Férias inesquecíveis com uma gostosa

Caminhando pelas ruas do centro, a gente topou com o Imperio Night Club, uma balada como tantas outras que se encontra por ali. E, sei lá, por algum motivo a gente sentiu vontade de entrar e dar uma olhada. Então a gente entrou. Logo de cara, o clima nos pegou. Tinha uma música boa, uma iluminação gostosa e gente se divertindo, dançando animado. Não tivemos dúvida, então, e procuramos um lugar pra sentar, com a intenção de passar parte da noite ali.

A música nos conquistou desde o começo e rapidinho a gente já tava dançando, curtindo o clima, e também, bem cedo, percebi como o pessoal ao redor, homens, principalmente, davam uma olhada de canto na minha mulher, que, soltinha, se mexia instintivamente no ritmo da música, totalmente alheia ao que rolava ao redor. Ela só curtia o momento e a vibe do lugar. E, no começo, nossa noite foi tranquila. A gente tomava uns drinks e dançava e dançava, pra não perder tempo.

O exercício, no entanto, com o tempo, cansa. E eu, portanto, preciso de um tempo pra me recuperar antes de voltar com tudo. Mas minha esposa, sei lá, nesses momentos, parece que não acaba nunca. Então, enquanto eu fiquei no modo descanso, ela continuou dançando sozinha e, lógico, alguém tinha que aparecer pra fazer companhia. O parceiro eventual dela, um cara da mesma faixa que eu, encontrou nela a parceira de dança pra, talvez, não dançar sozinho.

Quando a música acabou, ela voltou pra mesa pra tomar uma água, e, assim que começou a tocar de novo, apareceu outro cara, mais novo, convidando ela pra dançar. E ela, sem nenhum pudor, e talvez lisonjeada por ter sido escolhida por um cara mais jovem, aceitou. Eles se afastaram, então, e começaram a dançar bem animados. Logo vi que pareceram se entender e se encaixar. O cara dançava bem, sem dúvida, e se encaixava direitinho com ela como par de dança. Indiscutivelmente, da minha perspectiva, ela curtia a companhia dele.
Terminado, ela voltou pra mesa. Ele pareceu pegar outro caminho. Então, enquanto os minutos passavam, batemos um papo.
O clima era de festa, então perguntei se ela tava cansada e ela respondeu que não, então fiz sinal pra gente sair pra dançar de novo. E, de novo, como muitas vezes antes, fomos pra pista. Ficamos dançando um tempão no ritmo de salsa, merengue, bachata. No final, a gente dançava de tudo e tava se divertindo pra caralho. E, já passando das 2 da manhã, entramos em recesso. Voltamos pra mesa.

Estando lá, apareceu de novo o cara da região que tava na balada com os amigos. Mas dessa vez minha mulher recusou o convite pra dançar e chamou o visitante pra sentar com a gente. Ficamos conversando um pouco sobre o básico, onde mora, o que faz. O cara, bem espontâneo, respondia sem frescura as perguntas dela. E aí ele, sem vergonha nenhuma, contou que vinha com frequência naquele lugar principalmente atrás de mulher, e que, se pintasse uma oportunidade, tentava não perder.

A conversa tinha esquentado um pouco, mas, a princípio, não demos bola. Minha esposa, habilidosa, desviou o papo pra outros assuntos, perguntando se tinha outros lugares como aquele na cidade, qual ele preferia, onde ele se dava melhor nas conquistas, e ele respondia tudo com maior cara de pau. No final, como pra não continuar com aquele interrogatório, o cara falou pra minha mulher irem dançar e aproveitar a música. Ela topou. E, de novo, foram pra pista, que, naquela hora, umas 3 da manhã talvez, já não tava tão cheia.

Eu conseguia ver eles dançando de onde tava e percebi que o cara apertava minha mulher, com certeza com a intenção de seduzir ela e fazer a proposta indecente: levar ela pra cama. Não achei estranho aquilo acontecer e, sinceramente, já que eu tava só de espectador, só de imaginar a cena na minha cabeça já me deixou com o pau duro. Imaginei comendo ela. Por que não?
Voltamos pra mesa e sentamos pra descansar da correria, o cara foi direto ao assunto com ela. Ele disse: "você toparia transar comigo?" Nós dois nos olhamos. Ela, sorrindo, respondeu: "até que eu queria, mas já é um pouco tarde." "Se a pessoa quer e tá afim", ele rebateu, "nunca é tarde. Qualquer hora serve." Ela me olhou de novo, como quem pedia permissão, e eu concordei com um aceno de cabeça. "Sei lá", ela exclamou.

O quarto não era nada demais. Um espaço pequeno, simples e bem decorado, com espelhos grandes dos dois lados. Agradável, sim, mas minúsculo. O espaço disponível não passava de 2,50 x 2,50 metros. Ainda bem que tinha banheiro, mas era mini. Era mobiliado com uma cama de casal, um criado-mudo com abajur, uma cadeira e uma TV de tela plana pequena fixada na parede. Me incomodou que o único lugar pra eu ficar observando a putaria era aos pés da cama, mas, sem outra opção, fazer o quê.

Assim que entramos lá, minha mulher foi pro banheiro. O cara e eu ficamos sozinhos, sem saber o que fazer. "Bom", eu disse, "ela com certeza vai sair pronta pra ação. Se prepare!" O sujeito, então, bem obediente, se despiu rapidinho e deitou na cama, esperando a dama, que não demorou a aparecer. Quando ela saiu do banheiro, claro, o cara já tava pelado esperando na cama.

Ela, então, começou a se despir. "Nossa", ela disse, "cê tava com muita vontade." "Sim", ele respondeu, "desde que a gente dançou a primeira vez." Minha esposa terminou de se despir, o que não foi difícil, porque, sinceramente, com o calor que tava, ela já tava bem leve de roupa. Tirou a blusa, o sutiã e a calcinha fio dental.

Ela, sabendo bem o que queria, pegou aquele pau com a mão e ajeitou pra sentar em cima e enfiar dentro dela. Ela tava molhada, então não deu trabalho nenhum, e começou a cavalgar. começou. Ela ficou de costas pra mim, de modo que observei com atenção, ao vivo e a cores, com vista privilegiada, como aquele pau era devorado pela buceta da minha mulher com um apetite incomum. Ela mexia os quadris, pra frente e pra trás, de um lado pro outro, mantendo enfiado no corpo dela aquele membro que mal cabia no buraquinho dela.
Aquele pau, pelo visto, encheu ela por completo e minha esposa curtia cada segundo. Era ela quem fazia o trabalho com os movimentos dela e era ela quem buscava, à vontade, o próprio prazer. Os movimentos ficaram intensos e logo ela começou a gemer. No começo, o som parecia um simples ofegar, mas depois ficou muito mais alto; quase um grito. Caralho! Pensava eu, excitado, enquanto minha mulher fazia das suas com o macho dela. Como minha mulher rebola a bunda! Nunca tinha reparado nisso antes e, agora, tendo que contemplar ela por trás, de costas, era impossível não ver como as nádegas dela se mexiam.
O cara apertava as nádegas dela, mas continuava ali, deitado, passivo, deixando que ela se deliciasse com o corpo dele. Ela, talvez, curtia só o prazer sexual, porque o tempo todo mantinha os olhos fechados, talvez concentrada nas sensações que o contato com o pau daquele homem estava causando no corpo dela. Eu, enquanto isso, seguia atento aos movimentos vigorosos que ela fazia e que, golpe após golpe, pareciam aumentar de intensidade até que, de repente, e sem parar de se mexer, ela soltou um sonoro ai, aiii, aaiii… que aos poucos foi seguido por uma parada, ficando deitada sobre o corpo daquele cara.
Os dois ficaram deitados ali por um tempo. O homem não queria incomodar ela, nem exigir nada, então esperou que ela se recuperasse do esforço e o libertasse. Os minutos passaram e foi assim. Ela se deitou ao lado dele. Então ele, levantando-se, perguntou se ela deixava ele penetrar ela de novo. Minha mulher, claro, respondeu Pois é. Então, nosso macho, sem perder tempo, abriu as pernas dela, se acomodou no meio e deitou sobre o corpo dela, penetrando-a.
Dessa vez, eu fiquei atrás, observando aquele pau entrando no corpo da minha putíssima esposa, que, excitada, abria ainda mais as pernas, deixando o cara meter à vontade. Era uma delícia ver como a buceta da minha mulher ficava molhada e como aquele pau entrava e saía lubrificado a cada estocada. Tava com um tesão danado vendo aquilo e ouvindo de novo os gemidos da minha esposa, que se deliciava gostosa com os movimentos daquele senhor.
A foda continuou por mais alguns minutos. Ele dando e ela recebendo. O pau dele devia estar causando estragos na minha mulher, porque ela não resistia às investidas e, pelo contrário, incentivava ele a continuar metendo daquele jeito. Ele se afastou por um instante e pediu que ela ficasse de quatro. Minha esposa, super obediente, se ajeitou rapidinho pra ele meter por trás.
A penetração devia ser gostosa e bem profunda. Minha mulher começou a fazer caretas, contorcer o corpo e gemer bem alto, respondendo a cada movimento do cara, que, empoderado no papel de macho dominante, fazia o que queria com ela. Com vigor e muita rapidez, logo, bem logo, fez ela gozar, embora ele também estivesse no limite. Os dois se sacudiram quase ao mesmo tempo. O cara se retirou e deixou jorrar o leite nas costas da minha esposa.
O sujeito levantou como um raio, pegou a roupa dele.Férias inesquecíveis com uma gostosaO cara saiu, se despediu e foi embora. E eu fiquei ali, admirando minha esposa, nua na cama, sonolenta, recém-comida e satisfeita, com cara de quem aproveitou. Mais tarde ela me disse que teve um dos orgasmos mais intensos da vida dela e que a pica daquele cara, sei lá por quê, tinha sido uma delícia total.

Senti um pouco de ciúme dessa confissão, porque não foi o primeiro homem com quem ela transou, mas esse pareceu especial pra ela. Pra mim, além de compartilhar o prazer da minha esposa com essa nova experiência, o mais impactante foi ter reparado com que intensidade e apetite ela rebolava a buceta enquanto se deliciava com o pau daquele cara. A pica dele, com certeza, devia ser muito gostosa e apetitosa pra ela, porque ela não para de lembrar do encontro que teve com ele. E eu não paro de lembrar como minha mulher rebolava…

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