Olá, meu nome é Victor e trabalho como salva-vidas em várias praias que se destacam no litoral peruano.
O que aconteceu comigo no verão de 2003 foi real e, naquele verão, eu tinha 35 anos.
Desde os 15 anos, me exercito quase diariamente e desenvolvi um físico de dar inveja, que me rendeu olhares, suspiros e várias propostas de mulheres querendo me levar pra cama. E na maioria das vezes eu resistia à tentação, porque sou do tipo que pensa em conhecer uma mulher e dar todo o meu amor.
Com o passar dos anos, as oportunidades de pegar alguém foram diminuindo, e eu sentia que o trem estava passando pra mim.
Até que chegou um dia no verão de 2003 em que eu estava no meu quarto alugado pela prefeitura de Lurín, largado na cama depois de desfazer as malas às 8 da noite, e ouvi uma conversa rolando no quarto ao lado, entre um casal.
Pensei comigo: "que chatos, não vão me deixar dormir". Pouco depois, ouvi a porta bater e um deles saiu correndo atrás do outro.
Devia ser a briga de casal típica, e eu, pra ser sincero, já tava cansado desse tipo de papo.
A propósito, a luz do meu quarto estava apagada desde que cheguei, porque eu só queria dormir pra acordar cedo, às 5 da manhã do dia seguinte.
Pouco tempo depois, ouvi a janela do meu quarto abrir um pouco e escutei a seguinte conversa:
- Olha, não precisa ter medo, não tem ninguém, podemos conversar de boa.
- Tem certeza?
- Sim, não tem ninguém.
- Olha... Javier, me irrita você se meter no que eu visto ou não... Eu te conheci como um homem seguro de si... e se eu quiser usar uma roupa x, você não tem que impor suas condições, entendeu?
- Tá bom, mas não sai correndo assim vestida pela rua, já é noite e não tem ninguém na praia.
- Esse não é o ponto, Javier... Entende que da próxima vez que você reclamar do que eu visto, a gente termina. - Ok, Mari, mas fica calma, vamos entrar, tão olhando pra gente.
- Não tô nem aí... espero que tenha entendido e não encosta em mim!
Pra mim, essa conversa soou meio inocente, mas o que me chamou a atenção foi a voz da garota, parecia que ela tava à beira das lágrimas, dava pra dizer que era um mar de emoções ali mesmo.
Adormeci tentando pensar no que faria às 5 da manhã se encontrasse gente se afogando. O sonho de todo salva-vidas, não me interpretem mal.
No dia seguinte, veio um pouco de gente, teve relatório, tive que registrar que uma senhora quase se afogou e que salvei um menino que tava se afastando com uma boia levada pelas ondas do mar.
Mas o que não coloquei no relatório foi que, lá pelas 2 da tarde, vi na altura do hotel um casal discutindo. O rapaz era magro, pálido, de 1,70m, e tava brigando com a namorada, uma mulher de uns 25 anos, cabelo liso castanho, pele morena clara, uns 1,65m, os lábios da boca eram médios, os peitos médios puxando pra pequenos, uns olhos pretos puxadinhos e umas coxas que com certeza eram fruto da prática de vôlei, bem definidas.
Vou dedicar umas linhas à parte pra descrever a bunda dela. Era a coisa mais perfeita que já vi, redonda, firme e grande, com aquele tom moreno claro que me enlouquece.
Me aproximei disfarçadamente até o hotel, pra escutar a briga deles.
— Eu tinha te pedido pra ser discreta com o que você ia vestir.- Agora entendi por que você adora usar biquínis super apertados e minúsculos. Você adora porque quer sair por aí provocando os caras.- Que porra é essa? …. Cê é um idiota, acabou, agora volta sozinho pra tua casa ler teus livros, porque eu vou ficar na praia. Vaza, imbecil!
Foram palavras muito pesadas, mas algo dentro de mim ficou alegre, não sei por quê. Fui pro meu quarto pegar um apito e uns mantimentos pra comer, levaria até a estação de salva-vidas, que era onde eu me sentia mais à vontade, sempre olhando o mar como um bom lobo-do-mar.
A tarde chegou e já eram umas 6 da noite, os banhistas tinham ido embora e só restavam uns grupos que se animavam a fazer umas fogueiras e tirar umas cervejas pra continuar a noite.
Dei uma última olhada com meus binóculos procurando mais banhistas antes do sol se esconder de vez e observei perto de um rochedo uma mina. Tava longe pra caralho pra ir buscar ela. Ela tava sentada na areia e não parecia ter ninguém com ela.
Fui até ela pra ver o que tinha, ver se tava bem.
Quando me aproximei, ela disse que um cara no rochedo tinha chegado nela com um caco de garrafa, roubou o dinheiro dela e tudo que tinha na bolsa de praia. Mas não satisfeito, o filho da puta ainda teve tempo de passar a mão na buceta gostosa que ela tinha e sair correndo. Nesse ponto, eu não consegui evitar uma ereção quando ela me mostrou onde ele tinha apalpado ela.
Só consegui dizer que tenho que avisar a polícia pra pegar o cara e que a gente precisa ir pra cabine pra ficar em segurança e usar o rádio pra comunicar o assalto.
Fomos caminhando e eu notei ela calma a caminho da cabine.
Abri a porta da cabine esperando encontrar um colega salva-vidas, mas parece que tinham ido embora. Tive que pegar o rádio e comunicar o assalto.
Terminei de comunicar o assalto pra delegacia e me disseram que a vítima tinha que se apresentar lá. Assim que ouviu isso, a mina se jogou em mim e começou a chorar no meu ombro, me abraçou forte. No começo eu não abracei, mas depois de 5 segundos fiz isso, como a boa pessoa que sou. Sou.
Com o abraço que dei, sem querer rocei a bunda grande e gostosa dela. Ela, sem parar de me abraçar, me disse:
- É o dia mais triste da minha vida, quero que você me faça sua.
Essas palavras foram o estopim para o que havia de mais selvagem em mim. Comecei a beijá-la profundamente, ela estava entregue. Fechei a porta com um empurrão e rapidamente devorei aqueles peitos que foram endurecendo a cada chupada que eu dava.
Minhas mãos não ficaram pra trás e apalparam aquele rabo de campeão, ela suspirava de tão excitada que tava.Nisso, estávamos numa boa, a porta se abriu um pouco e pude reconhecer que era um garoto magro epálido que vi no hotel. Ela também me reconheceu e, sem desviar o olhar, apertou mais com as coxas e começou instintivamente a cavalgar mais forte, depois eEla me olhou nos olhos e riu. Depois, arranhou minhas pernas pra exigir mais potência da minha parte. O que eu entendi e meti com toda loucura minha virilidade no corpo dela.
Nisso eu ouvi ela dizer: "me vira".ee pega essa bunda que deixa meu namorado com ciúmes.Eu, como um lobo no cio, coloquei ela de quatro e ajustei minha grande pica, que eu tinha cuidado por muitos anos. Completamente molhada. E deixei cair de uma vez na bunda dela. Ela só gritou: "Pra você perder esse ciúme. Olha como tão rasgando essa bunda que você tanto cuida."
Fiquei nessa bombada por mais de uma hora.
O magrelo só ficou olhando, impassível, durante aquela hora. No começo chorava, mas depois não saía de lá por causa do tesão.
Quando finalmente os orgasmos mútuos deram fim ao encontro.
O magrelo, pálido, saiu do lugar e, confuso, sentou na praia. Ela chegou até onde ele estava e disse: "Toda vez que você não me deixar exibir essa bunda, eu vou dar pra que seus ciúmes tenham razão. A propósito, vamos jantar porque já tô com fome."
Fim.
O que aconteceu comigo no verão de 2003 foi real e, naquele verão, eu tinha 35 anos.
Desde os 15 anos, me exercito quase diariamente e desenvolvi um físico de dar inveja, que me rendeu olhares, suspiros e várias propostas de mulheres querendo me levar pra cama. E na maioria das vezes eu resistia à tentação, porque sou do tipo que pensa em conhecer uma mulher e dar todo o meu amor.
Com o passar dos anos, as oportunidades de pegar alguém foram diminuindo, e eu sentia que o trem estava passando pra mim.
Até que chegou um dia no verão de 2003 em que eu estava no meu quarto alugado pela prefeitura de Lurín, largado na cama depois de desfazer as malas às 8 da noite, e ouvi uma conversa rolando no quarto ao lado, entre um casal.
Pensei comigo: "que chatos, não vão me deixar dormir". Pouco depois, ouvi a porta bater e um deles saiu correndo atrás do outro.
Devia ser a briga de casal típica, e eu, pra ser sincero, já tava cansado desse tipo de papo.
A propósito, a luz do meu quarto estava apagada desde que cheguei, porque eu só queria dormir pra acordar cedo, às 5 da manhã do dia seguinte.
Pouco tempo depois, ouvi a janela do meu quarto abrir um pouco e escutei a seguinte conversa:
- Olha, não precisa ter medo, não tem ninguém, podemos conversar de boa.
- Tem certeza?
- Sim, não tem ninguém.
- Olha... Javier, me irrita você se meter no que eu visto ou não... Eu te conheci como um homem seguro de si... e se eu quiser usar uma roupa x, você não tem que impor suas condições, entendeu?
- Tá bom, mas não sai correndo assim vestida pela rua, já é noite e não tem ninguém na praia.
- Esse não é o ponto, Javier... Entende que da próxima vez que você reclamar do que eu visto, a gente termina. - Ok, Mari, mas fica calma, vamos entrar, tão olhando pra gente.
- Não tô nem aí... espero que tenha entendido e não encosta em mim!
Pra mim, essa conversa soou meio inocente, mas o que me chamou a atenção foi a voz da garota, parecia que ela tava à beira das lágrimas, dava pra dizer que era um mar de emoções ali mesmo.
Adormeci tentando pensar no que faria às 5 da manhã se encontrasse gente se afogando. O sonho de todo salva-vidas, não me interpretem mal.
No dia seguinte, veio um pouco de gente, teve relatório, tive que registrar que uma senhora quase se afogou e que salvei um menino que tava se afastando com uma boia levada pelas ondas do mar.
Mas o que não coloquei no relatório foi que, lá pelas 2 da tarde, vi na altura do hotel um casal discutindo. O rapaz era magro, pálido, de 1,70m, e tava brigando com a namorada, uma mulher de uns 25 anos, cabelo liso castanho, pele morena clara, uns 1,65m, os lábios da boca eram médios, os peitos médios puxando pra pequenos, uns olhos pretos puxadinhos e umas coxas que com certeza eram fruto da prática de vôlei, bem definidas.
Vou dedicar umas linhas à parte pra descrever a bunda dela. Era a coisa mais perfeita que já vi, redonda, firme e grande, com aquele tom moreno claro que me enlouquece.
Me aproximei disfarçadamente até o hotel, pra escutar a briga deles. — Eu tinha te pedido pra ser discreta com o que você ia vestir.- Agora entendi por que você adora usar biquínis super apertados e minúsculos. Você adora porque quer sair por aí provocando os caras.- Que porra é essa? …. Cê é um idiota, acabou, agora volta sozinho pra tua casa ler teus livros, porque eu vou ficar na praia. Vaza, imbecil!
Foram palavras muito pesadas, mas algo dentro de mim ficou alegre, não sei por quê. Fui pro meu quarto pegar um apito e uns mantimentos pra comer, levaria até a estação de salva-vidas, que era onde eu me sentia mais à vontade, sempre olhando o mar como um bom lobo-do-mar.
A tarde chegou e já eram umas 6 da noite, os banhistas tinham ido embora e só restavam uns grupos que se animavam a fazer umas fogueiras e tirar umas cervejas pra continuar a noite.
Dei uma última olhada com meus binóculos procurando mais banhistas antes do sol se esconder de vez e observei perto de um rochedo uma mina. Tava longe pra caralho pra ir buscar ela. Ela tava sentada na areia e não parecia ter ninguém com ela.
Fui até ela pra ver o que tinha, ver se tava bem.
Quando me aproximei, ela disse que um cara no rochedo tinha chegado nela com um caco de garrafa, roubou o dinheiro dela e tudo que tinha na bolsa de praia. Mas não satisfeito, o filho da puta ainda teve tempo de passar a mão na buceta gostosa que ela tinha e sair correndo. Nesse ponto, eu não consegui evitar uma ereção quando ela me mostrou onde ele tinha apalpado ela.
Só consegui dizer que tenho que avisar a polícia pra pegar o cara e que a gente precisa ir pra cabine pra ficar em segurança e usar o rádio pra comunicar o assalto.
Fomos caminhando e eu notei ela calma a caminho da cabine.
Abri a porta da cabine esperando encontrar um colega salva-vidas, mas parece que tinham ido embora. Tive que pegar o rádio e comunicar o assalto.
Terminei de comunicar o assalto pra delegacia e me disseram que a vítima tinha que se apresentar lá. Assim que ouviu isso, a mina se jogou em mim e começou a chorar no meu ombro, me abraçou forte. No começo eu não abracei, mas depois de 5 segundos fiz isso, como a boa pessoa que sou. Sou.
Com o abraço que dei, sem querer rocei a bunda grande e gostosa dela. Ela, sem parar de me abraçar, me disse:
- É o dia mais triste da minha vida, quero que você me faça sua.
Essas palavras foram o estopim para o que havia de mais selvagem em mim. Comecei a beijá-la profundamente, ela estava entregue. Fechei a porta com um empurrão e rapidamente devorei aqueles peitos que foram endurecendo a cada chupada que eu dava.
Minhas mãos não ficaram pra trás e apalparam aquele rabo de campeão, ela suspirava de tão excitada que tava.Nisso, estávamos numa boa, a porta se abriu um pouco e pude reconhecer que era um garoto magro epálido que vi no hotel. Ela também me reconheceu e, sem desviar o olhar, apertou mais com as coxas e começou instintivamente a cavalgar mais forte, depois eEla me olhou nos olhos e riu. Depois, arranhou minhas pernas pra exigir mais potência da minha parte. O que eu entendi e meti com toda loucura minha virilidade no corpo dela.Nisso eu ouvi ela dizer: "me vira".ee pega essa bunda que deixa meu namorado com ciúmes.Eu, como um lobo no cio, coloquei ela de quatro e ajustei minha grande pica, que eu tinha cuidado por muitos anos. Completamente molhada. E deixei cair de uma vez na bunda dela. Ela só gritou: "Pra você perder esse ciúme. Olha como tão rasgando essa bunda que você tanto cuida."
Fiquei nessa bombada por mais de uma hora.
O magrelo só ficou olhando, impassível, durante aquela hora. No começo chorava, mas depois não saía de lá por causa do tesão.
Quando finalmente os orgasmos mútuos deram fim ao encontro.
O magrelo, pálido, saiu do lugar e, confuso, sentou na praia. Ela chegou até onde ele estava e disse: "Toda vez que você não me deixar exibir essa bunda, eu vou dar pra que seus ciúmes tenham razão. A propósito, vamos jantar porque já tô com fome."
Fim.
0 comentários - Tarde na praia que nunca vou esquecer