Depois de três meses, eu já ia todo dia na casa do Enrique pra limpar e deixar a comida pronta quando ele chegasse, e ia embora depois do jantar. Com a ajuda da Paola, já tava tomando hormônios, ela me levou no mesmo endocrinologista que ela e já tava resolvendo os papéis pra minha mudança de nome. Os primeiros meses foram difíceis, muitas mudanças, dias de depressão, de euforia. Minha primeira mudança foram meus mamilos, que ficaram maiores e mais sensíveis. Também parei de ter ereções; com seis meses, meu pinto pequeno só servia pra fazer xixi. Quando o Enrique me comia e eu gozava, meu fluxo vaginal era menos branco, mais transparente e em menor quantidade.
Mas vamos voltar aos três meses do meu nascimento como mulher. Eu tava com a Lorena em casa numa sexta à tarde, e a Lorena falou que ia sair pra comprar umas coisas. — Michelle, vou ali comprar. — Tá bom. Ela saiu pela porta, e três minutos depois tocou a campainha do portão de baixo. Achei que era a Lorena que tinha esquecido as chaves, abri sem perguntar quem era e deixei a porta do apartamento aberta. Em dois minutos, ouvi a porta se fechar. — Tony, Lorena. Escutei a voz de uma das minhas irmãs, que eu só vejo umas duas vezes por ano. Elas não sabiam nada sobre minha transição ainda, eu não sabia como explicar e tava enrolando. Fiquei nervosa, tava na cozinha e já vi elas na minha frente, fiquei paralisada. — Oooolá — respondi gaguejando. — Tony! O que cê tá fazendo vestido de mulher? — Bom, eu... não sei por onde começar. Faz tempo que queria falar pra vocês, mas não sabia como. Então, é isso, sou transexual e já tô vivendo assim há três meses, fazendo minha transição com hormônios. — Agora quem não sabe o que dizer sou eu — falou a Montse, minha irmã mais velha. A Mônica me olhava surpresa. — Desculpa vocês terem descoberto assim, não sabia como explicar isso. — E a Lorena, cadê? — Ela volta daqui a pouco, foi comprar umas coisas. — Mas vocês tão bem? — Tão, tão. Somos boas amigas. — Não tô entendendo nada, cê pode explicar melhor? Tive uma longa conversa com elas, explicando tudo, que foi a Lorena que... Isso foi o que me fez dar o passo: meu travestismo inicial com as roupas delas quando eu morava em casa, minha relação com Enrique. Tive que colocar elas a par de tudo. Lá pelas 6 da tarde, recebi a mensagem do Enrique dizendo que ia passar para me buscar. Mandei um áudio falando pra ele vir mais tarde, que tava com minhas irmãs que tinham chegado de surpresa, mas ele disse que vinha mesmo assim e que assim conhecia as cunhadas. Assim que chegou, apresentei ele pra elas. Ele deixou bem claro quem mandava na nossa relação, me dando um puta amasso e um tapa bem forte na bunda, e me mandando servir ele. — Vai, nena, me traz uma cerveja. — Já vou, amor. Ele me fez sentar do lado dele e não parava de passar a mão nas minhas pernas enquanto conversava com minhas irmãs. — Pra falar a verdade, tive muita sorte de conhecer a irmã de vocês. Ela é uma menina muito boa, sabe fazer direitinho as tarefas de casa e tá sempre disposta a satisfazer minhas necessidades como homem. — Desculpa, Enrique, mas isso que você tá falando soa meio machista. — Machista, eu? Sua irmã tem toda liberdade pra fazer o que quiser, mas na minha casa e comigo, limpeza, comida, etc., é serviço de mulher. E eu recompenso ela com um bom sexo e comprando uns agradinhos de vez em quando. É verdade ou não, Michelle? — Claro que sim, amor. Eu tava bem desconfortável com aquela conversa. Foi quando a Lorena chegou, cumprimentou minhas irmãs e o Enrique, e eu aproveitei pra sumir dali. — Vou me arrumar que já já a gente tem que sair, né, Enrique? — Sim. Fui pro meu quarto, tava procurando o que vestir. Enrique sempre me queria de minissaia ou vestido curto. Quando ele entrou no quarto e fechou a porta. — Ainda assim, nena? — É, não sei o que vestir. — Por enquanto, nada. Falou enquanto puxava minha saia pra baixo, deixando ela cair no chão, e tirava meu top. — Agora eu quero você assim. Me empurrou pelo ombro pra baixo, me fazendo ajoelhar. — Enrique, minhas irmãs tão aqui, agora não... — Você sabe que eu não tô nem aí. Então tira ele e começa a chupar. — Sim, gato, do jeito que você quiser. — Assim que eu gosto, uma boa putinha. garota obediente. Só mais uns dois minutos e eu tiro da boca. - fica de quatro na beirada da cama que vou te foder. - Enrique, eles podem nos ouvir, são minhas irmãs. - sabe que tô nem aí. Me lubrifiquei bem, ele colocou uma camisinha e meteu de uma vez só, começou um vai e vem sem parar que me deixava louca, me fazendo gritar e gemer. - você é tão submissa, Michelle, que não sabe me dizer não, em qualquer lugar, em qualquer situação, tenha quem tiver na frente, e eu gosto que você seja assim, já não tenho dúvidas, você é minha, me pertence e vai me obedecer sempre, né, Michelle? - sim, Enrique, sou toda sua. - mmmm, Michelle, vou gozar, prepara a boca. Ele tirou correndo, tirou a camisinha e meteu inteiro na minha boca, e eu recebi a porra gostosa dele na minha boca. - que gulosa e puta você é, minha menina. - mmmm, sim, sou sua puta. - bom, se veste, a gente se despede das suas irmãs e vamos embora, que em casa você tem tarefas pra fazer. - sim, gato. Quando saí do quarto, minhas irmãs já tinham ido embora. - Lorena e minhas irmãs. - foram embora muito putas da vida com você, não acreditam que vieram te ver e se depararam com a surpresa que você deu, e ainda vai pro quarto e começa a foder. - porra, sabia, te falei, Enrique, não era a hora estando minhas irmãs aqui. - desculpa, mas você tá comigo e não com suas irmãs, e sabe que tem que estar disponível quando eu quiser. - sim, eu sei, posso ligar pra minha irmã, Enrique, pra pedir desculpas. - sim, faz isso. Depois de três chamadas, ela atendeu. - o que você quer. - só pedir desculpas pelo que aconteceu. - você acha normal o que fez? A gente vem te ver, encontro a surpresa de que você vive como mulher e, pra piorar, vai foder com ele no quarto. - eu só ia trocar de roupa, mas o Enrique veio, ele é assim, e quando quer sexo, não posso dizer não. - olha, agora tava falando com a Mônica, pensando aqui, a gente percebeu que quando criança você era meio delicado, e lembramos que você gostava de brincar de casinha com a gente Cabeleireiras, você gostava que a gente penteasse seu cabelo, e adorava vestir nossas fantasias, aquela de princesa rosa você amava. Agora eu já sei por quê, mas olha só, no fim das contas você queria ser uma princesinha e acabou se tornando uma putinha dominada por um homem machista que só te quer pra fazer os serviços de casa e abrir as pernas quando ele bem entender. Espero que dê tudo certo pra você, gostosa. — Porra, você é muito dura comigo, mas não vai entender: eu gosto que ele me trate assim. — Pois é, não tenho mais nada a dizer. Você sabe o que faz da sua vida, tchau. Ela desligou na minha cara. — Já chegou? Vamos, tem muita coisa pra fazer. Segui o Enrique toda submissa. Já na casa dele, fiz minhas tarefas de mulher, jantamos e à noite me entreguei pra ele até ele ficar satisfeito. Os dias e meses foram passando, os hormônios foram fazendo efeito no meu corpo, mexendo com meus sentimentos. Já tinha uns peitinhos pequenos e bonitos, já fazia um ano que tomava hormônios. Um dia, na casa do Enrique: — Neném, quero que você venha morar aqui, assim pode cuidar das suas coisas o dia inteiro. — Sim, claro, como você quiser, Enrique. — Mais uma coisa: quero que você coloque implantes nos peitos. — Isso custa dinheiro. — Dá pra financiar, e você pode arrumar um trampo. Não vai ficar o dia inteiro em casa sem fazer nada. — Sim, mas e a lida da casa? — Quando você voltar do trabalho, dá tempo de fazer. Enrique arrumou umas duas casas pra eu fazer limpeza. Entre isso e o apartamento dele, eu passava o dia todo atarefada. Três meses depois, eu entrei no centro cirúrgico e coloquei 500 gramas em cada peito, tamanho que ele escolheu. A primeira semana foi muito difícil, principalmente os quatro primeiros dias, com muita dor. Por sorte, o Enrique me respeitou e não transou comigo, só umas boquetas diárias, uma ou duas. Depois de duas semanas, a dor já tinha passado, só uma sensação estranha por causa de algo que não estava ali há alguns dias. Foi aí que o Enrique enfiou o pau entre meus peitos e, entre uma siririca cubana e uma boa boqueta que eu dei, recebi a porra toda. Primeira gozada nos peitos. Pouco tempo depois, comecei a trabalhar como caixa num supermercado. Uma manhã, depois da minha consulta com o endocrinologista, a Paola me levou pra tomar um negócio no bar de um amigo dela, um mulato cubano.
— Oi, Rolando, como cê tá?
— Tô bem, Paola.
— Michelle, esse aqui é meu amigo Rolando, um cliente bom.
— Oi, Rolando, prazer.
— Oi, Michelle, eu que tô encantado.
A gente se deu dois beijos e, sem hesitar, enquanto conversava com a gente, ele já tinha me agarrado pela cintura e tava passando a mão nas pernas da Paola. Era um cara de quase um metro e noventa, bem musculoso e mulato. Atrás do balcão tinha uma mina servindo, ele foi um instante recolher umas mesas e eu aproveitei.
— Porra, Paola, como é esse chocolatinho, hein? Tá de dar água na boca.
— É bom, viu?
— Demais.
— É meu amigo e cliente bom. Se você quiser comer ele, eu arrumo agora pra você.
— Não, era só um jeito de falar.
— Tá, sei. Do jeito que você não tira o olho dele, disfarçando, já deve ter até molhado a calcinha.
— Porra, é que ele é de se trancar num quarto e não sair por horas.
— Aposto que você já tá imaginando sendo agarrada pela cintura com aquelas mãos fortes, levando porrada.
— Cala a boca que você me deixa doida.
— Esse cara te come hoje porque eu tô mandando.
— Até que eu queria, mas não, não posso fazer isso com o Enrique.
— O Enrique não tá aqui e não precisa saber. Além disso, você pode ganhar uma grana extra.
— Que isso, tia?
— Isso mesmo: além de te comer, que você tá morrendo de vontade, ele ainda vai te pagar.
— O que cê tá insinuando? Eu não sou uma puta.
— Você é tão puta quanto eu, só que não cobra. Mas hoje você vai cobrar pra dar.
Um tempo depois, o Rolando voltou pra perto da gente e começamos a conversar. Ele agarrou nós duas por trás, pela cintura. No começo, eu mantive distância, mas ele foi passando a mão, acariciando minha cintura. Tava me deixando com tesão e acabei colando nele aos poucos.
— Cê gosta da minha amiga, Rolando?
— Sim, muito bonita e simpática.
— Sabe, Rolando, por 70 euros ela é sua e faz um serviço completo.
Eu fiquei vermelha e um calorão subiu. Ela tinha acabado de me entregar. entender que eu era uma puta. -nada, não se fala mais nisso, gostosa, vamos. Agora a mão dele já segurava minha bunda, eu me deixei levar e acariciei o peito forte dele enquanto me derretia, já ficando bem tesuda. Ele me enfiou por uma porta que tinha do lado dos banheiros, depois saímos num corredor e entramos num apartamento, me levou direto pro quarto. Eu tava perdida, por isso não sabia por onde começar, então acariciando o peito dele com uma mão, com a outra me segurei no pescoço dele, pronta pra beijar, mas ele recusou meu beijo. -desculpa, Michelle, nunca beijo uma puta na boca, não sei o que vocês comeram antes, me entende, né? Não falei nada, minha saia já tava levantada e ele apalpava minha bunda nua. Tava tão cachorra que desci uma das minhas mãos rapidinho, procurando o pacote dele. Rapidamente desabotoei a calça dele e meti a mão dentro, agarrando a pica já bem dura e libertando ela da cueca que tava tampando. Assim que ficou livre, olhei pra ela e vi uma pica morena linda, e não hesitei em me ajoelhar e meter ela inteira na boca, comecei a chupar e percorrer ela toda com os lábios e a língua. Quase não cabia, era maior e mais grossa que a do Henrique. Eu chupava e brincava, olhando pra cima procurando os olhos dele pra ver se ele tava gostando, ele me segurava pela cabeça acompanhando meus movimentos e forçando pra meter cada vez mais fundo. -como eu gosto da cara de safada que você faz, tô vendo que você tá adorando. -mmmm, sim, é bem gostosa. -então aproveita, fazia tempo que uma puta não me chupava sem camisinha. Aí eu percebi meu erro, não tinha pensado nisso, mas tava gostando tanto que continuei meu trabalho até que ele me segurou bem forte pela cabeça e descarregou uma gozada enorme dentro da minha boca, enchendo ela de porra quentinha e gostosa. Quase me engasguei tentando engolir, ele terminou de gozar se batendo enquanto eu esperava as últimas gotas caírem na minha boca aberta. Ele me levantou puxando meu cabelo pra cima, tirou minha blusa, desabotoou minha saia e deixou ela cair no chão. caí no chão e ele me empurrou na cama, colocou uma camisinha e se deitou ao meu lado, passando a mão na minha bunda entre minhas pernas que eu abri, oferecendo aquele espaço. Ele tirou a calcinha fio dental rosa que eu estava usando, era a primeira vez que eu estava completamente nua na frente de um homem. Enrique nunca tirava a minha pra me foder, ele não gostava de ver meu pau pequeno. Ele me lubrificou bem e quando se enfiou entre minhas pernas, eu vi meu pauzinho do lado do dele, bem duro, e o meu que já não tem mais ereções. É quando a gente percebe por que usa calcinha e que nasceu pra servir, obedecer e satisfazer seu macho alfa. Meu pauzinho só serve pra fazer xixi, virou meu clitóris, por onde quando me fodam eu gozo como toda mulher, sem ficar dura, e meu sêmen sai em menos quantidade e mais clarinho.
Ele começou metendo devagar, eu olhava pro peito musculoso e mulato dele e sorria nervosamente. Quando já tinha entrado mais ou menos metade, ele enfiou tudo de uma vez, fazendo eu soltar um grito. Começou a me foder com movimentos rápidos, batendo com força as bolas dele na minha bunda, me fazendo gemer e gritar como se estivesse possuída. Possuída, eu estava sendo possuída como nunca tinha sido por Enrique. Uns minutos assim e ele parou.
— Fica de quatro, puta.
Ele meteu de uma vez e, segurando firme na minha cintura, me fodeu violentamente até que, uns minutos depois, eu soube que ele ia gozar. Deixou dentro por um tempo e quando tirou:
— Gosto muito de você, Foxy. Espero te ver de novo.
E jogou 70 euros na cama.
— Vai ser difícil a gente se ver, eu tenho parceiro.
— Tem parceiro e anda de puta por aí? Por algum motivo deve ser. Não gostou, foi?
— Gostei, sim. E um moreninho como você deixa qualquer uma doida. Eu tô bem com meu parceiro.
— Então você vai voltar. Tenho certeza que daqui a pouco você vai querer ser minha puta de novo.
— Bom, a gente vê.
— Vou pro bar. Se quiser se lavar, tem um banheiro ali. Quando terminar, fecha a porta direito.
Quando desci pro bar, a Paola e ele estavam conversando. Quando cheguei, ele me puxou rápido, me colando nele. comendo meu cu, minha reação foi ficar grudada nele, me sentia confortável. Chegou a hora de ir embora e ele se despediu primeiro da Paola com beijos, mas comigo me deu um baita beijo de língua na boca e falou no meu ouvido. - A Paola já me disse que você não trabalha como puta, por isso esse beijo, agora sei que você é só minha puta, te espero por aqui outro dia, é só vir que vou te fazer passar um bom tempo. Voltando pra casa, não conseguia tirar o Rolando da cabeça, ele tinha me deixado bem puta. - Então Michelle, conta aí como foi a transa. - Aff, ainda tô com tesão só de pensar nele, que macho e que pau enorme. - Kkkk, puta que você tá, então vai voltar, né? - Não, não posso fazer isso com o Enrique, hoje foi só um tesão. - Você sabe o que fazer. - Não se preocupa, não vou voltar. Cheguei em casa meio em cima da hora pra fazer a comida do Enrique, mas quando ele chegou já tava tudo pronto. Quando ele chega, quem come primeiro sou sempre eu, é minha obrigação fazer um boquete pra relaxar ele depois do estresse do trabalho, depois sirvo a comida e comemos juntos. Terminando, ele vai tirar um cochilo no sofá enquanto eu faço minhas tarefas. Tenho orgulho dele, ele me fez ser quem sou e gosto do meu papel de mulher prestativa e submissa, por isso tava na minha cabeça o que tinha acontecido naquela manhã e me sentia mal. Os dias foram passando e eu não tirava o mulato da cabeça, só de pensar nele já molhava a calcinha. Faltava um dia pra quinta-feira, meu dia livre, que eu passava com a Paola de manhã pra tomar um café e comprar umas coisinhas. De tarde, mandei uma mensagem pra Paola. - Pô, tia, não tiro o Rolando da cabeça, ele me deixa com tesão. Pensei em ir vê-lo amanhã, você me acompanha? - Vê-lo ou foder com aquele pedaço de gostoso? - Você sabe. - Adoraria te acompanhar, mas o que eu vou fazer lá enquanto vocês transam? Fico entediada. - Tenho vergonha de ir sozinha. - Você sabe, mas se for, toma cuidado, pode acabar sendo mais que só a puta dele. - O que quer dizer? - Nada, nada, mas toma cuidado. - Tá bom. Levantei meio na dúvida ainda, tomei café, tomei um banho, me vesti com uma minissaia curtinha que mal cobria a bunda e saí toda decidida pro bar do Rolando de metrô. Parei a poucos metros do bar na dúvida se entrava, mas no final aquele mulato me deixava muito putinha só de pensar nele, e segui em frente. Entrei pela porta e o Rolando me viu entrar e veio na minha direção.
— Olha quem está aqui, minha putinha atrás de pica. Sabia que você ia voltar.
— Sim, eu também sabia.
Ele me deu um baita beijão com uma apalpada na bunda na frente de uns clientes que estavam lá.
— Me dá 10 minutos e vou te foder gostoso, sua putinha. Pega as chaves, me espera lá em cima preparada, se quiser.
Subi pro apartamento e fiquei fuçando o lugar quando ouvi a porta. Me ajoelhei no chão do quarto pra esperar ele.
— Olha só que gostosa, já de joelhos esperando o macho dela, ansiosa pra chupar minha pica, ou tô enganado, putinha?
— Não.
— Serve você mesma.
Desabotoei a calça dele e comecei a chupar aquela pica linda que me deixou com tesão a semana inteira. Quando terminei, o Rolando foi pra ação: me colocou de quatro, não tirou minha roupa, só abaixou um pouco minha calcinha fio dental e me comeu até gozar. Jogou o dinheiro na cama e foi embora.
— Se arruma se quiser e vai embora. Hoje tenho muita coisa pra fazer, putinha minha. Te espero semana que vem.
Isso se repetiu toda quinta-feira. Na quinta ou sexta vez, eu tava chupando ele.
— Que rabuda gostosa, como você adora chupar pica.
— Mmmmm, sim.
— Hoje você vai se encher de pica.
Naquele momento, senti uma presença do lado, uma sombra. Não conseguia ver o que era, tava atrás de mim, e o Rolando segurava minha cabeça com força, com a pica dele enfiada até o fundo da garganta.
— Você vai aproveitar como uma putinha. Eu gosto de compartilhar minhas coisas com os amigos, e você é minha putinha. Vou te compartilhar com meu primo.
Não consegui protestar porque ele não tirava a pica da minha boca. Me fodeu com força até gozar nela. Quando ele tirou, eu tava tão excitada que não conseguia nem falar. Quando recuperei o fôlego, vi ali um cara mais preto e maior que ele, totalmente. Nu com a pica na mão. — Rolando, não quero continuar. — Aqui quem manda sou eu, que pago, e você não passa de uma puta vulgar que me pertence enquanto estiver na minha casa. Não gritei enquanto dizia isso, mas falou comigo com um tom forte e dominante, e isso fez aflorar meu lado de mulher submissa e obediente. Ajoelhada e de cabeça baixa, concordei. — Como você mandar. — Assim que eu gosto. Fica de quatro na cama, olhando pra lá. O primo se aproximou de mim, vi a pica preta dele bem na minha cara, e ele foi chegando mais perto. — Vamos ver o que essa puta sabe fazer com a boca. Ele segurou minha cabeça e me puxou pra perto, e comecei a chupar ele, enquanto Rolando me tocava a bunda, deu umas palmadas, baixou minha tanga e, depois de lubrificar e meter uns dedos, enfiou a pica de uma vez, fazendo a pica do primo entrar inteira na minha boca. Rolando me fodia com movimentos rápidos, e eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda, enquanto tentava chupar a pica do primo, mas cada estocada fazia ela entrar inteira até a garganta. Me senti dominada, frágil, humilhada, mas gostava de sentir os dois paus nos meus buracos. Agora sim me sentia uma puta e promíscua. Rolando gozou primeiro, tirou, me deu umas palmadas na bunda. — Primo, vou nessa. Deixo você com essa gostosa, mete forte, ela adora pica. Ele foi embora, e fiquei sozinha com o primo, chupando a pica dele até ele encher minha boca de porra. Ele me fez deixar bem limpinha, nem baixou, continuou duro. Ele foi por trás, colocou proteção, me segurou pela cintura e meteu de uma vez. Me fodeu por uns 20 minutos até gozar. — O Rolando tinha razão quando disse o quanto você é puta. Fica aqui de joelhos, vamos. — Não aguento mais, foi muito pesado, me deixa ir. — Você vai fazer o que eu mandar, puta. Tem que ganhar bem o dinheiro que te pagamos. — Por favor, não consigo. Ele puxou meu braço, me fazendo cair da cama. Me ajoelhei na frente, abaixei a cabeça e fiquei parada. — Isso aí. Melhor assim, bem submissa, quero te ver assim. Mas agora levanta a cabeça e começa a usar essa boquinha de novo, que quero encher de porra pra te premiar por ter sido uma foxy tão boa. Enfiei o pau de novo na sua boca e fiquei chupando ele por um bom tempo até que ele me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca até despejar toda a porra dentro. — Por hoje já chega, slut. Me limpei, peguei o dinheiro, só os 70 euros de sempre por ter dado pra 2 caras, e fui embora sem passar no bar. Na semana seguinte foi a mesma coisa, mas primeiro eu dei pro Rolando e quando ele terminou, o primo continuou. Outra semana cheguei, ele mandou eu subir sozinha pro apartamento e esperar no quarto de joelhos. Ele subiu depois, tive minha sessão de sexo com ele e gozei. — Espera aqui de joelhos, slut. Pensei que o primo ia entrar, mas quem veio foi o Rolando com um homem. — Esse é o Manolo, um amigo. Quero que você chupe o pau dele. — Rolando, isso eu não quero. — Olha, slut, você vai fazer o que eu mandar, ok? É pra isso que você cobra. — Tá bom, o que você disser. — Viu como a gente se entende? E toma, coloca uma camisinha nele, porque você gosta muito de porra e um dia vai pegar alguma coisa. Naquele dia chupei o pau do Manolo e de mais 2 caras. Nas duas semanas seguintes, além de dar pro Rolando e pro primo, voltei a chupar paus de outros homens. No fim, decidi falar com a Paola. — Oi, Paola, sabe que eu tô saindo com o Rolando, mas agora ele já me faz dar pro primo dele e me obriga a chupar o pau de outros caras, e depois me dá 70 euros. — Te falei, toma cuidado. Ele tá te prostituindo, te vendendo pra outros caras por dinheiro, e a foda que ele te dá sai de graça. Digamos que você é a puta dele e trabalha pra ele. Ele já fez isso com outra amiga. — Porra, você podia ter me falado isso em vez de só dizer pra eu tomar cuidado. — Achei que você não ia passar do limite. Você tem parceiro, achei que fosse um capricho seu, dois dias com o Rolando e pronto. — Valeu, não vou mais voltar. — É isso que você tem que fazer. Segui minha vida de dona de casa com meu homem, totalmente feliz. Oito meses depois, depois de uma boa preliminar e uma Suculenta mamada que dei no Enrique. Deitei de barriga pra cima na cama, ele começou a brincar com meus peitos, chupava meus mamilos enquanto uma mão se perdia entre minhas pernas, enfiando um dedo e depois outro, me deixava louca. Pela primeira vez, tirei a calcinha fio-dental e fiquei totalmente nua na frente dele. Ele apontou a rola na entrada. — Preparada pra receber minha rola e estrear essa buceta linda? — Sim, tô pronta, morrendo de vontade de sentir sua rola dentro pela primeira vez. Eu olhava nervosa pra baixo, vendo a rola do Enrique e uma frestinha que agora tava ansiosa pra ser desvirginada. Fazia três meses da minha vaginoplastia, meu processo tinha terminado, eu era toda uma mulher. De agora em diante, a única rola que ia ter entre minhas pernas seria a do Enrique. Não senti muito prazer nas primeiras vezes, mas senti o calor do gozo dentro da minha buceta. Tava orgulhosa, o Enrique tinha conseguido o plano dele comigo: me transformar numa mulher completa, e eu tava muito feliz por ser isso.
Mas vamos voltar aos três meses do meu nascimento como mulher. Eu tava com a Lorena em casa numa sexta à tarde, e a Lorena falou que ia sair pra comprar umas coisas. — Michelle, vou ali comprar. — Tá bom. Ela saiu pela porta, e três minutos depois tocou a campainha do portão de baixo. Achei que era a Lorena que tinha esquecido as chaves, abri sem perguntar quem era e deixei a porta do apartamento aberta. Em dois minutos, ouvi a porta se fechar. — Tony, Lorena. Escutei a voz de uma das minhas irmãs, que eu só vejo umas duas vezes por ano. Elas não sabiam nada sobre minha transição ainda, eu não sabia como explicar e tava enrolando. Fiquei nervosa, tava na cozinha e já vi elas na minha frente, fiquei paralisada. — Oooolá — respondi gaguejando. — Tony! O que cê tá fazendo vestido de mulher? — Bom, eu... não sei por onde começar. Faz tempo que queria falar pra vocês, mas não sabia como. Então, é isso, sou transexual e já tô vivendo assim há três meses, fazendo minha transição com hormônios. — Agora quem não sabe o que dizer sou eu — falou a Montse, minha irmã mais velha. A Mônica me olhava surpresa. — Desculpa vocês terem descoberto assim, não sabia como explicar isso. — E a Lorena, cadê? — Ela volta daqui a pouco, foi comprar umas coisas. — Mas vocês tão bem? — Tão, tão. Somos boas amigas. — Não tô entendendo nada, cê pode explicar melhor? Tive uma longa conversa com elas, explicando tudo, que foi a Lorena que... Isso foi o que me fez dar o passo: meu travestismo inicial com as roupas delas quando eu morava em casa, minha relação com Enrique. Tive que colocar elas a par de tudo. Lá pelas 6 da tarde, recebi a mensagem do Enrique dizendo que ia passar para me buscar. Mandei um áudio falando pra ele vir mais tarde, que tava com minhas irmãs que tinham chegado de surpresa, mas ele disse que vinha mesmo assim e que assim conhecia as cunhadas. Assim que chegou, apresentei ele pra elas. Ele deixou bem claro quem mandava na nossa relação, me dando um puta amasso e um tapa bem forte na bunda, e me mandando servir ele. — Vai, nena, me traz uma cerveja. — Já vou, amor. Ele me fez sentar do lado dele e não parava de passar a mão nas minhas pernas enquanto conversava com minhas irmãs. — Pra falar a verdade, tive muita sorte de conhecer a irmã de vocês. Ela é uma menina muito boa, sabe fazer direitinho as tarefas de casa e tá sempre disposta a satisfazer minhas necessidades como homem. — Desculpa, Enrique, mas isso que você tá falando soa meio machista. — Machista, eu? Sua irmã tem toda liberdade pra fazer o que quiser, mas na minha casa e comigo, limpeza, comida, etc., é serviço de mulher. E eu recompenso ela com um bom sexo e comprando uns agradinhos de vez em quando. É verdade ou não, Michelle? — Claro que sim, amor. Eu tava bem desconfortável com aquela conversa. Foi quando a Lorena chegou, cumprimentou minhas irmãs e o Enrique, e eu aproveitei pra sumir dali. — Vou me arrumar que já já a gente tem que sair, né, Enrique? — Sim. Fui pro meu quarto, tava procurando o que vestir. Enrique sempre me queria de minissaia ou vestido curto. Quando ele entrou no quarto e fechou a porta. — Ainda assim, nena? — É, não sei o que vestir. — Por enquanto, nada. Falou enquanto puxava minha saia pra baixo, deixando ela cair no chão, e tirava meu top. — Agora eu quero você assim. Me empurrou pelo ombro pra baixo, me fazendo ajoelhar. — Enrique, minhas irmãs tão aqui, agora não... — Você sabe que eu não tô nem aí. Então tira ele e começa a chupar. — Sim, gato, do jeito que você quiser. — Assim que eu gosto, uma boa putinha. garota obediente. Só mais uns dois minutos e eu tiro da boca. - fica de quatro na beirada da cama que vou te foder. - Enrique, eles podem nos ouvir, são minhas irmãs. - sabe que tô nem aí. Me lubrifiquei bem, ele colocou uma camisinha e meteu de uma vez só, começou um vai e vem sem parar que me deixava louca, me fazendo gritar e gemer. - você é tão submissa, Michelle, que não sabe me dizer não, em qualquer lugar, em qualquer situação, tenha quem tiver na frente, e eu gosto que você seja assim, já não tenho dúvidas, você é minha, me pertence e vai me obedecer sempre, né, Michelle? - sim, Enrique, sou toda sua. - mmmm, Michelle, vou gozar, prepara a boca. Ele tirou correndo, tirou a camisinha e meteu inteiro na minha boca, e eu recebi a porra gostosa dele na minha boca. - que gulosa e puta você é, minha menina. - mmmm, sim, sou sua puta. - bom, se veste, a gente se despede das suas irmãs e vamos embora, que em casa você tem tarefas pra fazer. - sim, gato. Quando saí do quarto, minhas irmãs já tinham ido embora. - Lorena e minhas irmãs. - foram embora muito putas da vida com você, não acreditam que vieram te ver e se depararam com a surpresa que você deu, e ainda vai pro quarto e começa a foder. - porra, sabia, te falei, Enrique, não era a hora estando minhas irmãs aqui. - desculpa, mas você tá comigo e não com suas irmãs, e sabe que tem que estar disponível quando eu quiser. - sim, eu sei, posso ligar pra minha irmã, Enrique, pra pedir desculpas. - sim, faz isso. Depois de três chamadas, ela atendeu. - o que você quer. - só pedir desculpas pelo que aconteceu. - você acha normal o que fez? A gente vem te ver, encontro a surpresa de que você vive como mulher e, pra piorar, vai foder com ele no quarto. - eu só ia trocar de roupa, mas o Enrique veio, ele é assim, e quando quer sexo, não posso dizer não. - olha, agora tava falando com a Mônica, pensando aqui, a gente percebeu que quando criança você era meio delicado, e lembramos que você gostava de brincar de casinha com a gente Cabeleireiras, você gostava que a gente penteasse seu cabelo, e adorava vestir nossas fantasias, aquela de princesa rosa você amava. Agora eu já sei por quê, mas olha só, no fim das contas você queria ser uma princesinha e acabou se tornando uma putinha dominada por um homem machista que só te quer pra fazer os serviços de casa e abrir as pernas quando ele bem entender. Espero que dê tudo certo pra você, gostosa. — Porra, você é muito dura comigo, mas não vai entender: eu gosto que ele me trate assim. — Pois é, não tenho mais nada a dizer. Você sabe o que faz da sua vida, tchau. Ela desligou na minha cara. — Já chegou? Vamos, tem muita coisa pra fazer. Segui o Enrique toda submissa. Já na casa dele, fiz minhas tarefas de mulher, jantamos e à noite me entreguei pra ele até ele ficar satisfeito. Os dias e meses foram passando, os hormônios foram fazendo efeito no meu corpo, mexendo com meus sentimentos. Já tinha uns peitinhos pequenos e bonitos, já fazia um ano que tomava hormônios. Um dia, na casa do Enrique: — Neném, quero que você venha morar aqui, assim pode cuidar das suas coisas o dia inteiro. — Sim, claro, como você quiser, Enrique. — Mais uma coisa: quero que você coloque implantes nos peitos. — Isso custa dinheiro. — Dá pra financiar, e você pode arrumar um trampo. Não vai ficar o dia inteiro em casa sem fazer nada. — Sim, mas e a lida da casa? — Quando você voltar do trabalho, dá tempo de fazer. Enrique arrumou umas duas casas pra eu fazer limpeza. Entre isso e o apartamento dele, eu passava o dia todo atarefada. Três meses depois, eu entrei no centro cirúrgico e coloquei 500 gramas em cada peito, tamanho que ele escolheu. A primeira semana foi muito difícil, principalmente os quatro primeiros dias, com muita dor. Por sorte, o Enrique me respeitou e não transou comigo, só umas boquetas diárias, uma ou duas. Depois de duas semanas, a dor já tinha passado, só uma sensação estranha por causa de algo que não estava ali há alguns dias. Foi aí que o Enrique enfiou o pau entre meus peitos e, entre uma siririca cubana e uma boa boqueta que eu dei, recebi a porra toda. Primeira gozada nos peitos. Pouco tempo depois, comecei a trabalhar como caixa num supermercado. Uma manhã, depois da minha consulta com o endocrinologista, a Paola me levou pra tomar um negócio no bar de um amigo dela, um mulato cubano.
— Oi, Rolando, como cê tá?
— Tô bem, Paola.
— Michelle, esse aqui é meu amigo Rolando, um cliente bom.
— Oi, Rolando, prazer.
— Oi, Michelle, eu que tô encantado.
A gente se deu dois beijos e, sem hesitar, enquanto conversava com a gente, ele já tinha me agarrado pela cintura e tava passando a mão nas pernas da Paola. Era um cara de quase um metro e noventa, bem musculoso e mulato. Atrás do balcão tinha uma mina servindo, ele foi um instante recolher umas mesas e eu aproveitei.
— Porra, Paola, como é esse chocolatinho, hein? Tá de dar água na boca.
— É bom, viu?
— Demais.
— É meu amigo e cliente bom. Se você quiser comer ele, eu arrumo agora pra você.
— Não, era só um jeito de falar.
— Tá, sei. Do jeito que você não tira o olho dele, disfarçando, já deve ter até molhado a calcinha.
— Porra, é que ele é de se trancar num quarto e não sair por horas.
— Aposto que você já tá imaginando sendo agarrada pela cintura com aquelas mãos fortes, levando porrada.
— Cala a boca que você me deixa doida.
— Esse cara te come hoje porque eu tô mandando.
— Até que eu queria, mas não, não posso fazer isso com o Enrique.
— O Enrique não tá aqui e não precisa saber. Além disso, você pode ganhar uma grana extra.
— Que isso, tia?
— Isso mesmo: além de te comer, que você tá morrendo de vontade, ele ainda vai te pagar.
— O que cê tá insinuando? Eu não sou uma puta.
— Você é tão puta quanto eu, só que não cobra. Mas hoje você vai cobrar pra dar.
Um tempo depois, o Rolando voltou pra perto da gente e começamos a conversar. Ele agarrou nós duas por trás, pela cintura. No começo, eu mantive distância, mas ele foi passando a mão, acariciando minha cintura. Tava me deixando com tesão e acabei colando nele aos poucos.
— Cê gosta da minha amiga, Rolando?
— Sim, muito bonita e simpática.
— Sabe, Rolando, por 70 euros ela é sua e faz um serviço completo.
Eu fiquei vermelha e um calorão subiu. Ela tinha acabado de me entregar. entender que eu era uma puta. -nada, não se fala mais nisso, gostosa, vamos. Agora a mão dele já segurava minha bunda, eu me deixei levar e acariciei o peito forte dele enquanto me derretia, já ficando bem tesuda. Ele me enfiou por uma porta que tinha do lado dos banheiros, depois saímos num corredor e entramos num apartamento, me levou direto pro quarto. Eu tava perdida, por isso não sabia por onde começar, então acariciando o peito dele com uma mão, com a outra me segurei no pescoço dele, pronta pra beijar, mas ele recusou meu beijo. -desculpa, Michelle, nunca beijo uma puta na boca, não sei o que vocês comeram antes, me entende, né? Não falei nada, minha saia já tava levantada e ele apalpava minha bunda nua. Tava tão cachorra que desci uma das minhas mãos rapidinho, procurando o pacote dele. Rapidamente desabotoei a calça dele e meti a mão dentro, agarrando a pica já bem dura e libertando ela da cueca que tava tampando. Assim que ficou livre, olhei pra ela e vi uma pica morena linda, e não hesitei em me ajoelhar e meter ela inteira na boca, comecei a chupar e percorrer ela toda com os lábios e a língua. Quase não cabia, era maior e mais grossa que a do Henrique. Eu chupava e brincava, olhando pra cima procurando os olhos dele pra ver se ele tava gostando, ele me segurava pela cabeça acompanhando meus movimentos e forçando pra meter cada vez mais fundo. -como eu gosto da cara de safada que você faz, tô vendo que você tá adorando. -mmmm, sim, é bem gostosa. -então aproveita, fazia tempo que uma puta não me chupava sem camisinha. Aí eu percebi meu erro, não tinha pensado nisso, mas tava gostando tanto que continuei meu trabalho até que ele me segurou bem forte pela cabeça e descarregou uma gozada enorme dentro da minha boca, enchendo ela de porra quentinha e gostosa. Quase me engasguei tentando engolir, ele terminou de gozar se batendo enquanto eu esperava as últimas gotas caírem na minha boca aberta. Ele me levantou puxando meu cabelo pra cima, tirou minha blusa, desabotoou minha saia e deixou ela cair no chão. caí no chão e ele me empurrou na cama, colocou uma camisinha e se deitou ao meu lado, passando a mão na minha bunda entre minhas pernas que eu abri, oferecendo aquele espaço. Ele tirou a calcinha fio dental rosa que eu estava usando, era a primeira vez que eu estava completamente nua na frente de um homem. Enrique nunca tirava a minha pra me foder, ele não gostava de ver meu pau pequeno. Ele me lubrificou bem e quando se enfiou entre minhas pernas, eu vi meu pauzinho do lado do dele, bem duro, e o meu que já não tem mais ereções. É quando a gente percebe por que usa calcinha e que nasceu pra servir, obedecer e satisfazer seu macho alfa. Meu pauzinho só serve pra fazer xixi, virou meu clitóris, por onde quando me fodam eu gozo como toda mulher, sem ficar dura, e meu sêmen sai em menos quantidade e mais clarinho.
Ele começou metendo devagar, eu olhava pro peito musculoso e mulato dele e sorria nervosamente. Quando já tinha entrado mais ou menos metade, ele enfiou tudo de uma vez, fazendo eu soltar um grito. Começou a me foder com movimentos rápidos, batendo com força as bolas dele na minha bunda, me fazendo gemer e gritar como se estivesse possuída. Possuída, eu estava sendo possuída como nunca tinha sido por Enrique. Uns minutos assim e ele parou.
— Fica de quatro, puta.
Ele meteu de uma vez e, segurando firme na minha cintura, me fodeu violentamente até que, uns minutos depois, eu soube que ele ia gozar. Deixou dentro por um tempo e quando tirou:
— Gosto muito de você, Foxy. Espero te ver de novo.
E jogou 70 euros na cama.
— Vai ser difícil a gente se ver, eu tenho parceiro.
— Tem parceiro e anda de puta por aí? Por algum motivo deve ser. Não gostou, foi?
— Gostei, sim. E um moreninho como você deixa qualquer uma doida. Eu tô bem com meu parceiro.
— Então você vai voltar. Tenho certeza que daqui a pouco você vai querer ser minha puta de novo.
— Bom, a gente vê.
— Vou pro bar. Se quiser se lavar, tem um banheiro ali. Quando terminar, fecha a porta direito.
Quando desci pro bar, a Paola e ele estavam conversando. Quando cheguei, ele me puxou rápido, me colando nele. comendo meu cu, minha reação foi ficar grudada nele, me sentia confortável. Chegou a hora de ir embora e ele se despediu primeiro da Paola com beijos, mas comigo me deu um baita beijo de língua na boca e falou no meu ouvido. - A Paola já me disse que você não trabalha como puta, por isso esse beijo, agora sei que você é só minha puta, te espero por aqui outro dia, é só vir que vou te fazer passar um bom tempo. Voltando pra casa, não conseguia tirar o Rolando da cabeça, ele tinha me deixado bem puta. - Então Michelle, conta aí como foi a transa. - Aff, ainda tô com tesão só de pensar nele, que macho e que pau enorme. - Kkkk, puta que você tá, então vai voltar, né? - Não, não posso fazer isso com o Enrique, hoje foi só um tesão. - Você sabe o que fazer. - Não se preocupa, não vou voltar. Cheguei em casa meio em cima da hora pra fazer a comida do Enrique, mas quando ele chegou já tava tudo pronto. Quando ele chega, quem come primeiro sou sempre eu, é minha obrigação fazer um boquete pra relaxar ele depois do estresse do trabalho, depois sirvo a comida e comemos juntos. Terminando, ele vai tirar um cochilo no sofá enquanto eu faço minhas tarefas. Tenho orgulho dele, ele me fez ser quem sou e gosto do meu papel de mulher prestativa e submissa, por isso tava na minha cabeça o que tinha acontecido naquela manhã e me sentia mal. Os dias foram passando e eu não tirava o mulato da cabeça, só de pensar nele já molhava a calcinha. Faltava um dia pra quinta-feira, meu dia livre, que eu passava com a Paola de manhã pra tomar um café e comprar umas coisinhas. De tarde, mandei uma mensagem pra Paola. - Pô, tia, não tiro o Rolando da cabeça, ele me deixa com tesão. Pensei em ir vê-lo amanhã, você me acompanha? - Vê-lo ou foder com aquele pedaço de gostoso? - Você sabe. - Adoraria te acompanhar, mas o que eu vou fazer lá enquanto vocês transam? Fico entediada. - Tenho vergonha de ir sozinha. - Você sabe, mas se for, toma cuidado, pode acabar sendo mais que só a puta dele. - O que quer dizer? - Nada, nada, mas toma cuidado. - Tá bom. Levantei meio na dúvida ainda, tomei café, tomei um banho, me vesti com uma minissaia curtinha que mal cobria a bunda e saí toda decidida pro bar do Rolando de metrô. Parei a poucos metros do bar na dúvida se entrava, mas no final aquele mulato me deixava muito putinha só de pensar nele, e segui em frente. Entrei pela porta e o Rolando me viu entrar e veio na minha direção.
— Olha quem está aqui, minha putinha atrás de pica. Sabia que você ia voltar.
— Sim, eu também sabia.
Ele me deu um baita beijão com uma apalpada na bunda na frente de uns clientes que estavam lá.
— Me dá 10 minutos e vou te foder gostoso, sua putinha. Pega as chaves, me espera lá em cima preparada, se quiser.
Subi pro apartamento e fiquei fuçando o lugar quando ouvi a porta. Me ajoelhei no chão do quarto pra esperar ele.
— Olha só que gostosa, já de joelhos esperando o macho dela, ansiosa pra chupar minha pica, ou tô enganado, putinha?
— Não.
— Serve você mesma.
Desabotoei a calça dele e comecei a chupar aquela pica linda que me deixou com tesão a semana inteira. Quando terminei, o Rolando foi pra ação: me colocou de quatro, não tirou minha roupa, só abaixou um pouco minha calcinha fio dental e me comeu até gozar. Jogou o dinheiro na cama e foi embora.
— Se arruma se quiser e vai embora. Hoje tenho muita coisa pra fazer, putinha minha. Te espero semana que vem.
Isso se repetiu toda quinta-feira. Na quinta ou sexta vez, eu tava chupando ele.
— Que rabuda gostosa, como você adora chupar pica.
— Mmmmm, sim.
— Hoje você vai se encher de pica.
Naquele momento, senti uma presença do lado, uma sombra. Não conseguia ver o que era, tava atrás de mim, e o Rolando segurava minha cabeça com força, com a pica dele enfiada até o fundo da garganta.
— Você vai aproveitar como uma putinha. Eu gosto de compartilhar minhas coisas com os amigos, e você é minha putinha. Vou te compartilhar com meu primo.
Não consegui protestar porque ele não tirava a pica da minha boca. Me fodeu com força até gozar nela. Quando ele tirou, eu tava tão excitada que não conseguia nem falar. Quando recuperei o fôlego, vi ali um cara mais preto e maior que ele, totalmente. Nu com a pica na mão. — Rolando, não quero continuar. — Aqui quem manda sou eu, que pago, e você não passa de uma puta vulgar que me pertence enquanto estiver na minha casa. Não gritei enquanto dizia isso, mas falou comigo com um tom forte e dominante, e isso fez aflorar meu lado de mulher submissa e obediente. Ajoelhada e de cabeça baixa, concordei. — Como você mandar. — Assim que eu gosto. Fica de quatro na cama, olhando pra lá. O primo se aproximou de mim, vi a pica preta dele bem na minha cara, e ele foi chegando mais perto. — Vamos ver o que essa puta sabe fazer com a boca. Ele segurou minha cabeça e me puxou pra perto, e comecei a chupar ele, enquanto Rolando me tocava a bunda, deu umas palmadas, baixou minha tanga e, depois de lubrificar e meter uns dedos, enfiou a pica de uma vez, fazendo a pica do primo entrar inteira na minha boca. Rolando me fodia com movimentos rápidos, e eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda, enquanto tentava chupar a pica do primo, mas cada estocada fazia ela entrar inteira até a garganta. Me senti dominada, frágil, humilhada, mas gostava de sentir os dois paus nos meus buracos. Agora sim me sentia uma puta e promíscua. Rolando gozou primeiro, tirou, me deu umas palmadas na bunda. — Primo, vou nessa. Deixo você com essa gostosa, mete forte, ela adora pica. Ele foi embora, e fiquei sozinha com o primo, chupando a pica dele até ele encher minha boca de porra. Ele me fez deixar bem limpinha, nem baixou, continuou duro. Ele foi por trás, colocou proteção, me segurou pela cintura e meteu de uma vez. Me fodeu por uns 20 minutos até gozar. — O Rolando tinha razão quando disse o quanto você é puta. Fica aqui de joelhos, vamos. — Não aguento mais, foi muito pesado, me deixa ir. — Você vai fazer o que eu mandar, puta. Tem que ganhar bem o dinheiro que te pagamos. — Por favor, não consigo. Ele puxou meu braço, me fazendo cair da cama. Me ajoelhei na frente, abaixei a cabeça e fiquei parada. — Isso aí. Melhor assim, bem submissa, quero te ver assim. Mas agora levanta a cabeça e começa a usar essa boquinha de novo, que quero encher de porra pra te premiar por ter sido uma foxy tão boa. Enfiei o pau de novo na sua boca e fiquei chupando ele por um bom tempo até que ele me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca até despejar toda a porra dentro. — Por hoje já chega, slut. Me limpei, peguei o dinheiro, só os 70 euros de sempre por ter dado pra 2 caras, e fui embora sem passar no bar. Na semana seguinte foi a mesma coisa, mas primeiro eu dei pro Rolando e quando ele terminou, o primo continuou. Outra semana cheguei, ele mandou eu subir sozinha pro apartamento e esperar no quarto de joelhos. Ele subiu depois, tive minha sessão de sexo com ele e gozei. — Espera aqui de joelhos, slut. Pensei que o primo ia entrar, mas quem veio foi o Rolando com um homem. — Esse é o Manolo, um amigo. Quero que você chupe o pau dele. — Rolando, isso eu não quero. — Olha, slut, você vai fazer o que eu mandar, ok? É pra isso que você cobra. — Tá bom, o que você disser. — Viu como a gente se entende? E toma, coloca uma camisinha nele, porque você gosta muito de porra e um dia vai pegar alguma coisa. Naquele dia chupei o pau do Manolo e de mais 2 caras. Nas duas semanas seguintes, além de dar pro Rolando e pro primo, voltei a chupar paus de outros homens. No fim, decidi falar com a Paola. — Oi, Paola, sabe que eu tô saindo com o Rolando, mas agora ele já me faz dar pro primo dele e me obriga a chupar o pau de outros caras, e depois me dá 70 euros. — Te falei, toma cuidado. Ele tá te prostituindo, te vendendo pra outros caras por dinheiro, e a foda que ele te dá sai de graça. Digamos que você é a puta dele e trabalha pra ele. Ele já fez isso com outra amiga. — Porra, você podia ter me falado isso em vez de só dizer pra eu tomar cuidado. — Achei que você não ia passar do limite. Você tem parceiro, achei que fosse um capricho seu, dois dias com o Rolando e pronto. — Valeu, não vou mais voltar. — É isso que você tem que fazer. Segui minha vida de dona de casa com meu homem, totalmente feliz. Oito meses depois, depois de uma boa preliminar e uma Suculenta mamada que dei no Enrique. Deitei de barriga pra cima na cama, ele começou a brincar com meus peitos, chupava meus mamilos enquanto uma mão se perdia entre minhas pernas, enfiando um dedo e depois outro, me deixava louca. Pela primeira vez, tirei a calcinha fio-dental e fiquei totalmente nua na frente dele. Ele apontou a rola na entrada. — Preparada pra receber minha rola e estrear essa buceta linda? — Sim, tô pronta, morrendo de vontade de sentir sua rola dentro pela primeira vez. Eu olhava nervosa pra baixo, vendo a rola do Enrique e uma frestinha que agora tava ansiosa pra ser desvirginada. Fazia três meses da minha vaginoplastia, meu processo tinha terminado, eu era toda uma mulher. De agora em diante, a única rola que ia ter entre minhas pernas seria a do Enrique. Não senti muito prazer nas primeiras vezes, mas senti o calor do gozo dentro da minha buceta. Tava orgulhosa, o Enrique tinha conseguido o plano dele comigo: me transformar numa mulher completa, e eu tava muito feliz por ser isso.
1 comentários - Michelle cada vez mais puta, toda uma mulherão