Olá, só esclarecendo que esse conto é fictício e cheio de imaginação, é meu primeiro conto, espero que gostem, deixem suas opiniões e recomendações nos comentários!! Olá, me chamo Lian, acabei de fazer 18 anos. Sou magrinho, tenho 1,62m, sou branquelo e fisicamente bem feminino. Deixando claro, tenho uma bunda de mulher, sempre tive uma raba bonita e cabelo comprido. Meu pai: Alto, uns 1,85m, moreno, bem cuidado e fisicamente másculo, tem uma barriguinha e um volume bem marcado. Tudo começou quando minha mãe foi trabalhar na Alemanha, era pra ficar só 2 semanas, mas o trabalho atrasou e ela acabou nos dizendo que voltava em 3 meses. Ficamos eu e meu pai sozinhos em casa. Nessa época, eu já estava me envolvendo no mundo sissy, usando as calcinhas da minha mãe e vendo captions quando meu pai estava no trabalho ou saía com os amigos. Uma noite, criei coragem e dormi com a calcinha fio dental vermelha da minha mãe, que eu tanto gostava. Escondi na minha mochila e levei pro meu quarto. Adoro sentir o roçar do tecido macio entre minhas nádegas.
Naquela mesma noite, me cobri com a calcinha fio-dental e esperei o papai passar pra me dar boa noite como sempre. Papai: Boa noite, filho, descansa. E me deu um tapinha na bunda como sempre. Eu: Boa noite, papai. Por sorte ele não me viu, então fiquei tranquilo. Na manhã seguinte, não tirei a calcinha fio-dental, vesti um shorts e fui direto pra cozinha. Vi o papai só de cueca samba-canção, com o volume bem marcado, não consegui evitar de olhar fixamente, senti um calor subindo pelas minhas costas. Olhei nos olhos dele e fingi que não tinha visto nada. Eu: Bom dia, papai, como cê tá? Estranhamente, naquela manhã ele tava mais carinhoso e colocou a mão na minha bunda e disse: Papai: Bom dia, filhinho, quer que eu faça um café? Enquanto passava a mão na minha bunda. Ele sempre foi de dar tapas, mas nunca de colocar a mão e acariciar, quase senti que ele apertou um pouco. Longe de ficar bravo, empinei um pouquinho a raba e falei: — Eu: Sim, papai, por favor. Vou no banheiro escovar os dentes enquanto isso. Papai: Beleza, te espero na sala. Quero falar uma coisa com você. Fui escovar os dentes pensando no estranho que ele tava agindo naquela manhã, me perguntando por que ele tava tão carinhoso e o que queria conversar. Não dei muita importância e continuei minha rotina. Terminei e fui pra sala, sentei do lado dele e ele falou num tom bem sério. Papai: Sua mãe vai demorar muito, filho. Pensei que talvez você fique meio entediado aqui sozinho comigo, pensei que quem sabe você gostaria de ir uns dias pra cabana, igual quando você era pequeno nas férias. A gente podia pescar e passar o dia junto. Eu adorei a ideia, sem pensar nada respondi: — Eu: Sim, papai, curti muito a ideia. Vamos uns dias pra espairecer, capaz que cê tá todo estressado com tanto trabalho, te faria bem umas massagens e uns dias de descanso. Papai: Beleza, filho, arruma suas coisas que a gente vai amanhã de manhã. Eu, todo empolgado, fui arrumar tudo. Papai alugou a cabana por um fim de semana e disse que ia comprar umas coisas que eram pra mim, eu não entendia muito bem. mas não dei muita importância, pra ser sincera, então continuei arrumando a bolsa e óbvio que não ia levar nenhuma lingerie, não tinha coragem de usar num lugar tão pequeno, ele podia me ver num descuido, então optei por não levar nada de calcinha fio dental. De noite, papai apareceu com umas sacolas de compras e não me deixou ver nada, disse que era surpresa e que eu ia amar, eu continuei sem dar muita importância, pensei que talvez fosse alguma camiseta como sempre, enfim. Naquela noite fui dormir cedo pra no dia seguinte acordar de madrugada e ir pra cabana. Acordei e vi papai na garagem colocando tudo na caminhonete, tomei banho e me troquei, peguei minhas malas e coloquei no carro, deixamos tudo pronto e começamos um fim de semana que jamais pensei que fosse aproveitar tanto. A cabana ficava umas 2 horas de carro, então dormi e quando chegamos papai me acordou com um beijinho suave na testa, disse. Papai: Chegamos, filhinho, lembra do lugar? Eu: Sim, papai, mudou pra caramba essa cabana, não é a que a gente sempre ia. Papai: É outra porque as outras estavam ocupadas. Entramos e percebi que era uma cabana pra casais, porque só tinha uma cama de casal. Papai: Bom, essa era a única disponível, então vamos ter que dormir juntos, hahaha Eu: Sem problemas, papai, fica tranquilo que com certeza dormimos confortáveis, se quiser eu durmo no carro. Papai: Não, filho, dormimos juntos, sem problemas, aposto que até gosta de me sentir atrás de você, hahaha Ele disse isso entre risadas, mas mesmo assim fiquei nervosinho e soltei uma risadinha meio irônica. Eu: hahaha, sim, claro, papai, sem problema. Ele me abraçou, pegou na minha bunda e me deu um beijinho no pescoço e disse. Papai: Agora vai tomar banho e se limpar bem, meu amor, pra eu te mostrar seu presente. Eu: Bom... não entendo bem, papai, mas tá bom, se é isso que você quer... Realmente me surpreendeu, mas não fiquei bravo nem nada, talvez confuso, mas achei que ele me tratou como a namorada dele, e adoro pra caramba me sentir como a mulher nos braços dele. Aí Quando fui ao banheiro, me despi e entrei no chuveiro. De repente, ouço a porta abrir e meu pai diz: "Pai: Na outra noite te vi meio destapado usando a calcinha vermelha da sua mãe, filho." Minha pele se arrepiou e um frio percorreu todo o meu corpo, comecei a chorar, as palavras não saíam. "Pai: Não se preocupe, filho, você estava linda com aquela calcinha enfiada na sua bunda. Comprei umas coisinhas pra você se sentir confortável e ser minha filhinha linda neste fim de semana, quer?" Não consegui dizer uma palavra, só fiquei em silêncio e não queria sair do banho. "Pai: Fica à vontade, vou te esperar no quarto." Naquele momento, senti que tudo estava errado e que meu pai nunca me perdoaria. Mas também pensei que ele disse que gostou de me ver de calcinha, então criei coragem e saí do chuveiro. Olhei o que tinha na sacola e não pude acreditar. Era um conjunto de lingerie, junto com um plug anal. Me senti realmente feliz e confuso naquele momento, mas me preparei para me vestir com o que estava na sacola.
Não sabia bem se saía do banheiro ou não, mas achei que se ele pediu pra eu modelar, ia gostar. Fui pro quarto tremendo sem saber qual seria a reação do meu pai, mas já que tava lá, não pensei muito e entrei. Pai: Uau, ficou lindo em você, meu amor. Eu: Obrigado, pai, adorei mesmo. Cê acha que fica bem em mim? Pai: Você tem umas pernas lindas pra mostrar essas meias, meu amor. Vem mais pra perto que o pai quer ver. Eu me aproximei mais dele. Eu: Tô bem aqui, pai? Pai: Sim, filho. Dá uma voltinha pro seu pai, sua vadia. Não acreditei que meu pai me chamou de "vadia", mas mesmo assim virei devagar, levantando a bunda feito uma boa putinha. Ele me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo suave, de língua, enquanto acariciava minha bunda pequena. Eu não parava de gemer sentindo as mãos enormes dele percorrendo meu cu e minhas pernas. Só me deixei levar pelo beijo intenso e pelos carinhos, enquanto ele, com o olhar, me transformava na putinha dele. Ele sussurrou no meu ouvido: Pai: Abre minha calça e dá uns beijos babados no meu pau, sua puta. Sem mais delongas, me ajoelhei e tirei a calça dele. Quando vi o pau dele, fiquei impressionado com o tamanho e a beleza. A vontade de enfiar na boca tomou conta de mim e comecei a chupar gostoso.
Papai, usei minha boca por um tempão, pelo menos uns 30 minutos chupando o pau dele, não conseguia acreditar no que tava rolando, então só fechava os olhos e fazia o que papai mandava. Papai: Chupa assim, filho, você vai ser minha putinha a partir de hoje, sabia? Eu: Sim, papai, sou sua, a partir de hoje sou sua nenenzinha putinha. Papai: Você gosta de chupar o pau do seu papai, putinha? Eu: Amo, papai, quero fazer isso sempre. Papai: Fica de quatro na cama, filhinha, vou encher essa sua bucetinha de porra. Eu, sem pensar, fiquei de quatro e papai puxou minha calcinha fio dental, passou lubrificante e começou a esfregar a vara na minha bundinha, isso me arrepiou toda, mal via a hora de sentir ele entrando no meu buraquinho de menina.
Quando, de repente, sinto uma dor imensa no meu buraco, mas papai me abraça e enfia cada centímetro da pica enorme dele mais fundo, bem devagarzinho.
Até que finalmente parou de doer e começou a me dar mais prazer a cada estocada, cada vez melhor, e eu já não conseguia pensar em outra coisa a não ser no gostoso que era quando ele enfiava tudo, enquanto me dizia o quanto queria me deixar prenha com o leite dele no meu cu de menina. Papai: você gosta de como eu meto, puta vagabunda? Gosta de como seu papai te come? Era isso que você queria, né? Agora que sua mãe não está, você vai ser minha putinha particular. Eu: aah... aah... sim, sim, sim, papai, sou sua, sua putinha, sua filhinha puta, papai... ah, ah, ah, me come, por favoooor...

Papai comeu minha bunda por horas e horas, eu gemia que amava a pica do meu papai dentro de mim, senti que não conseguia mais viver sem a pica dele dentro de mim, queria que ele gozasse dentro do meu cu e me fizesse um bebê, ele continuou me comendo até que. Papai: você quer que eu te engravide, sua putinha? Eu: Sim, papai, me engravida como uma puta, me enche de porra, ah ah ah... ag ag ag... Até que senti uma forte gozada de sêmen enchendo meu cu, só gemi de prazer e meu papai me deu um beijo enorme enquanto esvaziava as bolas dentro do meu cu.
A gente se deu um beijo intenso depois que ele encheu minha buceta e dormimos a noite toda. FIM. 2ª parte? 🤔 Deixem seus likes e comentem o que acharam!!
Naquela mesma noite, me cobri com a calcinha fio-dental e esperei o papai passar pra me dar boa noite como sempre. Papai: Boa noite, filho, descansa. E me deu um tapinha na bunda como sempre. Eu: Boa noite, papai. Por sorte ele não me viu, então fiquei tranquilo. Na manhã seguinte, não tirei a calcinha fio-dental, vesti um shorts e fui direto pra cozinha. Vi o papai só de cueca samba-canção, com o volume bem marcado, não consegui evitar de olhar fixamente, senti um calor subindo pelas minhas costas. Olhei nos olhos dele e fingi que não tinha visto nada. Eu: Bom dia, papai, como cê tá? Estranhamente, naquela manhã ele tava mais carinhoso e colocou a mão na minha bunda e disse: Papai: Bom dia, filhinho, quer que eu faça um café? Enquanto passava a mão na minha bunda. Ele sempre foi de dar tapas, mas nunca de colocar a mão e acariciar, quase senti que ele apertou um pouco. Longe de ficar bravo, empinei um pouquinho a raba e falei: — Eu: Sim, papai, por favor. Vou no banheiro escovar os dentes enquanto isso. Papai: Beleza, te espero na sala. Quero falar uma coisa com você. Fui escovar os dentes pensando no estranho que ele tava agindo naquela manhã, me perguntando por que ele tava tão carinhoso e o que queria conversar. Não dei muita importância e continuei minha rotina. Terminei e fui pra sala, sentei do lado dele e ele falou num tom bem sério. Papai: Sua mãe vai demorar muito, filho. Pensei que talvez você fique meio entediado aqui sozinho comigo, pensei que quem sabe você gostaria de ir uns dias pra cabana, igual quando você era pequeno nas férias. A gente podia pescar e passar o dia junto. Eu adorei a ideia, sem pensar nada respondi: — Eu: Sim, papai, curti muito a ideia. Vamos uns dias pra espairecer, capaz que cê tá todo estressado com tanto trabalho, te faria bem umas massagens e uns dias de descanso. Papai: Beleza, filho, arruma suas coisas que a gente vai amanhã de manhã. Eu, todo empolgado, fui arrumar tudo. Papai alugou a cabana por um fim de semana e disse que ia comprar umas coisas que eram pra mim, eu não entendia muito bem. mas não dei muita importância, pra ser sincera, então continuei arrumando a bolsa e óbvio que não ia levar nenhuma lingerie, não tinha coragem de usar num lugar tão pequeno, ele podia me ver num descuido, então optei por não levar nada de calcinha fio dental. De noite, papai apareceu com umas sacolas de compras e não me deixou ver nada, disse que era surpresa e que eu ia amar, eu continuei sem dar muita importância, pensei que talvez fosse alguma camiseta como sempre, enfim. Naquela noite fui dormir cedo pra no dia seguinte acordar de madrugada e ir pra cabana. Acordei e vi papai na garagem colocando tudo na caminhonete, tomei banho e me troquei, peguei minhas malas e coloquei no carro, deixamos tudo pronto e começamos um fim de semana que jamais pensei que fosse aproveitar tanto. A cabana ficava umas 2 horas de carro, então dormi e quando chegamos papai me acordou com um beijinho suave na testa, disse. Papai: Chegamos, filhinho, lembra do lugar? Eu: Sim, papai, mudou pra caramba essa cabana, não é a que a gente sempre ia. Papai: É outra porque as outras estavam ocupadas. Entramos e percebi que era uma cabana pra casais, porque só tinha uma cama de casal. Papai: Bom, essa era a única disponível, então vamos ter que dormir juntos, hahaha Eu: Sem problemas, papai, fica tranquilo que com certeza dormimos confortáveis, se quiser eu durmo no carro. Papai: Não, filho, dormimos juntos, sem problemas, aposto que até gosta de me sentir atrás de você, hahaha Ele disse isso entre risadas, mas mesmo assim fiquei nervosinho e soltei uma risadinha meio irônica. Eu: hahaha, sim, claro, papai, sem problema. Ele me abraçou, pegou na minha bunda e me deu um beijinho no pescoço e disse. Papai: Agora vai tomar banho e se limpar bem, meu amor, pra eu te mostrar seu presente. Eu: Bom... não entendo bem, papai, mas tá bom, se é isso que você quer... Realmente me surpreendeu, mas não fiquei bravo nem nada, talvez confuso, mas achei que ele me tratou como a namorada dele, e adoro pra caramba me sentir como a mulher nos braços dele. Aí Quando fui ao banheiro, me despi e entrei no chuveiro. De repente, ouço a porta abrir e meu pai diz: "Pai: Na outra noite te vi meio destapado usando a calcinha vermelha da sua mãe, filho." Minha pele se arrepiou e um frio percorreu todo o meu corpo, comecei a chorar, as palavras não saíam. "Pai: Não se preocupe, filho, você estava linda com aquela calcinha enfiada na sua bunda. Comprei umas coisinhas pra você se sentir confortável e ser minha filhinha linda neste fim de semana, quer?" Não consegui dizer uma palavra, só fiquei em silêncio e não queria sair do banho. "Pai: Fica à vontade, vou te esperar no quarto." Naquele momento, senti que tudo estava errado e que meu pai nunca me perdoaria. Mas também pensei que ele disse que gostou de me ver de calcinha, então criei coragem e saí do chuveiro. Olhei o que tinha na sacola e não pude acreditar. Era um conjunto de lingerie, junto com um plug anal. Me senti realmente feliz e confuso naquele momento, mas me preparei para me vestir com o que estava na sacola.
Não sabia bem se saía do banheiro ou não, mas achei que se ele pediu pra eu modelar, ia gostar. Fui pro quarto tremendo sem saber qual seria a reação do meu pai, mas já que tava lá, não pensei muito e entrei. Pai: Uau, ficou lindo em você, meu amor. Eu: Obrigado, pai, adorei mesmo. Cê acha que fica bem em mim? Pai: Você tem umas pernas lindas pra mostrar essas meias, meu amor. Vem mais pra perto que o pai quer ver. Eu me aproximei mais dele. Eu: Tô bem aqui, pai? Pai: Sim, filho. Dá uma voltinha pro seu pai, sua vadia. Não acreditei que meu pai me chamou de "vadia", mas mesmo assim virei devagar, levantando a bunda feito uma boa putinha. Ele me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo suave, de língua, enquanto acariciava minha bunda pequena. Eu não parava de gemer sentindo as mãos enormes dele percorrendo meu cu e minhas pernas. Só me deixei levar pelo beijo intenso e pelos carinhos, enquanto ele, com o olhar, me transformava na putinha dele. Ele sussurrou no meu ouvido: Pai: Abre minha calça e dá uns beijos babados no meu pau, sua puta. Sem mais delongas, me ajoelhei e tirei a calça dele. Quando vi o pau dele, fiquei impressionado com o tamanho e a beleza. A vontade de enfiar na boca tomou conta de mim e comecei a chupar gostoso.
Papai, usei minha boca por um tempão, pelo menos uns 30 minutos chupando o pau dele, não conseguia acreditar no que tava rolando, então só fechava os olhos e fazia o que papai mandava. Papai: Chupa assim, filho, você vai ser minha putinha a partir de hoje, sabia? Eu: Sim, papai, sou sua, a partir de hoje sou sua nenenzinha putinha. Papai: Você gosta de chupar o pau do seu papai, putinha? Eu: Amo, papai, quero fazer isso sempre. Papai: Fica de quatro na cama, filhinha, vou encher essa sua bucetinha de porra. Eu, sem pensar, fiquei de quatro e papai puxou minha calcinha fio dental, passou lubrificante e começou a esfregar a vara na minha bundinha, isso me arrepiou toda, mal via a hora de sentir ele entrando no meu buraquinho de menina.
Quando, de repente, sinto uma dor imensa no meu buraco, mas papai me abraça e enfia cada centímetro da pica enorme dele mais fundo, bem devagarzinho.
Até que finalmente parou de doer e começou a me dar mais prazer a cada estocada, cada vez melhor, e eu já não conseguia pensar em outra coisa a não ser no gostoso que era quando ele enfiava tudo, enquanto me dizia o quanto queria me deixar prenha com o leite dele no meu cu de menina. Papai: você gosta de como eu meto, puta vagabunda? Gosta de como seu papai te come? Era isso que você queria, né? Agora que sua mãe não está, você vai ser minha putinha particular. Eu: aah... aah... sim, sim, sim, papai, sou sua, sua putinha, sua filhinha puta, papai... ah, ah, ah, me come, por favoooor...

Papai comeu minha bunda por horas e horas, eu gemia que amava a pica do meu papai dentro de mim, senti que não conseguia mais viver sem a pica dele dentro de mim, queria que ele gozasse dentro do meu cu e me fizesse um bebê, ele continuou me comendo até que. Papai: você quer que eu te engravide, sua putinha? Eu: Sim, papai, me engravida como uma puta, me enche de porra, ah ah ah... ag ag ag... Até que senti uma forte gozada de sêmen enchendo meu cu, só gemi de prazer e meu papai me deu um beijo enorme enquanto esvaziava as bolas dentro do meu cu.
A gente se deu um beijo intenso depois que ele encheu minha buceta e dormimos a noite toda. FIM. 2ª parte? 🤔 Deixem seus likes e comentem o que acharam!!
4 comentários - De nene a gostosa: Férias com o papai