É difícil ter sorte encontrando casais exibicionistas, mas sempre aparece um ou outro; a grande maioria eu sei que sai de tarde ou no começo da noite, mas no horário da sesta (e muito raramente de manhã) aparece algum que queira se mostrar ou até convidar um terceiro pra participar. Hoje quero contar sobre um casal que eu não tava botando fé... mas me calou a boca. Como quase sempre, vou pro lado da Richeri na sesta. Naquele dia não tinha tido sorte, mas, bem na hora que eu tava indo embora, vejo um carro, com uns anos de estrada, tipo familiar, estilo Corsa Weekend. Nesse carro vinha um casal e, pelo que pude ver, já que não tava prestando muita atenção, tinha um cara de uns 30/40 anos, grandão... e a mulher dele morena, gordinha, grandona, linda, bem de bairro: das melhores. Estacionam na minha frente, na perpendicular, a uns 50 metros. Eu tava entre as árvores, apontando pra autoestrada, pronto pra ir embora. Eles estacionam na sombra de outra árvore. Começam a conversar e já me desanimei um pouco porque não tinham contato físico nenhum. E ainda dava pra ver tudo porque o carro não tinha insulfilm, ou seja... tavam bem à vista de todo mundo. Aí vejo que eles me olham, mas não dei muita importância. Foi aí que ela abre a porta, mas depois meio que hesita em fechar, como se tivesse se arrependendo, mas deixa aberta. Pude ver a bunda que ela tinha, enorme e linda, daquelas rabetas que a gente fala: vou me afogar ali dentro até não conseguir respirar porque vai me sufocar de tão grande que é... Ela tava de babuchas e uma regata escura. Parecia roupa de ficar em casa. Foram microssegundos de cruzar o olhar e continuaram conversando... aí ela fecha a porta e pensei que tavam indo embora, mas, em vez disso, deram ré, contornaram meu carro e foram pro muro de um terreno, na verdade pra perto das árvores antes do muro. O que me chamou a atenção foi que, podendo ir pra longe, pra um lugar mais afastado... não se distanciaram do meu carro. se posicionaram na altura onde eu estava. Eu acompanhava os movimentos deles pelo retrovisor, porque, como te falei, meu carro estava virado pra rodovia. Quando estacionaram, começaram a se acariciar, nada demais... mas quando percebi que o negócio esquentou e eles se matavam de beijos, ajustei meu carro pra conseguir vê-los de frente. Os carros ficaram paralelos, eles olhando pro aeroporto e eu olhando pra capital, mas com uma distância prudente de uns 10 metros, pra não ser tão invasivo. Pararam de se beijar... achei que foi por minha causa, mas enquanto ela se reclinava no ombro dele e acariciava a cabeça dele com a mão esquerda, eu via que o ombro direito dela se mexia intensamente: ela tava batendo uma punheta pra ele sem nenhum pudor pela minha presença. Tanto que me animei a abaixar um pouco o vidro do meu carro pra ver se diminuía, mas não, ela colocava mais ênfase na masturbação, até mudava de ritmo e intensidade, como pra prolongar mais o prazer. Quando notei que de vez em quando ela olhava pro meu lado e não se intimidou comigo, terminei de abaixar completamente o vidro da minha janela pra vê-la em ação... foi aí que ele reclinou um pouco o banco e ela se inclinou pra chupar a pica dele. Da minha posição, dava pra ver a cabeça dela subindo e descendo, mas sem muitos detalhes. De vez em quando ela parava, olhava em volta, vigiando se mais alguém tava se aproximando, e depois continuava chupando. Era muito óbvio que eles sabiam que eu tava olhando e cientes do que estavam fazendo. Quando não aguentei mais de tesão, estacionei uns metros atrás deles, desci do carro e me arrisquei andando entre as árvores e o muro, na direção do carro deles: podia dar certo ou dar errado e eles irem embora... mas deu certo... A janela do lado do passageiro tava abaixada. Fiquei na distância, me escondendo entre as árvores, e dava pra ver como ela batia punheta e chupava aquela pica, como engolia, como babava tudo, e estando a só uns metros, Até ouvia a sucção. O cara só curtia o momento. Protegido pelas árvores, abaixei o zíper da minha calça e comecei a me masturbar à vontade vendo aquela cena, quando vejo o cara parar ela e falar algo. Ela se sentou de volta no banco e pensei: ferrou... ficaram putos por eu ter chegado tão perto do carro... mas não, ela puxou a calcinha até os tornozelos e se ajoelhou no banco pra continuar chupando: que rabão!!!! Ela tinha o cu pra fora da janela com uma fio dental vermelha bem enfiada entre as nádegas e mal cobria algo, até os lábios da buceta apareciam pra me cumprimentar. Sendo morena, a fio dental criava um contraste lindo... entendi que tinham aprovado minha presença 100%. Quis chegar mais perto pra ver se dava pra tocar aquele rabo lindo ou talvez fazer algo mais, mas ele fez um sinal com a mão pra não... pra parar... que era até ali... óbvio que respeitei a decisão deles. Ficaram assim uns minutos, ela chupando, ele curtindo e eu me punhetando ao ar livre... quando vejo a cabeça dela parar e o cara soltar um: aaaahhh!!!... entendi que ele tinha gozado na boca dela. Eu esperava ela cuspir, mas vejo ela se sentar de volta no banco e, de forma exagerada, engolir a porra toda, como se não quisesse deixar dúvidas de que tinha tomado tudo... ela me olha, ri e pergunta: gozou? Respondi que não e ela diz: Se apressa que quero ver... e aí entre as árvores, acelerei minha punheta e derramei uma porra abundante, enquanto ela mordia o lábio inferior e ele me deu joinha. Na hora, ele fez o sinal de Tchau. Entendi que o show tinha acabado e fui embora agradecido por ter encontrado um novo casal exibicionista... Saudações...
3 comentários - Voyeur na Richeri
Pero si me dan a elegir, mis horarios son diurnos y los lugares mas tranquilos q conozco son la Richeri y los bosques de Ezeiza. Es mas, tengo un encuentro pactado con una pareja para esta semana, les cuento? PV...