me passou quando eu tava namorando

Meu marido foi me adentrando em caminhos cada vez mais perversos, e eu, ávida por experimentar, comecei a me soltar e me conhecer melhor, assim fomos descobrindo aos poucos o que cada um de nós gostava.
Foi assim que me descobri com um gosto fortíssimo por roupas bem sexy, mais estilo vadia mesmo, quanto mais vadia, mais me excitava. Além disso, desenvolvi um gosto muito forte por homens maduros, quanto mais velhos melhor, me dava um tesão danado a diferença de idade, que me vissem com alguém mais velho e pensassem que eu era filha ou putinha dele.
Depois, pra fechar com chave de ouro, percebi que meu marido ficava louco com a ideia de ser corno e eu adorava a ideia de ser uma putinha submissa de um macho de verdade.
Eu fantasiava com a ideia de ser tratada como uma dama por um homem mais velho durante boa parte do dia e, horas depois, ser tratada como uma gostosa na cama pelo mesmo cara, essa combinação de cavalheiro-macho, dama-vadia, simplesmente me deixava a mil, o problema é que essa combinação era muito, mas muito difícil de conseguir.
Nossa relação foi se abrindo cada vez mais, estávamos cada vez mais dispostos a explorar nossos limites, e a cada passo percebíamos que nossos limites eram muito, mas muito amplos, ele como corno e eu como vadia.
Nesses primeiros tempos, só identificamos que estávamos prontos pra fazer muita coisa, mas não necessariamente tínhamos feito ou sabíamos como fazer, fantasiávamos juntos e sabíamos que queríamos, mas não sabíamos como ou quando.
Como eu disse, éramos mais jovens, e no ponto da minha história, meu marido ainda era meu namorado, já sabíamos que éramos muito sexuais, eu já me via como uma pervertida, mas só em potencial, minhas putarias naquele momento eram só uma fantasia que eu esperava logo realizar.
Nessa época, eu cursava os últimos semestres da faculdade, minha cintura, meus peitos enormes e minha bunda redonda, tudo no auge. lugar, minha nova condição de puta em potencial já fazia sua aparição e comecei a me vestir de forma mais provocante, justa e decotada.

Assim começou o semestre no professorado e eu tinha que cursar uma das matérias mais difíceis do curso, o professor tinha fama de ser muito rígido e chato,
Todos sabíamos que passar naquela matéria era praticamente a obtenção do diploma, .
Como eu disse, o cara em questão tornava o processo mais difícil, era um homem maduro, com mais de 50 anos,
No meio do semestre, mais da metade estava reprovando, eu com muito esforço e dedicação estava com nota de aprovação, mas bem apertada, minha condição era uma das melhores, só uma garota (aliás, loira e com um corpão) parecia não sofrer com a aula,
Um belo dia na aula eu não conseguia entender o que estava sendo explicado, o cara me chamou atenção fortemente
Quando viu que era em vão e que eu simplesmente não entendia, só me disse no pior dos tons:
Passa amanhã às 7h no meu escritório e te explico em detalhes, você só está atrasando o grupo, mas seja pontual e quando eu digo pontual é nem um minuto antes nem um depois.

Irritada pra caralho, não pude fazer nada além de aceitar a bronca e me conformar que no dia seguinte eu teria que acordar bem cedo pra minha sessão.

Então acordei bem cedo, como naquela época eu já estava bem comprometida com a ideia de me vestir sexy, então, mesmo tendo que acordar mais cedo, não ia mudar meu novo estilo.
Dito isso, usei uma blusa bem justa e decotada, umas botas altas e uma mini curta e folgada, por baixo uma fio dental e a verdade é que não usei sutiã, meus peitos estavam lindos, uma parte generosa deles estava à mostra, do jeito que ultimamente eu gostava.
Vestir assim pra pegar ônibus é uma odisseia interessante que aos poucos fui me acostumando e que, na real, cada vez me agradava mais, eu tinha que caminhar vários metros até chegar no ponto, esse trajeto estava cheio de Olhares lascivos e cantadas que não podiam deixar de me encantar.
Ao subir, como era de se esperar, já estava lotado, então tive que ficar de pé. Aos poucos, a condução lotou ao extremo e ficamos espremidos até não poder mais.
Então foi questão de tempo até eu estar cercada de operários e estudantes. Um deles, não sei quem, em dado momento decidiu começar a me apalpar.
Eu, que naquela época estava no cio todos os dias, confesso que adorei sentir aquela mão começar a roçar minhas coxas nuas por causa da saia curta.

Era impossível resistir aos avanços dele, éramos gente demais espremida num espaço pequeno. O que posso dizer é que o cara era bem atrevido, quase de imediato já encostava o pacote dele na minha bunda.
Ao sentir o membro duro e grande dele nas minhas nádegas, não tive como não me molhar. O cara não perdia tempo e logo já me passava a mão generosamente. Ainda não tinha chegado na minha buceta, mas as mãos dele pousavam alegremente entre minhas coxas e minha bunda. Minha saia folgada e minha calcinha minúscula davam toda a facilidade para ele sentir minha pele sob as mãos ásperas dele.
Entre minha excitação e o clima safado do ambiente, fiz pouco para identificar meu companheiro pervertido. Fechava os olhos e curtia o mistério e o tesão da situação.

O instituto estava deserto, os funcionários administrativos só chegavam às 8 da manhã, as primeiras aulas começavam às 7h e eram pouquíssimas, então naquela hora não tinha ninguém além da equipe de limpeza e segurança.
Fui até as salas dos professores para esperar do lado de fora. Naquela hora o sol ainda não tinha nascido, então o lugar estava escuro. Ao me aproximar da sala do meu professor, me chamou a atenção ver que a sala dele estava com a luz acesa, ou pelo menos era o que parecia.

Qual não foi minha surpresa quando pude ver claramente meu professor comendo selvagemente sua aluna "mais adiantada", a loira gostosa que tirava as melhores e únicas notas boas na classe, a garota estava debruçada sobre a mesa com uma visão deliciosa daquela bunda enorme enquanto ele estava atrás dela com as calças arriadas metendo forte.
Os dois de pé, a garota com o rosto colado na mesa, o cara comendo ela gostoso.
Ela estava nua e ele vestido, só com as calças pra baixo, e pra completar a garota tinha as mãos amarradas nas costas, isso dava à cena um toque de submissão e putaria mais intenso; o corpo jovem e perfeito dela sendo surrado e dominado por um homem que poderia ser o pai dela, adicionava o toque ideal a uma cena que o melhor filme pornô invejaria.
Eu devia ter saído dali, mas não saí, aliás nem passou pela minha cabeça; com a tesão que eu tava nos últimos meses e com o que tinha rolado há uns minutos no busão, essa imagem era simplesmente a cereja do bolo e eu não ia desperdiçar.
Sem pensar muito, minhas mãos foram direto pra minha buceta ainda molhada do que tinha acontecido, a cena era tão safada e eu tava tão excitada que até hoje não sei como não tive coragem de entrar naquela sala e participar daquela sessão deliciosa.
A foda era épica, espetacular, desejei com toda a minha alma ser eu a loira que tava recebendo um castigo tão gostoso.
Aumentei o ritmo da siririca e quase na hora gozei, isso não diminuiu nem um pouco minha vontade, pelo contrário, só intensificou, com mais paixão e desejo continuei olhando e me tocando, tava no céu, completamente alheia à realidade, vítima do tesão e do prazer.
Mas parece que o casal tinha guardado o melhor pro final, o cara sentiu que ia gozar, então parou de meter na loira, agarrou ela pelos cabelos com força e com maestria a dominou até o chão, em seguida e sem soltar os cabelos, fez ela engatinhar como uma puta, e no final a fez ajoelhar pra gozar na cara dela.
Com uma mão o cara segurava os cabelos dela, enquanto a garota, ainda com a mordaça na boca, batia uma freneticamente pro pau dele. duro como pedra, ali dá pra ver e dimensionar a majestosidade da cock dele, era de longe a cock mais gostosa que eu já tinha visto, dura, grande e acima de tudo muito grossa, uma cock de macho.
Entendi então a grande diferença contra o pau do meu namorado, ali as coisas tomaram um valor diferente, não tinha comparação, essa sim era a cock de um homem, de um macho, entendi então o motivo da submissão extrema da loira, um pedaço de carne daquele só podia ser venerado, só podia ser apreciado por uma verdadeira puta.
Voltando à cena, meu professor na parte mais intensa, enquanto a loira masturba ele e ele puxa o cabelo dela; com a mão livre, ele decide dar umas palmadas na cara dela enquanto xinga, ela longe de se assustar, dá pra ver que simplesmente adora, enquanto com uma mão ela puxa a cock dele, com a outra ela se masturba freneticamente a buceta dela.
Eu faço o mesmo, parece que a garota e eu estamos sincronizadas na mesma intensidade de movimentos, as duas estamos no limite do prazer, embora ela esteja muito à frente, eu quero ser ela e com certeza ela não quer ser mais ninguém naquele momento.
Finalmente a cock enorme cumpre seu trabalho, uma gozada enorme literalmente inunda o corpo, a boca e as tetonas da loira, nesse momento minhas pernas falharam e estou de joelhos igual a ela, envolvida num tesão total, tenho certeza que ela goza ao sentir o macho dela gozar, intensifica a siririca e eu faço o mesmo, gozamos juntas como o par de vadias que somos.
Assim que termina, fico sentada um tempo completamente relaxada, segundos depois percebo o que acabou de acontecer e saio correndo de lá morrendo de medo e vergonha, corro pro banheiro, me limpo um pouco e me escondo lá por vários minutos.
Assim passam os minutos e chegou a hora do meu encontro, volto pro escritório do professor, assim que chego, a loira tá saindo, cumprimento ela super normal e cumprimento também o pervertido professor pau.
Ainda tô com tesão, meus mamilos estão duros, prestes a explodir, durante vários minutos o professor me explica e eu não consigo parar de pensar na pica dele, naquela pica linda e deliciosa………….

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