ele me puxou pelo cabelo de novo e tirou meus peitos pra fora do vestido, começou a chupá-los como um desesperado, mordia meus mamilos, puxava pra cima com a boca, apertava com as mãos, cuspia neles e sugava a própria saliva de lá, beliscava meus mamilos.
Não sei quanto tempo ele ficou nisso, mas foi um bom tempo. Aí, aos poucos, as mãos dele percorriam cada centímetro de mim, apertava mais que tudo minha bunda, enquanto saboreava meus peitos. Depois, começou a acariciar minha buceta por cima do short. O cara tava completamente louco de tesão, e de repente me empurrou de novo na cama. Só que dessa vez gozou em cima de mim.
Eu tiro o short.
, e ele não perdeu tempo e puxou com uma velocidade enorme, ficando eu só com minha diminuta calcinha fio dental, rapidamente ele me apalpava por todos os lados, com uma desespero incrível, estava muito acelerado, então rasgou a calcinha fio dental pelos lados, tirou e me olhou com olhos de quem estava curtindo, e jogou no chão. Já pelada, o sujeito me disse:
-¡¡Que gostosa você é, vou te destruir, vagabunda!!
Eu estava de olhos fechados, e chorava sem parar, até que chegou o pior.
Ele se lambuzou com os próprios fluidos o pau e colocou na entrada da minha buceta, depois subiu em cima de mim e me disse olhando na minha cara com cara de ódio:
-¡¡Agora, gostosa, não vou ter pena de você, todos esses meses você ficou mostrando esse corpaço pra mim, me denunciou e ainda ri da minha cara, agora vou te destruir, vagabunda!!
Ele estava transtornado, totalmente louco, de repente deu um grito e enfiou o pau quase todo em mim, eu vi tudo girar ao meu redor, senti como se estivesse me rasgando toda, chorava e chorava e me contorcia inteira, era terrível, lancinante, mortal, gritei bem alto:
-¡¡AAAAggggggyyy!!
Mas ele, sem perder tempo, tapou minha boca e continuou com aquela bombada infernal em mim, olhava e dizia:
-¡¡E aí, gostosa?! ¡¡Finalmente enfiei até o talo, vagabunda!!
Era impossível aguentar o movimento do cara, ele me dava e dava sem pena. Entrava e saía com empurrões violentíssimos, tomava impulso e enfiava de forma selvagem.
Não sei quanto tempo ele ficou assim, pra mim foi uma eternidade me quebrando de verdade, até que de repente, o maldito cuspiu na minha cara, puxou meu cabelo e o filho da puta gozou dentro de mim e ficou caído em cima de mim.
Depois ele tirou, todo cheio da porra imunda dele, eu não aguentava mais, meu mundo desabou vendo aquilo, mas ele, como se nada, ficou do meu lado, meio adormecido, então me abraçando com os braços peludos dele, me disse no ouvido:
-¡¡Você engoliu tudo, garota, com certeza seu cu também vai engolir!!
Eu quase não ouvia ele. tava destruída, não sei se dormi, mas com os olhos meio abertos vi que ele já tava se tocando naquele pau grosso e pensava em me virar, eu não tinha forças pra nada e fiquei piscando por um tempão.
Quando acordei, tava de bruços, com dois travesseiros embaixo da bacia pra deixar a bunda bem pra cima.
Não consegui reagir muito, mas senti os dedos dele cheios de cuspe no meu cu, vai saber desde quando ele tava fazendo aquilo, quando percebeu que eu tinha acordado, falou rindo
— Olha como eu deixei sua bunda empinada, pronta pra eu arrebentar, e vou partir ela no meio!!
Eu, num mar de lágrimas, pedi piedade
— Nãooo, pelo amor de Deus, me deixa, por favor!!
Virei a cabeça e vi ele passando creme ou algo assim no pau, e depois passou um pouco no meu cu, colocou a cabeça na entrada e começou a pressionar sem dó, minha bunda não aguentou muito e foi entrando aos poucos, me fazendo gritar desesperada, bater no colchão e quase ficar sem ar. Quando recuperei o fôlego, gritei sem consolo
— Nãooo, ahhhhhhhhhhhhgggggggggggyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy!! Filho da puta, tira!!
Sentia o mundo explodindo ao meu redor, era brutal, bestial, indescritível a dor, inimaginável, sentia minha bunda explodindo, e por dentro estourando.
A pressão aumentava cada vez mais e eu sentia aquela besta perfurando até os intestinos. Balançava a cabeça pros lados desesperada, não sei como não desmaiei, porque ele batia com violência, tirava quase tudo e empurrava até o fundo com força.
Não sei quanto tempo durou aquele martírio, mas foi tenebroso, pesado e fatal pra mim, quando senti aquele nojento gozando num mar de porra dentro de mim.
Depois disso, caiu ofegante do meu lado e falou
— Que prazer, agora vou descansar um pouco e depois vou encher sua bunda de novo, puta!!
Eu tava destruída, não conseguia me mexer, chorava sem parar, sentindo um buraco enorme no parte traseira e meu corpo que se destruía por dentro, não conseguia me mexer nem um pouco por mais que tentasse, enquanto o filho da puta me olhava e curtia minha cara de dor.
Passaram uns 10 minutos e o nojento começou a respirar normal de novo, aí cumprindo a palavra dele, o cara se levantou e ficou atrás de mim, se deitou nas minhas costas e deixou a boca suja perto do meu ouvido, primeiro chupou e depois falou:
—¡¡Você não sabe quanto tempo esperei pra te ter assim!!
Depois enfiou como pôde uma das mãos nos meus peitos e com a outra começou a meter de novo o pau no meu cu, e empurrou sem pena, me fazendo gritar desesperada:
—¡¡AAAAHHHHGGGGGYYYY!!¡¡AAAAHHHHGGGGGYYYY!!
Eu sofria, mas ele se motivava mais com minha dor e começou um movimento rápido contra minha bunda, sem parar, meus choros não paravam de sair e vontade de cagar, dor, muita dor, mas ele cada vez bombava com mais força, não sei quanto tempo durou, mas parecia não ter fim a bombada imunda dele, quando de repente comecei devagar a me mexer como se quisesse seguir o ritmo dele, não sei se foi um movimento instintivo ou se tava começando a gostar.
Mas não durou muito tempo isso, porque o cara se deitou nas minhas costas, todo suado, e deu as últimas bombadas, enchendo de novo meu cu com a porra imunda dele, enquanto gemia de puro prazer.
Nessa hora fechei meus olhos e não lembro de nada.
Mais, até a tarde do dia seguinte, quando acordei com um solzão e não sabia o que tinha acontecido, mas rapidamente a dor me fez confirmar que aquele pesadelo tinha sido real e vai saber que outras coisas mais aquele maldito tinha feito comigo enquanto eu dormia... continua????Bônus com mais fotos da Camila

















5 comentários - Un villero le revienta el orto a Camila
Todo bien, todos estamos acá por pajeros, pero yo al menos tengo límites...el buen relato se convierte en otra cosa si a la que violan rompiendole el orto es tu hermana. Hay tantas cosas para calentarse...