Na manhã seguinte, meu marido já tinha ido trabalhar, eu acordei com uma dor no cu insuportável, mas tinha valido a pena, tinha passado uma noite deliciosa. Levantei da cama e coloquei um mini short sem calcinha por baixo, como ele era justo, ficava igual a uma fio dental e se enfiava nas minhas nádegas, e uma blusa meio solta sem sutiã por baixo, era só pra levar meus filhos pra escola e, como sempre passo de carro pra deixar eles, ninguém me vê. Desci pra cozinha pra fazer um café e estranhei que os meninos já não estavam lá, porque a porta dos quartos deles estava aberta, menos a do Artur. Enquanto meus filhos se vestiam, eu estava tomando meu café, quando de repente ouço a voz do Artur dizer: "Bom dia, gostosa, que chique você tá hoje, me dá vontade de te comer de uma vez e te deixar prenha." Eu: "Love, você sabe que agora não dá e a gente não conseguiu transar ainda." A: "Então quando vai ser? Eu já quero te comer e te deixar de quatro." Eu: "Te prometo que logo!" A: "Pelo menos uma chupada." Eu: "Quando?" A: "Agora, um boquete rápido, ninguém vai perceber." Eu: "Não, Artur, e se meus filhos descerem, vão nos descobrir. Além disso, acho que vou ter um congresso em Cancún e preciso ir, vão me dar duas passagens de avião e hospedagem pro meu marido, mas eu ia falar que era só uma pra mim. Ele fica com as crianças e você diz que vai com sua família por um tempo, mas vai comigo e a gente vai como namorados pra Cancún, e te prometo que vai fazer tudo o que quiser comigo." A: "Sério que vai me levar como seu namorado?" Eu: "Sim, bom, não vou te apresentar porque meus colegas conhecem meu marido, mas quando a gente estiver por lá, você vai ser meu marido." A: "Tá bom, love, mas um boquete rápido, com esse short enfiado entre suas nádegas, me dá vontade de te estuprar." Eu: "Tá bom, mas só um boquete rápido." Me ajoelhei no meio da cozinha, com um elástico que tinha na mão amarrei meu cabelo, enquanto ele desafivelava a calça, tirou o pau que já não estava tão mole e começou a se masturbar, me pegou pela mão e me levantou. Ele me deu a... Virou e me apoiou contra o balcão, começou a acariciar e apertar minha bunda.
Enquanto acariciava minha bunda, ele encostava o pau nas minhas nádegas, me pegou pela cintura e me virou, começou a me beijar e com as mãos apertava minha buceta.
A-agora sim, sua puta, abaixa e chupa. Eu me abaixei e peguei aquele pauzão enorme com as mãos, era a primeira vez que eu ficava tão perto dele.
Comecei a masturbá-lo devagar, aumentando a intensidade aos poucos, dava pra ouvir ele gemendo. Coloquei o pau dele na minha boca e fui enfiando devagar, ele não aguentou muito e me pegou pela cabeça, começou a me comer de boca.

Sentia como se o pau dele chegava até minha garganta, não me deixava respirar direito, de tão fundo que ia, às vezes saíam arquejos da minha boca. Ficamos assim por uns 5 minutos, até que ele começou a gemer que ia gozar. A- vou gozar, putinha, continua. Continuei chupando rápido e batendo uma, até que ele tirou o pau e gozou na minha cara e na minha boca.

Terminava na minha cara e na minha boca, minha cara toda cheia de porra, me sentia uma puta repleta de leite. Quando ele acabou de gozar na minha cara, voltei a chupar o pau dele pra limpar a porra que tinha sobrado.
Estava delicioso o sêmen daquele macho, um sabor inigualável, quentinho e muito gostoso, ele guardou o pauzão dele e sentou na mesa. Nisso, meu filho mais novo desce e me vê com a cara cheia de porra e me pergunta todo inocente.
H- Mami, o que você tem na cara?
Eu- Uma máscara, filho.
H- Eu também quero.
Eu- Não, meu amor, isso ainda não é pra você, já vai chegar sua hora de meter depois.
H- Sério, mami? E quando?
A- Quando uma puta qualquer igual sua mãe chupar a porra de um macho como eu.
Eu- Arturo, não fala isso pra ele.
A- Por que não? Que ele saiba que você é uma vagabunda que engole a gozada de qualquer um.
Eu- O que que há com você? Por que tá me insultando?
A- Porque agora você é minha e vai fazer o que eu mandar, sua estúpida.
A- Quero meu café, puta. De hoje em diante, você vai ser minha mulher e minha puta, e vai fazer o que eu quiser.
Eu- Sim, amor. Servi uma xícara de café e levei pra ele.
Quando virei as costas, ele me deu um tapa na bunda na frente do meu filho pequeno e disse:
A- Você é muito gostosa, tem uma rabuda do caralho, sua filha da puta. Vou te preparar.
Eu- Arturo, se comporta.
A- Campeão, você não quer um irmãozinho?
H- Sim, quero sim, pra poder brincar com ele.
A- Que bom que você disse isso, assim vou fazer o favor pra sua mãe e você vai ganhar um irmãozinho.
Fui pra pia e comecei a limpar meu rosto. Arturo tinha tomado uma atitude muito agressiva. Continua...
Enquanto acariciava minha bunda, ele encostava o pau nas minhas nádegas, me pegou pela cintura e me virou, começou a me beijar e com as mãos apertava minha buceta.
A-agora sim, sua puta, abaixa e chupa. Eu me abaixei e peguei aquele pauzão enorme com as mãos, era a primeira vez que eu ficava tão perto dele.
Comecei a masturbá-lo devagar, aumentando a intensidade aos poucos, dava pra ouvir ele gemendo. Coloquei o pau dele na minha boca e fui enfiando devagar, ele não aguentou muito e me pegou pela cabeça, começou a me comer de boca.

Sentia como se o pau dele chegava até minha garganta, não me deixava respirar direito, de tão fundo que ia, às vezes saíam arquejos da minha boca. Ficamos assim por uns 5 minutos, até que ele começou a gemer que ia gozar. A- vou gozar, putinha, continua. Continuei chupando rápido e batendo uma, até que ele tirou o pau e gozou na minha cara e na minha boca.

Terminava na minha cara e na minha boca, minha cara toda cheia de porra, me sentia uma puta repleta de leite. Quando ele acabou de gozar na minha cara, voltei a chupar o pau dele pra limpar a porra que tinha sobrado.
Estava delicioso o sêmen daquele macho, um sabor inigualável, quentinho e muito gostoso, ele guardou o pauzão dele e sentou na mesa. Nisso, meu filho mais novo desce e me vê com a cara cheia de porra e me pergunta todo inocente. H- Mami, o que você tem na cara?
Eu- Uma máscara, filho.
H- Eu também quero.
Eu- Não, meu amor, isso ainda não é pra você, já vai chegar sua hora de meter depois.
H- Sério, mami? E quando?
A- Quando uma puta qualquer igual sua mãe chupar a porra de um macho como eu.
Eu- Arturo, não fala isso pra ele.
A- Por que não? Que ele saiba que você é uma vagabunda que engole a gozada de qualquer um.
Eu- O que que há com você? Por que tá me insultando?
A- Porque agora você é minha e vai fazer o que eu mandar, sua estúpida.
A- Quero meu café, puta. De hoje em diante, você vai ser minha mulher e minha puta, e vai fazer o que eu quiser.
Eu- Sim, amor. Servi uma xícara de café e levei pra ele.
Quando virei as costas, ele me deu um tapa na bunda na frente do meu filho pequeno e disse:
A- Você é muito gostosa, tem uma rabuda do caralho, sua filha da puta. Vou te preparar.
Eu- Arturo, se comporta.
A- Campeão, você não quer um irmãozinho?
H- Sim, quero sim, pra poder brincar com ele.
A- Que bom que você disse isso, assim vou fazer o favor pra sua mãe e você vai ganhar um irmãozinho.
Fui pra pia e comecei a limpar meu rosto. Arturo tinha tomado uma atitude muito agressiva. Continua...
3 comentários - Mudança de casa parte 17