Uns anos atrás, acho que uns 3 ou 4, eu tinha me separado da que agora é minha parceira de novo... Digo "agora de novo" porque depois de um tempo a gente voltou a ficar junto. Naquela época de solteiro, o Gustavo, um amigão meu de longa data, me chamou pra ir na casa dele uma noite comer alguma coisa com a família. Conheci o Gustavo trabalhando numa fábrica de cigarro. A gente era da limpeza e passava o dia inteiro junto, então criamos uma amizade que durou com o tempo. O cara era muito família. Maneiro em todos os sentidos. Sempre agradando todo mundo pela boa energia que ele carregava. Naquela noite, resolvi ir, depois de falar mil vezes que não podia. Sempre tinha uma desculpa. Ou algo pra fazer. E naquela noite, por acaso, não tinha nenhum compromisso nem nada parecido. E aí, peguei a moto e fui pra Mataderos. Cheguei de boa. Me receberam. Fomos comprar as bebidas. Tipo, o que a gente ia beber a noite toda (que não foi pouco). Enquanto o churrasco ia sendo feito. Conversa vai, conversa vem. O Gusta me fala pra ir num lugar. — "Fala, sem problema" — Pra onde? No tráfico. Me surpreendi pra caralho. Porque eu achava ele super certinho. Tipo, um cara normal. Aí tive que me confessar, admitindo que também usava. Não era daqueles ousados que usam toda hora, mas de vez em quando. Compramos. E fomos embora. No caminho, era a conversa típica: — "Por que nunca me falou?" — Ou — "Tem quanto tempo que você tá nessa?" — E não só da minha parte. Dele também. Porque em nenhum momento ele soube que eu tava nessa. Chegamos e a mulher dele já tinha preparado tudo. Comemos como reis. Nisso, o Gusta nunca provou nada. Bebemos de boa. Íamos no banheiro. E assim. Conversávamos sobre tudo. Morríamos de rir. E continuávamos "bebendo". Em certo momento da noite, o Gusta começa a me mandar mensagens. E eu respondia sem achar estranho. Porque já conhecia o jeito dele de zoar. Continuávamos bebendo normalmente. Aí o Gusta se... Levanta e me diz: —Eu, Gus (eu também me chamo Gustavo), vamos lá pro fundo, quero te mostrar como a casa tá ficando. —Bora, bora. Vamos... Caminhamos de boa até a casa. Eu observava tudo. Ela tinha deixado muito bem feita. Com bons acabamentos. Parabenizei ele. E continuamos bebendo. —Aqui ninguém vai encher o saco. Além disso, a Miriam tá muito pegajosa... —Haha, cala a boca, ela tá super tranquila. Pelo que conheço dela... —Eu, Gus. Mudando de assunto. Preciso te perguntar uma coisa... E você tem que me falar a verdade. —Fala. Pergunta. Você sabe que eu sempre tenho boas respostas... —Você é bi, né? —Hahaha, não. Nada a ver... Aqui preciso fazer um parêntese. Porque sim, eu sou. Sou bi desde os 17, mais ou menos. Naquela época da história, eu tinha 34 anos... Não tive muitas experiências. Mas as que tive foram muito satisfatórias. —Porque eu sou. E você não sabe a vontade que tô de chupar sua rola... Foi tudo muito direto. Olhei pra ele. Teve uma pausa. E eu desabotoei a calça. Enquanto isso, pensava no momento louco que tava vivendo. Além de estar sob efeito das drogas e do álcool, tava com vontade de foder. Então me deixei levar. O Gus se aproximou. Me olhou. E desceu pra chupar. Dava pra ver que ele tava com medo. Ou não tinha muita experiência. Mas era muito gostoso. E ficou assim por um bom tempo. Chupando minhas bolas pra caralho e lambendo minha rola toda... O fato de ser um amigo me deixava ainda mais excitado. Ele para. Me olha. E diz: —Espera aí que vou pegar mais bebida e já volto... Aí a gente continua aqui. Ele desceu. Porque a gente tava no primeiro andar. E em 10 minutos trouxe tudo. Vinho. Cerveja. E um colchão. —E esse colchão? —Falei pra Miriam que você vai dormir aqui. — Mas eu já sabia que a gente não ia dormir... Ele se aproxima de novo. Pega na minha rola. E começa a me beijar. Nunca tinha ficado com outro cara e não é algo que eu curta. Mas fazer o quê, sempre tem uma primeira vez... Ele abaixa minha calça completamente. E continua chupando... —Gus. Agora é sua vez... Eu me ajoelhei. E comecei a chupar ele. chupar. Ele pede pra eu fazer mais devagar. Mas com o tesão que tava, eu tava frenético demais. Ele me afasta. Me joga no colchão. Manda eu ficar de quatro, cuspiu na minha bunda. Enfia os dedos sem dó. Um. Dois. Três. E devagar começa a meter.. Eu sentia aquela pica toda entrando e ficava louco.. Ficou assim uns minutos até gozar litros e litros de porra. Parecia que não transava há tempos.. Deixou meu cu todo arrombado. Mas o bom é que eu gostei.. — Pera aí que vou ver se a Miriam dormiu. Daqui a pouco ele volta. E me fala que sim, que ela tinha apagado de vez.. Até roncava kkkk. Comecei a chupar ele, assim, ela dormindo e tudo.. A pica começa a endurecer de novo. E eu continuava chupando.. Ele adorava. Deito de barriga pra cima. Ele pega minhas pernas e encosta a pica no meu cu. Dessa vez não teve drama nenhum, porque eu já tava com o cu bem aberto de uns minutos atrás. Ele começou a meter sem piedade. Nunca tinha feito daquele jeito e era bom.. Parava pra descansar. E eu chupava ele. Enchia de saliva e metia de novo.. E enquanto me comia, falava: — Não acredito que a gente tá transando, eu e você— Ele não conseguia acreditar. E eu tava tipo: "Quando foi que tudo isso aconteceu? O_o SEGUNDA PARTE DEPOIS..
2 comentários - Fodendo com meu amigo